Como sabem um dos best-sellers da Zazou são as nossas calças jeans para gestante, que são conhecidas no mercado como uma das melhores, não apenas pelo seu estilo atual e antenado nas tendências da estação, mas principalmente também por causa da modelagem própria especializada, que é o que faz a diferença no corpo da grávida, para lhe dar o conforto(a calça não apertar, nem quando senta) e segurança(a calça não ficar caindo, nem quando anda ou fica em pé).
Tanto que é sempre lembrada pela mídia especializada em matérias independentes que destacam sempre os jeans da Zazou(Vide teste da Revista Crescer de Jan/08, aonde foi a única grife com 2 peças entre as 9 finalistas, já que não houve uma vencedora).
Se ficaram curiosas para saber mais desta linha jeans para gestante da Zazou, basta acessar nossa área de coleções(www.zazou.com.br/jeans/), aonde vão encontrar fotos e todos os detalhes de mais de 10 modelos diferentes a sua disposição, desde os sem malha, apenas com ajustes internos (nada de ajustes do lado de fora aparecendo), até os com malha mais alta e elásticos na barriga (que apesar do visual, são as mais confortáveis, em especial no final da gravidez com a barriga maior).
Venha fazer um “test-drive” e experimentar no seu corpo um jeans da Zazou, e sentir a diferença…
Algumas grávidas famosas, como a atriz Suzy Rêgo e a Apresentadora Nani Venâncio, que estiveram recentemente em nossas lojas, vestiram e aprovaram os jeans da Zazou, cada uma com seu modelo e estilo próprio:
Obs - Acima com a Suzy Rego trata-se de um modelo malha alta com uma cor e lavagens tradicionais.
Obs - Acima com a Nani Venâncio trata-se de um modelo malha baixa com uma cor e lavagens mais moderna e escura com car5a do inverno 2009.
Trabalhando no dia a dia com grávida há oito anos vemos de tudo na loja da Zazou, mas particularmente adoro quando nos deparamos com uma grávida feliz e levando a gravidez numa boa. O que acontece quando a gravidez é muito desejada e quando estavam tentando a muito tempo, inclusive com tratamentis (que sabemos que nem sempre são fáceis), com toda a expectativa (e infelizmente frustações). Mas superado tudo isto quandoa felicidade interna acaba extrapolando e tornando ela ainda mais bonita, é muito legal de ver!
Por isto tinha que trazer um caso prático para vocês verem!
Mas foi exatamente o que aconteceu com a atriz Suzy Rego, que queria muito ganhar um bebê e criar uma família. Pois ela esteve outro dia na loja da Zazou outro dia, para compra roupas para grávidas, e cuidar do visual, e acabou gravando este belo depoimento para a TV Caras sobre sua gravidez e a fecilidade de ficar grávida após um tratamento.
Recomendo que assistam o video e se contagiem com tanta felicidade:
Tão logo você se descobre grávida, são inevitáveis as especulações sobre o sexo do bebê.
Será que é menino ou menina?
Depois de tentar relacionar o formato da barriga, do rosto, detalhes do dia em que engravidou e até mesmo dos recentes sonhos ou desejos de comida com a probabilidade de ser menino ou menina, tudo logicamente sem nenhum respaldo científico, o mistério é finalmente desvendado, na 16 semana, no exame de ultra-som.
Há quem não agüente!
Mas, para saber antes, é preciso se submeter a um exame que dói no bolso. A Sexagem fetalcusta na faixa de R$ 350, e identifica fragmentos do DNA do bebê no sangue da mãe. Há 99% de chances de acerto a partir da oitava semana de gestação e pode ser útil a quem tem casos na família de doenças ligadas ao sexo, como a hemofilia. Na maioria esmagadora dos casos, no entanto, a coleta é feita por simples curiosidade mesmo.
Mas segure a ansiedade: erros acontecem em 25% dos casos de gravidez de menina, se a mãe estiver nas primeiras sete semanas de gestação.
Paralelamente, existe muita grávida que opta por não saber o sexo do filho até o nascimento, apesar de toda esta tecnologia disponível. Pode parecer inusitado para os dias de hoje, mas apesar de o enigma dificultar um pouco na escolha do enxoval ou do nome, essas mães acham que vale pagar o preço pela dose extra de emoção.
E você é das curiosas ou das que não querem saber até o nascimento?
Fica por fim a dica de uma brincadeira conhecida como oráculo chinês no site da Zazou na área de calculadoras no seguinte link:
Você desconfiava, mas não tinha certeza. Depois da espera angustiante, de alguns testes veio a confirmação: o teste deu positivo. Que momento mágico. Parabéns. Você está grávida!
Mas, junto com toda essa festa e alegria, aparecem algumas preocupações, alguns medos, muita insegurança e uma questão: E agora? O que é que eu faço?
Entre as muitas atitudes a tomar (depois de avisar o papai, é lógico), uma delas é iniciar o acompanhamento da sua gravidez com um médico de confiança, que estará com você e seu bebê durante essa jornada, para que essa fase possa ser aproveitada e curtida em sua plenitude.
Você já pensou em procurar um homeopata?
A homeopatia é uma especialidade médica que pode perfeitamente acompanhar você, durante o seu pré-natal e melhorar sua qualidade de vida nesse período até o parto. Além disso, pode proporcionar ao seu bebê, desde já, os benefícios que a homeopatia pode promover, mesmo antes de ele nascer, gerando uma criança menos propensa a adoecer.
A gravidez é um momento único na vida da mulher. Seu corpo passa por inúmeras mudanças, e, cá entre nós, nem todas são muito agradáveis…
Todas as grávidas (especialmente mamães de primeira viagem) conhecem alguém mais experiente que estava apenas esperando essa hora chegar para “dar alguns palpites e alguns conselhos” para ajudar nessa fase. Primas, tias, mães, vizinhas, comadres… um batalhão, não é? E todas elas querem te passar um método infalível para resolver algum problema que você certamente vai ter, coitadinha…
Perigo! Perigo! Perigo!
Cuidado. Se existe algum período na vida em que a auto-medicação é contra-indicada, não recomendada e muito perigosa… esse período é a gravidez. Siga sempre as orientações médicas. Especialmente, porque na gravidez há medicamentos que não devem ser tomados pelo risco de causar problemas em seu bebê. Além disso, há outros remédios que podem causar efeitos colaterais e prejudicar o bom andamento da gravidez. Até mesmo um chá, por mais inocente que pareça, pode trazer algum risco se não for bem orientado.
E é aí que a homeopatia pode oferecer uma de suas mais valiosas contribuições. Desde que seja prescrita e acompanhada por um médico homeopata, não há contra-indicações e nem efeitos colaterais indesejáveis com a utilização de medicamentos homeopáticos nessa fase.
O remédio homeopático pode ser usado de maneira eficaz, durante a gravidez, não só no sentido de aliviar um sintoma, mas também “desarmando” tendências de algumas doenças que poderiam surgir sem o tratamento adequado. E isso vale tanto para a futura mamãe quanto para seu bebê (ainda dentro do ventre materno).
A homeopatia pode auxiliar na prevenção, cura ou atenuação de sintomas comuns que costumam gerar um desconforto que interfere, no mínimo, no bom humor e na felicidade da futura mamãe.
Sintomas do dia-a-dia da grávida como náuseas e vômitos, azia, alterações do sono, varizes, hemorróidas, intestino preso, infecções urinárias, ansiedade, depressão e outros podem ser prevenidos e tratados através do acompanhamento homeopático durante toda a gestação.
E esse tratamento não precisa terminar quando o bebê tão esperado nasceu. A homeopatia tem função em fases importantes desse processo como no pré e pós-operatório, por exemplo, facilitando a cicatrização e diminuindo o sangramento, favorecendo a contração uterina e recuperando mais rapidamente a mamãe.
A recém-mamãe também pode se beneficiar do tratamento homeopático para ajudar a produção e descida do leite materno, prevenir o quadro de depressão pós-parto e muitas outras situações que, se não forem diagnosticadas a tempo, pelo seu médico de confiança e tratadas adequadamente podem tirar um pouco da emoção e da imensa felicidade de ser mãe.
Fica a dica de um especialista no assunto que é o Dr. Yechiel Moises Chencinski, que é médico pediatra e homeopata, escreveu inclusive um livro sobre o assunto. Mais informações no site http://www.doutormoises.com.br ou pelo tel: (11) 3285-2105.
Veja no video abaixo uma matéria da Revista Crescer com os cuidados que você precisa ter na hora de dar a primeira papinha para o seu filho com um pediatra especializado:
Gostaria de aproveitar esta matéria e dar uma dica útil para vocês de como resolver o problema de fazer a papinha através da empresa Empório da Papinha(www.emporiodapapinha.com.br).
E você como esta fazendo em relação a papinha do seu bebê?
Trago infelizmente o triste caso de uma mãe que precisa operar com urgência seu filho recém nascido de apenas 15 dias e não consegue. Com o laudo médico na mão, a mãe da criança, já foi ao Ministério Público e à Defensoria, mas até agora nada foi resolvido. O Incor informa que a UTI pediátrica está lotada.
Não deve ser fácil passar por isto. Por isto estamos torcendo aqui que dê tudo certo que consiga fazer a operação e que sejam sucesso!
Se gostaram da outra dica de jogo de moda gestante, em que você mesma pode vestir a manequim virtual com roupas e assessórios para grávidas, bastante arrastar as roupas e ver o resultado da combinação.
Vai aqui então outra de uma versão japonesa de um divertido jogo fashion:
Que tal agora vir até a loja da Zazou e experimentar pessoalmente uma centena de combinações que temos disponíveis em nossa nova coleção?
Vejam só abaixo como elas ficaram todas bonitas e elegantes vestidas vestidas de roupas da Zazou!
Todas aceitaram o convite para participar desta nossa promoção exclusiva, escolhendo elas mesmo as roupas que queriam ser fotografadas nas arraras da ponta de estoque da Zazou na BB Fermier. Com isto é mais uma forma inclusive de mostrar de que encontram muita coisa legal em nossos outlets de moda gestante da Zazou…
Gostaria de agradecer a todas elas que toparam o desafio de ser modelo da Zazou por um dia, e gentilmente aceitaram que stas fotos fossem expostas aqui para vocês verem como ficou o resultado.
Temos muito orgulho de nossas clientes! Por isto fazemos qestão de mostra-las como ficam vestidas de Zazou para todos! Algo que você só encontra por aqui…
Vejam mais fotos de outras clientes e grávidas famosas em:
Usar apenas um embrião nos tratamentos de fertilização in vitro é a forma mais barata e eficaz de preservar a saúde da mulher e do bebê durante a gestação, afirmam médicos finlandeses.
O resultado de um estudo de 10 anos mostra que implantar apenas um embrião no útero diminui os custos do tratamento e reduz o risco de partos prematuros. A íntegra da pesquisa está na edição da publicação “Human Reproduction” deste mês.
Atualmente há um intenso debate em muitos países sobre a melhor maneira de diminuir a incidência da gestação múltipla, assim como deixar o tratamento de fertilização mais barato. Este estudo mostra que existe uma solução para ambos os problemas.
Mais de um bebê no útero aumenta as chances de aborto espontâneo, parto prematuro e problemas crônicos de saúde na criança.
A gestação múltipla é o principal fator de risco para a saúde da mulher e do feto durante gravidez. Mais de um bebê no útero aumenta as chances de aborto espontâneo, parto prematuro e problemas crônicos de saúde na criança.
Os pesquisadores finlandeses acompanharam 1,510 mulheres com até 40 anos que queriam ter um bebê entre 1995 e 1999, quando o implante de vários embriões era mais comum, e entre 2000 e 2004, época em que os médicos começaram a reduzir a quantidade de embriões colocados no útero.
Segundo eles, a taxa de sucesso da gravidez entre as mulheres que recebiam apenas um embrião era de 42%, enquanto a das que recebiam múltiplos óvulos era de 37%.
Esta é a maior prova de que, em muitos casos, o uso de apenas um embrião é um procedimento mais seguro e eficaz.
Esta matéria sobre Gravidez na Adolescência realizada pela TV PUC traz surpreendentes depoimentos de especialistas e adolescentes sobre o tema e a fala também da paternidade nesta fase da vida.
A gestação é um período intenso para a mulher, marcado por mudanças físicas e emocionais. Do ponto de vista estético, a forma física apresenta modificações visíveis: os seios antes firmes, podem ficar flácidos; o abdômen também pode sofrer com o acúmulo de gordura, processo que pode ser acompanhado de flacidez e estrias.
Dependendo de quantos quilos a pessoa engordou durante a gravidez, a recuperação se torna mais lenta e difícil. Alguns tratamentos estéticos e a cirurgia plástica podem ajudar a mulher na recuperação de sua autoestima e do contorno corporal.
Veja abaixo as respostas para as dúvidas comuns que as grávidas tem em relação a fazer uma plástica para ajudar nesta recuperação.
1) Durante a gestação, a mulher pode se submeter a alguma cirurgia plástica?
Não é indicada a realização de qualquer cirurgia plástica durante a gestação, justamente por conta das substâncias anestésicas utilizadas na operação que podem prejudicar o desenvolvimento do bebê no útero. Além disso, durante a gravidez ocorrem alterações hormonais significativas, que levam ao acúmulo de gordura e retenção de líquidos, fatores que interferem no contorno original do corpo. Ou seja, o cirurgião não terá um visual real do corpo dessa mulher para planejar a cirurgia.
2) Algum tipo de cirurgia plástica pode ser realizada logo após o parto?
Por conta das alterações hormonais, o ideal é que a mulher realize uma cirurgia plástica pelo menos seis meses após parar de amamentar porque, passado este período, o corpo está mais equilibrado do ponto de vista hormonal. Mas, é necessária uma avaliação médica criteriosa. No entanto, se ela ainda estiver com o peso acima do indicado, sugerimos que a mulher realize um “programa de bem-estar” que inclui acompanhamento nutricional, endocrinológico e assessoria esportiva. A cirurgia plástica entra como a parte final deste programa, pois os melhores resultados são obtidos quando a mulher está em boas condições físicas e com o peso mais próximo do ideal.
3) Quais são os principais tipos de cirurgias plásticas realizadas pelas mulheres, após a gravidez?
Principalmente, lipoaspiração, seguida da cirurgia de mamas (com ou sem prótese) e a abdominoplastia, que remove a gordura localizada no abdômen e a flacidez de pele ao redor da região umbilical.
4) Caso a mulher opte por realizar uma abdominoplastia ou miniabdominoplastia após o parto, quais seriam as condições ideais?
Em primeiro lugar, ela deve seguir as orientações de seu ginecologista. Após o parto, como qualquer outro paciente, a mulher deve estar clinicamente saudável e com o peso bem próximo ao que tinha antes da gravidez.
5) No caso da mulher ter passado por uma cesariana e ainda ter propensão à formação de quelóides, como deve ser o procedimento na cirurgia plástica?
O tipo de parto (normal ou cesárea) não influencia na realização da operação. Se a mulher tem propensão à formação de quelóides, ela deve comunicar isso ao cirurgião plástico. Ele deverá analisar a condição da pele, para evitar que isso volte a ocorrer. Com o avanço da medicina, foram desenvolvidas técnicas de sutura que minimizam o aparecimento de quelóides.
6) A lipoaspiração é a melhor técnica para reduzir as gorduras acumuladas no abdômen, costas e coxas, após o parto?
A lipoaspiração pode ser a melhor técnica para remodelar o corpo, retirar a gordura localizada e, assim, harmonizar o contorno corporal. Pode ser o procedimento mais indicado em pacientes sem flacidez de pele. Porém, caso a paciente apresente muita flacidez na região da barriga, o recomendado é a abdominoplastia. É essencial que o cirurgião plástico analise a condição da pele da paciente para decidir o tipo de cirurgia mais adequado.
7) O implante de silicone nas mamas pode interferir na amamentação? Quando a mulher pode realizar plástica nos seios depois da gravidez?
A cirurgia plástica de mamas, dentro dos princípios técnicos corretos e, independente do tipo de corte realizado, não interfere na amamentação. O tempo indicado para realização da plástica é seis meses após parar de amamentar. Todas as mulheres devem realizar exames anuais para o controle das mamas, após a inclusão da prótese.
8) Após ter se submetido a uma cirurgia plástica de abdômen, mamas ou lipoaspiração, o que pode acontecer ao corpo feminino na eventualidade de uma nova gravidez?
Uma eventual gravidez pode anular ou prejudicar o resultado obtido. Para que isso não ocorra, é vital que o médico e a paciente conversem sobre os planos de uma nova gestação. Estes aspectos têm que ser discutidos detalhadamente, porque a paciente tem que entender que uma nova gravidez irá interferir nos ganhos obtidos com a cirurgia plástica, principalmente de abdômen e mama, podendo causar estiramento de pele nestas regiões. Por isso, pode ser recomendável que mulheres que desejam engravidar num futuro próximo adiem a cirurgia plástica para quando decidir não ter mais filhos.
9) A cirurgia plástica, após a gravidez, é recomendada para a remoção de estrias?
Estrias são cicatrizes profundas na derme. Dependendo do local onde elas estão e do aspecto da pele, procura-se não operar. Mulheres que possuem estrias na parte inferior do abdômen (abaixo do umbigo) até podem realizar uma abdominoplastia para removê-las na totalidade, mas a pessoa vai trocar as estrias por uma cicatriz na região. Não é possível intervir cirurgicamente em estrias localizadas no ‘pneuzinho’ ou nos seios, por exemplo. Hoje, existem tratamentos que podem melhorar o aspecto das estrias, como é o caso do laser e da carboxiterapia.
10) Quais são os principais erros que uma mulher comete após a gravidez com o desejo de recuperar logo a forma física?
O grande erro é não adotar uma rotina saudável, com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas delas querem emagrecer drasticamente e ficam sem comer. Várias mulheres depositam na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que a cirurgia será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico.
11) A mulher pode realizar algum dos tratamentos de rejuvenescimento facial após o parto? Qual o mais indicado para remoção de manchas?
Qualquer procedimento que envolva anestesia deve ser realizado seis meses após parar de amamentar. Outros tratamentos estéticos não-invasivos devem ser analisados e indicados por um médico dermatologista.
Trata-se de um assunto cada vez mais comum, e agora inclusive entre as famosas…
Vejam só o caso da Jennifer Aniston, que semanas depois do anúncio do fim do namoro com o cantor John Mayer, estabeleceu uma meta: ser mãe solteira. conforte anunciou a revista “Life & Style“.
A imprensa americana afirma que este é o principal objetivo da estrela, independente de arrumar um namorado ou não. “Em um mundo perfeito, conseguiria ficar grávida de forma natural”, explicou a fonte à publicação.
A atriz, uma das protagonistas da série “Friends”, estaria pensando em adotar uma criança ou mesmo em recorrer a um doador de esperma.
“Está decidindo a forma como agir”, ressaltou. “Mas uma coisa é certa: quer um bebê e o quer em breve”, acrescentou a fonte.
Aniston pensava que Mayer era a pessoa indicada para tomar esse passo, mas o rompimento da relação, o terceiro término do casal em um ano, serviu como alerta à atriz.
“Ela esperava ter um filho com ele”, explicou a fonte. “Mas acho que, em seu interior, sabia que ele não estava preparado para se assentar e criar uma família”, acrescentou.
Em fevereiro, a estrela completou 40 anos. “Sabe que o único luxo que não tem atualmente é tempo”, admitiu a fonte. “Deseja se tornar mãe solteira”, ressaltou.
Pouco antes do fim do relacionamento, Aniston e Mayer se viram obrigados a ficar separados por motivos profissionais, pois ela estava promovendo o filme “Marley e Eu” na Europa, e ele permaneceu em Los Angeles compondo.
Trago uma matéria do Globo Reporter que mostra os casos da Daiana, que engordou 50 quilos depois do nasciemnto do primeiro filho, e da Valéria ficou neurótica com limpeza. Um estudo provou que muitas mulheres no pós-parto desenvolvem um TOC, que mostra que 9% tiveram algo depoisdo parto.
Gostaria de trazer um tema que incomoda bastante as grávidas que é o aparecimento de manchas no rosto.
Infelizmente durante a gravidez, as mulheres estão mesmo mais suscetíveis ao aparecimento de manchas na pele por causa da variação hormonal e da predisposição genética.
Trata-se do melasma, que é uma mancha difícil de ser eliminada. Por isto o segredo é tentar evitá-la, e para tal a prevenção é fundamental, começando por tentar “fugir” do sol durante a gestação para evitar a formação destas manchas ao redor dos lábios e nas bochechas, que geralmente ganham forma de asas de borboleta.
Além das grávidas, mulheres que usam anticoncepcionais ou fazem tratamentos com hormônios também são alvos do melasma. O aumento dos hormônios estrógeno e melanogênico também levam ao escurecimento das aréolas e ao aparecimento daquela pequena linha vertical escura abaixo do umbigo.
O melasma pode não aparecer na primeira gravidez e aparecer na segunda, ou vice-versa. Portanto, a grávida deve adotar medidas de proteção para se expor ao sol. O consenso entre os dermatologistas é que a radiação solar pode desencadear o problema e até agravá-lo, uma vez que os efeitos do sol são cumulativos. Como prevenção, os bloqueadores solares são a principal arma.
Mas como fazer então a prevenção para que não apareçam?
Geralmente o melasma surge no segundo trimestre da gestação, mas se a mulher se proteger desde o início, terá mais chances de não desenvolver as manchas. Recomenda-se como sempre o básico uso contínuo de bloqueadores com fator de proteção 30 e o uso de chapéu, óculos escuros e guarda-sol.
O ideal, para uma proteção efetiva, é aplicar o bloqueador solar na pele pela manhã, na hora do almoço e no fim da tarde, faça chuva ou faça sol. Muita gente não sabe, mas mesmo dentro de ambientes fechados, a radiação solar afeta a pele. Por isso, o protetor solar tem de estar sempre à mão, até dentro de casa e no escritório.
Ao ar livre, a exposição da gestante precisa ser gradual e extremamente cuidadosa. Para ir à praia ou à piscina, a gestante precisa saber que a radiação ultra-violeta B (UVB), a mais perigosa e responsável pelo câncer de pele, se intensifica entre 10 e 16 horas. Já a radiação ultra-violeta A (UVA), muito importante no desenvolvimento e estímulo da pigmentação, ou seja, favorecendo o aparecimento do melasma, é a mesma durante todo o dia. Daí a importância de se proteger sempre.
Mas se não der para evita-las, como se faz para trata-las?
Se por algum descuido a pele da gestante manchar, ela precisa saber que é preciso continuar a usar o bloqueador para evitar que a mancha escureça ainda mais. Para disfarçar, uma dica é aderir à camuflagem com o uso de bases e corretivos, dando preferência a produtos oil-free e não comedogênicos.
A gestante tem à disposição os clareadores de uso tópico com concentrações e ativos específicos para esta fase da vida. Eles podem ser cosméticos, de livre acesso, ou cosmecêuticos, que só podem ser prescritos pelo dermatologista.
Como alguns produtos indicados para o tratamento do melasma possuem componentes que devem ser evitados durante gestação, é sempre importante consultar o ginecologista e o dermatologista antes de iniciar qualquer tratamento estético. A razão de tanta cautela é evitar qualquer complicação para a grávida ou para o bebê.
Gostaria de trazer este assunto até para alertar as mulheres que acompanham este nosso Blog, em busca de informações relevantes.
Desta vez vamos falar dosmiomas uterinos, que são tumores benignos que se originam a partir das células musculares do útero.
Mais da metade das pacientes com miomas não apresentam queixas, porém os sinais e sintomas mais comumente vistos são dor e desconforto abdominal, além de sangramento uterino aumentado.
O diagnóstico de miomatose uterina usualmente é feito pelo exame ginecológico e pela ecografia. Quando este exame é realizado, observa-se que existem três tipos de miomas:
1) Subserosos:
Localizados na parte externa do útero,
2) Intramurais:
Localizados no meio da musculatura uterina,
3) Submucosos:
Aqueles que invadem a cavidade uterina.
Raramente os miomas são a única causa de infertilidade, mas eles podem obstruir as tubas uterinas, dificultando o transporte dos espermatozóides. Já os miomas submucosos mais frequentemente estão associados com dificuldade para a implantação do embrião no útero e com abortamentos de repetição.
Com relação ao tratamento, os miomas que causam sintomas geralmente são operados. Muitos deles são acessíveis pela via vaginal e podem ser removidos por histeroscopia. Os miomas maiores podem requerer procedimentos cirúrgicos mais amplos. Mais recentemente, tem-se utilizado uma nova modalidade de tratamento chamada de embolização. Neste procedimento, os vasos sanguíneos que nutrem o mioma são bloqueados, fazendo com que o mesmo atrofie e diminua de tamanho, não necessitando de cirurgia. Esta técnica não está indicada para todos os tipos de miomas, mas os resultados têm-se mostrado bastante favoráveis.
Um parto indolor que termina com um gemido de prazer. Parece improvável?
Pois trata-se de um dos temas de uma matéria da Revista Época desta semana que comenta sobre um documentário chamado: “Orgasmic Birth” (algo como Parto com Orgasmo), que reúne depoimentos de médicos e de mães dispostos a acabar com o mito da dor ao dar à luz
Eco dos gritos de dor reverbera pelas salas de parto. Sem anestesia, a mãe que dá à luz sente um desconforto tão grande que já foi classificado como a pior dor que existe. Enquanto métodos alternativos e menos dolorosos ganham novos adeptos, uma nova corrente surge para provar que qualquer mãe pode não só sublimar a dor como ter um orgasmo durante o parto. O movimento informal ganhou o nome de Orgasmic Birth (Parto com Orgasmo) e serviu de inspiração para um documentário de mesmo nome. Lançado no ano passado e exibido na televisão americana em janeiro, Orgasmic Birth mostra obstetras, enfermeiras e psicólogos defendendo a ideia do prazer da mãe durante o nascimento dos filhos. Depoimentos de especialistas dividem os minutos do filme com cenas em que mães dão à luz, literalmente, em êxtase.
“O orgasmo durante o parto é um dos maiores segredos da maternidade”, diz a educadora americana Debra Pascali-Bonaro, diretora do documentário.
Durante cinco anos, Debra colheu depoimentos de mães que passaram pela experiência. Os críticos da cesárea e da mecanização do parto normal assistiram ao filme com entusiasmo. Mães americanas têm compartilhado a experiência em fóruns de discussão e blogs na internet. Para se alcançar o orgasmo durante o nascimento do bebê, a mulher precisa dispensar a anestesia e encarar as temidas contrações de maneira positiva. Um ambiente calmo, distante da impessoalidade do hospital, também ajuda a deixar a gestante mais relaxada.
O mito da dor inevitável, no entanto, ainda existe. Misturar maternidade e prazer na mesma frase continua implausível para muitos. A polêmica, no entanto, não chegou à medicina. O orgasmo durante o parto não é comum, mas aparece na literatura médica. “A mulher pode ter orgasmo até durante a amamentação”, diz o médico Alberto d’Aurea, diretor do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo. “O problema é que para atingir esse prazer, a mãe precisa estar à vontade. Muitos médicos acreditam que isso atrapalha a praticidade do procedimento”. Quando a medicina passou a priorizar a eficiência e a rapidez no parto, o prazer da mãe foi encarado com ceticismo e deixado de lado.
E você o que acha disto?
Se ficou interessada, então veja no video abaixo o trailler do documentário:
O aleitamento materno requer um mínimo de preparo para evitar os terríveis traumas nos seios: fissuras, dores e sangramento.
Uma pesquisa nacional realizada pela Organização Mundial da Saúde OMS) e Unicef revelou que 97% das mães iniciam a amamentação, mas 43% a interrompem antes de a criança completar 3 meses. Uma das causas dessa parada está associada aos machucados nos seios. O estudo mostrou ainda que 58% das mulheres em fase de amamentação apresentam algum tipo de trauma mamilar, entre estas, 71% sofrem com fissuras.
Muitas mulheres imaginam que amamentar é algo instintivo, basta colocar a criança no peito para tudo funcionar perfeitamente. Errado. Apesar de ser um ato natural, faz parte do aleitamento materno uma dose de aprendizado. A sabedoria feminina era passada entre gerações, de mãe para filha, ou por outras mulheres da família. Mas hoje muito desse ensinamento se perdeu.
As cerca de 20 voluntárias promovem palestras, reuniões e até plantão de atendimento por telefone, recebendo pedidos de socorro de mulheres de todos os cantos do País. São Paulo já conta com esse tipo de apoio gratuito, por meio da ONG Matrice(http://matrice.wordpress.com/), fundada em 2006, com o respaldo da pioneira Amigas do Peito. Já passaram pelas reuniões semanais cerca de 300 mulheres e o site tem, em média, 150 acessos diários.
Segundo a médica Graciete Vieira, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, a “pega” errada da criança no peito da mãe é a grande responsável pelos traumas nos mamilos. “As mães devem saber como dar o peito para evitar machucados”, diz a especialista. “Porém, antes mesmo do nascimento, há uma série de recomendações para preparar essa região sensível.”
A médica alerta sobre dicas populares, como passar limão no mamilo e aréola para “engrossar a pele”. Segundo ela, em contato com o sol, a região pode sofrer queimadura feia. Já sobre o uso da popular bucha, surge uma polêmica. Para Graciete, a bucha deixou de ser indicada porque muitas gestantes se machucavam. Mas, a ginecologista e mastologista do Hospital Pérola Byington, Angela Trinconi, recomenda. “Sempre explico que não é para esfregar, e que devem fazer uso daquelas sintéticas, que parecem espuma, fazendo movimentos circulares na região apenas uma vez ao dia durante o banho, e só após o sétimo mês de gravidez”, ressalta. “Só então se faz uma leve esfoliação da pele, para deixá-la mais espessa, preparando-a para a amamentação.”
Para casos de rachaduras, médicos costumam recomendar uma pomada à base de lanolina em “grau médico”, ou seja, alto grau de pureza, para ajudar na cicatrização, com a vantagem de que o bebê pode ingerir durante a mamada, sem riscos para a sua saúde. “Antigamente os cremes prescritos continham antibiótico e, por mais que a mulher tirasse antes da amamentação, sempre ficava um resíduo”, explica Simone Mayor, dermatologista da Biolab, que esteve à frente do desenvolvimento de uma pomada nacional para esse fim, com aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Muitas mulheres chegam a se afastar do trabalho quando têm filhos por não saber que têm direito ao salário maternidade.
A chefe da Agência INSS Roseana Wanderley explica que podem requerer o benefício todas as seguradas da previdência social, as obrigatórias e as facultativas.As obrigatórias são as empregadas domésticas, contribuintes individuais e trabalhadoras avulsas. As facultativas são as desempregadas que contribuem com a previdência social.
O benefício pode ser recebido depois que o bebê nasce ou a partir do oitavo mês de gestação, caso a mulher precise se afastar do trabalho e tenha atestado médico. O período de pagamento do salário maternidade é de quatro meses.
Para conseguir o benefício, as grávidas podem acessar a página da previência social na internet: para preencher um formulário e depois tirar cópias autenticadas da carteira de identidade, do CPF e da certidão de nascimento da criança ou do atestado de afastamento do trabalho assinado por um médico. Depois é preciso enviar o formulário e os documentos autenticados pelo correio para qualquer agência do INSS.
Há ainda outras alternativas para conseguir o benefício: a primeira é imprimir o requerimento, tirar as cópias dos documentos exigidos, comparecer a um balcão da previdência e entregar já o requerimento preenchido. “No ato nós vamos autenticar os documentos”, esclarece Rosana. A oura opção é agendar o atendimento através do telefone 135. “Nesse caso a segurada comparece à agência com data e hora marcada. A previsão é de, em média, 30 minutos pra conseguir o benefício”, explica;
Para mulheres que têm emprego, o benefício pago é igual ao salário dela. Já para as desempregadas, vale o mesmo valor que ela contribui para o INSS todo mês.
Quem teve filhos, tinha direito ao salário maternidade e não fez o pedido, pode resgatar o pagamento num período de até cinco anos.
Trago abaixo para sua informação mais um video da novela Páginas da Vida da TV Globo. Desta vez, com outro depoimento sobre gravidez que foi ao ar no capítulo 105. Vejam só se não se parece muito com o caso de agita o Rio de uma grávida que faleceu durante o parto de sua segunda filha e deixou um filho que agora quer ser levado pelo pai (biológico) americano. Felizmente parece que o problema neste vídeo é outro, ainda que comum, que é o abandono do pai ao saber da gravidez:
Gostaria de comentar hoje sobre outro elo documentário, de um tema de discussão de fundamental importância para as mulheres e as famílias brasileiras em geral, que é o parto, chamado: “Nascendo no Brasil” ou em ingLes Born in Brazil.
Este documentário contraria a noção as mulheres desejam a cesárea. Usando depoimentos emocionentes e bem humorados de mulheres sobre parto nos hospitais públicos e privados no Brasil, este documentário original explora como a sociedade moderna depende da tecnologia e seu desejo de controlar o imprevisível. Vai ver diversas cenas de cesáreas, partos normais, entrevistas com médicos e gestantes…
Para ter uma idéia nos hospitais privados no Brasil a taxa de cesariana é na média de 70%, embora pesquisas mostram a maioria das mulheres preferem parto natural. E por que então isto acontece?
Os médicos atribuem a alta taxa de cesariana paciente procura, quando na verdade cesariana é mais conveniente e lucrativo para os médicos. Tocando e humorístico contas de parto de mulheres e seus médicos revelam as pressões que estimulam a bruto excessivo de cesariana no Brasil.
Este documentário de 52 min, produzido e dirigido por Cara Biasucci, baseia-se na investigação da Kristine Hopkins e foi filmado em Porto Alegre, e falado em Português ainda que tenha legendas em Inglês, pois só foi possível graças ao apoio da Fundação William e Flora Hewlett.
Para quem se interessou fica a dica do Link do site do filme com mais informações em:
Pois saiba que planejar uma gravidez significa mais que se preparar financeira e psicologicamente para a chegada do bebê, ou seja, a saúde da futura mamãe também precisa estar em dia, antes mesmo da concepção.
Trata-se de se cuidar, heim?
Gostaria então de indicar um podcast do Fleury, com uma entrevista com o David Pares, que é assessor médico de Medicina Fetal do Fleury, aonde ele dá dicas e orientações sobre como preparar o corpo para a gravidez.
Caso não saiba, sim existe um mercado clandestino, virtual e muito rentável avança na internet fora do alcance da lei. Através da internet mulheres negociam o aluguel do útero em fóruns e comunidades para quem não pode ter filhos. Os valores dos contratos de gestação chegam a R$ 120 mil e são fechados por e-mail; os encontros são marcados por telefone.
Nos diálogos virtuais, os anúncios prometem sigilo absoluto e oferecem facilidades como o parcelamento do aluguel da barriga em até três vezes: a primeira parcela na confirmação da gravidez, a segunda no quinto mês de gestação, quando normalmente a contratada mostra ultrassonografias do bebê, e a última na entrega do neném. Há candidatas a mães de aluguel que aceitam até ter relações sexuais para engravidar de pessoas estranhas, sem ter que recorrer a clínicas de fertilização.
Não há estatísticas oficiais, mas sites de relacionamento chegam a reunir centenas de pessoas. Em apenas um fórum existem oito tópicos com mais de 800 mensagens.
Segue abaixo algumas boas dicas da Fátima Sanchez, gerente de desenvolvimento de pessoal da Personal Service, empresa de gestão de infra-estrutura e recursos humanos de São Paulo, de como contar a novidade:
1) Prepare-se para a notícia e tente controlar a ansiedade.
2) Escolha a hora de contar. Tenha momento a sós com sua chefia. Não é aconselhável conversar sobre esse tipo de assunto com muitas pessoas à volta.
3) Que tipo de relação você tem com seu chefe? Isso é essencial para saber a maneira certa de dizer a novidade. Se o relacionamento for mais próximo, o assunto pode ser discutido de uma maneira mais informal. Caso contrário, adote uma postura estritamente profissional.
4) Não espere muito para contar. O quanto antes o gestor souber, mais tempo terá para se preparar.
5) Dependendo da reação da chefia, escolha como agir.
6) Reforce que você está disponível a ajudar no que for necessário para procurar um substituto. Se possível, chegue com indicações de nomes.
7) Reforce que o trabalho não será prejudicado.
8) Tente chegar com um plano de ação com as datas e as decisões futuras que precisarão ser tomadas. Isso demonstra que você se importa com a empresa.
Gostaria de indicar hoje um livro que, de uma maneira diferente, traz informações e dicas importantes à gestantes, maridos e familiares que vivenciam este momento emocionante.
Trata-se do livro: “Grávida Feliz: Obstetra Feliz“, escrito pelo médico Arnaldo Schizzi Cambiaghi e publicado pela editora LaVida Press, e que já esta na sua segunda edição.
Neste livro a gestante encontrará esclarecimentos de um médico e conselhos de um amigo, sempre de forma clara, objetiva, cuidadosa e, acima de tudo, motivadora para que possa perceber a importância de aplicar efetivamente tudo o estiver aprendendo.
Ao ler esta obra, a grávida sentirá o prazer de gerar um filho e poderá acompanhar passo-a-passo as etapas deste período mágico da vida.
Com um texto simples e interessante, os capítulos descrevem as mudanças naturais do organismo da mulher grávida, comentam as dúvidas do dia-a-dia, os aspectos psicológicos e orientam como se comportar frente a situações inesperadas.
Sem medo e sem preocupações com o desconhecido, o pré-natal deverá ser uma fase gostosa da vida, alimentada por uma expectativa positiva pela chegada do bebê. Esta compreensão, descontraída, aproxima ainda mais o obstetra e a futura mamãe , tornando o relacionamento entre ambos mais agradável e feliz.
Além da descrição de todas as etapas da gestação e os cuidados especiais são discutidos os seguintes temas:
- O pai grávido
- Diagnóstico do sexo do bebê com menos de dois meses de gestação
- Exercícios específicos para gestante
- Alimentação adequada
- Dicas para controle de peso
- A sexualidade da grávida
- Armazenamento do sangue do cordão umbilical - células-tronco
- Gêmeos e Trigêmeos
Escrito em uma linguagem simples e interessante a obra elimina a maioria das dúvidas das mamães que poderão acompanhar passo-a-passo sua gestação. “Escrevi esta obra com um olhar mais humanizado, pois apesar de ser especialista em reprodução humana, poder acompanhar o desenvolvimento de um bebê dentro do útero da mãe também me fascina. Com a paciente se sentido mais segura por compreender os diversos sintomas e inconvenientes que ocorrem durante os nove meses diminuem as complicações na gestação”, diz Cambiaghi.
Apesar do avanço da medicina, ao falarmos de gestação, seus cuidados e seus perigos, percebemos poucas mudanças já que o desenvolvimento e complicações são os mesmos há anos. O que muda são os cuidados e as medidas preventivas tomadas de acordo com o avanço da medicina. Nesta obra além de todas as etapas da gravidez e os cuidados especiais, são discutidos temas como: o pai grávido, diagnóstico do sexo do bebê com menos de dois meses de gestação, exercícios específicos para gestante, alimentação adequada, dicas para controle de peso, a sexualidade da grávida, armazenamento do sangue do cordão umbilical – células-tronco.
As novidades da segunda edição do livro Grávida Feliz, Obstetra Feliz são os novos exames. O EGE (Eco Glandular Endocervical) e SLUDGE (Pontos Hiperecogênicos ou “Reluzentes” na cavidade uterina semelhante a um “barro” do liquido amniótico – “Sludge” é uma palavra do idioma inglês que significa em português barro, lama) que diagnosticam a probabilidade do bebê nascer prematuro e o O.S.C.A.R. (One Stop Clinic for Assessment Risks) que é o nome dado ao conjunto dos exames que avalia o risco fetal para anomalias genéticas realizadas em um só tempo. “Com esta tecnologia, além da rapidez quase instantânea, o diagnóstico torna-se mais preciso, pois a sensibilidade para detecção da Síndrome de Down pode chegar a 95%, seu único inconveniente é o número restrito de laboratórios habilitados para a sua execução”, explica Cambiaghi que finaliza dizendo que o mais importante é que com a grávida feliz o parto será mais gostoso e o bebê mais saudável.
Após a leitura de Grávida Feliz, Obstetra Feliz o casal estará mais confiante para a chegada do futuro herdeiro. Poderá calcular a provável data do parto, além de aprender a anotar suas dúvidas antes das consultas e os cuidados maternos após a chegada do bebê.
Sete bebês se banham em baldes com água para relaxar depois de aula de massagem para bebês ministrada para jovens mães em IJmuiden, na Holanda. O banho de relaxamento é preparado de forma que simule o ambiente do útero da mãe, dando sensação de conforto e segurança às crianças.
E vocês como estão dando banho e fazendo massagens nos seus bebês?
Desta vez trago um caso triste, mas que precisa ser exposto, até para evitarmos isto acontecer no futuro, de uma jovem grávida que decidiu vender seu bebê na Internet.
Sim, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou segundo ela sendo “arrematada”.
Você venderia seu bebê?
Pois esta grávida, moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, disse que desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.
Veham só como ela trata o caso: “Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe…
Duro ver ela dizer que esperava “ganhar” mais…
Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.
“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.
O quarto é o primeiro contato do bebê com o mundo externo, neste local ele será alimentado, protegido, amado e cuidado. Desta forma, é importante o uso de móveis e objetos de decoração que forneçam harmonia ao ambiente, para que o bebê tenha a mesma sensação de segurança e aconchego de quando estava na barriga da mãe.
O primeiro passo é obter as medidas do quarto, assim, através de um prévio estudo é possível saber qual o tamanho mais adequado dos móveis e sua distribuição para uma agradável circulação.
Os móveis necessários para o quarto do bebê são: berço, cômoda, poltrona, cama de babá, mesa ou criado mudo e armário.
1) Berço
É importante que possua alguns itens de segurança, como: grades laterais ripadas, possibilidade de elevação do estrado em até três níveis, uma grade lateral móvel para facilitar a remoção do bebê, entre outros;
2) Cômoda
Opte por uma cômoda com altura apropriada, pois esta peça é utilizada em todas as trocas do bebê. É importante também que a cômoda tenha uma largura suficiente para manter o trocador e o kit de higiene, afinal, enquanto o bebê estiver sobre o trocador e por questões de segurança, não poderá se manter sozinho nem tampouco solto. Além disso, auxilia na organização das roupas e enxoval do bebê.
3) Poltrona
Escolha uma poltrona confortável, pois será usada para a amamentação. A mãe deve conseguir encostar a planta dos pés no chão, a cabeça deve estar na altura do encosto e as costas bem alinhadas ao estofamento, além do apoio para os braços que fornece maior sustentação no momento da amamentação.
4) Cama de babá
Colocada no quarto do bebê para fornecer maior proximidade e praticidade, evitando muitas locomoções pela casa, principalmente nos primeiros meses de vida do bebê.
5) Mesa ou criado mudo
Serve como apoio, onde deverá ser colocado o abajur, a babá eletrônica, e até uma moringa com água para a mãe.
6) Armário
É mais uma peça que auxilia na organização das roupas e enxoval do bebê.
Veja só abaixo um belo exemplo de trabalho profissional e bem feito:
Agora que sabe o que precisa, queria passar uma dica legal e prática para você começar a pensar em mais detalhes no desenho de como vai ficar. No site do Atelier Alexandra Abujamra é possível simular a planta do quarto do bebê, estudando a melhor disposição e o melhor tamanho dos móveis. Confira! Uma boa facilidade, heim?
Para maiores esclarecimentos e informações sobre o Atelier Alexandra Abujamra, liguem para: (11) 3064-7393 ou pelo Email: contato@alexandraabujamra.com.br.
Gostaria de falar aqui de uma doença que pode ser perigosa durante a gravidez que é a Toxoplasmose. Em especial para as grávidas que tem gatos em casa ou convivem com eles…
Para começar não preciso dizer de que é fundamental fazer todos os exames pertinentes durante a gestação. entre eles os de sangue, por exemplo, que dirão se você já teve toxoplasmose. Caso tenha tido, você está protegida, porque a doença não se repete. Mas caso contrário, se não tiver tido, então para proteger o bebê tome alguns cuidados depois de entrar em contato com felinos e ao preparar ou ingerir alimentos crus.
Esta doença é causada por um parasita que se aloja no intestino dos gatos e é eliminado pelas fezes deles. Tanto pessoas quanto animais podem ser contagiados por meio da ingestão do parasita.
Por isto segue abaixo algumas dicas práticas que podem ser úteis para evitar esta doença:
1) Mantenha as mãos sempre bem limpas, principalmente depois de manipular carne crua ou de ir a lugares onde há gatos, como praças, playgrounds com areia, praia, parques, etc. Use uma escovinha para limpar as unhas.
2) Os utensílios usados para preparar carne crua devem ser lavados cuidadosamente antes de entrarem em contato com outros alimentos.
3) Lave bem as verduras e os legumes antes de servir. Evite comer verduras cruas fora de casa se você não tem certeza da qualidade dos produtos ou da higiene do lugar. Cozinhe bem as carnes: cruas ou mal passadas elas podem ser uma fonte de contágio.
4) Não tome leite sem pasteurizar, nem coma ovos crus.
5) Se tiver um gato, utilize luvas descartáveis para limpar o lugar onde ele faz as necessidades, e lave o recipiente com água fervendo todos os dias.
6) Para mexer em um jardim, use luvas descartáveis.
Sempre importante recomendar que Vá regularmente ao seu obstetra para diagnosticar esta ou outras doenças durante sua gravidez.
De qualquer forma o que muita gente tem dúvidas, é que não é preciso fazer exames no seu gato para saber se ele tem o parasita da toxoplasmose. Se você mantiver essas medidas de higiene como prevenção, não precisará se afastar do seu gatinho…
Infrelizmente é mais comum do que se imagina o nascimentos de bebês prematuros, mas hoje a medicina evoluiu bastante, porém mesmo assim muitas mães ficam inseguras até por falta de informação e experiência no assunto.
Por isto mesmo seguem abaixo algumas dicas em relação a bebês prematuros:
1) Pedir orientações exatas ao médico sobre alguma medicação ou procedimento que o bebê possa precisar. Caso o bebê necessite de uma medicação, é recomendável manter sempre anotados os dados mais importantes (nome, dosagem correta, período em que deve ser administrado)
2) Entender como acontece o desenvolvimento do bebê nesta etapa.
3) Buscar informações sobre as vacinas necessárias antes do bebê sair da UTI e nos próximos meses.
4) Informar-se sobre as melhores práticas do dia-a-dia do bebê, como, por exemplo, a melhor posição para que ele seja colocado no berço, como deve ser o banho e a alimentação neste primeiro período.
5) Se o bebê necessita de cuidados suplementares como um monitor de oxigênio mesmo após a ida para casa, é importante que a família aprenda a utilizar corretamente o equipamento.
6) A prática dos cuidados fundamentais com o bebê prematuro pode ser adquirida ainda no hospital, sob orientação de profissionais especializados. Aprender com segurança as ações simples como trocar a roupa, as fraldas e dar o banho aumentam a confiança sobre como realizar estas mesmas tarefas quando o bebê for para casa.
7) A higiene é fundamental para a saúde do bebê e da família. Nos casos de bebês prematuros é ainda mais importante. A atenção, por exemplo, para que todos que forem lidar com o bebê lavem as mãos, pode prevenir uma série de pequenos problemas.
8) O bebê dará sinais para a família, que deve estar sempre atenta para compreender as mensagens de fome, cansaço, sono.
9) É comum que a família receba muitas visitas quando o bebê vai para casa. No caso dos prematuros, é importante verificar com o médico se o bebê já está preparado e qual é o momento mais adequado para que isso aconteça. Assim como, a partir de que período o bebê já pode ser levado a lugares públicos.
10) Manter informações básicas sobre os cuidados do bebê anotadas em um lugar que todos conheçam, pode ajudar bastante não apenas no dia-a-dia, mas também em casos mais urgentes. Informações como um telefone de referência para um caso mais grave, os medicamentos que o bebê pode precisar e sintomas mais comuns geralmente são muito úteis para quem cuida diariamente do bebê.
Gostaria de comentar sobre um exame que é bastante utilizado entre “tentantes” que é a Videolaparoscopia.
Que para quem ainda não conhece é um procedimento cirúrgico, realizado sob anestesia geral, onde a cavidade abdominal é distendida com gás carbônico, permitindo assim a visualização e a manipulação dos órgãos do abdômen. Uma cânula com uma cãmera é introduzida na cicatriz umbilical, permitindo que as estruturas como útero, trompas e ovários sejam vistas em uma tela.
A videolaparoscopia tem sido bastante utilizada na investigação e no tratamento da infertilidade. Através desta técnica, é possível identificar endometriose, miomas, cistos de ovário, aderências e obstrução tubária. Além disto, é possível também realizar intervenções curativas, com retirar estes miomas ou cistos, desfazer aderências e cauterizar focos de endometriose.
Este procedimento é realizado em regime ambulatorial, não necessitando que a paciente fique internada no hospital. A recuperação é rápida e o retorno às atividades usualmente se dá entre 24-48 horas pós-laparoscopia.
A infertilidade é uma sombra cada vez mais comum na vida de casais que sonham ter filhos. No Brasil, estima-se que mais de 500 mil pessoas têm dificuldade para engravidar, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
A angústia de homens e mulheres, que aumenta com a idade, tornou-se o principal ganha-pão de muita gente. O cobiçado mercado virtual de barriga de aluguel, tem levado famílias a abandonar empregos formais para se dedicar exclusivamente à busca de clientes. Nos casos mais extremos, mulheres anunciam até a venda de seus bebês nos fóruns e comunidades, o que é uma prática ilegal. Tem ainda homem cobra R$ 10 mil para ter relações com mulheres de maridos estéreis ou para doar o sêmen.
Nos classificados virtuais, anúncios de negociação de recém-nascidos também chamam a atenção. “Estou grávida de quase 6 meses de uma menina e por motivos financeiros não posso ficar com ela. Interessados por favor me enviem um e-mail”, diz uma das mensagens postadas pela estudante D., 22 anos. Como se fosse leilão, várias mulheres respondem ao anúncio. “Eu quero sua filha e estou disposta a pagar o que você pedir. Entre em contato comigo com urgência”, pede uma mulher que se diz casada.
Uma das mulheres que oferecem seus bebês chegou a enviar e-mail à reportagem do DIA sem saber que se comunicava com jornalistas: “Que bom que vocês ficaram interessados? Quanto estão dispostos a pagar?”. O DIA tem as cópias dos sites e e-mails.
O ex-técnico em telefonia A., 40 anos, não quer mais saber de carteira assinada depois que descobriu o pote de ouro em torno dos contratos de gestação. Com o consentimento da mulher, P., que na reportagem de ontem aparece oferecendo o útero por R$ 120 mil, ele anuncia-se como ‘Reprodutor’ nos sites. “Sou casado, tenho três filhos lindos, sou bom pai e minha genética é muito forte. Faço filho no vento e garanto sigilo absoluto”, gaba-se.
Para ter relações sexuais com mulheres cujos maridos são estéreis, A. cobra R$ 10 mil. O pagamento é feito em duas parcelas: a primeira na fecundação e outra quando o exame de gravidez der positivo. “Já levei alguns canos, mas mesmo assim vale a pena. Vou continuar ganhando dinheiro espalhando filhos por aí”, confidencia ele, que garante já ter inseminado 10 mulheres. Um exame de DNA comprovaria que A. é o pai da criança. Mas ele desconversa. “Meu nada. Pai é quem registra e quem cria e não quem faz”, esquiva-se.
A doação temporária de útero é indicada nos casos de mulheres cujo órgão perdeu a sua função, seja por algum defeito de nascimento, por remoção cirúrgica ou ainda quando ocorre alguma anomalia anatômica. Entre as mulheres, a principal causa da infertilidade é dificuldade de ovulação. Nos homens, o diagnóstico mais comum é a baixa quantidade e qualidade do sêmen. Uma das alternativas é a utilização de espermatozoides obtidos em banco de sêmen. As amostras são selecionadas através de inúmeros testes e avaliação do doador. Assim como no caso da doação de óvulos, a doação de espermatozoides é anônima e totalmente solidária.
Médico especialista em Reprodução Humana, Luiz Fernando Dale, da Clínica Dale, em Botafogo, explica que a fertilização in vitro (bebê de proveta) é feita em clínicas e laboratório legalizados, sem contato físico entre as partes. De acordo com Dale, a paciente que não pode engravidar tem o ovário estimulado e os óvulos captados. Após a fecundação, em laboratório, do óvulo com o espermatozoide do marido, o embrião é transferido para o útero da mãe doadora.
O comércio ilegal de Barriga de Aluguel movido pela venda de óvulos, bebês, aluguel de úteros e ‘reprodutores’ cresce na medida em que diminuem as chances de os casais seguirem métodos legais. Um tratamento em clínicas particulares sai caro. Cada tentativa pode custar quase o preço de um carro popular (R$ 13 mil a R$ 17 mil), incluindo despesas com clínicas e medicamentos. Como nem todos conseguem na primeira vez, os casais chegam a desembolsar R$ 50 mil.
No Rio, não há hospital público que ofereça o serviço de graça. Em São Paulo, a fila de espera em hospitais universitários é de três anos.
Há sete anos, o médico especialista em Reprodução Humana Paulo Gallo tenta implantar o serviço no Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), em Vila Isabel. “Estamos aguardando liberação de recursos do Governo. A previsão é que o atendimento para quem não pode pagar pelo serviço comece em 2010”, prevê o ginecologista e obstetra. Cerca de 300 casais aguardam na fila pelo serviço gratuito. A ideia é fazer, por mês, uma média de 20 fertilizações in vitro e 20 inseminações intrauterinas.
Queria trazer para este Blog um tema aparentemente polêmico, mas que acho ser importante destacar, que é a Maternidade e vida sexual para portadores de deficiência.
Este inclusive foi o principal tema de debates no 1° Seminário Nacional de Saúde: Direitos Sexuais e Reprodutivos e Pessoas com Deficiência. O encontro, que aconteceu esta semana em Brasília, e foi promovido pelo Ministério da Saúde e busca fortalecer e conscientizar a sociedade de que a deficiência não é um problema.
De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, qualquer pessoa tem direito à vida e à liberdade de escolha.
Para a diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra dos Santos, que tem deficiência visual, a sociedade infelizmente ainda acredita que o deficiente não é capaz de ter vida sexual ativa, que a mulher portadora de deficiência não pode ser mãe ou que um tetraplégico não pode ser pai.
“A falta de informação faz com que a sociedade não entenda que nós não somos deficientes e sim diferentes. Ações como essa são importantes, pois o governo precisa pensar em políticas públicas que possa contribuir para o desenvolvimento dos protadores de deficiência no Brasil”, afirmou Martinha Santos.
Namorar, casar e ter filhos não é uma realidade impossível para uma pessoa portadora de deficiência, todos têm esse direito. Segundo Martinha, a sociedade julga a capacidade de essas pessoas tomarem suas próprias decisões. “Casei aos 19 anos, grávida da minha primeira filha, tive a segunda, mas infelizmente veio a separação” relatou. Martinha disse que sofreu o preconceito da sociedade quando perdeu a guarda de suas filhas para o seu ex-marido, pois a Justiça alegou que ela não teria condições de criá-las.
Naira Rodrigues, fonoaudióloga, perdeu a visão completamente após a sua primeira gravidez aos 28 anos. “Os médicos me alertaram que a doença que eu tinha podia se agravar com a gravidez, mas a minha vontade de ser mãe era tanta que não me importei em perder a visão de vez, tanto que tive o segundo. Sinto-me realizada como mulher e eu e os meus filhos vivemos felizes enfrentando muitas barreiras, mas unidos”, ressaltaou
Naira critica a forma como a mídia trata o assunto, que determina como a sociedade vê a mulher portadora de deficiência na maternidade. “A mídia distorce um pouco a doença e usa um sentimentalismo barato. Tive a experiência de fazer parte de uma matéria onde me trataram como coitadinha, incapaz. Ao invés de mostrar que sou mãe de dois filhos, trabalho, dou aula, enfim, mostrar que sou capaz, me colocaram como uma pessoa incapaz de fazer isso”, afirmou.
Quem esteve fazendo compras de roupas para grávidas recentemente na loja da Zazou foi a atriz Suzy Rêgo.
Vejam só abaixo a matéria que saiu na Revista Caras desta semana (Ed. 803):
SUZY RÊGO MÃE
Juntos há quatro anos e meio, os atores Suzy Rêgo (42) e Fernando Vieira (46) terão agora alegria em dobro: eles esperam para daqui a quatro meses a chegada de dois meninos, Massimo e Marco. “Estou muito feliz com estes seios fartos e o rubor no rosto. A estrutura do corpo muda e a grávida também gosta de se sentir atraente e elegante, sem abrir mão da beleza e do conforto. Adoraria aproveitar este momento para estrelar campanhas de conscientização sobre amamentação, de cuidados na gravidez, por exemplo”, declarou a morena, enquanto escolhia roupas na Zazou, em São Paulo.
“Suzy está cada vez mais bonita, está radiante”, derrete-se o futuro papai. “Quando nos conhecemos, sabíamos que formaríamos uma família. Por causa da idade, fiz tratamento de estimulação hormonal para conseguir engravidar. Acho até que este é um dos motivos de serem gêmeos. Recomendo a todas as mulheres maduras que queiram ter filhos que tentem, nunca estive tão feliz em minha vida”, contou Suzy, que se inspirou na Itália, país que ama, para escolher o nome dos bebês.
Para acessar a matéria completa e mais fotos basta acessar o seguinte link abaixo:
Gostariamos de avisa-las de que temos uma nova loja representante da Zazou em Bauru (SP). Trata-se da loja Hidrus - Mamâe e Eu. Será uma representante exclusiva só vendendo roupas da Zazou.
Para as grávidas interessadas a loja fica na Rua Antônio Garcia, 2 - Loja 51 no Bairro da Vila Santa Tereza.
O telefone de lá é: (14) 3202-6062.
Esperamos assim poder melhor atender as grávidas antenadas da cidade e região, que é um importante centro comercial de São Paulo, que também não abrem mão de se vestir bem e com qualidade e que agora vão ter a opção das roupas da Zazou.
É a Zazou crescendo também pelo interior do Brasil, reforçando a imagem de uma das principais grifes especializadas em moda gestante não apenas no Eixo Rio-São Paulo, aonde temos lojas, mas também por cidades fora das capitais, aonde há demanda de algo legal, porém não atendida atualmente. Em breve em uma cidade perto de você…
Se você tem interesse de representar a Zazou em sua cidade e loja, entre em contato para conversarmos através do email: atacado@zazou.com.br ou pelo tel: (11) 3846-6949 em horário comercial.
Todo bebê deve ser levado para fazer a triagem neonatal, logo após o nascimento, aonde será realizado o teste do pezinho, que é um exame laboratorial obrigatório, pois detecta precocemente diversas doenças na criança. Geralmente o procedimento é feito já na maternidade, mas há também laboratórios que fazem este exame de forma mais específica.
Trago então abaixo a dica de um videocast do quadro Mais Saúde da Folha de SP, com o depoimetos da pediatra Sônia Liston Colina, que trabalha no Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, e explica abaixo a importância do exame do pezinho:
Segundo a médica, algumas das doenças detectadas podem ser tratadas antes do aparecimento dos sintomas. Ela também diz que os pais não devem se preocupar, caso tenham que refazer o exame, pois muitas vezes isso é necessário para poder esclarecer o resultado anterior.
A pediatra orienta os pais, que tenham condições financeiras de pagar por um teste de laboratório, a levar as crianças para o exame detalhado, mesmo depois dele ter sido feito na maternidade. No entanto, Colina explica que nenhum dos dois testes consegue diagnosticar a síndrome de Down.
O pronto-socorro do Hospital e Maternidade Santa Joana em São Paulo oferece um teste que permite detectar com mais precisão o risco de pacientes atendidas entre a 24ª e a 34ª semana de gestação enfrentarem um parto prematuro.
Trata-se de mais um fator de contribuição para o fechamento do diagnóstico, em conjunto com o ultrassom, o exame clínico e a monitoração fetal. Ele dá tranquilidade à equipe médica para mandar a paciente para casa, evitando internações desnecessárias.
Este teste permite ainda que sejam tomadas medidas para beneficiar o bebê que nascerá em poucos dias, como a administração de corticoide para provocar maturidade pulmonar.
O exame detecta a presença da proteína fibronectina na secreção vaginal da paciente e fica pronto em cerca de cinco minutos. Se o resultado for negativo, a chance de ocorrer um parto nos próximos dias é mínima.
Frequente em mulheres em idade reprodutiva, a síndrome dos ovários policísticos (SOP) é um distúrbio que se manifesta de diversas formas. Irregularidades menstruais, acne, aparecimento de pêlos espessos na face e em outras regiões, entre outros sintomas, são algumas das queixas que acometem as pacientes.
O diagnóstico positivo para a SOP, doença provocada por alterações na superfície do ovário a partir da elevação dos níveis de androgênios (hormônio masculino), também pode gerar incertezas em pacientes que possuem desejo de gestação imediata ou futura.
Para sanar algumas dúvidas sobre as manifestações clínicas da SOP, o ginecologista Rogério Bonassi, que é Doutor pela Escola Paulista de Medicina e professor adjunto do Departamento de Ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP), explica abaixo os métodos mais utilizados para o diagnóstico e apresenta dicas para amenizar os sintomas gerais.
1) O que é síndrome dos ovários policísticos (SOP) e em qual fase da vida ela costuma se manifestar?
Caracterizada pela ausência de ovulação em função do aumento dos níveis de androgênio, a síndrome dos ovários policísticos é uma doença que atinge cerca de 5 a 10% das mulheres em idade fértil. A elevação dos hormônios masculinos provoca alterações nas estruturas do ovário que induzem a formação de microcistos. A SOP também está associada a maior risco para o desenvolvimento de outras patologias como câncer endometrial (parede interna do útero), ataque cardíaco e diabetes.
2) Quais os principais sintomas que este distúrbio desencadeia?
Todos os sintomas da SOP estão relacionados ao aumento dos hormônios masculinos, no entanto, a paciente não apresentará necessariamente todas as alterações. As principais manifestações sintomáticas são as irregularidades menstruais, com ciclos extensos ou ausentes; aumento dos pelos em regiões não comuns em mulheres, como queixo, buço, tórax, abdome, braços, face interna das coxas e região dorsal; além de pele oleosa, acne e obesidade.
3) Quais as diferenças clínicas entre o cisto no ovário e os ovários policísticos?
É importante ressaltar as diferenças clínicas entre as duas condições e para isso, alguns critérios são utilizados para caracterizar se um ovário apresenta-se policístico ou se os cistos diagnosticados são fisiológicos (normais). Os cistos nos ovários podem surgir em diferentes situações clínicas, por exemplo, a partir de folículos com crescimento anormal, o que gera grandes cistos, normalmente únicos. Outros podem surgir ao acaso, sendo considerados tumores benignos, como o caso dos cistoadenomas. Estas manifestações são diferentes dos observados na SOP, que se caracteriza pela formação de cistos pequenos e múltiplos, que não chegam a atingir grandes volumes e persistem por longos períodos.
4) Como a SOP é diagnosticada e quais são os métodos para tratamento mais utilizados?
O diagnóstico da SOP é clínico, sendo a análise confirmada a partir da presença de ciclos com a ausência de ovulação e sinais de aumento dos androgênios. Outros exames complementares que podem ser empregados são a ultra-sonografia e a dosagem hormonal. Em relação ao tratamento, o médico irá definir o procedimento a partir do interesse de cada paciente. Se há o desejo de gestação, o método a ser utilizado é o da indução da ovulação. Caso a intenção seja apenas a melhora do ciclo menstrual e da pele, pode-se optar pelos anticoncepcionais, em geral aqueles que apresentam em sua fórmula hormônios anti-androgênicos, como a Drospirenona ou por métodos para tratamento hormonal que apresentem em sua formulação o Acetato de Ciproterona.
5) A SOP torna a mulher infértil? Esta consequência pode ser definitiva ou existe um tratamento específico que permita a normalização da ovulação?
A doença pode provocar a redução da fertilidade da mulher, porém esta não é uma situação definitiva. O histórico da SOP revela que muitas mulheres engravidam espontaneamente, sendo possível até mesmo a ocorrência de outras gestações após o início do tratamento com indutores da ovulação.
6) Nos últimos anos, a incidência de mulheres diagnosticadas com a SOP aumentou consideravelmente. Esta síndrome pode ser considerada uma doença da atualidade?
O que ocorreu nos últimos anos não foi o aumento na incidência, mas sim um maior cuidado para a realização do diagnóstico. Outra questão que auxiliou na ampliação dos casos foi a associação da SOP com a resistência insulínica. Muitas mulheres jovens que se enquadravam no diagnóstico da Síndrome Metabólica e tinham problemas menstruais e de pele, tiveram uma melhor investigação dos sintomas que apontaram a sua causa e, consequentemente, tiveram um tratamento adequado.
A Bayer Schering Pharma disponibiliza na Internet o site http://www.sopsuporte.com.br, que aborda de maneira simples e didática as principais dúvidas femininas sobre síndrome dos ovários policísticos. Métodos para diagnóstico e tratamento, entre outros temas, são explicados para os internautas que buscam ampliar os seus conhecimentos sobre a doença.
Basta um teste de farmácia para indicar se você estará (ou não) carregando um barrigão em breve…
Mas nem sempre o resultado esclarece o suficiente, tanto a quem quer um sim como às aflitas por um não. Existe falso positivo? E se a menstruação não chegar, apesar de a varetinha indicar o contrário?
Estas são algumas das dúvidas comuns que vemos no dia a dia, e queria abordar aqui neste nosso Blog.
Vocês transaram sem camisinha e, semanas depois, sua menstruação atrasou. Para algumas mulheres, imaginar um bebê a caminho é a melhor notícia do ano. Para outras, motivo de pânico. Em ambos os casos, a dúvida de estar ou não grávida gera altíssima expectativa. Enquanto a dita-cuja não vem, você vive uma tortura mental. Quem não quer nem pensar em sapatinhos de crochê se martiriza por causa do vacilo com o preservativo, da fatalidade de ter falhado no anticoncepcional justo naquele mês…
E se pergunta: será que ele tirou o pênis na hora H? Há chance de o ciclo estar desregulado? E essa angústia pelo resultado não é menor nas ávidas por um filho, que acham que a cegonha não ouve seus apelos.
Para acabar, de um jeito rápido, com a aflição que já sufocou muitas de nós, inventaram o teste de farmácia!
Para você ter uma idéia do tamanho desta situação. Só na rede “Drogaria São Paulo” são vendidas cerca de 160 mil unidades de cinco marcas diferentes de teste de gravidez por ano!
É simples assim: você compra o produto e segue as instruções, os mais baratos inclusive vêm com uma tirinha para ser mergulhada num pote plástico com a sua urina; os mais caros parecem termômetro e você deve jorrar o líquido direto na ponta dele.
Dentro de cinco minutos, aparecerá uma linha, o traço de controle, indicando que o teste foi feito corretamente. Se surgir uma segunda, bebê à vista. Ou seja, o (sigla ehormônio HCG (significado em inglês para gonadotrofina coriônica humana), presente no organismo das grávidas e em grande quantidade na urina, reagiu com o anticorpo presente no teste.
Se pode haver falha?
Dificilmente…
“Esses testes de farmácia têm 99% de precisão, até uma linha bem clarinha já denuncia. Mas, quando é você que está lá, no banheiro, recolhendo a primeira urina da manhã, passa longe da sua cabeça essa precisão de quase 100%. A experiência é cercada por ansiedade…
Trata-se de um dos lançamentos da nova Coleção de Outono/Inverno 2009 da Zazou, que é uma calça social para aquelas gestantes que não abrem mão de estar bem vestida.
Confortável pois tem em sua composição o elastano que torna o tecido mais maleável e a malha na barriga que não aperta com ajustes internos que lhe dá mais segurança além de ser uma opção que vai te acompanhar por muito tempo.
Gostariamos de avisa-las de que temos uma nova loja representante da Zazou em Rondonópolis (MT). Trata-se da loja WM Fashion.
As grávidas interessadas a loja fica na Av. Marechal Rondon, 923 no Centro. Funciona de Se. à Sex. das 8hs às 18hs e nos sáb. das 8hs às 14hs.
O telefone de lá é: (66) 3421-3451.
A forma de pagamento pode ser em até 3X no cartão Visa ou então 3X no cheque ou em dinheiro.
Esperamos assim poder melhor atender as grávidas antenadas da cidade e região, que é um importante centro agrícola do Matro Grosso e do Brasil, que não abrem mão de se vestir bem e com qualidade e que agora vão ter a opção das roupas da Zazou.
É a Zazou crescendo também pelo interior do Brasil, reforçando a imagem de uma das principais grifes especializadas em moda gestante não apenas no Eixo Rio-São Paulo, aonde temos lojas, mas também por cidades fora das capitais, aonde há demanda de algo legal, porém não atendida atualmente. Em breve em uma cidade perto de você…
Se você tem interesse de representar a Zazou em sua cidade e loja, entre em contato para conversarmos através do email: atacado@zazou.com.br ou pelo tel: (11) 3846-6949 em horário comercial.
Gostaria de voltar a abordar o tema das massagens durante a gravidez.
Para isto trago abaixo algumas dicas práticas da especialista em massagensMarjorie Sá, que apresenta uma seqüência de auto-massagem, que é simples e fácil de ser seguida.
A) Nos Pés e pernas
1) Inicie sentada, confortavelmente, massagem a planta do pé
2) Apalpe bem todos os pontos da sola, dedos e em especial o arco interno
3) Coloque o pé no chão e massageie o peito do pé e tornozelo. Repita tudo (1, 2 e 3) com o outro pé
4) Alongue as pernas e dê suaves “soquinhos” com as mãos fechadas por toda a perna.
B) Nos Ombros, pescoço, braços e mãos:
5) Apóie o braço na perna e com a outra mão massageie o ombro e continue descendo por todo braço com pressão moderada
6) Pressione bem o punho com todos os dedos, fazendo movimento circulares
7) massageie a mão, palma e dorso. Repita os passos 5, 6 e 7 com o outro lado.
8) entrelace os dedos, alongue os braços em sua frente, na altura dos ombros
9) Mantendo o enlace, massageie com os polegares todo o pescoço com pressão e movimentos circulares repetidas vezes.
C) Relaxando:
10) Incline-se sobre as pernas, com os joelhos afastados por alguns instantes, relaxe o corpo e a respiração. Use uma almofada se preferir para apoiar os ombros e a cabeça. Inspire e levante o tronco suavemente
11) Sentada confortavelmente com apoio massageie o rosto com as pontas dos dedos
12) Vá descendo da testa até o queixo com movimentos deslizantes do centro para fora
13) Finalize massageando a barriga, conversando com seu bebê ou mesmo em silencio, desfrutando este momento de relaxamento!
Esta seqüência pode ser feita sem ou com aplicação de óleo, caso use algum, prefira sempre óleos vegetais e tenha cuidado para retirar o excesso de óleo dos pés, para não escorregar ao levantar-se.
Esta massagem pode ser feita diariamente, faça de forma tranqüila e suave!
Aos poucos vá incluindo a massagem na sua rotina e gestação. Repita, crie e reinvente também sua própria seqüência, complemente com um bom banho antes ou depois, use óleos aromáticos, cremes ou faça a seco e comprove os efeitos da massagem!
Para maiores informações sobre massagens recomendo que entrem em contato com a Marjorie Sá, que é Professora e Terapeuta Corporal de gestantes e bebê, através do email: marjoriesa@yahoo.com.br ou pelo telefone: (11) 8609-4841.
Infelizmente em nosso país, ainda existem muitos casos de desnutrição materna, e por isto resolvi trazer este tema também para este Blog.
Um recente estudo da PUCPR, mostrou as relações entre a má alimentação de grávidas e problemas das crianças.
Esta pesquisa foi realizada por professores e acadêmicos de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) mostrou que a desnutrição materna durante a gestação pode gerar seqüelas graves na formação dos bebês.
Os principais danos são a má-formação de órgãos linfáticos, fígado, intestino e cérebro.
Conseguiram provar que quando a mãe não tem uma alimentação adequada o bebê também nasce desnutrido e isto acarreta uma série de problemas. Outra descoberta importante é que este processo é irreversível, ou seja, uma vez que o feto sofre com a desnutrição, mesmo que tenha uma amamentação adequada depois não poderá se desenvolver integralmente, ficando com seqüelas.
O estudo utilizou ratos como cobaias. Os pesquisadores compararam dois grupos: com mães bem nutridas e outras carentes de nutrientes.
Os filhos do primeiro grupo nasceram normais e sobreviveram. Os do segundo nasceram com peso abaixo da média e com um número inferior de linfócitos, ocasionando graves problemas imunológicos, além de debilidades no fígado, intestino e cérebro.
Uma coisa é uma criança ser desnutrida com 12 anos. O perigo é grande, mas é menor. Outra é uma criança ser desnutrida ainda na barriga da mãe. Isso atrapalha seu desenvolvimento, impedindo a boa formação de grande parte de seus órgãos vitais.
Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, afirma que a nutrição da mãe deve ser uma prioridade, já que esta é a fase mais importante do desenvolvimento da criança. Precisamos de mais políticas públicas nesta área. A criança e a mãe têm direito de ter uma alimentação adequada. E quando não há possibilidade, é dever do governo proporcionar.
A fundadora da Pastoral alerta que há casos em que, mesmo a mãe tendo condições, acaba se alimentando de forma inadequada.
Ela afirma que a cultura alimentar mudou nas últimas décadas e a Pastoral também acaba fazendo um trabalho de redirecionamento na dieta alimentar das famílias. Por esses fatores é muito importante que as mulheres façam pré-natal. Nos exames pode se detectar como está a saúde da mãe e corrigir anemias e problemas de nutrição.
Uma prova de que a boa alimentação durante a gestação ajuda o desenvolvimento dos bebês é Marcela, filha da professora Diovana Goetzki dos Santos. Durante a gestação, a professora teve uma dieta balanceada por orientação do médico.
Faziam parte de seu cardápio frutas, verduras e legumes. Ela diz que o médico proibiu massas e frituras, a fim de evitar o excesso de peso. Também estavam proibidos café e coca-cola. Fez um acompanhamento constante durante toda a gravidez. Todo mês ela se pesava e engordou 16 quilos.
Renata Vidal, farmacêutica, mãe de Manuela, não seguiu tão a risca a orientação dos médicos e só não conseguiu deixar os doces de fora. Não deixou de comer o que eu gostava, mas equilibrou comendo frutas e verduras.
O obstetra passou uma lista com os itens permitidos e proibidos. Teve sorte porque muito do que não poderia comer ela já não comia. Somente o chocolate não conseguiu deixar de fora. As filhas de ambas têm menos de 15 dias e estão com peso normal, desenvolvendo-se bem.
Os médicos são unânimes em algumas recomendações para as gestantes. Veja o que é saudável e o que deve ser evitado.
As refeições das gestantes devem ser equilibradas da seguinte forma: metade do prato com fibras e a outra metade dividida entre proteínas e carboidratos.
Você conhece alguma amiga solteira que foi expulsa de casa depois que contou ao pai que estava grávida?
Pois este é o tema bem real que queria trazer para este Blob. Para isto segue abaixo um video de uma matéria do programa Fantásico da TV Globo do ano passado, que aborda casos de mulheres expulsas de casa pelos pais por causa de gravidez, e todas as tiveram dificuldade em suas vidas, mas conseguiram superar os obstáculos.
Trago mais uma destas histórias curiosas e incríveis a respeito de gravidez e parto, desta vez o caso de uma mãe e sua filha deram à luz quase juntas.
Era meia-noite do último dia 6 quando a operadora de telemarketing Kelli Lages Cardoso, de 33 anos, começou a sentir as primeiras contrações. Iago veio ao mundo às 3h15m, de cesariana. No dia seguinte, outra surpresa:
- Ainda estava na maternidade quando meu marido me ligou e disse “oi vovó!”. Quase caí para trás.
Emanuele, neta de Kelli, não quis esperar até o dia 16, data inicialmente prevista para seu nascimento. Filha de Kelli e mãe de Emanuele, Tainá Lages Rezende, de apenas 14 anos, deu à luz às 16h57m do dia 7, após um périplo por cinco hospitais:
- Fiquei muito agarrada à minha mãe durante a gravidez. Talvez seja por isso que Emanuele quis nascer só um dia depois do tio Iago, brinca Tainá, admitindo que ficou grávida por um descuido na troca do anticoncepcional.
Para conhecer mais deste caso veja o depoimento das duas com seus bebês em um vídeo no link abaixo:
Mas é preciso dizer como é dura a vida das duas, pois a família, agora de seis pessoas, mora numa casa humilde em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O imóvel possui sala, cozinha, banheiro e apenas um quarto.
As obras para a construção de mais dois quartos andam devagar, já que apenas o marido de Kelli está trabalhando. Ivanildo Cardoso, de 39 anos, ganha R$ 640 por mês como cobrador de ônibus. O dinheiro, que já era pouco para sustentar Kelli e os filhos Tainá e Igor, ficou ainda mais curto com a chegada de Iago e Emanuele. O namorado de Tainá, Felipe, está desempregado.
Para piorar, na madrugada da última segunda, a casa da família foi invadida e os bandidos roubaram 15 dos 20 pacotes de fralda, além de sabonetes e xampus que Kelli ganhou num chá de bebê no trabalho.
Dá para acreditar nisto?
Por isto quem quiser ajudar a família, deve ligar para (21) 8539-0131 (Kelli) ou (21) 9472-2531 (Tainá).
Você já ouviu falar em parto humanizado? Já pensou em fazer um parto na água ou em posição de cócoras? Sabia que o melhor é o parto natural?
Estas técnicas estão no meio de um emaranhado de outras maneiras que fizeram o parto evoluir com o tempo e que começam a revolucionar a idéia de dor na hora de dar à luz um dos maiores temores.
Ser mãe é um sonho alimentado por muitas mulheres, mas é preciso se preparar para receber o bebê, escolhendo inclusive o melhor jeito de trazê-lo ao mundo. Os cuidados servem para que a criança nasça saudável e para que a mulher permaneça bem, com uma alimentação saudável, praticando atividades físicas, evitando o aumento excessivo de peso, cuidando da pele e sabendo lidar com possíveis alterações psicológicas.
O parto na água, ainda pouco difundido no Brasil, é uma das alternativas para amenizar a dor do parto: respeita o tempo que o bebê precisa para nascer e aumenta o contato entre pai, mãe e filho.
“O parto natural não é um modismo, mas um direito que as mulheres têm e que está sendo negado a elas. Ele traz benefícios em todos os níveis, da experiência pessoal ao desenrolar do próprio parto. Não digo que o parto na água seja para todas as gestantes, mas deve ser uma opção viável para aquelas que queiram”, afirma o ginecologista e obstetra Adailton Salvatore Meira, especialista em partos na água.
O efeito relaxante da água reduz as sensações de dor provocadas pelas contrações que ocorrem durante o trabalho de parto e descontrai a musculatura do períneo -espécie de músculo que oferece resistência à saída da criança no momento do nascimento. Outro aspecto positivo é a segurança que a gestante sente quando está dentro da banheira.
“A água é como um analgésico. Ameniza a sensação dolorosa porque diminui o peso gravitacional. O corpo fica mais leve e, consequentemente, o bebê pesando menos é empurrado com mais facilidade”, diz Meira. Nesse tipo de parto, a gestante fica dentro de uma banheira, coberta completamente por água a uma temperatura que varia de 36º a 37º.
“Tive muitas contrações, mas quando entrei na banheira as dores melhoraram 50% porque a água alivia”, diz a veterinária Tatiana Monreal Dal Fabbro, 34, que deu à luz o seu segundo filho na água.
No parto feito na água, o pai não é mero coadjuvante do processo. Ele fica dentro da banheira, sentado por trás da mulher, dando apoio emocional, fazendo massagem e incentivando a gestante. Também tem como responsabilidade cortar o cordão umbilical do bebê, o primeiro contato com o filho.
A criança nasce debaixo d’água e só é trazida à superfície segundos depois. Enquanto em um parto tradicional os pais mal teriam contato com o bebê, na água a ligação entre pai, mãe e filho é o que tem mais valor.
A família permanece na banheira abraçada, estreitando os laços e respeitando o tempo que o bebê precisa para se adaptar ao novo ambiente. O cordão umbilical só é cortado quando a placenta [camada que envolve o recém-nascido] é completamente expelida pelo corpo da mulher.
“Em 75% dos partos feitos na água, o bebê não chora. Ele continua dentro da água, recebendo o carinho dos pais. É um momento só do casal e do bebê”, afirma Meira. Nesse tipo de parto, a criança tem uma transição mais suave para a atmosfera, porque permanece em um meio aquático, que é mais leve, relaxante e aquecido.
“Não me arrependo. É uma sensação única. Não é uma dor propriamente dita. Sentir seu bebê sair de você é uma maravilha, uma emoção muito grande”, diz Tatiana.
A grande dificuldade encontrada por quem opta por esse tipo de parto é a falta de ambientes adequados. A maioria dos hospitais e maternidades do Brasil, acostumados a receber pacientes que fazem cesarianas ou partos normais na posição horizontal, não são equipados com banheiras. No entanto, como os riscos de complicações durante o parto na água são baixos, a gestante pode dar à luz em sua própria casa ou nas chamadas casas de parto.
Outro tipo de parto que deixou de ser usado com o tempo, mas que está sendo recuperado é o parto verticalizado, na posição de cócoras. Segundo Hugo Sabatino, professor de tocoginecologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), estudos antropológicos demonstraram que em 99% das civilizações antigas as mulheres davam à luz na posição vertical, principalmente de cócoras.
“Isso mudou no século 18. Um prestigiado médico francês sugeriu a posição horizontal porque era muito grande o número de mortes, tanto materna quanto infantil”, diz Sabatino.
Atualmente, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), apenas 20% das mulheres apresentam algum perigo na gravidez, mas a maioria continua sendo tratada como se pertencesse ao grupo de risco. “Gravidez não é patologia”, afirma Sabatino.
Para o ginecologista e obstetra Ricardo Herbert Jones, um dos adeptos da humanização, o parto horizontal facilita o trabalho do médico, mas atrapalha a mãe e o bebê. “O parto verticalizado, que é recomendado pela OMS, é mais fácil, seguro e rápido”, diz.
Para mudar essa tendência, a Unicamp criou há 20 anos um grupo que desenvolve o parto alternativo. “Começamos a modificar a postura da grávida na hora do parto. Estimulamos a posição de cócoras, mas como é pouco utilizada pela mulher civilizada, criamos uma cadeira que facilita o processo”, afirma Sabatino.
Nem somente a postura das mulheres durante o parto preocupa alguns médicos, que, para incentivar o parto normal, criaram a Rehuna (Rede pela Humanização do Nascimento). O chamado parto humanizado, defendido pelo médico francês Fréderick Leboyer, prega, entre outras coisas, o respeito ao bebê e é extremamente benéfico para a mãe.
Um dos princípios do parto humanizado é dar liberdade à gestante. “A tendência é que a mulher tenha liberdade para escolher quem vai ficar com ela para se movimentar, se alimentar e beber quando quiser. Ela dita as regras e tudo ocorre sem intervenção”, diz Jones.
Tatiana queria dar à luz a sua primeira filha na água, mas como as condições não foram favoráveis, ela pediu que fizesse, pelo menos, um parto humanizado. “No nascimento da Lorena eu estava com pouco líquido. Foi induzido, mas fizemos um parto o mais humanizado possível. O ambiente estava escuro, fiquei de lado e não tomei analgésico nem anestesia. Ela tirou dez em tudo”, disse a mãe Tatiana.
A pedagoga Gisele de Oliveira, 28, disse que o parto humanizado foi muito bom para sua primeira filha. “A Andressa é tranquila e carinhosa.”
Temendo a dor e querendo evitá-la a qualquer custo, muitas grávidas acabam fugindo do parto normal -seja ele de cócoras, na água ou horizontal- sem nem saber se teriam condições para dar à luz dessa maneira.
A solução, incentivada por muitos médicos por ser mais prática e rápida, é agendar um dia, tomar sucessivas anestesias e passar por uma cirurgia: a cesariana. O recurso, no entanto, segundo o Ministério da Saúde, deveria ser o último, utilizado apenas nos casos em que, por algum problema, a mulher não pode dar à luz por meio de um parto normal.
No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, 32,4% dos partos feitos em 1995 foram cesarianas. O número vem diminuindo, resultado, provavelmente, de campanhas feitas pelo governo para incentivar o parto normal. Em 2000, 23,8% dos nascimentos foram realizados por meio de cesariana. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo lideram a lista de cirurgias.
Quem esta grávida de 6 meses também é a atriz Viviane Victorette (30), do fotógrafo Diego Suassuna (35) completaram dois anos de relacionamento.
A atriz, cujo último trabalho na TV Globo foi em Duas Caras, que acabou em maio de 2008, e o filho do ex-senador Ney Suassuna, esperam uma menina que deve nascer até 20 de maio.
Para quem ainda não conhece, o Baby Guide é um anuário que traz em suas 352 páginas o que há de melhor para a gestante e o bebê em São Paulo. Trata-se de uma referência importante muito usada pelas grávidas mais antenadas que querem o melhor para o seu bebê.
Tendo o amor materno como fio condutor de matérias que abordam desde o planejamento da gravidez, passando logciamente por moda gestante (aonde a Zazou tem destaque), até as primeiras comemorações do bebê.
Valores cultivados pelos nossos ascendentes que passamos para a família que estamos construindo, melhores e principais fornecedores para tornar perfeito os preparativos para a chegada do bebê. Desde a escolha da maternidade, passando pela organização do enxoval, a decoração do quarto e todos os detalhes.
A equipe do Baby Guide conversou com os mais renomados profissionais de diferentes áreas, como: educadores, psicanalistas, decoradores, nutricionistas, moda gestante, entre outros que fazem parte do universo pré e pós-natal, que também são pais e mães e dividem aqui com você experiências positivas para auxiliá-la desde o nascimento até a primeira infância de seu filho.
Agora este universo será transportado para o novo Blog do Baby Guide que estão lançando na Internet e que queria indicar para vocês também. Anotem aí o endereço:
Gostariamos de avisa-las de que temos uma nova loja representante da Zazou em Caxias do Sul (RS). Trata-se da Mamis & Mimos.
É a Zazou crescendo pelo Brasil, reforçando a imagem de uma das principais grifes especializadas em moda gestante.
Esperamos assim poder melhor atender as grávidas antenadas da cidade e região, que não abrem mão de se vestir bem e com qualidade e que agora vão ter a opção das roupas da Zazou.
Se você tem interesse de representar a Zazou em sua cidade e loja, entre em contato para conversarmos através do email: atacado@zazou.com.br ou pelo tel: (11) 3846-6949 em horário comercial.
Como bem sabem (ou vão descobrir logo) a vida muda (naturalmente) para sempre quando se tem um filho. Até o carro fica diferente, pois agora ganha mais um passageiro especial, que exige uma série de cuidados e um espaço extra para não apenas leva-lo, mas tudo que acompanha o bebê.
Veja abaixo algumas dicas práticas e conselhos úteis para o seu carro dar às boas-vindas ao bebê com segurança:
1) Nada é mais importante do que seu filho ter seu próprio assento no carro. Primeiro o bebê deve viajar em um bebê-conforto e depois em uma cadeirinha apropriada. Tanto o bebê conforto como a cadeirinha devem ser presos ao carro com o cinto de segurança.
2) Adote o sistema de travamento de portas para que as de trás não abram por dentro.
3) Inclua alguns discos infantis no repertório do carro. É aconselhável que as crianças também possam ouvir música para elas.
4) Sempre que estiver com a criança no carro, tome ainda mais cuidado com a velocidade e com o respeito às normas de segurança. Troque rapidez por prudência.
5) Viaje com um celular. Não atenda nem faça ligações se estiver dirigindo, mas é melhor contar com ele para alguma emergência.
6) Leve alguns brinquedos para a criança se distrair durante o trajeto. As crianças se entediam com facilidade.
7) Decore o carro com adesivos ou algum outro brinquedinho que seja familiar à criança para que ela se sinta mais à vontade no espaço.
Importante dizer de que não deve esquecer nunca de que o carro já não é 100% seu…
Ou seja, a partir do nascimento do seu filho o veículo deve oferecer conforto e segurança também à criança. Seja generoso e cuidadoso para que as viagens sejam prazerosas para todos! Tenha uma direção defensiva. Se beber não dirija.
Há quem acredite que o bebê não enxergue ou que ele só veja em preto-e-branco, mas isto não é verdade…
O bebê começa a perceber a luz ainda dentro do útero, entre o sexto e o sétimo mês de vida, quando as pálpebras ganham movimento.
Quando nasce, consegue enxergar o que o rodeia bem de perto(entre 15 e 40 centímetros), na forma de vultos enevoados, sem detalhes ou profundidade, e apenas distingue algumas cores, principalmente os tons fortes.
No início da vida é como se os bebês vissem o mundo através de um vidro embaçado. À medida em que crescem, a visão evolui. É como andar ou falar, uma conquista gradativa, que depende de treino e do amadurecimento neurológico. As conexões da retina com a região do cérebro que recebe os impulsos da visão só ficam maduras por volta dos seis meses de idade.
Os principais avanços no desenvolvimento da visão ocorrem nos seis primeiros meses de vida. Aos dois meses, um bebê ainda não consegue distinguir bem um gato de uma criança que passa ao lado do seu carrinho. No sexto mês, ele já sabe a diferença entre um e outro. Nessa fase, ele começa a ver objetos em três dimensões e tem maior noção de espaço.
Até o terceiro mês de vida, os bebês têm dificuldades para coordenar o alinhamento dos olhos, pois os músculos responsáveis pela movimentação do globo ocular estão em desenvolvimento, mas isso vai se ajustando naturalmente.
Mesmo precisando de acertos, a visão é um dos primeiros sentidos que o bebê utiliza para interagir com a mãe. Além do choro, é pelo contato olho no olho que o bebê busca expressar o que está sentindo nos primeiros meses.
É também pela visão que o bebê percebe que é igual às pessoas que o cercam, momento em que descobre a própria imagem no espelho, o que costuma ocorrer entre o primeiro e o segundo ano de vida.
Por volta do dois anos de idade, a criança já vê como um adulto, mas o desenvolvimento neurológico completo da visão só se dá entre seis e oito anos. Por isso, quanto antes o diagnóstico dos problemas de visão no bebê for feito, maiores as chances de garantir à criança uma visão normal na vida adulta”.
Mães que durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre de gestação, tiveram rubéola, toxoplasmose, infecções intra-uterinas, citomegalovírus e sífilis estão mais sujeitas a transmitir essas infecções para o feto, aumentando as chances do bebê apresentar problemas oftalmológicos. Nestes casos específicos, é bom que o bebê seja submetido a um exame oftalmológico completo, assim que nascer.
Logo ao nascer, o bebê deve ser submetido ao teste do olhinho vermelho. O teste do olhinho ainda é um procedimento pouco conhecido da população, mas é capaz de detectar uma série de problemas de visão em bebês e complicações que podem levar até à cegueira.
Para realizá-lo, o oftalmologista aponta um foco de luz em cada um dos olhos do recém-nascido para observar o reflexo que se forma no fundo das pupilas, o mesmo que costuma aparecer nas fotos quando se olha diretamente para a luz do flash. Podem ser detectados por meio do procedimento tumores, catarata congênita, traumas de parto e erros de refração: miopia, hipermetropia e astigmatismo.
O diagnóstico precoce de doenças oculares que só seriam percebidas mais tarde, quando as chances de tratamento já estariam limitadas é o grande mérito do teste do olhinho. No caso da catarata congênita, o bebê deve ser submetido a uma cirurgia antes do segundo mês de vida, quando as chances de recuperação da visão chegam a 100%.
Outra moléstia que pode ser detectada pelo teste é o glaucoma congênito, que se caracteriza pelo aumento da pressão no interior do globo ocular. Neste caso, o bebê precisa ser submetido a uma cirurgia de urgência para evitar que o olho atingido seja permanentemente lesado.
O retinoblastoma, que é um tumor maligno que pode ser curado se o diagnóstico for precoce, é outra doença que pode ser diagnosticada por meio do exame.
Segundo a Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, 400 novos casos da doença são registrados por ano no Brasil. Originário das células da retina, o retinoblastoma é causado por mutação genética. O problema costuma dar seus primeiros sinais entre o nascimento e os 23 meses de vida da criança. Detectado precocemente, o retinoblastoma tem tratamento e o bebê terá a visão poupada, após a realização da quimioterapia ou da radioterapia.
Como os olhos do nenê são muito delicados, muitas vezes, mães e pais ficam com medo de limpá-los. Porém, os pais precisam saber que a falta de higiene pode levar a infecções, como conjuntivites ou blefarites, que trazem desconfortos aos bebês, como pálpebras vermelhas, coceira e secreção excessiva.
Para evitar esses problemas, é preciso limpar os olhos do bebê na hora do banho, com um chumaço de algodão umedecido em água morna. Caso haja alguma secreção, fica mais fácil removê-la com uma gaze macia e dobrada ao meio.
Porém a água boricada deve ser evitada, pois pode provocar a formação de cristais e irritar ainda mais a área. O mesmo vale para o cotonete, já que um movimento brusco do bebê pode causar um ferimento. Quanto ao colírio, este é um medicamento e não deve ser usado para fazer a higiene dos olhos do bebê.
A seguir passo a passo a melhor maneira para fazer a limpeza dos olhos do bebê:
1) A limpeza dos olhos pode ser feita uma vez por dia, durante o banho.
2) Para isso, antes de colocar o bebê na banheira, umedeça um chumaço de algodão na água morna e passe da pálpebra em direção aos cílios.
3) Troque o algodão antes de fazer a limpeza do outro olho.
4) Com o nenê dentro da banheira, massageie a região que vai do canto interno do olho à narina com o seu dedo indicador, sempre de cima para baixo e fazendo uma ligeira pressão. Repita duas vezes de cada lado.
5) Na hora de enxugar os olhos do bebê, embrulhe o seu dedo indicador em uma toalha macia e pressione suavemente contra a pálpebra, sem esfregar.
6) Para tirar a secreção que se forma no cantinho do olho, use uma gaze dobrada ao meio e umedecida em água morna. Troque a gaze para não contaminar o outro olho.
Segue abaixo para sua informação um vídeo da Semana Mundial de Aleitamento Materno, em que a atriz Dira Paes posou com o filho, Inácio e a mãe, Dona Flor falando das vantagens do leite materno. A campanha, em sua 17a edição é realizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pelo Ministério da Saúde.
Sempre achei que a gravidez é uma fase linda, em que a mulher apesar de ganhar barriga, fica bonita e exuberante. Mas infelizmente não é algo que elas mesmo acham isto. Talvez influenciadas pelos hormônios e preconceitos, que as fazem achar que estão simplesmente gordas, o que não é verdade. Um olhar independente mostra isto facilmente…
Por isto gosto quando algumas grávidas mostram o contrário, ou seja, que estão lindas grávidas. E fotografar sua gravidez é uma forma de provar isto. Acho mais legal ainda quando uma grávida é capa de revista, ainda mais de uma revista de beleza, comprovando mais uma vez que sim a gravidez é bela!
Por isto mesmo queria trazer aqui a notícia de que a atriz Bianca Rinaldi, que esta grávida de gêmeos, e se veste nesta fase de Zazou, vai mostrar sua barriga de grávida na capa da edição de abril da revista Embelleze.
A revista será lançada dentro do evento HairBrasil, uma feira internacional de beleza, cabelos e estética que acontece todos os anos. O evento acontece nos últimos quatro dias de março, em São Paulo. A publicação, que já teve Isis Valverde, Ildi Silva e Fernanda Vasconcelos na capa, e agora traz uma grávida, é distribuída para um mailing de empresários e jornalistas de todo Brasil,
Para mais fotos da Bianca Rinaldi fazendo compras de roupas de grávidas na loja da Zazou, basta acessar o link abaixo da área das grávidas famosas em:
Principal característica do primeiro trimestre são os enjôos, que por sinal é o que costumam levar as mulheres a fazer o teste de gravidez.
Os enjôos podem acontecer a qualquer hora do dia, mas algumas mulheres passam a gestação inteira sem eles. Há gestantes, porém, que são acometidas de forma tão intensa por enjôos e vômitos que chegam a perder peso e a precisar de alimentação parenteral. Os enjôos deixam três quartos das mulheres sentindo-se mal, mas não afetam sua saúde nem sua capacidade de levar adiante a gestação. Ninguém sabe ao certo a causa dos enjôos ou por que eles afetam as mulheres de formas diferentes.
O que se sabe é que o hormônio progesterona desacelera os movimentos gastrointestinais, de modo que a comida permanece no estômago por mais tempo e se move lentamente pelo sistema digestório materno. O hormônio hCG (gonadotrofina coriônica humana) também exerce algum papel, pois as gestações com altos níveis de hCG, como a de gêmeos, provocam muito enjôo. Mas não existe relação consistente entre dado nível de hCG e enjôo. Duas mulheres com o mesmo nível de hCG podem apresentar sintomas diversos.
Por fim, o resultado da gestação de mulheres com enjôo severo é excelente, mesmo quando elas perdem peso, e poucas têm parto prematuro. Porém, mulheres que não apresentam enjôo também têm gestação normal, não se preocupe com isso. A mensagem que fica é: não se preocupe se você sentir muito enjôo. É muito provável que suas dificuldades sejam recompensadas com uma gravidez saudável.
Em algumas mulheres, os episódios de enjôo e vômito são tão severos que elas chegam a ficar desidratadas e precisam tomar soro junto com alguma medicação, mas felizmente essa situação é bastante rara.
A maioria das mulheres alivia o desconforto com pequenos truques alimentares. Os enjôos pioram quando o estômago está vazio e cedem quando você insiste em comer pequenas porções de carboidratos leves ao longo do dia, como macarrão e arroz sem temperos fortes, batata cozida e biscoito de água e sal.
Um transexual espanhol pode se tornar o primeiro homem no mundo a ser pai de gêmeos, segundo o tabloide britânico Daily Mail.
Rubén Noé Coronado, de 25 anos, deve se tornar pai de dois bebês no final de setembro. Nascido uma mulher de nome Estefania, ele planeja se casar com sua companheira, Esperanza Ruíz. Rubén segue a trilha do americano Thomas Beatie, que ganhou as manchetes ao dar à luz sua filha Susan Juliette em junho de 2008 .
Como Beatie, Rubén é oficialmente um homem, mas manteve seus órgãos reprodutivos femininos. Esperanza, namorada de Rubén, já tem dois filhos de outro relacionamento. Mas, quando ela soube que não poderia ser mãe novamente, ela e Rubén decidiram que ele deveria tentar ficar grávido, com uma doação de esperma, depois de passar por um tratamento de fertilidade.
Ele planeja dar à luz em um hospital em Barcelona, para onde o casal se mudou recentemente por causa de problemas de família em Málaga, seu lar anterior.
Rubén, um epiléptico que foi adotado quando era criança, define assim o seu status sexual: “É como nascer com três mãos. Você tira vantagem disso quando você tem, mas você se livra de uma quando ela começa a atrapalhar.”
Ele prometeu resguardar a imagem das crianças, mas disse que vai vender a imagem dele grávido. “Se eu não fizer isso, alguém vai fazer e ganhar uma fortuna.”
Quem esteve esta semana na loja da Zazou foi a apresentadora e modelo Nani Venâncio, que esta grávida de 4 meses e veio comprar roupas de gestante. Mais uma grávida famosa que vem se vestir na Zazou, aonde as grávidas antenadas que valorizam se vestir bem e de forma elegante, encontram o que precisam, seja para o seu dia a dia, seja para o trabalho e também para festas e eventos sociais. Vejam abaixo algumas fotos dela de Zazou…
Veio conferir nas novidades do Pre-lançamento da nova coleção de Outono Inverno 2009 de Moda Gestante Fashion , cujas primeiras peças já chegaram na loja, dando uma nova cara as arraras da loja, que já estão seguindo as tendências e cores da nova estação, enquanto as últimas peças da liquidação de alto-verão com bons descontos estão acabando.
O que chamou atenção dela, foi a variedade de opção de escolha de tantos modelos legais e cores diferentes nas arraras da Zazou. Um dos diferenciais da Zazou. Pois assim ela pode encontrar facilmente o que tem o estilo dela.
A Nani, como a maioria das grávidas quando começam a engordar e ganhar barriga, logo perdem suas calças jeans, até por ser normalmente as peças mais apertadas que tem no guarda-roupa. Logo ficam com saudades de usar um jeans durante a gravidez, talvez por isto elas todas adoram quando vêem que a Zazou tem toda uma linha completa de jeans para gestante, com mais de 10 modelos diferentes, com tiversos tipos de malhas e ajustes internos exclusivos, que fazem toda a diferença, pois assim acabam atendendo a todos os gostos e necessidades, do início ao final da gravidez com a mesma calça.
Neste caso ela gostou de um modelo que tem a malha mais alta e por isto até mais confortável pois segura mais a barriga, dando mais segurança também. Por isto é um dos modelos preferidos e mais vendidos na loja.
Como mesmo grávidam ela como a maioria das mulheres continua a trabalhar normalmente, apresentando seu programa diário durante as tardes (ao vivo) “A Tarde é Show” na Rede Brasil, e também tem uma vida social agitada, e não deixou nada de lado só por que esta grávida, acabou também experimentando e levando peças da linha Social e Trabalho, e também da linha Festa da Zazou.
Veja abaixo ela vestindo um clássico vestido preto básico, que é um corringa sempre no armário de qualquer mulher, inclusive das grávidas, pois pode usa-lo em diversas situações.
Disse o que chamou sua atenção também foi não apenas um estilo atual, mas a qualidade das peças, a começar pelos tecidos nobres usados. Falou ainda de que depois que vestiu as roupas, percebeu a diferença que a modelagem faz(ainda mais para grávida). Assim como todas que visitam a Zazou, acabam com o velho preconceito de que roupa de grávida é careta e desconfortável. Você como ela, pode ficar sim bonita e elegtante durante sua gravidez, sem ter que mudar seu estilo, ou abrir mão de uma bela roupa.
Ficou bem satisfeita com o que viu, e com o que experimentou e acabou levando para usar. Inclusive já saiu usando uma e com uma sacola da loja cheia de roupas da Zazou, Disse que ia voltar mais vezes…
Segue abaixo uma série de reflexos naturais da gravidez no seu corpo, mostrando o que pode acontecer, além de dicas de como evitar:
1) Pele e cabelo
- O que pode acontecer:
Algumas mulheres constatam o aumento da oleosidade da pele e do cabelo e a queda dos fios. Também é comum o aparecimento de manchas no rosto. Tais problemas tendem a desaparecer naturalmente após o parto.
- Como evitar:
O uso de protetor solar pode evitar o surgimento de manchas. O ideal é que, se algum dos problemas for constatado, a mãe consulte um dermatologista.
2) Barriga
- As mudanças:
A barriga aumenta, e muito. Por isso, após o parto, a pele do abdome perde a elasticidade e recupera a aparência normal lentamente.
- O que pode acontecer:
O aumento excessivo do volume da região abdominal pode causar estrias e, após o parto, é comum perceber um acúmulo de gordura no local. Algumas mulheres também sofrem com a retenção exagerada de líquidos na gravidez e no pós-parto, o que as deixa com a barriga e os seios inchados.
- Como evitar:
A melhor forma de não ganhar barriga é controlar o ganho de peso na gestação. Alimentação saudável e exercícios aeróbios ajudam. Muitas optam pelo uso de cintas após o parto. Mas a decisão divide opiniões. Alguns acreditam que as cintas auxiliam a estrutura muscular a se recompor. Já outros consideram desnecessário o uso, pois a capacidade de regeneração do corpo seria suficiente. Na dúvida use.
3) Seios:
- As mudanças:
Logo no início da gestação, os seios aumentam de volume e, no decorrer dela, as auréolas escurecem. Depois do parto, os seios ficam ainda maiores com a produção de leite, em especial nas primeiras semanas. Após essa fase, eles diminuem um pouco, mas continuam bem maiores do que eram antes. Com o fim da amamentação, eles voltam ao tamanho normal.
- O que pode acontecer:
Como a pele sofre um grande aumento, a maioria das mães têm a impressão de que os seios ficaram menores, caídos ou flácidos. O surgimento de estrias na região também é comum. Na contramão, há aquelas sortudas que garantem que os seios ficaram mais bonitos após o fim da amamentação.
- Como evitar:
A flacidez da pele do seio é inevitável, mas é atenuada se o ganho de peso da gestante for pequeno. Contra as estrias, o uso de óleos vegetais ou minerais e hidratantes nos seios (evitando passar na auréola) pode ser um tratamento eficaz.
4) Quadril
- As mudanças:
É natural que os quadris fiquem mais largos durante a gestação. Eles tendem a voltar ao normal após o parto.
- O que pode acontecer:
É comum o acúmulo de gordura na região e o aparecimento de estrias e celulites, causadas pelo ganho de peso exagerado.
- Como evitar:
A hidratação da área evita estrias, e a combinação de uma alimentação saudável com exercícios físicos previne o ganho descontrolado.
Segue abaixo um video de uma matéria exibida pela TV Itararé sobre o projeto de Humanização do Parto e Nascimento desenvolvido no ISEA (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida), em Campina Grande, Paraíba, sob a coordenação da obstetra Melania Amorim.
Como uma boa orientação psicológica pode ajudar a entender o turbilhão de emoções que a mulher irá enfrentar ao longo dos nove meses de gestação e ainda evitar a depressão pós-parto.
A gestação é um período muito especial para a mulher. Ter o acompanhamento de um ginecologista e de um obstetra é fundamental para a futura mamãe ter uma gravidez saudável e tranqüila, mas o ideal também é que ela concilie e compartilhe suas emoções com um psicólogo ou psicanalista.
“O acompanhamento psicológico pode ajudar no preparo para um bom parto, na mudança de papel com a maternidade e ainda prevenir a depressão pós-parto”, afirma a psicóloga e psicanalista Dulce Barros.
O estado emocional da mulher precisa ser bem avaliado e acompanhado, principalmente se houver tristeza constante logo após o nascimento do bebê.
A depressão pós-parto é mais comum do que se imagina. Ela se inicia na primeira semana depois do nascimento da criança e estima-se que entre 50% a 80% de todas as mulheres apresentam reações emocionais como: crises de choro, cansaço, humor deprimido, irritação exagerada, ansiedade excessiva e lapsos de memória.
De acordo com a psicóloga, é fundamental a gestante ampliar um espaço dentro de si própria para acolher emocionalmente o bebê e entender que ela está gerando uma nova vida. Durante a gestação, a mulher se sente mais sensível com os novos afazeres, com as cobranças e descobertas.
“Quando entra um novo elemento na família todos precisam se readaptar. São novos papéis impostos, novas obrigações, sendo preciso aprender a achar novos espaços até mesmo para o próprio casal e criar assim, cumplicidade e união para receber o bebê”, conclui.
Como então evitar a depressão Pós-Parto?
Durante esse período, é importante contar com o apoio dos familiares e amigos. “É interessante trocar experiências com outras gestantes, cuidar do corpo e da mente. O equilíbrio emocional reflete no bebê. Converse, desabafe, caminhe, faça exercícios físicos com orientação médica, medite, durma mais, tenha uma alimentação balanceada e procure ter uma vida normal”, conclui a psicóloga.
Segue abaixo algumas dicas de especialistas de como reconquistar a sya silhueta perdida durante a gestação.
Para começar a primeira dica, é que especialistas garantem que o ideal é que a grávida faça um controle do peso ainda durante a gravidez. Por isto começe já!
A gestação é um tempo de mudanças físicas e emocionais no corpo e na mente femininos. Mesmo assim, estrias, flacidez e seios caídos não são sinônimos de pós-parto. O corpo sofre, sim, por mudanças e pode ganhar estas características. Mas existem exercícios e tratamentos que ajudam a recuperar a autoestima e fazem as mulheres ficarem de bem com a balança de novo.
Prova disso são as mamães que não denunciam a maternidade pelo corpo, como a modelo Alessandra Ambrósio, a atriz Carolina Dieckmann e a apresentadora de TV Angélica. As três mamães exibiam formas perfeitas pouco tempo após o parto. O segredo é cuidar da alimentação, da mente, praticar esportes e conhecer formas de evitar que o corpo fique diferente para sempre.
Ocorrem várias alterações físicas e hormonais complexas no corpo, que vão desde o aparelho circulatório até os sistemas digestivo e urinário. O aumento das mamas e do abdome são perceptíveis logo após o terceiro mês, além de alterações na pele e nos cabelos.
A pele e o cabelo tendem a ficar oleosos, geralmente, no rosto. Distúrbios na pigmentação da pele, o chamado Cloasma, também pode ser característico da gravidez. A flacidez ainda pode permanecer incomodando por um tempo após o nascimento do bebê.
O ideal é que se faça um controle de peso durante a gestação para que não haja um aumento excessivo. Os exercícios físicos durante e depois da gravidez também ajudam.
Mas o esforço físico com alto impacto no primeiro trimestre de gestação deve ser evitado. As melhores atividades são aquelas sem impacto, em piscinas ou caminhadas, sempre com orientação profissional.
Cuidar da alimentação também é uma garantia de saúde para a mulher e o filho. Uma dieta balanceada, rica em frutas, verduras, líquidos, leite e derivados deve ser seguida.
Mas para as mulheres que não conseguem se controlar e encontram na cirurgia plástica a única solução. Mas cuidado, pois o tipo de cirurgia e o melhor momento para que o procedimento seja realizado, devem ser avaliados com cuidado pelo cirurgião especializado. Seguindo as dicas e mantendo alguns cuidados, é possível garantir beleza e tranquilidade.
Os que as mamães precisam lembrar é que é esse é um período passageiro, mas muito importante, que fazer exercícios e cuidar da alimentação é fundamental.
Infelizmente a diabete, além de ser uma doença crônica, também poder prejudicar bastante a gravidez, aumentando inclusive as chances de uma depressão pós-parto. Por isto se não controlada e detectada o quanto antes, as mulheres grávidas que tenham diabetes, podem transformar sua gravidez num grande risco.
Pesquisadores americanos, afirmam que além da depressão, a diabetes ainda pode trazer problemas ao bebê, tais como: excesso de peso ao nascer, prematuridade e cesariana.
É importante detectar a doença o quanto antes, para que seja controlada, e assim, diminuindo os problemas que ela pode causar durante a gravidez. Para isso, o médico costuma pedir alguns exames como glicose sanguínea e tolerância a glicose.
Existem inclusive no mercado alguns “Auto Teste” conhecidos como tiras de glicose, que são uma opção fácil e acessível no monitoramento dos níveis de glicose.
O teste é prático e rápido, feito através da urina, o resultado sai rapidamente. Após, aproximadamente 30 segundos da tira submetida à urina, é necessário comparar a cor com a escala de cores presente na embalagem. Por isto as tais tiras de glicose são uma maneira fácil de monitorar a glicose e podem ser achados nas melhores farmácias e drogarias do Brasil com um preço na faixa de: R$10.
Pois saiba de que a Ovodoação consiste em fertilizar óvulos de mulheres com idade inferior a 35 anos e tranferi-los para mulheres que apresentam falência ovariana, ou seja, não estão mais produzindo óvulos, ou ainda para mulheres com idade avançada, que tiveram diminuição do seu potencial de fertilização, e também para mulheres que são portadoras de gens determinantes de doenças severas.
Neste tipo de tratamento, óvulos de uma mulher doadora são fertilizados com o sêmen do marido da paciente (receptora), e os embriões formados são transferidos para o útero da receptora. Os óvulos da doadora são estimulados e recuperados utilizando técnicas de fertilização in vitro.
No Brasil, a ovodoação costuma ser compartilhada, ou seja, a doadora também necessita realizar fertilização in vitro, geralmente por fator masculino ou tubário, e doará metade dos seus óvulos para uma receptora. Este processo de doação é anônimo, não havendo conhecimento entre os casais.
As doadoras são selecionadas pelas clínicas de reprodução assistida e apresentarão idade inferior a 35 anos, semelhança física com a receptora, como cor de olhos e cabelos, cor de pele, estatura, bem como similaridade de tipo sanguíneo. Além disto, são realizadas triagens para infecções sexualmente transmissíveis, como hepatites, sífilis e presença de HIV.
Você faria este tipo de doação para ajudar outras mulheres a terem filhos? Você usaria deste tipo de doaçõ caso precisar?
Infelizmente 10% dos bebês de todo o mundo nascem antes de completar nove meses de gestação. Os dados são da Organização Mundial de Saúde. Apesar de parecer alto, o índice vem caindo.
No Brasil, novas tecnologias e tratamentos mais humanizados permitem que prematuros com menos de 23 semanas e pesando até meio quilo tenham mais chance de viver.
Segue abaixo um video com uma reportagem que mostra histórias emocionantes de quem experimentou este período difícil, mas que superou com ajuda desses avanços da medicina, que garantiram um final feliz para histórias que há algum tempo não tinham perspectiva.
Gostaria de falar aqui sobre um interessante documentário sobre o nascimento, que explora essa dimensão entre diferentes povos e culturas, chamado: “Le primier cri“, que se fossemos traduzir seria algo como “O Primeiro Grito”.
O filme estreiou na França em outubro de 2007 e mostra mulheres ao redor do mundo durante a gestação até o momento do parto.
Trata-se de um documentário produzido e distribuído pela “Walt Disney Studios Motion Pictures France” e realizado pelo francês Gilles de Maistre.
Esse filme mostra a realidade de algumas mulheres que, espalhadas pelos cinco continentes da terra, deram à luz no dia em que ocorreu um eclipse, justamente no dia 23/03/2006. Para todas elas, desde a indiazinha que vive no coração da Amazônia até a nômade “touareg” que vive no meio do nada, no deserto da Nigéria, passando, ainda, pela Índia, Estados Unidos, Japão e Europa (o foco foi a mãe francesa), o bebê se apresenta com uma linguagem única: o primeiro choro.
No sentido mais amplo, visto sob a ótica da antropologia, elas agem e comportam-se segundo costumes, tradições e cultura de seu povo, do seu habitat. Umas vivem em absoluto estado de pobreza ou em lugares inóspitos (na neve da Sibéria) e, outras, com mais recursos, decorrentes do desenvolvimento dos países onde vivem. E, mesmo assim, em que pese todas essas diferenças, elas têm em comum o momento que antecede o nascimento, sentem que o bebê está a caminho. Em todas elas a lei da natureza exerce toda a sua supremacia, que é instante de tornarem-se mães, de colocar um filho no mundo.
Mostra entre tantas grávidas a história de Vanessa, que é uma quebense que vive nos Estados Unidos numa comunidade ativista. Ela teve seus dois filhos (hoje Fenék tem 2 anos e LouLou 9 meses) dentro de casa, contando apenas com a ajuda do Mike (o pai). Pois então, o filme documenta a Vanessa durante o fim da gestação e o nascimento de Fenék.
Não sei quando vai sair no Brasil, mas não percam!
A trilha sonora ficou por conta de Sinead O´Connor e é maravilhosa. O site apenas em francês e inglês esta aqui. As fotografias são ótimas também. Mas tem o trailler para vocês terem uma idéia:
Aliás vocês sabem porque os bebés choram quando nascem?
Por que ao passar “brutalmente” de uma vida aquática para o ambiente da vida em terra, o recém-nascido ao chorar desbloqueia todos os seus alvéolos pulmonares e aumenta a pressão sanguínea nos pulmões para permitir que a respiração se inicie.
Este grito é o som que fazem as cordas vocais vibrando sob o efeito do ar que sai dos pulmões. Significa que o ar penetrou e abriu de repente todos os álveolos, até então nunca utilizados, através de uma forte inspiração.
O primeiro choro está associado ao corte do cordão umbilical, que assegurava até então o fornecimento de oxigénio ao bebé. Um corte precoce do cordão provoca uma entrada de oxigénio demasiado rápida e dá uma sensação ardente e dolorosa à primeira inspiração. Por isso é desejável esperar que o bebé faça os primeiros ciclos respiratórios antes de cortar o cordão.
Pode acontecer que o bebé não chore logo após o nascimento, pelo menos não de forma perceptível.
Dando continuidade ao assunto dos direitos das gestante, desta vez trago para este Blog o caso de uma servidora gestante que foi exonerada por justa causa pela prática de nepotismo, e por isto não tem direito a indenização.
Esse foi inclusive o entendimento da Justiça através da 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que, em decisão unânime, confirmou a exoneração de Maria Bernadete Demeneck do quadro de servidores da Prefeitura de Curitibanos, pela prática de nepotismo.
Os desembargadores ainda isentaram poder público de indenizá-la. O valor pedido correspondia aos vencimentos do cargo que ocupava desde a dispensa até cinco meses após o nascimento do filho.
Maria Bernadete ocupava cargo de confiança e foi exonerada quando a prefeitura firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, no qual a administração pública se comprometia a exonerar servidores com parentesco com o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais, no prazo de 60 dias.
Mais uma dica de livro desta semana sobre gravidez e maternidade. Desta vez um que acaba de ser lançado lá fora e já se tornou um bestseller.
Esta é a capa do novo livro da atriz Tori Spelling, do seriado Barrados no Baile, chamado: “Mommywood“. A atriz conta como é sua gravidez e vida com os filhos Liam, de dois ano, e Stella, de 7 meses.
A brasileira com os maiores peitos do mundo, Sheyla Almeida, está grávida de seis meses e já se diz arrependida de ter colocado prótese de silicone.
Pelo que foi divulgado ela terá que fazer uma cesariana no mês que vem por conta do peso, só de peitos ela tem (são “apenas” 4,5 kg em cada um).
Em novembro Sheyla tirou 1 litro de cada peito, mas não resolveu. “Não há espaço para a criança. Eu passo mais tempo em hospital e fazendo exame que outra coisa”, contou ela.
Imagina quando vai crescer mas com a gravidez? E para amamentar?
Atualmente Sheyla mora nos EUA e está arrependida de ter turbinado o seio. “Se arrependimento matasse, estaria morta”, disse.
Nada pior do que perder uma roupa por causa de uma mancha. Ainda mais se for uma roupa de grávida, até por que tem poucas opções no armário, e não dá para ficar sem esta com a mancha. Mas então o que fazer?
Por isto resolvi trazer este assunto para nosso Blog ds dicas da Zazou para as grávidas…
Outro dia estava assistindo o programa GNT Fashion, em que a Modelo e Apresentadora Mariana Weickert, conversou com uma especialista em tirar manchas, e passa no video abaixo várias dicas super úteis para você resolver este problema e não perder a roupa por causa da mancha:
Na semana passada aconteceu mais dois dias da campanha “Nossas Clientes São Nossas Melhores Modelos“, porém na sua edição Ponta de Estoque de Verão 2009, que aconteceu semana passada na loja BB Fermier Outlet, com a participação dos fotografos da Hype Fotografia.
Montamos um estúdio lá mesmo no espaço da BB Fermier e convidamos todas as clientes para virem fotografar gratuitamente conosco.
Foi o maior sucesso. Bastava agendar previamente e chegar na nossa ponta e escolher nas arraras entre tanta opção e variedade, uma roupa de grávida da Zazou que elas queriam fotografar.
Em breve vamos mostrar o resultado aqui neste Blog destas fotos, até para mostrar como estas clientes ficaram bonitas e elegantes vestidas de Zazou. E olha que eram todas peças que estavam a venda na ponta de estoque. Mais uma forma de mostrar de que tem muita coisa legal nas pontas da Zazou, e o melhor de tudo é com preços atraentes devidos a descontos de 70 a 80% em relação ao preço original e peças a partir de R$ 38.
Vejam só como ficou a Roberta com este vestido preto básico:
Segue abaixo algumas fotos do interior da sala da Ponta de Estoque da Zazou na BB Fermier Outlet, para vocês terem uma idéia do que vão encontrar em termos de quantidade e variedade de roupas para gestante:
Gostaria de agradecer as todas as clientes grávidas que participaram e toparam ser modelos da Zazou. Assim como também a BB Fermier que ofereceu o espaço e todo trabalho de agendar, receber e atender as grávidas que foram, e por fim logicamente os fotografos e produtora da Hype Fotografia que gentilmente fotografaram todas elas. Um sucesso. Gostamos bastante.
Trago abaixo um post de outro Blog da Mauricia Crisostomo que fala um pouco de uma Consultoria de Imagem em relação a Moda Gestante, com algumas dicas que acredito que possam ser do seu interesse:
“Uma época muito especial na vida da mulher são os nove meses de gestação. Tempo de transformações físicas.
Comprar roupas em tamanhos maiores não é a melhor solução para esta temporada. O melhor é comprar roupas adequadas para mamães, que têm a modelagem certa para as novas formas do corpo.
Você grávida, recentemente já deve ter aberto o seu armário e não saber que roupa vestir em alguma determinada ocasião. Durante a gravidez, a indecisão é ainda maior, porque a forma física muda e as peças preferidas passam a não servir mais. Que tal fazer uma revisão no seu guarda roupa e comprar novas roupas próprias para esta fase tão especial de sua vida?
Até pouco tempo atrás, viamos mulheres grávidas cometendo erros na hora de se vestir como:
1) Comprar roupas normais só que de numeração maior.
Estas peças não tem uma modelagem própria para as mudanças no corpo da grávida (Barriga, Busto, Cintura, etc) e assim acabam deixando tecido faltando ou sobrando, e logicamente sem caimento legal. Afinal, não foram desenhadas para o crescimento da barriga da grávida.
2) Usar as roupas do próprio marido
Por que usar um corte masculino em uma fase tão feminina?
Ou em muitos casos usar também roupas de amigas que já tinham ficado grávidas e emprestado algumas roupas usadas (lembrem de que não necessariamente tem o mesmo corpo ou gosto).
3) Usar somente os costumeiros modelos de macacão para gestante
Ou com babados, ou em apenas cores pasteis e cheios de detalhes já fora da moda, passando bem longe das tendências atuais da moda, uma vez que as opções disponíveis eram poucas, caras e tradicionalmente careta.
Felizmente isto mudou! E não há mais razão para estes tipos de erro…
Hoje em dia, as mulheres grávidas não abrem mão de continuar a se vestir bem durante sua gravidez, inclusive por que trabalham normalmente até o final da sua gestação, e com isto precisam estar bem arrumadas e apresentadas, seja para suas rotinas profissionais no trabalho ou seja mesmo para o lazer e o dia a dia da casa. Querem sim continuar a sair bem vestidas, estarem elegantes e sexy, seja para um simples cinema, seja para ir na academia, ou mesmo ir a uma festa chique de casamento com o marido, sem ter que dar a desculpa que não vai poder a nenhum deles por que não tem nada legal para se vestir para esta ocasião.
Para as grávidas, o importante é continuar se vestindo com as roupas da estação, que fiquem confortáveis e charmosas. A roupa pode dar ilusão de que não engordaram muito e isso costuma ser o objetivo nesta fase.
Roupa apertada: Não use roupa apertada ou que lhe prenda os movimentos, tal como cintos apertados ou meias com faixas elásticas apertadas. Procure usar meias e collants para gestantes, uma vez que não deverá ter nada a apertar-lhe a barriga nem a dificultar sua circulação sanguínea.”
Ficou legal, não? Tirou as palavras da minha boca. Mas bom sempre ler isto de uma fonte independente e que conhece do assunto!
Podem ver o post com algumas fotos que ilustram seu conteúdo no seguinte link abaixo:
Segue abaixo para sua informação os 10 mandamentos alimentares de uma grávida que quer ficar em boa forma e com saúde.
São dicas úteis e práticas de um obstetra, duas nutricionistas e uma nutróloga, que revelam o que não pode faltar no seu prato para garantir nove meses de bem estar:
1) Proteínas já!
Assim que a gravidez é confirmada, prescrevo uma dieta à base de leite, ovos quentes, coalhadas, queijo fresco, carnes magras, peixe, frango, fígado, verdura e legumes, afinal a carne, os músculos e ossos do bebê necessitam de proteína para se formarem. Bpom ressaltar que o nutriente também é muito importante no terceiro trimestre de gestação, a fase de ganho de peso do seu filho. Vale lembrar que o queijo de leite fresco não pasteurizado é a melhor opção por afastar o risco de brucelose, doença crônica causada por laticínios contaminados por bactérias.
2) Coma para dois e não por dois
Bom advertir de que não se deve dobrar a quantidade de alimento, mas sim garantir o aporte de nutrientes necessários para o desenvolvimento do feto. A gestante precisa de 1/6 a mais de calorias do que antes da gravidez. Se ela ingerir o dobro, vai ganhar peso demais. Portanto capriche nos legumes, verduras, cereais, carnes magras e faça refeições bem variadas, para garantir tudo o que vocês dois necessitam.
3) Esqueça o cafezinho
Café, chá preto, refrigerante de cola e alguns achocolatados (todos ricos em cafeína) dificultam a absorção do cálcio pelo organismo, além de estimularem o sistema nervoso central. Embora a toxicidade da cafeína não tenha ainda sido estabelecida para o feto, sabe-se que ela atravessa a placenta e por isso pode ser prejudicial.
4) Consuma (mais) cálcio
O mineral também é necessário para a formação de ossos e dentes do bebê, além de indispensável para o bom funcionamento do organismo materno. A cota diária recomendada durante a gravidez é 1200 mg por dia, o que equivale a três ou quatro porções. As fontes? Leite e derivados, sardinhas com osso, suco de laranja e vegetais verde escuros, que são os que contêm cálcio na melhor forma de aproveitamento pelo organismo. A gestante também pode reforçar a ingestão aproveitando as cascas dos ovos. Basta lavá-las em água corrente, assá-las no forno, triturá-las e polvilhar este pó na comida.
5) Peça peixe no terceiro mês
Principalmente salmão! Rico em ômega-3, o peixe vai deixar o bebê mais inteligente. É nesta fase que o sistema neurológico do pequeno está sendo formado e estudos recentes apontaram a ligação entre o nutriente e o cérebro infantil.
6) Não pule refeições
As calorias devem ser divididas por cinco ou seis refeições diárias, pois a digestão será facilitada, o intestino funcionará regularmente e os nutrientes serão bem aproveitados. Dessa forma, o metabolismo também é estimulado e a sobrecarga de energia com maior depósito de gordura é evitada. Caso você sinta enjoos matinais e pretenda pular o café da manhã, não faça isso! Ao acordar, é normal haver queda de pressão, já que a grávida passou a noite sem comer. Então, ela precisa se alimentar para equilibrar este quadro. Caso ela sinta enjoos, deve tomar um remédio indicado pelo seu médico, mastigar algumas bolachas salgadas (tipo água e sal) e permanecer deitada por cerca de 20 minutos. Logo ela poderá levantar e fazer o desjejum normalmente.
7) Prepare alimentos grelhados e assados
Afinal, as frituras devem ficar longe do cardápio para evitar o ganho exagerado de peso e as carnes cruas estão fora de questão. Os especialistas concordam que carpaccio, quibe cru, sushi, sashimi e similares proporcionam risco de intoxicação, amebíase, verminoses, salmonela… Risque do cardápio.
8) Deixe o saleiro longe
O sal provoca retenção de líquidos, o que a deixará inchada. No terceiro trimestre, o controle deve ser mais rigoroso para afastar o perigo da pré-eclâmpsia, a temida hipertensão na gravidez.
9) Fique de olho no açúcar também
O segredo para manter uma gravidez saudável é manter o equilíbrio, logo, controle o impulso de ter desejos por sorvete, bolos, chocolates e doces a toda hora. As guloseimas são ricas em gordura, que são difíceis de digerir e fermentam. E se você utiliza adoçantes, prefira os naturais, à base de estévia e sucralose. Os artificiais, como aspartame, ciclamato e sacarina podem causar má formação fetal.
10) Beba pelo menos dois litros de água por dia e nem uma gota de álcool
A água coloca o intestino para funcionar, melhora a circulação e contribui na produção de leitet. Mas bom lembrar de que não é aconselhável a ingestão de líquido durante as refeições e você não pode esperar sentir sede, pois se beber muita água de uma só vez, sobrecarregará os seus rins. Quanto aos drinques, os especialistas são unânimes: o álcool pode afetar o desenvolvimento do bebê, então brinde a alegria de ser mãe com suco de frutas sem açúcar!
E tenha uma gravidez saudável e feliz de bem com a vida e seu corpo!
O assunto gravidez não para nesta edição do BBB9, principalmente depois dos teste de Gravidez feito e que deram negativo.
Desta vez as “Sisters” colocam almofadas na barriga e simulam como seria a gravidez. E você já brincou alguma vez na vida de estar grávida fazendo o mesmo?
Vejam só o vídeo:
O que ficou faltando eram elas estarem vestindo roupa própria para grávida, com uma modelagem especial para as mudanças no seu corpo, assim os vestidos delas, não iam ficar levantando e mais curtos na frente e longo atrás. Perfeito mesmo se elas estivessem se vestindo de Zazou, aí iam ficar elegantes e confortáveis…
Na Ingaterra o dia das mães é comemorado agora, e o site MSN local fez uma recente pesquisa para saber quem é a “mamãe mais sexy” atualmente?
Sabem quem ganhou?
A atriz Angelina Jolie, que tem três filhos adotados (Maddox, Zahara e Pax) e três biológicos (Shiloh, Knox e Vivienne), levou 29% dos votos dos internautas ingleses.
Ficou à frente de duas outras estrelas de Hollywood, Reese Witherspoon (mãe de Deacon e Ava) e Halle Berry (que recentemente deu à luz a pequena Nahla). Ambas empataram em segundo lugar.
O ranking ficou assim:
1) Angelina Jolie
2) Halle Berry e Reese Witherspoon
3) Kate Winslet
4) Jennifer Garner
5) Katie Holmes
6) Gwyneth Paltrow
7) Cate Blanchett
E você concorda?
Se fossemos fazer um ranking de belas mães brasileiras, quem você acha que deveria estar presente? E se fosse um ranking das grávidas?
A medicina esta cada vez mais avançada, e já consegue tratar de doenças e problemas, mesmo antes do bebê nascer, ainda na barriga da mãe.
Pois este é o assunto que trago para este Blog para lhe informar de um destes últimos avanços, que acontece na Clinica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), aonde uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga.
O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.
Legal não?
Infelizmente a obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos. Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior. Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros.“Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia.
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, infelizmente para estas ainda não há tratamento.
Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. São resultados promissores, A técnica já é adotada em alguns centros médicos dos Estados e Unidos e Inglaterra, e começa a ser introduzida no Brasi.
Bom ver o Brasil assim na ponta da medicina!
De acordo com Ruano, os riscos para a mãe durante a citoscopia são mínimos. Não é uma cirurgia de barriga aberta, como acontece em procedimentos semelhantes nos Estados Unidos. A agulha é introduzida através de punção, um método minimamente invasivo para a paciente.
Em relação ao feto, a técnica reduz as possibilidades de sangramento da placenta, de prematuridade e de ruptura prematura das membranas ovulares. A obstrução da bexiga é identificada com um ultra-som morfológico de rotina, durante o pré-natal da paciente. A citoscopia pode ser feita em centros especializados, com todos os cuidados de assepsia necessários.
As agulhas utilizadas na citoscopia fetal, por onde são introduzidos o endoscópio e o laser, foram desenvolvidas pelo próprio médico. Os instrumentos tiveram sua patente registrada por meio da Agência USP de Inovação.
Como havia comentado aqui quem esteve fazendo compras na Zazou recentemente foi a cantora Luciana Mello, grávida de 5 meses, e seu marido o fotografo Ike Levy, que por sinal já fotografou um dos nossos catalogos de inverno da Zazou.
Em uma destas visitas a Revista Caras cobriu o pré-lançamento da nova coleção de outono inverno 2009, cujas primeiras peças já chegaram na loja da Zazou, e fez uma matéria que esta na revista desta semana (Edição 802), que diz:
“No sexto mês de gravidez e com agenda de shows ainda ativa, Luciana Mello (30) não deixa o estilo de lado. Para montar looks que se adaptem à barriguinha e não fujam de seu estilo despojado, a cantora, que espera uma menina, passou a tarde fazendo compras na Zazou, em São Paulo.
“Sou muito alta, aos quatro meses de gravidez nada mais cabia, não uso nada apertado e quero peças que possa usar a vida toda”, conta ela.
Mamãe de primeira viagem, ela tem no marido, o fotógrafo Ike Levy (33), um companheiro desde as compras até as consultas médicas. “É muito legal acompanhar o desenvolvimento do bebê, o ultrassom tem muito mais precisão hoje em dia”, elogia Ike. “A tecnologia avançada ajuda em todos os aspectos. Quero parto normal, é melhor para o bebê e para a mãe. Essa menina será muito amada. Meus pais e os do Ike foram grandiosos em nossa criação, passei a entendê-los melhor”, comenta a doce Luciana.”
Para acessar a matéria completa fica a dica do link do site da Caras em:
Gostaria de passar uma dica de um video com vários depoimentos de grávidas sobre a alimentação durante a sua gestação, que foi exibido no programa Mulheres da Gazeta:
Trago abaixo para sua informação uma matéria da Revista Pais e Filhos, escrita pela Pediatra Dra. Renata Dejtiar Waksman, que é Vice-presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo e Coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da SPSP, além de ser Pediatra do Departamento Materno-Infantil do Hospital Israelita Albert Einstein.
Muitas mulheres mudam significativamente seu estilo de vida quando estão grávidas, a fim de assegurarem a saúde de seu bebê. Entretanto, algumas gestantes recusam-se a usar cintos de segurança, porque pensam que em uma colisão ele poderá machucá-las e ao seu filho.
Mas sabemos de que o cinto de segurança é, comprovadamente, a melhor proteção para o binômio mãe-filho!
Por isto mesmo segue abaixo algumas recomendações básicas e dicas úteis para as gestante que dirigem:
1) Se é inevitável dirigir, peça orientação aos obstetra para a atenuar os riscos. Tenha uma direção defensiva.
2) A responsabilidade como condutora de veículos e obediência às leis do tráfego são idênticas em gestantes e não gestantes. Respeite as leis!
3) Deverá usar sempre o cinto de segurança tipo três pontos, mantendo a faixa sub-abdominal tão baixa e ajustada quanto possível. Existem produtos que ajudam a fazer este ajuste. Compre um.
3) A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas, nunca sobre o útero. Mais uma vez existem produtos em lojas especializadas que fazem isto.
4) Quando dirigir, deve afastar o seu banco para trás, o mais longe possível da direção sem comprometer a segurança. A distância entre o abdome e o volante deve ter, no mínimo, 15 cm.
5) Quando possível, se seu carro permitir isto, deve inclinar a direção para cima ou para longe do abdome.
6) Não há estudos conclusivos se o air-bag é perigoso para a gestante.
7) Qualquer desconforto poderá afetar o bom desempenho na direção do veículo.
8) Tonturas, inchaços, inflamação, dor, alterações da pressão arterial (subida ou queda), assim como aumento do volume do abdome podem impedi-la temporariamente de dirigir.
9) A gestante deve ter cuidado com as medicações ingeridas, dirigir enquanto estiver bem e parar caso sinta qualquer desconforto ou mal estar e evitar longas distâncias, jejum, calor ou frio excessivo e estradas ruins.
Segue abaixo alguns casos em que a gestante não deve dirigir de acordo com o período de gestação que esta:
A) Nos 1º e 2º trimestres da gravidez:
1) Após longos períodos de jejum, devido ao risco de hipoglicemia (tontura, desatenção, sonolência e desmaio)
2) Em época de calor forte que pode diminuir a pressão.
3) Se ocorrer inchaço importante das pernas, impossibilitando o uso de calçados fixos – é melhor dirigir descalça do que com calçado que saia do pé.
4) Intercorrências como: náuseas, vômitos, câimbras e ameaça de abortamento.
B) No 3º Trimestre da gravidez:
1) 36ª semana em diante, devido a proximidade do abdome com a direção. Pois uma colisão com choque frontal há risco de descolamento prematuro de placenta, rotura uterina, parto prematuro, hemorragia feto-materna, e até morte do feto e da mãe.
2) O ideal é ser conduzida no assento traseiro, com o uso obrigatório do cinto de 3 pontos
Por fim saiba que:
1) O trauma é a causa de morte mais importante de etiologia não obstétrica na grávida (cerca de 22%).
2) A incidência de trauma em gestantes é estimada em 6 a 7%.
3) A mortalidade do feto é alta, atingindo cifras de 70%.
4) Falta do cinto: ocorre compressão do abdome pela direção, rotura uterina e morte fetal.
5) Mais da metade dos acidentes ocorre no último trimestre - a mulher, sustentando um útero volumoso, perde muito da sua agilidade física, além de apresentar uma sobrecarga psicológica decorrente da ansiedade natural pela proximidade do parto, afetando seu julgamento frente a situações de perigo iminente.
Infelizmente muitos bebês nascem com problemas, mas isto não pode impedi-los de ter uma vida normal. Ontem vi no Jornal Nascional da Globo uma matéria que achei importante trazer para este Blog.
Trata-se da história da menina gaucha Clara Piantá de 1 ano, que é portadora da síndrome de Down, e começou a frequentar uma escola regular em Porto Alegre. Esta é a parte boa, mas a ruim é que o caminho que a família trilhou até conseguir a vaga é parte da polêmica que envolve o atendimento a crianças especiais. O primeiro colégio procurado pelos pais de Clara disse que não atenderia a menina.
“É um abandono, um desamparo, uma indignação, uma tristeza, uma impotência. Se estão nos dizendo não agora, que ela tem um ano, o que dirão depois”, diz a mãe Marília Piantá.
A legislação prevê que crianças com síndrome de Down estudem em escolas regulares, mas muitas instituições particulares entendem que não são obrigadas a receber estes alunos. É o caso do colégio que negou a matrícula a Clara. Mesmo atendendo outros alunos com necessidades especiais, a direção alega que não está preparada para acolher estudantes com síndrome de Down.
“Isso não quer dizer que futuramente não vamos receber crianças nessas condições, mas no momento não podemos aceitá-la porque não temos a estrutura adequada em termos profissionais”, diz o irmão Celso Schneider, vice-diretor acadêmico do colégio.
Para o Ministério da Educação (MEC), a adaptação deve ser feita com o aluno especial já dentro da escola. “A escola não pode deixar de efetivar a matrícula. Ela deve buscar os recursos necessários. A família tem direito de buscar esse acesso e pode recorrer ao Ministério Público caso seja negado o direito à educação do seu filho”, diz Claudia Pereira Dutra, Secretária de Educação Especial do MEC.
No Brasil, mais da metade dos alunos especiais está matriculada em cursos regulares. Mas faltam vagas nas escolas particulares: só no colégio da Clara a lista de espera é de 78 crianças e adolescentes.
Outra história bonita é da Florença Sanfelice, que também com síndrome de down, enfrentou e venceu essas dificuldades. Há três anos passou no vestibular de fisioterapia, mas descobriu que gosta mesmo é das artes. Aos 26 anos, decidiu fazer faculdade de dança. “É preciso estudar muito e não desistir”, diz.
O Sindicato das Escolas Particulares do Rio Grande do Sul recomenda a inclusão de alunos especiais, mas alega que nem todas as instituições estão preparadas e que a legislação não obriga as escolas a receber alunos com síndrome de Down. Segundo a lei número 7.853, a recusa das escolas em matricular alunos especiais, sem justa causa, é crime. A definição e o que é ou não justa causa cabe à Justiça, que decide se a matrícula deverá ou não ser aceita.
Trago para este Blog mais uma destas históricas curiosas sobre gravidez e parto que acontece com mais frequência que imaginamos, mas não deixa de nos supreender…
Desta vez de uma mulher que deu à luz em pleno vôo e abandona bebê no avião na Nova Zelândia!
E o mais incrível é que nem a tripulação, e nem os passageiros, perceberam parto na aeronave….
Já pensou?
Uma mulher deu à luz em um voo da companhia Pacific Blue entre Apia (Samoa) e Auckland (Nova Zelândia), e abandonou no avião o recém-nascido, que acabou sendo encontrado por outros passageiros na hora do desembarque, informou um porta-voz do aeroporto neozelandês.
A polícia, que não informou o sexo do bebê nem a identidade da mãe, investiga o caso, conforme noticiou a agência neo-zelandesa “NZPA”. As autoridades locais encontraram a mãe minutos depois da aterrissagem e a levaram junto ao filho a um hospital, onde ambos se encontram bem.
A polícia questiona como pode ser possível que a tripulação e os demais passageiros não tenham percebido o parto e abriu uma investigação para determinar as circunstâncias do ocorrido.
Desta vez trago outro video da Amniocentese com animação do Dr. Hermes Prado Jr, que desta vez narra com uma didática animação digital de sua autoria este importante procedimento médico onde amostra do líquido amniótico é retirada com seringa e agulha para posterior análise laboratorial.
Todo o procedimento é orientado pela visão das imagens ultra-sonográficas em monitor acompanhado pelo médico que realiza o procedimento com o intuito de localizar com precisão a estrutura-alvo e, sobretudo, ampliar a segurança do procedimento, evitando-se lesão de órgãos adjacentes ou do próprio feto.
Se respondeu afirmativamente a ambas as questões, saiba que a decisão de deixar de fumar deve acompanhar o seu planeamento de se vir a tornar mãe.
Conheça abaixo um pouco mais dos riscos que o tabaco pode provocar na gravidez e pense duas vezes antes de optar por continuar a fumar.
Tem a certeza que quer arriscar a sua saúde e a do bebê?
Saiba então que estudos realizados recentemente não deixam margem para dúvidas. Infelizmente as mulheres estão fumando cada vez mais, ao contrário dos homens, e começam a fumar cada vez mais jovens.
As consequências desta realidade serão visíveis daqui a 20 ou 30 anos. A tendência é para que se registe um aumento das doenças relacionadas com o fumo, o que irá acarretar graves problemas de saúde nas mulheres e no sistema de saúde.
Talvez por isso, este ano, o Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado no próximo dia 31 de Maio, tenha como foco principal, os jovens. “Juventude livre de tabaco” é o tema principal deste dia, e expressa bem a preocupação da Organização Mundial de Saúde (OMS) em estabelecer estratégias de ação para enfrentar este problema de saúde pública.
Todos nós sabemos que o tabaco e a gravidez não constituem a combinação perfeita. Os riscos são mais do que conhecidos.
Está provado que o tabaco provoca danos muito significativos, nomeadamente, no que diz respeito à incidência de abortos espontâneos, partos pré-termo e a inúmeras complicações durante o parto, desde hemorragias, descolamento da placenta, ruptura prematura de membranas, entre outros. Por outro lado, os bebés de mães fumadoras nascem com bastante menos peso.
Sem falar ainda da maior frequência de síndrome de morte súbita infantil que ocorre em recém-nascidos. Há muitas complicações antes e durante o parto que devem justificar a decisão de deixar de fumar. A vontade de deixar o tabaco deve ser prolongada no tempo. O problema é que as grávidas que deixam de fumar colocam o problema como temporário.
Se este pensando engravidar, deve parar logo com este seu vício de fumar, mas levando essa decisão para o longo prazo.
Saiba que todas as substâncias do tabaco passam através do leite materno, o que significa que as mães não devem fumar durante o período em que estão a dando de mamar. Se está grávida e pensa que fumar dois a três cigarros não tem mal nem prejudica tanto a sua saúde e a do seu futuro filho, saiba que “fumar menos cigarros faz tanto mal como fumar muito”.
Na verdade, a nicotina é uma substância que apresenta inúmeros problemas vasculares e ao nível da placenta. Se a mãe continua a fumar, o bebé também fuma indiretamente, e o mesmo se passa quando nos referimos à exposição ao fumo passivo. Mesmo na situação em que a mãe não é fumadora ativa, há estudos que mostram que os constituintes do tabaco dos fumantes ao seu redor passam pelo cordão umbilical e são prejudiciais ao bebê.
O ideal é que a grávida esteja num ambiente completamente seguro e sem fumo. Seria exemplar se o marido deixasse também de fumar, porque ambos vão ter um bebê em casa e o seu ambiente deve ser o mais seguro possível. O bebê é completamente indefeso e deve ser protegido.
Infelizmente só 30% das mulheres que tentam deixar de fumar é que conseguem efetivamente. A maior parte reduz o número de cigarros e há um grupo que deixa de fumar mais tardiamente. As percentagens não ficam por aqui, pois sabe-se que infelizmente cerca de 80% das mulheres recaem depois do parto e 70% nas primeiras seis semanas.
Por isto se estão na fase de amamentação, tomem este cuidado de aguentar mais algum tempo, porque sabemos deste efeito nocivo que o tabaco tem ao passar através do leite materno para o bebê.
Para estimular que parem, segue abaixo alguns dos vários riscos associados ao tabaco na gravidez:
1) Infertilidade, pois o tabaco reduz os níveis de estrogénio;
2) Menopausa precoce, anomalias menstruais;
3) A pílula associa-se a uma maior ocorrência de tromboses. As mulheres que tomam a pílula, não devem fumar. A pílula e o tabaco “conjugam” muito mal;
4) Os bebés sofrem as consequências do fumo passivo. Sabe-se também que os jovens que fumam, regra geral, são filhos de pais fumadores. O modelo de base familiar é muito importante;
5) Estética: na verdade, as mulheres que fumam têm mais rugas, a pele mais escura, já para não falar dos dentes e dedos amarelos.
Mulheres que estavam grávidas entre agosto e dezembro, quando ocorreu a Campanha Nacional de Vacinação contra a Rubéola, devem ir aos postos de saúde se imunizar contra a doença.
O alerta é do Ministério da Saúde, que terá apoio da cantora Claudia Leitte para convocar as mulheres.
O objetivo é eliminar do Brasil a Síndrome da Rubéola Congênita, mal que pode ser transmitido da gestante para o feto, causando má formação, cegueira, surdez e até o aborto. A vacinação é contraindicada para grávidas.
Durante 20 semanas, o Brasil realizou a maior campanha de vacinação do mundo e imunizou 67 milhões de brasileiros. Eles ajudaram o País a conquistar, neste mês, certificado da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) atestando o sucesso da campanha. O Brasil atingiu a meta de 95,79% da população alvo vacinada. Após um ano de acompanhamento, o País poderá receber o certificado da Organização Mundial de Saúde por ter conseguido eliminar a circulação do vírus.
O ministério faz um apelo para que os homens que ainda não foram imunizados também procurem postos de saúde. “Para quem não se vacinou, o recado é ir a um dos postos de vacinação. E isso também vale para quem estava grávida na época da campanha, assim como eu”, diz Claudia.
O homens foram o foco da campanha de vacinação contra a rubéola. Segundo o ministério, dos 8.684 casos da doença confirmados no País em 2007, 70% ocorreram em homens. Mas, apesar disso, foram vacinadas mais mulheres: 34,8 milhões contra os 32,4 milhões de homens que não tiveram medo da agulha.
Muitas mulheres que estão tentando engravidar tem a mesma dúvida: Será que existe posições sexuais mais eficientes que outras para engravidar?
Seguem abaixo então algumas dicas e informações que podem lhe ser úteis:
Infelizmente, nunca foram realizados estudos científicos nessa área. Foram registradas, no entanto, imagens de ressonância magnética de casais mantendo relações sexuais em diversas posições, o que esclareceu um pouco o que acontece dentro do corpo da mulher na hora do sexo.
Se formos nos guiar pelo bom senso, a posição “papai-e-mamãe” (com o homem por cima) seria a mais indicada, porque permite uma penetração mais profunda, colocando os espermatozóides mais perto da abertura do colo do útero. Há outras posições que poderiam aumentar as chances de engravidar (ou, no mínimo, combater o tédio na vida sexual), como a penetração vaginal por trás, com a mulher deitada de lado ou de quatro (”cachorrinho”). Nesse tipo de posição, os espermatozóides também são depositados perto do colo uterino.
As imagens de ressonância magnética confirmaram que a extremidade do pênis chega até o espaço entre o colo do útero e as paredes da vagina nessas posições. A posição papai-e-mamãe garante que o pênis alcance o espaço diante do colo uterino (o chamado fundo de saco anterior), e a penetração vaginal por trás faz com que a ponta do pênis chegue ao fundo de saco posterior. Isso quer dizer que as ainda limitadas indicações científicas corroboram as conclusões muitas vezes intuitivas.
Mas então por outro lado quais seriam as posições menos favoráveis à concepção?
Há especialistas que afirmam que as relações sexuais em que os parceiros estejam sentados, de pé ou com a mulher por cima são menos favoráveis à concepção, por causa da força da gravidade, que dificultaria o avanço dos espermatozóides útero acima. Mas é óbvio que muita gente engravida com esse tipo de relação sexual, portanto não vale a pena descartar uma posição de que o casal goste só por esse motivo, a não ser que comecem a surgir dificuldades para engravidar.
Outra dúvida que é comum é se o orgasmo é imprescindível para que a mulher engravide?
Para o homem, o orgasmo é “quase” imprescindível, já que é preciso haver alguma ejaculação. O quase acontece por que a concepção pode acontecer mesmo sem o orgasmo masculino, porque pode haver pequenas saídas de sêmen antes do orgasmo. Para a mulher, recentes indícios mostraram que o orgasmo pode favorecer a concepção, porque as contrações que acompanham o ápice da relação sexual talvez ajudem a levar os espermatozóides para dentro do útero e das tubas uterinas (isso, é claro, se a mulher tiver orgasmo ao mesmo tempo que o homem ou depois da ejaculação).
É preciso ter em mente, no entanto, que o orgasmo não é de maneira nenhuma imprescindível para que a mulher engravide.
Aí tem aquela dúvida comum de quem gostaria de escolher ou pelo menos aumentar a probabilidade de ter um determinado sexo do bebê: Existem posições mais favoráveis para fazer menino ou menina?
Não existe nada cientificamente confirmado, apenas lendas e folclore. Segundo uma dessas simpatias, se a mulher estiver por cima, engravidará de uma menina. Você pode até tentar, mas pergunte a algumas amigas (bem íntimas) que tenham filhos e você vai ver como a regra não é garantia nenhuma!
Outra pergunta comum das tentantes é se deve ficar deitada depois do sexo para ajudar na concepção?
Certos especialistas defendem que é positivo ficar meia hora na cama, sem se levantar, depois da relação sexual, para aumentar as chances de engravidar. Eles recomendam que a mulher fique deitada de barriga para cima, de preferência com um travesseiro debaixo do quadril e com as pernas flexionadas. Em tese, isso ajudaria os espermatozóides a subir útero acima em direção às trompas, já que eles não teriam que lutar contra a gravidade.
Estudos recentes, porém, mostram que os espermatozóides saudáveis levam menos de dois minutos para alcançar as trompas, por isso, se não der para ficar meia hora deitada, alguns minutos já devem ser suficientes para dar uma mão no processo (se é que o “incentivo” aos espermatozóides realmente funciona).
Há mulheres que têm propensão a infecções urinárias e são orientadas a fazer xixi logo depois da relação sexual. Se esse for o seu caso, é melhor continuar seguindo a recomendação médica.
Outro truque que algumas mulheres arriscam é deixar as pernas para cima, em posição de “vela”, com o quadril elevado, apoiado pelas mãos, alguns minutos depois do sexo. Se você for atlética, não custa tentar, mas não vá despencar da cama!
Gostaria de abordar aqui neste nosso Blog outro assunto que sempre desperta interesse nas grávidas que são as massagens própria para a gravidez.
Mas quais as vantagens então para uma grávida fazer massagem?
A prática da massagem durante a gravidez atua em muitos níveis, trabalhando as articulações, a musculatura, a pele e o tônus corporal de forma suave e adaptada a este período tão especial.
Por isto além de fortalecer o corpo e prepará-lo para o parto, a massagem também relaxa, minimiza os desconfortos, atua diretamente no sistema nervoso e contribui para se alcançar estados meditativos e contemplativos de consciência que estreitam os laços mãe/filho e permitem a gestante vivenciar uma gravidez prazerosa e saudável.
A aplicação da massagem para gestantes deve ser feita de forma cuidadosa, atenta para suas necessidades especiais e limitações. Alguns movimentos, manobras e tipos de toque são específicos para cada período da gravidez e há diversas técnicas para as futuras mamães se beneficiarem. O estilo e a intensidade do toque de massagem podem variar muito e também influenciar seus efeitos.
Mas quais os tipos de massagens recomendados para uma grávida?
Massagem Thai Yoga, Aromaterapia, Massagem Ayurvédica, Reflexologia, Calatonia, Shiatsu, Tui Na, Drenagem Linfática são indicadas desde que aplicadas por profissionais terapeutas especializados em gestantes e cuidados pós parto.
Em geral a massagem pode ser feita tranquilamente em uma gravidez normal e em mulheres de todas as idades. Algumas contra-indicações devem ser observadas como gravidez de risco ou hipertensão, nestes casos o médico deve ser consultado.
Procure ser tocada de forma acalentadora e carinhosa com freqüência, durante toda a gestação. Toques suaves e gentis, fricções com óleo nas pernas, costas, braços e barriga são liberados e podem ser feitos por maridos, companheiros, familiares e amigos, ou até mesmo na forma de auto-massagem.
Segundo a medicina ayurvédica, a auto massagem diária é um dos grandes componente promotores de saúde. Apenas alguns minutos diários poderão se transformar em momentos de prazer e contato amoroso consigo mesma e com seu filho no ventre.
A pele é nosso maior órgão de sentido e muito está relacionada a nossa saúde. A superfície da pele é composta de milhares de receptores nervosos que transmitem os impulsos e sensações que absorvemos por eles para todo o corpo e mente. Ser tocado de forma terapêutica ou amorosa libera substancias químicas de efeitos relaxantes e curativos. Quando tocados e acariciados desta forma, nosso nível de estresse diminui, a circulação melhora e as moléculas naturais do prazer se realçam, viajando através da corrente sanguínea da mãe e do bebê.
Ser massageado é sempre uma boa experiência, quer esteja grávida ou não. Especialmente durante a gravidez a massagem ajuda na manutenção do corpo e fortalece o sistema imunológico, mulheres grávidas que recebem massagem dormem melhor, sofrem menos ansiedade e depressão e também apresentam menos complicações no trabalho de parto.
A massagem tem um papel significativo na preparação da futura mamãe, pois a experiência do contato corporal durante a gestação, o trabalho de parto e após o nascimento do bebê ajudam-na a tocar com mais eficiência e transmitir carinho, conforto e segurança a seu filho.
A massagem durante a gravidez não substitui o cuidado pré-natal, porém contribui com os seguintes benefícios:
1) Reduz stress e promove relaxamento profundo.
2) Propicia, com o toque acolhedor, suporte emocional e conforto.
3) Reduz e alivia dores nas articulações, pescoço e costas causadas pelas alterações na postura, fraqueza muscular, tensões e ganho de peso.
4) Atua diretamente sobre o sistema nervoso melhorando o sono e a digestão.
5) Melhora a circulação sanguínea e estimula o sistema linfático
6) Ajuda a manter a elasticidade da pele.
7) Promove consciência corporal e relaxamento necessários para um parto ativo.
Gostaria então de indicar uma especialista no assunto. Trata-se da Marjorie Sá, que é Professora e Terapeuta Corporal de gestantes e bebê. Podem obter mais informações dela e deste tema no site: http://www.divinasmaes.com.br ou entrar entrar em contato com ela para agendar massagens e cursios pelo email: marjoriesa@yahoo.com.br ou telefone: (11) 8609-4841.
Uma doença infecciosa causada por um vírus e de transmissão respiratória, a rubéola preocupa médicos e gestantes, principalmente a do tipo congênita. Isso porque a infecção causada pelo vírus no início da gestação traz um risco maior para o feto, justamente na fase em que se formam os órgãos.
Trago então para sua informação a dica de um videocast da Folha Online do caderno “Mais Saúde” que fala exatamente sobre Rubéola, com um depoimento do infectologista Paulo Olzon, que dá várias dicas úteis sobre a rubéola, que é benigna e tem a prevenção de vacina.
Ele nos conta de que as lesões acontecem normalmente no coração da criança, e são na maioria das vezes, as principais conseqüências da doença. Já os sintomas da doença são: lesões avermelhadas na pele, dor de garganta, febre, dores nas juntas e, principalmente, aparecimento de gânglios na região do pescoço (atrás da orelha e na nuca). Por isto se tiver algo parecido procure logo seu médico.
O infectologista ainda explica que outras doenças virais podem ser confundidas com a rubéola por também aumentar os gânglios, mas não na mesma área do corpo.
Voltando a falar sobre direitos das gestantes, desta vez trago para este Blog um caso de uma grávida mineira com mais de dois meses, quando infelizmente a empresa em que trabalhava fechou sua filial localizada na cidade de Governador Valadares, aonde ela trabalhava.
Eles apenas ofereceram uma proposta de transferência para a agência localizada na Capital, sem qualquer outra opção, sendo que possui filial em Ipatinga, localidade mais próxima da cidade onde ela trabalhava.
Lembrando de que o parágrafo 2º do artigo 469 da CLT garante ao empregador o direito de transferir seus empregados para localidade diversa da constante do contrato de trabalho, no caso de extinção do estabelecimento.
Entretanto, esse direito deve ser exercido dentro de parâmetros razoáveis e não de forma abusiva, cabendo ao empregador oferecer a transferência para localidade mais próxima daquela em que se situava o estabelecimento extinto, de forma a causar o menor transtorno possível para o empregado.
A transferência do local da prestação de serviços (inclusive com mudança de domicílio) assume característica de verdadeira condição contratual, com prejuízo inequívoco para o trabalhador, em esfera patrimonial, social e familiar.
Uma juíza do TRT-MG deu ganho de causa para a grávida, e condenou uma empresa ao pagamento de indenização substitutiva do período de estabilidade gestacional, em razão de transferência considerada ilegal e abusiva.
Ela estava amparada pela estabilidade da gestante, ainda que a reclamante recusasse a transferência para qualquer outra filial, seria devida a indenização substitutiva.
O parágrafo 2º do artigo 469 da CLT dispõe de regra para empregados em geral e a grávida possui estabilidade especialíssima, a lhe permitir a maternidade tranqüila, bem maior tutelado por tal garantia, de modo a permanecer na localidade em que se encontra amparada por seus familiares e fazendo seu pré-natal de modo seguro, sem ter que realizar deslocamentos diários e longos para ir ao novo local de trabalho na nova localidade.
Sei de que muitas de vocês tem feito tratamento, por isto mesmo achei importante trazer este tema aqui para este blog.
Afinal nos últimos 30 anos, a fertilização in vitro tem sido garantia de segurança. Milhões de crianças saudáveis nasceram e se desenvolveram normalmente. Inclusive o primeiro bebê nascido pela fertilização in vitro, Louise Brown, em julho de 1978, agora tem sua própria filha, Cameron, de dois anos de idade, concebida sem essa técnica.
No entanto, pesquisadores sempre se perguntavam se existiriam mudanças sutis num embrião desenvolvido, durante vários dias, numa placa de Petri, como acontece com os criados in vitro e, caso existam, se essas mudanças teriam quaisquer consequências.
Agora, com novos estudos epidemiológicos e novas técnicas que permitem aos cientistas sondar os genes das células embrionárias, algumas respostas experimentais começam a surgir.
O assunto não tem nenhuma relação com a possibilidade de uma mulher gerar gêmeos, triplos ou até óctuplos, como aconteceu na Califórnia. Em vez disso, ele envolve questionamentos sobre mudanças na expressão dos genes ou nos padrões de desenvolvimento, que podem, ou não, ficar óbvios no nascimento.
Por exemplo, alguns estudos indicam que é possível haver alguns padrões anormais de expressão genética associados à fertilização in vitro. Também é possível um aumento em distúrbios genéticos raros, porém devastadores, que parecem estar diretamente relacionados a esses padrões incomuns de expressão genética. Também parece haver um aumento do risco de parto prematuro e do nascimento de bebês de baixo peso para sua idade gestacional.
Em novembro, o Centro para o Controle e Prevenção de Doenças publicou um artigo relatando que bebês concebidos através da FIV (fertilização in vitro), ou com uma técnica na qual os espermatozóides são injetados diretamente nos óvulos, têm um leve aumento no risco de vários defeitos congênitos, incluindo um buraco entre as duas câmeras cardíacas, lábios ou palatos fissurados, um esôfago desenvolvido de forma inadequada e má-formação retal.
O estudo envolveu 9.584 bebês com defeitos de nascença e 4.792 sem tais distorções. Entre as mães dos bebês sem defeitos, 1,1% havia usado FIV ou métodos relacionados, em comparação a 2,4% das mães de bebês com deformidades congênitas. As descobertas são consideradas preliminares, e pesquisadores acreditam que a FIV não envolve riscos excessivos. Existe 3% de chance de qualquer bebê ter um defeito de nascença.
No entanto, a questão real, ou seja, quais são as chances de um bebê gerado por FIV ter um defeito congênito, não foi respondida de forma definitiva. Isso exigiria um estudo amplo e rigoroso, que acompanhasse esses bebês. O estudo do Centro oferece riscos comparativos, mas não absolutos.
Ainda assim, mesmo que os riscos aparentem ser pequenos, estudiosos da biologia molecular de embriões que se desenvolvem em placas de Petri afirmam desejar uma maior compreensão sobre o processo desenvolvido ali. Assim, poderiam melhorar o procedimento e permitir aos casais tomarem decisões mais bem-informadas. Existe um consenso crescente na comunidade clínica sobre a existência de riscos. Agora, cabe a nós descobrir quais são os riscos e se podemos fazer algo para minimizá-los.
Apesar das questões serem bem conhecidas, a discussão tem sido limitada a cientistas.
Além do que os formulários de consentimento desses centros mencionam um possível aumento de risco envolvendo certos distúrbios genéticos raros e nenhum dos pacientes foi dissuadido.
Não é raro ver casais divididos entre a vontade de ter filhos e a insegurança sobre como cuidar adequadamente deles, principalmente durante a noite, quando o desejo de acompanhar de perto o sono dos filhos e garantir que nada lhes aconteça precisa lutar conta o sono e o cansaço dos próprios pais.
Para conciliar as duas coisas e prover os pais aflitos de noites mais sossegadas e de maior tranqüilidade, nada melhor do que uma boa babá eletrônica, que garante o acompanhamento do sono do bebê sem que seja necessário aos pais sacrificar o próprio descanso para isso.
Mas o que é uma Baba Eletrônica? E para que serve?
Quem ainda não foi apresentado pessoalmente uma Babá Eletrônica é o nome que se dá a um aparelho que opera como um walkie talkie, ou seja, ele transmite remotamente ruídos de um lugar para outro, funcionando como um rádio.
O objetivo desse rádio especial é ser uma forma dos pais monitorarem como as coisas estão no quarto de seus filhos, o que geralmente é bastante necessário quando se tem filho pequenos.
Qual é a funcionalidade da Babá Eletrônica?
Esse aparelho dispensa o acompanhamento pessoal dos filhos durante a noite toda, dando aos pais uma oportunidade de dormir melhor, aproveitando mais a noite, sendo que eles serão acordados somente quando escutarem o choro de seus filhos transmitido pela babá eletrônica.
Por isto esse pode ser um método eficaz de se ter mais tranqüilidade durante a noite, o que geralmente é bastante raro para pais com filhos pequenos, pois estes costumam se preocupar muito com o bem estar dos filhos durante a noite, e como conseqüência, têm o sono prejudicado.
Quais os tipos de Babá Eletrônica disponíveis no mercado?
Hoje em dia é possível encontrar uma variação incrível de aparelhos dedicados à monitoração dos filhos durante a noite. A
s babás eletrônicas da atualidade podem ser desde os tipos mais simples, exatamente como um walkie talkie (só que operado de um único ponto de controle), até aparelhos de alta tecnologia, com câmeras embutidas, luzes de sinalização e etc.
Quais tipos de funções podem ser encontradas nesses aparelhos?
Há uma quantidade enorme de atributos e funções especiais que podem ser realizadas pelas Babás Eletrônicas de hoje.
Até mesmo as mais simples costumam trazer alguns atrativos como possuir dois receptores, para que os pais possam acompanhar o que se passa com seus filhos de vários lugares diferentes.
Os modelos desse aparelhos mais modernos contam com câmeras e muitos servem também como forma cuidar mais a fundo do filho, trazendo canções de ninar em sua memória. Alguns tipos são capazes de, inclusive, medir a temperatura no quarto da criança em questão e ajudar os pais a identificarem se essa é uma temperatura adequada.
Porém um cuidado é fundamental, escolher uma que não tenha interferência com outros aparelhos eletrônicos na sua casa e mesmo dos vizinhos.
Qualquer pessoa pode ouvir minha babá eletrônica?
Talvez. Afinal a babá eletrônica é basicamente um rádio transmissor em uma freqüência fixa que propaga um agradável sinal FM enquanto está ligado.
A maioria das babás eletrônicas funcionam em uma freqüência de 49.300, 49.830, 49.845, 49.860, 49.875 ou 49.890 MHz (algumas têm uma chave A/B que permite a escolha da freqüência).
Se o monitor estiver acima da cama, em uma casa não coberta com laterais de alumínio, mesmo o mais simples scanner de rádio poderá facilmente captar todos os sons do ambiente. O receptor em um scanner de rádio é um pouco mais sensível do que a parte receptora de uma babá eletrônica; além disso, o scanner pode captar transmissões a uma distância de 800 metros.
Os scanners de rádio podem ser encontrados nas lojas de produtos eletrônicos. A maioria dos modelos atuais, incluem a faixa de 49-50 MHz. As freqüências estão um pouco acima das utilizadas pelos telefones sem-fio analógicos convencionais vendidos nas décadas de 80 e 90 e um pouco abaixo da freqüência utilizada pelo canal 2 da TV VHF.
A não ser que o bebê esteja sendo monitorado, basta desligar o motor para impedir a escuta.
A babá eletrônica é, na verdade, uma estação de rádio miniatura e existem outras maneiras de usá-la depois que seu bebê crescer e não precisar mais ser monitorado. Você pode transformá-la em uma saída de áudio da TV quando quiser ouvir um programa, mas ela deverá estar em outra parte da casa ou fora dela, no jardim por exemplo. O monitor também poderá ser usado para auxiliar você a ouvir uma campainha distante ou um bipe.
Em tempo de grandes investimentos na imagem pessoal, a gestação pode gerar ansiedade em algumas mulheres, especialmente naquelas que rotineiramente travam uma batalha com a balança. Com o nascimento do bebê, são deixados de 5 a 6 quilos para trás, mas os demais vão demandar alguns cuidados para desaparecer. Nesse aspecto, sempre largam na frente aquelas que mantiveram uma rotina de atividade física durante a gravidez.
Importante sempre lembrar de que a gestante deve consultar o seu médico para verificar se pode realizar exercícios e que modalidades são indicadas para o seu caso. Mesmo aquelas que já mantêm a prática regular devem ouvir seu obstetra. Uma vez liberados, os exercícios devem ser monitorados por um profissional de educação física, especialmente no primeiro trimestre da gravidez.
Usualmente são indicados 30 minutos de atividades, 5 vezes por semana. Os benefícios ultrapassam a manutenção do peso saudável: Pois mulheres que se exercitam tendem a ter um melhor trabalho de parto. Além disso, o exercício melhora a circulação; reduz os riscos de diabetes gestacional, complicações obstétricas e trabalho de parto prematuro; e diminui a sensação de fadiga. Completam o rol de vantagens a melhora na auto-estima e redução da ansiedade – típica dessa fase feminina.
É importante que a cliente informe à academia e ao instrutor que está grávida. Normalmente nas academias as grávidas participam do circuito, que engloba atividades aeróbica e de musculação. Contudo, importante que os exercícios sejam adaptados, e cada uma seja acompanhada de perto. Importante ainda que as grávidas busquem orientação nutricional. Pois essa dobradinha de ginástica e alimentação é imbatível para quem quer viver a gravidez de maneira saudável.
Após o nascimento do bebê, o retorno à academia é muito importante para a correção da flacidez abdominal e do contorno do corpo, mas requer liberação médica. Normalmente ocorre em duas semanas após o parto normal e em seis semanas quando a paciente é submetida à cesariana. Seja qual for o procedimento, quanto antes a atividade física for retomada, mais rápida será a resposta. Mas vá com calma. Sem stress.
A Zazou tem uma linha Fitness de roupas de grávidas próprias para que elas façam ginástica com estilo, conforto e segurança durante sua gravidez. Vejam fotos de alguns modelos no link:
Vocês gostam de música? E como acham que ela pode fazer parte de sua gravidez? Aonde pode influenciar seu bebê?
Saibam para começar de que desde o tempo de nossas bisavós, os benefícios da música na gestação já vinham sendo desfrutados de maneira intuitiva. Ao fazer o enxoval do bebê, mãe, sogra, avó, costuravam, pintavam e bordavam, cantarolando suas prediletas canções e acalantos sem saber que estavam ajudando a fortificar o vínculo de amor entre a mãe e o filho, ainda no ventre.
O útero é um ambiente extremamente sonoro, cujos sons podem ser comparados ao ruído de um secador de cabelo ou até mesmo de uma rádio não sintonizada. O som externo chega até o bebê de maneira saudável e aconchegante.
O bebê começa a ouvir os primeiros sons por volta da 21ª semana de gestação. Primeiro, ouve os sons internos da mãe, tais como as batidas do coração, a pulsação do cordão umbilical, os sons da digestão e assim por diante. Portanto, é neste momento que deve ser iniciado o processo de estimulação musical, com o bebê ainda no útero.
A mulher que vivencia a gestação usando a música como forma de comunicação com seu bebê pode, ao mesmo tempo, trabalhar sua auto-estima, segurança, seu bem-estar e o do bebê, ao utilizar também a voz cantada, que é uma das ferramentas mais rica neste processo. Ao cantar, a mãe libera hormônios benéficos para a gestação; além disso, o bebê recebe a voz como uma massagem, através das vibrações.
São inúmeros os benefícios do uso da música durante a gestação. O bebê, quando estimulado musicalmente ainda no ventre, tende a ser uma criança mais calma, com sono mais tranqüilo, com bom apetite, comunicativo e de fácil sociabilização. Quando a mãe direciona sua atenção e canaliza sua energia para o bebê, está mostrando a ele que o ama, e a reação dele será sentir-se seguro e protegido. Depois do nascimento do bebê, tudo o que foi trabalhado e estimulado durante a gestação será repetido com ele fora do ventre, pois este processo o remeterá novamente ao aconchego e segurança que o útero proporcionava.
Aqui vão algumas dicas para as mães que desejam usar a música em sua gestação:
1) Escolha um repertório para sua gravidez; pode ser música infantil, de ninar, bossa nova, clássica, músicas que façam algum sentido neste momento tão especial. Grave-as em um CD.
2) Escolha uma hora do dia, todos os dias, e coloque o CD para tocar.
3) Cante junto, dance, acaricie sua barriga e diga ao seu bebê que isto é para ele. Se o pai ou qualquer outra pessoa quiser participar desse momento, será bem legal.
4) Escolha um instrumento musical como piano, kalimba, violão, pau de chuva, e toque-o com delicadeza para seu bebê. Se possível, cantarole alguma melodia.
5) Neste processo, o mais importante é o som da sua voz, e não a qualidade dela; portanto, não importa que a mãe ou pai sejam desafinados ou imaginem não ter talento musical. Esta será a voz que seu filho vai querer ouvir para o resto de sua vida.
Gostaria então de passar uma outra dica sobre o tema de música durante a gravidez e não posso deixar de comentar com vocês sobre o Projeto Acalanto, que foi criando com intuito de fortalecer este vínculo afetivo e facilitar a comunicação da mãe com seu bebê ainda na barriga.
Faz isto muito bem através de jogos musicais, composições, visualizações, estimulação instrumental, canto, relaxamento e outras atividades musicais, o Acalanto ajuda a mãe a vivenciar de modo mais profundo sua experiência de maternidade e a aproximar-se do universo infantil ainda distante e imaginário. Além disso, o ato de cantar é um poderoso instrumento de relaxamento e de produção de hormônios benéficos tanto para a mãe quanto para o bebê.
Nos encontros também são utilizadas as músicas trazidas pelas mães, do repertório diário, cantigas tradicionais, cantigas de ninar - para que possam trabalhar a voz cantada e as manifestações tradicionais da nossa cultura, compondo uma ferramenta riquíssima no processo de vivência da maternidade.
Momento mágico na vida das mulheres, a gestação requer cuidados especiais para se chegar a um parto tranqüilo, sem riscos. Isso vale para a saúde de modo geral, inclusive para a respiratória.
Por isto gostaria de tratar do assunto da Asma durante a gravidez agora neste Blog.
Num quadro de asma, por exemplo, o ideal é buscar a orientação de um especialista e seguir direitinho todas as recomendações relacionadas ao tratamento.
Diversos fatores podem favorecer o agravamento da asma na gravidez, como alteração hormonal, aumento do volume uterino que, conseqüentemente, empurra o diafragma, comprime o tórax e diminui a expansibilidade dos pulmões, além de aspectos emocionais, como ansiedade e insegurança. A gestante asmática, registre-se, é mais suscetível a contrair infecções respiratórias, especialmente pneumonias.
Estatisticamente, a evolução da asma na gestante é proporcional. Em 1/3 há melhora das crises, 1/3 piora e 1/3 prossegue sem nenhuma alteração. Para manter um quadro controlado, recomendamos a procura imediata a um pneumologista para a realização de tratamento preventivo. Como a asma pode ser mais grave durante a gestação, é importante um atendimento freqüente.
É importante que as gestantes não suspendam o uso de medicamentos, pois pode haver complicações indesejáveis. Aliás, o uso da budesonida, uma corticóide para inalação, apresenta boa segurança e é autorizado pela FDA, agência reguladora americana que controla alimentos, medicamentos, entre outros itens.
Gravidez com asma não controlada aumenta o risco do bebê. As complicações tanto podem atingir a mãe, que pode ter pré-eclampsia, diabetes e rompimento prematuro da bolsa, como afetar a criança, que corre o risco de ter baixo peso ao nascer, entre outros problemas.
Ainda existem riscos, como a diminuição de oxigênio na corrente sangüínea da mãe, o que é fator de comprometimento do crescimento e da sobrevida do feto, impedindo-o de se desenvolver normalmente.
Os sintomas costumam melhorar durante as últimas quatro semanas da gravidez. Também é bom lembrar que a criança pode ou não nascer com a doença. Uma vez que se trata de um mal de origem genética, transmissível pelo gene da mãe ou do pai, não há como determinar antecipadamente.
Vale reafirmar que o acompanhamento por um médico pneumologista é imprescindível para o bom termo da gravidez e para a saúde do bebê. Mantendo os cuidados para evitar as crises, a asma será bem controlada e a gestação tranquila.