Para quem gostou da matéria da Caras desta semana, veja mais sobre o tema no video abaixo gravado em um show beneficente, em que o Fábio Jr se emociona ao mencionar o momento especial que vive, que é a expectativa da chegada do quinto filho com a Mari Alexandre. No vídeo, ele agradece a equipe médica que acompanha o casal.
Veja abaixo a foto da Nadya Suleman, mãe dos óctuplos nascidos no último dia 26 na Califórnia, mostra sua barriga em fotos tiradas oito dias antes do parto. A foto foi mostrada pela site norte-americano de entretenimento TMZ.
O preço original era: R$58,00R$ 46,00 com 30% de desconto.
A peça básica é um coringa no guarda roupa de qualquer gestante, porque, geralmente vocês procuram este tipo de peça para acrescentar ao look, colocar por baixo de um casaco, uma blusa mais transparente ou té mesmo com um belo jeans e nada mais.
A importância de ter uma peça como esta é que seu look fica correto não falta nem sobra na barriga.
Afinal nada mais chato do que ter que ficar puxando a roupa toda hora para cobrir a barriguinha…
Com esta peça de corte especialmente feito para gestante você não corre este risco.
Vejam só o exemplo deste caso real abaixo para saber um pouco mais dos seus direitos em relação aos médicos que lhe atendem e o que pode acontecer quanto não é bem atendida e recorre ao judiciário.
O juiz do 2º Juizado Especial Cível de Brasília condenou um obstetra a pagar dois mil reais a uma paciente, a título de indenização por danos morais, entendendo que houve descaso do médico em sua relação profissional com a parturiente. O obstetra recorreu da sentença, mas ela foi mantida à unanimidade pelos julgadores da 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais.
Alega a paciente que, inspirada na confiança que mantinha com o médico que acompanhava sua gravidez, aceitou resignada a informação de que este iria viajar, mas que lhe forneceria o número de seu celular para eventual contato, se assim fosse preciso. Vindo a dar à luz em dezembro de 2005, no Hospital Universitário de Brasília, numa operação presidida por seu médico, foi constatada infecção de ferida operatória, uma semana depois, a exigir novos procedimentos médicos que só possibilitaram sua alta em 11 de janeiro de 2006. Nesse ínterim, o médico - já em viagem - foi contatado várias vezes, porém não adotou nenhuma medida paliativa.
Segundo o juiz, “a relação psicológica de dependência entre a parturiente e o obstetra exigiria da parte ré, ao viajar (por qualquer motivo), que deixasse de sobreaviso um colega de profissão e o apresentasse à paciente”. Tal cuidado, no entanto, não foi adotado pelo médico. Ainda de acordo com o magistrado, esse dever era impositivo, diante da possibilidade das complicações inerentes ao pós-operatório em parto cesário. E mais: a ausência de tal comportamento caracterizaria pouco caso, “por afronta à dignidade da paciente”.
Assim, o magistrado entendeu que a paciente faz jus à reparação pelos danos morais sofridos, haja vista a falta de completa assistência do médico por ela elegido, fato que sugere intenso abalo a um dos atributos constitucionais da personalidade, qual seja, a dignidade humana. Adotando o critério de razoabilidade, fixou em dois mil reais o valor da indenização a ser paga.
Quanto aos danos materiais e restituição de cheques, reclamados pela autora, o juiz entendeu que tal pedido não merece prosperar, visto que não foi evidenciada imperícia médica, “senão situação relativamente ‘comum’ para esse tipo de cirurgia”. Ele justifica ainda que o profissional foi diligente em antecipar a data do parto, o serviço obstétrico foi prestado a contento, e o não pagamento da contraprestação daria margem a enriquecimento ilícito.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou recentemente o seu relatório “O Estado das Crianças do Mundo 2009 – Saúde Materna e Neonatal”. E segundo este relatório, o Brasil piorou sua posição no ranking de mortalidade infantil entre crianças com até cinco anos de idade.
O País passou da 113ª para a 107ª posição no ranking dos países que têm as maiores taxas, e é apontado pela organização como o que apresenta um dos piores resultados entre as nações latino-americanas: 22 mortes por mil nascidos vivos.
Na América Latina, o Brasil só fica em melhor posição em relação a Bolívia (61ª) e Peru (97ª). Entre os emergentes, o resultado do País só não é melhor que o da Rússia (125ª). China e Índia ficaram na 101ª e 49ª posições, respectivamente.
Outro dado lamentável constatado pelo estudo é que as mulheres dos países menos desenvolvidos têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto, ou por complicações derivadas da gravidez, do que as mulheres de nações desenvolvidas.
As crianças nascidas em um país em desenvolvimento também têm 14 vezes mais possibilidades de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
Em consequência, desde 1990 (o ano de referência dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), as complicações derivadas da gravidez custaram a vida de cerca de 10 milhões de mulheres. Cerca de 4 milhões de recém-nascidos morreram a cada ano desde 1990 durante os primeiros 28 dias de vida.
O relatório do Unicef destaca que embora muitos países tenham conseguido nos últimos anos grandes progressos para melhorar a taxa de sobrevivência infantil, os avanços foram inferiores na redução da taxa de mortalidade materna.
Assim, no mundo em desenvolvimento, o risco de uma mulher morrer por causas relacionadas à maternidade é de um em 76, em comparação com a probabilidade de um em 8 mil no caso das mulheres nos países desenvolvidos. Ou seja: para cada mulher que morre no mundo, outras 20 sofrem doenças ou lesões em consequência da gravidez ou do parto, às vezes com resultados graves e duradouros.
Outro dado agravante é quanto à gravidez e à maternidade prematuras, que representam um perigo considerável para a saúde das meninas. O casamento cedo, a gravidez, a aids, a violência sexual, e outros abusos relacionados ao gênero, contribuem também para grandes riscos às jovens.
Frente a esses números e dados preocupantes, o relatório destaca que 80% das mortes poderiam ser evitadas se as mulheres tivessem acesso a serviços essenciais de atendimento básico de saúde.
Especialistas no assunto afirmam que a maior parte das mortes maternas e neonatais pode ser evitada por meio de intervenções de eficácia comprovada, que incluem uma nutrição adequada, uma melhora das práticas de higiene, atendimento pré-natal, a presença de trabalhadores capacitados da saúde nos partos, atenção obstétrica e neonatal de emergência, e visitas pós-parto para mães e recém-nascidos.
O Brasil tem adotado medidas de saúde pública como campanhas de imunização, o uso de antibióticos, a pulverização com inseticidas para erradicar as doenças causadas por insetos transmissores, o uso de cloro na água, a suplementação alimentar que contaram, em sua grande maioria, não somente com as ações dos gestores públicos, mas, principalmente, com a contribuição de igrejas, organismos não-governamentais, organismos internacionais e a grande mobilização da sociedade civil, como campanhas de combate à fome e à pobreza.
A ampliação dos serviços de saneamento básico a áreas até então excluídas, os programas de saúde materno-infantil, sobretudo os voltados para o pré-natal, parto e puerpério, a ampliação da oferta de serviços médico-hospitalares, as campanhas de vacinação, os programas de aleitamento materno e reidratação oral, em muito também colaboraram para a continuidade da redução dos níveis de mortalidade infantil e infanto-juvenil, principalmente a partir dos anos 1980.
A conjugação de vários desses programas e da queda da fecundidade intensificou o processo de declínio da mortalidade infantil, a qual vem caindo a patamares relativamente baixos, quando se leva em conta a longa trajetória de níveis elevados de mortalidade infantil no Brasil, que estão ainda muito altos, quando comparados com os existentes em países socialmente mais evoluídos.
Apesar de o Brasil ter piorado sua classificação no ranking de mortalidade infantil, não podemos esquecer as grandes transformações na sociedade brasileira, durante as últimas décadas, na dimensão econômica, social e política e que só se tornou possível, em parte, pela grande mobilidade populacional para os centros urbanos, redefinindo os papéis dos novos agentes sociais.
Tenhamos em mente que os mais necessitados, naturalmente, não são os responsáveis pela sua situação de indigência. A maioria deles só conseguirá superar tais condições se lhes forem dadas as mínimas condições, com a criação de uma situação de desenvolvimento sustentável no País.
Desenvolvimento que significa, nada mais nada menos, a distribuição dos frutos do crescimento econômico por todos, com um mínimo de justiça social, seguida de eficácia e eficiência nas ações do poder público.
Você sabia que sua boca é importante também na gravidez?
Fiquei sabendo de que os pesquisadores das universidades Case Western Reserve e Yale descobriram que uma técnica de clonagem e análise genética é capaz de relevar até 60% mais bactérias em mulheres com inflamação intra-amniótica do que a técnica usual de diagnóstico, a cultura de bactérias.
Mas o que tem isto haver com gravidez?
Saiba então de que essa inflamação é uma causa de partos prematuros, e os pesquisadores acreditam que o resultado indica que não existe uma só espécie provoca o problema.
Segundo a professora de Odontologia da Case Western, Yiping Han, uma das bactérias encontradas foi a Fusobacterium nucleatum, comum na boca e que, uma vez na corrente sanguínea, pode causar diversos problemas de saúde. Estudos anteriores da equipe de Han já haviam ligado essa bactéria, envolvida em problemas da gengiva, a abortos espontâneos.
No trabalho mais recente, os cientistas conseguiram elaborar uma lista ampla das espécies de micro-organismos presentes na infecção intra-amniótica a partir do DNA. A técnica usada envolve a amplificação e clonagem de um gene bacteriano, para que os cientistas possam determinar subsequência e, assim, associá-lo à variedade que o originou.
As bactérias atingem a placenta por meio do aparelho reprodutivo ou pelo sangue. No caso das bactérias da boca, elas podem cair na corrente sanguínea por meio de pequenos ferimentos ou lesões.
