A Revista Caras desta semana (Ed. 797), tem como matéria de capa, com um dos maiores nomes da música romântica no Brasil, que é o Fábio Jr., que vive segundo ele conta, a fase mais feliz de sua vida. Pois esta casado há dois anos com bela miss e modelo Mari Alexandre, a quem se refere na matéria como a mulher de sua vida, o cantor aguarda ansioso, para o fim do mês, a chegada de seu quinto filho, Záion, o primeiro com a atual e sexta mulher. Sendo que o casal se submeteu à inseminação artificial com o médico Aléssio Calil Mathias.
veja parte da entrevista abaixo:
- Como está a expectativa para a chegada de Záion?
Fábio - Acho que estou mais grávido do que ela, numa ansiedade… Meu caçula tem 18 anos e parece que é a primeira vez.
- O que sentiram quando descobriram que seria um menino?
Fábio - Foi muito legal. No começo, o Filipe, até então meu único filho homem, teve ciúmes. Agora diz que vai ensiná-lo a tocar bateria. Já avisei para a Mari que a única coisa que não vou fazer é trocar fralda.
- Com quem ele parecerá?
Mari - Penso nisso todo momento. Eu acho que ele vai ser parecido comigo. Pelo ultrassom, a boca é igual a minha.
Fábio - O narizinho também é igualzinho ao dela.
- Fábio, a Mari é uma bela mulher. Que tal ela grávida?
- Vou sentir saudades desse barrigão, pois ela está maravilhosa. Me emociono ao olhá-la grávida.
- De quem partiu a ideia da inseminação artificial?
Mari - Sempre sonhei ser mãe. Assim que casamos, ele disse que gostaria de ter um filho comigo. Conhecemos o doutor Aléssio Calil Mathias, da clínica Gênesis, e na hora o Fábio decidiu. Fizemos a inseminação na clínica Gera com esse médico, que está acompanhando a minha gestação. Quando descobri que estava grávida não acreditei. Estou em estado de graça até hoje.
Fábio - Não reverti a vasectomia. Gostei tanto do médico que não quis enrolar.
- Como foi a gravidez?
Mari - Foi tranquilo. Estou tendo uma gestação maravilhosa. Agora que está no final estou me cansando um pouco mais. Mas tudo vale a pena. É a fase mais linda que uma mulher pode passar.
- O Fábio te mima muito?
Mari - Nunca imaginei que ele fosse ser tão amoroso e tão cuidadoso. Já sei como ele é como pai por vê-lo com os filhos, mas não sabia como seria com uma mulher grávida por perto. Me surpreendi.
- Ela será uma boa mãe?
Fabio - Não tenho a menor dúvida. Isso foi uma das coisas que me encantaram nela. Mari é família e cuida de todos que a cercam. Ela é a mulher da minha vida. Casaria com ela dez vezes se fosse preciso.
- Que tipo de pai você é?
- Sou liberal e amigo. Tenho que ensinar meus filhos a andar. Converso sobre tudo com eles.
Para quem esta anciosa para saber o sexo do seu bebê, gostaria de indicar a área de calculadoras do site da Zazou, que tem uma brincadeira online gratuita, mas bem legal que prevê exatamente qual será o sexo.
Até pouco tempo atrás, a ingestão de peixe por gestantes era um assunto nebuloso em alguns cantos do mundo. Em 2004, autoridades federais americanas chegaram a alertar as grávidas daquele país sobre os riscos de consumir o alimento. Isso porque alguns pescados acumulariam quantidades elevadas de mercúrio, que é um metal pesado, presente em águas poluídas, capaz de provocar uma série de efeitos tóxicos, inclusive prejudicar o desenvolvimento do feto.
