Terça, 3 de Fevereiro de 2009


Vejam só abaixo esta polêmica de um comentário (infeliz) de um conselheiro do governo britânico, que disse que ter mais de dois filhos prejudica o meio ambiente, segundo ele as pessoas deveriam perceber impacto ambiental da natalidade…

Um dos principais conselheiros do governo britânico para questões ambientais provocou polêmica no país ao defender que os britânicos tenham no máximo dois filhos para evitar danos ambientais.

Em entrevista publicada pelo jornal Sunday Times no domingo, Jonathon Porritt, chefe da Comissão para o desenvolvimento Sustentável do governo, afirmou que os casais que têm mais de dois filhos estão sendo “irresponsáveis” por criar uma carga que não poderá ser suportada pelo meio ambiente.

“Não me desculpo por pedir às pessoas que façam a conexão entre sua responsabilidade por seu impacto ambiental e como decidem procriar e quantas crianças elas acham apropriado ter”, disse Porritt.

Segundo ele, o controle do crescimento da população deve estar no centro das políticas para combater o aquecimento global, e líderes políticos e ambientais devem parar de evitar o assunto.

“Nós temos todas essas grandes questões (ambientais) para as quais todo mundo está olhando, mas você não ouve ninguém falando a palavra que começa com ‘p’”, disse Porritt, se referindo a “população”.

O assessor do governo britânico, que tem dois filhos, disse que pretende convencer grupos de pressão ambientais para colocar a questão populacional no foco de suas campanha.

“Muitas organizações acreditam que não é parte de seu negócio. Minha missão com os Amigos da Terra e os Greenpeaces deste mundo é dizer: ‘Vocês estão traindo os interesses de seus membros ao se recusar a lidar com questões de população e estão fazendo isso pelas razões erradas, porque acreditam que o assunto é muito controverso’.”

As declarações de Porritt provocaram reações críticas publicadas pela imprensa britânica. Como não poderia deixar de ser…

Segundo o Daily Telegraph, a parlamentar conservadora Ann Widdecombe teria descrito o comentário como “maluquice absoluta“, afirmando que o problema da Grã-Bretanha não é ter muitas crianças, mas sim, muito poucas.

Um grupo de campanha antiaborto, a Pro Life Alliance, criticou a idéia por dar ao governo o direito de decidir o número de filhos que cada um pode ter, afirmou o Daily Mail.

“Em todos os lugares em que vimos essas políticas sendo impostas, como na China, vimos uma preferência por meninos e um aumento na taxa de infanticídios.”

Cada uma que me aparece, heim?

Tendo como base o primeiro dia da última menstruação (DUM), a gestação dura, em média, 280 dias, 40 semanas ou 10 meses lunares ou 9 meses solares e 7 dias.

Assim, para calcular a data provável do parto (DPP) basta somar 280 dias à DUM, sendo encontrada a data em que se completa 40 semanas. Não se deve esquecer que a duração da gestação varia de acordo com as características de cada mãe e bebê.

Uma forma fácil de calcular a DPP é conseguida somando-se 7 dias ao primeiro dia da última menstruação e 9 meses ao mês em que a mesma ocorreu.

É considerada gestação a termo (quando o bebê não é mais considerado prematuro) a partir de 37 semanas completas e 42 semanas incompletas de gravidez. A gestação só é considerada prolongada (também conhecida como gestação pós-termo ou serotimia) quando com duração igual ou maior que 42 semanas completas (maior ou igual a 294 dias).

Nos casos em que não se sabe a DUM, o cálculo da idade gestacional será feito baseado na ultra-sonografia (USG), a qual é tanto mais precisa quanto mais precocemente é realizada. Grosso modo, no primeiro trimestre da gestação, a USG tem um intervalo de confiança (um coeficiente de acerto) em datar a gestação de mais ou menos 1 semana, no segundo trimestre essa variação é de mais ou menos 2 semanas, enquanto no terceiro trimestre é de mais ou menos 3 semanas. Em outras palavras, na avaliação ultra-sonográfica mais precoce podemos estimar a idade gestacional com muito menos erro.

Use a calculadora online gratuita do site da Zazou para ajuda-la a fazer estes cálculos em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=gestacao

As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com uma série de conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual, que valem também para as grávidas, e que trago abaixo neste nosso Blog para sua informação:

1) Um copo de suco de laranja diariamente.

Isto para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

2) Salpicar canela no café.

Isto para manter baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue.

3) Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral.

Pois o pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

4) Mastigar os vegetais por mais tempo.

Pois isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

5) Adotar a regra dos 80%:

Servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

6) Laranja.

O futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

7) Fazer refeições coloridas como o arco-íris.

Comer diariamente, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

8) Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate.

Mas escolha as pizzas de massa fininha. O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ainda é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.

9) Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente.

As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10) Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória.

Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova. Leia um livro e memorize parágrafos; escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e seus amigos também, pois é interessante conversar com alguém que tem assunto.

11) Usar fio dental e não mastigar chicletes.

Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

12) Rir.

Uma boa gargalhada é um ‘mini-workout’, um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

13) Não descascar com antecipação.

Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. Sucos de fruta têm que ser tomados assim que são preparados.

14) Ligar para seus parentes/pais de vez em quando.

Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade mais velha.

15) Desfrutar de uma xícara de chá.

O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

16) Ter um animal de estimação.

As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado.

17) Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche.

Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronár ia em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School; vantagens outras são conseguidas atráves de verduras frescas.

18) Reorganizar a geladeira.

As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso, é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo ou guardar em um tape ware escuro e bem fechado.

19) Comer como um passarinho.

A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20) Comer chocolate.

Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.

21) Pensar positivamente.

Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que, além disso, pegam gripes e resfriados mais facilmente, são menos queridos e mais amargos.

22) Ser sociável.

Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

23) conhecer a si mesmo.

Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o ’ser’ sobre o ‘ter’ têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter qualidade de vida.

Não parece tão diccícil assim de seguir e fazer, não acha?

E uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos…

É exatamente o que diz uma certa frase conehcida: “Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável!” ou ainda: “Crie bons hábitos e torne-se escravo deles, como costumamos ser dos maus hábitos“.

O recente parto de óctuplos nos Estados Unidos chamou a atenção para essa gravidez arriscada (para a mãe e os bebês). Que trago aqui para sua informação e nossa discussão neste Blog da Zazou.

No Brasil, isto também acontece, seja por causa de tratamentos, seja de forma natural. Segue abaixo uma matéria do programa Fantásico da TV Globo deste último domingo, que mostram algumas famílias relatando a louca rotina de quem tem tantos filhos ao mesmo tempo.

Com a popularização da reprodução assistida, gestações múltiplas são cada vez mais comuns.

Risco infinitamente maior correu dona Hermínia, na década de 50. Prestes a ter trigêmeos no interior de São Paulo, ela passou sufoco ao ser rejeitada por duas parteiras experientes. “Não quiseram nem olhar, nem ver, saíram correndo as duas”, lembra a senhora. Milton, Wilson e Ademir só vieram ao mundo porque a terceira parteira, felizmente, não fugiu.

“Lembro desses assim, quando eles eram desse tamanhinho”, contou. “Todos nasceram com o mesmo peso, 3 quilos e 200 cada um. Depois eu fiquei 12 dias na cama sem andar.”

Atualmente são registrados cerca de mil vezes mais partos de ordens grandes, quíntuplos ou mais, que há dez anos. “Todo parto múltiplo leva à prematuridade, consequentemente com problemas respiratórios, cardíacos e de evolução mais lenta”, explicou Jofre, pediatra-chefe de UTI neonatal. “Eles precisam ser alimentados por sonda, não conseguem sugar. Na maioria das vezes não têm defesa contra infecção”.

Dos primeiros óctuplos nascidos nos Estados Unidos há dez anos, apenas um não sobreviveu. Assim como essa nova mãe de óctuplos, que pediu para não ser identificada, a nigeriana Nkém Tchúku tinha feito tratamento para engravidar.

Quanto maior o número de fetos dentro do útero, maiores os riscos tanto para mãe quanto para o feto. Nos dois casos, os médicos ofereceram a alternativa de reduzir o número de embriões dentro do útero, abortando alguns dos bebês no começo da gestação. As duas mães disseram não.

Grávida de quadrigêmeos, a psicóloga carioca Kássia fez a mesma escolha. Ela justificou: “não tinha como escolher dois que iam morrer, dois que iam viver”. Miguel, Pedro, Thiago e Carlos vieram depois de cinco anos de tentativas de engravidar. Em 2006, Kássia implantou quatro embriões no útero, o máximo recomendado hoje pelas normas médicas. Todos vingaram.

“Miguel vazou líquido amniótico, aí teve uma infecção, problema respiratório”, contou a psicóloga. Carlinhos teve problema de apneia, Thiago teve uma infecção e teve que fazer uma transfusão”, conta a mãe.

No início eram 1080 fraldas por mês. “Aqui é fila pra comer, fila pra tomar banho…”, explica Kássia. “Sem ajuda seria impossível, e tem dia que dá vontade de surtar mesmo. Mas é uma delícia, hoje eles estão supersaudáveis, sem problema nenhum.

E o que será que as crianças pensam de dividir o aniversário com tanta gente? Os quadrigêmeos, de Rondonópolis, em Mato Grosso, ficaram com trauma da escola.

“Eu sempre queria que me chamassem pelo nome, e aí a mulher ia lá: - quadrigêmeos! A gente começou a reclamar e nos últimos tempos passaram a chamar Ana Cláudia, Ana Luiza, Fernando e João Neto”, conta um deles.

Os primeiros quíntuplos de proveta do Brasil, nascidos no Recife, já estão com quase dez anos. “É legal que eu tenho muitas pessoas pra brincar, e é chato que a gente briga”, diz uma das crianças.

Você sabe quando entrou em trabalho de parto e é hora de ligar para o médico e ir para o hospital?

Pois saiba de que o trabalho de parto tem início com três principais sintomas característicos:

1) A eliminação de uma secreção espessa com filetes de sangue, que é o tampão mucoso;

2) O rompimento da membrana que sustenta o líquido amniótico (a “bolsa d’água”);

3) As primeiras contrações (a barriga se contrai e podem surgir dores na região lombar e nas partes internas das coxas).

Este início do trabalho de parto ocorre ao ter início a dilatação do colo do útero, momento no qual o bebê já se prepara para sair. Esta dilatação possui três etapas importantes: Fase latente ou precoce, Fase ativa e Fase transacional.

A) Fase latente ou precoce

Esta fase costuma ser a mais longa, mas menos intensa, com a dilatação do colo do útero podendo atingir até três centímetros. Durante toda sua duração manifestam-se as contrações (30 a 45 segundos por contração), as quais podem ser regulares ou não.

Dores nas costas, cólicas semelhantes às da menstruação, sensação de calor no abdômen e eliminação do tampão mucoso ou rompimento da “bolsa d’água” são alguns dos sintomas apresentados pelas gestantes.

Nesta hora, o melhor é relaxar. Faça uma boa higiene pessoal: tome um banho e faça uma depilação em toda a região genital. Uma dica para evitar alergias nesta área é usar a lâmina no sentido do crescimento do pêlo.

Comunique-se com seu médico e vá para o hospital.

B) Fase ativa

Esta fase é mais intensa, mais ativa e mais breve do que a primeira, podendo durar em média de duas a quatro horas. As contrações se tornam mais intensas, prolongadas e freqüentes. Elas podem durar de 40 a 60 segundos, com intervalos de três a quatro minutos (a média é de três contrações a cada dez minutos); a dilatação do colo do útero pode chegar a sete centímetros.

Os exercícios respiratórios devem ser iniciados neste período. Três tipos de exercícios podem ser aplicados nesta hora:

- Soprar a vela - inspire, expire e “sopre a vela” repetidamente;

- Cãozinho - inspire, expire e respire superficialmente pela boca;

- Normal - inspire, expire e respire normalmente.

Quando as contrações se tornarem mais fortes, procure emitir sons como gemer, cantar, assoviar ou gritar. Emitir sons fortes induz à produção de hormônios semelhantes às endorfinas, que atuam como analgésicos internos e naturais, propiciando uma ligeira alteração do seu estado de consciência.

Procure uma posição gravitacional confortável, que permita a diminuição das contrações. A posição de cócoras permite que as articulações pélvicas (da bacia) atinjam uma maior abertura. Desta forma, a força da gravidade poderá atuar e as contrações terão maior energia no
processo de expulsão do seu bebê. Experimente ficar de joelhos com os braços apoiados em uma cadeira. Esta posição permite a
movimentação dos quadris e o descanso das pernas e da barriga.

C) Fase transacional

É a fase mais intensa e desgastante do trabalho de parto. É o final da dilatação do colo do útero, estando o corpo quase totalmente preparado para o seu bebê nascer. A esta altura, a dilatação chega a 10 cm do colo.

As contrações podem durar de 60 a 90 segundos cada, com intervalos de dois a três minutos. Uma pressão involuntária, como se quisesse evacuar, pode acontecer. Nesta fase, o fluxo de oxigênio é desviado do cérebro para a região do parto. Por isso, muitas mulheres relatam sonolência no trabalho de parto.

E que você tenha um bom parto e que corra tudo bem, com seu bebê nascendo com saúde e você fiqe feliz!

Para continuar trazendo informações sobre o tema já levantado nas semanas anteriores neste Blog, segue abaixo a dica de um novo video com um documentário cheio de depoimentos e casos reais sobre a gravidez na adolescência:

Duas doenças ginecológicas: a endometriose e a adenomiose, estão atingindo mais as mulheres. Por isto mesmo trago novamente este tema para este Blog.

Os médicos ainda não podem apontar uma única razão, mas suspeitam que o estilo de vida adotado pela mulher contemporânea esteja alterando o sistema imunológico feminino, fazendo com que a incidência aumente. Estima-se que de 15% a 20% das mulheres em todo o mundo tenham endometriose e outras 10% a adenomiose.

As duas se caracterizam pela presença de células do endométrio, mucosa que reveste o útero, fora do lugar. No caso da endometriose, o tecido endometrial pode se espalhar para qualquer lugar fora da pelve. Já a adenomiose é caracterizada pelo extravasamento deste tecido para o músculo uterino. As duas provocam cólicas e sangramentos intensos, dor durante a relação sexual, comprometem a fertilidade feminina e podem ser um transtorno na vida das pacientes.

A diferença é que enquanto a endometriose se manifesta aproximadamente um ano depois da primeira menstruação, a adenomiose atinge as mulheres por volta dos 30 a 35 anos.

Uma das razões é que elas estão menstruando mais. Antigamente, elas tinham filhos seguidamente e não menstruavam. Hoje o número de ciclos é muito maior.

Infelizmente a incidência das duas doenças está aumentando. O sistema imunológico da mulher não consegue expelir as células. Uma das razões é que elas estão menstruando mais. Antigamente, elas tinham filhos seguidamente e não menstruavam. Hoje o número de ciclos é muito maior. Além disso, estudos importantes associam a poluição à endometriose.

Uma das descobertas é que a dioxina, um resíduo da incineração de material orgânico está relacionada à incidência da doença. Um exemplo é a Bélgica, país que tem uma das maiores taxas de endometriose do mundo, e foram medir os níveis de dioxina no ambiente e encontraram uma relação importante. Mas são raros os países que fazem esta medição. Um outro estudo expôs macacas rhesus a esta substância e a teoria se confirmou. Elas desenvolveram mais rapidamente formas graves de endometriose.

Ela atinge 0,5% das mulheres que fazem a cirurgia. Embora possa parecer um número pequeno, para nós, no Brasil, onde o número de cesarianas é altíssimo, ele é expressivo. Dois a três anos após a cirurgia surge um caroço na cicatriz. Podemos fazer uma ressecção, retirando apenas o nódulo, ou partir para a retirada total do útero.

O tratamento pode ser hormonal ou cirúrgico.

A retirada total do órgão é, segundo ele, o único tratamento 100% eficiente para as duas doenças. Mas em função da idade e do desejo da maternidade não pode ser indicado para todas as pacientes. A solução é usar anticoncepcionais de uso contínuo ou hormônios para suspender a menstruação.

A cada ciclo, o tecido endometrial vai aderindo às paredes das trompas, por exemplo. Se a menstruação não for suspensa na adolescência, quando a mulher chegar aos 30 anos e desejar engravidar, a trompa pode estar bloqueada. Será necessário fazer uma cirurgia para liberá-la ou encaminhar esta paciente para um tratamento de fertilização . A endometriose não parece numa ultra-sonografia. Mas, se a menina de 14, 15 anos reclama de cólica muito forte, ela tem 80% a 85% de ter endometriose.

Gostaria de comentar sobre alguns cursos que o pessoal da Conceive , que é um espaço que agrega em sua estrutura especialistas médicos e profissionais da área da saúde que interagem a fim de auxiliar as pessoas nessa adequação, e que vai organizar em dois domingos de março focado nas grávidas. O legal é que separam os grupos pelo período que esta da sua gravidez.

1) Curso para Gestantes – Módulo I (Mulheres com até 4 meses de gestação)

Serão abordados temas gerais como: cuidados com a alimentação, pele e problemas de postura e outros que poderão surgir nesta fase da gravidez.

Dia 15/03 (domingo) das 8h às 16h.

Equipe:

Dra. Percela Marks - Enfermeira
Dra. Marisa Thompson - Nutricionista
Dra. Mariza Cunha - Dermatologista
Dra. Marcelle Santa Rosa - Fisioterapeuta

2) Curso para Gestantes - Módulo II (Mulheres com mais de 5 meses de gestação)

Serão abordados assuntos relacionados ao trabalho de parto normal e cesária, amamentação, banho do bebê, cuidados pós-parto e dicas úteis para esta última fase da gestação.

Dia 29/03 (Domingo) das 8h às 16h.

Equipe:

Dra. Percela Marks - Enfermeira
Dra. Marisa Thompson - Nutricionista
Dra. Marcelle Santa Rosa - Fisioterapeuta
Dr. Paulo Lima - Anestesista

Já em abril o curso vai ser para quem já é mae:

3) Pediatra: a primeira consulta do bebê

Conheça as principais dúvidas dos papais de primeira viagem e quais são os principais pontos a serem abordados com o pediatra para cuidar melhor do seu bebê nesta primeira fase.

Dia 07/04 (Terça-feira) das 20h às 23h

Equipe:

Dr. Alberto Waynsztejn.

Para maiores informações ligar para: (11) 3057-3003. O espaço fica na rua Abilio Soares, 1111 no Paraíso em São Paulo.