Realizamos hoje na loja da Zazou em Sao Paulo mais um sorteio da promoção conjunta com os parceiros Filuli(http://www.filuli.com.br) e Baby Guide(http://www.BabyGuide.com.br), aonde sorteamos dois belos prêmios entre todas clientes que foram na loja nos meses de janeiro e fevereiro de 2009. Mais um diferencial a mais que oferecemos a elas. Isto você só encontra na Zazou…
Para realizar tal sorteio, como sempre, pedimos ajuda de uma cliente grávida queesta na loja fazendo compras, que de forma independente faça o sorteio na loja na frente de todos. Quem nos ajudou desta vez foi a Erian Ferreira Bassora, que mora no Morumbi, e cujo parto esta previsto para julho de 2009. A quem mais uma vez agradeço a colaboração e ajuda.
Veja abaixo a foto dela segurando o número vencedor:
O primeiro prêmio foi uma bela e prática mala de maternidade cheia de lindas roupinhas de bebê no valor de aprox. R$ 1 mil, para a vencedora escolher o que desejar neste valor na loja da Filuli, que é especializada em roupas e enxoval para bebê chique, que fica pertinho da Zazou na Rua Santa Justina 558, do lado direito quase na esquina com a Atílio, no polo do segmento Gestante e Bebê que se transformou este bairro da Vila Olímpia em São Paulo.
A feliz vencedora foi a Meire Fernandes Morelle, com o número 2867, que mora na Afonso Braz na Vila Nova Conceição em Sâo Paulo. Ela veio na loja no dia 22/jan e seu perto esta previsto para junho, quando o seu bebê vai ficar lindo todo vestido com as roupinhas da Filuli.
Aliás quem também esteve na loja da Zazou para fazer compras neste período foi a atriz Bianca Rinaldi, que esta grávida de gêmeos, e ficou de olho nas roupinhas, que adorou. Uma Branca e Azul para o menino e outra rosinha para a menina que esta esperando. Veja só na foto abaixo:
O segundo prêmio foi um livro da segunda edição revisada de 2009 do Baby Buide, no valor aprox. de R$ 175, que é um dos principais guias do segmento gestante e bebê de São Paulo, com mil dicas das melhores lojas deste segmento, para você saber aonde ir comprar o melhor e mais bonito. Aonde a Zazou logicamente foi mais uma vez selecionada para participar em destaque na seção de Moda Gestante e no editorial de roupas de grávidas (com nossa Linha Festa e Jeans).
A vencedora foi a Rosilene Mitio, com o número 3022, que mora na Vila Mascote em São Paulo, qe veio na loja no dia 24/jan e cujo parto esta previsto para Maio. Com certeza agora com seu Baby Guide, ela vai saber exatamente aonde fazer o restante de suas compras do enxoval do bebê, ou ainde tirar suas fotos, e por aí vai.
Aliás quem também já esteve na loja da Zazou para fazer compras de roupa para grávidas e adoraram o livro foram as atrizes Lavinia Vlasak e Carla Marins. Veja só a foto delas abaixo com o primeiro Baby Guide:
Gostaria de mais uma vez agradecer os dois parceiros da Zazou que acreditaram e apoiaram esta iniciativa da Zazou. Assim como agradecer a todas clientes grávidas que participaram da promoção. Infelizmente não conseguimos premiar todas como seria o ideal.
Aproveito para dizer que tem mais pela frente. A promoção de março em que vamos sortear mais uma vez dois belo prêmios: uma sessão de fotos no Estúdio FSVP, especializadas em grávidas, com direito a um belo book de fotos de capa dura, e mais um Guia Baby Guide 2009, entre todas clientes que vierem até a loja e fizerem seu cadastro, mesmo sem comprar nada gratuitamente já estão concorrendo. Mas para quem comprar, terá um novo número a cada peça que levar. Assim quem comprar mais, aumenta suas chances sw ganhar…
Venha participar!
Mais uma vez a Zazou saindo na frente lançando moda!
Então fique de olho na matéria abaixo que apresenta os resultados de uma recente pesquisa médica, que mostra que as mulheres grávidas e novas mães com diabetes têm o dobro de chances de ficar deprimidas, o que as coloca em risco, junto com seus bebês, afirmam nesta terça-feira pesquisadores americanos.
A depressão pós-parto é uma doença muito séria que afeta entre 10% e 12% das mães todos os anos. Ela pode ter efeitos negativos para mulher ao longo prazo, mas também afeta seus filhos e as famílias, diz Katy Backes Kozhimannil, da Faculdade de Medicina de Harvard, em Boston, cujo trabalho está sendo publicado no “Journal of the American Medical Association“. E não foi a primeira pessoa a levantar esta bola, pois já havia outra pesquisa que já havia mostrado antes que as pessoas com diabetes têm grande risco de ficarem deprimidas.
No estudo, os pesquisadores examinaram prontuários médicos de 11 mil mulheres grávidas do programa Medicaid de New Jersey, de julho de 2004 a setembro de 2006. O período de estudo foi de seis meses antes da gravidez até um ano depois do parto.
O que o estudo descobriu é que mulheres grávidas e novas mães com diabetes têm quase o dobro de chance de desenvolver depressão pós-parto, em comparação com outras que não são diabéticas. A avaliação diz respeito a todos os tipos de diabetes, inclusive a gestacional, desenvolvida durante a gravidez.
A descoberta mais importante da pesquisa foi a revelação de um novo fator de risco para a depressão pós-parto.
Essa descoberta pode dar aos médicos uma ajuda para identificar mulheres com risco de depressão pós-parto, cujo diagnóstico costuma ser díficil e tardio. Se não for tratada, a paciente com esse problema pode até cometer suicídio ou atentar contra seu bebê. Crises anteriores, a falta de suporte social, baixa auto-estima e uma gravidez estressante também aumentam as chances de desenvolver a doença.
É importante focar em dar apoio às mulheres que estão neste grupo de risco. A boa notícia é que tanto a depressão quanto o diabetes têm tratamento.
Uma das coisas que mais se falou neste último carnaval foi da forma física da Claudia Leitte.
E você?
Sabemos de que não é mesmo fácil depois do parto voltar a antiga forma. E que isto vai lhe exigir muita determinação somado a uma boa alimentação e muita ginástica, mas com ajuda da amanentação.
Gostaria então de indicar o video abaixo como uma forma de estímulo e até prova de que com esta determinação você pode sim chegar lá!
Mais um sábado e uma nova dica de filme sobre gravidez ara vocês. Mais uma comédia, desta vez chamada Um Beijo a Mais.
O filme, que na verdade é uma adaptação de “L’Ultimo Baccio”, do diretor italiano de bastante sucesso Gabriele Muccino, conta a história de Michael, que está passando pela famosa crise de 30 anos. Ele insiste em não ver a realidade, no entanto, esse fato terá que mudar quando a sua namorada Jenna fica grávida. Então, ele, no meio desse turbilhão de emoções, é pego de surpresa ao sentir uma atração por Kim, uma jovem de apenas 18 anos.
Quer saber como é que acaba este triângulo amoroso com um bebê também participando?
Segue abaixo para ter uma idéia melhor do trailler do filme(em inglês):
São imensuráveis as vantagens do Aleitamento Materno para a mulher:
1) Aumenta o intervalo entre as gestações,
2) Previne a anemia,
3) Emagrece,
4) Protege contra o câncer de mama, útero e ovário,
5) Quando praticado com o devido apoio é um ato extremamente prazeroso…
Abaixo as vantagens para o bebê:
1) Imuniza,
2) Previne contra doenças infecciosas e crônico - degenerativas (Diabetes, Doença Celíaca, Enfermidade de Crohn, Linfomas…),
3) Provê uma nutrição perfeita,
4) Aumenta o QI,
5) Impede distúrbios oro - faciais,
6) Diminui a incidência de cáries,
7) Faz com que o lactente cresça e se desenvolva seguro, mais tranqüilo e feliz…
Apesar de todos estes efeitos benéficos, o desmame ainda é precoce e o leite materno não está sendo ofertado exclusivamente nos primeiros 4 à 6 meses, ainda que nas últimas duas décadas há uma recuperação da duração do aleitamento.
As causas do desmame inoportuno são múltiplas e complexas:
1) O marketing inteligente (e muitas vezes não ético) das indústrias de alimentos infantis, mamadeiras e de chupetas…;
2) O despreparo dos profissionais e maternidades;
3) A falta de reconhecimento pela sociedade do valor da alimentação ao seio;
4) O não cumprimento da legislação trabalhista de proteção à mulher…
Além de todos estes a desinformação, que leva ao preconceito, por isto ter trazido este tema aqui para este nosso Blog.
Há um desconhecimento: da psico - fisiologia (o leite de peito é produzido nos seios e na “cabeça”) da lactação; das técnicas de como amamentar (importância do colostro, posicionamento ao seio, pega correta, alternância dos seios, livre demanda…) por parte dos pais e também de profissionais de saúde.
O Aleitamento Materno é natural, mas não é instintivo ou inato, e sim uma habilidade que precisa ser aprendida, uma cultura humana que necessita ser recuperada.
Várias iniciativas tem sido tomadas em todo o mundo por organismos internacionais (OMS e UNICEF), por governos, por ONGs como a IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar) e a WABA - World Alliance for Breastfeeding Action (Aliança Mundial pró Aleitamento).
Gostaria de avisa-las de que já estão disponíveis na nossa área de Grávidas Famosas as fotos da nossa campanha “Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos”, na sua recente quarta edição de verão 2009, em parceria com as fotografas especializadas em grávidas Fernanda e Valéria do Estúdio FSVP(http://www.fsvp.com.br), em que levamos para nossa loja um estúdio fotográfico profissional para tirar fotos gratuitas das grávidas interessadas, logicamente todas vestidas de Zazou.
Estão disponíveis junto com as outras edições desta mesma campanha, e das demais grávidas famosas que se vestem de Zazou na área de Grávidas Famosas do site da Zazou seguinte link abaixo:
Trata-se de uma forma que encontramos de primeiro oferecer um diferencial a mais as nossas clientes, afinal elas merecem. Ou seja, uma oportunidade para que elas tirem uma bela foto para colocar em um porta-retratos e guardar de recordação de sua gravidez.
Mas também é uma forma de mostrar a todas de que temos o maior orgulho de nossas clientes e achamos que elas ficam todas lindas!
Afinal não precisa ser uma grávida famosa ou uma modelo profissional grávida para ficar bonita e elegante. Todas nossas clientes ficam. E esta é uma boa forma de mostrar isto para vocês.
Venha conferir o resultado, e ver se não é verdade…
E o legal é que também foram convidados o pai do bebê e família em geral para participarem deste momento especial.
Vejam abaixo mais algumas fotos, desta vez dos três (e algumas vezes até quatro - Gêmeos) juntinhos.
Gostaria por fim de agradecer os parceiros do Estúdio FSVP, Bavette e AOC Vinhos por terem ajudado a poder concretizar este projeto com sucesso, e lançar esta novidade.
Agradeço ainda as grávidas que participaram e gentilmente deixaram mostrar para vocês suas fotos e como ficaram bonitas e bem vestidas.
Sem nossos parceiros e sem nossas clientes, a Zazou não conseguiria chegar até aqui, e se tornar referência de mercado. Obrigado!
Segue abaixo um video do programa da Ana Hickmann e Brito Jr sobre Pais de Primeira Viagem, com inclusive a participação com depoimento da Drika do Núcleo Nove Luas, falando do curso prático que ela dá com mil dicas úteis:
PS - Para quem gostou da entrevista, saiba que tem um curso destes começando amanhã (28/02). Mais info no link abaixo:
Segue abaixo um video com uma entrevista com a Roberta do site “Parto do Princípio” para o Jornal da Cultura tratando sobre a campanha do Ministério da Saúde de conscientização e incentivo ao parto natural.
Dando continuidade ao assunto do plano de parto, segue alguns exemplos do que normalmente uma grávida gostaria e seu motivo, segundo o Grupo das Amigas do Parto, quer seja durante o trabalho de parto, quer seja durante o parto em si, como também no pós-parto e até em caso de cesárea:
A) DURANTE O TRABALHO DE PARTO
1) Presença de um acompanhante de sua escolha durante todo o parto, da admissão ao nascimento
Elimina o estresse da separação. Seu parceiro pode provê-la com suporte emocional durante o trabalho de parto e durante todos os procedimentos necessários. A presença do pai propicia a formação dos laços familiares com o novo membro que vai nascer.
2) Presença de outras pessoas da família ou amigos durante o trabalho de parto e parto
A presença de outras pessoas da família ou amigos pode significar mais apoio para você e seu parceiro. Não há aumento na incidência de infecções, desde que essas pessoas não apresentem sinais de doença (por exemplo coriza ou diarréia)
3) Lavagem Intestinal (Enema, Fleet-Enema)
A lavagem intestinal é desconfortável e desnecessária se você teve funcionamento normal do intestino nas últimas 24h. No entanto, se você estiver constipada, você poderá desejar uma “aplicação”
4) Liberdade para caminhar
Caminhar estimula o útero a funcionar eficientemente. Os trabalhos de parto que incluem livre caminhar, são tidos como mais curtos e menos propensos a receber medicamentos analgésicos.
5) Liberdade para mudar de posição
Sentar, deitar de lado, ajoelhar, acocorar, cada posição pode funcionar melhor ou ser mais confortável em diferentes momentos do trabalho de parto.
6) Uso da água no trabalho de parto
Passar parte(s) do trabalho de parto sob o chuveiro ou imersa numa banheira diminui a necessidade de medicamentos para dor.
7) Bebidas e alimentos com alto teor de carboidratos e pouca gordura à vontade
Alimentos ricos em carboidratos e pobres em gordura permitem digestão rápida e suprimento energético necessário durante o trabalho de parto. Líquidos previnem a desidratação.
8) Água e bebidas leves
Você pode ficar com a sensação de boca seca por causa das técnicas de respiração.
Objetos familiares podem melhorar a experiência do parto ao permitir um melhor relaxamento e mais conforto.
10) Tricotomia (raspagem dos pêlos pubianos) apenas se desejado
A raspagem dos pêlos não diminui a incidência de infecções e o crescimento dos pêlos pode ser bastante desconfortável.
11) Infusão intravenosa apenas se houver indicação médica
A infusão intravenosa restringe a mobilidade e interfere no relaxamento. A ingestão de líquidos leves no trabalho de parto reduzem a chance de desidratação. As hemorragias em partos espontâneos e não medicamentosos são muito raras para justificar a IV preventiva.
12) Monitoramento fetal eletrônico apenas se houver indicação médica
Em parturientes de baixo risco, a auscultação dos batimentos cardíacos fetais por uma enfermeira treinada, demonstrou ser tão efetivo quanto o uso do monitoramento fetal eletrônico. Além disso o aparelho restringe o movimento, podendo ser inclusive bastante incômodo. Geralmente as mulheres são instruídas a deitar de costas, posição que pode ser muito desconfortável e ter ação negativa sobre o trabalho de parto. O uso intermitente do monitor pode ser uma alternativa.
13) Rompimento espontâneo da bolsa das águas
O líquido amniótico contido na bolsa tem um efeito de proteção, equalizando a pressão sobre o bebê, o que resulta em menos pressão na cabeça. O rompimento artificial da membrana aumenta as chances de infecção e cria um limite de tempo para o parto.
Medicação para alívio da dor administrada apenas quando solicitado por você, e com informações completas sobre possíveis efeitos sobre você, o bebê e o trabalho de parto Todo e qualquer medicamento tem um efeito potencial que pode afetar você, seu bebê e seu trabalho de parto. Saber de antemão os benefícios e riscos dos medicamentos usados pelo médico permitem que você faça escolhas conscientes.
14) Presença de acompanhante de parto profissional para suporte contínuo (massagista, doula, enfermeira, ou obstetriz sem vínculo com o hospital)
Um profissional experiente, que tenha um comprometimento com você em relação ao tipo de parto que você deseja, pode oferecer importantes informações adicionais. A presença de uma doula pode reduzir suas chances de ter uma cesárea em até 50%, pode tornar o trabalho de parto mais curto, pode fazer o uso de ocitocina menos necessário, reduzir a necessidade de anestesia e de uso do forceps. Uma massagista ou terapeuta corporal pode utilizar técnicas de alívio dos desconfortos do parto.
Pitocina ou drogas de efeito similar para indução ou aceleração do trabalho de parto apenas sob necessidade médica. As contrações induzidas por ocitocina são mais difíceis de serem suportadas do que as contrações naturais, tanto para você como para o bebê. Os riscos do parto induzido incluem restrição do suprimento de oxigênio do bebê e parto prematuro. As complicações decorrentes do uso de ocitocina podem aumentar as chances de uma cesárea ser necessária.
15) Uso de suíte de parto ou a mesma cama para o trabalho de parto e parto.
Isso evita que você seja transferida às pressas, geralmente deitada de costas numa maca, da sala de pré parto para a sala de parto, durante a fase de expulsão. Muitos hospitais já oferecem as “suítes de parto” ou “LDR (Labor and Delivery Room)” onde a parturiente fica durante todo o trabalho de parto, parto e recuperação.
B) DURANTE O PARTO EM SI
1) Posição para expulsão confortável (para você) e eficiente
A posição semi-reclinada (quase sentada), deitada sobre o lado esquerdo, de joelhos ou cócoras pode ser bem mais confortável que ficar deitada de costas. Deitar de costas comprime o cóccix, diminui o diâmetro da pélvis, pode ser desconfortável e faz o útero pesar sobre artérias importantes, impedindo um bom fluxo sanguíneo. Acocorar-se faz diminuir o canal de parto, aumenta a abertura da pélvis para seu maior diâmetro, e faz as contrações serem mais eficientes, já que o trabalho está sendo auxiliado pela gravidade.
2) Não usar estribo
A posição de litotomia, na qual você se deita de costas e coloca os pés nos estribos, faz com que o parto seja um esforço contra a gravidade e força você a empurrar o bebê para cima. Estribos abertos, embora dêem ao médico uma excelente visão do campo de trabalho, fazem o períneo esticar demasiadamente, aumentando a necessidade de uma episiotomia.
3) Episiotomia apenas se for necessário
Ao permitir que a cabeça do bebê emerja vagarosamente, apenas sob as forças uterinas, o períneo tem maiores chances de distensão, o que minimiza as chances de laceração. A recuperação da episiotomia pode ser bastante desconfortável. A cicatriz muscular pode afetar posteriormente o prazer sexual. A episiotomia diminui o período expulsivo, podendo ser necessária em caso de sofrimento fetal ou se for preciso o uso do fórceps. Muitos médicos fazem a episiotomia rotineiramente, independente de ser necessária, o que não tem qualquer justificativa aceitável.
4) Anestesia “regional” apenas se for necessária alguma intervenção cirúrgica
Anestesia é desnecessária nos casos de partos sem complicações. No caso de uma episiotomia, um anestésico local pode ser aplicado na hora.
5) Nascimento suave (Parto Leboyer)
O nascimento Leboyer é uma atitude, mais que um procedimento. Diminui o trauma sensorial e físico do bebê na hora no nascimento.
6) Clampeamento do cordão apenas depois que parar de pulsar
O clampeamento tardio permite que o bebê continue recebendo oxigênio pelo cordão umbilical enquanto o sistema respiratório começa a funcionar.
7) O Pai corta o cordão umbilical
Aumenta a participação do pai no nascimento.
8) Bebê colocado imediatamente no seu colo (ou sobre a barriga, ou nos braços)
O contato imediato pele-com-pele é benéfico. Se mãe e bebê forem cobertos com um cobertor, a temperatura do bebê é mantida.
9) Bebê amamentado assim que possível
A sucção do bebê estimula a produção materna de ocitocina, que induz o delivramento da placenta e reduz o sangramento pós parto. O reflexo de sucção do bebê é mais forte nas primeiras horas após o nascimento. O colostro age como um laxativo, limpando o trato intestinal do bebê do muco e do mecônio.
10) Antibiótico oftálmico ou nitrato de prata apenas depois do período de formação do vínculo (primeiras horas após o parto)
Esses produtos interferem na visão do bebê, que é muito importante durante o período de vínculo, logo após o parto.
11) Placenta expulsa espontaneamente da parede do útero.
Tração ou massagem pode fazer com que parte do tecido placentário permaneça no útero, podendo provocar infecção e hemorragia pós-parto.
12) Vínculo
As primeiras horas após o parto são muito importantes no desenvolvimento da ligação afetiva entre os pais e o bebê
13) Tirar fotografias ou filmar durante o parto
São formas maravilhosas de se lembrar desses momentos incríveis, desde que não atrapalhem a concentração da mãe ou impeçam o pai de participar ativamente no auxílio à sua companheira…
C) PÓS-PARTO
1) Amamentação
Em termos nutricionais, o seu leite é o alimento perfeito para o seu bebê. A amamentação é uma experiência emocionalmente gratificante tanto para o bebê como para a mãe e é econômica. Ajuda o útero a contrair e voltar mais rapidamente ao tamanho normal.
2) Não deverá haver separação entre mãe e bebê a menos que haja indicação médica
O contato contínuo mãe-bebê favorece a formação do vínculo entre eles. Aumenta as oportunidades para a equipe de enfermagem oferecer instruções sobre os cuidados com o recém nascido. Os primeiros banhos podem ser dados no quarto da mãe.
3) Não oferecer ao bebê água, leite em pó ou chupeta
O oferecimento de bicos e mamadeiras ao bebê pode provocar confusão, já que exigem uma ação diferente da língua, comparada à da amamentação natural. Se o bebê é alimentado no berçário entre as mamadas, ele não vai sugar adequadamente para o estímulo mamário da produção de leite
4) Alojamento conjunto 24 horas
Permite contato íntimo entre pais e bebê, favorecendo a formação do vínculo. Você poderá amamentar sob livre demanda e aprender os primeiros cuidados com seu bebê ainda sob a supervisão das enfermeiras.
5) Pai deverá ficar no apartamento com mãe e bebê até a alta.
Reforça os laços familiares. Permite que o pai participe dos cuidados com o bebê. A maioria dos hospitais particulares oferece a possibilidade do pai ficar alojado com a mãe no apartamento privado.
6) Visitação à vontade dos irmãos mais velhos
Ajuda as crianças mais velhas a perceberem que você está bem. Encoraja a aceitação do novo bebê pelos irmãos.
D) EM CASO DE CESÁREA
1) Escolha de médico, anestesia e hospital “amigos da mulher”, que permitam uma cesárea centrada na família
Uma seleção cuidadosa da equipe poderá garantir a participação da família, mesmo no caso da cesárea, tornando o processo mais humanizado
2) Participação de um acompanhante de sua escolha durante a cesárea
A presença de uma pessoa querida poderá prover segurança emocional durante esse processo tão delicado.
Internação no dia da cesárea Isso dará mais tempo para você ficar com as outras crianças e o marido
3) Permitir o início do trabalho de parto antes de efetuar a cesárea
O trabalho de parto é a indicação de que o bebê está pronto para nascer. Esperando pelo início do parto diminuem as chances de seu bebê nascer prematuro.
4) Ser informada de cada procedimento associado à cesárea (testes, tricotomia, sonda urinária, etc…)
Saber passo a passo o que está acontecendo, permite que você fique mais relaxada
5) Tricotimia parcial (do abdomem até a altura do osso púbico)
Diminui o desconforto quando os pêlos começam a crescer novamente, sem que haja aumento nas chances de infecção
6) Sem o uso de sedativos pré-operatórios
Qualquer medicamento pode afetar o bebê e a sua capacidade de interagir com ele após o nascimento. Ao invés de sedativos, prefira usar técnicas de relaxamento.
7) Uso de anestesia peridural/raquidiana (não utilização da anestesia geral)
Permite que você esteja acordada no nascimento do bebê e facilita a interação. Exceto pelas emergências, geralmente há tempo suficiente para se aplicar uma anestesia peridural.
8) Rebaixamento do protetor ou uso de espelho na hora do nascimento
Permite que mãe e pai assistam ao nascimento do bebê
9) Admissão do bebê no berçário comum se as condições forem satisfatórias
Se o pediatra avaliar as condições do bebê como satisfatórias, a interação mãe-bebê pode começar imediatamente, mesmo na sala de recuperação. Alojamento conjunto também pode iniciar-se o mais cedo possível. Se as condições respiratórias do bebê são favoráveis, não há porque transferi-lo para a Unidade de Neonatologia, devendo-se dar preferência ao berçário comum.
10) Amamentação tão logo seja possível, mesmo na mesa de cirurgia ou na sala de recuperação
Isso dá à mãe e ao bebê as mesmas vantagens do aleitamento precoce obtido nos partos vaginais
11) Vínculo precoce mãe-bebê
Segurar e tocar o bebê pode reduzir a ansiedade dos pais, além de trazer os benefícios do vínculo precoce.
12) Alojamento conjunto com flexibilidade
Permite que você cuide do bebê de acordo com suas possibilidades. Melhora as condições para o estabelecimento dos laços mãe-bebê e da amamentação.
Hoje vamos falar da Placenta, que é o importante órgão pelo qual acontece as trocas fisiológicas entre a mãe e o feto. Através dela o feto se alimenta, respira e excreta produtos do seu organismo.
Infelizmente acontece em aproximadamente 1% das gravidez, ou em 6,5 para cada 1.000 partos, um descolamento da plascenta.
Para isto acontecer existem logicamente causas traumáticas, como acidentes de tombos e carros por exemplo, mas existem também causas não traumáticas. Dentre estas está por exemplo a hipertensão materna como a principal.
Um dos principais sintomas é quando ocorre uma hemorragia no útero através do ponto de inserção da placenta. O sangue pode passar através do colo do útero e sair pela vagina (hemorragia externa) ou pode ficar retido atrás da placenta (hemorragia oculta). Os sintomas dependem do grau de descolamento da placenta e da quantidade de sangue perdido.
Eles incluem o sangramento vaginal, dores abdominais súbitas (contínuas ou tipo cólica) e a dor a palpação abdominal. O diagnóstico geralmente é confirmado através da ultra-sonografia. O descolamento reduz o aporte de oxigênio e de nutrientes ao feto, podendo inclusive causar a sua morte.
As complicações na gestante incluem o sangramento potencialmente perigoso, a coagulação intravascular disseminada (que se propaga no interior dos vasos sangüíneos), a insuficiência renal e o sangramento da parede uterina. Essas complicações são mais prováveis na mulher grávida com pré-eclâmpsia e podem indicar sofrimento ou morte fetal.
Assim que o diagnóstico é estabelecido, a mulher é hospitalizada. O tratamento usual é repouso ao leito, exceto quando o sangramento é potencialmente letal, quando o feto apresenta sofrimento ou quando a gestação está próxima do termo.
O repouso prolongado pode reduzir o sangramento. Quando os sintomas diminuem, a mulher é encorajada a caminhar um pouco e inclusive pode receber alta hospitalar. Quando o sangramento persiste ou piora, a melhor opção (tanto para a mãe como para o bebê) geralmente é o parto prematuro. Quando o parto vaginal não é possível, é realizada uma cesariana.
Conseqüências
Além de trazer complicações sérias à mulher, como distúrbios de coagulação e insuficiência renal, o descolamento de placenta pode provocar morte fetal em muitos casos. Em situações mais raras e extremas, a mortalidade materna também é relatada.
Quando o bebê sobrevive, seu parto acontece através de cesárea, sendo necessário que ele receba transfusão de sangue.
Existem alguns quadros crônicos de descolamento de placenta, que devem ser acompanhados com monitoração rigorosa e freqüente, o que pede repouso absoluto da paciente.
Embora possa assustar em virtude de suas conseqüências, é importante saber que o descolamento de placenta pode ser evitado com um bom pré-natal. No programa, deve-se manter um rigoroso controle da pressão arterial.
Além disso, a grávida deve priorizar uma vida saudável, garantindo uma boa nutrição e ficando longe de álcool, cigarro e drogas.
Pois saibam que a Priscila acabou ontem simulando uma gravidez, com almofada na barriga. A morena brincou e dança para os brothers com uma almofada na barriga simulando uma gravidez.
Veja o vídeo abaixo:
Será que vai rolar uma gravidez neste BBB? Já pensou? BBBaby…
A Revista Crscer publucou há algum tempo uma interessante matéria sobre os significados dos sonhos durante a gravidez, que trago agora algumas partes para vocês.
Para começar como muitas podem achr, os sonhos não são premonitórios, mas mostram como você encara sua gestação.
Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa do Sono do hospital do Sagrado Coração de Montreal, no Canadá, mostra que 59% das gestantes sonha com o bebê em perigo. Calma: isso não quer dizer que o sonho mau vá se realizar, ou que o bebê será prejudicado. Na maior parte das vezes, os sonhos dizem muito mais sobre como você encara a gravidez do que o jeito como ela está ocorrendo.
Quando a mulher fica grávida, seu corpo se prepara para abrigar o filho e dar à luz. A barriga cresce, os seios incham. Ao mesmo tempo, o emocional é afetado, a mulher fica à flor da pele, ultra-sensível. Também a mente, ou, como preferem os psicólogos, a psiquê, sofre modificações. “A mulher, que até então era filha, passa a ser mãe”, diz a psicóloga Marion Rauscher Gallbach. E esse novo papel é totalmente desconhecido.
Nessa etapa, o filho existe apenas na cabeça dos pais. Você imagina como vai ser a criança, o jeitinho dela. E, é claro, também pensa no pior: e se ela nascer com problema? E se tiver alguma doença? Às vezes, os pais, principalmente os de primeira viagem, têm medo de não conseguir tomar conta da criança. “Essa insegurança vai aparecer nos sonhos”, diz Denise Gimenez Ramos, psicóloga. Isso é normal e reflete uma angústia legítima.
O grau dessa angústia vai depender de como a mulher lida com a gravidez. “Se a relação dela com a própria mãe é boa, se o casamento vai bem e o filho foi desejado, a mulher vai se sentir mais segura, e os sonhos vão refletir isso”, diz Denise. Quanto menos preparada para ser mãe a mulher se sentir, mais ansiedade ela deverá ter.
A gravidez é um período intenso, ligado às emoções, e isso pode fazer com que imagens riquíssimas apareçam nos sonhos. E elas dizem respeito ao que aquilo significa para cada um, ou seja, não dá pra interpretar igual para todo mundo. Alguns elementos, porém, se repetem.
Um elemento que aparece durante toda a gravidez é a água. No primeiro trimestre, isso se traduz em sonhos com enchentes, rios, grandes quantidades de água. Para Marion Gallbach, esses sonhos se relacionam com a formação do líquido amniótico, que vai proteger o bebê na barriga da mãe. Autora do livro Sonhos e Gravidez: Iniciação à Criatividade Feminina, Marion também vê na água o símbolo do feminino, das emoções, da criatividade, do novo. “Nesse momento, a mulher fica inundada de emoções, perde o pé firme que tinha antes”, diz ela. “Não dá para passar pelo processo sem se molhar, sem se transformar.”
Outro sonho típico é com alimentação. Imagens de que está dando de comer a alguém, por exemplo. E também o sonho com animais. É comum que a mulher sonhe estar dando à luz um gato ou outro bicho qualquer. Por mais estranho que isso possa parecer, a explicação é simples. Para ter um filho, a mulher deve deixar de lado o racional, o intelectual, e se entregar mais às emoções, ao instintivo. “Ela deve ser capaz de dar à luz como um animal”, diz Marion. A perda do contato com esse lado da personalidade se reflete em um número muito alto de cesáreas desnecessárias, em que o medo da dor é o principal responsável pela escolha da cirurgia.
Também são comuns os sonhos com pomares, com a terra semeada. A terra é símbolo da maternidade, da mãe que recebe a semente e espera que ela germine. Estamos acostumadas a ter sempre o controle da situação ou a achar que temos o controle. Na gravidez, tudo isso é virado de pontacabeça. A mulher deve ser receptiva e aprender a esperar, a ter paciência, como a terra com a semente. Ela não controla o crescimento da barriga. Existe uma mudança, que aparece também nas imagens de transição, como atravessar uma ponte.
Uma a uma, essas imagens ensinam a mulher a lidar com o novo papel. Mesmo que não saiba o que significam, de algum modo elas estão refletindo as mudanças em seu interior. Vale a pena, então, dedicar um pouco de tempo para anotar e prestar atenção aos próprios sonhos. Assim, talvez você consiga entender um pouco melhor e curtir ainda mais esse momento de sua vida, o mistério do nascimento de um filho. E da mãe que existe em você.
Não é preciso ser terapeuta para começar a prestar mais atenção aos sonhos. Afinal, a chave para decifrá-los está dentro de você. Vejam algumas dicas abaixo para faze-lo:
1) Ao acordar, procure lembrar-se do sonho. Não deixe para depois, pois os detalhes vão esmaecendo ao longo do dia. Anote-os em um diário para não esquecer.
2) Converse com alguém a respeito do sonho. Outras pessoas podem ajudá-la a perceber relações que você não reparou.
3) Preste atenção nas emoções despertadas. Muitas vezes, uma situação banal, como um passeio na praia, desperta sentimentos angustiantes. Já em outras o sonhador não sente nada, mas a imagem é muito forte.
4) Sonhos recorrentes significam que o assunto é importante. Agora, se o que se repete são pesadelos, é melhor procurar a ajuda de um terapeuta.
5) “Dentro de cada um de nós existe um outro, que fala conosco por meio dos sonhos”, disse Jung. Converse com seu outro, questione. Em algum momento as associações vão começar a aparecer.
6) Os elementos são importantes, mas também sua postura em relação a eles. Por exemplo, uma mulher sonha que mergulha no mar, e outra, que teme entrar no rio. Ambas sonharam com água, o símbolo da emoção, mas a primeira aceita a situação, a vivencia com prazer, enquanto que a segunda está amedrontada.
Por fim, relaxe e trate de aproveitar seus belos sonhos! E sua gravidez sem tantos medos e ansiedades…
Dando continuidade a outro post a respeito do assunto, bom dizer de que é possível que você precise provavelmente de mais do que um carrinho de bebê durante os primeiros quatro anos de sua criança. A boa notícia é que existem no mercado uma grande variedade de carrinhos de bebê, o que torna fácil a escolha do carrinho de bebê correto para cada etapa da vida de seu bebê.
Mas qual tipo deve comprar?
Segue abaixo uma lista dos principais tipos que vai encontrar:
1) Sistemas de Viagem de Bebê
Como os conversíveis do mundo dos carrinhos de bebê, a versatilidade de um sistema de viagem de bebê preenche a necessidade de uma cadeira para carro, um bebê conforto, e um carrinho de bebê em uma só compra. Fabricantes, como a Evenflo e a Graco fornecem linhas de carrinhos que se reclinam completamente e se ajustam durante anos ao tamanho do bebê. Esses sistemas vêm em muitos formatos e tamanhos, para que você considere a praticidade e encontre um produto que seja leve, retrátil e que se adeque ao seu estilo de vida.
Você pode esperar ver diversos extras nos sistemas de viagem de bebê. O COMBI Ultra Savvy Travel System, por exemplo, inclui um rádio para tocar músicas ou histórias. Ao procurar um sistema de viagem mais em conta, verifique quais recursos estão incluídos e priorize suas necessidades.
2) Carrinhos de bebê grandes e médios
Ironicamente, quanto menor o bebê, maior deve ser o carrinho. Carrinhos grandes e médios trazem amortecedores, rodas grandes e freios, para o bebê ter um passeio suave. Eles também trazem detalhes como acolchoamento adicional, capas, cestos, etc. Muitos carrinhos grandes podem ser ajustados para carregar bebês desde o parto até quando eles quiserem andar.
O tamanho dos carrinhos grandes pode ser um fator negativo se você sobe escadas ou passeia por lugares estreitos. Nesse caso escolha um carrinho médio. Eles trazem armações em alumínio e podem pesar apenas 7 quilos.
3) Carrinhos Leves
Carrinhos de bebê leves são manobráveis e convenientes para passeios curtos, e até viagens, pois muitos modelos dobram-se para armazenamento na mala do carro ou no compartimento de bagagens de um avião. Carrinhos leves com cabos de guarda-chuva também são baratos, e, portanto, ter um destes além de um carrinho mais resistente não pesa no orçamento.
Apesar de serem os mais práticos, os carrinhos leves não são muito resistentes. Você precisa ler o manual do carrinho para usá-lo da melhor forma sem danificá-lo. Por exemplo, você não deve apoiar sacolas, mochilas ou sacos de compras nos carrinhos leves ou usar um carrinho não reclinável para um bebê com menos de três meses.
4) Carrinhos Clássicos
Carrinhos Clássicos e carrinhos europeus realmente causam boa impressão. Esse carrinho tradicional é resistente e charmoso. A marca Silver Cross fabrica esse tipo de carrinho para mamães que querem estar na moda.
A quantia adicional que você paga por um carrinho mais caro não causará apenas boa impressão; esses carrinhos, fabricados por marcas como Bugaboo, Silver Cross, Kelty, and Stokke´s Xplory são feitos para durar. Eles geralmente se convertem de carrinhos totalmente deitados para recém-nascidos para carrinhos inclinados para crianças de até 4 anos. Você geralmente encontrará rodas maiores, equipamentos de proteção contra o mau tempo, acolchoamento ajustável, cestos de armazenamento, freios duplos, tudo do bom e do melhor, nesses carrinhos mais caros.
Os carrinhos clássicos tendem a ser largos e pesados, mas modelos novos usam armações de alumínio para manter o peso sustentável.
5) Carrinhos para Cooper
Para pais atléticos, carrinhos para cooper com designs esguios e rodas grandes permitem você levar as crianças nas suas aventuras. Se você gosta de caminhadas longas ou corridas, seu bebê estará pronto para acompanhá-lo aos seis meses, graças a esses carrinhos.
Fabricados com armações leves e rodas de bicicletas, esses carrinhos são feitos para deslizarem facilmente sobre superfícies adversas e acompanham sua corrida. Com três rodas, eles são mais ágeis e esportivos. Note que alguns desses modelos não são apropriados para cooper, apenas para simularem um estilo esportivo, portanto se você quer comprar um verdadeiro carrinho de bebê para cooper, certifique-se de comprar um modelo apropriado.
Nos carrinhos de cooper, a segurança é a maior prioridade. Certifique-se de encontrar um que possua cinto de segurança de 3 ou 5 pontas. Alguns modelos oferecem freios manuais e outros acessórios como bolsos, rodas para todo tipo de terreno e suspensão.
Segue abaixo para sua informação as respostas da Estilista da Zazou para as perguntas da repórter Josi Vicentin para o Guia Especial do Bebê do Jornal Bom Dia de Bauru, falando sobre moda gestante e tirando as principais dúvidas sobre o tema e para ilustrar as respostas fotos de clientes (e não modelos profissionais) vestindo roupas da Zazou(durante a recente última campanha das Nossas Melhores Modelos São Nossas Clientes):
1) Quais peças são indispensáveis no guarda-roupa da futura mamãe?
Depende muito do estilo de vida da gravida e da sua profissão, quais são realmente as suas necessidades do dia a dia.
Mas com certeza as primeiras peças que a gestante começa a perder quando a barriga começa a crescer, e por isto mesmo ter vontade de comprar, são mesmo as calças, em especial as jeans.
Quando entram nas nossas lojas, vão logo pedindo uma calça preta e uma jeans…
Então por isto mesmo, ainda no primeiro trimestre por volta do segundo ou terceiro mês, a Zazou indica a compra uma calça jeans e uma calça preta social de alfaiataria, em especial caso ela trabalhe fora em um escritório. Já se é uma profissional liberal, pode comprar também por exemplo uma calça de sarja, que tambem é otima para ser usada o final de semana.
Uma camisa branca é sempre também um ótimo “coringa”, assim como um vestido básico de malha em cor única e básica, que dependendo dos acessórios usados poder ficar bem para a manhã ou atá de noite. Mas aqueles próprios para grávidas, que tem uma modelagem especializada, que não faz com que fiquem curtos na parte da frente e longos atrás, tão pouco marcando de mais a cintura e barriga.
2) A compra deve ocorrer em qual período?
Normalmente quando a gestante começa a perceber que as suas peças ja não lhe cabem mais, que estão desconfortaveis e apertando a sua barriga. Um dia a grávida abre seu armário e percebe que suas roupas atuais já não lhe servem mais. Bate aquele desespero. Este é o momento que elas vão procurar então uma loja especializada para ajuda-las a resolver seu problema.
Muito comum chegarem dizendo que aquela roupa, como por exemplo uma calça já com o botão aberto, é a última que lhe serve, e que não tem mais nada para usar no dia seguinte. Precisa comprar algo urgente.
Mas quando isto acontece exatamente depende de cada pessoa, afinal na gravidez de modo geral não existe uma regra única, e cada gravidez as mudanças no corpo (e na cabeça) são únicas.
Mas logicamente se estiver grávida de gêmeos, o que tem se tornado mais comum de acontecer dado as técnicas de inseminação, esta necessidade aparece antes e mais forte. Falando nisto nossas roupas são feitas para serem usadas até o final da gravidez, e mesmo para quem esta grávida de gêmeos.
Mas geralmente as gravidas vem a loja da Zazou fazer a sua primeira compra com 2 ou 4 meses de gestação.
Aliás normalmente esta primeira compra são de peças básicas, e em pouca quantidade, até para elas experimentarem o que é usar uma roupa para grávida. Ainda que depois, quando percebem a diferença e vêem na prática do uso que é legaql, acabem vindo depois mais de uma vez fazer compras de novas peças ao longo de toda a gravidez. Na média vem mais de 3 vezes na loja neste período.
Mas existem ainda muitas grávidas (em especial de primeira viagem) relutam ao máximo fazer esta compra, chegando a comprar roupas normais de tamanhos maiores, porém estas não tem uma modelagem própria especializada, que acompanham crescimento da barriga ao longo dos 9 meses, como as usadas pela Zazou, que tem vários ajustes internos, com uso de elásticos e botões, além de malhas e tecidos flexíveis que esticam. Mas no final acabam tendo que comprar roupas de grávidas mais no final. Aí acabam usando por menos tempo, quando poderiam estar usando bem mais, se tivessem comprando mais cedo entre o segundo e quarto mês.
Depois que a grávida veste uma roupa da Zazou, logo percebe no seu próprio corpo a diferença que a modelagem faz em termos do conforto (não apertar em especial quando senta) e segurança (não ficar caindo quando anda ou fica em pé).
As gravidas de primeira gestação ainda infelizmente, até pela falta de informação e pouca experiência prática por não ter passado por isto, ainda tem um certo preconceito e por isto mesmo ainda são mais resistentes com a compra de roupas própria de gravidas em uma loja especializada.
Nossas vendedoras e consultoras de moda orientam estas grávidas para que façam a compra certa, levando o que realmente vão precisar, nem a mais, nem a menos, de acordo com o seu perfil e condições.
Já as gravidas de segunda ou terceira gestação, que já passaram por toda uma gestação e com isto sabem da sua real necessiade, fazem já as suas compras antes, sabendo o que querem e precisam. Mais fácil. Inclusive é muito comum das clientes da Zazou voltarem a loja nas suas próximas gestações. Depois que provam e percebem a diferença para outras marcas, acabam voltando e virando clientes de carterinha, o que nos deixa felizes e orgulhosos, mostrando que o trabalho que fazemos esta legal.
3) É interessante comprar muita coisa, principalmente porque após a gravidez a mulher tende a voltar ao peso normal?
A gravida tem que comprar diante da sua necessidade e da sua situação financeira.
E atendemos de todos os tipos e condições na Zazou. Para nós todas são VIPs! Por isto que temos orgulho de dizer de que nossas clientes são nossas melhores modelos!
Cada vez mais a mulher tem uma vida profissional e social ativa. Por isto mesmo existem grávidas que precisam estar sempre muito arrumadas e se apresentarem bem no seu ambiente de trabalho, como uma advogada ou uma gerente de banco por exemplo. Estas mulheres tendem a comprar mais peças, em especial da nossa linha “Social e Trabalho“.
Se a mulher tem uma vida mais descontraida, não tão formal, opta por menos peças mais que combinem entre si, algo mais da nossa linha “Básica e Lazer“.
São poucas as grávidas que saem da maternidade quase com o seu peso anterior. A grande maioria saem mesmo acima do peso, o que é aliás o normal, principalmente as que fazem cesárea. Então elas costumam ainda usar bastante as roupas de grávidas por mais 2, 3 e até mais meses após o parto até voltar a sua antiga forma física antes da gravidez.
Muitas inclusive voltam a loja da Zazou para fazer até novas compras, pois sabem que as roupas da Zazou vão lhe trazer conforto e segurança, e não ficar com cara de grávida ou de gorda, por causa da nossa modelagem e estilo.
4) A moda gestante segue a tendência da do dia-a-dia?
Sim com certeza! Temos uma forte preocupação com o estilo. Fazemos sempre uma coleçao moderna e antenada, e assim desta forma que a grife Zazou é conhecida no mercado.
As roupas da Zazou seguem sempre a tendência de moda internacional e nacional em cores, padronagens e tecidos. A cada coleção que lançamos tem sempre uma linha que usa como referência estas tendências que acompanhamos em revistas e viagens de pesquisa que fazemos sempre.
Porém sempre pensando na real necessidade e caracteristica de uma grávida, ou seja que ela vai ter uma barriga e engordar um pouco, que os seios vão estar maiores, e por isto mesmo não é tudo que dá para usar, e serve bem para uma gestante, mesmo que seja moda e tendência. Por isto sempre tomamos este cuidado.
Mas com a visão de que não é por que esta grávida que ela precisa mudar seu estilo!
Queremos fazer uma coleção que vai ser similar ao que ela vai encontra nas lojas de grife que estava acostumada a frequentar, comprar e usar. A diferença maior vai estar mesmo na modelagem, aí sim especializada e própria para grávidas.
5) É interessante investir em blusas para amamentação ou naquelas que seguram os seios?
Trata-se de um tema importante, pois realmente os seios crescem bastante neste período, e precisam de cuidados especiais.
Na verdade o que segura os seios e dá a sustentação, são os soutiens próprios para gestante e amamentação, de linhas de langerie proprias para grávidas, com as marcas da Liz e da My Lady, que achamos os melhores de mercado e por isto mesmo representamos e vendemos bastante nas lojas da Zazou. São eles que vão trazer também o conforto e a segurança que a grávida precisa e busca.
Mas com certeza é interessante na fase do pós parto de amamentação ter sim blusas e camisas especializadas, com aberturas e abotoamentos frontais para amamentação.
6) E as cores? Tem algum segredo para deixar a grávida mais elegante?
Não, não temos segredos…
Temos sim bom senso no uso adequado e correto das cores ao longo da coleção. Mas tudo depende muito do estilo da gravida. Ela não vai mudar a sua maneira de se vestir, seu estilo por que esta gravida.
Se ela adora estampas e gosta de usar, vai continuar usar estampas quando estiver grávida. Ou se ela gosta de usar peças com cores mais sobrias, vai continuar a usar.
Dentro da coleção da Zazou, existe variedade de escolha, um pouco de tudo e das tendências daquela estação, e ela vai poder assim buscar e achar com ceretza o que mais lhe agrada e adequa ao seu estilo. Precisa achar, comprar e usar sempre o que ela esta sentindo necessário ter em seu guarda roupa.
A Zazou tem uma coleção ampla e que pensa em varios tipos de mulheres, mais cada mulher tem o seu estilo. Respeitamos bastante esta individualidade. Não fazemos moda apenas para um perfil. Se é clássica e gosta de usar cores clássicas, vai encontra-las na Zazou. Se é básica e usa mais preto e branco, vai encontrar muita coisa. Se é mais moderna e quer uma roupa na cor forte da moda, vai encontrar também. São mais de 200 modelos diferentes a cada coleção, para exatamente dar esta variedade de escolha, que é um dos nossos diferenciais.
Inclusive a Zazou vende suas roupas em lojas que nos representam por todo o Brasil, do norte (Manaus) ao Sul (Porto Alegre), e muitas vezes as cores e preferências são bem diferentes. Por exemplo no Sul vende cores mais sóbrias como o preto, já no norte não vende tanto preto e as mulheres gostam de cores mais fortes e claras, até pela diferença de clima, que também é levado em consideração.
Apesar de termos lojas no eixo “Rio-Sâo Paulo”, fazemos uma moda mais ampla para todo o Brasil, pensando nestas caracteristicas.
Veja mais sobre tendências para este próximo inverno no link para outro post deste blob em:
Particularmente nossa estilista quando ficou grávida não usou roupas com a barriga de fora, até por que é tambem uma questão de preservar e proteger a sua intimidade e do bebê, senão todos acabam achando de que a sua barriga é pública, e que podem ficar passando a mão, o que pode incomodar.
Mas se a grávida está se sentindo bem, com o corpo legal, no peso com uma bela barriga, e quiser usar, não seremos nós qe lhe vamos dizer o contrario. Não temos este preconceito.
Porém é preciso ter alguns cuidados. Afinal este tipo de atitude da barriga de fora combina mais na sua intimidade, em casa ou até no final de semana descontraido na praia ou campo por exemplo. Mas no ambiente de trabalho ou mais formal não cai bem, até mesmo por que sem estar gravida ela não o faria de colocar a barriga de fora.
Bom lembrar de que independente de nosso gosto pessoal, temos sim na coleção da Zazou várias peças para serem usadas com barriga de fora, para atender aquelas que gostam de mostrar com orgulho.
Para quem ainda não sabe o plano de parto é uma lista de itens relacionados ao parto, sobre os quais você pensou e refletiu. Isto inclui escolher onde você quer ter seu bebê, quem vai estar presente, quais são os procedimentos médicos que você aceita e quais você prefere evitar.
Nos EUA, onde começou a ser difundido, o plano funciona como uma carta, onde a gestante diz como prefere passar pelas diversas fases do trabalho de parto e como gostaria que seu bebê fosse cuidado após o nascimento.
No entanto, o maior valor do plano de parto é justamente propiciar uma maior reflexão e compreensão sobre o tipo de parto que você prefere. É um exercício que pode ajudá-la a definir aquilo que é importante para você, e com esta informação em mãos, fazer com que esteja mais bem preparada para conversar com seu médico. Não se trata, portanto, de uma lista de ordens, mas de um ponto de partida para a conversa.
Os casais brasileiros estão percebendo cada vez mais que os médicos e profissionais da saúde bem-intencionados nem sempre têm respaldo científico que sustentem as práticas obstétricas comuns e que muitas dessas práticas são adotadas simplesmente por serem parte de uma tradição médico-hospitalar.
Nos últimos quarenta anos muitos procedimentos artificiais foram introduzidos, de modo a transformar o nascimento de evento fisiológico natural em um complicado procedimento médico no qual todo tipo de droga é usada, todo tipo de procedimento é aplicado, muitas vezes desnecessariamente e alguns dos quais potencialmente prejudiciais ao bebê e até à mãe.
Está cada vez mais claro que todos os aspectos dos cuidados médicos hospitalares tradicionais no Brasil devem ser revistos e questionados criteriosamente sob a luz do respaldo científico em relação aos possíveis efeitos sobre o bebê e a parturiente.
A gestante/parturiente tem o direito de participar das decisões que envolvem seu bem estar e o do bebê que ela está gestando, a menos que haja uma inequívoca emergência médica que impeça sua participação consciente. Ela tem o direito de saber exatamente os benefícios e prejuízos que cada procedimento, exame ou manobra médica pode provocar a ela e/ou ao seu bebê.
Todas essas informações devem ser fornecidas com base nas evidências científicas. Abaixo você poderá se inteirar das variáveis que acontecem no atendimento ao parto, sobre as quais você pode ter alguma influência. Ao lado de cada variável, procedimento ou atitude, segue uma explicação baseada em evidências científicas.
Esses detalhes podem fazer uma grande diferença para o seu parto, tornando-o uma experiência mais intensa e enriquecedora para toda a família. Analise-as com cuidado junto ao seu parceiro e explique ao seu médico o quanto elas são importantes para você.
Para sua informação segue abaixo um video com a vinheta da campanha“Pai não é visita!”, promovida pelo Instituto PAPAI, que informa sobre a Lei do acompanhante (11.108) que dá direito à mulher ter um acompanhante durante o pre-parto, parto e pós-parto imediato.
Segue abaixo um video que mostra uma matéria com informações importantes sobre o transtorno da depressão pós-parto com uma entrevista de uma especialista:
Sabemos que barriga de grávida sempre chama atenção aonde quer que a gestante vá. Sabemos que as coisas também não estão fáceis e que é uma época de grandes gastos. Mas vejam só esta idéia que uma americana teve de descolar um trocados com isto…
Se o corpo humano é a última fronteira da publicidade, então a moradora de Saint Louis (EUA) Asia Francis está expandindo os limites. Francis, 21 anos, colocou em leilão no eBay sua barriga e os direitos sobre a gravidez.
E por US$ 1 mil, uma companhia da California ganhou o direito de tatuar sua marca, temporariamente, na barriga de Francis. E transmitirá o nascimento de sua filha ao vivo na Internet.
No ano passado, Andrew Fischer, 21 anos, de Omaha, ganhou mais de US$ 37 mil para usar, por um mês, o logotipo de uma companhia estampado em sua testa. Outra mulher, Michele Hutchison, de Lanhorne, leiloou direitos de propaganda nas roupas de seu bebê por um valor de US$ 1 mil por mês.
Para grandes companhias, a idéia é simples. Faça algo inusitado ou muito estranho, ganhe atenção da mídia e aproveite para exibir sua propaganda. “É uma teoria conhecida na indústria da propaganda que o ser humano comum recebe em torno de 3 mil mensagens publicitárias num dia”, diz Floyd Hayes, cuja firma de propaganda, a Cunning Communications, é especializada em PR Stunt (ou melhor, nesses “Agentes da Mídia”).
E você o que acha desta história? Faria o mesmo com sua barriga e parto? O que acha deste tipo de propaganda? A Zazou deveria fazer algo assim por aqui com uma grávida interessada?
Segue abaixo uma matéria bem legal sobre Moda no Trabalho para Gestantes, escrita pela Juliana Lopes, que foi publicada originalmente no site Vila Mulher, e que trago aqui para sua informação pois acho que é do seu interesse também:
“Não é porque você está de barrigão que precisa mudar todo o seu guarda-roupa de trabalho. É comum as gestantes comprarem várias saias, vestidos e batinhas e deixá-las encostadas em um canto depois que a criança nasce.
Algumas peças básicas são imprescindíveis. Elas ajudam quem não tem tempo, dinheiro, nem paciência para comprar roupas diferentes a todo o momento. “Entre as coringas indico batas, além de calça de alfaiataria preta e caqui, com aberturas especiais”, diz Renata Rodrigues, da Zazou, loja especializada em gestantes.
A consultora aconselha optar por peças que não amassam, entre eles, camisas de seda, vestidos de malha, além de calças e vestidos de alfaiataria. “Os tecidos precisam ser de qualidade, para agüentarem o uso intenso, caso contrário logo nas primeiras lavagens perdem o caimento, começam a desbotar, criam bolinhas, principalmente por causa do atrito da barriga e pernas”, justifica.
Além disso, eles precisam ser flexíveis, para que se ajuste durante o crescimento da barriga. A calça jeans, por exemplo, deve ter elastano, botões e reforços em elástico nas laterais, para se adequar as transformações do corpo da mulher.
Renata também recomenda modelos com o cós em malha, média e alta, mais confortáveis. Há também opções sem malha, apenas com ajustes internos, para mulheres que sentem calor na barriga. “O jeans também não pode ser algo muito carregado, cheio de trabalho ou com rasgos. E a lavagem sempre clássica”.
Se o trabalho pede roupas mais formais, a consultora acha interessante usar calças sociais e camisas com cores clássicas. No caso dos terninhos, você pode ter duas calças avulsas e três blusas para combinar com o blazer.
“As mulheres devem prestar atenção na modelagem da blusa para que elas possam usar a mesma do início ao final da gravidez, sem ficar solta no começo nem apertada nos últimos meses. As blusas precisam ser mais compridas na frente, para evitar que no futuro fiquem empinadas e a parte de baixo da barriga apareça”, aconselha a consultora.
Já deu para perceber que não basta só estilo quando o assunto é roupas para gestantes. Elas precisam ter qualidade e modelagem, e isso só experimentando no próprio corpo. Não adianta trabalhar com roupas da moda, sem estar confortável, principalmente em um momento tão especial quanto esse.
Podem acessar fotos de mais modelos da nossa linha social e trabalho no seguinte link abaixo:
A higiene do bebê requer cuidados especiais, para isso é necessário um conjunto de itens que se tornam obrigatórios a cada troca de fralda, trata-se do chamado: “Kit de Higiene”.
Aí sempre aparece a dúvida nas grávidas de primeira viagem do que vem nestes kits? Será que tudo tem mesmo utilidade? Qual?
Sendo que sses itens possuem a seguinte utilidade prática:
- Bandeja:
Auxilia na organização dos produtos de higiene do bebê;.
- Potes:
Apresentam tamanhos diferentes e são usados para guardar cotonetes e algodão.
- Garrafa térmica:
Mantém a água morna para higienizar o bebê a cada troca de fralda. Normalmente são revestidas com o tecido utilizado no enxoval do quarto.
- Lavanda:
Trata-se de uma tigela de cerâmica, usada para molhar o algodão na água morna que é retirada da garrafa térmica a cada troca de fralda.
- Lixeira:
Geralmente, peça avulsa ao kit. Mas importante para colocar as fraldas sujas e material usado na limpeza.
A bandeja possui um local certo no quarto do bebê, deve ser colocada sobre a cômoda ao lado do trocador, tudo em um só lugar, organizado e de fácil acesso, afinal, enquanto o bebê estiver sobre o trocador e por questões de segurança, não poderá se manter sozinho nem tampouco solto.
Os kits de higiene, por serem indispensáveis, são elaborados de forma coordenada à decoração do quarto do bebê e podem ser confeccionados em cerâmica, acrílico, madeira, forrados com tecido, diversos tipos de pinturas e aplicações, o que os tornam charmosos!
Para maiores esclarecimentos e informações, aonde encontrar belos e úteis Kits de Higiene, fica a dica para contatar o Atelier Alexandra Abujamra através do:
Houve um tempo em que para a mulher, estar grávida era dar adeus a beleza e a vaidade por ao menos 9 meses.
Não se sentiam belas, não eram estimuladas a se sentirem, o corpo mudava muito, roupa nenhuma caía bem, não tinha loja especializada em moda gestante fashion (como a Zazou), poucos sapatos serviam em razão do inchaço nos pés.
Felizmente houve uma evolução de pensamentos e as gestantes passaram a ser vistas de outra forma.
Primeiro por auto-análise, onde perceberam que as transformações anatômicas do corpo são necessárias para que o bebê que está sendo gerado tenha todas as condições necessárias de crescimento e preparação para posteriormente viver aqui, do lado de fora. Por outro lado, o comércio percebendo essa transformação do posicionamento da gestante frente a sociedade, começou a criar produtos específicos para esses 9 meses tão importantes. Foi por isto que a Zazou foi criada há 8 anos atrás…
Hoje a gestante tem o status de estar vivendo provavelmente a fase mais bela da vida de uma mulher. Não é raro ouvir homens comentando que a mulher mais bela que existe é a gestante.
Como parte desse universo de transformação e posicionamento, apareceram também os profissionais e os estúdios fotográficos especializados em fotografar gestantes. E isso virou uma grande onda, onde os books são produzidos nunca com o intuito de trabalharem como modelos, mas sim, como forma original de registrar o momento mais importante da vida de uma mulher.
São sim especializados pois, mais do que simplesmente fotografar uma mulher, a gestante precisa de um cuidado especial que começa quando ela chega ao estúdio, onde todas as atenções se voltam para elas.
É necessário uma boa conversa com a produtora e o fotógrafo, para que esses fiquem a par de quais são os ângulos que ela não quer ser vista, que partes do corpo não devem ser ressaltadas, que roupas cairão melhor em cada corpo. Esse é um trabalho muito personalizado, pois para cada corpo há uma iluminação específica que irá destacar o que cada mulher tem de melhor.
A melhor fase para fazer as fotos é entre a 28ª e 35ª semana de gestação, pois a barriga já será bastante saliente e a mulher já estará bem mais habituada e sabendo como lidar com isso. A partir da 36ª semana, o corpo estará bem mais inchado e dificultará os movimentos da futura mamãe, por isso, é o período a ser evitado.
O pai pode e deve participar das fotos. É um momento único do casal, onde será registrado para sempre a imagem do início da formação de mais uma família.
Tenha em mente que além de uma roupa de qualidade da Zazou, a fotografia é um dos produto que se compra e dura para sempre. Claro que você pode também se fotografar em casa por alguém da família, mas, há uma grande diferença entre a foto que se faz em casa e a foto produzida por profissionais. Estar num estúdio entregue ao trabalho de profissionais é uma experiência única.
Quando for escolher o estúdio, os preços serão os mais variados, mas, não se esqueça, estará produzindo as primeiras fotos de seu bebê e portanto, talvez seja o caso de fazer um investimento bom.
Peça para cada estúdio para ver o site, o trabalho que fazem e se for o caso, visite o local antes de acertar tudo, conheça a equipe, sinta o clima, isso pode ajudar na decisão.
Gostaria inclusive de aproveitar a oportunidade e comentar sobre a Hype Fotografia, que é um estúdio bem legal em Higienópolis, onde uma das especializações exatamente é a fotografia de gestante.
Tem uma boa equipe de profissionais, formada basicamente por fotógrafos, produtora e maquiadora de grande experiência no mercado. As fotos, que além de extremo bom gosto, são entregues em álbum bem chique, que você fará questão que fique em sua sala, como parte da decoração! Para toda família e visitas poderem compartilhar esta linda fase de sua vida para sempre…
Lembrando de que os fotografos e produtores do Estúdio Hype vão estar fotografado de graça as grávidas interessadas vestidas de Zazou na nossa ponta de estoque na BB Fermier Outlet nos dias 13 e 14 de março (sex. e Sáb) na promoção exclusiva da Zazou: “Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos” na edição de Verão 2009 da Ponta.
Mas não se esqueça de que não precisa comprar ou pagar nada, mas é preciso sim ligar para confirmar presença antecipadamente e garantir sua vaga. O telefone de lá é: (11) 3796-0710 com a Claudia.
A BB Fermier Outlet, que fica no Brooklin, na rua Ministro José Gallotti, 252, perto da Av. Morumbi. Trata-se da primeirra loja de moda gestante da região, incluindo Santo Amaro, graja julieta, Morumbi e interlagos. e o email: contato@bebefermier.com.br.
Trago para sua informação mais um assunto polêmico que é a chamada Barriga de Aluguel.
Afinal desde o nascimento da inglesa Louise Brown, o primeiro bebê de proveta, em julho de 1978, representou, além de um enorme avanço científico, a abertura de um mercado fabuloso para a fertilização in vitro. O método consiste na fecundação do óvulo em laboratório e na transferência do embrião para o útero. No início dos anos 80, a chance de uma gravidez iniciada artificialmente vingar era de apenas 5%. Hoje, é oito vezes maior.
Porém o sucesso dos tratamentos, produziu uma extensão polêmica de reprodução assistida que é a chamda barriga de aluguel, em que uma mulher, incapaz de gestar o embrião gerado em proveta, recorre ao útero de outra.
Para sua informação no Brasil o aluguel de uma barriga é sim permitido somente em “caráter solidário”. Ou seja, entre mulheres com algum vínculo afetivo e sem a presença de dinheiro. Assim determinam as normas dos conselhos regionais de medicina.
Na prática, porém, a história é outra. Dos 170 centros brasileiros de medicina reprodutiva, 10% oferecem a suas clientes um cadastro de mulheres dispostas a locar seu útero, e logicamente receber algo por isso. Uma única clínica de São Paulo, só no ano passado, intermediou doze transações do gênero.
As incubadoras humanas também podem ser facilmente encontradas na internet, em sites gratuitos de classificados. “Por motivos financeiros, estou disposta a alugar minha barriga para pessoas que queiram ter filhos e não podem”, anuncia uma dona-de-casa do interior de São Paulo. Nove meses de aluguel de uma barriga saem, em média, por 40 000 reais, mas há casos em que esse valor chega a 100 000 reais.
Com uma renda familiar de 1 000 reais e três filhos, a dona-de-casa N.J., de 35 anos, ambiciona comprar uma casa. Depois de ler uma reportagem sobre medicina reprodutiva, ela decidiu alugar sua barriga. Pela internet, entrou em contato com um centro de fertilização no Rio de Janeiro e foi incluída no cadastro da clínica. Depois de um ano de espera, o negócio foi fechado com um casal europeu, por 100 000 reais. A “locatária” tem 36 anos, mas não consegue engravidar por causa de miomas uterinos. Já perdeu três bebês. “Meu ginecologista me sugeriu a barriga de aluguel. Como em meu país a prática é proibida e domino bem o português, pensei imediatamente no Brasil”, diz. Em março, N.J. viajou para o Rio, em companhia do filho caçula, de 9 anos, para se submeter ao procedimento. A gravidez não vingou. A próxima tentativa será no fim de maio.
A prática da barriga de aluguel envolve questões delicadíssimas, tanto para a gestante quanto para a mãe biológica. De um lado, está uma mulher que passa por todas as transformações físicas e psíquicas ocasionadas pela gravidez de uma criança que não é e nunca será sua. “Por mais que digam que se trata apenas de uma transação comercial, é impossível uma mulher não ser afetada emocionalmente pela gestação”, diz a terapeuta Magdalena Ramos, professora do Núcleo de Casal e Família da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Costumo dizer que o nascimento do bebê sempre representa um aborto psicológico para a mãe de aluguel.” Do outro lado, está uma mulher que tem de recorrer ao útero de outra para realizar pela metade o sonho da maternidade. “Quero esquecer que meu filho se formou dentro de outra mulher”, diz a mineira J.D., de 46 anos. Depois de passar por três abortos espontâneos, ela decidiu alugar o útero de uma carioca de 30 anos por 40 000 reais. Apesar de morar em outro estado, durante toda a gravidez J.D. visitava semanalmente a gestante de seu filho. Fez todos os desejos da grávida, sussurrou músicas de ninar com o rosto encostado no ventre da outra e sentiu – com as mãos – os movimentos de seu bebê dentro da barriga de aluguel. A criança de J.D. nasceu há um mês.
Na opinião de boa parte dos especialistas, a convivência entre a mãe biológica e a de aluguel não é salutar. “Certa vez, um casal insistiu muito para conhecer a mãe de aluguel”, conta o médico responsável por uma das maiores clínicas de fertilização do estado de São Paulo. “Acabei cedendo e fiz as apresentações. Não poderia ter acontecido nada pior.” A grávida passou a chantagear os pais biológicos. Se eles não lhe dessem mais dinheiro, ela não entregaria o bebê. Depois do nascimento da criança, a situação fica mais complicada para quem cedeu o útero. Ainda que tenham encarado a gravidez com a frieza de quem fecha um negócio, as mães de aluguel costumam ser tomadas por um sentimento de abandono. É natural: durante a gestação, elas são o centro das atenções. Como gestam o filho de outra mulher, recebem cuidados ainda mais extremos. Com o parto, de uma hora para outra tudo isso desaparece, deixando uma grande sensação de vazio. Sem contato com a mãe biológica e o filho que não é seu, a recuperação psicológica torna-se mais fácil.
A legislação sobre barriga de aluguel varia de país para país. O procedimento só pode ser remunerado em alguns estados americanos, como a Califórnia e a Flórida, e na Índia. Desde 2002, quando a prática foi legalizada pelas autoridades do país, as mulheres indianas vêm sendo muito procuradas por casais de estrangeiros. O motivo é o baixo preço do aluguel de sua barriga – 7 000 dólares, em média. O negócio assumiu tal proporção que se fala, inclusive, em “turismo da medicina reprodutiva”. Nos Estados Unidos, a oferta de mães de aluguel também tem crescido, sobretudo depois da invasão do Iraque, em 2003. Só no ano passado foram realizadas 1 000 fertilizações envolvendo mães de aluguel. Em 2006, esse número ficou em 260. Mulheres de militares em missão no Iraque têm encontrado na barriga de aluguel uma forma de incrementar o orçamento doméstico enquanto o marido está em combate. Entre as americanas, o valor da barriga de aluguel gira em torno de 25 000 dólares.
Nem sempre a relação entre a mãe de aluguel e a biológica é permeada pelo dinheiro. Em 2003, a consultora de vendas paulistana Sarita Lopez Vidal, então com 39 anos, ofereceu seu útero para a cunhada Sandra. Aos 35 anos, em 2001, Sandra teve de ser submetida a uma histerectomia por causa de miomas múltiplos. Quando seu desejo de ser mãe bateu, a cunhada se dispôs a realizá-lo. Mãe de dois meninos e divorciada, ela conta que, durante a gravidez, conseguiu não estabelecer nenhum laço maternal com o sobrinho. “Só não me arrisquei a amamentá-lo”, diz Sarita. “Tive medo de criar um vínculo mais forte com ele.” Hoje, Ramon, de 3 anos, sabe que é filho da mamãe, mas saiu da barriga da titia.
E você o que acha disto? Alugaria sua barriga ou então se preciso alugaria a da barriga de outra mulher para o seu filho?
Desde que ficou grávida anda sonhando muito a noite? Os seus sonhos andam muito animados?
Saiba que isso deve-se em parte ao fato de interromper muitas vezes um ciclo repleto de sonhos do sono REM quando se levanta para ir ao banheiro, ou quando levanta para aliviar uma cãibra na perna, ou até quando muda para uma posição mais confortável. Acordar durante o sono REM aumenta a probabilidade de se lembrar dos sonhos. E os hormonios da gravidez também têm a sua participação nisto…
Alguns especialistas acreditam que os sonhos da gravidez simbolizam o seu entusiasmo, bem como os seus receios e apreensões a respeito das mudanças físicas e emocionais que está passando.
Veja em seguida alguns temas comuns e o que poderão significar, segundo Patricia Garfield, psicóloga clínica e autora de Women’s Bodies, Women’s Dreams.
1) Tratar de animais e de bebê:
Durante o segundo trimestre, muitas mulheres grávidas sonham com animais amorosos e ainda bebês, como cachorrinhos, pintainhos e gatinhos. Pensa-se geralmente que a presença de simpáticos animais nos seus sonhos significa que está sensível aos seus instintos. Pelo contrário, animais ameaçadores podem representar alguma ambivalência relativamente a esta nova e estranha criatura que está prestes a entrar na sua vida.
2) Sonhos Eróticos:
Muitas futuras mães sentem-se preocupadas com a mudança do corpo e o seu efeito na vida sexual, ao passo que outras se sentem mais estimuladas sexualmente do que nunca. Ambos estes sentimentos se reflectem muitas vezes nos sonhos. Os sonhos eróticos não só proporcionam uma segurança reconfortante, como também espelham o nível de sensualidade que sente durante o tempo em que está acordada.
3) O companheiro abandona-a:
Se sonhar que o seu companheiro tem uma relação com uma ex-namorada ou uma perfeita desconhecida, isso pode ser sinal de insegurança sobre a sua capacidade de manter o seu amor e atenção em épocas de profunda mudança. Neste momento, depende da boa vontade e do apoio daqueles que a rodeiam, em especial do seu companheiro. O receio de perdê-lo é uma reação emocional comum na gravidez.
Dado que não há nada que possa fazer para impedir estes sonhos loucos, tente divertir-se com a situação. Tenha um bloco de notas e uma caneta na mesa-de-cabeceira e registe-os. E depois mande para nós. Estamos curiosas em saber o que você anda sonhando…
O Projeto BRÚ Ação Social proporcionando a oportunidade de cuidar da saúde das gestantes e de seus bebês, e oferecendo Ultra-som grátis para gestantes carentes. Veja mais no video abaixo de uma ultra morfológico quando a grávida descobre o sexo do bebê:
Gostaria de aproveitar este espaço para melhor informa-las também sobre roupa para grávidas, e tirar uma dúvida muito comum da maioria das gestantes de primeira viagem que chegam em nossa loja, procurando por calça (normalmente preta e jeans) que é saber se o tamanho das calças será o mesmo que usam normalmente quando não estavam grávidas?
A resposta começa dizendo que normalmente sim, deveria usar o mesmo tamanho!
Pelo menos é assim na Zazou. Esta é a nossa proposta e a caracteristica de nossa modelagem, especializada com ajustes para adequar ao seu corpo ao longo dos meses até que a barriga cresça. A calça que compra com 3 meses, ainda com pouca barriga, será a mesma que vai continuar usando no 9 mês, quando estiver com o maior barrigão, e até depois no pós parto no período de recuperação.
Mas para isto, primeiro só se você engordou o peso ideal, que varia de 10 a 15 kgs, ou seja, se por acaso engordou um pouco mais, o que não é o fim do mundo, e até acontece bastante, pode ser que tenha que usar um número maior sim. Dificilmente terá que usar dois maiores.
Algo que se aprende ao lidar com grávidas no seu dia a dia a mais de 8 anos é que cada gravidez é diferente, e que não existe uma formula única. Por isto a modelagem precisa ser flexível e pensada nisto. Em nosso caso são anos sempre melhorando os detalhes, para que tenha conforto (não fique apertando) e segurança (não fique caindo).
Depois outro aspecto importante em relação ao tamanho e esta dúvida, é que na Zazou existem sim calças com modelos diferentes e caracteristicas bem diferentes para se adequar a sua necessidade. Temos mais de 50 modelos de calças diferentes a cada coleção.
Ou seja, por exemplo as que tem a malha na barriga, apesar de muitas grávidas acharem estranho e não gostarem, são as mais confortáveis, em especial quando a barriga cresce, do que as que não tem malha e apenas o cós baixo com ajustes internos com elásticos e botões. As que tem maha por isto são mais recomendadas para quem engordou mais.
Saiba ainda de que mesmo que por acaso a malha fique apertada, por que sua barriga cresceu um pouco mais, basta levar a calça até a loja da Zazou, que soltamos e colocamos um elástico maior, sem qualquer custo. Um diferencial a mais…
Existem ainda em nossa coleção, sempre algumas calças que são mais adequadas para as mais magrinhas, mas também temos outras que caem muito bem em quem esta com uma barriga maior. Nossas consultoras de moda podem lhe ajudar a saber qual é qual pessoalmente em nossa loja ou pelo telefone (11-3846-6511).
Se é de São Paulo ou Rio, ou mesmo de uma cidade aonde temos representantes, recomendamos que vá pessoalmente em uma das nossas lojas experimentar e sentir no seu corpo a diferença que esta modelagem faz e descobrir seu tamanho ideal, com todo o suporte de nossas consultoras de moda, que tem grande experiência de lidar com grávidas no seu dia a dia a mais de 8 anos.
Caso não seja, mas quer comprar algo pela nossa loja virtual(http://www.zazou.com.br/loja/), não tem problema, basta entrar em contato por email, skype ou telefone, nos mandando suas atuais medidas e em que semana de gravidez esta, que com isto podemos lhe ajudar com mais detalhes.
Da Zazou temos certeza que vai sair satisfeita com o um tamanho adequado, com um estilo atual e bom caimento!
Depois de Heidi Klum e Alessandra Ambrósio, Adriana Lima pode ser a próxima a integrar o time de mamães entre as angels da Victoria’s Secret. Mais uma linda modelo brasileira grávida…
Um dia depois de anunciar seu casamento com o jogador de basquete Marko Jaric, a top fez uma provocação em sua página no site de relacionamentos MySpace: “Há rumores de que eu estou grávida. Não posso dizer… AINDA“, escreveu.
Será?
Adriana e Jaric ficaram noivos em meados de 2008 e se casaram no dia 14 de fevereiro, Dia dos Namorados nos Estados Unidos.
Vamos falar um pouco sobre como foi a evolução das fraldas descartáveis neste Blog. Acho que nunca paramos para pensar e saber um pouco desta história.
Tudo começou em meados dos anos 40, em função da escassez do algodão provocada pela guerra, foi lançada na Suécia a primeira fralda descartável no mundo. Também, nesta mesma época, nos EUA, uma ama de casa de Westpot chamada Marion Donovan inventou uma capa impermeável para proteger a fralda da saída de líquidos. Esta capa era feita dos restos de cortinas de banheiro e no seu interior se colocava a fralda convencional (de pano). recebeu 04 patentes como resultado de seus desenhos, entre outros, o uso de clips de plástico para fixação das fraldas. Em 1947, George M. Schroder, foi contratado pela empresa Cia Henry Frede & Co. pra criar a primeira fralda descartável e usar telas não tecidas.
A fralda descartável nos anos 50 era um artigo luxuoso e somente usada em ocasiões especiais, como viagens e visitas ao médico. A primeira fralda industrializada, foi fabricada usando-se um desenho retangular e em seu núcleo eram colocadas várias camadas de papel tissue de 15 a 25 folhas e eram envolvidas por uma película plástica.
Nos anos 50, praticamente permaneceu sem mudanças, porém seu alto custo não permitia atingir a maioria da população, além do mais, sua distribuição estava limitada a poucos países. Nesta mesma época, os absorventes deram um salto muito grande no mercado.
No final da década de 50 foi que Vic Mills, que trabalhava para a P&G, pensando no conforto de seu neto, reestilizou/reformulou o desenho e deu o nome de PAMPERS (em 1959). (mimar, aconchegar…)
Nos anos 60 a fralda se desenvolveu bastante, pois a indústria aprendeu com as necessidades das mães. Em 1961 foi introduzida maciçamente no mercado americano e teve êxito moderado, pois havia um ponto negativo; sua desvantagem era a falta de fitas adesivas próprias, porque a todo momento da troca, as mães tinham que ter um rolo de fita crepe em mãos (grande incômodo).
Nos anos 60 foi substituído o recheio de papel tissue por fibras de celulose e com isso as fraldas apresentaram uma grande melhoria no desempenho. As fraldas eram grossas, pois tinham que evitar o vazamento (8 a 10% vazavam). O tamanho médio pesavam, no mínimo umas 65g cada e uma máquina corria no máximo 100pçs/min.
Nos anos 70 houve uma grande explosão, além da P&G, também entraram neste mercado a KC e J & J. A partir daí os preços começaram a cair para os consumidores. No início desta década a J&J lançou no mercado as fraldas com fitas adesivas laterais já incorporadas. A demanda mundial excedeu a capacidade produtiva por muitos anos e a taxa de penetração cresceu muito nos EUA, Europa, Japão e também a América Latina não ficou para trás.
Nesta época apareceram as dobras (Z, W, C, etc…), o adesivo frio foi substituido pelo hot melt (aumento de velocidade das linhas), diferentes tamanhos, capacidade de absorvência, uso noturno, etc…
A velocidade das máquinas já atingia umas 250/min. No final de 70 apareceram os elásticos laterais, apareceram os pediatras combatendo o uso das fraldas, pois eram espessas e podiam deformar os ossos das pernas. A taxa de vazamento caiu para 5%.
Nos anos 80, com os elásticos, foi possível alterar a anatomia das fraldas, pois nas laterais e na cintura já dispunham desse recurso ajustável. Houve movimentos dos ecologistas combatendo as fraldas e então já se falava em plásticos biodegradáveis. Isso foi muito evidenciado na Europa e no Canadá e com menos intensidade nos EUA e América Latina.
Descoberta do SAP (Gel): A taxa de vazamento caiu para aprox. 2%, reduziu-se a espessura; reduziu-se o peso de até 50% e aumentou-se muito o desempenho/absorvência; reduziu-se o consumo das embalagens (ecológico) e o problemas das assaduras desapareceram. Cada 1grama de gel, reduzia 4 de celulose. No Japão já se falava em filme respirável.
Nos anos 90 apareceram novas características agregando conforto, tais como: Telas SMS(Maciez e resistência); Clothlike; Barreiras fecais; Fitas laterais com fechamento mecânico “velcro”; Aloe vera; Indicadores de umidade; Protetores contra germes; Fitas frontal florescentes, etc. Nos EUA, Japão e Europa Ocidental a taxa de penetração chega a mais de 95%. Na América Latina há muitas variações de 15 a 75%. No final, a média das máquinas estavam em 300 pçs/min, embora os grandes fabricantes já falassem em 800 pçs/min.
A apresentadora Ticiane Pinheiro, que está no quarto mês de gestação do filho que espera do empresário Roberto Justus, também deixou o descanso de lado em seu sítio em São Paulo para cair na folia conferindo os desfiles das escolas de samba na Sapucai no Rio no camarote da Nova Schin.
Ticiane chamava atenção pela camisa-convite do camarote que foi customizada de modo que sua barriga de 4 meses, já começando a aparecer mais, ficasse de fora. Afinal ela esta muito bem nessa gestação. Segundo nos contou não passou mal. A única mudança até agora foi que esta pegando mais leve e parou de fazer musculação, pois seu coração estava ficando muito acelerado.
Outro dia uma leitora deste Blog me perguntou sobre se o seguro de viagem para grávidas. Para responde-la e trazer mais detalhes sobre o assunto para este Blog, foi fazer uma pesquisa a respeito.
Para começa importante entenderem de que a cobertura de assistência médica dos seguros viagens é baseada no reembolso da cobertura ao segurado, sendo vedado as seguradoras prestarem diretamente a assistência médica, embora lhes seja garantido o direito de estabelecer acordos ou convênios com prestadores de serviços médico-hospitalares e odontológicos no Brasil e em outros países, a fim de facilitar a prestação da assistência ao segurado dentro e fora do seu país.
Com base no risco de acidente e de saúde, a medicina de seguros estuda a aplicação de metodologia médica especializada na área de investigação e bioestatística necessárias ao embasamento de seguros de pessoas. Funciona basicamente na aceitação e seleção de riscos e na liquidação de sinistros dos ramos Vida e Acidentes Pessoais, abrangendo inclusive outros segmentos do mesmo mercado, como os seguros viagens.
E como fica então o caso da cobertura de benefícios para viajantes grávidas (ou mesmo no caso dos com mais de 65 anos, com doenças pré-existentes ou que tenham certas doenças (diabetes, HIV, tuberculose, etc)?
Embora outros seguros possam oferecer cobertura para tais enfermidades não cobertas por outras seguradoras, ainda sim há de se prestar atenção quanto às restrições ou limitações para a cobertura de tal enfermidade coberta.
Por exemplo: uma seguradora pode cobrir gravidez até a 4ª. semana de gestação, e outra não oferecer esta cobertura, disponibilizando portanto um prêmio de menor valor. Uma contratante grávida poderá pensar que a escolha pelo seguro mais caro que cobre gravidez é a mais sensata, o que é um engano, porque os riscos da gravidez começam a partir da 6ª. semana de gestação. Como o seguro só cobre riscos de gravidez até a 4ª. semana, a segurada não terá cobertura alguma contra a gravidez tubária (tipo de gravidez que ocorre nas trompas ocasionando hemorragias e consequentemente o aborto e acarretando a necessidade de se fazer cirurgia).
Resumo da história é que não existe uma regra padrão, e que varia de seguradora para seguradora. Ou seja, vai precisar perguntar para cada uma delas o que ela cobre ou não.
Fiquem de olho nisto para não passar por apertos se precisar usa-los em um caso de emergência.
Surgem na gravidez tantos incómodos, dores e sensações estranhas que pode ser difícil decidir o que é normal e o que vale um telefonema para o médico às 2h da manhã.
Veja abaixo uma lista de sintomas que devem fazer soar o alarme de alerta. Repare que alguns destes sintomas podem ser mais ou menos urgentes consoante a sua situação em particular ou os seus antecedentes clínicos, bem como no seu tempo de gestação. O médico deverá analisar consigo os diversos momentos da gravidez em que determinados sinais valem um telefonema para o médico.
Lista de sintomas que devem fazer soar o alarme de alerta:
• Dores abdominais intensas ou persistentes
• Hemorragias ou pequenas perdas vaginais
• Perda de líquido ou alteração no corrimento vaginal — ou seja, se ficar aquoso, mucoso ou contiver sangue
• Pressão pélvica ou dores no fundo das costas, ou contrações dolorosas antes das 37 semanas de gestação
• Dor ou ardor ao urinar
• Pouca ou nenhuma vontade de urinar
• Vómitos intensos ou persistentes ou qualquer vómito acompanhado de dor ou febre
• Arrepios ou 38ºC de febre ou mais
• Comichão persistente em todo o corpo, especialmente se acompanhada de icterícia (pele amarelada), urina escura e fezes claras
• Perturbações na visão, como visão dupla, desfocada, escurecida, com flashes ou luzes
• Dor de cabeça intensa durante mais de duas ou três horas
• Mãos, cara e zona em redor dos olhos inchadas ou aumentadas (também designado por edema) ou aumento de peso repentino e evidente de 1 kg ou mais, não relacionado com a alimentação
• Cãibras intensas e persistentes nas pernas ou dores nas barrigas das pernas que não encontram alívio quando dobra os tornozelos e aponta os dedos para a canela da perna
• Redução dos movimentos fetais. (Regra geral, se sentir menos de dez movimentos em duas horas às 26 semanas ou mais tarde, contacte de imediato o seu médico.)
• Trauma no abdómen
• Desmaio ou tonturas com ou sem palpitações cardíacas
• Qualquer problema cardíaco que normalmente exija um telefonema para o médico, mesmo que não esteja relacionado com a gravidez (como uma constipação que piora em vez de melhorar). Telefone simplesmente um pouco mais cedo do que seria normal.
Mesmo que não encontre o seu sintoma nesta lista, é melhor ser cautelosa e contactar o seu médico sempre que estiver preocupada com alguma coisa na sua gravidez. Os médicos estão habituados a estes telefonemas e está normalmente alguém disponível 24 horas por dia para ajudar.
Obstetras do Hospital das Clínicas da USP dominaram uma técnica delicada que pode salvar a vida de fetos com malformação na uretra, o canal que conduz a urina para fora do corpo. A cirurgia, feita com laser e não-invasiva, ajuda os futuros bebês a expelirem o líquido normalmente. Sem essa correção feita ainda na barriga da mãe, eles podem morrer ou, no mínimo, necessitar com urgência de um transplante de rim.
Rodrigo Ruano, médico responsável pelo procedimento, explica que o problema é detectado por exames de ultrassom por volta do quinto mês de gravidez: nas imagens, fica claro que a bexiga do feto está anormalmente inchada, por causa do acúmulo de líquido. “Nessa fase da gravidez, o líquido amniótico [a popular ‘bolsa d’água] normalmente é formado pela urina do bebê, que também deglute esse líquido, o qual vai para os pulmões. Se houver a obstrução da uretra e o líquido secar, a formação dos pulmões também fica comprometida”, conta o médico.
Caso o feto continue a não conseguir urinar, o acúmulo de líquido pode chegar até os rins, fazendo com que eles inchem também. Sem intervenção, nenhum dos resultados possíveis é bom para o bebê, diz Ruano. Ele pode morrer ainda no útero, chegar a nascer mas morrer logo após o parto por incapacidade de usar seus pulmões, ou então precisar de ajuda urgente para sobreviver aos problemas nos rins. Além do transplante, sessões de diálise são outra opção disponível.
A técnica usada pelos médicos do Hospital das Clínicas envolve uma abertura mínima na barriga da mãe, com apenas 2,2 mm de diâmetro. “Usamos uma anestesia de gravidez nela e também anestesiamos o feto”, explica Ruano. É feita uma punção no útero e no bebê, guiada por um endoscópio.
“Vamos até o pedacinho da bexiga do feto onde ocorre a obstrução, normalmente formada por uma membrana”, conta o obstetra. A situação é bem mais comum em fetos do sexo masculino. Uma vez atingido o local exato, o laser queima essa obstrução e permite que o líquido volte a ser expelido normalmente pelo futuro bebê. O procedimento tem obtido bom grau de sucesso, mas infelizmente, em alguns casos, o canal da uretra simplesmente não se forma, e nessas circunstâncias a cirurgia não é viável.
Segundo Ruano, a técnica pode ser aplicada em outros hospitais. “O detalhe é que é preciso ter o instrumental adequado e o treinamento para chegar até a bexiga com precisão, porque são estruturas de dois, três milímetros”, diz o obstetra.
Segue abaixo um video com uma matéria legal que fala de técnicas de relaxamento para bebês, com muitas dicas práticas bem úteis para as futuras mães e sua traquilidade:
Estamos no meio do Carnaval e o consumo de álcool sempre aumenta neste período naturalmente. Por isto resolvi trazer este tema aqui para nosso blog.
Pois o consumo de quatro doses de bebidas alcoólicas em apenas um dia durante a gravidez pode aumentar os riscos de problemas mentais na criança, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, segundo estudo publicado na edição deste mês de fevereiro da revista Pediatrics.
Os resultados indicam que mesmo que não haja um consumo regular de álcool pela gestante, a ingestão de mais de quatro doses em um dia é prejudicial para o desenvolvimento do bebê.
Padrões de consumo de álcool durante a gestação como episódios de ‘bebedeira’ podem ser tão importantes como os níveis médios de consumo em conferir risco para a saúde mental e de problemas de aprendizado na infância.
Para avaliar se esses padrões de consumo pela gestante podem estar associados com a saúde mental do filho, independentemente do consumo regular de bebidas, os pesquisadores analisaram mais de 6 mil crianças, considerando o “beber pesado” (consumo de quatro doses no dia) no segundo e terceiro trimestre de gestação, e a saúde mental das crianças em dois momentos de sua vida.
Os resultados indicaram que beber quatro doses em um único dia estava associado a um alto risco de problemas de saúde mental, especialmente déficit de atenção e hiperatividade, nas meninas aos 47 meses, e em ambos os sexos aos 81 meses. E essa relação permaneceu significativa mesmo excluindo o consumo regular diário de álcool.
Já pensou no nome que vai dar a seu bebê? Já parou para pensar nisto? Vai ser um nome tradicional, moderno ou único? De alguém da família ou uma pessoa famosa?
Se já parou, sabe que não é fácil escolher. Trata-se de algo importante!
Por isto segue abaixo algumas dicas para facilitar o processo de decisão:
1) Fale o nome em voz alta.
Você gosta do som que ele tem? Lembre-se: um nome é mais falado e ouvido do que lido.
2) O que ele significa?
Descobrir o que está por trás do nome, como a origem e o significado, pode torná-lo especial.
3) “Materialize” o nome no papel.
Se falar o nome não foi o suficiente, vale também escrevê-lo. Combina com o sobrenome? É muito comprido ou difícil de soletrar? E o mais importante: você gosta dele?
4 Cuidado com as homenagens.
Lembre-se de que nomes associados a figuras públicas, como celebridades, estão associados a estilos que talvez não agradem à criança no futuro. Avalie também a beleza em si do nome.
5) Faça composições.
João ou Pedro? Maria ou Carolina? Ana ou Júlia? Por que não os dois? Se há muitas opções, uma saída pode ser combiná-las.
6) Use a criatividade.
Um nome original tem a vantagem de ser inédito. Seu filho nunca vai ter de repetir o nome completo na sala de aula, por exemplo.
7) Peça opinião.
Familiares e amigos vão adorar participar da escolha.
8) Escolha só depois do bebê nascer.
Se você acha difícil dar nome a alguém que mal conhece, espere até ver o rostinho dele.
9) A mãe escolhe o primeiro, o pai fica com o segundo.
Ou vice-versa. Pode ser uma boa saída quando os dois não conseguem chegar a um acordo. Aliás foi exatamente assim lá em casa.
10) Pense além.
É o que sugere a escritora norte-americana Pamela Satran, co-autora de nove livros sobre nomes de bebês, como Cool Names for Babies (Nomes Legais para Bebês), inédito no Brasil. “Pense na criança e no futuro adulto, não só no bebê e, definitivamente, não apenas em si próprio”, diz.
Temos tentado todos os finais de semana dar dicas de filmes sobre gravidez aqui neste Blog.
Mas e depois quando o bebê nascem, acaba pintando uma dificuldade prática de como é que com m recém nascido dá para a mãe ir ao cinema?
Segue então abaixo um video com uma materia que fala sobre sobre as sessões de cinema organizadas pela ONG cinematerna, nas quais as mães podem levar seus bebês de colo:
Por todo o mundo existem ideias, concepções ou certezas acerca da fase da amamentação. Umas apoiam as mães, dignificam-nas na sua ocupação, outras dificultam o desenvolvimento da amamentação ou interrompem precocemente e no final afetam a saúde e o desenvolvimento sadio dos bebés, uma vez que enchem de incertezas as mães. Escolhemos alguns mitos para comentar, de forma a tranquilizar as famílias.
Mito 1: Amamentar frequentemente reduz a produção de leite, produz um reflexo de ejecção débil e o fracasso da amamentação.
Realidade: Ainda que muitos bebés maiores possam receber a maior parte do leite nos primeiros cinco a dez minutos da mamada, isto não é regra geral a todas as crianças. Os recém-nascidos, que apenas estão a aprender a mamar, nem sempre são eficientes ao peito e geralmente necessitam de muito mais tempo para mamar. Poder mamar também depende do reflexo de descida do leite materno. Ainda que para muitas mães a descida do leite é quase imediata, para outras não. Em algumas mulheres, a descida de leite é escalonada, ocorre várias vezes durante uma só mamada. Em lugar de adivinhar, é melhor permitir que a criança mame até que mostre sinais de satisfação, tais como soltar o mamilo ou ter os braços e as mãos relaxadas.
Mito 2: Uma mãe necessita amamentar somente de quatro a seis vezes em cada 24 horas para manter uma boa quantidade de leite.
Realidade: Estudos científicos mostram que quando uma mãe amamenta frequentemente desde que a criança nasce, com uma média de 9,9 vezes em cada 24 horas durante os primeiros quinze dias, a sua produção de leite é maior, a criança ganha mais peso e a mãe amamentará por um período mais longo. A produção de leite tem sido demonstrada estar relacionada com a frequência das mamadas. A quantidade de leite começa a diminuir quando as mamadas são pouco frequentes ou restringidas. Não se deve esquecer que muitos bebés recém-nascidos mamam cada hora e meia ou cada duas horas, o que é normal e frequente.
Mito 3: As crianças obtêm todo o leite que necessitam durante os primeiros cinco a dez minutos de mamada.
Realidade: Os bebés amamentados esvaziam o estômago mais rapidamente que os alimentados com biberão: aproximadamente uma hora e meia em vez de até quatro horas. Isto se deve ao tamanho muito menor das moléculas de proteínas que formam parte do leite materno, que são digeridas com maior rapidez. Ainda que a quantidade de leite consumido seja um dos factores que determina a frequência das mamadas, o tipo de leite é de igual importância. Estudos antropológicos dos leites produzidos pelos diversos tipos de mamíferos confirmam que os bebés humanos estão preparados para receber alimento com frequência e que assim tem sido feito através da história. Mito 4: As mães que amamentam devem espaçar as mamadas para que possam encher as mamas.
Realidade: Cada par mãe/filho é único e diferente. O corpo de uma mãe que amamenta está sempre a produzir leite. As suas mamas funcionam em parte como “depósitos de reserva”, alguns com maior capacidade que outros. Quanto mais vazia está a mama, mais rápido o corpo trabalhará para reabastecê-la. Quanto mais cheia está a mama, mais lenta será a produção de leite. Se uma mãe espera sistematicamente que suas mamas encham antes de amamentar, seu corpo pode receber a mensagem de que está a produzir leite em demasia e, por isso reduz a sua produção.
Mito 5: Na oitava semana a criança necessita apenas de seis a oito mamadas; aos três meses requer apenas de cinco a seis mamadas; e aos seis meses, não mais do que quatro a cinco mamadas ao dia.
Realidade: A frequência das mamadas varia de acordo com vários factores: a produção de leite da mãe e sua capacidade de armazenamento (as mães com mamas maiores em geral têm maior capacidade de armazenamento), assim como as necessidades de crescimento da criança. Os dias em que se produzem picos de crescimento (dias de maior frequência) ou a criança está doente, os padrões de mamada dos bebés podem mudar temporariamente. É importante ter em conta que o consumo calórico da criança aumenta ao final da mamada, assim impor limites arbitrários sobre a frequência ou duração das mamadas podem levar a um consumo muito baixo de calorias por parte da criança.
Mito 6: É a quantidade de leite que o bebé consome, que determina quanto tempo uma criança aguenta entre as mamadas, independentemente se é leite materno ou de fórmula.
Realidade: A quantidade de leite que uma mãe produz chega a seu ponto óptimo quando é permitido à criança sadia mamar tantas vezes quanto necessite. O reflexo de ejecção de leite opera mais fortemente em presença de um bom fornecimento de leite que normalmente ocorre quando se pratica uma amamentação a pedido, isto é, sem impor horários.
Mito 7: Nunca desperte o bebé que dorme.
Realidade: Ainda que seja verdade que a maioria dos bebés mostram quando tem fome, é possível que os recém-nascidos não acordem tão frequentemente quanto necessitem, por isso é necessário despertá-los para que mamem pelo menos oito vezes em cada 24 horas. Talvez não acordem por causa dos medicamentos que a mãe recebeu durante o parto, por icterícia, trauma, uso de chupeta, medicamentos maternos ou comportamento introvertido por parte dos bebés quando têm que esperar quando dão sinais de fome. Além do mais, as mães que querem aproveitar a infertilidade natural que produz a amenorreia durante a amamentação comprovam que o regresso da menstruação demora mais quando a criança continua a mamar de noite.
Mito 8: O metabolismo do bebé está desorganizado ao nascer e requer que se imponha uma rotina ou horário para ajudar a resolver esta desorganização.
Realidade: Os bebés nascem programados para mamar, dormir e ter períodos de vigília. Não é um comportamento desorganizado, mas um reflexo das necessidades únicas de cada recém-nascido. Com o decorrer do tempo os bebés adaptam-se gradualmente ao ritmo de vida do seu novo ambiente sem precisar de treino nem ajuda.
Mito 9: As mães que amamentam devem oferecer sempre ambas as mamas em cada mamada.
Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.
Mito 10: Se um bebé não aumenta bem de peso, é porque o leite de sua mãe é de baixa qualidade.
Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.
Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.
Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.
Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.
Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.
Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objetivo.
Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.
Mito 14: As mães não devem ser a “chupeta” do filho.
Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.
Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.
Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.
Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.
Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.
Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.
Realidade: Responder de forma sensível e rápida aos sinais do bebé une a mãe ao seu filho, de tal maneira que eles se sincronizam, criando assim um vínculo maior. Paralelamente, um bebé que não chora porque é atendido prontamente, não gera situações de stress familiar devido ao seu pranto.
Mito 18: As mães que mimam muito os seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.
Realidade: Os bebés que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.
Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.
Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.
Mito 20: O fato de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.
Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.
Mito 21: Alguns bebés são alérgicos ao leite materno.
Realidade: O leite materno é a substância mais natural e fisiológica que o bebé pode ingerir. Se o bebé mostra sinais de sensibilidade relacionados com a alimentação, em geral deve-se a alguma proteína alheia (dieta da mãe) que conseguiu entrar no leite materno, e não ao leite materno em si. Isto soluciona-se facilmente eliminando o alimento ofensivo da dieta materna durante um tempo.
Mito 22: A amamentação muito frequente causa obesidade no bebé quando ele cresce.
Realidade: Estudos científicos mostram que os bebés amamentados autocontrolam os seus padrões alimentares e a quantidade que ingerem, já que tendem a consumir a quantidade de leite adequada para seu próprio organismo. É a alimentação com leite artifical e a introdução precoce de alimentos complementares a causa dos que se vêem afectados de obesidade ao crescer, não o aleitamento natural.
Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.
Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.
Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.
Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajudar o sistema imunetário enquanto o bebé mamar.
Investigações recentes mostram que o leite materno é mais rico em gordura e energia depois de um ano de amamentação: contém quase 12% mais calorias que o leite de uma mãe de um recém-nascido. Ocorre da mesma maneira com os fatores protectores.
Trago para este Blog um caso raríssimo na medicina, que foi registrado esta semana na Santa Casa de Cachoeiro de Itapemirim. A dona-de-casa Izabel Aparecida Rodrigues de 32 anos, deu à luz a uma menina. O que seria mais um parto comum, não fosse por um detalhe: a criança foi gerada no abdômem, e não no útero da mãe.
O bebê, que ainda não foi batizado, mas deverá ter “Vitória” no nome, nasceu com 36 semanas de gestação, pesando 2,2 kg. Ela está sob cuidados na UTI do Hospital Infantil, devido a um desconforto respiratório que apresentou. Mas, segundo o hospital, o estado da criança é estável e deverá evoluir bem, pois a mesma já respira sem a ajuda de aparelhos.
O médico responsável pelo acompanhamento da gravidez e que fez o parto, Roberto Bastos, explicou que, normalmente numa gestação, a fecundação acontece na trompa e o ovo se implanta dentro do útero. No caso de Izabel, o ovo se implantou na cavidade abdominal, do lado esquerdo do útero. “Este fato já é incomum. Mais raro ainda é a evolução da gestação até que o feto tenha condições de viver”, explicou Bastos.
Segundo ele, durante a gravidez a mãe foi internada e teve que tomar sangue várias vezes, devido a hemorragias internas. A placenta sangrava e gerava anemia. Todo este acompanhamento e o parto foram feitos pelo SUS.
“Sou médico há mais de 20 anos e, embora saiba desta possibilidade, nunca tinha ouvido alguém relatar um caso como este. Estamos todos muito felizes pelo sucesso da gravidez e pela vida do bebê, que é uma verdadeira “Vitória” para a mãe e para a medicina”, comentou Roberto Bastos.
O médico afirmou que o último caso registrado de gravidez abdominal no Brasil em que o bebê chegou a nascer foi em 1999, em São Paulo. “Hoje, com a evolução tecnológica, podemos fazer a ultrassom com doppler, que permite avaliar as condições da placenta e do feto e tomar todos os cuidados para o sucesso da gestação”.
A mãe do bebê contou que não ficou preocupada quando soube que sua gravidez era um caso incomum. “Sentia muitas dores no estômago, mas sempre fui confiante em Deus. Tive a sorte de ter o Dr. Roberto Bastos me atendendo de graça, pois meu marido vive de biscate e não tinha condições de fazer o pré-natal”, lembrou.
Ela disse que, desde o começo, sentia que seria uma menina. “Tenho outros quatro filhos e a vida não está fácil, mas agora só penso em levar meu bebê para casa. Estou muito aliviada por ter dado tudo certo, pois só Deus para me sustentar.”
A cantora da Banda Calypso Joelma anunciou agora durante o carnaval de que está grávida de 2 meses. “Descobri ontem que estou ligeiramente grávida. No mês de outubro já vou estar com o bebê no colo. Estou muito feliz”, contou.
Além da gravidez, Joelma topou outro grande desafio que foi cantar o som da Calypso no ritmo de frevo, durante o desfile do Galo da Madrugada.
Veja o video abaixo de uma entrevista dela em que fala da gravidez e canta um pouco:
Apesar do dólar ter subido bastante, tornando as viagens internacionais mais caras (e raras), ainda tem muita gente que consegue faze-lo. Por isto este post é dedicado a estas grávidas…
Ao viajar para longe de casa grávida, seja a negócios ou por turismo, é sempre bom garantir que nada faltará na sua bagagem. O site BabyCenter preparou uma interessante lista de documentos e outros itens importantes para levar na mala de mão ou na bolsa, e que trago aqui para sua informação:
1) Passaporte, caso viaje ao exterior, carteira de identidade e habilitação
Parece óbvio, mas com a cabeça avoada típica da gravidez vale a pena dar uma segunda checada antes de sair de casa.
Viajando dentro do Brasil e para os países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai), você só precisará da identidade e da habilitação, caso pretenda alugar um carro.
Para outros países, leve o passaporte com o visto em dia (verifique isso antes). A carteira de motorista também será necessária para o aluguel de um carro.
2) Atestado do obstetra
Caso vá viajar em um estágio mais adiantado da gravidez (a partir da 28a semana), peça uma carta ao seu médico contendo a data prevista para o parto e atestando que você está em condições de viajar.
3) Remédios
Leve os remédios que tem autorização do obstetra para tomar durante a gravidez, porque nunca se sabe, mesmo dentro do próprio Brasil, se será possível encontrá-los em outros lugares com facilidade.
Se estiver viajando para fora, é bom ter também uma receita médica para essas medicações, porque poderá ser necessário apresentá-la em certos países. Na dúvida, peça mais orientações ao agente de viagens.
4) Informações do seguro médico
Esclareça com sua seguradora, antes de viajar, qual a área de cobertura do seu plano e como ele funciona em outras partes do país.
No caso de viagens internacionais, há empresas especializadas em seguro de saúde por um período limitado. Se adquirir esse tipo de seguro, faça cópias da documentação e coloque-as em malas diferentes (por exemplo, uma na sua bolsa e uma na mala). Tenha também um número de contato da seguradora no país para onde vai.
Não deixe de se informar previamente sobre os serviços de saúde em geral do local que visitará. Veja se há hospitais de grande porte, atendimento de emergência, postos de saúde e ainda se a rede é pública (como no caso de muitos países europeus) ou majoritariamente privada (como nos Estados Unidos).
E boa viagem! Aproveite!
PS - Mas cuidado ao comprar roupas de grávidas em outros países, pois são feitas para o corpo das mulheres daaqueles países. Em especial nos EUA, pois o que pode parecer uma boa pechincha barata, pode se transformar em roubada, com uma calça grande, que fica caindo toda hora ao andar ou apertando ao sentar. Fique de olho também não apenas no preço, mas em especial na modelagem…
Um sonho grávido revelou-me a realização de um desejo íntimo: ser mãe.
Pulsa no âmago do meu ser a semente vital, um broto inquieto que já brinca no meu ventre, transformando-o em um mundo maravilhoso.
Fico imaginando, ó Deus, a emoção que sentirei ao dar a luz esta criança, e alimentá-la com meu leite, dar-lhe banho, trocar as fraldas, acalentá-la e ensiná-la a dar os primeiros passos.
Sei que a vocação materna impõe constante dedicação, responsabilidade e amor, por isso, aceito sublime período de gestação, com muita esperança e alegria.
Dá-me energia para estar em paz comigo mesma.
Abençoa todas as gestantes e as mulheres que sonham um dia ser mães.
Ofereço este novo ser que vive em mim e que em breve irá me chamar carinhosamente de MÃE.
Gostaria de trazer mais informações sobre a pré-eclampsia, que é caracterizada por tensão arterial elevada (hipertensão) acompanhada pela eliminação de proteínas pela urina (proteinúria) ou de retenção de líquidos (edema) que ocorre entre a 20.ª semana de gravidez e o final da primeira semana depois do parto. Já a eclampsia, propriamente dita, é uma forma de pré-eclampsia ainda mais grave, que provoca convulsões ou coma.
A pré-eclampsia verifica-se em 5 % das mulheres grávidas.
É mais frequente nas primeiras gravidezes e nas mulheres que já têm a tensão arterial elevada ou que sofrem de um problema nos vasos sanguíneos. A eclampsia surge em 1 de cada 200 mulheres que têm pré-eclampsia e, em geral, é mortal, a menos que seja tratada com rapidez. No entanto, desconhecem-se as causas da pré-eclampsia e da eclampsia. O risco mais importante da pré-eclampsia é o desprendimento prematuro da placenta da parede uterina.
Na pré-eclampsia, a tensão arterial é superior a 140/90 mmHg, aparece edema na cara ou nas mãos e são detectados valores anormalmente elevados de proteínas na urina. Também se considera que tem pré-eclampsia uma mulher cuja tensão arterial aumenta consideravelmente, mas mantém-se abaixo dos 140/90 mmHg durante a gravidez.
Os recém-nascidos de mulheres pré-eclâmpsicas têm 4 a 5 vezes mais probabilidades de ter problemas pouco depois do parto do que os de mulheres que não sofram dessa doença. Os recém-nascidos podem ser pequenos porque a placenta funciona mal ou porque são prematuros.
Ao contrário da tensão arterial elevada (hipertensão), a pré-eclampsia e a eclampsia não respondem aos diuréticos (fármacos que eliminam o excesso de líquido) nem às dietas de baixo teor em sal. Aconselha-se a mulher a que consuma uma quantidade normal de sal e que beba mais água. O repouso na cama é importante. Em geral, também é aconselhada a virar-se sobre o lado esquerdo, visto que assim é exercida menor pressão sobre a grande veia do abdómen (veia cava inferior), que devolve o sangue ao coração, e melhora o fluxo sanguíneo. Em certos casos, pode ser administrado sulfato de magnésio por via endovenosa para fazer descer a tensão arterial e evitar as convulsões.
Em caso de pré-eclampsia ligeira, acamamento pode ser suficiente, mas a mulher deverá consultar o seu médico de 2 em 2 dias. Se não melhorar com rapidez, deve ser hospitalizada e, se o problema continuar, o parto deve ser provocado quanto antes.
Uma mulher que sofra de pré-eclampsia grave deve ser hospitalizada e permanecer na cama. O facto de administrar líquidos e sulfato de magnésio por via endovenosa muitas vezes alivia os sintomas. Em 4 a 6 horas a tensão arterial costuma baixar até atingir valores normais e pode-se proceder ao parto sem correr nenhum risco. Se a tensão arterial continuar alta, são administrados mais fármacos antes de se tentar provocar o parto.
Uma importante complicação da pré-eclampsia e da eclampsia graves é a síndroma HELLP, que consiste no seguinte:
- Hemólise (destruição de glóbulos vermelhos);
- Aumento dos enzimas hepáticos (liver), que indicam lesão hepática;
- Baixa (low, em inglês) contagem de plaquetas, o que indica uma deficiente capacidade de coagulação do sangue (um problema potencialmente grave durante e depois do parto).
A síndroma HELLP é mais provável que apareça quando se atrasa a instituição do tratamento da pré-eclampsia. Se surgir a síndroma, deve-se fazer uma cesariana, o método disponível mais rápido, a não ser que o colo uterino esteja suficientemente dilatado para permitir um rápido nascimento pela vagina.
Depois do nascimento, controla-se exaustivamente a mulher para detectar sinais de eclampsia. Uma quarta parte dos casos de eclampsia acontece depois do parto, em geral nos primeiros 2 a 4 dias. À medida que o estado da mulher melhora de forma gradual, é incentivada a caminhar um pouco. Mesmo assim, pode ser-lhe administrado um sedativo suave para controlar a tensão arterial. A hospitalização pode durar de poucos dias a algumas semanas, conforme a gravidade da doença e suas complicações. Mesmo depois de ter sido dada alta, é possível que a mulher tenha que tomar medicamentos para reduzir a tensão arterial. Em geral, deve consultar o médico, pelos menos de 2 em 2 semanas durante os primeiros meses depois do parto. A sua tensão arterial pode, no entanto, manter-se elevada durante 6 a 8 semanas, mas, se se mantiver alta durante mais tempo, talvez a sua causa se deva a outro problema e não à pré-eclampsia.
São poucos os fatos da vida envoltos em tanto mistério, medos e tabus quanto o parto. Talvez nem o sexo tenha sido tão mistificado, alguém aqui já ouviu falar de quem tenha medo de morrer de sexo? Ou de ter falta de líquido, cordão enrolado, bacia estreita para o sexo?
Quem já esteve grávida fartou-se de ouvir de amigos, parentes, conhecidos e até de desconhecidos sobre os grandes perigos do parto. Todo mundo tem uma história trágica a contar. São tantas histórias dramáticas que não consigo entender como é que as nossas cidades não estão povoadas de pessoas lesadas, paralisadas, ressecadas e enroladas em cordões assassinos! Sem contar nas mulheres alargadas e com incontinência urinária no último grau.
Qual é a grávida que não foi parada pela manicure, pela cobradora do ônibus, pela cunhada da prima da vizinha para ouvir uma história tenebrosa sobre o bebê que bebeu água do parto, que chorou na barriga, que fez cocô no líquido amniótico, que secou de tanto que passou da hora, que tinha 30 voltas de cordão no pescoço, que teve um parto seco, que teve um fórceps tão forte que lhe afundou o crânio de lado a lado?
Se você está grávida e se a sua barriga já aparece, certamente você já ouviu uma história dessas e não gostou nada dos pulos que seu coração deu. Pensando em ajudar as mulheres que se encontram nessa situação, aqui vão algumas dicas para ajudar a desmistificar os “grandes perigos” que as cercam quanto mais o parto se aproxima.
Mito = Falta de Dilatação
Explicação = Muitas mulheres hoje em dia dizem que não conseguiram ter um parto porque tiveram falta de dilatação.
Fatos = Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres normais. Ela só não acontece quando o médico não espera o tempo suficiente. A dilatação do colo do útero é um processo passivo que só acontece com as contrações uterinas.
Mito = Bacia Estreita
Explicação = Uma mulher com bacia estreita não teria espaço para a passagem do bebê
Fato = Existem situações não muito comuns em que um bebê é grande demais para a bacia da mulher, ou então está numa posição que não permite seu encaixe. Não mais que 5% dos partos estariam sujeitos a essa condição. Além disso, tecnicamente é impossível saber se o bebê não vai passar enquanto o trabalho de parto não acontecer, a dilatação chegar ao máximo e o bebê não se encaixar.
Mito = Parto Seco
Explicação = Um parto depois que a bolsa rompeu seria uma tortura de tão doloroso.
Fatos = A verdade é que depois que a bolsa rompe o líquido amniótico continua a ser produzido, e a cabeça do bebê faz um efeito de “fechar” a saída, de modo que o líquido continua se acumulando no útero. Além disso o colo do útero produz muco continuamente que serve como um lubrificante natural para o parto.
Mito = Parto Demorado
Explicação = Um bebê estaria correndo riscos porque o parto foi/está sendo demorado.
Fato = Na verdade o parto nunca é rápido demais ou demorado demais enquanto mãe e bebê estiverem bem, com boas condições vitais, o que é verificado durante o trabalho de parto. Um parto pode demorar 1 hora como pode demorar 3 dias, o mais importante é um bom atendimento por parte da equipe de saúde. O que dá à equipe as pistas sobre o bebê são os batimentos cardíacos. Enquanto eles estiverem num padrão tranquilizador, então o parto está no tempo certo para aquela mulher.
Mito = Bebê passou da hora
Explicação = O bebê teria como uma “data de validade” após a qual ele ficaria doente
Fatos = Os bebês costumam nascer com idades gestacionais entre 37 e 42 semanas. Mesmo depois das 42 semanas, se forem feitos todos os exames que comprovem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação. O importante é o bom pré-natal. Caso os exames apontem para uma diminuição da vitalidade, a indução do parto pode ser uma ótima alternativa.
Mito = Cordão Enrolado
Explicação = A explicação é de que o bebê iria se enforcar no cordão umbilical
Fatos = O cordão umbilical é preenchido por uma gelatina elástica, que dá a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas. O oxigênio vem para o bebê através do cordão direto para a corrente sanguínea. Assim, o bebê não pode sufocar.
Mito = Não entrou/não teve trabalho de parto
Explicação = A idéia aqui é de que a mulher em questão tem uma falha que a impede de entrar em trabalho de parto
Fatos = A verdade é que toda mulher entra em trabalho de parto, mais cedo ou mais tarde. Ela só não vai entrar em trabalho de parto se a operarem antes disso.
Mito = Não tem dilatação no final da gravidez
Explicação = A explicação é que o médico fez exame de toque com 38/39 semanas e diz que a mulher não vai ter parto porque não tem dilatação nenhuma no final da gravidez.
Fatos = Tecnicamente uma mulher pode chegar a 42 semanas sem qualquer sinal, sem dilatação, sem contrações fortes, sem perder o tampão e de uma hora para outra entrar em trabalho de parto e dilatar tudo o que é necessário. É impossível predizer como vai ser o parto por exames de toque durante a gravidez.
Mito = Placenta envelhecida
Explicação = A placenta ficaria tão envelhecida que não funcionaria mais e colocaria em risco a vida do bebê
Fatos = O exame de ultra-som não consegue avaliar exatamente a qualidade da placenta. A qualidade da placenta isoladamente não tem qualquer significado. Ela só tem significado em conjunto com outros diagnósticos, como a ausência de crescimento do bebê, por exemplo. A maioria das mulheres têm um “envelhecimento” normal e saudável de sua placenta no final da gravidez. Só será considerado anormal uma placenta com envelhecimento precoce, por exemplo, com 30 semanas de gravidez.
Curiosamente, a amamentação também tem uma maravilhosa lista de mitos e lendas, sempre no sentido de diminuir a confiança da mãe em sua capacidade. Se você conhece algum mito interessante do parto ou da amamentação que queira nos contar, nós poderemos incluir neste quadro! Aproveite agora para cuidar de você e do seu bebê. Não deixe que os pessimistas de plantão estraguem esse maravilhoso momento da vida de vocês.
Este texto acima foi escrito pela Ana Cristina Duarte, que é Doula e Educadora Perinatal, além de graduanda em Obstetrícia pela USP Leste, Mãe de Júlia (Cesárea Desnecessária) e Henrique (Parto Normal Hospitalar).
Segue abaixo um video com uma matéria sobre a medicina reprodutiva com fertilização in vitro e FIV. Fala da Gravidez assistida e da infertilidade, e dos tratamentos e remédios:
Bristol Palin, que é filha da governadora do Alasca, Sarah Palin, ex-candidata republicana à vice-presidência dos Estados Unidos, criticou a gravidez na adolescência nesta terça-feira, mas disse que o conselho de sua mãe, de abstinência, é inadequado à realidade.
Lembrando de que ela engravidou aos 17 anos e deu à luz em dezembro. Sendo por isto alvo de críticas dos conservadores americanos, pela irresponsabilidade, e por outro lado recebeu também elogios, por não optar pelo aborto.
Em sua primeira entrevista depois do parto de Tripp, Bristol disse à rede de televisão Fox News que pretende se engajar na luta contra a gravidez precoce.
“Espero que as pessoas aprendam com a minha história. É muito mais fácil se você é casada, se tem uma casa e uma carreira”, afirmou.
“Gostaria de ser uma ativista para prevenir a gravidez na adolescência. As crianças devem esperar. Não é nada glamuroso”, continuou Bristol, ponderando, no entanto, que não se arrepende de ter decidido ter o bebê.
“Tripp nos dá muita alegria, eu não me arrependo de nada. Queria apenas que isso tivesse acontecido daqui a 10 anos”, disse.
Perguntada sobre métodos anticoncepcionais, a jovem preferiu não entrar em detalhes. “Todo mundo deveria se abster (de ter relações sexuais), mas isso não é nem um pouco realista”.
Sua mãe, que pertence à ala mais conservadora do partido republicado, defende a abstinência sexual como método contraceptivo durante a campanha, além de ser radicalmente contra o aborto.
Veja abaixo o video de um Cine-Jornal oficial narra com imagens de arquivo um acontecimento que passou despercebido no conturbado ano de 1954 (ano do fatídico suicídio do então Presidente do Brasil Getúlio Vargas).
O fato, é o nascimento de uma criatura cuja mãe faleceu no parto, e que a equipe médica do hospital não sabe definir se é vegetal, animal ou mineral.
Através de depoimentos de pessoas que conviveram com o fenômeno, vamos percebendo que se trata de uma espécie híbrida entre animal e gente.
Por fim, após 47 anos, este ser extraterreno ainda perdura entre nós solto pela noite da cidade do Rio de Janeiro.
Os bebês nascem dos mais variados tamanhos, mas alguns já chegam ao mundo bem grandinhos, e nem por isto não através do parto normal.
Vejam só este caso de uma mulher de 34 anos deu à luz em um parto normal um bebê de aproximadamente 6,5 kg e 54 cm esta semana em Governador Valadares, interior de Minas Gerais. A operação aconteceu no Hospital São Vicente e mãe e criança passam bem e devem receber alta em breve.
Após o sucesso de “Ligeiramente Grávidos” e “Juno”, trago mais uma dica de produção focando uma gravidez indesejada.
Trata-se da comédia romântica independente chamada Bebê à bordo, ou no título original em inglês Baby on Board.
O Filme mostra um casal muito bem casado, vivido por Heather Graham e Jerry O’Connell, cujas vidas e carreiras de sucesso se tornam um caos graças a uma gravidez não-planejada. A situação dos dois se complica graças aos desastrados conselhos sobre casamento dados por seus melhores amigos, um casal amargurado interpretado por John Corbett e Katie Finneran.
Também no elenco estão Ian Ziering da série de TV “Barrados no Baile” e Lara Flynn Boyle. Os personagens de ambos estarão ligados ao de Graham, com Zierning vivendo um obstetra gay que também servirá de confidente da mamãe novata, enquanto Flynn Boyle será a exigente chefe da agência de publicidade onde a protagonista trabalha.
O jornal O Globo do Rio fez uma animação bem interessante e didática sobre amamentação, que gostaria de indicar para vocês darem uma olhada no link abaixo:
Segundo pesquisadores da Universidade do Texas nos EUA, quando o câncer de mama se desenvolve durante a gravidez, seu diagnóstico e tratamento são frequentemente adiados e, como resultado, a sobrevivência em longo-prazo da mulher pode ser comprometida. Isso ocorre porque, segundo eles, a gravidez pode mascarar os sintomas, tornando mais difícil a detecção.
Para tanto, os especialistas realizaram um estudo com mulheres diagnosticadas com câncer de mama associado à gestação no período entre 1973 e 2006, 51 durante a gravidez e 53 um ano após a gestação. Concluíram que elas tinham os tumores mais avançados do que mulheres similares que não engravidaram. Isso indica que, em mulheres grávidas, o diagnóstico é tardio.
Entre aquelas que desenvolveram a doença durante a gestação, metade não recebeu tratamento antes do parto; e essas apresentaram pior taxa de sobrevivência em dez anos. Com isso, os especialistas defendem maior atenção ao diagnóstico do câncer na gravidez, usando ultrassom ou, com a devida proteção ao feto, a mamografia.
A temporada do carnaval 2009 está prestes a começar, mas enquanto ninguém entra na avenida, que tal relembrar as musas de 2008.
Não poderiamos deixar de lembrar então de uma das mais belas do Carnaval do Rio de Janeiro na última temporada, que foi a Fernanda Lima grávida.
Mulher grávida já é bonita por natureza, mas a Fernanda Lima grávida com esta fantasia acima, nem se fala. Ela que defendeu a Grande Rio em um carro adaptado para a futura mamãe.
Falando em Carnaval, não poderiamos deixar de lembrar da cantora baiana Ivete Sangalo, que está fazendo tratamento para engravidar novamente, é o que contou recentemente a coluna “Zapping“.
Segundo a coluna, a cantora tem planos de engravidar ainda este ano, para isso faz tratamento em clínica de Salvador. A vontade da baiana de engravidar é tão grande, que depois do Carnaval ela embarca para o exterior com o namorado, o estudante de Nutrição Daniel Cady.
Infelizmente no dia 20 de outubro de 2008 Ivete Sangalo perdeu o bebê que esperava, na sexta semana de gravidez. Ficamos aqui torcendo para que desta vez dê tudo certo para ela!
Em momentos de crise como este, em que o desemprego tem aumentado bastante, sempre bom saber seus direitos em relação ao Salário Maternidade.
Saibam então que as grávidas que contribuiram por, no mínimo, um ano com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) têm direito ao salário-maternidade. Segundo informações da entidade, desde 2007, se a mulher não perder a qualidade de segurada, ela poderá receber o benefício.
O cálculo é feito de acordo com o período em que a pessoa contribuiu e o tempo em que está sem trabalhar. O benefício também vale para contratos temporários, desde que tenha contribuido. Já para as trabalhadoras empregadas apenas é exigido a comprovação de filiação ao cargo para receber o salário.
Segundo o site da Previdência, “a contribuinte facultativa e a individual têm que ter pelo menos dez contribuições para receber o benefício. A segurada especial receberá o salário-maternidade se comprovar no mínimo dez meses de trabalho rural. Se o nascimento for prematuro, a carência será reduzida no mesmo total de meses em que o parto foi antecipado”. Já nos casos de abortos espontâneos ou estupro ou risco de vida para a mãe, será pago o salário-maternidade por duas semanas.
De acordo com as informações, a mulher que tem mais de um emprego tem direito ao salário de cada um, desde que contribua nas duas funções. As mulheres empregadas receberão o benefício pela empresa, já outros segmentos terão de procurar as Agências da Previdência Social.
A dica de livro de hoje é o “Mothern - Manual da mãe moderna” escrito em 2005 pela Laura Guimarães e Juliana Sampaio.
O livro surgiu a partir do famosíssimo blog Mothern e das colunas das autoras na antenada revista Trip. Elas contam as aventuras e desventuras das mães dos tempos de hoje com muito bom humor: na maternidade, nas festas, na hora do choro, nas brincadeiras, nas viagens, nos restaurantes. Sempre de uma maneira alegre, prática, realista e inteligente. Afinal, muito melhor do que padecer no paraíso é se divertir nele.
Para quem gostar de Mothern , tem a inda série no GNT, que apresenta de forma bem humorada o cotidiano de quatro mulheres que descobrem o real significado da maternidade nos dias atuais. A cada episódio, uma situação diferente será vivida pelas personagens principais. A série está repleta de reflexões, problemas e situações que uma mãe moderna enfrenta. Ao longo da série, as quatro tentam responder à pergunta: como ser materna e moderna ao mesmo tempo?
As “Motherns” na série são:
- Raquel:
Interpretada por Camila Raffanti.
Uma publicitária de 31 anos, mãe de Laura, três anos, e Pedro, dois anos. Ela é controladora, exigente e autoritária, é também muito prática e franca. Diz sempre o que pensa, geralmente de forma bem educada, sendo direta quando fala de sexo. Metódica, tem mania de ajeitar as coisas até mesmo na casa dos outros. Agora que os filhos estão um pouco mais crescidos, vive impulsos de uma adolescência tardia. Maternal e muito carinhosa, faz tudo com muita naturalidade. Por isso, é também muito exigente e perde a cabeça quando as coisas saem do controle.
- Mariana:
Interpretada por Fernanda D’Umbra.
Uma chefe de cozinha de 35 anos, mãe de Bel, cinco anos, e separada há 6 meses do marido. Ela é independente, prática e decidida, é uma mulher que planeja e cumpre. Irônica e desencanada, dentro dos limites de uma mãe, é cúmplice da filha. Tem medo que ela seja no futuro uma pessoa frágil e, por isso, preocupa-se em prepará-la para as adversidades da vida. Criou a filha com o apoio de uma verdadeira equipe, que ainda mantém e gerencia, formada por babá, motorista e empregada.
- Beatriz:
Interpretada por Juliana Araripe.
Uma arquiteta de 30 anos, mãe de Filipe, de três meses. Ela é intempestiva, surtada, e mãe de primeira viagem. Tem espírito aventureiro, sempre viveu nos extremos e agora tenta se adaptar a uma vida mais centrada.
- Luísa:
Interpretada por Melissa Vettore.
Uma dona de livraria de 34 anos, mãe de Nina, um ano, e madrasta de Martim, 6 anos, com desejo de ser escritora. É romântica, insegura e muito ponderada. Está o tempo todo mediando relações e vive cheia de dúvidas. Preocupa-se muito em cuidar bem da filha e sempre questiona a si mesma se está de acordo com os padrões. Já leu tudo que existe sobre maternidade e vive perseguida pelos conselhos de especialistas.
Segue então link para a página da série no site do GNT:
Para quem não sabe, existe atualmente a possibilidade de retirar e guardar os seus óvulos, mediante técnicas de congelamento e vitrificação, e descogelá-los meses ou anos depois para que sejam fecundados mediante fertilização in vitro.
Estas técnicas inicialmente têm sido propostas para mulheres jovens que vão se submeter à quimioterapia e radioterapia em razão de câncer e poderão perder, em função destes tratamentos, o seu potencial, reprodutivo, impedindo que engravidem após.
Comprovadamente, para este grupo de pacientes a possibilidade de guardar óvulos melhora a sua auto-estima e os sintomas depressivos, trazendo melhores benefícios ao tratamento oncológico, além de oferecer uma possibilidade concreta de gestação no futuro.
Entretanto, mais recentemente, têm-se oferecido estas técnicas para mulheres que, por não terem perspectivas de engravidar em curto espaço de tempo, por razões das mais diversas, como exigências profissionais ou falta de um parceiro naquele momento, decidem guardar seus óvulos por terem medo de perder seu potencial reprodutivo em função da idade.
Quando estas mulheres considerarem que a hora de gestar é a adequada, caso não consigam espontaneamente, ainda terão a chance de obter sua gestação utilizando os óvulos que foram congelados.
Os questionamentos que se colocam hoje é:
1) É adequado submeter uma mulher saudável, sem nenhum problema de infertilidade, a um tratamento hormonal que, embora tenha chances pequenas de complicações, não é absolutamente isento de riscos?
2) Quais as chances reais de engravidar utilizando estes óvulos?
As chances de engravidar usando estes óvulos são ainda um pouco inferiores aos resultados obtidos com a fertilização in vitro que utiliza óvulos não congelados.
Resumindo, é possível engravidar utilizando óvulos congelados, mas não há garantia absoluta de que isto vá acontecer. Pode ocorrer de os óvulos fertilizarem adequadamente, transformarem-se em embriões, mas não implantarem na cavidade uterina. Como estes óvulos congelados são em número limitado, pode ocorrer de a mulher usar todos os disponíveis e, ainda assim, não obter a tão sonhada gestação.
Portanto, quando se guarda este tipo de material biológico, deve-se ter presente ele é uma reserva e não uma garantia absoluta de gravidez. Caso seja utilizada, esta reserva poderá resultar em gestação ou não. Caso não ocorra gestação e esta mulher não tiver mais óvulos em função da idade, ainda assim haverá alternativas para exercer a maternidade, como ovodoação ou adoção.
Recentemente, a Revista Crescer realizou essa enquete no seu site, e o resultado não surpreendeu: a maioria absoluta afirmou que gostaria, sim, de determinar o sexo da criança.
Essa expectativa não é estranha a obstetras como o professor Abner Lobão Neto, chefe do Pré-Natal Personalizado da Escola Paulista de Medicina/Unifesp: “Os casais sempre manifestam preferências, mas a maioria se adapta fácil a uma frustração. Só em alguns casos, principalmente de segunda gravidez, a angústia chega a abalar a estabilidade do relacionamento”.
Explica-se: com um número menor de filhos, os casais hoje têm menos chances de compor aquele modelo idealizado de família, em que há crianças dos dois sexos. Outra causa é cultural e se acentua entre descendentes de alguns povos - como árabes, judeus e chineses -, que vêem no menino um “continuador” do nome e das tradições da casa. O desejo de escolher o sexo do bebê não é novo. Tanto que não faltam métodos e conselhos sobre como gerar meninos e meninas. Algumas dessas teorias até envolvem princípios científicos, mas mal aplicados. Seus efeitos também variam e, às vezes, chegam a pôr em risco a saúde da mulher e suas chances de concepção.
Confira as “fórmulas” mais conhecidas e veja o que a ciência tem a dizer sobre elas:
1) Casa da Lua
A teoria é que a posição astrológica da Lua no dia da concepção influencia o sexo do bebê. Se ela estiver em signos de Fogo e Ar, há mais chances de gerar um menino. Nos signos de Terra e Água, menina. Para colocá-la em prática, basta saber que a Lua muda de signo a cada três dias e acompanhar seu trajeto por uma tabela lunar (vendida em lojas de artigos esotéricos).
- Avaliação:
Independentemente da posição da Lua, a composição do sêmen é invariável. Entre os cerca de 400 milhões de espermatozóides que participam da “corrida” em direção ao óvulo, 51% são portadores de cromossomos Y e 49% de cromossomos X. Lembrando: o Y determina o sexo masculino e o X, o feminino. Portanto, é o pai quem define o sexo do bebê, e as chances de meninos e meninas são quase iguais. A ligeira vantagem masculina é uma medida da natureza para manter o equilíbrio entre os sexos, já que, embora não se saiba o motivo, os garotos morrem mais no nascimento. Mas consultar a Lua não vai fazer mal nenhum e pode até virar um romântico passatempo para o casal.
2) Dietas
Há duas teorias. A mais recente vem de um estudo da universidade inglesa de Nottingham, cujos pesquisadores, após acompanhar 6 mil mulheres, constataram haver duas vezes mais bebês do sexo feminino entre vegetarianas. Explicaram a diferença pelo aumento natural da acidez vaginal, favorecido pelo alto consumo de vegetais. A outra tese foi criada por obstetras e nutricionistas franceses. Segundo ela, baixos níveis de cálcio e de magnésio e alto consumo de sódio e de potássio causam mudanças de muco favoráveis aos espermatozóides com carga masculina. O contrário favoreceria os de carga feminina. Tais dietas deveriam ser seguidas por seis meses antes da concepção. No prato das aspirantes a um garotinho, então, deveria haver muito pão, frutas e verduras, como banana e alcachofra, e nada de laticínios, frutos do mar, ovos e molhos. Já no cardápio das que desejam uma menininha, proíbem-se sal, pães, embutidos, conservas e bebidas com gases. Ovos, arroz, hortaliças e muito, muito leite e derivados seriam a base de sua alimentação.
- Avaliação:
Para Abner Lobão, é preciso critério ao analisar uma pesquisa. Estudos populacionais para apontar fatores determinantes de sexo devem envolver grandes grupos (cerca de 30 mil pessoas), em diferentes pontos do mundo e com controle estrito do perfil dos integrantes - todos devem ter igual faixa de renda, escolaridade e idade. Ou seja, pela própria amostragem, a pesquisa da Universidade de Nottingham pouco prova. Mesmo porque, em países com predominância de vegetarianos, como a Índia, não há mais mulheres do que homens. Quanto aos cardápios propostos pelos franceses, a crítica é dura. Excessos de sódio e de cálcio podem levar a problemas renais, hipertensão e, num período de seis meses, a comprometimentos nutricionais graves. A falta de potássio, por exemplo, predispõe a cãibras, e a de magnésio altera a concentração de cálcio nos músculos. O mais grave, porém, é a combinação de excesso de sódio e carência de cálcio, que eleva os riscos de uma eclâmpsia na gravidez. Sem falar que o déficit de cálcio pode impedir que o organismo materno forneça esse mineral em quantidade suficiente para a formação óssea do futuro bebê de qualquer sexo.
3) Abstinência
Um estudo de 1998, da Faculdade de Medicina de Baylor, EUA, dizia que a abstinência sexual do homem elevaria a concentração de espermatozóides portadores de Y e, portanto, as chances de gerar um menino. Já relações sexuais diárias favoreceriam a concepção de garotas.
- Avaliação:
O urologista Roger Abdelmassih contraria a tese. Ele foi coordenador de uma pesquisa na Universidade Estadual de Campinas que modificou, mundialmente, o conceito que relacionava abstinência à maior concentração de espermatozóides. Ele explica que o ciclo de formação e maturação de espermatozóides é permanente no homem. E embora a abstinência num primeiro momento propicie um aumento na concentração dessas células, não há predominância de portadores de X ou Y. Na verdade, o único efeito da abstinência é o acúmulo momentâneo de espermatozóides envelhecidos e de baixa vitalidade - o que diminui as chances gerais de gravidez
4) Lavagens
Aposta na diferença de resistência entre espermatozóides portadores de cromossomos X e Y. Os primeiros resistem melhor ao ambiente naturalmente ácido do muco cervical. Assim, para gerar uma menina, bastaria eliminar a “concorrência”, acentuando a acidez com lavagens vaginais de duas colheres de vinagre branco diluídas em 1,2 litro de água. Inversamente, quem quisesse um garotinho teria de combater a acidez com lavagens à base de um litro de água e duas colheres de bicarbonato de sódio.
- Avaliação:
Embora atribuído a um obstetra inglês, o método é considerado uma perigosa barbaridade. Em primeiro lugar, lembra o urologista Roger Abdelmassih, o espermatozóide é extremamente frágil e vulnerável a variações de temperatura e de pH, que é a medida de acidez. O mais provável, portanto, é que a tentativa de acidificar o muco cervical inviabilize a gravidez em si, tornando o ambiente hostil a qualquer espermatozóide, seja portador de X ou de Y. Além disso, como explica Abner Lobão, o pH vaginal varia de uma mulher a outra. Portanto, é impossível ter uma receitinha universal para torná-lo ácido ou neutro na medida certa. Outro problema é que as duchas vaginais, pela simples pressão que exercem contra o colo do útero, expõem a mulher a infecções e até lesões nas trompas. Um caso extremo é a chamada salpingite, que pode levar à esterilidade.
5) Data marcada
Baseia-se no fato de que os espermatozóides portadores de cromossomo X são mais pesados, lentos e resistentes do que os portadores de Y. Assim, se o casal mantiver relações um ou dois dias antes da ovulação, é provável que, ao ser liberado do ovário para as trompas, onde ocorre a fecundação, o óvulo encontre ali uma concentração maior de espermatozóides com cromossomo X. Resultado: ponto para as meninas. Já se a relação ocorrer no dia da ovulação ou algumas horas depois, os portadores de Y, mais rápidos, levam vantagem. Seguido à risca e com precisão, o método tem 15% de chances de acerto.
- Avaliação:
“A teoria tem lógica”, afirma Abner Lobão. O desafio é detectar o dia exato da ovulação e fazer uma previsão antecipada da data, caso se queira uma menininha. Sem falar que as próprias chances de gravidez diminuem nesse caso, já que a maioria dos espermatozóides “morre” em poucas horas. Para o urologista e especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, o controle da ovulação pode ser feito com a assessoria de um especialista. Bastaria um acompanhamento por ultra-som e o uso de medicamentos para programar a liberação do óvulo.
6) Posição sexual
Mais uma que vem da Inglaterra: a posição em que o casal mantém a relação sexual no dia da concepção favoreceria um dos sexos. A penetração por trás, supostamente, permitiria a deposição do sêmen na entrada do útero, diminuindo o trajeto no “hostil” muco cervical e favorecendo os espermatozóides mais rápidos. Ou seja, melhor para “eles”. Já o clássico papai-e-mamãe tenderia à geração de meninas.
- Avaliação:
Segundo Abner Lobão, a posição sexual tem uma pequena influência apenas em relação às chances gerais de concepção. É mais fácil engravidar - de qualquer sexo - quando o sêmen fica um tempo maior em contato com o útero. Quer dizer, um casal que só mantenha relações sexuais em pé tem menos chances de conceber do que outro em que a mulher permaneça deitada algum tempo após a ejaculação. Além disso, como explica Roger Abdelmassih, as diferenças de resistência e velocidade entre os espermatozóides portadores de X e Y, isoladamente, são insignificantes diante dos muitos fatores que influenciam o resultado dessa “corrida” pela vida.