Nos últimos anos, porém, surgiram vários estudos mostrando que as coisas não são bem assim. E o mais palpitante deles talvez seja o que acaba de sair na edição de setembro do ano passado do American Journal of Clinical Nutrition, publicação tremendamente respeitada nos meios científicos. Ele conclui, de maneira um tanto taxativa, que a mulherada deve, sim, acrescentar peixes no cardápio enquanto espera um bebê. Isso garantiria ao pequeno um melhor desenvolvimento tanto físico quanto mental no futuro.
Quem assina embaixo são pesquisadores da Faculdade de Medicina Harvard, nos Estados Unidos, em parceria com cientistas do Instituto Statens Serum, que fica na Dinamarca. Juntos, eles acompanharam mais de 25 mil crianças de 6 e 18 meses.
As mães responderam perguntas sobre o desenvolvimento físico e cognitivo de seus filhos. Por exemplo, contaram quando eles começaram a manter o corpo ereto sem esforço, com que idade passaram a responder a estímulos sonoros ou a subir escadas engatinhando ou, ainda, a beber água no copo.
Elas também preencheram formulários detalhados sobre a dieta que seguiam antes de dar à luz. Resultado: filhos de mulheres que comiam aproximadamente 60 gramas de peixe diariamente durante a gestação se mostraram 25% mais desenvolvidos aos 6 meses e quase 30% mais desenvolvidos aos 18 meses se comparados às outras crianças, de mulheres que não comiam tantos pescados assim.
Esses números reafirmam a importância do ômega-3, uma gordura presente nos peixes que age diretamente no amadurecimento neurológico nos primeiros meses de vida. O nutriente também pode ser encontrado na linhaça e no leite materno. Aliás, o mesmíssimo estudo também atesta o que, no fundo, todos nós sabemos: o período de amamentação tem íntima relação com o desenvolvimento infantil.
Uma única ressalva: segundo Emily Oken, que coordenou a parceria de americanos e dinamarqueses, a alta quantidade de mercúrio de alguns pescados pode anular os benefícios apontados na pesquisa. Por isso, prefira comprar peixes de boa procedência, em locais conhecidos. Bacalhau, sardinha, atum, cavala, pescada, linguado e salmão estão na lista dos menos suspeitos de conter metais pesados. Portanto, o melhor é apostar neles.
A cantora M.I.A., que esta grávida de 9 meses, se apresentou neste domingo ao lado do rapper T.I. na 51ª edição do Prêmio Grammy. Mostrando de que gravidez não é doença e que dá sim para trabalhar até o final. A Claudia Leitte por exemplo foi outra que fez o mesmo.
Mas o que chamou a atenção, além do barrigão e da performance, foi mesmo a roupa de grávida que ela usou, de digamos gosto duvidoso usada pela cantora. M.I.A. optou por um macacão colado ao corpo, que destacava sua barriga de nove meses de gestação. Veja só o modelito na foto abaixo:
Quem sabe da próxima vez ela não faz como outras cantoras famosas brasileiras que quando ficaram grávidas usaram as roupas da Zazou. Falando nisto quem esta grávida e já usando atualmente Zazou é a Luciana Mello e a Negra Li…
A Andrea Santa Rosa, mulher do ator Márcio Garcia, que deu à luz o terceiro filho do casal, Felipe, há 1 mês, e tem dividido opiniões ao se submeter em casa a um parto fisiológico ou humanizado, sem auxílio de anestesia. E este é o tema que trago também para este nosso Blog.
Segundo ela disse a mulher que não faz um parto assim, não sabe o que é parir.
Apesar das fortes dores que sentiu, Andréa se diz realizada com sua escolha. Pois seu filho nasceu em casa, no ambiente da sua família, e segundo ela no segundo dia, ele já sorriu de felicidade.
Gostaria então de trazer uma entrevista para o Portal Caras que ela deu recentemente.
Lembrando que inclusive ela mesmo já passou por uma cesariana e um parto normal, mas polemizou dizendo que tem dó das mulheres que são forçadas a fazer uma cesárea por causa de cordão umbilical enrolado no pescoço ou qualquer outra desculpa esfarrapada.
- O que a convenceu a fazer um parto domiciliar sem anestesia ou parto humanizado?
Acho que as mulheres têm o direito de conhecer melhor seu bebê e dar à luz sem precisar estar em um hospital. Na Europa é assim. Quando o Pedro nasceu, fiz uma cesariana. No parto da Nina, queria que fosse normal e só encontrei um único médico que aceitasse fazer isso. Quando ela nasceu, fiquei convencida a fazer o terceiro parto em casa, sem anestesia.
- Como foi essa experiência?
Muito dolorosa, mas foi a coisa mais incrível da minha vida. Quando optei fazer sem anestesia sabia que não poderia ser em um hospital, para não ter a menor possibilidade de pedir que amenizassem a dor. Em alguns momentos, pensei que não fosse aguentar, mas ultrapassei meus limites. Felizmente, foi tudo perfeito e não me arrependo de nada.
- Você preferiu uma parteira a um médico, por quê?
Porque queria ter intimidade com a pessoa que fosse fazer o meu parto. Eu a via todo mês e ficamos muito próximas. Na hora do Felipe nascer, ela me ajudou, foi como uma mãe. Cuidou de mim, me deu chá e fez compressas de água quente na minha barriga quando a dor chegava.
- Eram só vocês duas no quarto?
Ela é uma profissional experiente, pediu para que o ambiente ficasse o mais tranquilo possível. Como era de madrugada, todos estavam dormindo, inclusive o Márcio. Ele veio logo que o Felipe nasceu e, em seguida, chegaram as crianças. Foi tudo muito entre meu filho e eu. Eu o vejo como minha cria mesmo. Não tenho babá e cuido dele sozinha. Só tenho uma pessoa que me ajuda quando vou tomar banho ou tenho que dar uma atenção maior às crianças. Tenho com ele uma sintonia muito forte. Tenho certeza que é por causa do parto. As mulheres que não fazem o parto assim não sabem o que é parir. Não critico as mulheres porque elas são enganadas. Tenho muito dó da Mel Lisboa porque ela queria ter parto normal e foi convencida pelo médico que deveria deixar a vontade de lado. O profissional que ela escolheu é conhecido por fazer cesáreas. Ele fez os partos da Angélica e de mais sete amigas minhas, todas se submeteram ao procedimento cirúrgico. E tem também aquelas que marcam o dia do parto. Isso é simplesmente um absurdo.
- Como foi sua recuperação?
Foi ótima. No dia seguinte eu já estava muito bem. Senti uma força enorme. Só não saí de casa antes para curtir ao máximo o meu pequeno e dar continuidade a esse processo de relacionamento intenso entre mãe e filho. Fui com o Márcio à festa da novela Caminho das Índias, no último final de semana, porque era um momento especial para o meu marido. O Felipe ficou no carro, eu dei o peito e ele voltou para casa para dormir.
- Como é o Felipe?
É um bebê feliz, que mama muito e quase não chora. Ele é tão apegado a nós, que dorme na nossa cama, bem no meio da gente. A Nina também tem uma afinidade muito linda. Às vezes, ela quer dar o peito para ele (risos) e o Pedro ajuda a trocar fralda. É tão fofo. Isso não tem preço.
- Você vai continuar defendendo o parto normal?
Claro. A Fernanda Lima deu à luz gêmeos de parto normal. É uma prova de que a mulher pode escolher. É preciso achar o profissional certo, que queira acompanhar a gestante até o fim, até o bebê querer nascer, e não querer interromper esse trajeto tão bonito que é a vida.
Os médicos recomendam que o aleitamento materno seja feito pelo maior período possível. O elo afetivo criado entre mãe e filho neste primeiro momento é essencial para uma infância saudável.
Segue abaixo um video de uma matéria legal que fala dos benefícios da amamentação para o relacionamento entre mãe e filho: