Gostaria de avisa-las de que a Zazou passa a ter mais uma loja de ponta de estoque exclusiva em São Paulo, aonde encontram peças novas de coleções passadas, ou mesmo últimas pelas da atual coleção, com bons descontos na faixa de 70 a 80%, com peças a partir de R$ 38 até R$ 138.
Uma boa oportunidade de encontrar peças não apenas com estilo bem atual e muita qualidade (tecido, acabamento, etc), com uma modelagem que lhe trás conforto e segurança, e tudo isto ainda pagando pouco.
Trata-se da BB Fermier Outlet, que fica na rua Ministro José Gallotti, 252, no Brooklin. Trata-se da primeirra loja de moda gestante da região, incluindo Santo Amaro, Graja Julieta, Chacara Flora, Morumbi e Interlagos. O telefone de lá é: (11) 3796-0710 e o email: contato@bebefermier.com.br.
Segue abaixo um mapa de como chegar:
Além de roupas de grávidas da Zazou, a BB Fermier Outlet, tem também trabalha como ponta de estoque várias outras grifes de roupa de bebê e enxoval, todas de grife conhecidas e de qualidade. Vale a pena ir dar uma conferida!
Como promoção de inauguração desta nova ponta estaremos fazendo uma série de promoções e sorteios.
Para começar estaremos sorteando roupas da Zazou e vale compras até o final de março para todas que forem prestigiar e visita a nova loja de ponta de estoque da Zazou na BB Fermier. Basta ir lá e preencher o cadastro que vai estar concorrendo para ganhar por exemplo uma Calça Jeans de Grávida da Zazou.
E não vai ser apenas isto não!
Vamos estar fazendo também lá a campanha de fotos das Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos, edição de verão na ponta, aonde estaremos com as fotografas do Estúdio Hype tirando fotos gratuitas na BB Fermier nos dias 13 e 14 de março(Sex. e Sáb.) durante todo o dia das grávidas interessadas vestidas de Zazou. Depois ganham uma foto digital em alta por email e uma foto ampliada impressa para colocar em um porta retrato e guardar de recordação. E tudo de graça! Não precisa pagar ou comprar nada para participar e tirar a foto. Só ligar e agendar.
É dito (e muito bem constatado) que filho vem sem manual de instruções…
Mas não dá mais para argumentar que não existe escola que ensine a ser pai ou mãe. Pelo menos na Espanha, onde se oferecem aulas para pais na recém-criada Universidad de Padres, coordenada pelo filósofo espanhol José Antonio Marina.
A universidade, inicialmente on-line, pretende oferecer aos pais aulas fundamentadas em princípios da psicologia e da pedagogia. Querem ajudar os pais a elaborar seu projeto educativo de família, porque cada uma se movimenta de uma forma muito específica.
Foi um sucesso!
Mais de 500 pessoas já se inscreveram no curso, que é gratuito e tem dez meses de duração. A primeira fase de matrículas, já encerrada, foi limitada para pais com filhos de até seis anos.
O formato do projeto é inédito; outras iniciativas oferecem palestras, mas não acompanham todo o processo educativo das crianças
Em maio, serão abertas inscrições para pais de crianças de até dez anos, sendo que pessoas de todo o mundo podem se matricular, desde que consigam se comunicar em espanhol.
Marina, também especialista em educação, observa que os pais buscam informações mais específicas sobre como educar os filhos e, muitas vezes, ficam perdidos com as diferentes propostas educativas e com a separação existente entre a família e a escola.
Isso explica, para ele, a relevância de ensinar os adultos a educar seus filhos.
“O mundo todo reconhece a utilidade das escolas para pais, mas não se havia descoberto uma forma de colocá-las em prática. As novas tecnologias nos permitem aproximar [dos pais] de maneira que as atividades da universidade sejam compatíveis com os horários sobrecarregados dos pais”, comentou Marina.
O formato do projeto é inédito. Outras iniciativas de escolas para pais, inclusive no Brasil, oferecem palestras e grupos de discussão, mas não acompanham todo o processo educativo das crianças ou não são organizadas por profissionais.
A proposta da universidade espanhola é monitorar os pais desde o último trimestre da gravidez até os 16 anos da criança.
Ao longo do período, o aluno é orientado por um tutor, que prepara atividades e tarefas de casa, faz avaliações, dá notas e auxilia nos problemas e nas dúvidas, tudo isso para que os pais consigam transmitir aos filhos o que é chamado de recurso educativo.
