Terça, 17 de Fevereiro de 2009


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(Ref.: 02526).

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As peças cachecours são peças coringas para gestantes pois permitem o uso desde o começo da gravidez até o final na grande maioria.

São peças confortáves e versáteis que você regula de acordo com o tamanho da barriga e permitem até o uso de uma segunda plele caso o decote fique profundo.

Nesta versão é tipo uma camisa listrada em branco e preto que pode ser usada em ocasiões mais requintadas ou no dia a dia com seu bom jeans.

Em tricoline não arma e fica certa no corpo já que como sabemos o corte é feito para gestantes.

Cachecour Listrada Tricoline

Obs - Foto meramente ilustrativa. .

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O jornal Folha de S.Paulo deste último domingo (15/Fev) traz um caderno especial sobre médicos em cinco especialidades, mas trago aqui para este fórum um deles em específico e como não podoeria deixar de ser um ginecologista.

No total, a publicação destacou 16 profissionais apontados como os melhores nas áreas citadas acima. São todos homens; o mais novo tem 40 anos e o mais velho, 93 anos. Para chegar a esses 16 nomes, o Datafolha pediu a 692 médicos de São Paulo que apontassem os três melhores especialistas vivos em algumas das áreas mais procuradas em hospitais. Os entrevistados não podiam citar o próprio nome. A amostragem é representativa da distribuição dos médicos em cada especialidade.

Confira a seguir um trecho do caderno, na área de ginecologia, um que por sinal conheço bem, pois foi quem fez o parto dos meus dois filhos, e quem talvez tenha salvo o primeiro de problemas maiores. Aliás foi este primeiro filho, o responsável pelo surgimento da Zazou, pois foi quando percebemos que existiam muito poucas opções de loja de moda gestante legal na época.

Por isto não poderia deixar de trazer esta notícia para este Blog e dar o devido destaque e até uma homenagem ao Dr. Marcelo Zugaib de 60 anos.

O ginecologista que queria ser arquiteto estreou na carreira com um nascimento surpreendente que deveria ter sido fácil, no primeiro parto de sua vida, trouxe ao mundo três bebês de uma vez. Ele estava no quarto ano de medicina e lhe passaram um caso que achavam que seria fácil.

“Acreditava-se que a gestante esperava um só, mas eram trigêmeos. Cada um nasceu com mais de dois quilos. Muita gente passa a vida sem experimentar fazer um parto assim e comigo aconteceu logo no início”, lembra.

Natural de Marília (SP), Zugaib, a princípio, não pretendia estudar medicina. Ele queria ser arquiteto, contrariando a vontade do pai, que havia abandonado o curso de medicina no segundo ano para sustentar a família e sonhava ver o filho na profissão que não pôde seguir. “Eu dizia que tudo o que eu não queria era ser médico”, conta o ginecologista e obstetra.

Prestou arquitetura e se saiu bem em todas as matérias, mas não em desenho artístico, que era eliminatório.

Chocado com o “primeiro tropeço escolar” da vida, ele diz que não soube lidar com a situação. “Resolvi fazer um cursinho para medicina e terminei no que sou hoje. Fiquei apaixonado pela carreira.”

Aos 38 anos, já era professor titular na USP, o que o ajudou a se tornar um dos “médicos da moda” de São Paulo de meados da década de 80 ao fim da de 90.

Depois de muito tempo sentindo-se “prisioneiro o ano todo de uma sequência de partos”, Zugaib diz que tenta diminuir o ritmo, especialmente para dar atenção a Nicholas, 18, filho do seu primeiro casamento.

O nome do menino é uma homenagem ao seu mentor na Universidade da Califórnia, Nicholas Assali, hoje falecido.

Foi nos EUA que ele viveu uma realidade diferente da brasileira, na qual as gestantes fazem o pré-natal com uma equipe de médicos e são atendidas por aquele que estiver disponível no momento do parto. Zugaib acredita que no futuro, no Brasil, a gestante também deve procurar a instituição, e não o médico. “Na minha especialidade, procurar o médico gera um custo emocional muito alto. A mulher que escolhe o obstetra quer que ele faça o parto. Isso se torna um martírio para ele, porque ele não pode ter vida pessoal, programar viagens, férias com os filhos”, diz, afirmando que, por muito tempo, deixou de viajar para congressos no exterior por não poder se ausentar.

