Sexta, 18 de Dezembro de 2009


Estamos lançando neste Blog mais uma novidade: o Quiz do Blog da Zazou!

Faremos perguntas e daremos prêmios para que acertar a resposta primeiro…

Valendo uma calça jeans da Zazou para a primeira grávida que matar a charada abaixo e nos enviar a resposta correta em um email para charada@zazou.com.br:

Tem cara e atendimento de loja de magazine (como a Renner), porém vende sim são as mesmas roupas de lojas e grifes do Bom Retiro (chamada modinha), com peças sem qualidade e usando tecidos de segunda linha, porém mesmo assim esta cobrando o preço de loja de grife da Vila Olímpia?

Quiz do Blog da Zazou - Quem Será?

Mais uma vez a Zazou foi destaque na mídia especializada, em uma matéria que dava dicas sobre o que vestir para as grávidas receberem o novo ano de 2010 que esta chegando aí.

Vejam abaixo a matéria da coluna do Cesar Giobbi que indica a Zazou e mostra alguns dos looks da nossa linha de Reveillon que vocês encontram nas lojas da Zazou em São Paulo (Atílio na Vila Olímpia) e no Rio de Janeiro (no Forum de Ipanema).

Aliás você já sabe o que vai vestir na festa de reveillon?

Linha de Roupas para Gestante de Reveillon na Zazou

Vestido ou calça? Curto ou longo? Tomara-que-caia ou frente-única? Rasteirinha ou salto-alto? O tradicional branco ou apostar em uma cor vibrante?

Essas e muitas outras dúvidas aparecem na mente de muitas mulheres ao se verem diante da tarefa de escolher o look mais adequado para celebrar a chegada de um novo ano. Na praia, no campo ou na cidade, brindar 2010 pede uma produção que traduza aquilo que você deseja para o próximo ano.

Vejam então fotos de algumas sugestões de looks para os mais diversos estilos e eventos no catalogo virtual em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=colecoes&pg=linha_reveillon

Linha Reveillon da Zazou no Cesar Giobbi - Para as Futas Mâes

Vejam a matéria completa em:

http://www.onne.com.br/cesar/materia/variedades/11637/para-receber-2010

No vídeo abaixo do depoimento da Rebecca, dado no final da novela Viver a Vida, quem que ela viu o seu sonho da primeira gravidez se tornar um pesadelo, quando descobriu nos exames que o bebê tinha problemas no coração e precisava ser operado assim que nascer. Mas tudo passou e ambos conseguiram superar. Fica a mensagem de esperança e superação:

Trago hoje algumas informações e dicas úteis do cirurgião plástico André Colaneri deu recentemente no Guia da Semana, sobre dúvidas comuns das grávidas sobre por exemplo o que deve fazer para evitar estrias na gravidez? Ou se pode fazer a cirurgia do abdômen junto com a cesárea? Se ao operar o útero, pode associar uma lipo?

Segundo ele todas estas perguntas acima são dúvidas frequentes no nosso dia a dia de cirurgião plástico. Vamos ver algumas dicas deles e respostas para estes temas abaixo.

Sobre as estrias, primeiramente, o melhor a fazer durante uma gravidez é engordar o mínimo necessário. Na gravidez, a pele é esticada com uma velocidade muito alta. Em nove meses, ela sofre um estiramento que em toda a vida jamais sofreu. Isso leva a ruptura das fibras elásticas, o que resulta nas temidas estrias. Logo, o melhor a fazer é minimizar ao máximo este estiramento, para que a pele sofra menos, seja menos lesada. Um peso saudável para a mãe e filho ganharem durante a gestação são dez quilos. Isso quer dizer, entre peso do filho, placenta, líquido amniótico, inchaço, são totalizados quase oito quilos, sobrando uns dois de sobra de gordura.

Quer saber o seu peso ideal a cada semana da sua gravidez para conseguir monitorar isto de perto?

Basta acessar esta calculadora online gratuita do peso ideal no site da Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal

Assim, depois do parto, fica fácil retornar ao peso anterior à gravidez, visto que na prática, a mãe engordou dois quilos apenas. Hidratar bem a pele do abdômen e das mamas torna a pele menos suscetível à ruptura das fibras elásticas, e, portanto, às estrias. Todo o ganho de peso, além dos oito quilos (em uma gestação normal), é pura gordura, que nada ajuda no desenvolvimento do filho e apenas prejudica a mãe.

Infelizmente, porém, são poucas as que têm a difícil determinação de controlar o peso e chegam ao final dos nove meses com menos de dez quilos ganhos. A maioria chega com quinze quilos, ou seja, 50% a mais do que precisaria. Para perder estes indesejáveis excedentes a luta é bem maior, ficando mais difícil a cada mês que passar. É como se o corpo acostumasse com a nova forma e tomasse o sobrepeso como o peso normal. Por isso é importante retornar ao peso pré-gestacional o mais rapidamente possível, sendo o ideal em até dois meses.

Sobre a associação de cirurgia plástica abdominal e ginecológica, precisamos ponderar alguns fatores. É sabido que o risco de trombose e infecção são maiores na associação destas cirurgias. A trombose é a formação de um coagulo, geralmente nas veias das pernas, que se forma durante ou depois da cirurgia, por falta de circulação. Se este coágulo for parar no pulmão, passa a ser chamada embolia, uma complicação potencialmente fatal. Outro fator importante é a recuperação de uma abdominoplastia requer cuidados, como não carregar peso, não fazer esforços, ficar levemente curvada, o que tornaria a amamentação bastante difícil e desconfortável.

Como a abdominoplastia é uma cirurgia para retirar a pele e a flacidez do abdômen, ela apresenta melhores resultados em pacientes no peso ideal, sem excesso de gordura. Lembrando que a grande maioria das pacientes não chega ao parto com peso ideal, mas sim em excesso. Com isso, chega-se a conclusão de que estas pacientes não teriam o melhor resultado possível, caso decidam fazer a cirurgia plástica na hora do parto.

Sendo assim, não vejo motivos plausíveis em associar a abdominoplastia a cesárea, pois os riscos seriam maiores e o resultado pior do que se a plástica abdominal fosse realizada em tempos diferentes, com a paciente no peso ideal. Creio ser mais sensato esperar retornar ao peso de antes da gravidez, recuperar-se do parto, parar a amamentação e assim operar com mais segurança, conforto e com o melhor resultado possível. Vale lembrar que o custo da cirurgia associada não seria muito diferente das cirurgias separadas, já que a plástica não tem cobertura pelo conveio, nem da parte hospitalar.