“São as capacidades intelectuais, afetivas e éticas com que a criança vai contar para enfrentar a realidade, seus problemas e as decisões que tomará ao longo da vida. Todos os pais querem deixar recursos econômicos aos filhos, mas deixar um “capital educativo” é importante da mesma forma”, explicou Marina.
O estudante precisa se comprometer com o programa indicado: quem não participa ou não executa os trabalhos tem a matrícula cancelada. Os pais também podem trocar experiências por meio de fóruns de discussão promovidos pela instituição.
O próximo passo, disse Marina, é formar grupos nas escolas das crianças para que elas organizem encontros e os pais possam participar de aulas presenciais.
As famílias, em grande parte dos casos, não sabem o que esperar de cada fase da vida da criança, e um curso como o da Universidad de Padres ajuda, afirma a psicóloga Belinda Mandelbaum, coordenadora do Laboratório de Estudos da Família, Relações de Gênero e Sexualidade da USP(Universidade de São Paulo).
“É uma ação pertinente. Toda a psicologia do desenvolvimento trouxe questões importantes que devem ser compartilhadas com a comunidade. Não para oferecer um “manual”, porque isso é uma furada, e sim para ampliar a consciência dos pais, seja do que é educar, seja da realidade em que as crianças vivem, seja para promover um debate sobre o mundo que é apresentado para a criança”, diz.
No Brasil, alguns grupos desenvolvem cursos de curta duração para orientar as famílias. A Escola de Pais do Brasil, criada por religiosos católicos em 1963 com base nas escolas de pais da França, oferece cursos gratuitos, formados por dez encontros de uma hora e meia.
Os palestrantes, presentes em cem cidades brasileiras, são voluntários treinados pela própria organização, sem especialização em educação, que vão a escolas, empresas, condomínios ou aonde forem solicitados.
“Por ano, cerca de mil pessoas passam pelos cursos em todo o país. A preferência é que pai e mãe participem juntos, mas, hoje em dia, vai somente a mulher ou o marido ou, ainda, a avó que tem a responsabilidade de cuidar da criança”, diz Ronald Affonso Silva, diretor administrativo da organização.
Trabalho semelhante é desenvolvido pelo Núcleo de Análise do Comportamento da UFPR(Universidade Federal do Paraná). São oito encontros com duração de duas horas, ministrados por especialistas da universidade.
“Essa é uma questão que aparece com frequência na literatura internacional. Propõe-se fazer a escola de pais, mas com profissionais especializados. Não vamos ensinar ética nem valores, direcionar a mesada ou o número de banhos por dia. Falamos de princípios do comportamento, por exemplo. Funciona para pais de crianças com até dez anos”, diz a psicóloga Lídia Weber, professora do Departamento de Psicologia da UFPR.
Nas reuniões, os profissionais falam de temas gerais, que podem ser extrapolados para a maioria das famílias, como princípios de aprendizagem, relacionamento afetivo com o filho, como agir quando o comportamento é adequado ou inadequado, entre outros temas.
Clima conjugal negativo, hostilidade, ausência de regras e falta de afeto são comportamentos ruins para o desenvolvimento e são frequentemente questionados nos cursos.
“Os pais não se atualizam e esperam que a escola resolva. E o maior problema não é os pais ficarem mais tempo fora de casa. Fizemos uma pesquisa, e as donas-de-casa apareceram como as piores em práticas educativas”, afirma Weber.
Para a psicóloga, os cursos para pais não devem envolver interesses religiosos nem políticos para que sejam eficientes no processo educativo.
Veja a dica do Gilberto Dimenstein da CBN no audio abaixo:
Gostaram da idiéia? Querem fazer um curso destes?
Abaixo o site e telefone de contato dos três:
Universidad de Padres
http://www.universidaddepadres.es
Tel: (34)(91) 441-3084
Escola de Pais
http://www.escoladepais.org.br
Tel: (11) 3679-7511
Programa de Qualidade na Interação Familiar da UFPR
http://www.nac.ufpr.br
Tel: (41) 3310-2669
Para quem não sabe o Dia dos Namorados, tratado em muitos países como Dia de São Valentim, é uma data comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, quando é comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração.
Ainda que no Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho, já em Portugal, a data é celebrada em seu dia mais tradicional: 14 de Fevereiro, portanto hoje!
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.
Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram-se apaixonando e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “De seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho por ser véspera do 13 de junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar que era combatida pela heresia da época chamada Catarismo.
O casamento - em queda na Idade Média - gerava filhos que a seita cátara condenava pois para esta o mundo era intrinsicamente mau pois, ao invés de ter sido criado por um Deus bom, teria sido criado por um Deus mau.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista e depois foi assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentim, equivalente nos países do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.
Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada pelo IBGE, a queda da fecundidade das mulheres brasileiras está cada vez mais baixa. Na década de 60 a taxa era de seis filhos por mulher. Em 2007 esse número caiu para menos de dois filhos por mulher.
O texto abaixo, escrito pela Ana Cristina Alves Hércules, mostra os benefícios que a Shantala (Massagem para Bebês) pode exercer no desenvolvimento da saúde física e emocional do bebê. Além de ser uma forma de comunicação acolhedora entre pais e filhos, a Shantala permite iniciar a experiência de atitudes básicas para uma educação saudável das crianças.
Segue abaixo na integra o trabalho dela para seu conhecimento:
“Para começar a falar sobre a Shantala, recordo como foi o meu primeiro contato com essa técnica de massagem milenar e de origem indiana que despertou algo diferente em meu coração.
Em 1992, no Curso de Técnicas Corporais no Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, tive aulas com profissionais que apresentavam abordagens corporais e toques que facilitam o trabalho emocional. Uma delas foi a Shantala – Massagem para Bebês.
Em 1994, quando nasceu minha filha Beatriz, eu já tinha lido o livro “Shantala – Massagem para Bebês”, do Dr. Frédérick Leboyer, mas queria aprender a fazer com alguém que já tivesse a prática, que mostrasse a intensidade do toque e as minúcias dos movimentos. Foi quando fiz o curso com a psicóloga Eliana L. Pommé.
A partir daí, fazia massagem diariamente no meu bebê. Depois de aproximadamente três anos tive a Andréia e novamente vivi aqueles “momentos mágicos” de envolvimento com a minha filha caçula, que me pede massagem até hoje, com dez anos. Durante esse período, sempre achei que todas as mães deveriam fazer Shantala em seus filhos.
Mas foi na escola das crianças, conversando com as mães, participando de palestras para pais, sempre escutando queixas sobre comportamento dos filhos, que pensei que precisaria haver algo preventivo a se fazer pela saúde emocional das crianças e que talvez uma das formas fosse a Shantala, pois ela intensifica o vínculo mãe-bebê e possibilita à criança vivenciar um momento de segurança e tranqüilidade com a mãe. Observei que, apesar de todo amor que os pais têm pelos filhos, existe uma dificuldade de compreensão nesta comunicação.
Em 2007, comecei a pesquisar mais sobre a Shantala, fiz o curso de formação com a professora de yoga Maria de Lourdes Teixeira, que introduziu a técnica no Brasil em 1978 e vem trabalhando na divulgação para que o maior número de mães e bebês se beneficiem com ela.
Em maio do mesmo ano assisti a uma palestra do educador Luís Henrique Beust na escola Pueri Domus, Unidade Jardim, e fiquei encantada pela qualidade e pela forma como foi exposto o conteúdo, porque ele falava da importância do “olhar carinhoso” e do “toque amoroso” na educação das crianças, que é exatamente o que se trabalha na Shantala, nos primeiros meses de vida de um bebê.
A palestra me levou a pensar o quanto a Shantala pode exercer uma função preventiva na saúde emocional do bebê e facilitar um relacionamento saudável entre pais e filhos.
ORIGEM
Shantala é um tipo de massagem utilizada na Índia há milhares de anos, onde é passada de geração a geração pelas mães às suas filhas, para que estas possam realizá-la em seus próprios bebês. É um costume da própria cultura.
A técnica tem sua origem no yoga e algumas vezes recebeu a denominação de “Yoga do Bebê”. Foi trazida para o Ocidente em 1976, pelo obstetra francês Dr. Frédérick Leboyer, que, quando viu uma mãe massageando o filho em Calcutá, ficou fascinado com a sutileza e a harmonia de seus movimentos.
TÉCNICA
A Shantala consiste em uma massagem com toque firme, não é uma simples carícia. Deve ser aplicada a partir do primeiro mês de vida do bebê, de forma carinhosa e tranqüila, quando ocorrerá também uma comunicação intensa através do toque e do olhar.
Originalmente, no Oriente, a massagem era aplicada pela mãe, mas no Ocidente a técnica vem sendo aplicada também pelo pai, o que acaba facilitando o vínculo paterno de forma positiva. Sendo assim, no texto, o fato de utilizar a mãe como referência não impede que o pai esteja aplicando a Shantala na criança.
O ambiente deve ser calmo e propício a uma interação harmoniosa, com duração de aproximadamente 20 a 30 minutos e feita diariamente.
A mãe deve estar relaxada e sentada no chão, com as pernas esticadas, e a criança deitada sobre suas pernas, posição que facilita o contato visual e corporal entre ambas, além de permitir que a mãe esteja com as mãos livres para fazer a massagem.
É necessária a utilização de um óleo vegetal natural para facilitar os deslizamentos e as manobras que percorrem todo o corpo da criança, de frente e de costas.
Ao término da massagem, deve-se dar um banho de água morna, que possibilita o total relaxamento da criança e traz a lembrança da sensação do útero materno.
SAÚDE FÍSICA
Fazendo a Shantala a partir do primeiro mês de vida da criança, a mãe e o bebê podem explorar profundamente o contato com o maior órgão do corpo humano – a pele – e com o sentido mais desenvolvido nessa fase – o tato –, uma vez que a pele já está preparada para receber o toque firme da massagem e o umbigo também já está cicatrizado.
O contato físico transmite a sensação de segurança ao bebê, o que reduz a produção do hormônio cortisol. A menor quantidade deste hormônio permite que as células de defesa do organismo permaneçam um maior tempo em circulação, fortalecendo o sistema imunológico.
A massagem atua na regulação do sistema digestivo, facilitando a eliminação de gases, prevenindo as cólicas e evitando a prisão de ventre.
Os alongamentos que fazem parte da seqüência de movimentos ajudam a relaxar a musculatura, liberando bloqueios e tensões, o que permite à criança ter um sono mais tranqüilo.
O relaxamento que ocorre durante a massagem favorece a amplitude e o ritmo tranqüilo da função respiratória.
No momento em que o corpo do bebê é tocado, a criança desenvolve a percepção da extensão e dos limites corporais, o que também facilita o desenvolvimento psicomotor.
A técnica pode ser vista como uma terapia ou como uma estimulação. Independentemente da forma, favorece um desenvolvimento físico e emocional saudável.
SAÚDE EMOCIONAL
O nascimento é uma das mais difíceis separações a ser vivida pelo ser humano: é quando se sai de uma ligação muito intensa – mãe-filho: o bebê está dentro de um útero que o nutre e o acolhe e, ao nascer, entra em contato com um universo imenso. A forma como esse processo ocorre poderá influenciar as separações e as “perdas” ao longo da vida do indivíduo.
Na primeira separação, que é o nascimento, há um rompimento emocional difícil, mas que pode ocorrer de forma segura e tranqüila para a mãe e para o bebê. Os pais deverão ser os facilitadores para que a criança consiga desenvolver autonomia para descobrir o universo e, para que isso se dê de forma harmoniosa, eles têm o que é fundamental: o amor incondicional. Porém, freqüentemente o papai e a mamãe desconhecem formas simples de demonstração desse amor, e as dificuldades próprias do dia-a-dia fazem com que eles se sintam perdidos e até impotentes diante das manifestações dos filhos.
Quando a criança chora, a primeira atitude dos pais é checar as possíveis causas de desconforto, que podem ser fome, calor, frio, necessidade de trocar fralda, alguma dor, enfim, uma série de situações concretas… Muitas vezes, porém, após essa verificação, o bebê continua demonstrando irritação. É quando os pais precisam compreender que a grande comunicação dos bebês é através do olhar e do toque, lembrando que bebês não dominam a fala.
Nesse momento cabe aos pais aprender com esse pequeno ser a explorar melhor esse tipo de linguagem, porque, se não entenderem o que está ocorrendo, podem ficar desesperados, transmitindo insegurança para a criança, que é contagiada pelo estado emocional deles.
À medida que os pais forem entrando em sintonia com o olhar da criança, tocando o bebê e fazendo com que o ambiente fique tranqüilo, provavelmente a situação ficará mais calma para ambos. Eles estarão nutrindo emocionalmente a criança, e esse “alimento” – toque e olhar – é essencial para o bom desenvolvimento físico e psicológico.
O ser humano precisa entrar em contato com o mundo de uma forma acolhedora e envolvente. Quanto maior o número de experiências satisfatórias vivenciadas desde a infância, maior será o sentimento de segurança e equilíbrio da pessoa. O contato de pais e filhos envolvidos com emoção é o que deve permanecer durante o crescimento das crianças.
Essa vivência não requer muito tempo, porém é necessário o conhecimento da situação por parte dos pais, empenho, apesar do cansaço ao fim de um dia de trabalho, e a criação do hábito de despender alguns minutos por dia aos filhos.
EDUCAÇÃO DOS FILHOS
O educador Luís Henrique Beust, em seu livro Educar por Inteiro, fala da importância do amor e da sabedoria dos pais para educar os filhos. O sentimento de amor dos pais pelos filhos é algo sublime, de uma dimensão que não possibilita sequer explicação, porém a forma de demonstração desse amor requer um conhecimento por parte deles que pode ajudar muito na educação e no relacionamento saudável com os filhos.
O autor nos apresenta algumas formas de comunicação com as crianças, que seriam: o olhar carinhoso, o toque amoroso e a atenção concentrada.
O olhar do bebê é fascinante. Se o observarmos, veremos que ele fixa o olho nos olhos das pessoas, tentando compreender o que se quer dizer através desse contato. É a forma inicial de ele tentar entender o significado de cada objeto ou ação. E, se oferecermos imagens, ele tende a escolher algo que se identifique com o rosto humano, porque percebe que, por trás da imagem do rosto da mamãe e do papai, está quem atende às suas necessidades básicas, fornece alimento, transmite amor e carinho.
A experiência do olhar carinhoso possibilita o desenvolvimento de uma criança segura, com facilidade de manter contato visual agradável com as pessoas desde a infância. Aquele olho no olho que acontece quando encontramos nossos filhos é uma forma muito importante de demonstração de carinho e atenção exclusiva – é “alimento emocional”.
O toque transmite calma e acolhe a criança, além de já ser comprovado por alguns estudos que crianças tocadas com carinho liberam mais hormônio do crescimento (GH) e produzem menos cortisol (responsável pelo desgaste físico e emocional), facilitando o desenvolvimento físico. As crianças que não aprendem o toque amoroso tendem a ser violentas, a desconfiar do toque dos demais e a buscar sexualidade prematura no anseio pelo toque prazeroso.
A atenção concentrada consiste em vinte minutos que os pais destinem à interação diária com cada filho separadamente, dedicando-lhe atenção direta, individual e sincera. Alguns estudos mostram que isso é suficiente para a criança se sentir acolhida e amada, ou seja, um pouco mais “alimentada” emocionalmente. E tudo isso pode ser feito brincando, jogando, rolando no chão, fazendo qualquer atividade que envolva ambos espontaneamente, desde o primeiro ano de vida até a puberdade.
As atividades se modificarão de acordo com o crescimento e o interesse da criança, mas esse tempo de dedicação exclusiva é fundamental para um relacionamento saudável entre pais e filhos. Esse é um dos bons hábitos que devem ser criados na vida quando nos tornamos pais e mães.
CONCLUSÃO
Com base nos conhecimentos da psicologia, nos estudos apresentados visando a educação integral das crianças, podemos observar que os pais, quando recebem informações consistentes, contribuem de forma significativa para o desenvolvimento de uma saúde emocional saudável.
É necessário que eles estejam conscientes dos seguintes pressupostos: que o bebê precisa ser acolhido com amor e compreensão para entrar em contato com o mundo de forma harmoniosa; que é necessário não só utilizar a comunicação através do olhar carinhoso e do toque amoroso, como também da criação do hábito da atenção concentrada.
A Shantala contempla essas atitudes desde o primeiro mês de vida e permite aos pais e ao bebê vivenciarem sentimentos de segurança e tranqüilidade juntos, o que atua de forma preventiva no desenvolvimento emocional da criança.
Na saúde física o toque sutil e carinhoso trabalha a musculatura e as articulações, promovendo o relaxamento, diminuindo as cólicas e facilitando o sono tranqüilo.
A Shantala é cativante pela sutileza e serenidade que transmite ao ser aplicada, mas além dessa beleza poética, o mais importante é quando os pais tomam consciência dos benefícios que a massagem pode trazer ao bebê, porque, à medida que eles entendem o que estão fazendo e colocam a intenção no ato, este é potencializado.
Gostaria de abordar aqui outro assunto que interessa bastante as grávidas, que na sua primeira gestação ainda tem muitas dúvidas a respeito do uso das fraldas. Começo trazendo a informação de até quando eles vão precisar usa-las?
Apesar da simbiose entre bebês e fraldas descartáveis, que funcionam quase como uma segunda pele, todas as crianças saudáveis terão de deixar de usá-las. A questão é: quando essa troca deve acontecer?
A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) preconiza que o processo nunca deve ocorrer antes dos 18 meses porque a criança não está preparada. Segundo os pediatras, no período entre 18 e 30 meses uma criança saudável costuma estar “madura” para fazer xixi na privada (com assento redutor).
As idades, porém, são apenas parâmetros. Cada criança tem seu ritmo e sua maturidade. Meninas costumam sair da fralda antes, e irmãos não seguem o mesmo padrão.
Retirar a fralda é um marco no desenvolvimento infantil. Estudos consideram, inclusive, que esse é o primeiro grande estresse da vida de uma criança. “É um dos primeiros passos para ela se tornar autossuficiente”, diz a nefrologista pediátrica Denise Mota, doutora em epidemiologia e professora da Universidade Federal de Pelotas (RS).
Para urinar no banheiro, a criança precisa lembrar que tem de caminhar até o vaso ou penico, baixar as calças, sentar, urinar, puxar as calças, dar a descarga e lavar as mãos. É um processo complexo, que deve ser treinado em etapas.
“Quando o Pedro tinha dois anos, comecei a falar que ele já estava moço e que moços não usam fralda. Mas percebi que tinha de partir dele”, diz Wendy Aquino, 29.
Cerca de três meses depois, ela começou a notar que o menino anunciava que estava fazendo xixi na fralda. Foi a senha para que ela iniciasse o processo sob orientação pediátrica. Hoje, aos 2 anos e 8 meses, Pedro já está habituado a usar o banheiro.
Além das habilidades infantis, o fim das fraldas exige também paciência e disponibilidade dos pais. “Se a criança sentar e depois de três segundos levantar, dizendo que não quer, sem problema. Depois de cinco minutos, convide de novo”, orienta Albert Bousso, professor de pediatria da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Universitário da USP.
Os pais precisam ainda ter desapego material porque a urina (e as fezes) vão escapar no sofá, na cadeira, na cama, no chão, no tapete -e até nos móveis ultramodernos da casa de amigos.
A pior coisa a fazer é obrigar a criança a sentar-se na marra. Ou brigar, bater e gritar por causa dos inevitáveis escapes.
“As mães e os pais têm de entender que, da mesma forma que a criança tem de cair para aprender a andar, que ela demora para ser alfabetizada, o controle da urina não ocorre de uma hora para outra. Pode levar de dois a quatro meses, com fatores positivos [como incentivo dos pais quando ele acerta] presentes”, diz o pediatra.
A nefrologista Denise Mota descobriu, em estudo feito em Pelotas (RS), que, apesar da preconização da SBP e do discurso dos pediatras, entre as mães pesquisadas não há consenso sobre o melhor momento para tirar as fraldas.
A retirada, para elas, pode ocorrer em momentos tão díspares quanto antes de o bebê ter 18 meses ou com uma falante criança de três anos. “Pela praticidade da fralda, as mães começam o processo quando a criança está quase com três anos e sem orientação pediátrica”, afirma.
A falta de aconselhamento pode levar a um processo inadequado e gerar problemas na criança. “A retirada precoce da fralda, ou seja, antes dos 18 meses, é associada ao prolongamento do treinamento e a alguns problemas tardios de enurese (urina que escapa à noite) e constipação”, afirma Nilzete Brezolin, presidente do Departamento de Nefrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Um treinamento inadequado também pode levar à recusa da criança em ir ao banheiro.
Da mesma forma, a demora para retirar a fralda também tem consequências. Segundo o levantamento de Denise Mota, “o treinamento tardio pode resultar em aumento do risco de doenças infecciosas, com diarreia, assim como num aumento da prevalência de constipação e recusa em ir ao banheiro”.