Zugaib credita a isso um dos motivos para o alto índice de cesarianas no Brasil, já que esse tipo de parto permite que o médico se programe. Não que ele considere o parto normal mais vantajoso por si. Para o obstetra, não existe “a melhor via de parto”: ambas têm vantagens e desvantagens. “Há um hábito de dizer que o normal é o parto vaginal. Não vejo assim. O normal é a maternidade segura. Fora as indicações médicas, o casal deve escolher sua via de parto, conhecendo riscos e benefícios. E o médico deve trabalhar para conseguir a via elegida com segurança.”

Dentro do seu projeto de ganhar qualidade de vida, Zugaib pratica pilates e cuida de suas duas fazendas. Para diminuir os deslocamentos em São Paulo, mudou recentemente seu consultório da avenida Brasil para o hospital Albert Einstein, onde faz partos e cirurgias. E diz que não acha fácil “perder” um parto. “A gente se sente falhando de alguma maneira. Mas são poucos os casos que eu perco, graças a Deus.”

Neto de libaneses e único filho homem de sua família -ele tem cinco irmãs-, Zugaib conta que foi educado em um ambiente em que “o aspecto feminino predominava violentamente” e diz que isso o influenciou a escolher sua especialidade. “Muita gente pensa que o mundo árabe é um patriarcado, mas não é verdade. A referência é sempre a mulher. Sou um esteta e a mulher é um dos pilares de demonstração de beleza. É desafiador lidar com elas.”

O Carnaval esta chegando e muitas grávidas devem viajar de carro, e aí pinta sempre aquela dúvida sobre se devem ou não usar o cinto de segurança por causa da barriga, ou mesmo como usar. Por isto trago este tema para este nosso Blog da Zazou.

Para começar saiba de que a Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina lançaram uma diretriz orientadora para definir o uso adequado do cinto de segurança durante a gravidez, com o intuito de exatamente esclarecer dúvidas sobre o assunto e assim ajudar no final das contas a reduzir ferimentos provocados por acidentes de trânsito.

A mulher grávida quando motorista ou mesmo passageira de um automóvel deve:

1) Usar sempre o cinto de segurança “tipo três pontos”;

2) A parte pélvica do cinto de três pontos (faixa subabdominal) deve ser colocada abaixo da protuberância abdominal, ao longo dos quadris e na parte superior das coxas;

3) A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas e lateralmente ao abdome, nunca sobre o útero;

4) Nunca colocar a faixa superior do cinto por trás do tórax nem tampouco colocá-la sob o braço ou na axila. Jamais sentar-se sobre a faixa inferior/pélvica (subabdominal) para utilizar unicamente a faixa superior/torácica (diagonal);

5) Em veículos dotados de airbag utilizar apropriadamente o cinto de segurança e afastar o banco o máximo possível para trás, até o limite que permita o perfeito contato com o volante e com os pedais, quando na direção do veículo;

Riscos mais freqüentes em gestantes que não usam o cinto de segurança:

1) Óbito fetal
2) Baixo peso ao nascimento
3) Prematuridade
4) Descolamento prematuro de placenta
5) Hemorragias no parto
6) Rotura uterina

Não esquecendo de qe segundo a Legislação Brasileira, os cintos de segurança são equipamentos obrigatórios para todos os ocupantes de Veículos, incluindo as grávidas. Seu uso é obrigatório para todos os ocupantes do automóvel (condutor e passageiro) em todas as vias do território nacional. Por isto use cinto de segurança e dirija com cuidado.

Esta chegando o Carnaval, e muita grávida se ressente de não poder curtir a folia completamente. Mas isso não é uma regra absoluta. Gestantes podem aproveitar a folia, sem muitos exageros. Veja abaixo algumas dicas de especialistas para você aproveitar seu carnaval mesmo grávida, sem colocar em risco seu bebê.

Para a grávida que não apresenta problemas de saúde, a diversão está liberada, mas com bom senso!

É preciso levar em conta o período da gestação. No primeiro trimestre, a folia não é tão cansativa. Muitas mulheres acreditam que nessa fase, a gestação é mais frágil porque é quando acontece a maior parte dos abortos. Mas esta é uma idéia errada. Os abortos espontâneos ocorrem por malformação do feto, não pelos exercícios que as grávidas realizam.

A gestante pode pular o Carnaval sem problemas, mas deve observar alguns cuidados. Primeiro, é preciso ingerir líquidos com regularidade, para manter o corpo sempre hidratado. Como não é recomendável que a grávida fique muito tempo em jejum, o médico recomenda que a gestante leve alimentos saudáveis, como frutas, na bolsa.

Também é preciso evitar os sapatos de saltos altos, pois quando a barriga cresce, o centro de gravidade da gestante se altera e ela se desequilibra com maior facilidade. Além disso, as articulações ficam menos estáveis por causa do acúmulo de líquidos no organismo. Por isto, o salto pode propiciar um tombo que pode prejudicar o bebê. Por isto mesmo os carros alegóricos também devem ser evitados pelo risco de quedas.

Os médicos também recomendam que as grávidas façam algumas pausas durante a folia. Assim que o cansaço bater, o peso da barriga incomodar ou o inchaço das pernas provocar algum desconforto, a grávida deve parar e sentar-se.

Se a gestante está em forma e pratica exercícios regularmente, é provável que ela encare a folia e até mesmo o desfile na avenida muito confortavelmente. Caso contrário, o desfile não é um bom momento para testar suas condições físicas. Se estiver acima do peso, por exemplo, provavelmente se sentirá cansada no meio do caminho, ainda mais se estiver muito pesada, no final da gestação.

A grávida não deve usar fantasias pesadas ou que apertem a barriga porque podem provocar desconforto. O ideal é que a fantasia também dê uma boa sustentação aos seios.

Se a gestante for viajar de carro, o passeio deve ser intercalado com paradas para que a mulher possa caminhar e ativar a circulação sangüínea, principalmente das pernas. Se for de avião, ela também deve levantar-se e caminhar pela aeronave.

Engravidar após uma cirurgia bariátrica também conhecida como gastroplastia é seguro, mas é preciso que as futuras mães fiquem atentas a algumas especificidades da situação.

Dependendo do tipo de cirurgia que foi realizado, é preciso fracionar mais a alimentação ou fazer suplementação de nutrientes para assegurar o desenvolvimento do bebê. Em outros casos, os vômitos, que algumas mulheres experimentam no início da gestação, podem até afetar a cirurgia. O consumo de doces pode levar algumas pacientes a ter taquicardia, sudorese e diarréia.

Em compensação, o emagrecimento diminui os fatores de risco da obesidade durante a gestação.

Na primeira gravidez, Jessica chegou a pesar 128 kg. Teve hipertensão e precisou tomar remédios. Além disso, lembra, não percebeu a barriga crescer, não sentiu os movimentos do bebê dentro de si e não pôde amamentá-lo, pois não produziu leite. Depois do nascimento de Thiago, ela queria engravidar novamente, mas não conseguia, pois, com quase 170 kg, enfrentou problemas de fertilidade.

“A gravidez em mulheres que passaram pela cirurgia tem menos riscos do que em mulheres obesas, já que o excesso de peso predispõe a problemas como diabetes gestacional”, afirma Irineu Rasera Jr., cirurgião colaborador do Hospital das Clínicas da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de Botucatu.

Segundo Rasera, quando a solução adotada é a cirurgia, é importante que a mulher deixe para engravidar após ter atingido um peso estável, o que costuma ocorrer cerca de um ano depois da operação. “Já vi pacientes que engravidaram logo após a cirurgia e foi tudo bem. Mas, em termos emocionais e metabólicos, é melhor esperar”, diz Rasera.

Uma vez grávida, é fundamental que a mulher inclua no pré-natal as visitas à equipe responsável pela operação. “A cirurgia é o primeiro passo de um tratamento que, às vezes, dura a vida inteira. A gestação deve ser acompanhada por nutricionistas e endocrinologistas”, diz Luiz Vicente Berti, presidente da SBCB (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

Tipos de cirurgia

De forma simplificada, as cirurgias bariátricas podem ser divididas em três tipos: restritivas, disabsortivas e mistas.

Na primeira técnica, que inclui a banda gástrica (colocação de um “anel” na parte de cima do estômago, estreitando a passagem dos alimentos), há uma restrição da quantidade de alimentos que o paciente consegue ingerir.

Na segunda, são feitas intervenções, como a extração do duodeno, que diminuem a capacidade de o intestino absorver os alimentos ingeridos. A mista reúne aspectos das duas técnicas.

Segundo a nutricionista Silvia Pereira, pesquisadora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), cada método demanda ações diferenciadas. “Na restritiva, deve-se fracionar mais a dieta –a gestante deve comer a cada duas horas.”

Isso é importante porque o jejum prolongado pode levar ao uso das reservas de gordura do corpo para o fornecimento de energia, o que leva à criação de substâncias chamadas corpos cetônicos, que podem prejudicar o desenvolvimento dos neurônios do bebê.

Mulheres que fizeram a cirurgia disabsortiva, diz Pereira, sofrem grandes perdas de nutrientes, incluindo proteínas, fundamentais na formação de tecidos do bebê. Por isso, é necessária uma suplementação específica de proteínas, ferro, cálcio e zinco e uma quantidade maior de polivitamínico. Além disso, o cardápio da gestante deve ser rico em carnes e derivados de leite.

Na técnica mista, além das suplementações citadas, há um desafio específico: a vitamina B12, importante para o sistema neurológico tanto do bebê quanto da mãe.

Para ser absorvida pelo sistema digestivo, essa vitamina precisa de uma proteína chamada fator intrínseco. O problema é que essa proteína é produzida numa região do estômago que é extraída na cirurgia mista. A solução é tomar uma injeção intramuscular da vitamina, diz Pereira.

Além disso, diz, 40% dos pacientes que passaram por esse tipo de cirurgia costumam ter a síndrome de dumping, na qual a passagem rápida de açúcares e gorduras para o intestino pode gerar problemas. Por isso, gestantes que foram submetidas a essa técnica devem ter um especial cuidado com esses tipos de alimento.

Ainda segundo Pereira, a menor quantidade de suco gástrico –devido à diminuição do estômago– pode afetar a absorção do ácido fólico, fundamental para a formação do tubo neural do bebê. Assim, a suplementação desse nutriente deve ser feita não só nos primeiros meses, mas sim durante toda a gestação. Outra recomendação é que a gestante faça exames de sangue mensais ou, no máximo, bimestrais.

Foi esse cuidado que permitiu que a funcionária pública Marinice Colombo, 40, evitasse uma anemia em sua primeira gestação. Ela fez a cirurgia em 2003, quando pesava 106 kg, e engravidou um ano depois, com 61 kg. Como é comum nesses casos, ganhou pouco peso: 6 kg.

“Todo mês, fazia exames de sangue. Como o bebê suga muitos nutrientes, é difícil, para nós, repor só com a alimentação. Cinco vezes tive de tomar ferro na veia”, conta.

Na segunda gravidez, Marinice teve um problema que, segundo especialistas, não dá para prevenir: o anel da banda gástrica saiu do lugar, alterando a passagem de alimentos. O problema pode acometer qualquer paciente –em gestantes, os vômitos freqüentes podem levar à alteração. “Eu vomitava muito e, como o anel ‘dançava’, às vezes não passava nada de comida”, lembra Marinice. O problema foi diagnosticado após o parto, e ela retirou o anel. Mesmo assim, conseguiu manter o peso –hoje, de 58 kg.

Segundo Pereira, se a gestante que passou por um procedimento de banda gástrica vomita muito ou percebe alterações na quantidade de alimento que consegue ingerir, deve procurar a equipe responsável pela cirurgia para ver se há algum problema.

Um grupo de mulheres nas Filipinas está contrariando a crença de que lugar de mulher grávida deve ficar de repouso e resolveu balançar os quadris.

Elas praticam Sayuntis, que em filipino quer dizer dança do ventre para grávidas. A modalidade criada pela obstreta Stephanie Fay combina movimentos de dança do ventre e de yoga.

O objetivo é estimular as futuras mamães a se exercitar e se preparar para o parto.

Veja o video e a matéria completa da BBC Brasil no link abaixo:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/02/090211_gravidas_fp.shtml