Quarta, 18 de Fevereiro de 2009


Uma das principais dúvidas das nossas clientes grávidas, em especial as que chegam a primeira vez na sua primeira gravidez em uma das lojas da Zazou, é saber se a calça (em especial as calças jeans), podem mesmo ser usada até o final da gravidez? E se a gravidez for de gêmeos a calça também serve até o final?

Uma dúvida por sinal natural, até por que ainda não estão acostumadas com roupa de grávida, e conhecem os ajustes e modelagem própria da Zazou, para exatamente ser ajustadas com o crescimento da barriga e serem usadas até o final da gravidez, e mesmo depois no pós-parto até recuperar a velha forma.

Detalhe do Ajuste Interno do Jeans para Grávida da Zazou

Mas muitas ainda infelizmente acham que é papo de vendedora da loja, por isto primeiro temos uma barriga postiça que a grávida pode colocar sobre a sua e simular como vai ficar sua barriga no 8 ou 9 mês de gravidez. Assim vão perceber bem na prática a diferença que a modelagem faz, e ver que dá até o final sim.

Mas para aquelas que ainda não foram até a loja da Zazou e usaram esta barriga, gostaria de provar na prática que sim, nossas calças e nossos jeans para grávida podem ser usados até o final da gravidez, e mesmo que esta for de gêmeos.

Para isto segue abaixo uma foto tirada recentemente em nossa loja durante a última edição da campanha Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos. Trata-se de uma cliente grávida de gêmeos que esta no 9 mês de gravidez, com uma lida e enorme barriga, e usando uma jeans da Zazou, que segundo ela disse esta bem confortável e lhe passando total segurança, sem que ela esteja usando um número diferente do que já usada (no caso dela é uma calça tamanho 38).

Barriga de Grávida de Gêmeos com 9 Meses Vestindo Calça Jeans de Gestante da Zazou

Alguma dúvida que as jeans da Zazou podem ser usadas até o final da gravidez?

Para aquelas que querem conhecer mais sobre os modelos da linha de jeans para gestante da Zazou, fica a dica do link do nosso site com fotos (inclusive dos detalhes) em:

http://www.zazou.com.br/JEANS/

E para quem desejar baixar o catalogo exclusivo de jeans da Zazou (em um arquivo PDF), segue abaixo o link:

http://www.zazou.com.br/jeans/Catalogo_Jeans_Zazou_Gestante.pdf

Nossa dica de boa compra de hoje é a: Bermuda com Lapela Ring (Ref.: 02458).

Esta bermuda tem corte clássico e jeans encorpado e também foi confeccionada em versão alfaiataria, tem corte sequinho e fica certinha no corpo.

Destaque fica por conta de seu ajuste interno proporcionando maior conforto e segurança.

Seu preço original era: R$ 198,00, mas está em promoção sendo vendida hoje por: R$ 138,00 com 30% de desconto.

Bermuda com  Lapela Ring

Obs - Foto meramente ilustrativa.

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Últimas peças na promoção em jeans azuldos tamanhos 36 ao 46.
Últimas peças na promoção em jeans pretodos tamanhos 36 ao 46.
Últimas peças na promoção em preto (alfaiataria)dos tamanhos 36 ao 46.

Segue abaixo um video com vários depoimentos sobre a alimentação durante a gestação exibido no programa Mulheres da Gazeta:

Os filhos nascem e os dilemas começam. Um dos mais difíceis é decidir com quem deixar seu bebê. A revista Crescer fez uma matéria e segue abaixo uma tabela com o resumo das vantagens e desvantagens de cada opção que vai ter (babá, Avó e Berçario):

Tabela

Você já pensou que o uso do celular pode prejudicar a saúde do seu bebê?

Pois saiba de que um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e de Aarhus, na Dinamarca, sugere que o uso do celular durante a gravidez pode atingir o feto, causando problemas de comportamento quando ele atingir a idade escolar.

Foram entrevistadas 13.159 mães dinamarquesas que tiveram bebês na década de 90. Quando completaram 7 anos, as mães responderam um questionário referente à saúde e comportamento dos filhos.

O resultado foi alarmante: as que usaram o celular de 2 a 3 vezes por dia na gestação tiveram crianças com mais chances de desenvolver problemas de comportamento. Eles indicaram 25% mais riscos de apresentar problemas emocionais, 34% de ter dificuldade de relacionamento, 35% de ser hiperativos e 49% de apresentar desvios de conduta. O mesmo valia para crianças que já usavam o aparelho antes dos 7 anos: eles tinham 80% mais chances de ter dificuldades comportamentais. Uma pesquisa canadense em ratas grávidas comprovou o resultado

O que se imagina é que a exposição à radiação emitida pelo celular, ainda que pequena, não seria bem absorvida pelo organismo humano. Os pesquisadores afirmam ainda que ela pode não ser a grande vilã. As mães que mais usavam o telefone poderiam ser também mais negligentes com as crianças.

Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, professor chefe do Pré-Natal Personalizado da Escola Paulista de Medicina, recomenda ponderação. “Pode até ser que o resultado um dia venha a se comprovar, mas os dados parecem inconclusivos”, diz.

Este é o primeiro estudo na área a traçar um paralelo entre o uso do celular e o aparecimento de problemas de comportamento em crianças. Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Eisntein, em São Paulo, concorda. “Não dá para falar ‘não use mais celular’. Mas eu diria às minhas pacientes para usar o mínimo possível”, afirma.

A tecnologia também fez dos celulares aparelhos mais seguros. Michel Yacoub, professor-titular de telecomunicação da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp (SP), diz que, atualmente, a potência da radiação que o celular transmite é pequena e, se causasse algum problema, seria no cérebro da gestante. “Existe uma distância grande entre o ouvido da mulher e o útero. Não consigo ver uma relação biológica”, diz.

Para Luiz Carlos Kretly, professor de Engenharia Elétrica e especialista em Microeletrônica da Unicamp, uma possível explicação para as alterações de comportamento no feto seria o uso do celular preso à cintura durante a década de 90. Vitor Baranauskas, engenheiro elétrico, autor do livro Celular e Seus Riscos (Ed. do Autor), defende outra teoria e concorda com a pesquisa. Para ele, o corpo da mãe conduz a radiação até o feto, provocando alterações em várias partes do organismo, inclusive nos neurônios.

Abaixo 5 sugestões de como usar o aparelho com mais segurança e sem precisar sair da rotina:

1) Ao manuseá-lo, em busca da agenda, por exemplo, faça-o distante do ventre;

2) Não fale dentro do automóvel ou do elevador, porque eles concentram a radiação;

3) Ao fazer ligações, disque o número e mantenha o telefone longe da cabeça. A explicação é simples. No momento em que o celular está procurando rede, ele emite mais radiação;

4) Não mantenha o celular junto ao corpo, como no bolso. Ele recebe radiação mesmo quando inoperante;

5) Use viva-voz

No Pronto Socorro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, são atendidos cerca de 150 casos por mês de abortamento espontâneo, revela o obstetra encarregado pelo setor, Pedro Paulo Pereira. Segundo ele, o abortamento representa a complicação mais freqüente da gravidez.

Aproximadamente, uma em cada quatro mulheres será vítima desse problema durante sua vida reprodutiva. Ainda que a real incidência disso seja desconhecida, entre 15% e 20% das gestações clinicamente diagnosticadas terminarão em aborto não provocado. Atualmente este tipo de ocorrência aconteçe mais do que no passado. Não existe evidência científica que confirme aumento da incidência de abortamento espontâneo. Na verdade, é possível que, atualmente, sejam feitos diagnósticos mais precoces de gravidez e também de abortos não provocados. O risco de morte para a mulher caiu bastante nesses casos.

A maioria dos abortamentos espontâneos ocorre no início da gestação (até 12 semanas de gravidez). Dessa forma, as complicações são menores. No entanto, se a gravidez for entre a 16ª e a 20ª semana, pode haver sangramento abundante e, nessa situação, há risco de choque hemorrágico e até morte.

Entre as principais causas para esse tipo de ocorrência estão: alterações cromossômicas, imunológicas e endócrinas, além de infecções e malformações uterinas.

O grupo de maior risco, alerta, são mulheres que engravidam com mais de 35 anos, especialmente aquelas com mais de 40. Na gestação tardia, além da maior probabilidade de alteração cromossômica, ocorre com maior freqüência o aparecimento de doenças como diabete e hipertensão arterial, que aumentam os riscos de perdas fetais e complicações. Portanto, é importante planejar a gravidez para antes dos 35 anos.

Caso não seja possível, não há motivo para desespero, pois a chance de ter uma gravidez normal acima dos 35 anos de idade é enorme. É importante manter hábitos saudáveis como praticar esportes e não fumar. Se a mulher tiver doenças sistêmicas como diabete e hipertensão arterial, deve procurar engravidar quando estiverem controladas.

De acordo com o especialista em reprodução humana Arnaldo Schizzi Cambiaghi, diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução (IPGO), o abortamento espontâneo acontece, na maioria dos casos, quando os cromossomos do espermatozóide encontram-se com os cromossomos do óvulo. Nesse estágio, alterações genéticas no embrião podem fazer com que o feto não se desenvolva por completo ou desenvolva-se de maneira anormal. O aborto, nesses casos, é uma espécie de seleção natural do organismo, uma maneira de o corpo expelir aquele embrião que não cresce normalmente.

Outras causas do abortamento espontâneo são: alterações anatômicas do útero (malformações), infecções, problemas hormonais e imunológicos.

O agravamento do aborto espontâneo, segundo Cambiaghi, é o aborto de repetição - quando a mulher perde o bebê por três ou mais vezes consecutivas, com menos de 20 semanas de gestação. O especialista explica que ocorrem em 10% das mulheres que já tiveram o primeiro aborto. Isto é, a cada 100 mulheres que engravidam, 2 ou 3 poderão ter abortos repetidos. Causas imunológicas e trombofilias podem ser responsáveis por 70% desses casos.

No caso das imunológicas, o organismo materno identifica o bebê como um corpo estranho, devido à carga genética do pai, e forma anticorpos contra ele. Esta alteração é diagnosticada por meio de um exame chamado Cross Match, e o problema pode ser solucionado com vacinas feitas do sangue do pai (imunoterapia com linfócitos). Outros desequilíbrios imunológicos podem ocorrer devido a problemas do sistema auto-imune.

As trombofilias são alterações da coagulação do sangue. Podem ser hereditárias ou adquiridas e aumentam o risco de trombose (formação de coágulo sanguíneo), prejudicando a circulação placentária. Além de levarem a abortamentos de repetição, podem causar infertilidade e outros problemas durante a gestação, como descolamento prematuro da placenta e pré-eclampsia. O tratamento é feito com anticoagulantes.

Cambiaghi alerta as mulheres sobre os principais sintomas do aborto natural: dores abdominais - causadas pelas contrações do organismo, que tenta expulsar o embrião -, e perda de sangue. “Sempre que a gestante apresentar esse quadro, deverá procurar imediatamente o seu médico, pois muitas vezes a perda pode ser evitada com repouso e medicamentos”, ressalta.

Para a publicitária Márcia Marchioli tornar-se mãe foi uma luta da qual ela faz questão de dizer que jamais desistiu. Ela conta que se casou aos 31 anos, com o locutor esportivo Dirceu Maravilha. Aos 37 anos, engravidou. Foi uma festa para o casal. Começaram a preparar o quarto do bebê, montar seu enxoval, com mil planos na cabeça. Aos 2 meses de gestação, ela perdeu o embrião. Depois de vários tratamentos que não resultaram em nada, resolveram ir a uma clínica de reprodução humana.

Foram submetidos à fertilização in vitro. Ela engravidou, mas com oito semanas e meia de gravidez perdeu novamente o bebê. Foram quatro fertilizações. Na última, engravidou e, com duas semanas de gestação, perdeu o embrião novamente. “O desgaste emocional foi muito grande. Mas eu não me conformei”, lembra Márcia. Até então, ela já tinha perdido três bebês. Depois de ser submetida a uma avaliação mais profunda, ela descobriu que seu problema era imunológico. Márcia engravidou novamente, passando a tomar uma vacina todos os meses. O resultado? Henrique, um garoto sapeca e saudável que completou 3 anos. A artesã Maria Pedrina Moreira Alves, de 35 anos, estava muito feliz com sua primeira gestação. Ela e seu companheiro já faziam planos e preparavam a casa para o herdeiro. Estava grávida de 2 meses quando uma cólica a levou ao pronto-socorro. “O médico me disse que não era nada, que era normal”, conta. No entanto, a cólica aumentou, acompanhada de sangramento. Ela correu ao Hospital das Clínicas e recebeu a triste notícia: havia perdido o bebê. “Estou muito abalada, inconformada. Já me sentia mãe. É como se tivesse perdido uma pessoa que já conhecesse há muito tempo”, lamenta. Pedrina garante que seu sonho não termina agora. Vai tentar novamente.