Quarta, 25 de Fevereiro de 2009


Segue abaixo uma matéria bem legal sobre Moda no Trabalho para Gestantes, escrita pela Juliana Lopes, que foi publicada originalmente no site Vila Mulher, e que trago aqui para sua informação pois acho que é do seu interesse também:

“Não é porque você está de barrigão que precisa mudar todo o seu guarda-roupa de trabalho. É comum as gestantes comprarem várias saias, vestidos e batinhas e deixá-las encostadas em um canto depois que a criança nasce.

Algumas peças básicas são imprescindíveis. Elas ajudam quem não tem tempo, dinheiro, nem paciência para comprar roupas diferentes a todo o momento. “Entre as coringas indico batas, além de calça de alfaiataria preta e caqui, com aberturas especiais”, diz Renata Rodrigues, da Zazou, loja especializada em gestantes.

Linha Social e Trabalho da Zazou Gestante

A consultora aconselha optar por peças que não amassam, entre eles, camisas de seda, vestidos de malha, além de calças e vestidos de alfaiataria. “Os tecidos precisam ser de qualidade, para agüentarem o uso intenso, caso contrário logo nas primeiras lavagens perdem o caimento, começam a desbotar, criam bolinhas, principalmente por causa do atrito da barriga e pernas”, justifica.

Além disso, eles precisam ser flexíveis, para que se ajuste durante o crescimento da barriga. A calça jeans, por exemplo, deve ter elastano, botões e reforços em elástico nas laterais, para se adequar as transformações do corpo da mulher.

Renata também recomenda modelos com o cós em malha, média e alta, mais confortáveis. Há também opções sem malha, apenas com ajustes internos, para mulheres que sentem calor na barriga. “O jeans também não pode ser algo muito carregado, cheio de trabalho ou com rasgos. E a lavagem sempre clássica”.

Se o trabalho pede roupas mais formais, a consultora acha interessante usar calças sociais e camisas com cores clássicas. No caso dos terninhos, você pode ter duas calças avulsas e três blusas para combinar com o blazer.

“As mulheres devem prestar atenção na modelagem da blusa para que elas possam usar a mesma do início ao final da gravidez, sem ficar solta no começo nem apertada nos últimos meses. As blusas precisam ser mais compridas na frente, para evitar que no futuro fiquem empinadas e a parte de baixo da barriga apareça”, aconselha a consultora.

Já deu para perceber que não basta só estilo quando o assunto é roupas para gestantes. Elas precisam ter qualidade e modelagem, e isso só experimentando no próprio corpo. Não adianta trabalhar com roupas da moda, sem estar confortável, principalmente em um momento tão especial quanto esse.

Linha Social e Trabalho da Zazou Gestante

Podem acessar fotos de mais modelos da nossa linha social e trabalho no seguinte link abaixo:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=colecoes&pg=linha&cat=2

A matéria completa original esta no seguinte link:

http://vilamulher.terra.com.br/vilasucesso/materia/carreira/192-moda-no-trabalho-para-gestantes.html

A higiene do bebê requer cuidados especiais, para isso é necessário um conjunto de itens que se tornam obrigatórios a cada troca de fralda, trata-se do chamado: “Kit de Higiene”.

Aí sempre aparece a dúvida nas grávidas de primeira viagem do que vem nestes kits? Será que tudo tem mesmo utilidade? Qual?

O kit de higiene geralmente é composto por:

01 bandeja,
02 potes,
01 garrafa térmica,
01 lavanda e
01 lixeira
.

Sendo que sses itens possuem a seguinte utilidade prática:

- Bandeja:

Auxilia na organização dos produtos de higiene do bebê;.

- Potes:

Apresentam tamanhos diferentes e são usados para guardar cotonetes e algodão.

- Garrafa térmica:

Mantém a água morna para higienizar o bebê a cada troca de fralda. Normalmente são revestidas com o tecido utilizado no enxoval do quarto.

- Lavanda:

Trata-se de uma tigela de cerâmica, usada para molhar o algodão na água morna que é retirada da garrafa térmica a cada troca de fralda.

- Lixeira:

Geralmente, peça avulsa ao kit. Mas importante para colocar as fraldas sujas e material usado na limpeza.

A bandeja possui um local certo no quarto do bebê, deve ser colocada sobre a cômoda ao lado do trocador, tudo em um só lugar, organizado e de fácil acesso, afinal, enquanto o bebê estiver sobre o trocador e por questões de segurança, não poderá se manter sozinho nem tampouco solto.

Os kits de higiene, por serem indispensáveis, são elaborados de forma coordenada à decoração do quarto do bebê e podem ser confeccionados em cerâmica, acrílico, madeira, forrados com tecido, diversos tipos de pinturas e aplicações, o que os tornam charmosos!

Kit Higiene do Bebê

Para maiores esclarecimentos e informações, aonde encontrar belos e úteis Kits de Higiene, fica a dica para contatar o Atelier Alexandra Abujamra através do:

Tel: (11) 3064-7393
Email: contato@alexandraabujamra.com.br
Site: http://www.alexandraabujamra.com.br

Houve um tempo em que para a mulher, estar grávida era dar adeus a beleza e a vaidade por ao menos 9 meses.

Não se sentiam belas, não eram estimuladas a se sentirem, o corpo mudava muito, roupa nenhuma caía bem, não tinha loja especializada em moda gestante fashion (como a Zazou), poucos sapatos serviam em razão do inchaço nos pés.

Felizmente houve uma evolução de pensamentos e as gestantes passaram a ser vistas de outra forma.

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

Primeiro por auto-análise, onde perceberam que as transformações anatômicas do corpo são necessárias para que o bebê que está sendo gerado tenha todas as condições necessárias de crescimento e preparação para posteriormente viver aqui, do lado de fora. Por outro lado, o comércio percebendo essa transformação do posicionamento da gestante frente a sociedade, começou a criar produtos específicos para esses 9 meses tão importantes. Foi por isto que a Zazou foi criada há 8 anos atrás…

Hoje a gestante tem o status de estar vivendo provavelmente a fase mais bela da vida de uma mulher. Não é raro ouvir homens comentando que a mulher mais bela que existe é a gestante.

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

Como parte desse universo de transformação e posicionamento, apareceram também os profissionais e os estúdios fotográficos especializados em fotografar gestantes. E isso virou uma grande onda, onde os books são produzidos nunca com o intuito de trabalharem como modelos, mas sim, como forma original de registrar o momento mais importante da vida de uma mulher.

São sim especializados pois, mais do que simplesmente fotografar uma mulher, a gestante precisa de um cuidado especial que começa quando ela chega ao estúdio, onde todas as atenções se voltam para elas.

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

É necessário uma boa conversa com a produtora e o fotógrafo, para que esses fiquem a par de quais são os ângulos que ela não quer ser vista, que partes do corpo não devem ser ressaltadas, que roupas cairão melhor em cada corpo. Esse é um trabalho muito personalizado, pois para cada corpo há uma iluminação específica que irá destacar o que cada mulher tem de melhor.

A melhor fase para fazer as fotos é entre a 28ª e 35ª semana de gestação, pois a barriga já será bastante saliente e a mulher já estará bem mais habituada e sabendo como lidar com isso. A partir da 36ª semana, o corpo estará bem mais inchado e dificultará os movimentos da futura mamãe, por isso, é o período a ser evitado.

O pai pode e deve participar das fotos. É um momento único do casal, onde será registrado para sempre a imagem do início da formação de mais uma família.

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

Tenha em mente que além de uma roupa de qualidade da Zazou, a fotografia é um dos produto que se compra e dura para sempre. Claro que você pode também se fotografar em casa por alguém da família, mas, há uma grande diferença entre a foto que se faz em casa e a foto produzida por profissionais. Estar num estúdio entregue ao trabalho de profissionais é uma experiência única.

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

Quando for escolher o estúdio, os preços serão os mais variados, mas, não se esqueça, estará produzindo as primeiras fotos de seu bebê e portanto, talvez seja o caso de fazer um investimento bom.

Peça para cada estúdio para ver o site, o trabalho que fazem e se for o caso, visite o local antes de acertar tudo, conheça a equipe, sinta o clima, isso pode ajudar na decisão.

Gostaria inclusive de aproveitar a oportunidade e comentar sobre a Hype Fotografia, que é um estúdio bem legal em Higienópolis, onde uma das especializações exatamente é a fotografia de gestante.

Tem uma boa equipe de profissionais, formada basicamente por fotógrafos, produtora e maquiadora de grande experiência no mercado. As fotos, que além de extremo bom gosto, são entregues em álbum bem chique, que você fará questão que fique em sua sala, como parte da decoração! Para toda família e visitas poderem compartilhar esta linda fase de sua vida para sempre…

O trabalho da equipe por ser conferido no site: http://www.hypefotografia.com.br

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

Lembrando de que os fotografos e produtores do Estúdio Hype vão estar fotografado de graça as grávidas interessadas vestidas de Zazou na nossa ponta de estoque na BB Fermier Outlet nos dias 13 e 14 de março (sex. e Sáb) na promoção exclusiva da Zazou: “Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos” na edição de Verão 2009 da Ponta.

Mas não se esqueça de que não precisa comprar ou pagar nada, mas é preciso sim ligar para confirmar presença antecipadamente e garantir sua vaga. O telefone de lá é: (11) 3796-0710 com a Claudia.

A BB Fermier Outlet, que fica no Brooklin, na rua Ministro José Gallotti, 252, perto da Av. Morumbi. Trata-se da primeirra loja de moda gestante da região, incluindo Santo Amaro, graja julieta, Morumbi e interlagos. e o email: contato@bebefermier.com.br.

Foto de Grávida da Hype Fotografia de Gestante

Trago para sua informação mais um assunto polêmico que é a chamada Barriga de Aluguel.

Afinal desde o nascimento da inglesa Louise Brown, o primeiro bebê de proveta, em julho de 1978, representou, além de um enorme avanço científico, a abertura de um mercado fabuloso para a fertilização in vitro. O método consiste na fecundação do óvulo em laboratório e na transferência do embrião para o útero. No início dos anos 80, a chance de uma gravidez iniciada artificialmente vingar era de apenas 5%. Hoje, é oito vezes maior.

Porém o sucesso dos tratamentos, produziu uma extensão polêmica de reprodução assistida que é a chamda barriga de aluguel, em que uma mulher, incapaz de gestar o embrião gerado em proveta, recorre ao útero de outra.

Para sua informação no Brasil o aluguel de uma barriga é sim permitido somente em “caráter solidário”. Ou seja, entre mulheres com algum vínculo afetivo e sem a presença de dinheiro. Assim determinam as normas dos conselhos regionais de medicina.

Na prática, porém, a história é outra. Dos 170 centros brasileiros de medicina reprodutiva, 10% oferecem a suas clientes um cadastro de mulheres dispostas a locar seu útero, e logicamente receber algo por isso. Uma única clínica de São Paulo, só no ano passado, intermediou doze transações do gênero.

As incubadoras humanas também podem ser facilmente encontradas na internet, em sites gratuitos de classificados. “Por motivos financeiros, estou disposta a alugar minha barriga para pessoas que queiram ter filhos e não podem”, anuncia uma dona-de-casa do interior de São Paulo. Nove meses de aluguel de uma barriga saem, em média, por 40 000 reais, mas há casos em que esse valor chega a 100 000 reais.

Com uma renda familiar de 1 000 reais e três filhos, a dona-de-casa N.J., de 35 anos, ambiciona comprar uma casa. Depois de ler uma reportagem sobre medicina reprodutiva, ela decidiu alugar sua barriga. Pela internet, entrou em contato com um centro de fertilização no Rio de Janeiro e foi incluída no cadastro da clínica. Depois de um ano de espera, o negócio foi fechado com um casal europeu, por 100 000 reais. A “locatária” tem 36 anos, mas não consegue engravidar por causa de miomas uterinos. Já perdeu três bebês. “Meu ginecologista me sugeriu a barriga de aluguel. Como em meu país a prática é proibida e domino bem o português, pensei imediatamente no Brasil”, diz. Em março, N.J. viajou para o Rio, em companhia do filho caçula, de 9 anos, para se submeter ao procedimento. A gravidez não vingou. A próxima tentativa será no fim de maio.

A prática da barriga de aluguel envolve questões delicadíssimas, tanto para a gestante quanto para a mãe biológica. De um lado, está uma mulher que passa por todas as transformações físicas e psíquicas ocasionadas pela gravidez de uma criança que não é e nunca será sua. “Por mais que digam que se trata apenas de uma transação comercial, é impossível uma mulher não ser afetada emocionalmente pela gestação”, diz a terapeuta Magdalena Ramos, professora do Núcleo de Casal e Família da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Costumo dizer que o nascimento do bebê sempre representa um aborto psicológico para a mãe de aluguel.” Do outro lado, está uma mulher que tem de recorrer ao útero de outra para realizar pela metade o sonho da maternidade. “Quero esquecer que meu filho se formou dentro de outra mulher”, diz a mineira J.D., de 46 anos. Depois de passar por três abortos espontâneos, ela decidiu alugar o útero de uma carioca de 30 anos por 40 000 reais. Apesar de morar em outro estado, durante toda a gravidez J.D. visitava semanalmente a gestante de seu filho. Fez todos os desejos da grávida, sussurrou músicas de ninar com o rosto encostado no ventre da outra e sentiu – com as mãos – os movimentos de seu bebê dentro da barriga de aluguel. A criança de J.D. nasceu há um mês.

Na opinião de boa parte dos especialistas, a convivência entre a mãe biológica e a de aluguel não é salutar. “Certa vez, um casal insistiu muito para conhecer a mãe de aluguel”, conta o médico responsável por uma das maiores clínicas de fertilização do estado de São Paulo. “Acabei cedendo e fiz as apresentações. Não poderia ter acontecido nada pior.” A grávida passou a chantagear os pais biológicos. Se eles não lhe dessem mais dinheiro, ela não entregaria o bebê. Depois do nascimento da criança, a situação fica mais complicada para quem cedeu o útero. Ainda que tenham encarado a gravidez com a frieza de quem fecha um negócio, as mães de aluguel costumam ser tomadas por um sentimento de abandono. É natural: durante a gestação, elas são o centro das atenções. Como gestam o filho de outra mulher, recebem cuidados ainda mais extremos. Com o parto, de uma hora para outra tudo isso desaparece, deixando uma grande sensação de vazio. Sem contato com a mãe biológica e o filho que não é seu, a recuperação psicológica torna-se mais fácil.

A legislação sobre barriga de aluguel varia de país para país. O procedimento só pode ser remunerado em alguns estados americanos, como a Califórnia e a Flórida, e na Índia. Desde 2002, quando a prática foi legalizada pelas autoridades do país, as mulheres indianas vêm sendo muito procuradas por casais de estrangeiros. O motivo é o baixo preço do aluguel de sua barriga – 7 000 dólares, em média. O negócio assumiu tal proporção que se fala, inclusive, em “turismo da medicina reprodutiva”. Nos Estados Unidos, a oferta de mães de aluguel também tem crescido, sobretudo depois da invasão do Iraque, em 2003. Só no ano passado foram realizadas 1 000 fertilizações envolvendo mães de aluguel. Em 2006, esse número ficou em 260. Mulheres de militares em missão no Iraque têm encontrado na barriga de aluguel uma forma de incrementar o orçamento doméstico enquanto o marido está em combate. Entre as americanas, o valor da barriga de aluguel gira em torno de 25 000 dólares.

Nem sempre a relação entre a mãe de aluguel e a biológica é permeada pelo dinheiro. Em 2003, a consultora de vendas paulistana Sarita Lopez Vidal, então com 39 anos, ofereceu seu útero para a cunhada Sandra. Aos 35 anos, em 2001, Sandra teve de ser submetida a uma histerectomia por causa de miomas múltiplos. Quando seu desejo de ser mãe bateu, a cunhada se dispôs a realizá-lo. Mãe de dois meninos e divorciada, ela conta que, durante a gravidez, conseguiu não estabelecer nenhum laço maternal com o sobrinho. “Só não me arrisquei a amamentá-lo”, diz Sarita. “Tive medo de criar um vínculo mais forte com ele.” Hoje, Ramon, de 3 anos, sabe que é filho da mamãe, mas saiu da barriga da titia.

E você o que acha disto? Alugaria sua barriga ou então se preciso alugaria a da barriga de outra mulher para o seu filho?

Mandem seus comentários.

Desde que ficou grávida anda sonhando muito a noite? Os seus sonhos andam muito animados?

Saiba que isso deve-se em parte ao fato de interromper muitas vezes um ciclo repleto de sonhos do sono REM quando se levanta para ir ao banheiro, ou quando levanta para aliviar uma cãibra na perna, ou até quando muda para uma posição mais confortável. Acordar durante o sono REM aumenta a probabilidade de se lembrar dos sonhos. E os hormonios da gravidez também têm a sua participação nisto…

Alguns especialistas acreditam que os sonhos da gravidez simbolizam o seu entusiasmo, bem como os seus receios e apreensões a respeito das mudanças físicas e emocionais que está passando.

Veja em seguida alguns temas comuns e o que poderão significar, segundo Patricia Garfield, psicóloga clínica e autora de Women’s Bodies, Women’s Dreams.

1) Tratar de animais e de bebê:

Durante o segundo trimestre, muitas mulheres grávidas sonham com animais amorosos e ainda bebês, como cachorrinhos, pintainhos e gatinhos. Pensa-se geralmente que a presença de simpáticos animais nos seus sonhos significa que está sensível aos seus instintos. Pelo contrário, animais ameaçadores podem representar alguma ambivalência relativamente a esta nova e estranha criatura que está prestes a entrar na sua vida.

2) Sonhos Eróticos:

Muitas futuras mães sentem-se preocupadas com a mudança do corpo e o seu efeito na vida sexual, ao passo que outras se sentem mais estimuladas sexualmente do que nunca. Ambos estes sentimentos se reflectem muitas vezes nos sonhos. Os sonhos eróticos não só proporcionam uma segurança reconfortante, como também espelham o nível de sensualidade que sente durante o tempo em que está acordada.

3) O companheiro abandona-a:

Se sonhar que o seu companheiro tem uma relação com uma ex-namorada ou uma perfeita desconhecida, isso pode ser sinal de insegurança sobre a sua capacidade de manter o seu amor e atenção em épocas de profunda mudança. Neste momento, depende da boa vontade e do apoio daqueles que a rodeiam, em especial do seu companheiro. O receio de perdê-lo é uma reação emocional comum na gravidez.

Dado que não há nada que possa fazer para impedir estes sonhos loucos, tente divertir-se com a situação. Tenha um bloco de notas e uma caneta na mesa-de-cabeceira e registe-os. E depois mande para nós. Estamos curiosas em saber o que você anda sonhando…

O Projeto BRÚ Ação Social proporcionando a oportunidade de cuidar da saúde das gestantes e de seus bebês, e oferecendo Ultra-som grátis para gestantes carentes. Veja mais no video abaixo de uma ultra morfológico quando a grávida descobre o sexo do bebê: