A cantora da Banda Calypso Joelma anunciou agora durante o carnaval de que está grávida de 2 meses. “Descobri ontem que estou ligeiramente grávida. No mês de outubro já vou estar com o bebê no colo. Estou muito feliz”, contou.
Além da gravidez, Joelma topou outro grande desafio que foi cantar o som da Calypso no ritmo de frevo, durante o desfile do Galo da Madrugada.
Veja o video abaixo de uma entrevista dela em que fala da gravidez e canta um pouco:
Apesar do dólar ter subido bastante, tornando as viagens internacionais mais caras (e raras), ainda tem muita gente que consegue faze-lo. Por isto este post é dedicado a estas grávidas…
Ao viajar para longe de casa grávida, seja a negócios ou por turismo, é sempre bom garantir que nada faltará na sua bagagem. O site BabyCenter preparou uma interessante lista de documentos e outros itens importantes para levar na mala de mão ou na bolsa, e que trago aqui para sua informação:
1) Passaporte, caso viaje ao exterior, carteira de identidade e habilitação
Parece óbvio, mas com a cabeça avoada típica da gravidez vale a pena dar uma segunda checada antes de sair de casa.
Viajando dentro do Brasil e para os países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai), você só precisará da identidade e da habilitação, caso pretenda alugar um carro.
Para outros países, leve o passaporte com o visto em dia (verifique isso antes). A carteira de motorista também será necessária para o aluguel de um carro.
2) Atestado do obstetra
Caso vá viajar em um estágio mais adiantado da gravidez (a partir da 28a semana), peça uma carta ao seu médico contendo a data prevista para o parto e atestando que você está em condições de viajar.
3) Remédios
Leve os remédios que tem autorização do obstetra para tomar durante a gravidez, porque nunca se sabe, mesmo dentro do próprio Brasil, se será possível encontrá-los em outros lugares com facilidade.
Se estiver viajando para fora, é bom ter também uma receita médica para essas medicações, porque poderá ser necessário apresentá-la em certos países. Na dúvida, peça mais orientações ao agente de viagens.
4) Informações do seguro médico
Esclareça com sua seguradora, antes de viajar, qual a área de cobertura do seu plano e como ele funciona em outras partes do país.
No caso de viagens internacionais, há empresas especializadas em seguro de saúde por um período limitado. Se adquirir esse tipo de seguro, faça cópias da documentação e coloque-as em malas diferentes (por exemplo, uma na sua bolsa e uma na mala). Tenha também um número de contato da seguradora no país para onde vai.
Não deixe de se informar previamente sobre os serviços de saúde em geral do local que visitará. Veja se há hospitais de grande porte, atendimento de emergência, postos de saúde e ainda se a rede é pública (como no caso de muitos países europeus) ou majoritariamente privada (como nos Estados Unidos).
E boa viagem! Aproveite!
PS - Mas cuidado ao comprar roupas de grávidas em outros países, pois são feitas para o corpo das mulheres daaqueles países. Em especial nos EUA, pois o que pode parecer uma boa pechincha barata, pode se transformar em roubada, com uma calça grande, que fica caindo toda hora ao andar ou apertando ao sentar. Fique de olho também não apenas no preço, mas em especial na modelagem…
Um sonho grávido revelou-me a realização de um desejo íntimo: ser mãe.
Pulsa no âmago do meu ser a semente vital, um broto inquieto que já brinca no meu ventre, transformando-o em um mundo maravilhoso.
Fico imaginando, ó Deus, a emoção que sentirei ao dar a luz esta criança, e alimentá-la com meu leite, dar-lhe banho, trocar as fraldas, acalentá-la e ensiná-la a dar os primeiros passos.
Sei que a vocação materna impõe constante dedicação, responsabilidade e amor, por isso, aceito sublime período de gestação, com muita esperança e alegria.
Dá-me energia para estar em paz comigo mesma.
Abençoa todas as gestantes e as mulheres que sonham um dia ser mães.
Ofereço este novo ser que vive em mim e que em breve irá me chamar carinhosamente de MÃE.
Gostaria de trazer mais informações sobre a pré-eclampsia, que é caracterizada por tensão arterial elevada (hipertensão) acompanhada pela eliminação de proteínas pela urina (proteinúria) ou de retenção de líquidos (edema) que ocorre entre a 20.ª semana de gravidez e o final da primeira semana depois do parto. Já a eclampsia, propriamente dita, é uma forma de pré-eclampsia ainda mais grave, que provoca convulsões ou coma.
A pré-eclampsia verifica-se em 5 % das mulheres grávidas.
É mais frequente nas primeiras gravidezes e nas mulheres que já têm a tensão arterial elevada ou que sofrem de um problema nos vasos sanguíneos. A eclampsia surge em 1 de cada 200 mulheres que têm pré-eclampsia e, em geral, é mortal, a menos que seja tratada com rapidez. No entanto, desconhecem-se as causas da pré-eclampsia e da eclampsia. O risco mais importante da pré-eclampsia é o desprendimento prematuro da placenta da parede uterina.
Na pré-eclampsia, a tensão arterial é superior a 140/90 mmHg, aparece edema na cara ou nas mãos e são detectados valores anormalmente elevados de proteínas na urina. Também se considera que tem pré-eclampsia uma mulher cuja tensão arterial aumenta consideravelmente, mas mantém-se abaixo dos 140/90 mmHg durante a gravidez.
Os recém-nascidos de mulheres pré-eclâmpsicas têm 4 a 5 vezes mais probabilidades de ter problemas pouco depois do parto do que os de mulheres que não sofram dessa doença. Os recém-nascidos podem ser pequenos porque a placenta funciona mal ou porque são prematuros.
Ao contrário da tensão arterial elevada (hipertensão), a pré-eclampsia e a eclampsia não respondem aos diuréticos (fármacos que eliminam o excesso de líquido) nem às dietas de baixo teor em sal. Aconselha-se a mulher a que consuma uma quantidade normal de sal e que beba mais água. O repouso na cama é importante. Em geral, também é aconselhada a virar-se sobre o lado esquerdo, visto que assim é exercida menor pressão sobre a grande veia do abdómen (veia cava inferior), que devolve o sangue ao coração, e melhora o fluxo sanguíneo. Em certos casos, pode ser administrado sulfato de magnésio por via endovenosa para fazer descer a tensão arterial e evitar as convulsões.
Em caso de pré-eclampsia ligeira, acamamento pode ser suficiente, mas a mulher deverá consultar o seu médico de 2 em 2 dias. Se não melhorar com rapidez, deve ser hospitalizada e, se o problema continuar, o parto deve ser provocado quanto antes.
Uma mulher que sofra de pré-eclampsia grave deve ser hospitalizada e permanecer na cama. O facto de administrar líquidos e sulfato de magnésio por via endovenosa muitas vezes alivia os sintomas. Em 4 a 6 horas a tensão arterial costuma baixar até atingir valores normais e pode-se proceder ao parto sem correr nenhum risco. Se a tensão arterial continuar alta, são administrados mais fármacos antes de se tentar provocar o parto.
Uma importante complicação da pré-eclampsia e da eclampsia graves é a síndroma HELLP, que consiste no seguinte:
- Hemólise (destruição de glóbulos vermelhos);
- Aumento dos enzimas hepáticos (liver), que indicam lesão hepática;
- Baixa (low, em inglês) contagem de plaquetas, o que indica uma deficiente capacidade de coagulação do sangue (um problema potencialmente grave durante e depois do parto).
A síndroma HELLP é mais provável que apareça quando se atrasa a instituição do tratamento da pré-eclampsia. Se surgir a síndroma, deve-se fazer uma cesariana, o método disponível mais rápido, a não ser que o colo uterino esteja suficientemente dilatado para permitir um rápido nascimento pela vagina.
Depois do nascimento, controla-se exaustivamente a mulher para detectar sinais de eclampsia. Uma quarta parte dos casos de eclampsia acontece depois do parto, em geral nos primeiros 2 a 4 dias. À medida que o estado da mulher melhora de forma gradual, é incentivada a caminhar um pouco. Mesmo assim, pode ser-lhe administrado um sedativo suave para controlar a tensão arterial. A hospitalização pode durar de poucos dias a algumas semanas, conforme a gravidade da doença e suas complicações. Mesmo depois de ter sido dada alta, é possível que a mulher tenha que tomar medicamentos para reduzir a tensão arterial. Em geral, deve consultar o médico, pelos menos de 2 em 2 semanas durante os primeiros meses depois do parto. A sua tensão arterial pode, no entanto, manter-se elevada durante 6 a 8 semanas, mas, se se mantiver alta durante mais tempo, talvez a sua causa se deva a outro problema e não à pré-eclampsia.
São poucos os fatos da vida envoltos em tanto mistério, medos e tabus quanto o parto. Talvez nem o sexo tenha sido tão mistificado, alguém aqui já ouviu falar de quem tenha medo de morrer de sexo? Ou de ter falta de líquido, cordão enrolado, bacia estreita para o sexo?
Quem já esteve grávida fartou-se de ouvir de amigos, parentes, conhecidos e até de desconhecidos sobre os grandes perigos do parto. Todo mundo tem uma história trágica a contar. São tantas histórias dramáticas que não consigo entender como é que as nossas cidades não estão povoadas de pessoas lesadas, paralisadas, ressecadas e enroladas em cordões assassinos! Sem contar nas mulheres alargadas e com incontinência urinária no último grau.
Qual é a grávida que não foi parada pela manicure, pela cobradora do ônibus, pela cunhada da prima da vizinha para ouvir uma história tenebrosa sobre o bebê que bebeu água do parto, que chorou na barriga, que fez cocô no líquido amniótico, que secou de tanto que passou da hora, que tinha 30 voltas de cordão no pescoço, que teve um parto seco, que teve um fórceps tão forte que lhe afundou o crânio de lado a lado?
Se você está grávida e se a sua barriga já aparece, certamente você já ouviu uma história dessas e não gostou nada dos pulos que seu coração deu. Pensando em ajudar as mulheres que se encontram nessa situação, aqui vão algumas dicas para ajudar a desmistificar os “grandes perigos” que as cercam quanto mais o parto se aproxima.
Mito = Falta de Dilatação
Explicação = Muitas mulheres hoje em dia dizem que não conseguiram ter um parto porque tiveram falta de dilatação.
Fatos = Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres normais. Ela só não acontece quando o médico não espera o tempo suficiente. A dilatação do colo do útero é um processo passivo que só acontece com as contrações uterinas.
Mito = Bacia Estreita
Explicação = Uma mulher com bacia estreita não teria espaço para a passagem do bebê
Fato = Existem situações não muito comuns em que um bebê é grande demais para a bacia da mulher, ou então está numa posição que não permite seu encaixe. Não mais que 5% dos partos estariam sujeitos a essa condição. Além disso, tecnicamente é impossível saber se o bebê não vai passar enquanto o trabalho de parto não acontecer, a dilatação chegar ao máximo e o bebê não se encaixar.
Mito = Parto Seco
Explicação = Um parto depois que a bolsa rompeu seria uma tortura de tão doloroso.
Fatos = A verdade é que depois que a bolsa rompe o líquido amniótico continua a ser produzido, e a cabeça do bebê faz um efeito de “fechar” a saída, de modo que o líquido continua se acumulando no útero. Além disso o colo do útero produz muco continuamente que serve como um lubrificante natural para o parto.
Mito = Parto Demorado
Explicação = Um bebê estaria correndo riscos porque o parto foi/está sendo demorado.
Fato = Na verdade o parto nunca é rápido demais ou demorado demais enquanto mãe e bebê estiverem bem, com boas condições vitais, o que é verificado durante o trabalho de parto. Um parto pode demorar 1 hora como pode demorar 3 dias, o mais importante é um bom atendimento por parte da equipe de saúde. O que dá à equipe as pistas sobre o bebê são os batimentos cardíacos. Enquanto eles estiverem num padrão tranquilizador, então o parto está no tempo certo para aquela mulher.
Mito = Bebê passou da hora
Explicação = O bebê teria como uma “data de validade” após a qual ele ficaria doente
Fatos = Os bebês costumam nascer com idades gestacionais entre 37 e 42 semanas. Mesmo depois das 42 semanas, se forem feitos todos os exames que comprovem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação. O importante é o bom pré-natal. Caso os exames apontem para uma diminuição da vitalidade, a indução do parto pode ser uma ótima alternativa.
Mito = Cordão Enrolado
Explicação = A explicação é de que o bebê iria se enforcar no cordão umbilical
Fatos = O cordão umbilical é preenchido por uma gelatina elástica, que dá a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas. O oxigênio vem para o bebê através do cordão direto para a corrente sanguínea. Assim, o bebê não pode sufocar.
Mito = Não entrou/não teve trabalho de parto
Explicação = A idéia aqui é de que a mulher em questão tem uma falha que a impede de entrar em trabalho de parto
Fatos = A verdade é que toda mulher entra em trabalho de parto, mais cedo ou mais tarde. Ela só não vai entrar em trabalho de parto se a operarem antes disso.
Mito = Não tem dilatação no final da gravidez
Explicação = A explicação é que o médico fez exame de toque com 38/39 semanas e diz que a mulher não vai ter parto porque não tem dilatação nenhuma no final da gravidez.
Fatos = Tecnicamente uma mulher pode chegar a 42 semanas sem qualquer sinal, sem dilatação, sem contrações fortes, sem perder o tampão e de uma hora para outra entrar em trabalho de parto e dilatar tudo o que é necessário. É impossível predizer como vai ser o parto por exames de toque durante a gravidez.
Mito = Placenta envelhecida
Explicação = A placenta ficaria tão envelhecida que não funcionaria mais e colocaria em risco a vida do bebê
Fatos = O exame de ultra-som não consegue avaliar exatamente a qualidade da placenta. A qualidade da placenta isoladamente não tem qualquer significado. Ela só tem significado em conjunto com outros diagnósticos, como a ausência de crescimento do bebê, por exemplo. A maioria das mulheres têm um “envelhecimento” normal e saudável de sua placenta no final da gravidez. Só será considerado anormal uma placenta com envelhecimento precoce, por exemplo, com 30 semanas de gravidez.
Curiosamente, a amamentação também tem uma maravilhosa lista de mitos e lendas, sempre no sentido de diminuir a confiança da mãe em sua capacidade. Se você conhece algum mito interessante do parto ou da amamentação que queira nos contar, nós poderemos incluir neste quadro! Aproveite agora para cuidar de você e do seu bebê. Não deixe que os pessimistas de plantão estraguem esse maravilhoso momento da vida de vocês.
Este texto acima foi escrito pela Ana Cristina Duarte, que é Doula e Educadora Perinatal, além de graduanda em Obstetrícia pela USP Leste, Mãe de Júlia (Cesárea Desnecessária) e Henrique (Parto Normal Hospitalar).
Segue abaixo um video com uma matéria sobre a medicina reprodutiva com fertilização in vitro e FIV. Fala da Gravidez assistida e da infertilidade, e dos tratamentos e remédios:
Bristol Palin, que é filha da governadora do Alasca, Sarah Palin, ex-candidata republicana à vice-presidência dos Estados Unidos, criticou a gravidez na adolescência nesta terça-feira, mas disse que o conselho de sua mãe, de abstinência, é inadequado à realidade.
Lembrando de que ela engravidou aos 17 anos e deu à luz em dezembro. Sendo por isto alvo de críticas dos conservadores americanos, pela irresponsabilidade, e por outro lado recebeu também elogios, por não optar pelo aborto.
Em sua primeira entrevista depois do parto de Tripp, Bristol disse à rede de televisão Fox News que pretende se engajar na luta contra a gravidez precoce.
“Espero que as pessoas aprendam com a minha história. É muito mais fácil se você é casada, se tem uma casa e uma carreira”, afirmou.
“Gostaria de ser uma ativista para prevenir a gravidez na adolescência. As crianças devem esperar. Não é nada glamuroso”, continuou Bristol, ponderando, no entanto, que não se arrepende de ter decidido ter o bebê.
“Tripp nos dá muita alegria, eu não me arrependo de nada. Queria apenas que isso tivesse acontecido daqui a 10 anos”, disse.
Perguntada sobre métodos anticoncepcionais, a jovem preferiu não entrar em detalhes. “Todo mundo deveria se abster (de ter relações sexuais), mas isso não é nem um pouco realista”.
Sua mãe, que pertence à ala mais conservadora do partido republicado, defende a abstinência sexual como método contraceptivo durante a campanha, além de ser radicalmente contra o aborto.
Veja abaixo o video de um Cine-Jornal oficial narra com imagens de arquivo um acontecimento que passou despercebido no conturbado ano de 1954 (ano do fatídico suicídio do então Presidente do Brasil Getúlio Vargas).
O fato, é o nascimento de uma criatura cuja mãe faleceu no parto, e que a equipe médica do hospital não sabe definir se é vegetal, animal ou mineral.
Através de depoimentos de pessoas que conviveram com o fenômeno, vamos percebendo que se trata de uma espécie híbrida entre animal e gente.
Por fim, após 47 anos, este ser extraterreno ainda perdura entre nós solto pela noite da cidade do Rio de Janeiro.
Os bebês nascem dos mais variados tamanhos, mas alguns já chegam ao mundo bem grandinhos, e nem por isto não através do parto normal.
Vejam só este caso de uma mulher de 34 anos deu à luz em um parto normal um bebê de aproximadamente 6,5 kg e 54 cm esta semana em Governador Valadares, interior de Minas Gerais. A operação aconteceu no Hospital São Vicente e mãe e criança passam bem e devem receber alta em breve.