Veja o video abaixo com a Bodyboard Neymara Carvalho falando para o programa Zona de Impacto do SporTV sobre a gravidez e como competir profissionalmente no esporte grávida. Ela fala ainda da filha e conta como é a relação entre esporte e maternidade.
Enquanto sua gravidez é investigada por um conselho médico, a mãe dos óctuplos norte-americanos abriu uma página na internet para arrecadar fundos para cuidar das crianças e também de seus seis filhos anteriores.
O site mostra imagens e os nomes e peso de cada um dos óctuplos (seis meninos e duas meninas), que nasceram no último 26 de janeiro, na Califórnia.
Assim que o bebê nasce, muitas das mudanças graduais por que seu corpo passou durante a gravidez começam a se desfazer, só que num ritmo muito mais rápido. Por isso, você perceberá vários sinais físicos:
• Você vai ter um sangramento vaginal parecido com a menstruação. Nos primeiros dez dias o fluxo será semelhante ao dos dias mais intensos do período menstrual, e depois ele vai se transformando numa secreção amarronzada, que pode durar até seis semanas. O excesso de atividade pode aumentar a intensidade do sangramento.
• Seu útero vai voltar rapidamente ao tamanho e à posição normal. Para isso, ele vai se contrair, processo que é acelerado pela amamentação. Você pode sentir cólica quando der de mamar: os hormônios estimulam as contrações do útero. A intensidade dessas cólicas aumenta a partir do segundo filho. O sangramento também pode ser mais forte nesses momentos, por isso use um bom absorvente.
• A vagina vai retomar o vigor muscular normal, e os músculos do assoalho pélvico vão voltar para perto da posição anterior. (Leia mais sobre como a vagina se recupera do parto.) Você pode colaborar para o processo fazendo exercícios para os músculos pélvicos.
• Pequenas lacerações e cortes no útero, na vagina e no períneo (a área entre a vagina e o ânus) cicatrizam rápido; a episiotomia, um corte cirúrgico feito na hora do parto normal para facilitar a passagem do bebê, pode demorar mais tempo. Os pontos, tanto na região vaginal como de cesariana, podem ficar doloridos por semanas.
• Logo depois do parto, os seios ainda ficam macios, pois só estão produzindo um pouco de colostro (o líquido meio transparente que protege a saúde do bebê). Depois de três ou quatro dias o leite vai “descer”, e suas mamas vão ficar quentes, inchadas e sensíveis. No começo, seus mamilos também podem ficar doloridos, e os primeiros segundos de cada mamada podem ser desconfortáveis. Essa sensação costuma melhorar depois do quinto dia.
• Sua barriga vai ficar flácida e enrugada, e a cintura simplesmente não existirá. Você ainda vai estar carregando boa parte do peso que ganhou durante a gravidez. Muito provavelmente vai ter de usar as roupas de grávida por um certo tempo.
• A dor nas costas e as hemorróidas podem continuar importunando você.
• Você pode ficar com estrias nos seios, na barriga e nas coxas.
• Seus tornozelos e pés vão inchar mais ainda, depois do parto, antes de começar a desinchar, num processo que pode levar cerca de dez dias. Quanto menos você descansar, mais tempo vai demorar para desinchar.
• Se você fez uma cesárea, provavelmente vai sentir dor para sentar e levantar da cama, ou se ficar muito tempo em pé.
Sobra alguma coisa de bom?
Sim! Nem tudo é tão difícil. Com a queda nos níveis de progesterona no seu corpo, o tônus muscular de todos os sistemas vai voltando. Assim, a azia melhora rápido, assim como a prisão de ventre e as varizes. As hemorróidas demoram mais um tempinho.
O museu Ripley’s “Believe It or Not”(conhecido aqui no Brasil pelo programa “Acredite se Quiser”) colocou em exposição em Myrtle Beach, no estado da Carolina do Sul (EUA), suas estátuas da fertilidade, que, segundo a empresa, têm o poder de “engravidar”…
Será?
As estátuas de madeira de cerca de 1,5 m de altura foram compradas em 1993 na Costa do Marfim. Segundo o museu, após ficarem em exibição em sua sede em Orlando, na Flórida, 13 mulheres ficaram grávidas em alguns meses.
Desde então, as estátuas foram mostradas em várias partes do mundo. Segundo a empresa, mais de 2 mil mulheres relataram que ficaram grávidas depois que tocaram nas estátuas.
O museu destacou que as jovens que querem engravidar podem tocar nas estátuas gratuitamente durante o horário comercial.
Desta vez trago um caso triste que acon5teceucom uma grávida, que sofreu violência e acabou perdendo os bebês. E pior de tudo qe foi na dita pacata Suiça…
A bacharel em Direito brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira em Dubendorf, cidade que fica perto de Zurique. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo.
Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.
“Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas”, afirmou Paulo Oliveira por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.
Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também o senador Marco Maciel (DEM-PE) e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.
Nesta quarta-feira (10), Paula foi encaminhada novamente ao Hospital da Universidade de Zurique.
“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.
O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. “Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação”, afirmou. “Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque”, completou.
Veja no video abaixo a matéria do Jornal Nacional: