Sexta, 6 de Fevereiro de 2009


A nossa dica de boa compra de hoje é a: Calça Cigarrete e Faixa Chambre (Ref.: 02390).

Minha dica de hoje é uma calça cigarrete curtinha para usar agora no verão bem versátil porque aceita muitas combinações.

Seu tecido é tão gostoso que nem parece que está vestida.

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falar no corte que vai te deixar confortável .

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Calça Cigarrete e Faixa Chambre

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O Carnaval esta chegando e muita grávidas devem estar fazendo planos de viajar…

Por isto para quem ainda não sabe, trago para este Blog a informação de que as companhias aéreas têm regras específicas para viagens de gestantes e as dispõem em seus sites para consulta.

Em geral, para citar como exemplo as medidas adotadas pela TAM e Gol, as duas maiores empresas aéreas brasileiras, mulheres até a 27.ª semana não têm restrição nenhuma em embarcar, desde que não apresente problema de saúde decorrente da gravidez.

A Gol solicita apenas que a passageira preencha a Declaração de Responsabilidade fornecida pela companhia.

Entre a 28.ª e a 35.ª semana, no entanto, a orientação da empresa é a de que, além da declaração, a gestante apresente no check-in o atestado médico autorizando a viagem de avião.

Neste período, a TAM também pede um relatório recente do médico obstetra responsável constando informações como a idade gestacional, as condições de saúde atuais da paciente e a data provável do parto.

Mulheres entre a 36.ª e 39.ª semana de gestação só viajam pela Gol acompanhadas pelo médico responsável. Se a gestação for de gêmeos, esta regra é válida para a gestante já a partir da 32.ª semana.

Já na TAM, elas devem preencher o Medif (Medical Information Sheet) para análise da equipe de medicina espacial da empresa. Se a gestação for de gêmeos, este formulário deve ser preenchido pela passageira já a partir da 32.ª semana.

A partir da análise da equipe, é que será determinada a necessidade ou não de um médico a bordo ou até mesmo a impossibilidade de embarque caso seja julgado que implicaria algum tipo de prejuízo para a gestante e/ou feto.

Gestantes com quarenta semanas ou mais não poderão embarcar, salvo inevitável necessidade e acompanhados por um médico obstetra. É bom frisar que para ambas as companhias, o tempo de gestação é o considerado na data de embarque e não na data de reserva ou compra da passagem aérea.

A Gol informa que não será permitido o embarque de mulheres grávidas nos sete dias que antecedem a data prevista do parto nem nos sete dias seguintes ao procedimento. Assim como não será admitida a viagem aérea de recém-nascidos, mesmo saudáveis, durante os sete dias posteriores ao nascimento.

Em relação ao serviço de bordo, é o mesmo oferecido a qualquer outro passageiro. Já no check-in e no embarque, as gestantes têm preferência e são chamadas em primeiro lugar, juntamente com idosos, pessoas com crianças de colo e aquelas com dificuldade de locomoção.

No avião, a gestante pode solicitar sentar-se na primeira fileira de assentos da classe econômica, destinada a pessoas com crianças pequenas. Além de ter mais espaço, estar na primeira fileira facilita as idas ao banheiro.

Boa viagem!

Veja o video abaixo em que a repórter do Video Show Nívea Stelmann conversa com a comadre grávida Samara Felippo sobre o bebê que está para chegar, em um bate papo que com certeza você também já teve com suas amigas, ou então ainda vai ter:

A mulher que durante nove meses acariciou uma barriga nunca mais será a mesma. Você era filha, era esposa, era profissional, era atleta, era sarada, era, era, era… A partir do primeiro parto, será mãe!

Aquele olho no olho assim que o bebê chega é um furacão emocional. Devastador. Passado o susto, depois que você vai para o quarto e tenta entender o que aconteceu, lá vem ele, do berçário, com aquela roupinha que você escolheu para ser a primeira da vida dele.

Pegar um filho no colo pela primeira vez é um choque. Como cabia? Como estava aqui dentro até agora há pouco? Logo, ele vai derrubar a primeira mentira que você ouviu a vida toda: quem falou que a gente não nasce sabendo? Ofereça o peito a seu filho e você descobrirá que os filhotes de humanos podem, sim, vir com o chip da amamentação prontinho. Mas atenção: nem todo bebê pega o peito de primeira, e esse é só um dos mitos e desafios que esperam uma mãe fresca.

Diante do primeiro filho, uma muralha de inseguranças se ergue. Seu corpo é outro. Sua rotina é nova. “Até aquela criatura é ao mesmo tempo tão íntima e tão estranha, tão você e tão decididamente outra pessoa”, como bem explica a psicoterapeuta Lídia Aratangy. Natural, portanto, que você se depare com dúvidas diárias e que, em alguns momentos, queira sair gritando em busca de ajuda. Nessas horas, respire fundo. A seguir, um manual de sobrevivência para você vencer alguns do principais desafios desses primeiros dias.

1) Ele precisa mamar!

Que o leite materno é o melhor alimento para um humano recém-nascido não há dúvidas. A comunidade médica, a família, os amigos, todo mundo recomenda, praticamente exige, que a mulher que deu à luz amamente seu bebê. Mas as perguntas parecem não ter fim. Terei leite? Meu leite será forte? O bebê vai conseguir sugar? Fisiologicamente, a possibilidade dessas preocupações se tornarem realidade é bem pequena. O vilão é o estado emocional da nova mãe. O nervosismo e a ansiedade podem influenciar a produção do leite ou o comportamento do bebê. E a mãe tensa por não conseguir amamentar não fará bem nem a ela, nem ao bebê. A mamadeira, nesses casos, pode ser aliada. Já as que conseguem o encaixe perfeito vivenciam momentos inesquecíveis.

- O que fazer?

“Um ambiente tranquilo contribui para a amamentação fluir naturalmente. A mãe que se sente apoiada pela família, principalmente pelo marido, desenvolve mais segurança para acreditar que está apta a amamentar seu filho”, diz a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, mãe de três filhos. Segundo ela, o período da amamentação é a fase de adaptação entre mãe e bebê e requer disponibilidade integral da mulher às novas descobertas.

2) No meio do caminho tem um marido

Ser mãe fez de você uma pessoa mais doce, mais apaixonada pela vida e, surpresa, com uma imensa vontade de se livrar do marido em algumas situações. Muitas jovens mães pensam em pedir divórcio pelo menos uma dúzia de vezes… ao dia. E isso é absolutamente normal. Noites maldormidas, choros constantes, preocupações, descontentamento com o corpo, cuidados com a casa são apenas alguns exemplos que deixam a nova mãe “à beira de um ataque de nervos”. Muitos maridos simplesmente não entendem o trabalho que dá cuidar de um bebê 24 horas, sete dias por semana. Juntem-se uma mulher estressada e um marido pouco compreensivo e o resultado será uma “explosão” no relacionamento. Nos primeiros três meses após o nascimento do bebê, a relação entre mãe e filho permanece quase tão fechada quanto antes, o que pode ser difícil para o casal. Cabe à mulher permitir que o marido participe desta nova fase.

- O que fazer?

“O melhor que o marido pode fazer é ajeitar a almofada, trazer um copo d’água e sumir nos intervalos”, brinca a psicoterapeuta Lídia Aratangy, que considera muito bem-vindo o novo exercício da paternidade. “Pai que dá banho, que põe para arrotar, que derrubou o tabu de que o bebê é só da mãe. Mas ele tem o jeito dele de cuidar do filho, que não é o dela, um jeito masculino de dar banho, de trocar fralda.” A única maneira de desenvolver isso é poder errar sossegado, sem ouvir um pito a cada deslize do exército de mulheres que costuma rodear o bebê: a mãe, a avó, a babá, a madrinha… O homem também pode ser um excelente leão de chácara para filtrar visitas e palpiteiros, e fazer o possível para manter mãe e bebê mais sossegados.

3) Eu ainda sou mulher

Sua principal função e seu objetivo de vida ao se tornar mãe é cuidar do bebê. Esse é o pensamento que toma conta de você no pós-parto e que permanecerá por muito tempo, pois é dessa forma que você se vê. Mas peraí. A primeira providência ao chegar em casa com um bebê no colo é ajustar a sua rotina. Logo você vai perceber o horário que ele desperta, quanto tempo leva mamando e quanto sobra pra você, entre uma mamada e outra, tomar um banho, se arrumar, colocar uma roupa confortável e se cuidar. Nada de ficar de pijama o dia todo. Não foi só seu corpo que mudou, mas seu universo ficou diferente. Só que você não pode se descuidar de você. Num primeiro momento, o corpo está preparado para a maternidade, não sobra muito espaço para a sensualidade. É preciso dar um tempo para isso, um tempo que tem mais a ver com etapas a serem vencidas do que com dias, meses, semanas. A nova mãe deve preocupar-se em cultivar seu papel de esposa e de mulher. E encontrar espaço para fazer coisas que lhe agradam, como ir à academia, ao cabeleireiro, estudar – além de encontrar um tempinho para namorar. Esse é um caminho em direção à felicidade própria e da família.

- O que fazer?

“Este não é o momento de estar pronta para seduzir, mas está longe de ser o momento de se descuidar. É a hora da soberania absoluta, da intimidade. Quando a mulher se cuida e se curte nesta fase, sai dela mais forte e bonita, com a autoestima fortalecida”, afirma a consultora de imagem Sabina Donadelli. Para a psicóloga Denise Magalhães Scudeler, o diálogo entre o casal é fundamental neste período. Afinal agora existe entre você e seu marido uma aliança a mais. Além de amigos e amantes, vocês são cúmplices na formação de um ser humano. É através dessas coisas que um casal se mantém vivo e estimulado, condições indispensáveis para que a paixão se reinstale e floresça. Tudo o mais é conversa fiada para vender margarina, xampu e desodorante.

4) De mal com o espelho

Angélica, Fernanda Lima, Carolina Dieckmann e outras famosas, como as gringas Halle Berry, Nicole Kidman, Katie Holmes e até Jennifer Lopes, passam às mulheres comuns a impressão de que os quilos ganhos com a maternidade desaparecem miraculosamente – ficam praticamente na sala de parto. A imagem de mães recém-paridas esbeltas e elegantes abala a autoestima de qualquer cidadã normal, que engorda com a gestação e convive com o inchaço, os seios fartos e o excesso de abdome ainda por um bom tempo. A maioria leva por volta de um ano para que o corpo volte ao original, ou seja, para que entre nas roupas. Ainda assim, a recuperação daquele corpo perdido dependerá da disposição e do tempo que você poderá destinar aos exercícios, que só devem ser retomados após liberação médica. Para piorar, a fase da amamentação dá uma fome danada e não é hora de fazer restrição alimentar. A boa notícia é que amamentar gasta uma caloria louca!

- O que fazer?

Assim que o seu médico liberar, comece a fazer ginástica, e em casa mesmo. Há livros e vídeos com sugestões de exercícios para todo tipo de mulher – de pilates à aeróbica. Passear com o bebê por 30, 40 minutos é uma das primeiras recomendações. Além de alongamento, séries musculares e agachamentos, a alimentação equilibrada é fundamental. “É indicado que a jovem mãe coma de quatro a cinco frutas por dia, que servem para quebrar o jejum, ativar o metabolismo e fornecer caloria de excelente qualidade”, diz a nutricionista Cínthia Perine. Outra dica é iniciar o dia com sucos verdes e associar a semente de linhaça dourada, que é fonte de ômega 3 e ajuda a reduzir a gordura abdominal. Para dar uma boa secada, corte o açúcar branco, mas não faça grandes restrições. Ah! Um último conselho: só mude o corte de cabelo se você realmente estiver com vontade. Aquela máxima de que você precisa ter cabelos curtos para ficar mais prático é para quem precisa de desculpa para o desleixo!

A atriz e apresentadora Fernanda Lima foi sem dúvida uma linda grávida de gêmeos, que deve de parto normal, e sempre uma referência para todas as grávidas, seja pelo seu estilo e forma de pensar. Por isto mesmo foi convidada pelo Ministério da Saúde para participar de uma campanha de incentivo ao parto normal, cujo video trago abaixo:

E por falar nisto, para quem não sabe ela inclusive foi também cliente da Zazou durante sua gravidez. Veja fotos da Fernanda Lima grávida vestida de Zazou no link: http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=FernandaLima.

Ou então veja a matéria da Revista Caras da Edição 744 sobre isto em: http://www.caras.com.br/edicoes/744/textos/5754/

Fernanda Lima Grávida de Zazou

A gravidez traz alegrias, mas também alguns receios. Muitas mulheres têm medo de ganhar peso e mudar o corpo definitivamente.
Algumas fazem até regimes durante a gestação, o que pode ser prejudicial a elas próprias e ao bebê. Considerando a importância da alimentação equilibrada durante essa fase, o ginecologista e obstetra Flávio Garcia de Oliveira elaborou o livro “Receitas para Grávidas“, com 50 receitas e cardápios variados.

Ele sempre diz que a mulher não precisa ter medo. Quando engorda com uma alimentação saudável, perde tudo rapidamente depois do nascimento do bebê. O peso vai para a criança. E há muitos quilos só de água, placenta. O objetivo é sempre tentar ter um ganho de peso adequado, com os alimentos certos. As pessoas têm mania de achar que o que é nutritivo não é gostoso. As receitas deste livro provam o contrário.

Segundo o ginecologista, durante cada trimestre a gestante deve focar em alimentos e vitaminas específicos. Nos primeiros três meses, os principais são o ácido fólico e vitaminas do complexo B. É a fase em que todos os órgãos do bebê estão se formando: o ácido fólico auxilia na formação, principalmente do sistema nervoso. Ao mesmo tempo, previne a trombose e a anemia. A vitamina B também controla a formação dos órgãos. Ginecologistas normalmente prescrevem suplementos vitamínicos durante toda a gestação. Muitas vezes a grávida não consegue comer bem por causa das náuseas, então é melhor garantir a absorção dos nutrientes por meio dos comprimidos.

No segundo trimestre, o objetivo é ganhar bastante peso, pois, no final da gestação, a mulher já não consegue comer muito. Ingerir ferro e fibras é essencial a partir do quarto mês. O intestino começa a ficar lento para absorver os nutrientes, há constipação e uma tendência para aumentar o volume do sangue. Por isso, a mulher precisa de fibras e ferro. Pode perder até 1,5 litro de sangue num parto por cesária.

Finalmente, durante o terceiro trimestre, os nutrientes mais importantes são o cálcio e o ômega 3. É o período de formação óssea do bebê, e a gestante corre o risco de ter osteoporose, por causa da perda de cálcio”, explica. O médico recomenda tomar 1 grama de cálcio diariamente, ou quatro copos de leite. Durante a amamentação, o consumo sobe para 1,5 grama por dia. O cálcio previne ainda a pré-eclâmpsia - caracterizada pelo inchaço e pressão alta, que acomete 8% das grávidas.

Já o ômega 3 está relacionado aos processos cerebrais da mãe e do bebê. O cérebro da grávida encolhe de 2% a 3% no último trimestre, o que costuma ocasionar lapsos e falta de atenção. Há estudos internacionais que constataram que as gestantes que ingerem ômega 3 apresentam essas ocorrências com menor freqüência. E o nutriente também previne os partos prematuros.

Entre as receitas do livro, têm destaque as carnes de vaca, frango, porco e peixe. E como ficam as mulheres vegetarianas?

A carne vermelha reúne proteínas e ferro. A proteína pode ser absorvida pelo leite, ovos e soja, mas esses alimentos não têm ferro. Quando a gestante vegetariana controla bem isso, comendo gema de ovo, por exemplo, tudo bem, apesar de o ferro vegetal não ser tão bem absorvido quanto o animal. Se não come ovo, começa a ficar preocupante.

O ginecologista destaca que o alimento imprescindível para as grávidas é a água. Devem consumir de 2 a 3 litros por dia. É o principal hidratante da pele, e o melhor relaxante uterino que existe. Previne partos prematuros e mantém a pressão sanguínea no mesmo nível. Já café, refrigerantes e chá preto devem ser consumidos com moderação. “Em excesso, podem estimular o parto precoce e agitam o bebê.

O médico ressalva que há metas alimentares e de ganho de peso diferentes para cada gestante. Quando a mulher é obesa, ou está muito magra, o primeiro passo é atingir o peso ideal. Em casos de gestação múltipla, deve-se ganhar muito mais peso em pouco tempo. É fundamental estabelecer um plano alimentar e saber a qualidade do que é ingerido.

A nutricionista Angélica da Costa Matte, que trabalha na mesma clínica do ginecologista e obstetra, calculou os nutrientes de cada receita publicada no livro. É importante fracionar a dieta em seis pequenas refeições diárias. Na hora das compras do supermercado, acrescenta ela, deve-se priorizar produtos com menor teor de gordura e sal.

Segue abaixo uma calculadora online que lhe informa o seu peso ideal a cada semana de gravidez em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal

Normalmente criticamos o governo pela falta de ação, porém quando tomam uma boa iniciativa, devemos também parabenizar e dar os devidos créditos e destaque, até para que sejam levados para outras cidades.

Seja por exemolo o que fez a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) de Brasília, que acaba de criar o Serviço Especializado de Proteção às Famílias, direcionado a mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade social.

Motivado infelizmente pelo aumento dos casos de abandono de recém-nascidos em condições subumanas registrados em 2008, o serviço surge para prevenir esta triste situação.

Uma das ações é disponibilizar alojamento e apoio técnico e social para gestantes e crianças. O atendimento será feito por meio das Unidades de Alta Complexidade (UAC), da Sedest. Outras medidas são ampliar as estratégias de enfrentamento dos casos e efetivar políticas publicas de proteção aos recém-nascidos e genitores.

As mulheres e famílias serão atendidas por uma equipe composta por psicólogos, assistentes sociais e poderão contar com espaços nos diversos serviços públicos estatais de proteção socioassistencial, como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), UACs e Centros de Orientação Socioeducativo (COSE).

As equipes verificarão todas as formas de viabilização da permanência do recém-nascido com a família. Caso a mãe e sua família optem por não manter a criança, a entrega será feita com garantia de direitos e parceria com a Vara da Infância e da Juventude. Pretende-se implantar ainda um serviço de telefonia 0800, com funcionamento 24 horas e equipe móvel para atendimento à gestante que não tiver condições de deslocamento e deseje entregar o filho para adoção.