A falta de orientação, segundo Mota, seria resultado do pouco valor que se dá ao controle dos esfíncteres, apesar de ser um marco importante da infância. “As orientações costumam ser pouco utilizadas pelos médicos em consultas de rotina e, quando utilizadas, não são abordados todos os tópicos, tampouco se pergunta aos pais que tópicos gostariam de discutir”, diz a médica, no estudo.
A pediatra Gelsomina Colarusso Bosco, do Hospital e Maternidade São Luiz, concorda. “Infelizmente isso acontece. As mães têm muitas dúvidas, mas ficam sem orientação”, diz. Ela costuma pedir à família que decide embarcar rumo ao fim das fraldas descartáveis para abolir três itens: pressa, comparação com irmãos e com outras crianças e cobrança.
Foi o que fez a dentista Claudia Pessoa Rangel Bourdoukan, 33. “A nossa pediatra foi muito parceira. Queria tirar a fralda antes dos 18 meses porque a Bruna já se incomodava, mas fui orientada a esperar.” Começou com 22 meses e, em 60 dias, Bruna se adaptou -mas às vezes o xixi ainda escapa.
Informação e paciência são as palavras-chaves para saber, inclusive, que o mais fácil de treinar é o cocô. Feito uma vez por dia, e como o hábito do intestino é previsível, dá para se antecipar e perguntar à criança se ela quer ir ao banheiro.
E o mais difícil é o xixi da noite. Tanto que a fralda noturna não costuma ser riscada da lista do supermercado tão rapidamente. Mas, em geral, o controle dos esfíncteres (inclusive à noite) está completo aos quatro anos. O que não significa o fim dos “acidentes” noturnos. É normal escapar na cama até os seis anos. “Conforme a criança cresce, a capacidade da bexiga também aumenta, e os escapes no meio da noite tendem a reduzir”, diz Denise Mota.
Em julho de 2004, a Justiça brasileira autorizou que mulheres grávidas de fetos sem cérebro interrompessem a gestação. Durante quatro meses, dezenas de mulheres foram amparadas por essa decisão e optaram pelo aborto.
O video abaixo conta a história de quatro dessas mulheres durante dois anos. Érica, Dulcinéia, Camila e Michele são mulheres muito diferentes unidas pelo acaso de uma maternidade interrompida. Protagonistas de suas próprias vidas, elas são as narradoras de suas escolhas em um filme que impressiona pela força e resignação diante do luto precoce.
Trata-se de um video bem real e de forte emoções, por isto se não esta preparada para isto, melhor não assistir…
Trago um vido abaixo com uma matéria do drama de não saber se seu filho foi trocado na maternidade, que é algo que toda grávida teme.
Este caso aconteceu recentemente em Pendotiba, na região oceânica de Niterói no Rio, e a Alexsandra dos Santos viveu este pesadelo de achar que seu bebê foi trocado na maternidade. Enquanto ela e seu marido são negros, o menino Gabriel é branco e de olho azul.
É possível uma mulher descobrir que está grávida apenas no momento do trabalho de parto? O especial do canal Discovery chamado: “NÃO SABIA QUE ESTAVA GRÁVIDA“, mostra casos impressionantes provando que isso pode ser factível.
Este documentário conta, por meio de depoimentos de médicos e das próprias mulheres que ficaram alheias à gravidez por nove meses, como os sintomas da gestação podem passar despercebidos. O especial traz perfis destas mulheres e mostra as suas histórias de vida.
Médicos especialistas também contribuem ponderando sintomas e circunstâncias das gestações relatadas e, desta forma, revelam algumas explicações para o mistério. Saiba como uma gravidez sem acompanhamento algum e cuidados especiais pode terminar no nascimento de crianças totalmente inesperadas, entretanto, completamente sadias. Exemplos destes fenômenos são os casos de Jennifer West e Jessica Kosiuszko, relatados em durante o programa.
Jennifer West teve uma infecção na garganta diagnosticada em setembro de 2004 e começou a tomar antibióticos. Ninguém a informou que o efeito dos anticoncepcionais poderia ser prejudicado com o uso concomitante dos medicamentos - Jennifer engravidou após três semanas do início do tratamento. Em 4 de julho do ano seguinte, Jennifer começou a sentir dores nas costas e fortes espasmos no ventre que iam ficando cada vez piores. Pensando tratar-se de uma seqüela repentina de um fibroma que havia tido há anos, foi levada por seu marido ao pronto socorro onde foi revelado o inesperado diagnóstico – Jennifer estava prestes a dar à luz uma criança.
