O Setor de Reprodução Humana do Hospital São Paulo, ligado à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), existe há 15 anos e realiza todos os tipos de tratamentos para a infertilidade, com procedimentos médicos gratuitos e quase todos os tipos de exames sem custos aos pacientes. O casal arca com a responsabilidade de pagar a medicação necessária, alguns exames e, em alguns casos, a internação hospitalar.
Os casais devem se inscrever para participar dos programas pelo telefone 0800 7723322. Eles iniciam os tratamentos após participarem de palestras que esclarecem os problemas existentes e o que se pode fazer. Em função da demanda, estes tratamentos são recomendados para mulheres com até 37 anos.
O Programa de Reprodução Humana do Hospital São Paulo conta com o apoio da Merck Serono.
“As pessoas só pagam pelos medicamentos ou serviços não custeados pelo SUS (Serviço Único de Saúde)”, explica o Dr. Renato Fraietta, um dos coordenadores do serviço.
O Programa do Hospital São Paulo oferece todos os tratamentos para infertilidade, desde os mais simples (a estimulação ovariana), aos mais complexos, como a Fertilização in Vitro (FIV) e a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI). Além de reversão de laqueadura, reversão de vasectomia e cirurgia de varicocele. Todos têm custos, por cada tentativa, que variam de R$ 2 mil (inseminação) a R$ 7 mil (fertilização in vitro), sempre relativos a medicamentos, exames e procedimentos não cobertos pelo SUS. Os procedimentos médicos e grande parte dos exames são gratuitos.
No caso de reversão de laqueadura, o Dr. Fraietta informa que o índice de sucesso é de 80%, sendo que a paciente deve arcar com custos dos fios cirúrgicos e internação.
O Programa do Hospital São Paulo também possui Banco de Sêmen e um Programa de Ovodoação, único público existente no Brasil. Esse programa é indicado para mulheres mais velhas, ou que, por vários motivos, não têm óvulos.
“Trata-se de um trabalho simultâneo, enquanto uma mulher mais jovem, compatível e com as mesmas características genéticas está passando por uma estimulação de ovulação. Ela geralmente forma de 10 a 15 óvulos, sendo que serão utilizados no máximo quatro. Os óvulos excedentes, de boa qualidade, poderão ser doados”, explica o Dr. Fraietta.
Ainda dentro do programa são realizados tratamentos de reprodução assistida para pacientes HIV positivos, com risco quase zero de contaminação da criança. Além de tratamentos para pacientes com traumatismos raquimedulares.
Todas as técnicas de reprodução assistida são mais eficientes em mulheres até 37 anos, quando a chance de sucesso de gravidez pode chegar aos 50%. Para as mulheres com mais de 40 anos essas chances caem para cerca de 20%. Para os homens a idade não é tão preponderante. Busca-se um sêmen de boa qualidade, mesmo que os espermatozóides tenham que ser capturados nos testículos. Ao contrário das mulheres, que nascem com um número fixo de óvulos e os vão perdendo ao longo da vida, os homens produzem espermatozóides durante toda a vida.
Mais nformações e inscrições para o Programa de Reprodução Humana do Hospital São Paulo podem ser conseguidas pelo telefone 0800 7723322.
Segue abaixo um video com várias informações e detalhes úteis com dicas legais de um advogado sobre os direitos dos pais em relação a licença paternidade:
“Eu vos glorifico, Pai celeste, Deus Criador, porque fizestes em mim grandes coisas e vai nascer de mim um filho, fruto de um amor, que abençoastes.
Jesus, Filho de Deus, que me permitistes adorar-Vos pequenino, no presépio, eu Vos ofereço meu filhinho, Vosso irmão. Enriquecei-o com os belos dons da natureza e da graça; que na Terra seja ele nossa alegria, e na eternidade, vossa glória!
Espírito Santo, cobri-me com vossa sombra durante esses benditos meses de espera, a fim de que nada possa acontecer de mal a meu filhinho e que sua alma esteja pronta a se tornar Vosso Santuário pelo Batismo.
E Vós, Maria, Rainha das Mães, assisti-me, Vos peço, na hora do nascimento do meu filho. Aceito desde já todos os sofrimentos que vierem, e Vos peço que os ofereçais a Deus por meu filho.
Meu Santo Anjo da Guarda, Santo Anjo da Guarda de meu filho, velai sobre nós dois. Amém.”
A medicia não para de evoluir para nos ajudar, e em relação a gravidez mais recentemente tem popularizado um novo exame chamado de Sexagem Fetal, que ajuda a detectarmais cedo e com um alto grau de confirança qual o sexo do bebê.
Como sabem, os seres humanos são identificados pelo sexo. Geneticamente, tanto as mulheres como os homens apresentam 46 cromossomos, porém o que nos diferencia como sendo do sexo masculino e feminino são os cromossomos sexuais. As mulheres apresentam dois cromossomos X e os homens um cromossomo X e um Y. Portando, o que determina o sexo é a presença do cromossomo Y (homem) ou não (mulher). Esta é a base que esta por de trás deste exame que vou trazer mais informações abaixopara vocês.
Mas a partir de quando já da para saber?
Com este teste da Sexcagem fetal, a partir da 5ª semana de gestação já saber o sexo do bebê com um índice de acerto superior a 97%. A acurácia do exame sobre na 7ª semana de gestação para 99%. Isso porque na gestação precoce, ou abaixo de sete semanas de gestação, há pouco material fetal circulante no sangue materno.
Agora mais detalhes técnicos do exame. Através de uma pesquisa a qual foi quantificado o DNA fetal em plasma materno com 5 semanas de gestação, verificou-se que, em média menos de 10 cópias do DNA fetal estão circulando em cada mililitro de plasma. Nessa fase gestacional, a correlação entre a concentração do DNA fetal em relação ao DNA materno circulante é de 1%, ou seja, para cada cópia de DNA fetal existem 99 cópias de DNA materno. Após a 6ª semana essa média aumenta para mais de 30 cópias/mL, e a partir daí a concentração do DNA fetal em plasma materno vai aumentado gradativamente. Portanto, a relação da concentração do DNA fetal em relação ao materno em condições normais, vai aumentando conforme o progredir da gestação, atingindo uma concentração superior a 6% no segundo trimestre de gestação. Sendo assim, quanto maior a idade gestacional de uma gestante, teoricamente mais fácil é a detecção de células ou DNA fetal. Porém, o diagnóstico muito precoce do sexo fetal também pode ser desvantajoso em virtude de que há uma maior probabilidade de ocorrer à perda gestacional natural em relação a uma gestação mais avançada.
Tabela - Correlação do sexo fetal com a idade gestacional e índice de acerto
Idade gestacional X Porcentagem de acerto X Sensibilidade X Especificidade X Vpp X Vpn
Vn - Valor preditivo negativo
Vp - Valor preditivo positivo
Saiba mais então sobre como é esta metodologia para o diagnóstico do sexo fetal, que envolve a coleta de 10 mL de sangue periférico materno em tubos contendo o anticoagulante EDTA ou em tubos chamados PPT (Plasma Preparation Tube). No caso de coleta de sangue nos tubos EDTA, o processo de centrifugação é feito apenas no laboratório aonde vai se realizar o exame. A grande vantagem desses tubos é que são bem mais baratos e são encontrados em qualquer laboratório ou clínica que faça coleta de sangue de rotina. Já quando o sangue é coletado em tubos PPT, esses devem ser centrifugados no próprio local onde é colhido o sangue antes de ser enviado para o laboratório onde se realiza o exame. A centrifugação do sangue é necessária para poder separar o plasma do resto do sangue, pois o DNA fetal é extraído do plasma e não do sangue total. O DNA fetal também pode ser extraído do soro materno, porém, a grande maioria dos laboratórios prefere realizar a extração de DNA através do plasma, principalmente porque o soro apresenta uma quantidade de DNA materno muito maior do que o plasma. Sendo assim, fica mais difícil a detecção do DNA fetal quando esse está “escondido” sob uma grande quantidade de DNA materno. Sabe-se que não há interferência de DNA de gestação anterior, pois o DNA detectado é livre (fora da célula) o qual é totalmente eliminado em até 72h após o parto. Portanto, qualquer gestante independente do numero de gestações anterior pode realizar o teste.
Atualmente, a técnica mais sensível e utilizada para a detecção do sexo fetal é a reação em cadeia da polimerase em tempo real, ou PCR em tempo real como é mais conhecida. A reação em cadeia da polimerase (PCR) é um método comum para se obter grandes quantidades de um fragmento específico de DNA a partir de um pequeno montante. A PCR amplifica rapidamente uma molécula de DNA em bilhões de moléculas, para que essas possam ser analisadas. Existem várias formas de analisar esses fragmentos de DNA que são amplificados pela PCR. O princípio do sistema utilizado na PCR em tempo real consiste na combinação de um termo-ciclador com a detecção de fluorescência emitida em cada ciclo. O método de TaqManÒ que é mundialmente mais utilizado, utiliza uma sonda marcada com uma molécula fluorescente (fluoróforo) e outra “quelante” (quencher) além do par de oligos iniciadores (primers) que se utiliza na PCR comum.
Após a extração, o DNA materno-fetal é submetido à análise de duas regiões genômicas, uma comum para ambos os sexos (beta-globina), e outra específica de uma região do cromossomo Y (DYS-14). A reação da beta-globina serve como controle de amplificação e evita um resultado falso negativo devido a inibidores da reação de PCR. Já a reação com DYS-14, amplifica quando o DNA fetal é do sexo masculino. Quando o sexo fetal feminino é diagnosticado, ocorre a amplificação da região controle (beta-globina) e não ocorre o sinal de amplificação da região do cromossomo Y, ou seja, o diagnóstico é feito por exclusão do sexo masculino. No caso de diagnóstico do feto masculino, obrigatoriamente as duas regiões têm que amplificar. O tempo médio para realizar a metodologia é de aproximadamente 3 horas. Todo esse processo é repetido novamente antes de liberar o resultado para evitar qualquer possível erro humano de laboratório. O resultado de ambas as reações obrigatoriamente tem que ser o mesmo (masculino ou feminino).
Você já se drogou durante sua gravidez? Sabe as consequências disto?
Fica a dica de que passou nesta última sexta de noite na TV no canal Discovery Home & Health da Net um programa bem interessantede 30 min chamado e: “Nascimentos: Drogas na Gravidez” e que vai repetir e passar novamente hoje 01/02 às 9hs e no sábado que vem dia 6/02 às 12:30.
Trata-se de um documentário com uma mãe que se drogou no primeiro trimestre, e depois se preocupa com a condição do seu bebê. Os médicos avaliam-na durante o parto.
“Existe algo que o verso não alcança
Que é a síntese de toda ternura
E que só na mulher encontra altura
Símbolo maior de nossa esperança
Gerar no ventre a vida da criança
Amá-la num sentimento sem cura
Reconstruindo-se à forma mais pura
Em um novo ser que no mundo avança
Nasce-se mulher mas só se completa
Em força e na docilidade cálida
Ao descobrir-se simplesmente grávida
Não traduzirá mais este poeta
Este teu turbilhão de sentimento
És mãe viva teu eterno momento”
Veja agora o video abaixo com esta poesia emoldurada por lindas imagens da gravidez e do nascimento: