Sexta, 20 de Fevereiro de 2009


A nossa dica de boa compra de hoje é a: Calça Sofia Houston (Ref.: 02292).

Esta calça risca de giz é um clássico no vestuário feminino.

Uma boa compra já que nunca sai de moda, e pode ser usada em diversas situações, seja no trabalho, até uma festa.

Seu preço original era: R$ 228,00, mas está em promoção sendo vendida hoje por: R$ 158,00 com 30% de desconto.

Nesta versão preta com risca de giz branca pode ser usada com uma bela camisa e os acessórios podem ser na linha clássica ou mais modernos.

A calça Sofia possui o ajuste interno, e o caimento da modelagem da Zazou é bárbaro.

Calça Sofia Houston

Obs - Foto meramente ilustrativa.

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Você sabe quais ervas tomar na gestação?

Pois no video abaixo a Angélica Banhara, autora do livro Grávida em Boa Forma, conta para você quais os chás e ervas que pode tomar na sua gravidez:

Para quem não sabe, existe atualmente a possibilidade de retirar e guardar os seus óvulos, mediante técnicas de congelamento e vitrificação, e descogelá-los meses ou anos depois para que sejam fecundados mediante fertilização in vitro.

Estas técnicas inicialmente têm sido propostas para mulheres jovens que vão se submeter à quimioterapia e radioterapia em razão de câncer e poderão perder, em função destes tratamentos, o seu potencial, reprodutivo, impedindo que engravidem após.

Comprovadamente, para este grupo de pacientes a possibilidade de guardar óvulos melhora a sua auto-estima e os sintomas depressivos, trazendo melhores benefícios ao tratamento oncológico, além de oferecer uma possibilidade concreta de gestação no futuro.

Entretanto, mais recentemente, têm-se oferecido estas técnicas para mulheres que, por não terem perspectivas de engravidar em curto espaço de tempo, por razões das mais diversas, como exigências profissionais ou falta de um parceiro naquele momento, decidem guardar seus óvulos por terem medo de perder seu potencial reprodutivo em função da idade.

Quando estas mulheres considerarem que a hora de gestar é a adequada, caso não consigam espontaneamente, ainda terão a chance de obter sua gestação utilizando os óvulos que foram congelados.

Os questionamentos que se colocam hoje é:

1) É adequado submeter uma mulher saudável, sem nenhum problema de infertilidade, a um tratamento hormonal que, embora tenha chances pequenas de complicações, não é absolutamente isento de riscos?

2) Quais as chances reais de engravidar utilizando estes óvulos?

As chances de engravidar usando estes óvulos são ainda um pouco inferiores aos resultados obtidos com a fertilização in vitro que utiliza óvulos não congelados.

Resumindo, é possível engravidar utilizando óvulos congelados, mas não há garantia absoluta de que isto vá acontecer. Pode ocorrer de os óvulos fertilizarem adequadamente, transformarem-se em embriões, mas não implantarem na cavidade uterina. Como estes óvulos congelados são em número limitado, pode ocorrer de a mulher usar todos os disponíveis e, ainda assim, não obter a tão sonhada gestação.

Portanto, quando se guarda este tipo de material biológico, deve-se ter presente ele é uma reserva e não uma garantia absoluta de gravidez. Caso seja utilizada, esta reserva poderá resultar em gestação ou não. Caso não ocorra gestação e esta mulher não tiver mais óvulos em função da idade, ainda assim haverá alternativas para exercer a maternidade, como ovodoação ou adoção.

Recentemente, a Revista Crescer realizou essa enquete no seu site, e o resultado não surpreendeu: a maioria absoluta afirmou que gostaria, sim, de determinar o sexo da criança.

Essa expectativa não é estranha a obstetras como o professor Abner Lobão Neto, chefe do Pré-Natal Personalizado da Escola Paulista de Medicina/Unifesp: “Os casais sempre manifestam preferências, mas a maioria se adapta fácil a uma frustração. Só em alguns casos, principalmente de segunda gravidez, a angústia chega a abalar a estabilidade do relacionamento”.

Explica-se: com um número menor de filhos, os casais hoje têm menos chances de compor aquele modelo idealizado de família, em que há crianças dos dois sexos. Outra causa é cultural e se acentua entre descendentes de alguns povos - como árabes, judeus e chineses -, que vêem no menino um “continuador” do nome e das tradições da casa. O desejo de escolher o sexo do bebê não é novo. Tanto que não faltam métodos e conselhos sobre como gerar meninos e meninas. Algumas dessas teorias até envolvem princípios científicos, mas mal aplicados. Seus efeitos também variam e, às vezes, chegam a pôr em risco a saúde da mulher e suas chances de concepção.