Acumulando funções em dois diferentes trabalhos, o planejamento de seu casamento, o luto após a morte de sua avó, anos de pílulas anticoncepcionais, Jessica Kosciuszko ficou aliviada quando fez um teste de gravidez com resultado negativo. Por precaução suspendeu o uso da pílula. Não sentiu náuseas nem aumentou de peso embora estivesse se sentindo um tanto mais tensa do que “o normal”, o que ela mesma justificava pelo período agitado que estava vivendo. Oito meses depois, foi à igreja com seu noivo e, ao voltar para casa, foi surpreendida por uma intensa dor abdominal. Ao chegar ao pronto socorro o casal recebe a notícia – seriam pais.
A violência contra as grávidas não acontece penas na Suiça, como contamos no post anterior, mas também no Brasil e precisamos atertar até para que isto seja combatido.
Neste novo caso conteceu infelizmente com uma estudante grávida de três meses foi internada na Santa Casa de Santa Fé do Sul no interior paulista, com queimaduras depois de ter sido vítima de trote violento no primeiro dia de aula das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (Funec).
De acordo com o boletim de ocorrência, Priscila Rezende Muniz, de 18 anos, teria sido atacada em uma rampa da faculdade por uma aluna do curso de pedagogia. A menina teria jogado solvente misturado com gasolina e creolina sobre o corpo de Priscila, que foi medicada e liberada do hospital. Priscila teve queimaduras de 2º grau.
Ela fará exames de ultrassonografia amanhã para saber o estado de saúde do seu bebê, pois tenho medo de perder o bebê.
Aluna do curso de análises de sistemas da Fundação Educacional de Santa Fé do Sul, Priscila teve de ser internada com queimaduras de segundo grau nas costas, nádegas, coxas e cotovelos, provocadas por produtos químicos despejados em seu corpo durante o trote de recepção aos calouros, na noite de segunda-feira.
O primeiro dia de aula se transformou numa noite de terror…
As marcas das agressões continuam pelo corpo. Ficou com várias manchas, que passou por exames de corpo delito.
O líquido teria sido jogado por uma aluna veterana, do curso de Pedagogia, irritada com o fato de Priscila ter sido preservada pelos outros veteranos porque estava grávida. A menina já tinha dito que se não a pegasse do lado de dentro ia me pegar do lado de fora da faculdade.
Antes do início das aulas, Priscila e uma amiga, Bruna da Silva Prado, recém-formada na mesma faculdade, pediram aos estudantes da sala que, devido à gravidez, a deixassem de fora do trote. Eles concordaram, mas a menina da outra sala, não pensou assim.
Priscila diz que vai pedir a punição de sua agressora. Ela disse muito bem que se a faculdade não a expulsar, vai processar a faculdade.
Mas aqui entre nós acho que este caso não é apenas para expulsão, mas sim um caso de polícia e de cadeia para esta inresponsável que sabia que a outra estava grávida e assim mesmo fez o que fez!
A escolha da maternidade e do médico são fundamentais. Veja abaixo por que em mais um caso triste…
A maternidade Pró-Matre do Rio foi condenada pela 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a pagar R$ 100 mil de indenização a uma família pelas lesões apresentadas em um recém-nascido.
O parto do bebê durou 16 horas, segundo informou o TJ. A maternidade ainda não se pronunciou sobre a decisão, que ainda cabe recurso. Para o relator do processo, desembargador Eduardo Gusmão, a argumentação do hospital de que o acompanhamento da frequência cardíaca do bebê era dispensável causou estranheza.
“Mesmo não sendo médico, a afirmação surpreende. É justo dizer, no mínimo, que o instrumento aumentaria as chances do feto, evitando assim o padecimento que acabou por se verificar”, afirmou.
Como o estabelecimento não possuía UTI neonatal, a pequena Jullya, atualmente com 6 anos, ficou internada durante 18 dias no berçário coletivo do hospital, apresentando convulsões frequentes. Segundo laudo pericial, os danos irreversíveis sofridos pela recém-nascida ocorreram por causa da ausência de oxigênio e ao atendimento inadequado no pós-parto.
Além da indenização por danos morais, Jullya receberá do hospital pensão vitalícia no valor de dez salários mínimos.