Cortar o cordão umbilical assim que o bebê nasce é a conduta mais adotada na maioria das maternidades do país. Mas novos estudos sugerem que esperar um pouco pode aumentar os estoques de ferro e prevenir anemia nos recém-nascidos.
Pesquisa publicada nos “Cadernos de Saúde Pública”, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), comprovou o benefício. Foram acompanhados 224 partos: em 109 deles, foi feito o clampeamento (corte) imediato; em 115, esperou-se um minuto. Três meses após o parto, os bebês submetidos ao corte tardio tiveram um nível maior de ferritina (indicador da quantidade de ferro).
Isso ocorre porque, quando o cordão não é cortado imediatamente, o bebê recebe mais sangue da mãe. “Trata-se de uma das estratégias da Organização Mundial da Saúde para prevenir a anemia, um problema grande no primeiro ano de vida”, diz a pediatra Jucille Meneses, vice-presidente do departamento científico de neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).
Em 2007, uma revisão de estudos publicada no “Jama” (periódico da associação médica americana) concluiu que o corte tardio é melhor para o bebê.
Segundo a autora do estudo brasileiro, a pediatra Sônia Venâncio, do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, trata-se do primeiro trabalho nacional a fazer essa comparação. “Havia referências internacionais e quis ver se achávamos os mesmos resultados aqui”, diz ela, que agora consolida os dados dos bebês aos seis meses.
Venâncio optou pelo tempo de um minuto para conseguir a adesão da equipe da maternidade. “Mesmo com essa intervenção menos radical houve diferença no estoque de ferro.”
A questão, porém, não é consensual. Especialistas afirmam que o fato de o bebê receber mais sangue aumenta o risco de ele ter policitemia (excesso de glóbulos vermelhos) e icterícia (coloração amarela gerada por excesso de bilirrubina).
Para Eduardo Cordioli, obstetra e coordenador médico da maternidade do hospital Albert Einstein, o corte precoce é mais seguro. “Quando o bebê recebe muito sangue, não dá conta. Vários trabalhos mostram que ele precisa fazer mais fototerapia [para icterícia]. Acho perigoso abrir mão da segurança.”
Ele diz que o tema é controverso. “A gente deixa alguns segundos, limpa, corta com calma. Acho saudável esperar um pouco, mas com bom senso.”
No estudo de Venâncio, não houve diferença significativa no índice de problemas como icterícia entre os dois grupos.
Para a pediatra Ana Lúcia Goulart, chefe da disciplina de pediatria neonatal da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a intervenção é pouco efetiva. “O aporte maior de ferro é feito na gestação. A espera para clampear aumenta muito pouco a reserva do mineral.”
Ela diz que a maior diferença seria para crianças prematuras, que, como precisam de cuidados imediatos, não deveriam receber o corte precoce.
Meneses, da SBP, discorda e diz que, segundo estudos, o corte tardio reduz a necessidade de transfusões sanguíneas e o risco de hemorragias intracranianas em prematuros.
Para Meneses, a regra deveria ser o corte tardio, com algumas ressalvas. A SBP ainda não tem orientação sobre o tema.
O caso da brasileira Paula Oliveira supostamente atacada por neonazistas na Suiça, fazendo que ela perdesse seus bebês gêmeos ainda esta mal explicado…
Porém a mãe da brasileira, Jeni Ventura, afirmou que ela sofre de uma doença chamada: “lúpus“. Aí fui tentar entender melhor o que seria isto?
Esta é uma doença crônica que ataca o sistema imunológico da pessoa, principalmente mulheres, e pode causar alucinações nos casos mais graves.
Apesar de muitos homens serem afetados pelo Lúpus, ele costuma ocorrer de 10 a 15 vezes mais nas mulheres adultas do que nos homens adultos. Mesmo entre as mulheres, acredita-se que aquelas de origem africana, indígena ou asiática desenvolvam a doença com mais freqüência do que mulheres brancas.
Possivelmente os fatores hormonais seriam responsáveis pela maior incidência do Lúpus entre as mulheres. Isso pode ser suspeitado tendo em vista o aumento dos sintomas que ocorre antes do período menstrual e durante a gravidez. Particularmente o estrogênio estaria relacionado à doença.
Quanto à idade, o Lúpus pode aparecer em qualquer faixa etária e os sintomas serão os mesmos nos homens e mulheres.
O Lúpus Eritematoso Sistêmico ou, mais simplesmente Lúpus, é uma doença crônica, auto-imune, que causa inflamações em várias partes do corpo, especialmente na pele, juntas, sangue e rins.
Confira com a reumatologista Mirhelen Abreu as principais implicações do problema, principalmente para quem planeja engravidar.
1) O que acontece quando se tem lúpus?
É o que chamamos de doença auto-imune. Ela confunde o sistema imunológico do paciente, que começa a reconhecer alguns órgãos como estranhos ao corpo, principalmente os rins, as articulações e a pele, e passa a produzir anticorpos contra eles. As causas ainda são desconhecidas, mas sabemos que há fatores hereditários e que ela pode ser desencadeada por alterações hormonais, estresse ou alguma infecção.
2) A mulher com lúpus pode engravidar?
Pode, mas é necessária uma preparação para que ela engravide num momento em que a doença esteja menos ativa. Deve haver um acompanhamento cuidadoso do obstetra e do reumatologista, que é o médico que, normalmente, trata do problema. Durante muito tempo se considerou que a mulher com lúpus não poderia engravidar, mas isso é mito.
3) Quais são os principais riscos para a gravidez?
São aborto no início da gestação, em razão do aumento de estrogênio, hipertensão e parto prematuro.
4) Como deve ser a preparação?
Por intermédio do uso de medicação, os chamados imunossupressores, e pelo controle com exames, para que o médico saiba exatamente o momento em que a doença está menos ativa. É importante lembrar que a gravidade do lúpus varia de um paciente para outro.
As consultoras de moda Jéssica e Renata da Zazou, especializadas em atender nossas clientes em nossa loja e desenvolver nossas coleções, vão estar dando dicas úteis e práticas de moda para gestantes antenadas em um bate-papo descotraido no IG Bate-Papo no dia 04 de março (quarta a semana depois do Carnaval) às 17hs.
E você esta convidada para participar!
Podendo fazer perguntas, tirando dúvidas, fazendo comentários, ou mesmo apenas lendo as dicas e troca de idéias. Basta acessar no dia o seguinte link:
Sabemos que não é uma fase fácil na vida das mulheres a gravidez, e nem todas reagem da mesma forma, assim como o efeito dos homônios é diferente e mexe bastante com a cabeça das grávidas, acontecendo casos comuns de depressão durante a gravidez ou mesmo no pós-parto.
Pensando nisto que a enfermeira especializada em psiquiatria Valéria Feitosa concluiu em sua dissertação de mestrado que a gestação e o pós-parto são os períodos da vida da mulher em que ela mais sofre de depressão.
Na gestação, os fatores de risco são: estar grávida pela primeira ou segunda vez e não desejar a gestação. Já na depressão pós-parto, os fatores são: não ter religião, ter um companheiro desempregado, ter tido depressão na gestação, não receber suporte do Sistema Único de Saúde (SUS), não receber ajuda para cuidar do recém nascido e não receber ajuda do companheiro.
“A gestação e o pós-parto são os períodos da vida da mulher em que ela mais sofre de depressão”, explica Valéria Feitosa, autora da pesquisa e enfermeira especialista em psiquiatria “A rotina da mulher muda, muitas vezes ela não tem condições financeiras ou apoio da família. E ainda há as dificuldades com os hormônios” .
Das 47 mulheres pesquisadas, 43% tiveram depressão durante a gestação e 30% durante o pós-parto. O levantamento foi feito com mulheres de baixa renda de uma maternidade em Uberaba (MG), e, segundo a pesquisadora, os dados refletem a realidade do País. O professor da Jorge Luis Pedrão, da EERP, orientou o estudo.
Para chegar às informações, a pesquisadora comparou informações dadas pelas mães com dados médicos. Durante a gestação e pós-parto, as mulheres responderam dois questionários sobre sua situação sócio-econômica e de saúde, e sobre a saúde do bebê. A pesquisadora entrevistou as mulheres para saber se elas recebiam ajuda nas tarefas diárias e tinham apoio emocional e perguntou se eram bem tratadas pelo SUS. Por fim, Valéria pediu para as mulheres preencherem dois questionários que avaliavam se elas tinham ou não depressão, e a intensidade da doença.
A pesquisa aponta que as gestantes com depressão apresentaram menos problemas na gestação e seus filhos nasceram com melhores pesos e estaturas. Elas também alimentavam seus filhos de forma mais apropriada à idade. Para a enfermeira, as gestantes com depressão mais leve ficariam mais ansiosas, o que as levaria a visitar mais vezes o médico. Por outro lado, as mulheres com depressão na gestação fizeram mais cesáreas e partos com maior duração. Elas e seus filhos tiveram mais doenças.
Sintomas
Todas as gestantes que não desejaram a gravidez tiveram sintomas de depressão durante a gestação, mas não depois do parto. A depressão durante a gestação também foi mais freqüente do que no pós-parto. “Talvez isso aconteceu porque ainda não existe uma lista de perguntas específicas para depressão durante a gestação. Mas já existe uma para depressão pós-parto.”
O estudo também revelou que não receber apoio do SUS e do companheiro são fatores de risco para depressão. As mulheres depressivas faziam todas as consultas sozinhas. Por outro lado, as mulheres que diziam receber apoio do sistema de saúde adoeciam menos de depressão. A pesquisadora afirma que é fácil identificar paciente em situação de risco, pois os hospitais costumam pedir as informações necessárias. Porém, os profissionais de saúde não as usam para prevenir ou tratar a depressão.
“Para minha surpresa, muitas pacientes me ligavam para chorar. Elas procuravam o sistema de saúde e as pessoas achavam que era bobeira ou mentira”, ressalta. Para mudar esse quadro, Valéria sugere que os médicos utilizem as escalas de medir depressão, façam grupos de acolhimento para as pacientes doentes e encaminhem as gestantes para profissionais especializados em saúde mental. “O assunto daria uma outra dissertação. Mas, para começar, essas soluções já estariam de bom tamanho”.
Mais informações diretamente com a valéria pelo email: valeria_obs@hotmail.com.
Deu na revista Contigo desta semana uma matéria da inauguração do Buffet infantil Spasso Splash, em Moema em São Paulo.
E várias grávidas famosas prestigiaram o evento, e como não poderia deixar de ser muitas delas clientes da Zazou, como a Luciana Mello, grávida de 6 meses já com barriginha (e vestindo Zazou), ou a Ticiane Pinheiro, grávida de 4 meses ainda com pouca barriga.
Obs - A Luciana Mello na foto acima esta com calça e batas da Zazou.
Estiveram presente no evento outras famosas, que quando estavam grávida, também como as duas acima se vestiram de Zazou como a apresentadora Maria Cândida, que foi com a filhota Lara e a Gigi Monteiro não desgrudou de seu pequeno Pedro.
Esta é uma dica de compra pré-outono/inverno : túnica manga longa em jersey.
Versátil em jersey pode ser usada como mini vestido com legging ou com um jeans estilo cigarrete.
É bem confortável e não marca as possíveis imperfeições uma vez que seu corte é próprio para gestantes.
Seu preço original era: R$ 178,00, mas está em promoção hoje por apenas: R$ 58,00 com 70% de desconto.
Últimas peças na promoção em preto dos tamanhos P, M e G. Últimas peças na promoção em verde dos tamanhos P e M . Últimas peças na promoção em vinho dos tamanhos P e M.
A história se repete na família da cantora de Funk carioca Tati Quebra-Barraco, que engravidou pela primeira vez aos 13 anos, descobriu que a filha adolescente de 15 anos está esperando o primeiro filho. Com isto a Tati será avó aos 29, quando muitas aqui nem tiveram o primeiro filho…
Com 15 anos, Carolina, primogênita da cantora, está grávida de três meses do namorado. De acordo com uma amiga da família, Tati não vai obrigar a menina a casar. Ainda segundo a mesma fonte, Quebra-Barraco ficou brava quando soube da gravidez precoce, mas depois aceitou e agora está muito feliz com o neto.
Desta vez comento sobre o incrível caso da trajetória da primeira gravidez de um homem chegou ao Discovery Channel, no documentário O Homem Grávido(Pregnant Man). A produção conta a história de Thomas Beatie, mostrando as semanas finais de sua gestação e o marcante nascimento de sua filha.
Nascido mulher, Thomas submeteu-se a múltiplos tratamentos médicos para ser identificado biologicamente, socialmente e legalmente como um homem. Como sua mulher não conseguia engravidar, Thomas, que manteve os ovários, se submeteu a uma inseminação artificial. O sucesso do procedimento permitiu que ele desse à luz uma saudável menina, em junho de 2008. Com uma hora de duração, o documentário reflete sobre assuntos como transexualidade, família e tolerância. A família Beatie vive na cidade de Bend, Oregon, EUA.
Uma das principais dúvidas das nossas clientes grávidas, em especial as que chegam a primeira vez na sua primeira gravidez em uma das lojas da Zazou, é saber se a calça (em especial as calças jeans), podem mesmo ser usada até o final da gravidez? E se a gravidez for de gêmeos a calça também serve até o final?
Uma dúvida por sinal natural, até por que ainda não estão acostumadas com roupa de grávida, e conhecem os ajustes e modelagem própria da Zazou, para exatamente ser ajustadas com o crescimento da barriga e serem usadas até o final da gravidez, e mesmo depois no pós-parto até recuperar a velha forma.
Mas muitas ainda infelizmente acham que é papo de vendedora da loja, por isto primeiro temos uma barriga postiça que a grávida pode colocar sobre a sua e simular como vai ficar sua barriga no 8 ou 9 mês de gravidez. Assim vão perceber bem na prática a diferença que a modelagem faz, e ver que dá até o final sim.
Mas para aquelas que ainda não foram até a loja da Zazou e usaram esta barriga, gostaria de provar na prática que sim, nossas calças e nossos jeans para grávida podem ser usados até o final da gravidez, e mesmo que esta for de gêmeos.
Para isto segue abaixo uma foto tirada recentemente em nossa loja durante a última edição da campanha Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos. Trata-se de uma cliente grávida de gêmeos que esta no 9 mês de gravidez, com uma lida e enorme barriga, e usando uma jeans da Zazou, que segundo ela disse esta bem confortável e lhe passando total segurança, sem que ela esteja usando um número diferente do que já usada (no caso dela é uma calça tamanho 38).
Alguma dúvida que as jeans da Zazou podem ser usadas até o final da gravidez?
Para aquelas que querem conhecer mais sobre os modelos da linha de jeans para gestante da Zazou, fica a dica do link do nosso site com fotos (inclusive dos detalhes) em:
Últimas peças na promoção em jeans azuldos tamanhos 36 ao 46. Últimas peças na promoção em jeans pretodos tamanhos 36 ao 46. Últimas peças na promoção em preto (alfaiataria)dos tamanhos 36 ao 46.
Os filhos nascem e os dilemas começam. Um dos mais difíceis é decidir com quem deixar seu bebê. A revista Crescer fez uma matéria e segue abaixo uma tabela com o resumo das vantagens e desvantagens de cada opção que vai ter (babá, Avó e Berçario):
Você já pensou que o uso do celular pode prejudicar a saúde do seu bebê?
Pois saiba de que um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e de Aarhus, na Dinamarca, sugere que o uso do celular durante a gravidez pode atingir o feto, causando problemas de comportamento quando ele atingir a idade escolar.
Foram entrevistadas 13.159 mães dinamarquesas que tiveram bebês na década de 90. Quando completaram 7 anos, as mães responderam um questionário referente à saúde e comportamento dos filhos.
O resultado foi alarmante: as que usaram o celular de 2 a 3 vezes por dia na gestação tiveram crianças com mais chances de desenvolver problemas de comportamento. Eles indicaram 25% mais riscos de apresentar problemas emocionais, 34% de ter dificuldade de relacionamento, 35% de ser hiperativos e 49% de apresentar desvios de conduta. O mesmo valia para crianças que já usavam o aparelho antes dos 7 anos: eles tinham 80% mais chances de ter dificuldades comportamentais. Uma pesquisa canadense em ratas grávidas comprovou o resultado
O que se imagina é que a exposição à radiação emitida pelo celular, ainda que pequena, não seria bem absorvida pelo organismo humano. Os pesquisadores afirmam ainda que ela pode não ser a grande vilã. As mães que mais usavam o telefone poderiam ser também mais negligentes com as crianças.
Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, professor chefe do Pré-Natal Personalizado da Escola Paulista de Medicina, recomenda ponderação. “Pode até ser que o resultado um dia venha a se comprovar, mas os dados parecem inconclusivos”, diz.
Este é o primeiro estudo na área a traçar um paralelo entre o uso do celular e o aparecimento de problemas de comportamento em crianças. Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Eisntein, em São Paulo, concorda. “Não dá para falar ‘não use mais celular’. Mas eu diria às minhas pacientes para usar o mínimo possível”, afirma.
A tecnologia também fez dos celulares aparelhos mais seguros. Michel Yacoub, professor-titular de telecomunicação da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp (SP), diz que, atualmente, a potência da radiação que o celular transmite é pequena e, se causasse algum problema, seria no cérebro da gestante. “Existe uma distância grande entre o ouvido da mulher e o útero. Não consigo ver uma relação biológica”, diz.
Para Luiz Carlos Kretly, professor de Engenharia Elétrica e especialista em Microeletrônica da Unicamp, uma possível explicação para as alterações de comportamento no feto seria o uso do celular preso à cintura durante a década de 90. Vitor Baranauskas, engenheiro elétrico, autor do livro Celular e Seus Riscos (Ed. do Autor), defende outra teoria e concorda com a pesquisa. Para ele, o corpo da mãe conduz a radiação até o feto, provocando alterações em várias partes do organismo, inclusive nos neurônios.
Abaixo 5 sugestões de como usar o aparelho com mais segurança e sem precisar sair da rotina:
1) Ao manuseá-lo, em busca da agenda, por exemplo, faça-o distante do ventre;
2) Não fale dentro do automóvel ou do elevador, porque eles concentram a radiação;
3) Ao fazer ligações, disque o número e mantenha o telefone longe da cabeça. A explicação é simples. No momento em que o celular está procurando rede, ele emite mais radiação;
4) Não mantenha o celular junto ao corpo, como no bolso. Ele recebe radiação mesmo quando inoperante;
No Pronto Socorro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, são atendidos cerca de 150 casos por mês de abortamento espontâneo, revela o obstetra encarregado pelo setor, Pedro Paulo Pereira. Segundo ele, o abortamento representa a complicação mais freqüente da gravidez.
Aproximadamente, uma em cada quatro mulheres será vítima desse problema durante sua vida reprodutiva. Ainda que a real incidência disso seja desconhecida, entre 15% e 20% das gestações clinicamente diagnosticadas terminarão em aborto não provocado. Atualmente este tipo de ocorrência aconteçe mais do que no passado. Não existe evidência científica que confirme aumento da incidência de abortamento espontâneo. Na verdade, é possível que, atualmente, sejam feitos diagnósticos mais precoces de gravidez e também de abortos não provocados. O risco de morte para a mulher caiu bastante nesses casos.
A maioria dos abortamentos espontâneos ocorre no início da gestação (até 12 semanas de gravidez). Dessa forma, as complicações são menores. No entanto, se a gravidez for entre a 16ª e a 20ª semana, pode haver sangramento abundante e, nessa situação, há risco de choque hemorrágico e até morte.
Entre as principais causas para esse tipo de ocorrência estão: alterações cromossômicas, imunológicas e endócrinas, além de infecções e malformações uterinas.
O grupo de maior risco, alerta, são mulheres que engravidam com mais de 35 anos, especialmente aquelas com mais de 40. Na gestação tardia, além da maior probabilidade de alteração cromossômica, ocorre com maior freqüência o aparecimento de doenças como diabete e hipertensão arterial, que aumentam os riscos de perdas fetais e complicações. Portanto, é importante planejar a gravidez para antes dos 35 anos.
Caso não seja possível, não há motivo para desespero, pois a chance de ter uma gravidez normal acima dos 35 anos de idade é enorme. É importante manter hábitos saudáveis como praticar esportes e não fumar. Se a mulher tiver doenças sistêmicas como diabete e hipertensão arterial, deve procurar engravidar quando estiverem controladas.
De acordo com o especialista em reprodução humana Arnaldo Schizzi Cambiaghi, diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução (IPGO), o abortamento espontâneo acontece, na maioria dos casos, quando os cromossomos do espermatozóide encontram-se com os cromossomos do óvulo. Nesse estágio, alterações genéticas no embrião podem fazer com que o feto não se desenvolva por completo ou desenvolva-se de maneira anormal. O aborto, nesses casos, é uma espécie de seleção natural do organismo, uma maneira de o corpo expelir aquele embrião que não cresce normalmente.
Outras causas do abortamento espontâneo são: alterações anatômicas do útero (malformações), infecções, problemas hormonais e imunológicos.
O agravamento do aborto espontâneo, segundo Cambiaghi, é o aborto de repetição - quando a mulher perde o bebê por três ou mais vezes consecutivas, com menos de 20 semanas de gestação. O especialista explica que ocorrem em 10% das mulheres que já tiveram o primeiro aborto. Isto é, a cada 100 mulheres que engravidam, 2 ou 3 poderão ter abortos repetidos. Causas imunológicas e trombofilias podem ser responsáveis por 70% desses casos.
No caso das imunológicas, o organismo materno identifica o bebê como um corpo estranho, devido à carga genética do pai, e forma anticorpos contra ele. Esta alteração é diagnosticada por meio de um exame chamado Cross Match, e o problema pode ser solucionado com vacinas feitas do sangue do pai (imunoterapia com linfócitos). Outros desequilíbrios imunológicos podem ocorrer devido a problemas do sistema auto-imune.
As trombofilias são alterações da coagulação do sangue. Podem ser hereditárias ou adquiridas e aumentam o risco de trombose (formação de coágulo sanguíneo), prejudicando a circulação placentária. Além de levarem a abortamentos de repetição, podem causar infertilidade e outros problemas durante a gestação, como descolamento prematuro da placenta e pré-eclampsia. O tratamento é feito com anticoagulantes.
Cambiaghi alerta as mulheres sobre os principais sintomas do aborto natural: dores abdominais - causadas pelas contrações do organismo, que tenta expulsar o embrião -, e perda de sangue. “Sempre que a gestante apresentar esse quadro, deverá procurar imediatamente o seu médico, pois muitas vezes a perda pode ser evitada com repouso e medicamentos”, ressalta.
Para a publicitária Márcia Marchioli tornar-se mãe foi uma luta da qual ela faz questão de dizer que jamais desistiu. Ela conta que se casou aos 31 anos, com o locutor esportivo Dirceu Maravilha. Aos 37 anos, engravidou. Foi uma festa para o casal. Começaram a preparar o quarto do bebê, montar seu enxoval, com mil planos na cabeça. Aos 2 meses de gestação, ela perdeu o embrião. Depois de vários tratamentos que não resultaram em nada, resolveram ir a uma clínica de reprodução humana.
Foram submetidos à fertilização in vitro. Ela engravidou, mas com oito semanas e meia de gravidez perdeu novamente o bebê. Foram quatro fertilizações. Na última, engravidou e, com duas semanas de gestação, perdeu o embrião novamente. “O desgaste emocional foi muito grande. Mas eu não me conformei”, lembra Márcia. Até então, ela já tinha perdido três bebês. Depois de ser submetida a uma avaliação mais profunda, ela descobriu que seu problema era imunológico. Márcia engravidou novamente, passando a tomar uma vacina todos os meses. O resultado? Henrique, um garoto sapeca e saudável que completou 3 anos. A artesã Maria Pedrina Moreira Alves, de 35 anos, estava muito feliz com sua primeira gestação. Ela e seu companheiro já faziam planos e preparavam a casa para o herdeiro. Estava grávida de 2 meses quando uma cólica a levou ao pronto-socorro. “O médico me disse que não era nada, que era normal”, conta. No entanto, a cólica aumentou, acompanhada de sangramento. Ela correu ao Hospital das Clínicas e recebeu a triste notícia: havia perdido o bebê. “Estou muito abalada, inconformada. Já me sentia mãe. É como se tivesse perdido uma pessoa que já conhecesse há muito tempo”, lamenta. Pedrina garante que seu sonho não termina agora. Vai tentar novamente.
Seu preço original era: R$ 228,00, mas está em promoção sendo vendida hoje por: R$ 158,00 com 30% de desconto.
As peças cachecours são peças coringas para gestantes pois permitem o uso desde o começo da gravidez até o final na grande maioria.
São peças confortáves e versáteis que você regula de acordo com o tamanho da barriga e permitem até o uso de uma segunda plele caso o decote fique profundo.
Nesta versão é tipo uma camisa listrada em branco e preto que pode ser usada em ocasiões mais requintadas ou no dia a dia com seu bom jeans.
Em tricoline não arma e fica certa no corpo já que como sabemos o corte é feito para gestantes.
O jornal Folha de S.Paulo deste último domingo (15/Fev) traz um caderno especial sobre médicos em cinco especialidades, mas trago aqui para este fórum um deles em específico e como não podoeria deixar de ser um ginecologista.
No total, a publicação destacou 16 profissionais apontados como os melhores nas áreas citadas acima. São todos homens; o mais novo tem 40 anos e o mais velho, 93 anos. Para chegar a esses 16 nomes, o Datafolha pediu a 692 médicos de São Paulo que apontassem os três melhores especialistas vivos em algumas das áreas mais procuradas em hospitais. Os entrevistados não podiam citar o próprio nome. A amostragem é representativa da distribuição dos médicos em cada especialidade.
Confira a seguir um trecho do caderno, na área de ginecologia, um que por sinal conheço bem, pois foi quem fez o parto dos meus dois filhos, e quem talvez tenha salvo o primeiro de problemas maiores. Aliás foi este primeiro filho, o responsável pelo surgimento da Zazou, pois foi quando percebemos que existiam muito poucas opções de loja de moda gestante legal na época.
Por isto não poderia deixar de trazer esta notícia para este Blog e dar o devido destaque e até uma homenagem ao Dr. Marcelo Zugaib de 60 anos.
O ginecologista que queria ser arquiteto estreou na carreira com um nascimento surpreendente que deveria ter sido fácil, no primeiro parto de sua vida, trouxe ao mundo três bebês de uma vez. Ele estava no quarto ano de medicina e lhe passaram um caso que achavam que seria fácil.
“Acreditava-se que a gestante esperava um só, mas eram trigêmeos. Cada um nasceu com mais de dois quilos. Muita gente passa a vida sem experimentar fazer um parto assim e comigo aconteceu logo no início”, lembra.
Natural de Marília (SP), Zugaib, a princípio, não pretendia estudar medicina. Ele queria ser arquiteto, contrariando a vontade do pai, que havia abandonado o curso de medicina no segundo ano para sustentar a família e sonhava ver o filho na profissão que não pôde seguir. “Eu dizia que tudo o que eu não queria era ser médico”, conta o ginecologista e obstetra.
Prestou arquitetura e se saiu bem em todas as matérias, mas não em desenho artístico, que era eliminatório.
Chocado com o “primeiro tropeço escolar” da vida, ele diz que não soube lidar com a situação. “Resolvi fazer um cursinho para medicina e terminei no que sou hoje. Fiquei apaixonado pela carreira.”
Aos 38 anos, já era professor titular na USP, o que o ajudou a se tornar um dos “médicos da moda” de São Paulo de meados da década de 80 ao fim da de 90.
Depois de muito tempo sentindo-se “prisioneiro o ano todo de uma sequência de partos”, Zugaib diz que tenta diminuir o ritmo, especialmente para dar atenção a Nicholas, 18, filho do seu primeiro casamento.
O nome do menino é uma homenagem ao seu mentor na Universidade da Califórnia, Nicholas Assali, hoje falecido.
Foi nos EUA que ele viveu uma realidade diferente da brasileira, na qual as gestantes fazem o pré-natal com uma equipe de médicos e são atendidas por aquele que estiver disponível no momento do parto. Zugaib acredita que no futuro, no Brasil, a gestante também deve procurar a instituição, e não o médico. “Na minha especialidade, procurar o médico gera um custo emocional muito alto. A mulher que escolhe o obstetra quer que ele faça o parto. Isso se torna um martírio para ele, porque ele não pode ter vida pessoal, programar viagens, férias com os filhos”, diz, afirmando que, por muito tempo, deixou de viajar para congressos no exterior por não poder se ausentar.
Zugaib credita a isso um dos motivos para o alto índice de cesarianas no Brasil, já que esse tipo de parto permite que o médico se programe. Não que ele considere o parto normal mais vantajoso por si. Para o obstetra, não existe “a melhor via de parto”: ambas têm vantagens e desvantagens. “Há um hábito de dizer que o normal é o parto vaginal. Não vejo assim. O normal é a maternidade segura. Fora as indicações médicas, o casal deve escolher sua via de parto, conhecendo riscos e benefícios. E o médico deve trabalhar para conseguir a via elegida com segurança.”
Dentro do seu projeto de ganhar qualidade de vida, Zugaib pratica pilates e cuida de suas duas fazendas. Para diminuir os deslocamentos em São Paulo, mudou recentemente seu consultório da avenida Brasil para o hospital Albert Einstein, onde faz partos e cirurgias. E diz que não acha fácil “perder” um parto. “A gente se sente falhando de alguma maneira. Mas são poucos os casos que eu perco, graças a Deus.”
Neto de libaneses e único filho homem de sua família -ele tem cinco irmãs-, Zugaib conta que foi educado em um ambiente em que “o aspecto feminino predominava violentamente” e diz que isso o influenciou a escolher sua especialidade. “Muita gente pensa que o mundo árabe é um patriarcado, mas não é verdade. A referência é sempre a mulher. Sou um esteta e a mulher é um dos pilares de demonstração de beleza. É desafiador lidar com elas.”
O Carnaval esta chegando e muitas grávidas devem viajar de carro, e aí pinta sempre aquela dúvida sobre se devem ou não usar o cinto de segurança por causa da barriga, ou mesmo como usar. Por isto trago este tema para este nosso Blog da Zazou.
Para começar saiba de que a Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina lançaram uma diretriz orientadora para definir o uso adequado do cinto de segurança durante a gravidez, com o intuito de exatamente esclarecer dúvidas sobre o assunto e assim ajudar no final das contas a reduzir ferimentos provocados por acidentes de trânsito.
A mulher grávida quando motorista ou mesmo passageira de um automóvel deve:
1) Usar sempre o cinto de segurança “tipo três pontos”;
2) A parte pélvica do cinto de três pontos (faixa subabdominal) deve ser colocada abaixo da protuberância abdominal, ao longo dos quadris e na parte superior das coxas;
3) A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas e lateralmente ao abdome, nunca sobre o útero;
4) Nunca colocar a faixa superior do cinto por trás do tórax nem tampouco colocá-la sob o braço ou na axila. Jamais sentar-se sobre a faixa inferior/pélvica (subabdominal) para utilizar unicamente a faixa superior/torácica (diagonal);
5) Em veículos dotados de airbag utilizar apropriadamente o cinto de segurança e afastar o banco o máximo possível para trás, até o limite que permita o perfeito contato com o volante e com os pedais, quando na direção do veículo;
Riscos mais freqüentes em gestantes que não usam o cinto de segurança:
1) Óbito fetal
2) Baixo peso ao nascimento
3) Prematuridade
4) Descolamento prematuro de placenta
5) Hemorragias no parto
6) Rotura uterina
Não esquecendo de qe segundo a Legislação Brasileira, os cintos de segurança são equipamentos obrigatórios para todos os ocupantes de Veículos, incluindo as grávidas. Seu uso é obrigatório para todos os ocupantes do automóvel (condutor e passageiro) em todas as vias do território nacional. Por isto use cinto de segurança e dirija com cuidado.
Esta chegando o Carnaval, e muita grávida se ressente de não poder curtir a folia completamente. Mas isso não é uma regra absoluta. Gestantes podem aproveitar a folia, sem muitos exageros. Veja abaixo algumas dicas de especialistas para você aproveitar seu carnaval mesmo grávida, sem colocar em risco seu bebê.
Para a grávida que não apresenta problemas de saúde, a diversão está liberada, mas com bom senso!
É preciso levar em conta o período da gestação. No primeiro trimestre, a folia não é tão cansativa. Muitas mulheres acreditam que nessa fase, a gestação é mais frágil porque é quando acontece a maior parte dos abortos. Mas esta é uma idéia errada. Os abortos espontâneos ocorrem por malformação do feto, não pelos exercícios que as grávidas realizam.
A gestante pode pular o Carnaval sem problemas, mas deve observar alguns cuidados. Primeiro, é preciso ingerir líquidos com regularidade, para manter o corpo sempre hidratado. Como não é recomendável que a grávida fique muito tempo em jejum, o médico recomenda que a gestante leve alimentos saudáveis, como frutas, na bolsa.
Também é preciso evitar os sapatos de saltos altos, pois quando a barriga cresce, o centro de gravidade da gestante se altera e ela se desequilibra com maior facilidade. Além disso, as articulações ficam menos estáveis por causa do acúmulo de líquidos no organismo. Por isto, o salto pode propiciar um tombo que pode prejudicar o bebê. Por isto mesmo os carros alegóricos também devem ser evitados pelo risco de quedas.
Os médicos também recomendam que as grávidas façam algumas pausas durante a folia. Assim que o cansaço bater, o peso da barriga incomodar ou o inchaço das pernas provocar algum desconforto, a grávida deve parar e sentar-se.
Se a gestante está em forma e pratica exercícios regularmente, é provável que ela encare a folia e até mesmo o desfile na avenida muito confortavelmente. Caso contrário, o desfile não é um bom momento para testar suas condições físicas. Se estiver acima do peso, por exemplo, provavelmente se sentirá cansada no meio do caminho, ainda mais se estiver muito pesada, no final da gestação.
A grávida não deve usar fantasias pesadas ou que apertem a barriga porque podem provocar desconforto. O ideal é que a fantasia também dê uma boa sustentação aos seios.
Se a gestante for viajar de carro, o passeio deve ser intercalado com paradas para que a mulher possa caminhar e ativar a circulação sangüínea, principalmente das pernas. Se for de avião, ela também deve levantar-se e caminhar pela aeronave.
Engravidar após uma cirurgia bariátrica também conhecida como gastroplastia é seguro, mas é preciso que as futuras mães fiquem atentas a algumas especificidades da situação.
Dependendo do tipo de cirurgia que foi realizado, é preciso fracionar mais a alimentação ou fazer suplementação de nutrientes para assegurar o desenvolvimento do bebê. Em outros casos, os vômitos, que algumas mulheres experimentam no início da gestação, podem até afetar a cirurgia. O consumo de doces pode levar algumas pacientes a ter taquicardia, sudorese e diarréia.
Em compensação, o emagrecimento diminui os fatores de risco da obesidade durante a gestação.
Na primeira gravidez, Jessica chegou a pesar 128 kg. Teve hipertensão e precisou tomar remédios. Além disso, lembra, não percebeu a barriga crescer, não sentiu os movimentos do bebê dentro de si e não pôde amamentá-lo, pois não produziu leite. Depois do nascimento de Thiago, ela queria engravidar novamente, mas não conseguia, pois, com quase 170 kg, enfrentou problemas de fertilidade.
“A gravidez em mulheres que passaram pela cirurgia tem menos riscos do que em mulheres obesas, já que o excesso de peso predispõe a problemas como diabetes gestacional”, afirma Irineu Rasera Jr., cirurgião colaborador do Hospital das Clínicas da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de Botucatu.
Segundo Rasera, quando a solução adotada é a cirurgia, é importante que a mulher deixe para engravidar após ter atingido um peso estável, o que costuma ocorrer cerca de um ano depois da operação. “Já vi pacientes que engravidaram logo após a cirurgia e foi tudo bem. Mas, em termos emocionais e metabólicos, é melhor esperar”, diz Rasera.
Uma vez grávida, é fundamental que a mulher inclua no pré-natal as visitas à equipe responsável pela operação. “A cirurgia é o primeiro passo de um tratamento que, às vezes, dura a vida inteira. A gestação deve ser acompanhada por nutricionistas e endocrinologistas”, diz Luiz Vicente Berti, presidente da SBCB (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).
Tipos de cirurgia
De forma simplificada, as cirurgias bariátricas podem ser divididas em três tipos: restritivas, disabsortivas e mistas.
Na primeira técnica, que inclui a banda gástrica (colocação de um “anel” na parte de cima do estômago, estreitando a passagem dos alimentos), há uma restrição da quantidade de alimentos que o paciente consegue ingerir.
Na segunda, são feitas intervenções, como a extração do duodeno, que diminuem a capacidade de o intestino absorver os alimentos ingeridos. A mista reúne aspectos das duas técnicas.
Segundo a nutricionista Silvia Pereira, pesquisadora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), cada método demanda ações diferenciadas. “Na restritiva, deve-se fracionar mais a dieta –a gestante deve comer a cada duas horas.”
Isso é importante porque o jejum prolongado pode levar ao uso das reservas de gordura do corpo para o fornecimento de energia, o que leva à criação de substâncias chamadas corpos cetônicos, que podem prejudicar o desenvolvimento dos neurônios do bebê.
Mulheres que fizeram a cirurgia disabsortiva, diz Pereira, sofrem grandes perdas de nutrientes, incluindo proteínas, fundamentais na formação de tecidos do bebê. Por isso, é necessária uma suplementação específica de proteínas, ferro, cálcio e zinco e uma quantidade maior de polivitamínico. Além disso, o cardápio da gestante deve ser rico em carnes e derivados de leite.
Na técnica mista, além das suplementações citadas, há um desafio específico: a vitamina B12, importante para o sistema neurológico tanto do bebê quanto da mãe.
Para ser absorvida pelo sistema digestivo, essa vitamina precisa de uma proteína chamada fator intrínseco. O problema é que essa proteína é produzida numa região do estômago que é extraída na cirurgia mista. A solução é tomar uma injeção intramuscular da vitamina, diz Pereira.
Além disso, diz, 40% dos pacientes que passaram por esse tipo de cirurgia costumam ter a síndrome de dumping, na qual a passagem rápida de açúcares e gorduras para o intestino pode gerar problemas. Por isso, gestantes que foram submetidas a essa técnica devem ter um especial cuidado com esses tipos de alimento.
Ainda segundo Pereira, a menor quantidade de suco gástrico –devido à diminuição do estômago– pode afetar a absorção do ácido fólico, fundamental para a formação do tubo neural do bebê. Assim, a suplementação desse nutriente deve ser feita não só nos primeiros meses, mas sim durante toda a gestação. Outra recomendação é que a gestante faça exames de sangue mensais ou, no máximo, bimestrais.
Foi esse cuidado que permitiu que a funcionária pública Marinice Colombo, 40, evitasse uma anemia em sua primeira gestação. Ela fez a cirurgia em 2003, quando pesava 106 kg, e engravidou um ano depois, com 61 kg. Como é comum nesses casos, ganhou pouco peso: 6 kg.
“Todo mês, fazia exames de sangue. Como o bebê suga muitos nutrientes, é difícil, para nós, repor só com a alimentação. Cinco vezes tive de tomar ferro na veia”, conta.
Na segunda gravidez, Marinice teve um problema que, segundo especialistas, não dá para prevenir: o anel da banda gástrica saiu do lugar, alterando a passagem de alimentos. O problema pode acometer qualquer paciente –em gestantes, os vômitos freqüentes podem levar à alteração. “Eu vomitava muito e, como o anel ‘dançava’, às vezes não passava nada de comida”, lembra Marinice. O problema foi diagnosticado após o parto, e ela retirou o anel. Mesmo assim, conseguiu manter o peso –hoje, de 58 kg.
Segundo Pereira, se a gestante que passou por um procedimento de banda gástrica vomita muito ou percebe alterações na quantidade de alimento que consegue ingerir, deve procurar a equipe responsável pela cirurgia para ver se há algum problema.
Um grupo de mulheres nas Filipinas está contrariando a crença de que lugar de mulher grávida deve ficar de repouso e resolveu balançar os quadris.
Elas praticam Sayuntis, que em filipino quer dizer dança do ventre para grávidas. A modalidade criada pela obstreta Stephanie Fay combina movimentos de dança do ventre e de yoga.
O objetivo é estimular as futuras mamães a se exercitar e se preparar para o parto.
Veja o video e a matéria completa da BBC Brasil no link abaixo:
Veja este caso abaixo como um alerta a respeito do preço que a vaidade pode eventualmente cobrar das mulheres que resolvem fazer uma plástica logo depois do parto…
O que estão chamando de “incidente hospitalar” aconteceu com a mulher do cantor Usher, Tameka Foster, que sofreu uma parada cardíaca durante uma cirurgia de lipoaspiração em um hospital em São Paulo na semana passada, e que estão dizendo que sim pode ter relação com o fato de ela ter dado à luz seu filho mais novo há apenas dois meses.
De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, José Tariki, o tempo indicado para se submeter a um procedimento desse tipo deve ser de seis a oito meses após o parto. “Após uma gravidez, a musculatura do abdome fica distendida, fica flácida, com inchaço. Desde que todos estes fatores oltem à normalidade, a paciente está apta a fazer a cirurgia. Normalmente isso requer um período que pode ser de seis meses a oito meses”, disse.
Segundo informações Tameka teria dito ao médico brasileiro Silvio Sterman, responsável pela cirurgia de lipoaspiração total do abdome, que o parto de seu filho mais novo foi há quatro meses, e não dois, como na verdade aconteceu. Nesse caso, de parto muito recente, a lipoaspiração não chega a ser proibida, mas nem sempre é recomendada.
Na página do médico na internet, uma propaganda em inglês anuncia seus serviços. Sterman tem muitos clientes estrangeiros. Entre eles, uma amiga de Tameka. Foi essa amiga que indicou o brasileiro para a mulher de Usher, que não teria se apresentado ao médico como celebridade internacional.
Uma das maiores estrelas do cinema também não esperou esse prazo. Segundo um renomado cirurgião de Nova York, Angelina Jolie fez uma lipo antes de seu casal de gêmeos completar quatro meses de vida.
Angelina fez a cirurgia sem alarde, e Tameka seguiu a mesma linha. Veio ser operada num pequeno hospital de São Paulo, o São Rafael, na Zona Sul, a 12 horas de avião da Califórnia, onde mora. Seria um procedimento rápido, simples e discreto. Seria.
A mulher de Usher estava na sala de cirurgia e tinha recebido anestesia geral. Quando a lipoaspiração já estava começando, a máquina que monitora os batimentos cardíacos, e outros sinais vitais indicou que o coração dela estava parando.
Quando a situação se complicou, os primeiros cortes já tinham sido feitos na barriga de Tameka. De acordo com especialistas, só 10% das paradas cardíacas são do tipo que ela sofreu - muito difícil de detectar, porque o eletrocardiograma parece normal.
“É mais difícil de reconhecer porque às vezes você olha o monitor, acha que o doente está batendo, mas vai ter que procurar um pulso. A contração do coração é tão fraca que praticamente ele está parado”, explica o chefe da UTI do Incor José Otávio Costa Auler.
Tameka a foi ressuscitada com massagem cardíaca. Depois que o coração voltou a bater, os médicos injetaram soro gelado nas veias da paciente, e enfaixaram os pés e as mãos com toalhas também geladas. O chefe da UTI do Instituto do Coração de São Paulo explica que o resfriamento diminui os danos ao corpo.
“O resfriamento visa dar um tempo para aquela célula recuperar sua atividade. Se você lembrar de que os animais usam isto quando eles fazem a hibernação. Cai a frequência cardíaca, cai o metabolismo”, explica o chefe da UTI do Incor José Otávio Costa Auler.
Com a desaceleração, o passo seguinte foi dar remédios para levar Tameka ao coma induzido.
“O coma induzido é feito justamente para que o cérebro tenha condições de se recuperar do trauma de uma parada. Ele é importante, ele é fundamental em casos como este”, defende Carla Franchi Pinto.
Já estabilizada, a mulher de Usher foi transferida para o Hospital Sírio-Libanês, mais bem equipado que o São Rafael. A preocupação em casos como esse é saber se o cérebro foi danificado.
“O cérebro é altamente dependente de oxigênio. Poucos minutos sem circulação e ele já entra num processo de deterioração às vezes irreversível”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia Luiz Antônio Vane.
Ao saber que a mulher enfrentava graves problemas, Usher voou para São Paulo e se hospedou em um hotel nos Jardins. Ficou no hospital a maior parte do tempo, acompanhado de um neurocirurgião, amigo da família, que também veio de Los Angeles.
Fontes próximas ao caso afirmaram que Tameka se recupera bem e que está tomando antibióticos para combater uma infecção pulmonar, comum nesses casos. Todos os médicos envolvidos estão proibidos pela família da paciente de dar entrevistas. Por causa da repercussão do caso, o Conselho Regional de Medicina abriu uma sindicância para investigar o que aconteceu.
Astro da black music, Usher já vendeu mais de 38 milhões de CDs. Uma mulher exuberante, Tameka é conhecida no meio musical por cuidar do estilo de estrelas da música negra americana.
Uma foto feita no ano novo mostra o cantor Usher ao lado da mulher, Tameka, apenas 20 dias depois do nascimento do segundo filho do casal. Ela não andava satisfeita com os efeitos da gravidez no corpo. Apenas um ano e meio antes, Tameka tinha dado à luz ao primeiro filho com Usher. Ela já tinha outras três crianças de um casamento anterior.
Veja abaixo o video com a matéria completa do Fantástico deste domingo a respeito do caso:
Últimas peças na promoção somente na cor beige no tamanho P. Últimas peças na promoção somente na cor verde no tamanho P. Últimas peças na promoção somente na cor azul no tamanho P.
Segue abaixo um video de um programa Hoje em Dia com a Ticiane Pinheiro, em que ela entrevista a Neli Barboza, que é diretora de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, e fala exatamente sobre gestantes no mercado de trabalho:
Por isto mesmo gostaria de trazer para sua informação neste Blog, o resultado de uma pesquisa recente que mostrou que as vendas de janeiro no comércio foram de modo geral 7% maiores que em 2008 (quando a economia estava num de seus melhores momentos). Mostrando claramente que o consumidor está mais atendo às oportunidades de compras, e está sabendo aproveitar melhor as liquidações.
E na Zazou não é diferente!
Aliás agora esta ainda melhor, pois entramos na fase final de liquidação e queima de estoque de verão, pois dentro de aprox. um mês entra a nova coleção de outono inverno 2009, porém com preços cheios. Daí todas as grávidas querendo aproveitar esta oportunidade final de fazer compras de peças de qualidade com preços bem atrativos, com descontos na faixa de 50% e alguns até mais…
Veja por exemplo a atriz Bianca Rinaldi na loja da Zazou escolhendo uma bermuda para grávida em promoção com 45% de desconto, que ela usou para ficr uma grávida elegante no final de semana que passou na Ilha de Caras em Angra no Rio de Janeiro:
Veja aqui fotos e respectivos preços das peças que estão em promoção:
O período de liquidação foi esticado porque, apesar do bom movimento do Natal, sobrou estoque. Nas lojas para qualquer lado que se olhe, lá está a palavra tão desejada pelo consumidor: liquidação de todo tipo e tamanho.
É a corrida pelos preços baixos!
Muita gente espera passar natal para fazer as compras mais pesadas. Comprar barato todo mundo quer, esteja a economia em crise ou não. Mas o que a pesquisa também mostra é que o consumidor brasileiro está cada vez mais atendo às melhores oportunidades para ir às compras. O consumidor vai se estruturando, ele vai racionalizando seu poder de compra, porque ele já passou por experiências anteriores e sabe como usufruir melhor de uma possibilidade de compra.
Veja abaixo a matéria do Jornal Nacional sobre o assunto:
Tá esperando o que para também comprar suas roupas de grávida?
Corra e venha logo, pois esta chegando ao final e as melhores peças estão saindo rápido e logo acabando…
Durante sua gravidez vai ter que tomar várias decisões sobre compras para o enxoval do seu bebê, algumas delas até relativamente caras, e nem sempre sobre algo que já vez ou tem alguma experiência prática, por isto mesmo vai ficar na dúvida como por exemplo qual carrinho de bebê deve comprar?
Por isto mesmo segue abaixo algumas informações e dicas genéricas que podem ser útil e ajudar nesta decisão.
Para começar quando você precisa sair, é necessário colocar seu bebê em um carrinho, por isto cada vez mais as futuras mães buscam carrinhos de bebê que apresentam mais recursos e que sejam mais resistentes e leves.
Os melhores carrinhos crescem com o seu bebê, combinando o luxo à praticidade de um carrinho com guarda-chuva. Procure um carrinho leve e fácil de dobrar com assentos almofadados removíveis e rodas grandes e duráveis. As estruturas são geralmente feitas de plástico, alumínio, aço ou uma combinação deles, lembrando de que esta composição afeta a resistência e o peso. A maioria dos assentos possui tecido lavável, e a maioria dos carrinhos contém pequenos cestos (veja as restrições de peso, algo que varia consideravelmente mesmo entre cestos de tamanhos semelhantes).
Os carrinhos equipados com guarda-chuva são baratos, extremamente úteis e muito leves. Assim chamados devido às alças semelhantes a um guarda-chuva, esses carrinhos dobram para armazenamento compacto em porta mala de carro, bagageiro de avião e até mesmo restaurantes.
Devido a toda essa praticidade, eles não apresentam o conforto de carrinhos maiores e mais fortes. A maioria dos pais busca um carrinho prático, além de resistente. A menos que possua uma opção de reclinação (a maioria não tem), um carrinho estilo “guarda-chuva” não é adequado a crianças com menos de seis meses. A maioria possui coberturas e alguns apresentam armazenamento embaixo ou atrás do assento.
Alguns possuem dispositivos de fácil manuseio em viagens e fáceis de montar/desmontar, também conhecidos como carrinhos conversíveis/bebê-conforto. Podem ser assentos infantis para uso em carros, carrinhos de bebê e carregadores, todos em um. Muitos pais gostam da facilidade em tirar o bebê do carro e colocá-lo no carrinho, sem precisar realizar tarefas de monta-e-desmonta muito complicadas. Outros acham que esse sistema é extremamente complicado e preferem comprar um modelo bebê-conforto separado e um carrinho mais leve. Os recursos incluem acessórios como barras de brinquedos, amplos cestos para objetos, porta copos etc.
Mas então como comprar um?
A escolha do melhor carrinho depende do seu estilo de vida. Você precisa de um espaço conveniente para guardar objetos das compras feitas durante a viagem? Procure algo luxuoso com muitos locais para guardar diversos tipos e tamanhos de volumes extras. Você é um aventureiro? Escolha um carrinho mais duro. Isso irá suportar os elementos e proteger da área rochosa. Você sobe e desce muitas vezes a escada com o carrinho? Procure um modelo mais leve e facilmente desmontável. Os carrinhos de bebê não melhoram drasticamente com o passar do tempo. Sendo assim, se você planeja ter mais de um filho, compre um carrinho de boa qualidade que dure bastante tempo. Cintos de cinco pontos são os melhores principalmente em carrinhos triciclo.
Alças ajustáveis são muito úteis para pais que são muito baixos ou muito altos (ou casais, com uma pessoa baixa e a outra alta!). Os pais nunca têm mãos livres o suficiente. O melhor é um recurso que abra e feche com um toque. Não se esqueça de testar todos s modelos antes de comprar! Conforto, capacidade de manobra e facilidade de travar podem ser preferências totalmente pessoais.
Como a conveniência é o principal ponto dos carrinhos estilo “guarda-chuva”, procure o carrinho mais leve (todos eles possuem menos de 7,5 kg) e mais compacto, que seja fácil para abrir e fechar. Um pequeno cesto de armazenamento é um diferencial, assim como o mecanismo de trava automática e qualquer forro no assento (no entanto, a maioria é feita de linho grosso em almofadado). Teste o seu filho no carrinho, se possível. Na vertical, alguns podem ser desconfortáveis. É ideal ter um recurso de reclinação.
Se você for comprar um para viagens, leia primeiro as introduções para o bebê-conforto e o carrinho para ter a certeza de que o modelo que você pretende comprar tenha todos os recursos de segurança e conforto recomendados para esses produtos. Além disso, verifique os fechos que prendem o assento ao carrinho (eles devem ser resistentes e seguros). Faça também um teste para verificar se o movimento de retirar do carro e colocar no carrinho é rápido e fácil o suficiente. Procure um cinto de cinco pontos e, de preferência um sistema de freio único, com pedal.
Por fim dê preferência por uma boa marca conhecida no mercado e compre em uma boa loja especializada com opções de escolha.
Se você pudesse, você escolheria cor dos olhos e cabelos do seu bebê?
Provavelmente muitas de vocês. Afinal que mulher grávida não tenta adivinhar quase que diariamente a cor dos olhos, o tipo de cabelo e até a estatura do futuro bebê?
Mas saiba de que com os avanços na pesquisa genética, o sonho se tornou realidade em algumas clínicas dos Estados Unidos. É o que informa a versão online do The Wall Street Journal.
Segundo a publicação, a clínica Fertility Institutes, em Los Angeles, já estaria oferecendo o procedimento Pre-implantation Genetic Diagnosis(PGD - que pode ser traduzido por Diagnóstico Pré-Implantacional) a alguns clientes.
Usado anteriormente apenas para evitar doenças congênitas graves nos recém-nascidos, a técnica foi aprimorada para que se pudesse selecionar o padrão estético das crianças. Apesar de não estar formalmente provado que a Fertility Institutes possa mesmo promover essa seleção, ela deu um salto nas pesquisas mostrando que um bebê pré-selecionado não é mais algo à la ficção científica.
“Se nós vamos produzir bebês condicionados a serem superiores geneticamente, estamos correndo o risco de criar novas formas de discriminação”, rebate Marcy Darnovsky, diretor executivo do Centro de Genética e Socidade. O que significa que a seleção de crianças com tendências a serem alta, por exemplo, pode induzir a um preconceito silencioso contra pessoas de baixa estatura.
Uma pesquisa feita com 999 pessoas que buscavam por aconselhamento genético descobriu que a maioria gostaria de eliminar os riscos de doenças hereditárias graves. O estudo aponta ainda que 56% buscavam eliminar cegueira, 75% doenças mentais, enquanto 10% gostariam de descobrir habilidades genéticas e selecionar estaturas altas. Os dados mostram ainda que 13% dos entrevistados apóiam a seleção de inteligências superiores.
Mas, o aprimoramento genético pode não ser tão simples. A maioria das características humanas, por exemplo, são controladas por múltiplos fatores, e o conhecimento sobre seu funcionamento é ainda incompleto. Apesar das habilidades atléticas e da inteligência serem determinadas pelo DNA, fatores ambientais são determinantes e não podem ser controlados por laboratório. A técnica PGD pode ainda ser usada para selecionar embriões com propensão a ter as mesmas deficiências dos pais, como a surdez.
Pesquisa encabeçada por John Hopkins descobriu que 3% das clínicas de fertilização têm oferecido o tratamento - o que, as vezes, é descrito como “aprimoramento negativo”. Os grupos que defendem a opinião argumentam, por exemplo, que uma criança surda nascida de pais surdos tem melhores chances de interagir na cultura de sua família.