Confira as “fórmulas” mais conhecidas e veja o que a ciência tem a dizer sobre elas:

1) Casa da Lua

A teoria é que a posição astrológica da Lua no dia da concepção influencia o sexo do bebê. Se ela estiver em signos de Fogo e Ar, há mais chances de gerar um menino. Nos signos de Terra e Água, menina. Para colocá-la em prática, basta saber que a Lua muda de signo a cada três dias e acompanhar seu trajeto por uma tabela lunar (vendida em lojas de artigos esotéricos).

- Avaliação:

Independentemente da posição da Lua, a composição do sêmen é invariável. Entre os cerca de 400 milhões de espermatozóides que participam da “corrida” em direção ao óvulo, 51% são portadores de cromossomos Y e 49% de cromossomos X. Lembrando: o Y determina o sexo masculino e o X, o feminino. Portanto, é o pai quem define o sexo do bebê, e as chances de meninos e meninas são quase iguais. A ligeira vantagem masculina é uma medida da natureza para manter o equilíbrio entre os sexos, já que, embora não se saiba o motivo, os garotos morrem mais no nascimento. Mas consultar a Lua não vai fazer mal nenhum e pode até virar um romântico passatempo para o casal.

2) Dietas

Há duas teorias. A mais recente vem de um estudo da universidade inglesa de Nottingham, cujos pesquisadores, após acompanhar 6 mil mulheres, constataram haver duas vezes mais bebês do sexo feminino entre vegetarianas. Explicaram a diferença pelo aumento natural da acidez vaginal, favorecido pelo alto consumo de vegetais. A outra tese foi criada por obstetras e nutricionistas franceses. Segundo ela, baixos níveis de cálcio e de magnésio e alto consumo de sódio e de potássio causam mudanças de muco favoráveis aos espermatozóides com carga masculina. O contrário favoreceria os de carga feminina. Tais dietas deveriam ser seguidas por seis meses antes da concepção. No prato das aspirantes a um garotinho, então, deveria haver muito pão, frutas e verduras, como banana e alcachofra, e nada de laticínios, frutos do mar, ovos e molhos. Já no cardápio das que desejam uma menininha, proíbem-se sal, pães, embutidos, conservas e bebidas com gases. Ovos, arroz, hortaliças e muito, muito leite e derivados seriam a base de sua alimentação.

- Avaliação:

Para Abner Lobão, é preciso critério ao analisar uma pesquisa. Estudos populacionais para apontar fatores determinantes de sexo devem envolver grandes grupos (cerca de 30 mil pessoas), em diferentes pontos do mundo e com controle estrito do perfil dos integrantes - todos devem ter igual faixa de renda, escolaridade e idade. Ou seja, pela própria amostragem, a pesquisa da Universidade de Nottingham pouco prova. Mesmo porque, em países com predominância de vegetarianos, como a Índia, não há mais mulheres do que homens. Quanto aos cardápios propostos pelos franceses, a crítica é dura. Excessos de sódio e de cálcio podem levar a problemas renais, hipertensão e, num período de seis meses, a comprometimentos nutricionais graves. A falta de potássio, por exemplo, predispõe a cãibras, e a de magnésio altera a concentração de cálcio nos músculos. O mais grave, porém, é a combinação de excesso de sódio e carência de cálcio, que eleva os riscos de uma eclâmpsia na gravidez. Sem falar que o déficit de cálcio pode impedir que o organismo materno forneça esse mineral em quantidade suficiente para a formação óssea do futuro bebê de qualquer sexo.

3) Abstinência

Um estudo de 1998, da Faculdade de Medicina de Baylor, EUA, dizia que a abstinência sexual do homem elevaria a concentração de espermatozóides portadores de Y e, portanto, as chances de gerar um menino. Já relações sexuais diárias favoreceriam a concepção de garotas.

- Avaliação:

O urologista Roger Abdelmassih contraria a tese. Ele foi coordenador de uma pesquisa na Universidade Estadual de Campinas que modificou, mundialmente, o conceito que relacionava abstinência à maior concentração de espermatozóides. Ele explica que o ciclo de formação e maturação de espermatozóides é permanente no homem. E embora a abstinência num primeiro momento propicie um aumento na concentração dessas células, não há predominância de portadores de X ou Y. Na verdade, o único efeito da abstinência é o acúmulo momentâneo de espermatozóides envelhecidos e de baixa vitalidade - o que diminui as chances gerais de gravidez

4) Lavagens

Aposta na diferença de resistência entre espermatozóides portadores de cromossomos X e Y. Os primeiros resistem melhor ao ambiente naturalmente ácido do muco cervical. Assim, para gerar uma menina, bastaria eliminar a “concorrência”, acentuando a acidez com lavagens vaginais de duas colheres de vinagre branco diluídas em 1,2 litro de água. Inversamente, quem quisesse um garotinho teria de combater a acidez com lavagens à base de um litro de água e duas colheres de bicarbonato de sódio.

- Avaliação:

Embora atribuído a um obstetra inglês, o método é considerado uma perigosa barbaridade. Em primeiro lugar, lembra o urologista Roger Abdelmassih, o espermatozóide é extremamente frágil e vulnerável a variações de temperatura e de pH, que é a medida de acidez. O mais provável, portanto, é que a tentativa de acidificar o muco cervical inviabilize a gravidez em si, tornando o ambiente hostil a qualquer espermatozóide, seja portador de X ou de Y. Além disso, como explica Abner Lobão, o pH vaginal varia de uma mulher a outra. Portanto, é impossível ter uma receitinha universal para torná-lo ácido ou neutro na medida certa. Outro problema é que as duchas vaginais, pela simples pressão que exercem contra o colo do útero, expõem a mulher a infecções e até lesões nas trompas. Um caso extremo é a chamada salpingite, que pode levar à esterilidade.

5) Data marcada

Baseia-se no fato de que os espermatozóides portadores de cromossomo X são mais pesados, lentos e resistentes do que os portadores de Y. Assim, se o casal mantiver relações um ou dois dias antes da ovulação, é provável que, ao ser liberado do ovário para as trompas, onde ocorre a fecundação, o óvulo encontre ali uma concentração maior de espermatozóides com cromossomo X. Resultado: ponto para as meninas. Já se a relação ocorrer no dia da ovulação ou algumas horas depois, os portadores de Y, mais rápidos, levam vantagem. Seguido à risca e com precisão, o método tem 15% de chances de acerto.

- Avaliação:

“A teoria tem lógica”, afirma Abner Lobão. O desafio é detectar o dia exato da ovulação e fazer uma previsão antecipada da data, caso se queira uma menininha. Sem falar que as próprias chances de gravidez diminuem nesse caso, já que a maioria dos espermatozóides “morre” em poucas horas. Para o urologista e especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih, o controle da ovulação pode ser feito com a assessoria de um especialista. Bastaria um acompanhamento por ultra-som e o uso de medicamentos para programar a liberação do óvulo.

6) Posição sexual

Mais uma que vem da Inglaterra: a posição em que o casal mantém a relação sexual no dia da concepção favoreceria um dos sexos. A penetração por trás, supostamente, permitiria a deposição do sêmen na entrada do útero, diminuindo o trajeto no “hostil” muco cervical e favorecendo os espermatozóides mais rápidos. Ou seja, melhor para “eles”. Já o clássico papai-e-mamãe tenderia à geração de meninas.

- Avaliação:

Segundo Abner Lobão, a posição sexual tem uma pequena influência apenas em relação às chances gerais de concepção. É mais fácil engravidar - de qualquer sexo - quando o sêmen fica um tempo maior em contato com o útero. Quer dizer, um casal que só mantenha relações sexuais em pé tem menos chances de conceber do que outro em que a mulher permaneça deitada algum tempo após a ejaculação. Além disso, como explica Roger Abdelmassih, as diferenças de resistência e velocidade entre os espermatozóides portadores de X e Y, isoladamente, são insignificantes diante dos muitos fatores que influenciam o resultado dessa “corrida” pela vida.

Cortar o cordão umbilical assim que o bebê nasce é a conduta mais adotada na maioria das maternidades do país. Mas novos estudos sugerem que esperar um pouco pode aumentar os estoques de ferro e prevenir anemia nos recém-nascidos.

Pesquisa publicada nos “Cadernos de Saúde Pública”, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), comprovou o benefício. Foram acompanhados 224 partos: em 109 deles, foi feito o clampeamento (corte) imediato; em 115, esperou-se um minuto. Três meses após o parto, os bebês submetidos ao corte tardio tiveram um nível maior de ferritina (indicador da quantidade de ferro).

Isso ocorre porque, quando o cordão não é cortado imediatamente, o bebê recebe mais sangue da mãe. “Trata-se de uma das estratégias da Organização Mundial da Saúde para prevenir a anemia, um problema grande no primeiro ano de vida”, diz a pediatra Jucille Meneses, vice-presidente do departamento científico de neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).

Em 2007, uma revisão de estudos publicada no “Jama” (periódico da associação médica americana) concluiu que o corte tardio é melhor para o bebê.

Segundo a autora do estudo brasileiro, a pediatra Sônia Venâncio, do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, trata-se do primeiro trabalho nacional a fazer essa comparação. “Havia referências internacionais e quis ver se achávamos os mesmos resultados aqui”, diz ela, que agora consolida os dados dos bebês aos seis meses.

Venâncio optou pelo tempo de um minuto para conseguir a adesão da equipe da maternidade. “Mesmo com essa intervenção menos radical houve diferença no estoque de ferro.”

A questão, porém, não é consensual. Especialistas afirmam que o fato de o bebê receber mais sangue aumenta o risco de ele ter policitemia (excesso de glóbulos vermelhos) e icterícia (coloração amarela gerada por excesso de bilirrubina).

Para Eduardo Cordioli, obstetra e coordenador médico da maternidade do hospital Albert Einstein, o corte precoce é mais seguro. “Quando o bebê recebe muito sangue, não dá conta. Vários trabalhos mostram que ele precisa fazer mais fototerapia [para icterícia]. Acho perigoso abrir mão da segurança.”

Ele diz que o tema é controverso. “A gente deixa alguns segundos, limpa, corta com calma. Acho saudável esperar um pouco, mas com bom senso.”

No estudo de Venâncio, não houve diferença significativa no índice de problemas como icterícia entre os dois grupos.

Para a pediatra Ana Lúcia Goulart, chefe da disciplina de pediatria neonatal da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a intervenção é pouco efetiva. “O aporte maior de ferro é feito na gestação. A espera para clampear aumenta muito pouco a reserva do mineral.”

Ela diz que a maior diferença seria para crianças prematuras, que, como precisam de cuidados imediatos, não deveriam receber o corte precoce.

Meneses, da SBP, discorda e diz que, segundo estudos, o corte tardio reduz a necessidade de transfusões sanguíneas e o risco de hemorragias intracranianas em prematuros.

Para Meneses, a regra deveria ser o corte tardio, com algumas ressalvas. A SBP ainda não tem orientação sobre o tema.

O caso da brasileira Paula Oliveira supostamente atacada por neonazistas na Suiça, fazendo que ela perdesse seus bebês gêmeos ainda esta mal explicado…

Porém a mãe da brasileira, Jeni Ventura, afirmou que ela sofre de uma doença chamada: “lúpus“. Aí fui tentar entender melhor o que seria isto?

Esta é uma doença crônica que ataca o sistema imunológico da pessoa, principalmente mulheres, e pode causar alucinações nos casos mais graves.

Apesar de muitos homens serem afetados pelo Lúpus, ele costuma ocorrer de 10 a 15 vezes mais nas mulheres adultas do que nos homens adultos. Mesmo entre as mulheres, acredita-se que aquelas de origem africana, indígena ou asiática desenvolvam a doença com mais freqüência do que mulheres brancas.

Possivelmente os fatores hormonais seriam responsáveis pela maior incidência do Lúpus entre as mulheres. Isso pode ser suspeitado tendo em vista o aumento dos sintomas que ocorre antes do período menstrual e durante a gravidez. Particularmente o estrogênio estaria relacionado à doença.

Quanto à idade, o Lúpus pode aparecer em qualquer faixa etária e os sintomas serão os mesmos nos homens e mulheres.

O Lúpus Eritematoso Sistêmico ou, mais simplesmente Lúpus, é uma doença crônica, auto-imune, que causa inflamações em várias partes do corpo, especialmente na pele, juntas, sangue e rins.

Confira com a reumatologista Mirhelen Abreu as principais implicações do problema, principalmente para quem planeja engravidar.

1) O que acontece quando se tem lúpus?

É o que chamamos de doença auto-imune. Ela confunde o sistema imunológico do paciente, que começa a reconhecer alguns órgãos como estranhos ao corpo, principalmente os rins, as articulações e a pele, e passa a produzir anticorpos contra eles. As causas ainda são desconhecidas, mas sabemos que há fatores hereditários e que ela pode ser desencadeada por alterações hormonais, estresse ou alguma infecção.

2) A mulher com lúpus pode engravidar?

Pode, mas é necessária uma preparação para que ela engravide num momento em que a doença esteja menos ativa. Deve haver um acompanhamento cuidadoso do obstetra e do reumatologista, que é o médico que, normalmente, trata do problema. Durante muito tempo se considerou que a mulher com lúpus não poderia engravidar, mas isso é mito.

3) Quais são os principais riscos para a gravidez?

São aborto no início da gestação, em razão do aumento de estrogênio, hipertensão e parto prematuro.

4) Como deve ser a preparação?

Por intermédio do uso de medicação, os chamados imunossupressores, e pelo controle com exames, para que o médico saiba exatamente o momento em que a doença está menos ativa. É importante lembrar que a gravidade do lúpus varia de um paciente para outro.