Kari Stefansson, chefe executivo do deCode, salienta que os testes podem apenas promover um certo nível de probabilidade das características físicas da criança, não uma garantia absoluta. “Sou veementemente contra essas descobertas, elas diminuem a diversidade humana, isso é perigoso”, comenta.
No Video abaixo mostra um bate-papo com o obstetra Fernando Moreira de Andrade, mestre em medicina fetal pela Unifesp, que fala da gravidez tardia, tirando as principais dúvidas:
Dando continuidade a conversa das fraldas, outra dúvida comum, é quanto vai custar comprar tantas fraldas assim?
Para isto foi feito recentemente um levantamento em uma grande e tradiconal loja que vende fraldas com bons preços. Levando em consideração a média de preços das fraldas mais caras e melhores, mas também de marcas mais baratas, mas ainda legais e de qualidade, até para ver a diferença.
O resultado chega a valores gasto em fraldas em 2 anos de R$ 4,4 mil se for usar uma boa marca e de R$ 3,4 mil se for usar uma mais barata. Dando uma diferença de R$ 1 mil só nisto em dois anos.
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Tamanhos = R$ X No fraldas = Valor Total
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P (melhor) = R$ 0,59 cada X 630 fraldas = R$ 371
P (+ barata) = R$ 0,49 cada X 630 fraldas = R$ 309
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M (melhor) = R$ 0,67 cada X 540 fraldas = R$ 362
M (+ barata) = R$ 0,55 cada X 540 fraldas = R$ 297
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G (melhor) = R$ 0,81 cada X 4500 fraldas = R$ 3645
G (+ barata) = R$ 0,62 cada X 4500 fraldas = R$ 2790
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Espero que isto lhe ajude a fazer seu planejamento e orçamento, pois os gastos estão apenas começando…
“Ao optar por uma cesárea agendada, você e seu médico estabelecem uma data em que entrarão no hospital de maneira razoavelmente tranqüila e despreocupada, e ele extrairá seu bebê através de um pequeno corte acima dos seus pêlos pubianos. Existem inúmeras razões para se agendar uma cesariana – outras mulheres escolhem a cesariana porque querem manter o tônus vaginal de uma adolescente, e seus obstetras encontram uma explicação médica que convencerá a seguradora.” — VIovine, The girlfriends’ guide to pregnancy (1995)
Esta declaração de um popular livro norte-americano ilustra o nível de tolerância da sociedade para com a escolha de cesariana pela mulher e para com a fraude cometida pelos médicos contra a seguradora. Esse tipo declaração é reforçado quando o novo presidente da Academia Americana de Obstetrícia e Ginecologia (”American College of Obstetricians and Gynecologists”) refere-se a este procedimento cirúrgico abdominal de grande porte como “aprimoramento da vida”. A cesariana tem salvado as vidas de muitas mulheres e bebês em todo o mundo. Então, por que não permitir à mulher a escolha da cesárea? Infelizmente, a opção de escolher (ou exigir) não é tão simples. Cesáreas, mesmo quando eletivas, implicam sérios riscos para a mãe e o bebê.
Parece haver um movimento nos círculos médicos para promover o direito da mulher de escolher a cesariana. Em 1997, um jornal de obstetrícia publicou uma pesquisa com médicas obstetras, na qual 31% destas mulheres declararam que, se tivessem uma gravidez única, sem complicações e a termo, optariam pela cesariana.2 O BMJ3 e o NEJ Med4 se juntaram a esse movimento. Em 1999, no BMJ, uma professora de Letras feminista lamentou que “preconceitos médicos e sociais contrários à libertação da mulher de sua condenação bíblica ao parto doloroso ainda estão entre nós”, e um defensor dos consumidores declarou, “não acredito que alguém tenha o direito de exigir que a mulher tenha um parto vaginal”.5 Existe uma relação interessante entre a promoção da escolha por parte da mulher e o grau em que o procedimento é favorável aos médicos. Tentar um parto normal após uma cesárea (PNAC) é mais seguro que fazer outra cesárea, mas não existem artigos em jornais médicos promovendo o direito da mulher de escolher um PNAC. A cesariana é favorável aos médicos; o PNAC não.
Riscos
Por trás das tentativas de se justificar a escolha das mulheres pela cesárea está a afirmação: “a cesariana nunca foi tão segura”. Existe uma gradação dos riscos nas emergências obstétricas, que vai desde a cesárea planejada para evitar complicações, quer com a mãe, quer com o feto, até a cesárea escolhida pela mulher sem indicações médicas. A maioria dos dados a respeito dos riscos apenas diferencia a cesariana “de emergência” da “eletiva”, mas, considerando-se que muitos dos riscos existem independentemente do motivo pelo qual a cesárea é feita, a cesárea eletiva, como uma cirurgia abdominal de grande porte, ainda apresenta riscos maiores.
A resposta para a pergunta “Qual é o nível de segurança da cesariana?” depende de quem está respondendo. Se a cesárea é feita, a mulher e seu bebê correm riscos, enquanto que se a ela não é feita, o médico corre riscos. Isto ajuda a explicar porque riscos comprovados para a mulher e seu bebê não são amplamente discutidos e normalmente não são apresentados pelos médicos.
Os dados mais confiáveis sobre mortalidade materna vêm do “Inquérito Confidencial do Reino Unido sobre Morte Materna” (”UK Confidential Enquiries into Maternal Deaths”). Embora possa ter sido uma política obstétrica omitir o capítulo habitual sobre mortalidade materna relacionada à cesariana, dois cientistas calcularam essa taxa a partir de dados do relatório.6 Uma cesárea eletiva sem característica de emergência apresentou um risco 2,84 vezes maior de morte materna do que um parto vaginal nas mesmas condições. Dado que o controle aleatório desse tipo de pesquisa não é eticamente possível, os dados do Reino Unido acerca de 153.929 procedimentos eletivos fornecem fortes evidências do aumento do risco de morte materna com a cesárea por escolha da mulher.
Outros riscos incluem a morbidade associada a qualquer procedimento cirúrgico abdominal de grande porte (acidentes anestésicos, danos aos vasos sanguíneos, prolongamento acidental da incisão uterina, danos à bexiga ou a outros orgãos7). 20% das mulheres desenvolvem febre após a cesariana, na maioria das vezes devido a infecções iatrogênicas.7 Existem também os riscos relacionados à existência de uma cicatriz no útero, incluindo diminuição da fertilidade, aborto, gravidez ectópica, placenta abrupta e placenta prévia.7-9 O uso indiscriminado da condenada droga misoprostol para indução do trabalho de parto criou um novo risco. Mulheres que tentam um parto vaginal após cesárea a quem se administra misoprostol apresentam uma taxa de ruptura uterina de 5,6%, comparada com uma taxa de ruptura de 0,2% em mulheres na mesma situação e que não são submetidas à droga.10 Todos estes riscos afetam gravidezes subseqüentes, mesmo que a cesárea não tenha sido emergencial.
Numa cesárea de emergência em que o bebê apresenta algum problema durante o trabalho de parto, os riscos da cirurgia para o bebê são provavelmente superados pelos riscos de não realizá-la. Nos casos em que o bebê não está com problemas, ainda existem riscos para ele, o que significa que uma mulher que escolhe a cesariana submete seu bebê a um perigo desnecessário. O fato de algumas mulheres, ainda assim, optarem pela cesariana é um forte indício de que elas não foram advertidas disso.
O primeiro risco para o bebê é a chance de 1,9% de o bisturi do cirurgião acidentalmente lacerar o feto (6% nas apresentações não-vértice, ou não-cefálicas).11 Os obstetras podem estar menos cientes deste risco – em um estudo, apenas uma das 17 lacerações fetais foi registrada pelo médico.11 Um risco muito mais sério é o de complicações respiratórias. O procedimento da cesariana por si só é um forte fator de risco para a síndrome da angústia respiratória em bebês prematuros, e para outras formas de disfunções respiratórias em bebês a termo.7 O risco de o bebê apresentar a síndrome da angústia respiratória é significativamente reduzido quando se permite à mulher entrar em trabalho de parto antes da cesárea.
Outro perigo é a prematuridade iatrogênica. Mesmo com repetidas ultrassonografias, existem erros de diagnóstico sobre quando realizar a cesariana. Cesáreas eletivas após o início do trabalho de parto reduziriam este risco. Tanto a síndrome da angústia respiratória quanto a prematuridade são causas importantes da morbidade e mortalidade neonatais.
Benefícios
Os benefícios da cesárea dependem do motivo que levou a realizá-la. Quando a cesárea é escolhida pela mulher, a característica da cesárea de emergência de salvar vidas não está presente.
A ausência de dor, como um benefício para a mulher, é uma falsa promessa. A possibilidade de marcar a cesárea antecipadamente realmente oferece conveniências para a mulher e sua família. A promessa de manter “o tônus vaginal de uma adolescente” (freqüentemente anunciada em livros populares e em hospitais latino-americanos) é real, embora provavelmente beneficie mais o parceiro sexual do que a própria mulher. Alega-se que a cesárea provoca menos danos à genitália, mas muitos dos danos apresentados atualmente no parto vaginal são causados pela prática de se apressar um segundo estágio de trabalho de parto descomplicado, pelo uso desnecessário do fórceps ou do vácuo-extrator, e pela episiotomia desnecessária.7,8 Em países como o Brasil, onde os direitos reprodutivos não estão disponíveis em sua totalidade para as mulheres, a cesárea proporciona uma oportunidade para a esterilização sem caracterizar uma contravenção aberta da lei.
Na cesárea por escolha da mulher, não há evidências científicas que sugiram qualquer benefício para o bebê. As mulheres que escolhem um parto “natural” ou domiciliar são criticadas por alguns médicos por serem egoístas, por estarem mais preocupadas com suas próprias necessidades do que com a segurança do bebê, críticas que não são baseadas em evidências. Considerando-se as evidências sobre os riscos e a ausência de benefícios para o bebê quando as mulheres escolhem a cesárea, o rótulo “egoísta” seria mais adequado para as mulheres que fazem essa escolha – não fosse pelo fato de que estaríamos assim culpando as vítimas. Muito freqüentemente a opção da mulher pela cesárea está baseada num medo profundamente enraizado e em falta de autoconfiança, resultantes da atitude daqueles médicos que temem, eles próprios, o parto vaginal e, portanto, alimentam a ansiedade de suas pacientes.
Em contraste, há muitos benefícios para o médico.
Uma razão comumente apresentada para as altas taxas de cesárea é a “obstetrícia defensiva”. Numa pesquisa recente, 82% dos médicos utilizaram essa prática para evitar processos por negligência.12 Quando um parto tem resultados negativos, os médicos são processados e criticados por não terem lançado mão de intervenções tais como a cesárea. Os médicos são raramente criticados por intervenções desnecessárias. No entanto, a obstetrícia defensiva viola o princípio fundamental da prática médica: todo e qualquer procedimento adotado pelo o médico deve ser realizado antes de tudo e principalmente para o benefício do paciente. Se um médico faz uma cesárea porque tem medo de ser processado ou porque teme os altos custos do seguro, este médico não está praticando boa medicina.
Obstetras tendem a culpar as mulheres, os advogados e o sistema legal por tantos litígios, ao invés de analisarem o seu próprio papel. Na Irlanda houve um aumento de 450%, entre 1990 e 1998, nas ações por negligência médica, e os casos de obstetrícia e ginecologia representaram quase metade dos processos que resultaram em indenizações.12 A União de Defesa Médica (”Medical Defence Union”) propõe um procedimento mais acessível para reclamações, uma solução que pode evitar que as queixas cheguem aos tribunais, mas que não dá conta da insatisfação subjacente das mulheres. Por que há essa insatisfação geral com os serviços das maternidades na Irlanda? Nesse país há pouquíssima escolha em relação a esse tipo de serviço. Quase todos os hospitais praticam um “manejo ativo” altamente estruturado, uma abordagem que teve início em Dublin, na qual “ativo” refere-se à equipe médica, e não à mulher que está parindo, e na qual a escolha é efetivamente eliminada. Outra fonte de insatisfação deriva de uma promessa não cumprida. Para convencer as mulheres a renunciarem ao conforto e segurança de suas casas e irem parir nos hospitais, médicos e hospitais acharam necessário prometer um parto e um bebê perfeitos. No entanto, se você brinca de Deus, você torna-se culpado pelos desastres maternos. Não existe um lugar onde a mortalidade materna ou a mortalidade perinatal sejam nulas. Ao longo da história, as mulheres aceitaram essa dura realidade – até recentemente, quando os médicos começaram a prometer a perfeição. Agora, quando algo dá errado, as mulheres e famílias sentem-se enganadas e buscam respostas, mas são freqüentemente evadidas por médicos e hospitais.
Talvez o litígio seja um mal necessário, fornecendo um cenário onde mulheres e famílias podem tentar encontrar respostas para suas preocupações num fórum público, o qual nem mesmo os médicos podem sempre evadir. O litígio funciona também como um sintoma, nos alertando sobre os sérios problemas subjacentes à assistência ao parto.
De qualquer modo, a obstetrícia defensiva não funciona. Durante os anos em que a obstetrícia defensiva se expandiu, não houve qualquer decréscimo nas ações judiciais.
A cesárea eletiva é conveniente; ela permite aos médicos se aproximarem de uma “obstetrícia diurna”. Estudos do Reino Unido e dos EUA mostram não só que os nascimentos acontecem muito mais comumente de segunda a sexta-feira durante o dia, mas também, e mais surpreendentemente, que as cesáreas de emergência são realizadas em dias de semana preferenciais e no horário diurno.7 A cesárea leva 20 minutos, enquanto no parto vaginal o médico tem que permanecer no hospital por 12 horas ou mais. Em sistemas tais como os adotados nos EUA, no Canadá, na Bélgica e no Brasil, onde os obstetras são responsáveis pela atenção materna primária, incluindo as consultas pré-natais de rotina e o atendimento aos partos normais, a conveniência da cesárea é vital para sua prática.
Médicos e hospitais quase sempre são bem melhor remunerados pela cesárea do que pelo parto vaginal. Estudos dos EUA mostram que as candidatas mais prováveis à cesárea são mulheres brancas, casadas, que possuem plano de saúde privado e que dão à luz em hospitais particulares.7 Essas são as mulheres que apresentam os menores riscos de desenvolver complicações que possam exigir uma cesárea – um raro exemplo de mulheres abastadas que recebem uma assistência menos segura do que as mulheres de baixa renda. A OMS afirma: “Nos Estados Unidos o fator lucro explica as taxas de cesariana específicas dos hospitais, que foram altas mesmo para o padrão norte-americano”.13
No sistema privado de saúde, a cesárea é um dos procedimentos cirúrgicos de grande porte mais comuns, lotando leitos e salas cirúrgicas e fornecendo uma importante fonte de renda. Os hospitais particulares competem por pacientes e desencorajam partos em ambientes não hospitalares. Interesses comerciais também promovem os partos de “alta tecnologia”, que necessitam de equipamentos. As altas taxas de cesárea beneficiam os médicos, os hospitais e a indústria.
O direito à escolha
Uma mulher que consente qualquer procedimento médico deve ter acesso a informações completas e imparciais a respeito do que se sabe sobre as chances do procedimento tornar as coisas melhores (eficácia) e piores (riscos). Enquanto este princípio de escolha informada está ganhando aceitação, ainda há incrédulos, como o médico que, após a leitura de um esboço deste artigo, comentou: “Gostaria de saber se algum médico tem tempo a dispor, ou alguma paciente tem a paciência de ouvir, informações completas e imparciais a respeito do que se sabe”.
Os médicos precisam, primeiramente, ter eles mesmos essas informações. Infelizmente, eles tendem a basear seus conhecimentos e práticas em “padrões de prática” estabelecidos por outros médicos – padrões que estão freqüentemente em descompasso com a evidência científica.14
Em um estudo de 1998, 76% dos médicos pesquisados conheciam o conceito de prática baseada em evidências, mas apenas 40% acreditavam que a evidência era muito aplicável em sua própria prática, apenas 27% tinham familiaridade com os métodos de revisão crítica da literatura, e, em face a um problema, a maioria consultaria um colega ao invés das evidências”.15
O conhecimento insuficiente dos médicos sobre evidências é potencializado pelo fato de que novas informações sobre eficácia e riscos surgem continuamente. Um alvo em movimento demanda mais leitura.
Informações prontamente disponíveis aos médicos podem ser tendenciosas, produzidas por firmas comerciais com interesses lucrativos ou por organizações profissionais que têm o desejo de promover mais dados sobre procedimentos favoráveis aos médicos. Por exemplo, muitas organizações obstétricas promovem o parto hospitalar, omitindo as evidências sobre a segurança do parto domiciliar planejado. Os médicos também estão se voltando para a internet, onde as salas de bate-papos médicos estão repletas de informações errôneas sobre eficácia e riscos, sem qualquer controle de sua validade.
Alguns acreditam ser a ignorância dos médicos uma forma de negligência16. A menos que os médicos possam fornecer informações corretas, as mulheres não serão capazes de fazer escolhas verdadeiramente conscientes acerca da assistência à gravidez e ao parto.
Uma mulher que escolhe a cesariana como meio de evitar a “condenação bíblica a um parto doloroso” está extremamente mal informada. Ao escolher uma cesariana, ela troca 12 horas de dor de trabalho de parto por severas dores e debilidade pós-operatórias e um período de recuperação mais longo com semanas ou mesmo meses de dor.
Uma mulher liberada esforça-se, com toda a razão, para não ser controlada pelos homens, mas se ela aceita o dominante modelo obstétrico masculino, ela desiste de qualquer chance de controlar o seu próprio corpo e de fazer escolhas verdadeiras. Muito já foi escrito sobre como é libertadora para a mulher a experiência de dar à luz quando é ela quem controla o processo. Mulheres que exigem escolha, mas apenas obtêm informações selecionadas que favorecem os médicos, aliam-se inadvertidamente aos interesses médicos, embora chamem isso de feminismo.
Uma mulher tem o “direito” inalienável de escolher uma cesárea? Já foi claramente estabelecido na lei que um indivíduo tem o direito de recusar tratamento médico, mas isso não significa que o inverso também é verdadeiro – que um indivíduo tem o direito de exigir um tratamento médico que não tenha indicação clínica. Se uma mulher solicita uma cesárea, mas seu pedido é recusado por não haver indicações médicas, é correto dizer que ela será “forçada” a ter um parto vaginal? A gravidez não é uma doença. A maioria das mulheres não precisa de tratamentos médicos ou cirúrgicos durante a gravidez, o parto e o puerpério. O parto vaginal é a conseqüência da gravidez, um estado pelo qual a mulher e o seu parceiro sexual devem responsabilizar-se, e não a profissão médica.
Se um determinado procedimento vai contra os princípios religiosos do clínico, ele tem o direito de recusar executá-lo. Assim, um médico não pode usar a desculpa de que foi a mulher quem escolheu a cesárea, e então “eu sou obrigado a realizá-la”. Se a mulher solicita uma cesárea para a qual não exista uma indicação clínica e que, até onde o saber médico vai, traz riscos para a mulher e seu bebê que superam qualquer possível benefício, o médico tem o direito, talvez até o dever, de recusar.
Se um paciente apresenta gripe e exige antibióticos, o clínico tem o direito de negá-los, sob o argumento de que antibióticos não irão ajudar e porque seu uso excessivo levará a uma resistência a esse tipo de medicamento que poderia ameaçar a comunidade como um todo. O uso abusivo de cesáreas eletivas também ameaça a comunidade. Nem mesmo os países mais ricos podem fazer tudo. Escolhas têm que ser feitas sobre que tratamentos médicos e cirúrgicos devem ser financiados. Uma cesárea que é realizada porque a mulher optou por este procedimento requer um cirurgião, possivelmente um segundo médico para assisti-lo, um anestesista, enfermeiros, equipamentos, uma sala cirúrgica, sangue disponível para transfusão e uma internação hospitalar pós-operatória mais longa. Se uma mulher é submetida a uma cesárea eletiva simplesmente porque essa é a sua preferência, haverá menos recursos para o resto do sistema de saúde. No Brasil há hospitais com taxas de cesárea de 100%, distritos sanitários com taxas de 85%, e um Estado inteiro com uma taxa de 47,7% de cesárea17. Isto representa uma enorme evasão dos limitados recursos do país. Para piorar, as taxas de mortalidade materna cresceram nas áreas do Brasil que apresentam essas altas taxas de cesáreas18. A cesárea a pedido é um luxo caro e perigoso.
Outra questão ética é o direito à igualdade de acesso ao sistema de saúde. Em muitos países não há igual acesso para todas as mulheres à assistência materna básica, como a cesárea de emergência. Mas uma questão ética muito diferente é colocada pela pergunta: se mulheres ricas podem escolher a cesárea, todas as mulheres deveriam ter esse direito? Discussões sobre a eqüidade de acesso precisam começar com a seguinte pergunta: acesso a quê? Deveríamos insistir que já que mulheres ricas podem pagar para aumentar cirurgicamente seus seios quando os acham pequenos demais, fundos públicos do sistema de saúde, apesar de limitados em todos os países, deveriam ser usados para permitir a todas as mulheres o aumento cirúrgico dos seios?
À luz dessas questões éticas, o Comitê para Aspectos Éticos da Reprodução Humana e da Saúde da Mulher da FIGO (a organização internacional que abriga as sociedades de obstetrícia nacionais) declara em um relatório de 1999: “Realizar cesariana por motivos não-médicos não é eticamente justificado”19.
Por que há uma promoção da escolha da mulher pela cesárea?
Depois de duas décadas de ascensão das taxas de cesárea em muitos países, esforços para reduzir esta taxa finalmente começaram a surtir efeito. A meta dos EUA de reduzir sua taxa de cesárea de 25% para 15% até este ano não foi totalmente atingida.
Entretanto, observa-se uma corrente contra este esforço para baixar as taxas de cesárea que se manifesta através de um questionamento das taxas de cesárea consideradas ótimas;1,4,5 de advertências de que uma redução desta taxa poderia ser perigosa;4 ou da alegação de que são as mulheres que querem a cesárea.1-5
Não há evidências de que uma taxa de cesárea maior do que 7% salve vidas.8 A taxa ótima mais citada é a de 10–15% da OMS.20 Este percentual foi calculado numa conferência da OMS que contou com 62 participantes de mais de 20 países.7 A partir de uma revisão minuciosa de trabalhos publicados, os participantes ficaram cientes de todos os riscos da cesárea. Eles então estudaram variações nas taxas de cesárea e descobriram que vários países com taxas de mortalidade materna e perinatal muito baixas tinham taxas de cesárea próximas a 10%. Não houve evidências de que taxas de cesárea acima deste nível reduziram as taxas de mortalidade. A recomendação consensual final foi modificada para 10-15% (10% para a população em geral, 15% para a população de alto risco). Esta recomendação não foi nem um pouco arbitrária.
Alguns acreditam que os bebês estão ficando maiores enquanto a abertura pélvica feminina, não. Não há provas de que os bebês estejam ficando maiores. Além disso, na Suécia, na Dinamarca e na Holanda a taxa de cesárea é próxima a 10%, com uma das menores taxas de mortalidade materna e perinatal do mundo – e não há evidências de que as mulheres desses países tenham bebês menores ou de que seus quadris sejam mais largos do que os das mulheres nos Estados Unidos, no Canadá ou no Brasil.
Alega-se também que avanços tecnológicos explicam porque “o nascimento se tornou muito seguro”.4 Entretanto, não há provas da existência de uma relação causal entre o resultado do parto e o uso de tecnologia ou o aumento de cesáreas. Nesses últimos 20 anos não houve melhoras significativas nas taxas de paralisia cerebral, de baixo peso ao nascer, de mortalidade materna, ou no componente fetal da mortalidade perinatal nos países industrializados. Um estudo do Centro Nacional de Estatísticas da Saúde (”National Center for Health Statistics”) dos Estados Unidos comenta: “As comparações das taxas de mortalidade perinatal com a cesariana e com o parto vaginal operatório não demonstram nenhuma correlação consistente entre países”,21 um veredicto também proferido pela Unidade Nacional de Epidemiologia Perinatal de Oxford (”Oxford National Perinatal Epidemiology Unit”), na Inglaterra.22
Uma razão para a promoção de altas taxas de cesáreas é raramente discutida. Quando a assistência materna é caracterizada pela hegemonia médica e as parteiras são marginalizadas, as taxas de cesárea são mais altas – como, por exemplo, na América do Norte e no Brasil urbano. Incumbir um cirurgião obstetra altamente treinado de um parto normal é análogo a contratar um cirurgião pediatra como babá de uma criança saudável de 2 anos. As parteiras utilizam-se de um paradigma diferente ao focar não na potencial anormalidade da gravidez, mas na sua normalidade. Para uma parteira um parto pélvico é uma variação do normal; para um médico é uma condição patológica. As taxas de cesárea são menores quando parteiras em vez de médicos atendem o partoi. A promoção da cesariana faz parte de uma campanha para manter a profissão obstétrica no controle da assistência materna.23 Os médicos tendem a preferir a tecnologia; como um renomado obstetra do Canadá disse: “A natureza é uma má obstetra”.
Foram listados, em uma matéria no site WebMD, os maiores medos e as maiores surpresas de se ter um filho.
O ranking foi feito depois de uma vasta pesquisa com especialistas no assunto e, claro, muitas mamães, e inclusive também as especialistas.
Em tradução bem livre, são eles:
10 maiores medos
1) Da dor do parto
2) Da perda de interesse do parceiro
3) De que tudo pode machucar o bebê
4) De não conseguir o parto normal e ter que fazer uma cesárea
5) De o bebê ter algum defeito
6) De perder o controle
7) De usar coisas proibidas na gravidez sem querer
8) De não ser uma boa mãe
9) De ficar gorda pra sempre
10) De não conseguir criar outro bebê no futuro
10 maiores surpresas
1) O poder de aninhar (“power of nesting”)
2) A mudança de prioridade (seu bebê é a prioridade)
3) Amar como você nunca imaginou
4) Ficar magra de novo
5) Amamentar, na verdade, é mais fácil do que você pensa
6) Nem todo mundo está feliz por causa do seu bebê
7) Você ainda tem MUITO a aprender
8) Você consegue viver com tão pouco sono
9) O desprendimento das coisas
10) O tempo passa realmente muito rápido
Fizemos na semana passada mais uma edição, desta vez de Verão 2009, da campanha exclusiva da Zazou, chamada: “Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos“, em parceria com o Estúdio FSVP, das fotografas especializadas em gestantes Fernanda e Valéria. Aonde convidamos as grávidas interessadas para fotografar vestidas de Zazou em nossa loja.
Em breve o resultado destas fotos vão estar disponível na área das grávidas famosas, porém gostaria de já dar uma prévia de algumas fotos para vocês verem como elas ficaram lindas vestidas de Zazou:
Temos maior orgunho de nossas clientes! Valorizamos muito isto! E esta é uma forma de demonstrarmos isto e agradecermos a preferência…
Nestes dois dias de vento a loja ficou a maior festa, qando tivemos mais de 30 grávidas participando, isto tudo com direito a uma linda mesa arrumada cheia de docinhos e bem-nascidos da loja Bavette Patisserie et Bebe, especializada em mesas para cha de bebê, maternidade e batizados, que as grávidas e seus acompanhantes adoraram, e em especial os maridos, também tivemos um espumante nacional premiado da loja AOC Vinhos do Brasil, como podem ver na foto abaixo:
Para maiores informações de como fazer fotos e um belo book de sua gravidez para guardar de recordação fica a dica para darem uma visitada no site do Estúdio FSVP (http://www.fsvp.com.br).
Vocês já devem ter ouvido falar e até participem do Second Life, que é uma comunidade virtual em 3D, aonde pode ter uma vida paralela, mas com as mesmas coisas e situações de uma vida real, inclusive ficar grávida e ter um bebê.
Pois trago abaixo um video de uma usuária do Second Life que mostra o seu “parto virtual” e ainda de gêmeos: