Estamos muito felizes, pois neste sábado batemos mais um recorde histórico de número de grávidas atendidas e de número de peças vendidas em um só dia na loja!
Inclusive as lojas fecharam depois das 19:30 (sendo que o horário normal no sábado é às 18hs) de tanta cliente para atendermos!
Sem dúvida em grande parte motivado tanto pelos descontos do Bazar de Verão, com peças com até 70% de desconto, como pelas peças do inverno passado, que estamos vendendo com 50% de desconto, e que sairam bastante, já com muita grávida olhando para frente para os próximos meses, e vendo uma boa oportunidade de compra de peças baratas inclusive de inverno, mas sem perder o estilo e a qualidade, com a melhor modelagem do mercado. Tá mesmo muito barato! Resultado: bombou!
Veja nas fotos abaixo tiradas pela fotografa Lidiane Lopez no próprio sábado com nossas clientes, que são por sinal nossas melhores modelos, vestindo lindas apenas peças do bazar que elas mesmo escolheram nas arraras da loja, assim vocês tem uma idéia do que de legal vão encontrar:
Ficaram lindas não?
Depois mando mais de outras clientes, até para mostrar de que tem muita coisa legal no Bazar…
No mais, as lojas diferente do padrão normal, que ficam separadas por cores e modelos, agora no Bazar ficam separadas nas arraras por tamanhos, pois fica mais fácil encontrar algo no seu tamanho, pois é o final da coleção e as grades estão mesmo bem furadas, e precisando abrir espaço para a nova coleção de outono 2010 que chega às lojas em 15 dias, a Zazou resolveu queimar e dar descontos bem agressivos de até 70% em quase todas as peças da loja, incluindo os famosos jeans da Zazou (na faixa de R$ 98) e até Vestidos de Festa (na faixa de R$ 150).
Por isto tudo, foi a maior loucura, até com fila de espera para entrar no provador(e olha que são 6 provadores em São Paulo e dois no Rio), de grávidas querendo experimentar e comprar as peças do Bazar, e infelizmente fora do padrão normal de atendimento, tendo que esperar um pouco a vez. Mas ninguém reclamou, pelo contrário…
Enquanto isto, nesta maior confusão do Bazar, muitas gestantes que aceitaram o nosso convite de ser nossa modelo, ainda tiraram fotos gratuitas em um estúdio fotográfico que montamos na própria loja com a fotografa Lidiane Lopez (www.fotografalidilopez.com.br), que maquiava as grávidas vestidas de Zazou para as fotos, que em breve vão poder conferir aqui e no site da Zazou na área de grávidas famosas.
Chegavam depois no caixa com pilhas de roupas, e saiam todas satisfeitas cheia de sacolas com suas compras.
O Bazar ainda continua por mais 15 dias, mas a dica, se ficaram interessadas nesta boa oportunidade de compra, é que venham logo, pois as melhores peças acabam logo…
A Revista Época publicou recentemente uma matéria originalmente da Revista NewScientist que fala de um novo teste genético, que promete revelar às mulheres de 20 anos, por quanto tempo elas podem adiar a decisão de engravidar.
Ficou interessada?
Afinal este é mesmo um dilema que um número cada vez maior de mulheres jovens enfrenta: posso esperar minha carreira estar consolidada para só então pensar em ter filhos?
Agora este teste genético que pode diminuir o caráter de aposta dessa decisão poderá estar à disposição em 2010. Ele é baseado na descoberta de um gene que parece prever a taxa de redução do suprimento de óvulos das mulheres.
Mas o objetivo do teste é prever se uma mulher de 20 e poucos anos corre alto risco de ter menopausa precoce. Se o teste for positivo, o monitoramento posterior de seu estoque de óvulos confirmará se a fertilidade está mesmo em declínio precoce. Munida dessas informações, ela poderá então decidir se começa uma família mais cedo ou mais tarde. Ou se congela alguns óvulos para aumentar suas chances de engravidar no futuro. Ainda não há certeza sobre se o teste será realmente útil.
Uma mulher nasce com todos os óvulos que vai ter durante a vida, de 1 a 2 milhões de óvulos imaturos, chamados de folículos. Ao atingir a puberdade, cada mulher tem cerca de 400 mil folículos. Esse número diminui progressivamente até a menopausa, quando restam apenas algumas centenas deles. O número de folículos de uma mulher em qualquer momento da vida (sua reserva ovariana) reflete aproximadamente quantos óvulos ela ainda vai liberar.
Depois dos 35 anos, a maioria das mulheres sofre uma queda acentuada em sua reserva ovariana e, consequentemente, em sua fertilidade. Mas cerca de 10% das mulheres sofrem de envelhecimento precoce do ovário por volta dos 20 anos. Testes hormonais podem fornecer um retrato aproximado da reserva ovariana de uma mulher – e evidenciar o declínio da fertilidade. O desafio é diagnosticar o envelhecimento ovariano precoce antes que ele aconteça.
Norbert Gleicher, do Centro para Reprodução Humana em Nova York, acha que pode fazer exatamente isso usando um gene que já foi relacionado ao envelhecimento reprodutivo. Mulheres que apresentam no gene FMR1 mais de 200 repetições da sequência CGG do DNA estão propensas a ter a Síndrome do Cromossomo X-Frágil, que causa diminuição da capacidade mental. Algumas mulheres têm de 55 a 200 repetições de CGG: elas não têm diminuição da capacidade mental, mas apresentam alto risco de ter menopausa precoce.
Intrigado com essa relação, Gleicher se perguntou se esses números de repetições no FMR1 poderiam conter também pistas sobre o envelhecimento precoce do ovário, que é mais comum e menos dramático que a menopausa precoce. Ele analisou os genes FMR1 de 316 mulheres que frequentavam sua clínica de fertilidade. Fez um retrato de suas reservas ovarianas medindo os níveis de um hormônio chamado anti-Mulleriano (AMH na sigla em inglês), um indicador de quantos óvulos estão amadurecendo nos ovários num dado momento.
Em mulheres que têm entre 28 e 33 repetições, encontrou níveis normais do AMH. Mas, em mulheres com repetições superiores a essa variação, os níveis de AMH indicaram envelhecimento ovariano precoce. Sua equipe calculou que para cada aumento de cinco repetições de CGG acima da variação, o risco aumentava 50%. Gleicher concluiu que o número de repetições de CGG prevê se uma mulher está propensa a ter envelhecimento ovariano precoce. “Podemos pegar uma mulher de 18 ou 20 anos, checar seu X-Frágil e fazer uma ótima previsão sobre seu risco”, diz. Como é sabido que o FMR1 ajuda a regular a transição dos óvulos imaturos para seu estado maduro, isso faz sentido.
O pesquisador espera começar a oferecer o teste ainda em 2010. Porém, nem todas as mulheres detectadas pelo teste vão ter dificuldade para engravidar na casa dos 30 anos. Somente testes hormonais vão confirmar se sua reserva de óvulos está se esgotando mais rapidamente que o normal. Segundo Gleicher, a pessoa poderá sentar e discutir sobre um plano para sua vida reprodutiva. “Em outras palavras, você quer ter seus filhos antes de tirar seu Ph.D. ou depois?”, diz. “ Se a resposta for depois, talvez seja interessante congelar alguns óvulos.” Gleicher diz que ainda precisa estabelecer níveis mínimos dos hormônios que estão sendo usados para medir a reserva ovariana em mulheres de diferentes idades que não estão tendo problemas de fertilidade. Se a mulher quer ter filhos somente depois do Ph.D., mas tem óvulos frágeis, talvez devesse congelá-los.
Muitos acham que ele está se precipitando. Uma das críticas é que, apesar de o AMH ser um dos melhores marcadores da reserva ovariana atualmente, ele não fornece uma medição direta do número de óvulos imaturos que restam. “Se alguém realmente quiser um instrumento para prever com muita antecedência quando vai entrar na menopausa, um teste que indique a quantidade de folículos primários é mais importante,” diz Sharon Lie Fong, do Centro Médico Erasmus, em Roterdã, na Holanda. “Ele também tem de provar se essas mulheres têm baixa fertilidade.”
Apesar de o envelhecimento ovariano precoce abranger um declínio tanto na qualidade quanto na quantidade de folículos, mulheres com uma reserva menor não necessariamente terão dificuldade para engravidar, diz Frank Broekmans, do Centro Médico da Universidade de Utrecht, na Holanda. Ele diz que os resultados de Gleicher precisam ser confirmados com um grupo maior de mulheres monitoradas por alguns anos, para determinar se as repetições de CGG afetam a probabilidade de uma gravidez. “É necessário algum tipo de acompanhamento para saber se esse teste realmente prevê acontecimentos de longo prazo.” Stephanie Sherman, da Universidade Emory, em Atlanta, na Geórgia, que também estuda o FMR1, diz que os resultados de Gleicher são empolgantes. Mas ela também gostaria de vê-los reproduzidos antes que o teste seja usado clinicamente.
O que pode ser feito agora, diz ela, é pesquisar mulheres com um histórico familiar de cromossomo X-Frágil para ver se elas têm as 55 a 200 repetições CGG indicadas, o que as colocaria em alto risco de ter menopausa precoce. “Está claro que esse é um indicador da reserva ovariana.”
Um teste de FMR1 pode ajudar também mulheres que não engravidam naturalmente, diz Bill Ledger, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido. “Muitas mulheres com falência ovariana precoce têm curiosidade de saber por que isso aconteceu, e isso pode ajudar a explicar o fenômeno em alguns casos.”
O FMR1 não é o único fator que prevê o envelhecimento prematuro dos ovários. Broekmans descobriu recentemente que mulheres saudáveis com baixos níveis de AMH para sua faixa etária pareciam atingir a menopausa antes da idade média de 51 anos. Porém, essas mulheres tinham de 25 a 45 anos de idade quando fizeram o teste de AMH, e essas previsões ainda precisam ser comprovadas em mulheres mais jovens, que são propensas a apresentar maior variabilidade em seus níveis de AMH.
Outra opção é pesquisar outros genes além do FMR1. Recentemente, Kutluk Oktay, da Faculdade de Medicina de Nova York, disse na Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva que uma mulher com mutação no gene BRCA1 (que aumenta o risco de câncer de mama e ovário) pode também apresentar maior risco de envelhecimento ovariano precoce. Oktay está planejando agora estudos clínicos mais amplos para confirmar a descoberta, assim como investigações moleculares para explorar os mecanismos subjacentes. “A reparação do DNA pode ser um componente importante do envelhecimento ovariano”, diz.
Enquanto isso, outros estudos genéticos revelaram recentemente mutações genéticas comuns que influenciam a idade da menopausa. A maioria dos pesquisadores concorda que avaliar a expectativa da vida reprodutiva de uma mulher em torno de seus 20 anos pode ser benéfico e que o teste de Gleicher é o primeiro passo. Mas um teste suficientemente confiável para transformar a vida de um grande número de mulheres vai provavelmente envolver uma série de marcadores hormonais e genéticos. Também é preciso que o teste seja rigoroso para garantir que as mulheres não fiquem sobrecarregadas pela ansiedade – ou alimentem falsas esperanças.
Vejam só que absurdo este caso recente que que dois médicos trocaram socos durante um trabalho de parto no hospital municipal de Ivinhema (que fica a 345 km de Campo Grande, MS), atrasando o procedimento,e o pior da história com final triste é que após uma cesariana de emergência, o bebê nasceu morto.
A polícia abriu inquérito para apurar se a confusão contribuiu para a morte. A cesariana foi feita por um terceiro médico, uma hora e meia depois da briga. Segundo o delegado Lupersio Lúcio, os exames pré-natais da gestante Gislaine Santana, 32 anos, não indicavam problemas com a gravidez.
A confusão ocorreu na terça, durante o plantão do médico Sinomar Ricardo. Ao chegar ao hospital para o parto, Gislaine estava com o médico Orozimbo Oliveira Neto, que trabalha no mesmo hospital e fizera todo o acompanhamento pré-natal.
Quando o outro médico já havia começado o procedimento na sala de parto, Ricardo interrompeu o processo, segundo o delegado, por entender que ele é que deveria conduzir os partos durante o seu plantão.
“Foi pancadaria mesmo. Chegaram a rolar no chão. E minha mulher gritava para que parassem”, disse o marido de Gislaine, Gilberto Melo Cabreira. Ele pretende pedir indenização por danos morais. “Minha mulher ficou exposta, nua, para todo o hospital.”
Ontem, em nota, a Secretaria Municipal da Saúde anunciou que os médicos foram dispensados do hospital.
Esta semana fiquei sabendo de um acidente de moto de um velho amigo, com quem pudemos compartilhar durante um bom tempo alguns sonhos na Zazou, e que ficou com risco de perder movimentos e locomoção. Estamos torcendo aqui pela sua total recuperação.
Isto me fez parar para pensar um pouco no assunto, e como este blog fala de gravidas, e aproveitando esta onda da novela com a personagem na novela Viver a Vida da Aline Moraes, Luciana engtavidando de gêmeos depois de começar a namorar o médico Miguel (Matues Solano). Aliás a história de Luciana é inspirada na vida da jornalista Flávia Cintra, que é mãe de gêmeos e tetraplégica, achei que seria legal trazer um exemplo real.
Estou falando da psicóloga Tatiana Rolim, que até já é bem conhecida nas páginas de jornais e revistas pela sua história de vida, quando um acidente aos 18 anos a levou para uma cadeira de rodas, mas não tirou a sua independência, sua liberdade. Na época, isso há 15 anos, tinha um namorado, mas por conta do comodismo dele “e por ele só pensar em casamento, ao invés de aproveitar a vida”, ela resolveu seguir o próprio rumo.
Cursou psicologia, durante os estudos ela conseguiu que a faculdade colocasse rampas para o seu acesso à sala de aula, morou cinco anos sozinha e lançou o livro “Meu andar sobre rodas” (editora Scortecci), obra que já está na segunda edição e aborda suas principais dificuldades da rotina como paraplégica.
“Antes do acidente tinha uma vida sexual dentro dos ‘padrões’. Depois disso tive que redescobrir o meu corpo. Eu sentia desejo, por isso me estimulei de outras formas. As pessoas acham que o prazer está apenas nas genitálias, há também pescoço, mamilo, língua, ou mesmo o sexo oral. Precisei ousar e buscar a minha sexualidade”
Dançarina, modelo e eleita em 2004 para conduzir a tocha olímpica dos Jogos de Atenas, ela esteve dois empregos por muito tempo, mas hoje só atende em seu consultório por um motivo mais do que especial: em breve Tatiana será mãe. atualmente Tatiana está com quatro meses.
Ela contou ao site Vila Filhos como é a experiência da gestação. Veja abaixo uma entrevista.
1) Como foi o seu planejamento para a gravidez?
Desde que conheci o meu marido e nos casamos já pensávamos ter um filho (o seu atual marido a viu pela primeira vez em um programa de televisão, os dois começaram a trocar e-mails e começaram a namorar). Ele conta que estava a procura de uma pessoa inteligente e madura. Eu estava na mesma sintonia e por isso logo começamos o relacionamento. Percebi de cara que ele era o homem da minha vida. Após cinco anos achei que era o momento de engravidar.
2) Na condição de paraplégica, quais são os riscos que você tem em uma gestação?
Antes de engravidar fiz todos os exames necessários, hormonais, e meu médico falou que poderia levar uma gravidez tranquilamente, a minha lesão medular não é tão grave. Tenho ciência de que meus membros inferiores ficam paralisados e posso ter alterações circulatórias, o que deixará os pés extremamente inchados. A falta de oxigênio por conta da pressão da pele pode causar feridas mais sérias. Por conta de ficar na cadeira, tenho que controlar minha bexiga e intestinos, por isso, tenho acompanhamento de uma nutricionista que me indica uma alimentação rica em fibras para meu intestino funcionar bem. Isso tudo implica na minha gestação por conta de ser cadeirante.
3) Quais foram as principais mudanças na sua rotina por conta da gravidez?
Além de apenas ficar no consultório, agora tenho mais tempo para fazer meus exercícios. De manhã atendo meus pacientes e a tarde faço alongamentos e fisioterapia, quando fico em pé. Tenho que controlar o meu peso, não só para minha saúde, mas também por conta de ter que trocar a cadeira de rodas para uma mais espaçosa nos quadris. E hoje em dia uma cadeira de boa qualidade é quase sete mil reais, não tenho condições para isso. O meu obstetra comentou que para o bebê na há riscos, porque fico sentada e ele se desenvolve normalmente. A mãe é que precisa se cuidar.
4) E o parto, você já chegou a conversar com o seu obstetra sobre isso?
Será cesariana. Não sei se será uma anestesia geral ou local.
5) Você já está preparando e adaptando a sua casa para receber o bebê?
Eu consigo fazer de tudo em casa, lavar louça etc, adaptei a casa do meu jeito. Durante a licença-maternidade vou ficar na casa da minha mãe que é enfermeira e tem uma boa bagagem. Ela vai me ajudar muito. Eu sempre tive medo de ter filhos porque priorizei muita a minha liberdade, mas hoje busco outro tipo de liberdade, quero muito ser mãe. A minha preocupação é mais com o acesso ao berço. Tenha a idéia de conversar com empresas, engenheiros, para que me ajudem a desenvolver algo para ter melhor contato com meu filho.
Sei de que muita gente passou por um aborto espontâneo, algo infelizmente mais comum do que imaginamos, mas quem convive diariamente com grávidas, sabe bem disto e como é difícil superar, por isto trago uma informação legal para ajudar.
Veja o recente caso de uma mulher que sofreu 18 abortos espontâneos conseguiu realizar o sonho de se tornar mãe, após se submeter a um tratamento especializado em Epsom, na região metropolitana de Londres. Trata-se da Angie Baker, de 33 anos, descreveu como um “pequeno milagre” sua filha Raiya, que nasceu no último dia 9 de dezembro.
“Parece um sonho. Ela é perfeita em todos os sentidos”, disse Angie.
Angie vinha tentando ter filhos desde os 20 anos de idade, mas todas as vezes em que engravidou sofreu abortos espontâneos entre as cinco e oito semanas de concepção.
“Emocionalmente, era uma montanha-russa. Todas as vezes que eu ficava grávida alimentava a esperança de que ‘é agora’”. “No fundo, eu sempre pensei que era um problema pequeno que tinha cura.”
Angie recebeu tratamento para um subtipo de leucócitos, os glóbulos brancos presentes no sangue e responsáveis pela defesa contra microorganismos.
Utilizando testes disponíveis apenas em Epsom, Liverpool e Chicago, o médico Hassan Shehata, do hospital da Epsom and St Helier University, descobriu que Angie tinha uma alta incidência das chamadas células NK (do inglês “natural killers”, ou seja, células exterminadoras naturais). Essas células defensivas atacavam o feto, confundindo-o com um corpo estranho.
O médico, que supervisiona pacientes de diversas partes do mundo, disse que só conhecia, de leitura, um caso no qual uma mulher sofrera tantos abortos quanto Angie.
“Dezoito abortos espontâneos é um grande número. É mais fácil ter a sorte de ganhar na loteria que o azar de ter 18 abortos espontâneos”, ele comparou.
Segundo ele, os abortos espontâneos afetam uma em cada cinco mulheres grávidas. A chance de passar por essa situação duas vezes é uma em 25, e cinco vezes, uma em 15 mil.
Angie foi submetida a um tratamento que incluía a ingestão de uma alta dose de esteróides duas semanas antes da concepção e 12 semanas depois. Após o nascimento de Raiya, a nova mãe disse que estava muito feliz.
“Estou adorando. Estou curtindo cada momento. É uma preciosidade. Não acredito que ela está aqui, e é minha.”
Todas que participarem vão ganhar de presente duas fotos tratadas e ampliadas em 15 x 21 para guardar de recordação deste momento especioal de sua vida para poder colocar em um porta-retratos na sua sala. Queremos estar perto e participar de alguma forma deste momento e esta promoção é uma forma de faze-lo.
Vai acontecer daqui a exatamente um mês antes da semana santa, nos dias 26 e 27 de março, junto com o lançamento da nova coleção da Zazou de outono 2010.
A participação não tem qualquer custo para a grávida, um presente das lojas do Roteiro das Grávidas na Vila Olímpia para vocês. Não precisa comprar nada. Não precisa pagar nada. Apenas se inscrever gratuitamente de forma antecipada para garantir sua vaga.
Em ambos dias e lojas, teremos duas arraras de roupas da nova coleção de outono 2010 da Zazou para a grávida escolher para vestir com a produção de moda nas fotos da consultora especializada Lu Valência da Mary Kay, que é consultora de imagem coorporativa, marketing pessoal, atendendo muitas executivas grávidas, ajudando elas a continuar a se vestir bem durante sua gravidez, que ainda vai dar dicas de maquiagem. Você vai ficar linda na foto!
Aguardem mais surpresas neste dia com a distribuição de brindes e descontos especiais nas lojas para quem participar.
Queria indicar aqui para vocês assistirem o curta de 22 min chamado “Grávida”, um drama (em inglês) que foi finalista do “3rd Annual Now Film Festival”, e que podem assistir no YouTube no link abaixo:
A gravidez tem diversos mitos, em especial para quem esta na sua primeira gestação, quando ainda não passou por aquela situação na prática, e por falta de informação acredita em alguns destes mitos…
Queria hoje comentar sobre um em específico que é voltar a antiga forma depois do parto rapidamente.
Para começar saiba de que apenas cerca de 40% das mães voltam ao peso anterior ao barrigão em três ou quatro meses.
Mas não precisa também ficar desesperada, pois recuperar o peso em três meses é sim até possível, não tem mistério, desde que você:
1) Tenha engordado pouco(dentro do que os médicos recomendam de 9 a 12 kilos).
2) Tenha se exercitado e continue se exercitando.
3) Amamente bastante (o que queima até 700 calorias por dia).
4) Continue com a alimentação equilibrada.
O ideal por isto mesmo é procurar a orientação de um nutricionista para organizar um cardápio que mantenha a produção de leite e garanta a perda de peso. Mas, com tanta fralda para trocar, mamadas, mil novidades, a mãe acaba pulando refeições e comendo bobagem.
Além do mais, sem ginástica, a mulher pode até retomar o peso, mas não a forma. A barriga, a bunda, tudo ainda está “molinho”…
Acaba que a mídia divulga casos de grávidas famosas que em poucas semanas estão em cima de um trio pulando o carnaval, mas esta não é a realidade das grávidas mortais…
Entre as mortais, há mães que três ou quatro meses após a gravidez estão ainda mais gordas do que no final da gestação. Claro que quem já treinava antes de pensar em ter filho leva vantagem. Mas mesmo as sedentárias convictas podem se exercitar com moderação durante a gravidez. O importante é procurar academias com aulas específicas para gestantes(usando roupas da linha Fitness para Gestante da Zazou).
Para a grávida, os objetivos são diferentes: procurar aumentar o bem-estar e prepará-la para o parto e para a trabalheira que vem depois. Por isto mesmo recomenda que a mãe converse sempre com o obstetra antes de iniciar um programa de exercícios. Além da tradicional hidroginástica, sugere-se exercícios de musculação e também os aeróbicos. Um esquema interessante é alternar aulas de hidro com caminhada (duas de hidro, três de caminhada ou vice-versa).
Infelizmente este mito acaba gerando outro, de que só usa roupa de grávida durante os 9 meses da gravidez, quando na verdade usa bem mais, durante todos estes meses no período de pós-parte e sua recuperação a antiga forma.
Por isto mesmo uma coisa eu garanto facilmente: de que vai usar suas roupas de grávida muito mais do que qualquer outra que tenha em ser armário!
Tem jeans por R$ 98!
Tem vestido de festa longo por R$ 164!
Tem calça social Por R$ 78!
Tem Bermuda por R$ 49!
Camisa por R$ 53!
Bata por R$ 46!
Casaco por R$ 64!
Vestidos por R$ 59!
Camiseta por R$ 38!
E muito mais…
A diferença é que a Zazou mostra fotos e respectivos preços de todos os modelos mesmo antes de você ir a loja conferir e experimentar, quando vai então perceber no seu corpo outro diferencial que é a modelagem exclusiva própria.
Queremos mesmo dar transparência total em respeito a gestante, pois acreditamos que isto é importante e por que temos uma excelente relação de custo x benefício deste segmento., ainda mais agora em Bazar. Preço baixo com qualidade. Aonde mais encontrar isto?
Lembrando de que o Bazar é por tempo limitado, por apenas 15 dias, assim como o estoque esta menor, e com a grade furada por estar em final de coleção. Tanto que as arraras das lojas estão separadas por tamanho, para facilitar encontrarem algo mais facilmente no seu.
Falando em facilitar a vida, ainda estamos parcelando em até 5X sem juros suas compras dependendo do valor. Não tem mais desculpa para não vir ao menos conhecer a Zazou. Garanto que vai sair com alto e satisfeita com a compra.
Mas minha dica, é que venham logo, pois as melhores peças acabam logo…
Trata-se de um grupo de lojas do segmento de gestante e bebê da região, da qual a Zazou tem orgulho de fazer parte, que se reuniu para oferecer o que há de melhor neste segmento para as clientes durante sua gestação e mesmo depois, com uma série de diferenciais, benefícios, confortos, mimos, além ofertas e promoções conjuntas.
Aguardem em breve mais info de um evento conjunto do Roteiro das Grávidas com fotos de grávidas gratuitas no final do mês de março nas lojas participantes.
Procure por este logo nas vitrines das lojas que for. Trata-se de um selo de qualidade que será para as grávidas uma garantia que estão nas melhores lojas de São Paulo, com os melhores produtos e serviços e um atendimento diferenciado VIP.
A especialista em sexualidade e reprodução humana Cátia Carvalho fala no Programa do Jô sobre alguns dos mitos da maternidade, como descobrir o sexo do bebê, ou o que comer para ter leite, e por aí vai, contando várias histórias curiosas.
A dica abaixo é da Denize Fornazari, que é oftamologista do Hospital das Clínicas da Unicamp, que abordou o assunto na Revista Pais e Filhos, e que trago aqui para sua informação.
Primeiro não é regra, mas na gravidez há quem fique com intolerância ao uso de lente de contato ou sinta diferença no grau dos óculos. Essas alterações acontecem porque a espessura da córnea costuma aumentar durante a gestação.
Pouca gente sabe que a vista pode ser afetada nesta fase em aprox. 60% das mulheres, segundo pesquisa da Transitions Optical, empresa de lentes fotossensíveis.
Por não associar a piora na visão à gravidez, a gestante pode ficar preocupada sem necessidade. Calma. Converse com seu oftalmologista e tente não trocar de óculos ou lente até o bebê nascer. Os sintomas são reversíveis e passam quando os hormônios voltam ao normal.
Mulheres com diabetes gestacional ou hipertensão arterial precisam de acompanhamento médico durante toda a gravidez, pois, nesses casos, as alterações do olho são mais graves.
Quem disse que gravidez é doença e precisa parar de fazer seu esporte?
Vocês estão vendo pela TV as Olímpiadas de Inverno no Canadá?
Veja então o exemplo da canadense Kristie Moore, que mesmo sendo apenas reserva na forte seleção canadense de curling, já roubou parte dos holofotes nesta edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. Ela é uma recordista: a competidora “mais grávida” de uma edição das Olimpíadas.
Moore está esperando um filho e esta já de seis meses. A barriga crescente não engana, mas também não atrapalha no jogo, que não é dos mais movimentados, pelo contrário, é estratégico e de precisão.
A jogadora chegou a atuar, para a sua própria surpresa. Ela é a quinta jogadora, sendo que usualmente apenas quatro são usadas na modalidade. Com isso ela cumpriu a obrigatoriedade de participar ao menos de uma partida para receber medalha, caso as canadenses cheguem a tanto.
A competidora já se espantou quando foi chamada para ser reserva da seleção, uma vez que tinha perdido as esperanças e passou a planejar a construção de sua família. Ela avisou que estava grávida e perguntou se seria um problema.
“Você está grávida, e não morta”, brincou a companheira Carolyn Darbyshire.
Ao contrário de outros esportes, no entanto, uma gravidez não gera problemas.
“Sei que é um grande feito ser uma competidora olímpica grávida. Mas não tanto para uma jogadora de curling. Eu já competi com oito meses de gravidez em um campeonato mundial”, contou Anette Norberg, da seleção sueca.
Portanto siga o exemplo e continue praticando seu esporte, logicamente com orientação e acompanhamento do seu médico.
A Adriane Galisteu não quer deixar para cima da hora os preparativos para a chegada de seu bebê.
Gravida de 3 meses, depois de passar e fazer umas comprinhas para ela de roupas para gestante na Zazou, a apresentadora esteve na loja Din en Dap (www.dipendap.com.br) na Vila Olímpia, bem perto da Zazou, escolhendo o quarto de seu filho, cujo sexo ainda não foi revelado com toda certeza pela ultrassonografia, mas que ela nos confirmou que seria mesmo a princípio um menino, que será chamado de Vitório.
“Quero um ambiente mais clean e neutro, nos tons do branco, bege e verde e com motivos de ursinhos”, disse Galisteu.
Galisteu, que esta usando nas fotos um vestido da Zazou, escolheu um quarto com ambiente clássico, quadro exclusivos, da coleção Francesa do espaço.
E você como gostaria do quarto do seu bebê? Parecido? Já escolheu?
Mandem seus comentários.
No mais para mais fotos dela na Zazou, basta acessar o seguinte link abaixo:
Os nutricionistas e gastroenterologistas não cansam de recomendar uma dieta rica em fibras (frutas, hortaliças e cereais) como importante segredo para “esquentar os tamborins” do intestino preguiçoso.
Isso porque, a conhecida prisão de ventre pode ser motivada pela ausência dos nutrientes trazidos por estes alimentos. No caso das mulheres, explica o presidente da Federação Brasileira de Gatroenteorologia, Aytan Sipahi, o problema é acentuado por causa dos hormônios. Na gravidez, a dificuldade de ir ao banheiro aumenta ainda mais.
A estimativa é de que o dobro de mulheres sofra com o problema em relação aos homens. Eles, segundo o fabricante de um iogurte que promete dar uma forcinha ao intestino, somam 5 milhões no Brasil. Elas, portanto, seriam 10 milhões em todo País.
Pois bem, nada adianta sair por aí comendo fibras se, em paralelo, a ingestão de líquidos não acompanhar o cardápio, advertem os especialistas. Além de não favorecer o trânsito intestinal, o efeito no auxílio para emagrecer – outro benefício creditado às fibras – tampouco é alcançado. E o pir o: de super-heroína a fibra pode se transformar em vilã do intestino. Como? Os nutricionistas explicam: sem receber um “balde de água” o excesso de fibra provoca até mesmo constipação intestinal.
“A fibra precisa de água para funcionar. Se for consumida em parceria com o líquido, forma uma espécie de gel no intestino”, esclarece a nutricionista clínica Flávia Morais, especializada em dietas e alimentos naturais. “É este gel que promove a sensação de saciedade e a consequente redução do apetite”. Mas sem a companhia da água, adverte ela, não há este efeito e nem a melhora do funcionamento do intestino
Para que tudo funcione direitinho, o ideal é comer frutas, (morango, ameixa, abacaxi, damasco são bons exemplos), dois pratos de verduras e legumes (espinafre, cenoura, couve e brócolis são ótimos), cereais (como milho), farelos de trigo e feijão, sendo o indicado são 20 gramas de fibras diariamente. Além disso, é importante beber dois litros de água ao longo do dia.
Mas atenção: não vale beber e comer tudo de uma vez. É preciso separar em doses para ter o efeito desejado.
Outro dia uma grávida perguntou sobre o assunto em um comentário de um post antigo deste blog, por isto trago mais informações abaixo a respeito sobre estabilidade durante experiência.
A garantia de emprego da gestante em contrato de experiência vai somente até fim do contrato.
Com esse entendimento, a 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou a TIM Celular de pagar verbas rescisórias relativas ao salário-gestante a uma empregada curitibana, despedida durante o contrato de experiência, quando estava no início da gravidez.
Na ação reclamatória, a autora pediu a estabilidade no emprego. Alegou que estava grávida quando foi despedida. O pedido foi negado na primeira instância. A trabalhadora recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. O pedido dela foi, então, atendido. Para os desembargadores, a estabilidade é devida à gestante em qualquer tipo de contrato.
A TIM recorreu ao TST com Recurso de Revista. A relatora, ministra Maria Cristina Peduzzi, concordou parcialmente com a empresa. Explicou que a empregada começou a trabalhar na TIM por meio de uma empresa prestadora de serviço e que só posteriormente a empresa telefônica a contratou pelo prazo de 90 dias e, ainda durante o período de experiência, a dispensou.
Segundo a relatora, neste caso, a empresa deve responder apenas pelos créditos compreendidos entre a despedida da trabalhadora e o término do contrato, “porque, como é contrato de experiência, não é devido o pagamento da licença maternidade”.
Gostaria de convida-las para o sempre concorrido Bazar de Verão 2010 de Moda Gestante da Zazou, que começa amanhã dia 25/02, tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, e para completar no sábado teremos ainda uma promoção de fotos gratuitas na loja em São Paulo com a fotografa especializada em grávidas Lidiane Lopez. Vai ser a maior loucura!
Sei de que muitas estavam esperando este momento. Por isto mesmo segue abaixo o convite:
Todas as peças da loja sem excessão vão estar em Bazar com até 70% de desconto!
E ainda para facilitar ainda mais sua vida e bolso, vão poder pagar suas compras parcelado em até 5X sem juros no cheque ou então à vista ainda com 5% de desconto.
As lojas da Zazou, tanto no Rio de Janeiro (Forum de Ipanema), como a de São Paulo (Atílio na Vila Olímpia), vão estar todas em Bazar separadas por tamanhos nas arraras para facilitar, pois são mesmo as últimas peças de verão, e assim as grades já estão bem furadas, e por isto mesmo e também abrir espaço no estoque para as peças da próxima coleção, que já estão chegando, estamos queimando tudo.
Trata-se de uma oportunidade única! Garanto que não vão encontrar algo mais vantajoso no mercado! Avise a suas amigas grávidas!
Até por que como novidade este ano, ainda vamos colocar algumas peças do inverno passado também com descontos nas arraras do Bazar, assim poderá já comprar logo algo para sua gravidez no inverno com um preço do ano passado e ainda também com desconto.
Corre pois quem chegar primeiro leva as melhores barganhas…
Mais uma grávida famosa antenada na moda vestindo roupas da Zazou…
Vejam na foto abaixo da Revista Caras a atriz Vanessa Loes grávida de 8 meses, com o marido também ator Tiago Lacerda, vestindo uma calça da Zazou durante o desfile das escolas de samba campeãs do carnaval do Rio de Janeiro no Camarote da “Devassa | Nova Schin”.
Ficamos felizes de ver que ela usou e gostou das roupas da Zazou durante sua gravidez, tanto que voltou. Sim, trata-se da sua segunda gravidez, e em ambas usou roupas de grávida da Zazou.
“Tem dias em que me sinto mais inchada, em outros me sinto melhor. Hoje, quis mostrar a barriga.”
A atriz contou que engordou apenas oito quilos e que aguarda a chegada de uma menina, ainda sem nome, para abril.
“Quero que seja parto normal, assim como o do Gael (primeiro filho do casal, 2 anos e 8 meses).”
Ela disse ainda que está se permitindo comer doces, mas mantém uma alimentação saudável.
“Se vejo alguém na rua comendo um biscoito, vou lá e compro um também. Tenho de ser feliz, né?”, brincou. “Tenho o maior orgulho da minha barriga, ela está linda e a minha filha deve estar linda também.”
Queria trazer para vocês uma apresentação do “Parto do Princípio“, que é uma rede de mulheres voluntárias que incentiva o parto ativo e luta por melhorias na assistência ao parto no Brasil, que a Zazou apoia.
Para isto trago este vídeo abaixo:
Para maiores informações fica a dica de visitarem o site em:
O filho da colombiana Alejandra ainda não nasceu mas é uma entre as 100 mil crianças que vão integrar o painel de um estudo inédito sobre saúde e desenvolvimento infantil.
O assunto foi divulgado em recente matéria no The New York Times. Trata-se de projeto aprovado em 2000 pelo Congresso norte-americano, e que só agora sai do papel detalhes do estudo com as 100 mil crianças vão ser acompanhadas por cientistas desde a barriga da mãe até completarem 21 anos, numa investigação sem precedentes com um orçamento global de 6,7 mil milhões de dólares.
“Este estudo tem a mesma magnitude que o acelerador do CERN, ou uma viagem à Lua”, disse ao The New York Times Milton Kotelchuck, um dos investigadores envolvidos da Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston.
O trabalho vai prolongar-se as próximas duas décadas. Segundo o site oficial do projeto, intitulado The National Children’s Study, a investigação vai permitir “compreender como os genes e ambiente em torno das crianças interagem e afetam a sua saúde e desenvolvimento.”
Nos próximos quatro a cinco anos, serão recrutados anualmente 250 bebês em cada uma das comunidades envolvidas. Espera-se que em Dezembro já estejam a ser seguidas 510 mulheres grávidas, e que já tenham nascido 83 bebés ligados à pesquisa.
Para ter uma idéa do tamanho, o grupo de trabalho envolve mais de 2400 obstetras, pediatras e pesquisadores de institutos públicos e privados.
Nos temas que seao estudados estão deficiências no feto e problemas relacionados com a gravidez, que vão analisar-se ainda doenças como asma, obesidade ou diabetes na infância, entre aspectos relacionados com o comportamento, aprendizagem ou distúrbios mentais.
O estudo vai acontecer em 105 cidades dos Estados Unidos, de forma a abranger diferenças etnias, estratos sociais e mesmo grupos religiosos. Os investigadores vão recolher informação sobre hábitos de vida e contextos sociais, entre amostras biológicas ou avaliações da qualidade do ar ou da água a que as crianças terão acesso.
Toda grávida tem muitas dúvidas quanto aos cuidados com o bebê. Como identificar se meu filho está com cólica? Como adequar os horários das mamadas e do sono?
Para ajudar a esclarecer estas e outras dúvidas, o Assim Saúde criou o projeto Bebê Assim, com palestras gratuitas.
Sendo que a primeira do ano de 2010, acontecerá no próximo dia 12 de março das 9h às 13h, na sede do Assim Saúde (Rua da Lapa, 40 - Centro - Rio de Janeiro).
As inscrições gratuita podem ser feitas até o dia 09 de março pelo Teletendimento da operadora: (21) 2102-9797.
Sendo que todas as participantes ganharão uma bolsa exclusiva, com produtos da Granado Pharmácias e da Bayer, apoiadoras do projeto.
As participantes podem colaborar com fraldas descartáveis que serão doados à uma instituição assistencial.
Você gosta de correr? E agora que esta grávida como esta fazendo?
Pois descubra no Vídeo abaixo da Oxigênio TV todos os cuidados necessários para as gestantes durante a corrida, e conheça a jornalista Michelle Dufour, corredora que quando grávida optou pelo Deep Running, uma modalidade de corrida dentro da água.
E você também gosta de correr? E Hidro?
Saiba de que a Zazou tem uma linha própria de roupas de ginástica e hidro para gestantes, que se preocupa não apenas com o visual antenado na moda, mas principalmente com a modelagem especializada própria para as mudanças no corpo durante toda a gestação, quando vai usar a mesma roupa que vai se adaptando com o crescer da barriga.
Veja mais fotos de diversas outras opções e modelos no link abaixo:
A coisa mais Ordinária e comum da vida humana é também a mais Extraordinária…
Queria então comentar sobre um filme chamado “GráVido“, que mostra a gravidez pelo ângulo do Pai, contando a história de um cara vidrado em cultura POP com síndrome de Peter Pan, bem divertido recheado de referencias cinematográficas.
Uma estória simples, e bem contada de uma maneira fascinante, cuaj estréia é no próximo dia 26 de Março de 2010 no Espaço Cultural Yagizi.
Quando os filhos nascem, muitas mães ficam em dúvida se precisam de uma babá. você também tem esta dúvida?
Para ter uma idéia, a top model Gisele Bündchen, por exemplo, não tem a ajuda de uma, assim como a jornalista Chris Flores, da Rede Record. Enquanto isso, muitas mulheres famosas, como a apresentadora global Angélica, e outras que vivem longe dos holofotes não abrem mão dessas profissionais.
Afinal, como se decidir?
Neste sentido Guia da Mulher do Portal Terra fez uma interessante matéria em que entrevista especialistas, que explicam de que deve-se levar em conta a necessidade da família.
Foi o que fez duas vezes Daniela Martins, de 38 anos, com resultados satisfatórios. Meses depois do nascimento de Gabriela, de 2 anos e 7 meses, apostou em uma babá, porque acreditava que não daria conta do recado, principalmente devido aos trabalhos finais da faculdade que estavam por fazer. Assim que a garota completou 1 ano e 9 meses, a contratada teve de se afastar por conta de uma gravidez. Daniela, então, decidiu aventurar-se sozinha na criação.
“Minha filha vai de manhã à escola, enquanto eu trabalho em casa. Quando ela volta, fico com ela. Se sobra trabalho, faço só à noite. É cansativo, mas não tem preço ver a criança se desenvolvendo.”
Mas quais itens familiares devem ser avaliados?
Analise a carga horária de trabalho, a disposição dos avós em ajudar, a condição financeira (é claro), tempo disponível para entrevistar tranquilamente as profissionais.
Se o emprego dos pais é em período integral e ainda exige vida social intensa, com muitos eventos noturnos, e os avós moram em uma cidade distante, você realmente pode necessitar de auxílio.
“As famílias brasileiras procuram por babás porque esperam que as crianças fiquem no ambiente familiar, mesmo que não sob seus cuidados”, disse Antoniele Fagundes, dona da empresa Babá Ideal, que presta consultoria familiar e cursos para babás. “Por isso, às vezes deixam de lado a casa dos avós e a escolinha. Mas cada família tem de decidir o que é melhor para ela.”
Na opinião da terapeuta familiar Roberta Palermo, autora do livro Babá/Mãe - Manual de Instruções (Mescla Editorial, 160 p., R$ 33,90), mães que trabalham meio período têm como alternativa investir em uma babá apenas quando estiverem ausentes. Caso queiram deixar os filhos com os avós, mas acreditam que o trabalho é exaustivo demais, que tal pensar na hipótese de uma babá que dê suporte a eles?
Quando a mulher acha que tem tempo para se dedicar aos pequenos, o melhor é tentar sozinha antes de colocar alguém dentro de casa, segundo Roberta.
“A escolha de uma babá virou hábito familiar, ‘faz parte do enxoval‘. Em alguns casos, basta ter a ajuda da empregada da casa em alguns momentos ou contratar uma folguista para um passeio no fim de semana.”
Mas como então escolher a babá?
Se sua resposta for “sim, eu preciso de uma babá”, chegou a hora de enfrentar a difícil missão de escolhê-la. É muito importante se empenhar nesse momento, porque trocas constantes não são benéficas às crianças, que formam vínculo afetivo com quem cuida delas.
Como a profissão não é regulamentada(aliás o Projeto de Lei 1385/07 do deputado Felipe Bornier, aprovado pela Comissão de Trabalho e que aguarda votação pela Comissão de Constituição e Justiça, busca essa regulamentação), os pais não têm como se apoiar em requisitados básicos ditados por lei. Mas alguns tópicos ajudam, e muito, na hora de tomar a decisão, como analisaram Antoniele e Roberta.
Confira as dicas abaixo:
1) Busque boas referências:
Levar um estranho para casa e, ainda por cima, com a responsabilidade de cuidar do seu filho não é algo tranquilizador. Todo cuidado é pouco. Peça indicação a amigos e familiares. Caso conte com o auxílio de uma agência, exija recomendações. Converse com as ex-contratantes e solicite que indiquem os pontos positivos e negativos da babá. Peça um atestado de antecedente criminal.
2) Fique de olho na aparência:
Assim como em qualquer área, a primeira impressão é a que fica no momento da entrevista. Se a candidata tiver aparência desleixada, o que vai lhe fazer pensar que cuidará bem da garotada? Ela não precisa se apresentar de uniforme, mas de maneira discreta, com cabelo preso, unhas cortadas e sem perfumes fortes.
3) Formação:
Ser alfabetizada é um item relevante, já que talvez precise ler a bula de um remédio, por exemplo. Como passa muito tempo com os filhos, é ainda desejável que fale corretamente para não prejudicar o aprendizado deles. Se tiver cursos de babá no currículo, melhor ainda.
4) Empatia:
A empatia conta muito na hora da escolha, como lembrou Antoniele. É importante que haja afinidade entre babá, pais e filhos. Preste atenção como a profissional trata a criança, se é carinhosa e paciente.
Escolhida a babá, a próxima etapa é a adaptação. O tempo pode depender da idade da criança e experiências anteriores. A sugestão de Antoniele é separar ao menos 30 dias da licença-maternidade, mas o ideal seria três meses.
Durante esse período, é fundamental que a mãe ou o pai permaneça em casa instruindo a profissional. Deve explicar detalhadamente tudo, porque ninguém tem como saber como são a rotina e as preferências de cada família. Fale sobre horários, alimentação, passeios, como executar cada tarefa, que atitude tomar em momentos de emergência e o que permite ou não fazer com o filho. Com tudo claro, é mais fácil cobrar a execução correta.
Além disso, o pequeno precisa criar um vínculo com a babá. Afinal, é ele quem vai passar boa parte do tempo em sua companhia. Para isso, os adultos têm de transmitir segurança. Uma dica da terapeuta familiar é investir em mensagens positivas, como “Que legal, sua babá monta quebra-cabeça muito bem!”
Depois de passar pelo difícil processo de escolha de uma babá e, em seguida, pela adaptação, nem pense em se acomodar e deixar todas as tarefas nas mãos dela. Afinal, não quer que seu filho lhe substitua pela profissional, certo?
“O vínculo afetivo se fortalece por meio do toque, do acolhimento. Por mais que a criança fique muito bem com a babá, nem sempre compreende porque tem de tomar banho com ela se a mãe já está em casa”, disse Roberta Palermo.
Portanto, os pais devem colocar em prática regularmente, mesmo cansados, algo como trocar fraldas, dar banho, alimentar, escovar os dentes. Definitivamente, apenas ler um livro antes de dormir não conta. Participe efetivamente da criação dos filhos. É recompensador.
A tarde de compras do enxoval de grávida da Adriane Galisteu, grávida de 3 meses de seu primeiro filho (Vitório), na loja da Zazou em São Paulo(Atílio na Vila Olímpia) continua a repercutir positivamente na mídia, mostrando que uma grávida antenada na moda vem se vestir na loja da Zazou, que se tornou referência de mercado neste segmento.
Segue abaixo alguns dos locais que publicaram uma nota e fotos:
Usada há mais de 40 anos, a talidomida era usada para evitar enjoos na gravidez. Mas a droga perigosa deformava os fetos. As vítimas do medicamento vão começar a receber o pagamento este ano.
Veja no vídeo abaixo matéria sobre o assunto no programa Bom Dia Brasil da TV Globo:
Você gosta de leite? Tem tomado durante a gravidez?
Pois sabiam de que mulheres que bebem bastante leite durante a gravidez podem estar a proteger o seu filho do desenvolvimento futuro de esclerose múltipla. Pelo menos foi o que concluiu estudo realizado em 35 mil mulheres e suas mães.
“O risco de esclerose múltipla entre as filhas cujas mães consumiram quatro copos de leite por dia era 56% menor do que as filhas cujas mães consumiam menos de três copos de leite por mês“, destacou o pesquisador Fariba Mirzaei, da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA.
O estudo indicou um papel da vitamina D, cuja presença é obrigatória na fórmula dos leites comercializados nos EUA, por essa proteção. As voluntárias cujas mães eram o quinto da amostra que consumia mais vitamina D durante a gestação tinham 45% menos riscos de ter esclerose múltipla do que as voluntárias cujas mães eram o quinto da amostra que consumia menor quantidade do nutriente na gravidez.
O estudo, porém, não explica o papel dessa vitamina, cuja fonte principal é a luz solar, na protecção contra a doença.
A esclerose múltipla é uma doença inflamatória crónica e degenerativa do sistema nervoso central, que interfere com a capacidade do mesmo em controlar funções como a visão, a locomoção e o equilíbrio, entre outras.
Além do estilo atual, sempre seguindo tendências da moda da atual estação, a Zazou tem uma preocupação especial com a modelagem especializada própria para as mudanças no corpo da grávida, que é importante não apenas nas calças, mas também nos vestidos, para que eles não fiquem levantando (empinados) na parte da frente mais curta, e longo na parte de trás, ou ainda que na parte dos seios que crescem bastante ao longo da gravides não fiquem apertando e incomidando, que também tenham alças mais largas para que possa usar um sutien de grávida.
Estes são alguns dos detalhes da modagem que podem passar desapercebidos, em especial na sua primeira gravidez, quando não tem tanta experiência prática, o que podemos lhe oferecer um pouco depois de mais de 8 anos atendemos milhares de grávidas antenadas…
Veja no vídeo abaixo a bonita atriz Miriam Martin, que faz a Rosinha no programa Zorra Total da TV Globo, foi um dos destaques da Mocidade Independente, no dia em que completa seis meses de gravidez. Ela disse que viveu muita emoção durante o desfile grávida e quer transmitir alegria para o seu segundo filho.
Mais fotos dela grávida vestindo roupas de grávida da Zazou no Rio em:
A cada nova pesquisa se descobre mais evidências de que a ligação entre mães e seus bebês é ainda maior.
A última afirma que beber leite e ingerir vitamina D durante a gravidez pode ajudar a reduzir as chances de o filho desenvolver esclerose múltipla quando se tornar adulto.
Pelo menos esta é a conclusão de recente estudo (ainda preliminar) que será apresentado no 62° Encontro Anual da Academia Americana de Neurologia, marcado para abril deste ano em Toronto, Canadá.
Os pesquisadores analisaram os questionários sobre a dieta na gestação de 35.794 mães de enfermeiras. Ao longo dos 16 anos de avaliação, 199 enfermeiras desenvolveram esclerose múltipla.
As chances de ter a doença entre as filhas de mulheres que consumiram quatro copos de leite por dia foi 56% menor em comparação com as nascidas de quem apostou em menos de três copos do líquido por mês.
“Encontramos também que o risco de esclerose múltipla entre as filhas de mães que estavam no topo dos 20% de ingestão de vitamina D durante a gravidez foi 45% menor do que as filhas de mães com ingestão inferior a 20%”,disse Fariba Mirzaei, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, ao site Science Daily.
“Há evidências crescentes de que a vitamina D tem efeito sobre a esclerose múltipla. Os resultados desse estudo sugerem que o efeito pode começar no útero.”
Como havia comentado a jornalista Eliane Brum da Revista Época, fez uma excelente matéria sobre o mito da fertilidade, aonde entrevistou uma grávida, que contou toda a diiculdades e os medos de tentar engravidar e os tratamentos que fez para conseguir realizar seu sonhos.
Trago a abaixo a entrevista, pois tenho certeza de que muitas mulheres passam pela mesma situação e vão também supera-las:
1) Por que você quer ser mãe?
Não sei direito. Um pouco porque parece ser uma consequência natural da vida, um pouco pela vaidade da continuidade de mim mesma, da sensação ilusória, mas inevitável, de ter algo verdadeiramente “meu”. Ou que dependa, ao menos por um tempo, exclusivamente de mim. Soa horrível, mas é o que sinto. Às vezes por fatalismo, às vezes por puro egoísmo, não sei. Não é uma escolha racional. É um desejo, quase um capricho.
2) Em que medida ser mãe é desejo seu e em que medida é pressão familiar e social?
Não sei avaliar. Com certeza há uma pressão familiar tácita e social também. Mas é algo meio de bicho ou de obrigação social muito arraigada, a ponto de eu não conseguir identificar. Eu não paro para pensar. Está lá, simplesmente. E há muito tempo.
3) Quando você começou a sentir que queria ser mãe? E como este sentimento influenciou sua vida?
Desde a adolescência a maternidade está presente na minha vida, mesmo que como negação. Sempre levei esse desejo muito a sério. Era como se fosse um desdobramento natural da vida tornar-se mãe, uma questão de tempo para toda mulher, e uma questão com um algo da ordem do sagrado, algo de muito importante. Mas eu queria experimentar isso de uma maneira supostamente responsável, sem grandes atropelos – ao menos assim eu idealizava. Então adiei por muitos anos o plano e sempre me precavi neuroticamente para evitar ficar grávida fora de hora, ou do que eu considerava fora de hora, como vi acontecer com outras amigas e me assustou muito. Mesmo assim, desde os 20 e bem poucos anos tenho os exames pré-natais em dia, porque, por mais que a gente se previna, não temos o controle de tudo. Então ao menos eu estaria pronta fisicamente.
4) Isso determinou a escolha dos homens com quem namorou, casou?
Casei com um homem que tinha alguns impedimentos para ter filhos. Ele topou ter um filho comigo, mas minha impressão era de que era mais por amor a mim do que por um desejo dele. Com o tempo, essa diferença de vontade me pegou. Logo que começamos a namorar, consultamos um especialista e soubemos que teríamos de fazer tratamento. Mesmo eu não querendo engravidar naquela hora, fui ao médico porque queria me sentir segura de que estava preparando o terreno para o futuro da melhor forma possível. Me separei dele dez anos depois por iniciativa minha e por motivos que até hoje não são claros para mim. Na época, ele cogitou que uma das razões fosse a pouca vontade dele de ter um filho ou a dificuldade que teríamos. Não sei. Mas, curiosamente, na sequência me apaixonei por um homem, meu atual marido, muito fértil, que já tinha filhos e é um excelente pai, dedicadíssimo. Desde as primeiras saídas deixei claro que eu queria ser mãe um dia. Se isto não estivesse nos planos dele, então o relacionamento não iria muito longe. Ele topou. Às vezes me pergunto se minhas escolhas não foram influenciadas inconscientemente pelo instinto de ser mãe – se é que ele existe mesmo.
5) Quando você decidiu que era hora de engravidar, o que fez? Essa ideia de engravidar não atrapalha na hora de transar? Dá para gozar querendo tanto que um filho seja concebido?
Quando decidimos que era hora, falei com minha médica, fiz novos exames e tomei novas vacinas. Parei com a pílula. Não mudou exatamente o jeito de transar, de viver, mas, para nós, criou-se uma ansiedade crescente, uma expectativa que virava uma tristeza a cada menstruação. Meu marido era excessivamente otimista e achava que eu ia engravidar no primeiro ciclo. Eu sabia que já era um pouco velha biologicamente, que tinha adiado demais os planos de maternidade e que talvez a coisa demorasse. Os exames estavam todos muito bons, mas a gravidez não acontecia e isso trazia tensão. Por que não acontecia? Eu ficava com raiva dele quando a gente brigava perto dos períodos férteis, porque seria uma oportunidade a menos. Meu foco na transa mudou um pouco, sim. Pareciam aquelas transas sagradas, meio ritualísticas das tradições antigas, com uma finalidade por trás…
6) Vocês conversavam sobre isso?
Nunca falei isso pra ele, até para não comprometer o sexo, que sempre foi uma coisa muito boa nossa. Sinto que ele também ficava ansioso para a gravidez rolar toda vez que transávamos. Acho que eu fiquei menos preocupada em gozar nessa época. O foco era outro. Mas não atrapalhava, não impedia. Ao contrário, parecia que enobrecia. Eu queria muito que meu filho fosse concebido numa transa muito boa, com um belo orgasmo. Mas infelizmente a ansiedade começou a perturbar. Em alguns momentos, ficou um pouco mecânico pra mim.
7) Em que momento começou a dar medo de não conseguir? E o que este medo fez com você? E com a sua vida?
Como eu sou muito ansiosa, o medo veio logo. Meu marido era otimista demais. Isso acabava sendo uma pressão indireta. Ele teve filhos muito facilmente. Por isso, eu comecei a me sentir “defeituosa”, inferior a outras mulheres. Em alguns momentos, tive raiva e inveja de mulheres que engravidavam, mesmo de amigas muito queridas. Ficava puta quando alguém que eu julgava irresponsável, não merecedora daquela “graça”, engravidava. Como se fosse uma questão de mérito, sabe? Por que eu, que tinha feito tudo “direito”, planejado, escolhido um momento de relacionamento tranquilo, de segurança financeira, porque eu, que era uma ótima tia e madrasta, não conseguia, e tanta mulher sacana conseguia? Tive sentimentos muito ruins. Eles me puxavam mais pra baixo ainda. Me sentia muito injustiçada pela natureza. E diminuída, que é o pior dos sentimentos. É como se não ser fértil, ao menos naquele momento, me diminuísse. Mudei de emprego. Não exatamente por causa da gravidez, mas isso pesou. Decidi trabalhar em algo mais tranquilo, com menos horas, pensando no projeto de ser mãe. Mas o trabalho não me satisfazia e, ao mesmo tempo, eu não engravidava. Fiquei meio amarga, meio ranheta, ranzinza, pouco generosa. Estou grávida, mas ainda me sinto um pouco assim. Não sei se os outros se dão conta disso, mas eu me sinto assim.
8) A partir de um determinado momento, você teve de enfrentar a questão de que não seria fácil gerar um filho. Tive a impressão de que você ficou meio obsessiva… Como lidou com isso na família, na vida social?
Eu não falava para as pessoas que estava tentando porque tinha um pouco de vergonha e incômodo de elas saberem que eu não estava conseguindo. Então desconversava sobre esse assunto, fingia desinteresse. Comecei a ler mil sites e porcarias sobre gravidez. Descobri sites horrorosos, com fóruns deprimentes de mulheres inférteis. O que eu chamava de “gineco” ou de “minha médica”, para elas era GO. Estas mulheres tinham abreviações e códigos próprios. Muitas iam a dois médicos ao mesmo tempo, de tão neuróticas. O contato com esse universo me deprimiu, porque pelo menos em um ponto eu me identificava com elas: não conseguia engravidar. Ficava lendo estatísticas para me sentir mais confortada. Descobri, para meu alívio, que mulheres na minha idade tinham 12% de chance de engravidar naturalmente depois de um ano. Parece idiotice, mas este tipo de informação me consolava. Comecei a fazer continhas horríveis de período fértil para transar. Na neura de engravidar, meu marido e eu compramos um produto que mede o dia da ovulação pela quantidade de sal na saliva. Usei três meses esse medidor e me senti meio ridícula e enganada, até que joguei num canto do armário. Não teria coragem de contar a ninguém que fiz isso. E fiquei aliviada quando um amigo do meu marido disse a ele que estava usando um também com a mulher. Não éramos os únicos ETs.
9) Você se sentia um ET por não engravidar?
Me incomodava que meu marido dissesse não conhecer ninguém com dificuldade de engravidar. Eu me sentia pior. Até que fui mostrando a ele casos próximos. Eu precisava provar a ele que não era a única mulher que não engravidava fácil. Amigos passaram a desabafar com ele, e ele percebeu que isso acontecia, mas as pessoas não contavam. As pessoas não gostam de falar de fracassos. Quando viajávamos, meu marido queria comprar coisas para o bebê que não existia. No começo, eu topava, meio a contragosto. Mas isso começou a me incomodar. Era como montar um enxoval para um fantasma. Da última vez que viajamos, eu me neguei, categoricamente. Fui dura. Não queria aquele sofrimento. Quando estivesse grávida mesmo, compraria. Não queria me sentir mais iludida nem patética.
10) Em que momento você decidiu que era hora de tentar inseminação artificial?
Depois de quase um ano tentando, minha médica achou que, pela minha idade, era melhor tentar alguma coisa mais radical. Ela propôs inseminação artificial. Era feita no consultório mesmo. Era importante para mim saber que tudo era simples, que eu não era um alien num laboratório. Meu marido foi bem parceiro nessa hora, com muito bom humor, e isso me ajudou muito. Mas eu me sentia constrangida de estar fazendo um tratamento desses. Eu concordei, mas dentro de mim eu resisti e fiquei triste, tensa. Meu marido me encorajou, a médica falou que era normal, que a Medicina está a nosso serviço. Mas eu torcia para que rolasse naturalmente, nos intervalos do tratamento. Não deu certo e foi uma bomba. No mês seguinte a médica quis esperar, mas não aguentamos. Tentamos algo chamado “coito programado”, em que você é estimulada com hormônios e transa num dia e horário específicos. Péssimo. Foram dias HORRÍVEIS. Deu muito errado, produzi mil cistos, meus ovários ficaram gigantes. Foi o pior momento de todos. Nessa época, eu tinha comprado na rua, por pena da vendedora, três assinaturas de revista. Só queria ajudar a moça e acabei escolhendo uma revista de bebês. Meu marido ficou super entusiasmado. Veio o primeiro número e eu não tinha engravidado. Odiei tanto aquele exemplar… Me senti tão humilhada, com tanta raiva, que liguei suspendendo a assinatura por seis meses. O curioso é que a revista voltou a chegar no primeiro mês da minha gravidez. Foi uma gentileza do destino.
11) Nessa época, como era para você se encontrar com bebês e mulheres grávidas? Você chorava?
Chorar, não. Fiquei mais amarga, tentando me manter “realista”, prática. Houve um tempo em que eu fiquei com um pouco de raiva de bebês. Não fazia questão de pegar nem de chegar perto deles. Nunca fiz muita questão, mesmo, sempre fui arredia, porque eles pareciam e me parecem até hoje assustadores. Mas, nesta fase, eu queria menos ainda. Tinha ainda mais raiva das mães deles. Ainda tenho um resquício disso: inveja de barriga. Espero que passe, porque ainda me culpo por sentir coisas ruins pelas pessoas..
12) Você disse que as pessoas silenciam sobre a dificuldade de engravidar. Por isso, quem não consegue se sente um ET. Por que você acha que é tão difícil admitir e lidar com tranquilidade com a dificuldade de engravidar? Por que para você é tão difícil falar sobre isso, mesmo agora, que já engravidou?
Acho que sou como as outras pessoas. Eu tenho certo constrangimento de dizer que fiz tratamento. Só contei para pessoas muito, muito chegadas, umas cinco. Eu e meu marido pensamos em não falar para ninguém e mentir para quem perguntar. Me sinto mal por mentir. Mas me sinto mal também de achar que podem me olhar diferente, como se meu filho fosse menos, e minha gravidez, artificial. É estranho. Não foi numa transa natural, com orgasmo, secreções e suor. Foi num laboratório. É como se eu fosse menos que as outras, que conseguiram tão naturalmente. Conheço pessoas que engravidaram numa única transa. Meu marido é uma delas – o que já fez e às vezes ainda faz com que eu me sinta uma droga de mulher. Como engravidar era algo muito desejado por mim, essas pessoas me pareciam “superiores”, férteis, mais capazes que eu. Admitir a dificuldade de engravidar é admitir que eu sou “menor”. Sei que soa neurótico, mas não tenho controle sobre isso. Ao longo desse tempo descobri amigas próximas que também tinham feito tratamento, mas nunca me contaram. Falam só em conversas íntimas. Talvez seja uma neura minha. Todo mundo fala que, para ter filhos, basta relaxar e transar. Então, se a regra é essa, quem não consegue tem um problema. É um extraterrestre. Parece que vão te olhar com cara de piedade: “coitada, ela não consegue engravidar”. Foi muito importante pra mim, quando eu estava me sentindo muito mal e insegura, ter encontrado minha dermatologista. Na primeira consulta, eu falei que estava tentando engravidar, pra ela saber que remédios podia me dar. Ela então falou, com cara de felicidade e como se fosse a coisa mais normal do mundo, que tinha feito tratamento. Me desconcertou. Era uma mulher linda, de 32 anos, alegre, poderosa, bem vestida, bem sucedida, num consultório chiquérrimo, falando com a convicção daqueles depoimentos de propaganda na TV.
13) Foi nesse momento que você teve coragem de tentar outro tratamento?
Sim, ela tratava de um jeito natural. Era como eu queria ser e me sentir. Ao longo das consultas, ela intercalava as intervenções com papos de muita leveza sobre a dificuldade dela, a tristeza, as crises de choro a cada mês, durante o que ela batizou de “enterro do modess”, quando a menstruação vinha. Falou das tentativas frustradas e de como ela não quis esperar, apesar de ser nova. Pensou que estava no melhor momento da carreira, da vida pessoal, e que não ia seguir os conselhos dos antigos de esperar que a gravidez viesse na hora que tivesse de vir. Ela me pareceu livre, sabe? Livre para achar que aquela era a hora e dane-se se não fosse a forma ideal. Dane-se o tempo da natureza. Não quero mais sofrer. Ela fez fertilização in vitro e engravidou de gêmeos na primeira. Um casal lindo que eu via nas fotos do consultório. Foi ela quem me indicou a especialista que fez meu tratamento. Primeiro, eu guardei o nome e o telefone da médica e não usei. Dois meses depois, quando a inseminação feita pela minha médica de sempre deu errado, marquei uma consulta. Mas cancelei. Mais dois meses e voltei à dermato. Ela, muito delicadamente, perguntou se eu não tinha ido à especialista. Aquilo me pegou. Foi um incentivo. Marquei nova consulta, mas, dessa vez, fui. A médica era sóbria e delicada, bonita, na dela. Eu tinha horror das clínicas de fertilização dos medalhões, com médicos soberbos falando de bebês como quem fala de reprodução de vacas, de manadas inteiras produzidas no laboratório, que se envaidecem dos muitos bebês que já fizeram na “fábrica” particular deles, de como tudo é muito fácil. Então fui nessa médica que nem eu tinha ouvido falar. Só peguei referências na internet. Deu tudo certo na primeira vez. Sou muito grata à dermatologista linda e assumida que me indicou essa clínica. Grata pelo alto astral e, principalmente, pela naturalidade com o tema que eu não consigo ter, mas que me conforta.
14) Como foi isso tudo para o seu marido?
Para ele, era uma incômoda novidade. Ele teve filhos muito facilmente com a primeira mulher, até quando não quis. Por isso tinha dificuldade de entender que podia demorar, que uma coisa era minha aparência jovem, outra a idade dos meus ovários. Parece que homens falam pouco sobre isso entre si, confundem fertilidade com potência, não têm paciência para assuntos biológicos. Então ele não tinha muito recurso pra lidar com isso. Dei a ele mil “palestras” de reprodução, falava da comprovada baixa competência da espécie humana para a procriação – estamos mais para os pandas do que para coelhos e insetos, na escala de eficiência reprodutiva… Mas ele só absorveu isso com o tempo e com as conversas com os médicos. O excesso de confiança e otimismo dele me incomodavam, mas eu não achava justo desanimá-lo. Alguém tinha de acreditar que daria certo e puxar a gente pra cima. Ele topava tudo, era participativo, ia onde precisasse ir, fazia piada dos detalhes insólitos do tratamento – como as diferentes comodidades de cada “sala de punheta” das diferentes clínicas, a necessidade de colocar um tubo de ensaio com esperma preso no sutiã para “que não esfriasse” (!!!) no caminho entre o laboratório e o médico que faria a inseminação… É todo um universo diferente, maluco. Felizmente, com atendentes e médicos bem-humorados para quebrar o gelo.
15) Você fez muitos testes de farmácia? Aquela sensação de querer muito estar grávida, mas no fundo saber que não está? De ficar com medo de ver?
Aconteceu muito isso e foi horrível. Eu fazia exercícios comigo mesma para não acreditar que eram sintomas de gravidez, para não sofrer. Me dizia: “Você não está grávida. Esta cólica parece de menstruação, este inchaço pode ser qualquer outra coisa”. Claro que não funciona tão bem. Fazer um teste de farmácia que dá errado é uma das coisas mais deprimentes e humilhantes que existem nessa fase.
16) Para mim, que acompanhava um pouco de longe, me parecia mesmo uma espécie de obsessão. É assim que você vê?
Não. Não chegou a parar minha vida no cotidiano. Mas ficava algo suspenso de fundo, uma vida expectante, sei lá. O dia a dia corre normal. Mas parece que o cenário está parado, esperando a grande cena. Meio confuso isso, mas é como eu sentia.
17) Você gastou muito dinheiro?
Sempre me preocupei em guardar grana pra isso, caso precisasse. Hoje, felizmente, há opções acessíveis de tratamento, até para quem não tem dinheiro. Quase fui fazer numa universidade que só cobra os remédios, para apoiar a iniciativa. Mas não tive paciência com os horários e restrições. Hoje há muitas clínicas boas e alternativas para quem não pode pagar. O difícil é a pessoa ter acesso à informação, não ao tratamento. Eu gastei uns 13 mil reais, fora as consultas. Esta área é muito profissionalizada. Se você acha uma clínica séria, como eu achei, eles otimizam seus gastos, ajudam você a planejar, a montar esquemas para gastar menos. É surpreendente como são organizados. Você é assessorado por uma enfermeira que ensina exatamente como aplicar os remédios, que fica disponível 24 horas. Tudo é superexplicado. Eles te dão a opção de comprar os remédios com eles ou indicam revendedores, porque tudo é importado. O tratamento mesmo custou 8 mil reais. O resto foi gasto em remédios e no congelamento dos embriões restantes, porque eu produzi muitos.
18) É uma enorme dose de hormônios e medicamentos, imagino… Não é meio assustador?
Você tem de tomar antibiótico antes de começar e pílula anticoncepcional por um mês. Quando você menstrua, injeção diária de hormônios nos horários exatos, que você aplica em casa. A partir do dia “x”, já é outra injeção. Você bota um adesivo de hormônios no quadril, também. Daí, no dia “y”, você toma uma terceira injeção. Nesse momento, vai lá aspirar os óvulos, sedada. Neste dia eu passei bem mal. Em seguida, você volta depois de três dias para injetar os embriões selecionados – durante três dias eles botam numa cultura para ver quantos e quais vingam, para escolher os melhores. Esta parte do processo foi boa porque eu estava bem orientada. Na inseminação e no tal coito, acho que faltou melhor acompanhamento. Na clínica boa que eu fui eles medem seu fluxo sanguíneo e calculam exatamente quanto de hormônio você vai precisar. Com isso, você sofre menos fisicamente. Eu não senti grandes coisas, só inchaço e cólica durante algumas semanas. Foi bem mais tranquilo do que eu pensava que fosse. Como me estimularam direito, eu produzi muitos óvulos bons. (E isso para mim é uma vitorinha, um alívio sentir que finalmente produzi muito e bem.) Como o sêmen do meu marido era excepcional, como tudo corria muito bem, esta fase foi mais animada. E deu certo. Da melhor maneira, que é um embrião só. Pensei que seria mais fácil não tocar no assunto do tratamento se fosse um só e não gêmeos, como é comum. Olha, quando me senti segura e bem orientada, numa clínica boa, fiquei mais tranquila, acolhida. Eles sorriem e te tratam bem. Foi bem mais fácil, leve e cômodo do que eu pensava. Depois, durante dois meses você tem de tomar progesterona e colocar o tal adesivo de estradiol para ajudar a prevenir abortos.
19) Fico observando as palavras que você usa e me vem um estranhamento. Esta história de “o esperma do meu marido era excepcional”, o embrião “ser dos bons”, não é esquisito tratar dessa maneira tão técnica? O que é um esperma “excepcional”? Não é por isso que, por conclusão lógica, você seria uma mãe “defeituosa”, como você diz? E não é meio maluco olhar por esse ângulo? Este não é um jeito de olhar tão mecânico e técnico, mas que, como vemos pelo seu relato, causa um sofrimento, digamos, tão carnal e intenso?
Eu uso estes termos porque são os que eu ouvi. Ou concluí depois de analisar resultados, comparando com as médias. Há parâmetros para ver a qualidade e é inevitável você xeretar essas coisas. Assim como é inevitável você ficar intrigado ou animado quando recebe seus exames. É como quem olha seu colesterol ou hemograma e fica feliz ou desanimado. Há espermogramas horríveis, existem óvulos ruins. E você vai descobrindo isso naturalmente ao longo do tratamento. Eu não vejo problema em encarar assim. Apesar do envolvimento emocional, sempre me detive nesses aspectos objetivos para pisar na realidade, saber exatamente o que tenho pela frente. Quando um familiar teve câncer, eu sabia tudo “tecnicamente”. Para quem perguntava especificamente, eu respondia assim também: o nome do tumor, o tamanho do risco, o número das vértebras atingidas etc. Para alguns parecia frio quando eu falava em prazos, perspectivas. E aquele era um caso bem pessimista. Minha família às vezes se chocava, mas era a minha maneira de lidar com a realidade, me preparar, saber que atitudes tomar, o que esperar, onde insistir, onde recuar. Eu falo assim das coisas de saúde, sempre. No meu caso, é a minha maneira de lidar com a realidade. Você tem de tomar decisões, avaliar se está tomando o caminho certo, então não adianta apenas ficar triste e emocional. É preciso saber exatamente quais são as suas chances, qual é o seu problema ou do seu parceiro. Se eu tivesse um prognóstico ruim, por exemplo, óvulos ruins, eu teria corrido para esse tratamento muito antes. Se o espermograma do meu marido tivesse acusado problemas, também teria corrido atrás antes, sem tentar outras coisas inócuas. Sinceramente, não faço tempestade com isso, não. Eu pergunto TUDO para saber onde estou pisando. Falar objetivamente não quer dizer que não há ansiedade ou tensão ou sentimento, mas que eu estou tentando me conscientizar dos meus limites e possibilidades, só isso. Eu falo das coisas boas, mas também falo das ruins. Para você pode soar como uma neura ir atrás das estatísticas – e talvez seja mesmo. Mas, para mim, é uma maneira de me situar para o próximo passo. É um pragmatismo necessário, para eu me organizar. Tipo… ponto ruim: sou velha; ponto ruim: não consigo engravidar facilmente; ponto bom: sou saudável; ponto bom: meu companheiro é saudável e fértil. Eu funciono assim com saúde e com grana. Você arranca os cabelos, mas depois senta e fala: “Bem, o que temos aqui? O que dá para fazer? O que é real e o que não vai acontecer mesmo?”. Pode parecer tecnicismo para quem está de fora. Para quem está dentro, é a medida da sua esperança.
20) Avaliando hoje, você acha que não conseguia engravidar porque tinha algum problema ou porque a tensão era tanta que se tornava impossível? Ou uma mistura dos dois?
Sinceramente, acho que não conseguia engravidar pela tensão e ansiedade de ter um filho logo. Se eu tivesse esperado o tal “tempo da natureza”, teria conseguido. Não me culpo por não ter esperado. É curioso que a especialista que me atendeu passou pela mesma coisa: engravidou com tratamento aos 36 anos. Menos de um ano depois, estava grávida naturalmente. Esperar dá medo. Prefiro me precipitar, mas agir.
21) Como foi saber que havia conseguido, que está grávida?
Foi estranho. Acho que eu estava tão prevenida e calejada, por esta frustração e outras tantas que se acumularam, por outras razões, que não fiquei feliz na hora. Não fiquei nada. Sentamos diante do computador, eu e o meu marido, e conferimos o resultado do exame de sangue. Olhamos várias vezes, para ter certeza. Meu marido ficou bem feliz. Eu fiquei estranha, quieta, desconfiada por vários dias, semanas. Sem acreditar que dava para ser feliz. Tinha medo de abortar, de ser um engano. Fiz o beta hcg (exame de sangue) duas vezes, para ter certeza. Só depois do terceiro ultrassom – quando “dois terços do risco do primeiro semestre” haviam passado, e não havia “sinais de descolamento”, e o batimento cardíaco do bebê era ótimo, e seu tamanho “de três dias além da idade gestacional, o que é um excelente sinal”… – consegui ficar feliz. Chorei no ultrassom. A médica disse: “este é dos bons”. Aí comecei a relaxar.
22) Como é estar grávida?
Começa a ser gostoso. Hoje me achei linda no espelho. Comecei a achar a barriga disforme, bonita. Mas a ficha ainda não caiu inteiramente. Ainda não “publiquei” para todo mundo. Estou sendo xiita e aguardando a 12ª semana, por precaução e pele calejada.
23) Você está com medo?
Sempre. Agora é medo do ultrassom morfológico. De meu filho ter síndrome de down, o maior de todos os medos. Também tenho medo de ele ser feio ou burro. Bem, no momento, acho que ele até pode ser horrível e fraco de ideias. Só penso em doenças que não quero que tenha. O conhecimento em excesso traz mais angústias.
24) O que você diria hoje para mulheres que querem engravidar e não conseguem?
Diria para procurarem uma boa clínica, discreta, não de medalhões. Estas pessoas estão acostumadas a lidar com isso e assim você se sente mais “normal”. Existem coisas muito simples que impedem as pessoas de engravidar, mas, em geral, só quando você busca um especialista é que descobre. Não foi meu caso, mas o de outras amigas. O meu era inexplicável. Ansiedade pura, talvez. O que eu NÃO diria é: “tenha paciência, sua hora vai chegar”, “confia na natureza ou em Deus”, “o que tem de ser, será”, “você precisa desencanar que vem”. É muito chato escutar isso quando a única coisa que você aceita esperar é um bebê.
Além de um estilo bem atual, seguindo tendências, a Zazou tem o maior cuidado com a qualidade das peças, começando pelos tecidos usados e pelo acabamento, ainda que um dos principais diferenciais da marca ainda seja mesmo a modelagem especial própria, que no final das conta é o que vai lhe proporcionar conforto, de não ficar apertando, em especial quando senta, e segurança, de não ficar grande e frouxa, caindo quando fica em pé ou anda.
Um importante diferencial que oferecemos até em respeito as grávidas é a transparência, ou seja, fazemos questão de mostrar fotos e respectivos preços, original e agora em liquidação já com os descontos de todas as peças que encontram atualmente nas lojas através de nosso site, assim como outro diferencial que temos é a variedade de opções de escolha nas arraras, com dezenas de modelos diferentes para atender estilos e gostos distintos, assim como necessidades específicas de cada grávida.
No vídeo abaixo feito pelo Portal Zero a 6 um dentista profissional contraria o mito de que gestante não deve frequentar o dentista, e orienta sobre os cuidados da grávida para o tratamento dentário.
Muito comum em vários países da Europa, o parto natural voltou a ser assunto depois que a supermodelo Gisele Bündchen contou que essa foi sua escolha na hora de ter o filho, Benjamin. O bebê nasceu na casa dela, dentro de uma banheira.
No Brasil, segundo dados do IBGE, é grande o número de cesarianas, que equivalem a 43% dos partos, índice considerado alto e distante do ideal pela Organização Mundial da Saúde.
O que levanta uma questão: é realmente necessário passar por uma cirurgia para dar à luz?
Segundo a terapeuta corporal e acadêmica de enfermagem Cristine Young, mais conhecida como Kira Young, o parto natural pode ser feito quando não há risco para a mãe ou o bebê durante a gestação.
“A equipe que acompanha a gravidez é composta de um médico, uma enfermeira com especialização em obstetrícia e uma assistente. Esse grupo conhece bem a família e a casa, fica muito próximo e oferece uma assistência diferenciada, que se estende para antes e depois do nascimento do bebê”.
Enquanto o parto normal é realizado dentro de um hospital, com uma série de procedimentos que incluem até anestesia, o parto natural costuma ser feito na própria casa da gestante, sem o uso de medicamentos.
“Acreditamos na fisiologia do parto. O ambiente domiciliar oferece privacidade e tranquilidade, fazendo com que a mulher esteja focada no ato de colocar o bebê para fora. Nessa hora, o organismo libera analgésicos naturais, e o uso de água quente ajuda a aliviar as contrações. Existe uma sabedoria do corpo que é resgatada”.
Quem comanda o parto natural é a mulher. O planejamento, feito ao longo da gravidez, respeita o tempo da mãe e da criança, bem como as diferentes fases da gestante.
“Na hora do nascimento, a mãe tem a liberdade de se movimentar e escolher a melhor posição para ter o bebê, por exemplo. E o método ainda tem um custo mais baixo do que o de um parto convencional”
Durante o parto natural, o médico fica de sobreaviso, mas raramente está presente. Quem acompanha o processo é a enfermeira especializada e a acompanhante, chamada de doula. Pessoas próximas da gestante, como o marido e outros familiares, ficam livres para assistir ao nascimento.
“O bebê sai e vai direto para o colo da mãe. Ela fica com ele o tempo inteiro, é a primeira a segurá-lo e a primeira pessoa que a criança vê, tornando aquela ligação ainda mais forte”
Para imprevistos que possam surgir na hora do nascimento, o material trazido pela enfermeira e sua acompanhante inclui um kit básico de emergência.
“A questão da dor é outra preocupação das mães. Não falamos em dor do parto, mas sim em ondas. Conforme a mulher entende o processo, vai se entregando aos poucos e percebe que, a cada contração, o bebê está mais perto de sair. Quando ele é expulso, a dor acaba e é esquecida diante daquela carinha sedutora”.
E você o que acha do parto natural? Ficou interessada em faze-lo?
O portal Guia da Semana, publicou recentemente uma matéria interessante que trago para sua informação, pelas dicas e logicamente pelos depoimentos da própria Zazou, mais uma vez escolhida como referência de mercado deste segmento de moda gestante com estilo.
A moda vai desde infantil, passando pela adolescente e adulta. E, na adulta, há uma bastante específica em que, além de se vestir bem, é preciso se preocupar, principalmente com o conforto: a moda para gestantes.
A mudança que acontece no corpo durante os nove meses, faz com que a grávida precise de roupas que a deixe tranquila, sem precisar ficar ajustando aquela calça apertada ou abaixando toda hora a blusa justa que fica subindo por causa do tamanho da barriga.
Na hora de se vestir, o que a gestante não pode abrir mão é do conforto, pois é preciso se adaptar às novas formas do corpo durante os nove meses.
“A gestante começa a sentir necessidade em procurar roupas específicas no primeiro trimestre da gestação, quando as roupas que ela tem, começam a incomodar por não estarem adaptadas ao seu corpo”, explica a estilista da Zazou Moda Gestante, Daniela Lobo.
A estilista também ressalta que “é justamente por conta de todas essas mudanças que estão acontecendo, que a gestante deve continuar a seguir seu estilo de se vestir, pois muitas vezes, suas profissões exigem (ou não) este ou aquele estilo, ou seja, ela deve investir em calça de alfaiataria e camisas, caso seja um traje formal ou apostar em calças de sarja, batas e vestidos (se for uma profissional liberal). Mas nunca abrindo mão do conforto“.
A moda gestante possui uma modelagem específica, em que acomoda o crescimento da barriga durante os nove meses. Vestidos e blusas são maiores na parte da frente, pois se ajusta perfeitamente ao tamanho da barriga, deixando a peça mais confortável.
“Já as calças têm a volta do cós inteira ou parcial de malha ou elástico interno com casas que vão ‘andando’ conforme a barriga vai crescendo. A moda feminina acaba por não suprir as necessidades e a gestante tem de comprar peças de tamanhos maiores”, completa Daniela Lobo.
Hoje existe a tendência de moda que é usada para roupas de gestante e não um estilo ou tendência específicos para roupas de grávidas.
“No inverno de 2010, podemos salientar as calças justas com batas mais fartas, legging com túnicas bem ‘anos 80′. Nesse ano, também há um retorno das peças de tricot, de retilínia. Inclusive esse efeito, encontra-se nas malhas de viscose, tecido ótimo para gestantes, por ser muito confortável”, explica a estilista.
Outra dica dada pela profissional é o uso de vestidos com botas e tecidos com características naturais, como malha de viscose com linho. Há também o retorno das rendas e dos veludos.
Porém, a moda não impõe ditaduras e, segundo Daniela Logo, “em contraponto, as calças super justas ainda continuam. Calças estilo saruel e cenoura, sempre usando peças mais juntas na parte de cima do look. O macacão será uma peça interessante para o inverno 2010 e coletes e sobreposição de peças para completar o look, sendo esta tendência de uso de sobreposição e echarpes muito utilizada pelo público mais jovem“.
Para completar o conforto, a gestante também precisa se preocupar com o que usar por baixo do vestido, macacão, calças e camisas. A Mylady, especializada em roupas íntimas para gestantes e pós-parto, que estão a venda nas lojas da Zazou, sugere o uso da cinta-calça, pois alivia dores lombares e tira a sensação de peso que a gestante sente com o crescimento da barriga. Essa cinta possui um recorte que proporciona alívio de qualquer desconforto. Seu tecido possui mais elasticidade e evita o aparecimento de estrias, inchaço nas pernas e pés, além do aparecimento de varizes.
Uso de calcinhas especificar para gestantes que acompanham as curvas também são ótimas para amenizar as dores e proporcionar um conforto melhor. A dica da Mylady são as confeccionadas com cotton (92% de algodão e 8% de elastano).
“Uma outra dica é o uso de roupas íntimas de algodão, pois o tecido sintético pode propiciar o aparecimento de dermatites (inflamação da pele), provocando prurido (coceiras)”, explica a dermatologista Silvana Osório.
Além disso, a gestante precisa ter cuidado com a pele, para evitar estrias ou manchas durante esse período. O Guia da Semana conversou com especialistas da moda e pele e eles dão dicas de como ficar ainda mais bonita nesses noves meses.
Durante a gravidez, ocorre um aumento da circulação sanguínea em diferentes regiões da pele, o que leva a uma maior absorção de determinadas substâncias aplicadas na pele.
“Por esse motivo, os cremes para gestantes são feitos com substâncias que são usadas em grandes áreas corporais, que tenha pouca absorção para a circulação sanguínea, sem oferecer riscos para a gestação”, explica a dermatologista do Espaço Solaris, no Rio de Janeiro, Silvana Osório.
Os tratamentos para a pele durante esse período são inúmeros, mas todos indicados por um profissional e também de acordo com a idade gestacional e dos tipos de manchas que aparecem.
“Normalmente são realizados tratamento no sentido de prevenção, como esfoliação, hidratação específica da pele e até fazer uma drenagem linfática”, conta a dermatologista, que completa: “O mais importante é ter uma hidratação da pele adequada e usar sempre o filtro solar para a prevenção de manchas e outras alterações pigmentares que, por ventura, possam ocorrer na gestação”.
Outros cuidados que também ajuda a não maltratar a pele são a ingestão hídrica adequada, uma alimentação balanceada.
“A alimentação tem que ser cuidadosa para evitar o ganho excessivo de peso. Outra dica que dou é que a hidratação da pele deve ser feita duas vezes por dia e a gestante precisa evitar o uso excessivo de sabonetes e a temperatura da água não pode ser muito elevada, pois são dois fatores que pioram, deixando a pele seca. O que pode ser feito é substituir os sabonetes por óleos hidratantes”, esclarece a Silvana Osório.
Abaixo mais dicas para que fique ainda mais bonita e elegantemente vestida:
- O uso de acessórios é o mesmo para quem está ou não grávida. Colares, brinco, pulseiras, echarpes, tudo que não brigue com a peça que a gestante estiver usando.
- Usar estampas também é válido, desde que sejam estampas menores ou localizadas.
- Os melhores tecidos para as gestantes são: suplex, malhas de algodão ou que tenha esse material em sua composição. Evite tecidos ásperos e sintéticos, pois eles armam e dão mais volume.
Então não deixem de dar uma olhada neste engraçado, mas didático, vídeo aproveitando a música hit da Beyonce, Single Laydies, que por sinal esteve recentememte fazendo alguns shows lotados e concorridos no Brasil. Mudaram a letra da música (em inglês) para falar dos slings e de como usa-los…
Aliás esta na maior moda usa-los! A tal da Slingmania…
Quem esterve por exemplo recentemente na nova Loja da Zazou no Rio, que fica na Galeria do Forum de Ipanema, foi a atriz Miryan Martin, que trabalha no programa Zorra Total da TV Globo, e também se encantou com os slings, e em especial com um novo modelo (exclusivo da Zazou), como podem ver na foto abaixo.
Na primeira vez de veste e usa é mesmo meio difícil usar o sling, mas é uma questão de costume. Nas primeiras tentativas muitas vezes o bebê pode até se sentir estranho e chorar, porque muitas vezes é uma questão de achar uma posição certa pare ele, em especial em que a cabeça não caía muito. Tem até uma técnica de colocar um paninho dentro do sling pra levantar a cabeça dos bebês, o que funciona sempre.
Quanto mais velha a grávida, maior o risco de o filho ter autismo, seja qual for a idade do pai na maioria dos casos, conclui um estudo divulgado nos Estados Unidos.
A pesquisa, feita na Califórnia, mostra que o risco de ter um filho autista cresce 18% cada vez que a idade da mãe aumenta cinco anos.
Para ter uma idéia, para as mulheres de 40 anos, a probabilidade de dar à luz uma criança autista é 50% maior do que as que engravidam entre 25 e 29 anos.
Veja o que diz a Janie Shelton, especialista em saúde pública da Universidade da Califórnia e principal autora do estudo:
“Esta pesquisa questiona a teoria epidemiológica do autismo segundo a qual a idade do pai é determinante na possibilidade de ter um filho autista”
“A pesquisa mostra que quanto mais velha é a mãe, maior é a probabilidade de que tenha um filho autista, mas também indica que a idade do pai só contribui quando ele é mais velho e a mãe tem menos de 30 anos”.
Por exemplo, no grupo de mulheres com menos de 25 anos que têm um filho com um homem com mais de 40 anos, o risco de que seu filho seja autista é duas vezes maior que as mulheres que têm um filho com um homem entre 25 e 29 anos.
Esta pesquisa, publicada na primeira página do site da revista científica Autism Research de fevereiro, se baseia em uma mostra ampla da população e é uma das mais importantes até hoje em quantificar o risco de autismo vinculado com a idade da mãe e do pai.
Para o estudo, os autores analisaram todos os nascimentos na Califórnia entre 1º de janeiro de 1990 e 31 de dezembro de 1999, a partir das atas de nascimento na internet que possuem as idades dos dois pais.
A mostra conta com cerca de 4,9 milhões de nascimentos, entre os quais foram diagnosticados 12.159 casos de autismo.
O autismo é produto de uma disfunção neurológica que afeta o desenvolvimento de uma criança em suas capacidades de se comunicar verbalmente ou não, e que restringe sua interação social e centros de interesse.
Os sintomas aparecem antes dos três anos e sua origem permanece sem explicação.
Depois da Galisteu, vejam só agora na foto abaixo o caso da bela atriz Miryan Martin do Zorra Total da TV Globo, que esta grávida de 6 meses e foi também mais uma grávida que conferiu pessoalmente a liquidação da Zazou na loja do Rio de Janeiro no Forum de Ipanema, e mostra na foto abaixo o short colorido com 40% de desconto que escolheu para usar.
A nossa nova loja no Rio, agora bem maior no Forum de Ipanema no Rio, tem feito o maior sucesso e começado a ficar mais conhecida das grávidas cariocas, que agora tem mais uma boa opção de se vestir bem, com estilo antenado, qualdiade das peças, modelagem especializada perfeita e boa variedade de scolha com centenas de modelos diferentes nas arraras.
Viemos para mudar um pouco o panorama do mercado carioca de moda gestante, que tinha poucas opções legais, que ofereciam peças muito básicas, sem qualidade, modelagem ruim, poucas opções de modelos para escolha e acima de tudo caro para o que é.
O próprio nome da Zazou, que foi um movimento revolucionário da moda francesa do século passado, já mostra um pouco da nossa proposta e do que queremos fazer também no Rio, o que é sucesso em São Paulo há 8 anos. Queremos conquistar também o coração das grávidas cariocas.
Tanto que a Zazou no Rio foi recentemente destaque na Revista Primeiros Passos, que trago abaixo para sua informação.
O “boca-a-boca” entre as grávidas do Rio esta felizmente fazendo efeito. E cada dia que passa a Zazou passa a ser também conhecida no Rio. Uma realidade que veio para ficar!
Aliás vejam só o que a descolada e jovem colunista Antônia Leite Barbosa falou a respeito em seu programa Agenda Carioca na Oi FM a respeito da Zazou no Rio, com direito a fotos de dezenas de modelos da atual coleção de verão:
Fica o convite para que venham conhecer pessoalmente e experimentar no seu corpo para sentir a diferença que faz.
A loja funciona de segunda a sexta das 10hs até às 20hs e nos sábados de 10hs às 16hs. O telefone de lá é: (21) 2247-4645 com Ana ou Tania.
Detalhe, para seu maior conforto, você não vai precisar ficar procurando vaga em Ipanema, pois temos um convênio para tal, e oferecemos para nossas clientes um selo para primeira hora no estacionamento com Valet manobrista do próprio prédio(basta pedir no caixa na hora de finalizar suas compras).
Na semana passada no programa Mais Você da Ana Maria Braga na TV Globo passou uma interessante matéria sobre o Ultrasom 3D, que traz mais detalhes no vídeo abaixo:
Queria trazer mais alguns pensamentos da Antoniele Fagundes e compartilhar com vocês:
Muitos escritores já escreveram coisas bacanas sobre a importância das brincadeiras na infância e estou certa de que muitos pais já leram ou ouviram falar desse tema.
É brincando que as crianças vão dramatizando e entendendo o que é ser adulto. Aprendem como a sociedade funciona e espera que ela se comporte. Assim, testam regras, conceitos, leis etc. As crianças fazem da brincadeira o seu portal de aprendizado.
Os pais que não sabem como brincar com os filhos, ficam receosos de não estar realizando uma atividade pedagogicamente adequada ou por não conseguirem entrar no mundo do faz de conta. Ficam preocupados quando percebem nas brincadeiras dos filhos atitudes de ferir ou matar o outro. No entanto, as brincadeiras também desempenham papel importante no alívio da agressividade, presente em todos nós. Brinco muito com meus filhos de Tiranossauro Rex. Acho fantástico quando eles me transformam ou se transformam nesse dinossauro feroz. Saímos aos gritos pela casa e da mesma forma fantasiosa que eles me matam me beijam carinhosamente felizes com a brincadeira.
Os filhos adoram que seus pais brinquem com eles. Pode ser de qualquer brincadeira, desde que os pais estejam presentes neste universo e não a espera do noticiário, do e-mail ou de algum adulto que venha ecessitar deles.
Sabemos que nossa vida é cheia de eventos importantes que necessitam da nossa atenção. Por isso, os momentos junto aos filhos precisam ser desejados e não um compromisso com hora para começar e terminar!
Brincar também deve fazer parte da nossa vida. Quando passamos pela infância, sabíamos bem a delícia que era brincar. Depois da infância veio o quê? O fim da brincadeira. Que chato, hein?
Se você deixar a fantasia fazer parte da sua vida também poderá se beneficiar dela. Imagine fazer das pessoas e fatos que te incomodam uma caixa de marimbondos grudada na sua janela e bolar um plano infalível para retirá-la dali sem ser picado. Eu não consigo imaginar ninguém melhor do que seu filho para te ajudar nesse plano, concorda?
A necessidade de brincar é prerrogativa das crianças, mas não só delas. Podemos brincar à vontade, não é mesmo? Brincar enquanto estamos dirigindo, imaginando que somos um ser alienígena que não está entende porque os carros não acionam um botão e começam a voar. Brincar que somos o Tio Patinhas e que decidimos abrir o cofre e fazer um montão de coisas bacanas com aquele dinheiro.
Enfim, se deixarmos o “Pequeno Príncipe” que mora dentro de nós conversar conosco, estou certa que pelo menos nossa vida será recheada de maravilhosas gargalhadas. E os momentos de brincar com nossos filhos serão ansiosamente aguardados por papai, mamãe e filhinhos.
Desejo a todos vocês muitas brincadeiras e muitos sorrisos neste ano que se inicia.
Para quem não sabe ainda a Antoniele Fagundes é Consultora Familiar e criadora da empresa Babá Ideal. Aliás para maiores informações o telefone da Babá Ideal é: (11) 6787-0537 ou então visitem o site em: www.babaideal.com.br
Queria comentar aqui com você sobre o trabalho feito pelo Blog Parto no Brasil, criado reentemente com o intuito de discutir questões relacionadas ao parto e nascimento no Brasil, assim como o papel da mulher como protagonista do nascimento, a vivência de uma maternidade consciente, além de propagar campanhas em favor ao parto normal, aleitamento materno e cuidados com o bebê que lhe dêem segurança, carinho e proteção!
A fama da demora e do freqüente atraso da mulher ao se arrumar para ocasiões especiais faz jus ao tempo que ela costuma levar para ficar pronta, mas, inquestionavelmente, vale à pena! Começa na adolescência toda a preparação e exigência com relação à aparência, as quais a acompanham no seu dia-a-dia. No entanto, são nos momentos que pedem por maior sofisticação que tal vaidade chama a atenção masculina, confirmando assim a fama que recebem há longa data!
No decorrer de toda a vida o lado charmoso e feminino da mulher é evidenciado através do que veste; e não é uma gravidez que inibe essa característica. Pelo contrário, em muitos casos temos uma valorização dessa feminilidade durante os nove meses de gestação.
Por isso, mesmo que essa fase traga muitas dificuldades e adaptações para o guarda-roupa feminino, sua agenda social não deve ser esquecida! Aproveite que sua beleza tende a chamar mais atenção nesse período e exiba seu barrigão ou barriguinha pelos salões de baile a fora!
Esqueça aqueles conselhos antigos de que roupas largas são suas melhores opções e fique atenta para algumas dicas que podem fazer toda a diferença na hora de escolher os seus looks de festa do Verão 2010!
Primeiramente dê preferência para o conforto! Mais do que nunca suas roupas devem combinar estética, comodidade e caimento para que o resultado seja um visual belo! Procure substituir as malhas por materiais mais elaborados em ocasiões formais, já que esses conferem maior elegância! Em últimos casos, para se sentir plenamente segura com a sua produção, opte por tecidos que tragam – pelo menos – uma pequena porcentagem de elastano em sua composição.
Quanto às cores não há restrições; e sim sugestões. O preto e tons escuros além de conferirem um toque elegante reduzem algumas medidas, ajudando então a alongar a silhueta; enquanto brancos e tonalidades clarinhas realçam suas reais formas.
Aproveite para aderir às tendências ditadas nas passarelas na escolha da cor e/ou estampa de seus vestidos. Para o Verão 2010 teremos em alta uma cartela de cores composta por tons pastéis suaves, como o rosé, amarelo, azul bebê, lavanda, lilás e salmão; tons vibrantes que chegam com o vermelho, verde bandeira, alaranjado, azul bic e rosa; tons flúo; sóbrios e neutros.
Outra boa opção para mostrar que está atenta ao dicionário fashion da próxima estação é investir nos brilhos! Tecidos metalizados, aplicação de bordados e paetês garantem a atualização de seu visual. Atente apenas para que – no caso de aplicações – as formas do vestido não criem a ilusão de um corpo ainda mais arredondado!
Quanto ao modelo, a temporada de calor de 2010 contará com uma ampla variedade, sendo que os destaques ficam por conta dos cocktail dresses, caracterizados pelo comprimento encurtado que possuem. Seguindo essa estética, aposte em vestidos mais curtos. O tamanho ideal é médio, cuja saia termina aproximadamente na altura dos joelhos.
Para os decotes temos a ascensão do modelo “um ombro só” e a permanência dos “tomara-que-caia” entre as principais formas dessas roupas. Evite modelos com recortes muito acentuados, já que nesta fase o uso do sutiã deve ser constante para que o busto se mantenha sustentado e seu conforto seja garantido!
Alças devem manter uma estrutura mais larga e o corte mais indicado é o império, o qual traz uma faixa marcando a região inferior ao busto. Essa definição específica valoriza o colo e o ventre sem adicionar medidas, bem como apresenta um caimento que acompanha suas provisórias formas.
Para finalizar o visual invista nos acessórios! Quanto mais eles se destacarem, melhor; visto que contribuem para atrair os olhares para a parte superior do seu corpo, podendo acrescentar alguns centímetros à sua real altura. Os brincos aliados a um belo penteado fecham com chave de ouro um look elegante para ocasiões formais!
Suba em saltos médios complemente com uma maquiagem mais próxima ao natural e parta para a diversão! Seguindo essas pequenas dicas você não mais precisa vacilar ante à confirmação de sua presença em uma festa ou confraternização durante uma gestação e pode, ainda, valorizar sua gravidez perante suas amigas que, certamente, ficarão ainda mais ansiosas para exibirem suas próprias barrigas!
Nas fotos acima alguns dos diversos tipos e modelos de vestidos de festa para gestantes da atual coleção da Zazou.
Vejam mais fotos e modelos, com os respectivos preços, inclusive o que esta em liquidação com descontos de até 50%, nos links abaixo:
Fica o convite para que venham conhecer este estilo atual que segue tendências, sem abrir mão da qualidade dos tecidos e acabamento, e assim experimentrar pessoalmente nas lojas da Zazou em São Paulo (Atilio na Vila Olímpia) e no Rio de Janeiro (Galeria do Forum de Ipanema), ou para todo o Brasil por Sedex pela Loja Virtual (www.lojazazou.com.br), e sentir no seu corpo todo o diferencial da modelagem especializada própria para as mudanças no corpo da gráida, que é o que vai lhe proporcional mais conforto de não apertar, em especial quando senta, e também segurança, de não ficar grande e caindo como um número maior, em especial quando fica em pé ou anda.
Vejam no vídeo abaixo uma reportagem do Portal Zero a 6. mostrando como a gestante pode cuidar do corpo durante a gravidez, com depoimentos de grávidas e com a participação de um endocrinologista que dá dicas úteis, mostrando que gravidez não estraga o corpo da mulher, pelo contrário.
Você sabia de que as chances de uma mulher jovem engravidar naturalmente, sem nenhum problema de fertilidade com ela e com o parceiro e transando no período fértil, é de apenas 25% a cada mês. E, claro, quanto mais idade, menor a probabilidade estatística.
Vejam então o caso da Jornalista Eliane Brum da Revista Época da Ed. Globo, que com seus 43 anos, descobriu que, depois de um ano de tentativas, é quase mais fácil ela acertar na mega-sena…
Ela achava que era muito mais fácil. Acreditava que, se tudo estivesse certo com o casal, bastava acertar o período de ovulação e, pronto: baby a caminho. Pelo que tenho conversado por aí, a ignorância não é só dela. Entre suas amigas, parte delas naquela fase em que enxergam bebês por todo canto, acordadas ou dormindo, o mito da fertilidade segue forte. E fazendo vítimas. Tanto que resolveu escrever uma matéria bem interessante sobre o assunto na edição da Revista Época desta semana, que gostei tanto que tomei a liberdade de trazer para sua informação.
Tenho observado o comportamento feminino. Vejo mulheres bonitas, saudáveis, que têm o privilégio de trabalhar no que gostam, são donas do próprio dinheiro, do nariz e de todo o resto, discorrem sobre temas complexos com inteligência e até mesmo sensatez e…. na hora de engravidar, piram. Alucinam totalmente. Acham que precisam se tornar uma versão sarada da Vênus de Willendorf, aquela figura gordinha, toda protuberante, esculpida mais de 20 mil anos atrás. Quando não conseguem engravidar, se deixam reduzir a um “útero defeituoso”. Sim, já ouvi o termo várias vezes, boquiaberta. Não são mais mulheres, nas várias dimensões da vida, mas úteros. E úteros com problemas. Se pudessem, cobrariam da natureza ou de Deus um recall.
Percebo também que há uma divisão não declarada, mas vivida como verdade: existiriam as mais mulheres que as outras. As mais mulheres, as superfêmeas, são as que engravidam na primeira tentativa ou até sem tentar.
Depois, têm parto natural. Sou uma crítica contumaz da indústria das cesarianas, responsável em parte pelo vergonhoso índice de mortalidade materna do Brasil. E uma defensora do parto natural sempre que é possível. Sou contra, porém, um comportamento que começa a se difundir entre as mulheres da classe média urbana e intelectualizada: quem não pôde ter parto natural e fez cesariana é vista como se fosse menos mãe e mulher que as outras. Como se não tivesse “conseguido”.
Devagar. Os extremos nunca fazem bem ao bom senso. Mas este é um tema para outra coluna. O que nos interessa aqui: é maior do que pensamos o número de mulheres esclarecidas que não admitem ter feito tratamento para engravidar porque se sentiriam menos femininas e, depois, menos mães que as outras. Sentem-se mulheres imperfeitas, com defeitos. E escondem esta “mácula” na sua biografia pública.
O que acontece?
Acho que estamos muito confusas com a maternidade e todas as suas implicações. Apesar da overdose de informações médicas, ao alcance de todos no Google, há muito que não sabemos.
E sobre muitos aspectos do feminino, do sexo e da maternidade, calamos. Como confessar que não somos atletas sexuais em busca de orgasmos múltiplos com as capas de revistas femininas nos transformando em Messalinas do século 21? Ou, o assunto desta coluna, como dizer que temos dificuldade de engravidar, que não somos uma vênus da fertilidade, e que toda essa pressão não nos deixa nem com vontade de transar, o que torna tudo ainda mais difícil?
Afinal, boa parte da informação e da publicidade – sempre com amplo uso de termos médicos para dar ares científicos ao que é pura especulação – tenta nos convencer que, para sermos completas, precisamos nos tornar ao mesmo tempo tecnológicas como uma personagem de animação futurista e “naturais” como nossa ancestral Lucy, a australopithecus afarensis de mais de 3 milhões de anos.
Tenha a santa paciência. Dizem que as mulheres falam muito – até demais. Sobre isso, acho que as mulheres falam pouco – de menos. Para quebrar um pouco esse silêncio envergonhado, procurei uma das minhas amigas grávidas. Eu sabia que ela tentara engravidar por muito tempo, mais de um ano. Também sabia que sua vida havia se complicado muito naquilo que ela encarava como “fracasso”. Nesse período, ela se afastou. Quando nos encontrávamos, evitava falar sobre o assunto. E quando me contava sobre seus problemas, descubro agora, eu errava feio. Em vez de escutar de verdade, eu dava conselhos ao estilo de Zeca Pagodinho: “deixa a vida te levar”. Dizia mais. Que conhecia muitas mulheres que fizeram tratamento para engravidar e, depois desse primeiro filho tão difícil, relaxavam e engravidavam sem planejamento. Que ficar tão obcecada só atrapalhava. Que devia esquecer o assunto por uns tempos.
Claro, ela não falava mais. Quando a procurei, me perdoou pela minha estupidez. E me deu a entrevista a seguir, por acreditar que pode ajudar mulheres que sofrem tanto quanto ela. Ou, pelo menos, ajudar a sofrer um pouco menos. Esta é a experiência da minha amiga, com toda a história que é só dela. Com suas neuroses, seus traumas, seus medos, suas expectativas e suas atrapalhações. Há muitas outras. Esta coluna é só um jeito de começar a falar.
Espero que não seja lida só por mulheres. Imagino que não seja fácil para um homem viver todo esse processo ao lado da mulher com quem divide a vida – e o sonho de ter um filho. E um dia gostaria de ouvir um deles. A entrevista pode ajudar a entender um pouco melhor a tão complexa intimidade feminina. E se os dois tiverem a coragem de falar honestamente de seus medos e dificuldades, talvez esse momento possa ser mais leve. E até bem interessante.
Minha amiga está mais perto dos 40 anos que dos 30. E hoje está grávida, mas ainda não contou para a maioria das pessoas. Tentou vários métodos e conseguiu engravidar por fertilização in vitro. Mas decidiu não revelar para os amigos e conhecidos que precisou de tratamento. Ela sabe que é uma bobagem, mas continua se sentindo menos mulher por ter precisado da ajuda da tecnologia para engravidar. Não temos o direito de julgá-la. Só de ouvi-la. Para nos contar sua história, ela precisou de muita coragem para revirar segredos bem doloridos.
A depressão é uma doença psiquiátrica que não faz distinção de classe social, idade e sexo. Mas sabe-se que o pico da doença ocorre, principalmente, em indivíduos entre 18 e 45 anos e a prevalência é duas vezes maior em mulheres do que em homens.
Isso pode ser explicado, principalmente, pela flutuação de hormônios femininos. Segundo Joel Rennó Jr, diretor do Programa de Saúde Mental da Mulher do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, até pouco tempo atrás acreditava-se que essa ocorrência era devido ao fato de as mulheres serem mais preocupadas com a saúde. Mas hoje, sabe-se que não é isso.
Alguns fatores estão associados a esse dado. Há um grupo de mulheres mais sensíveis aos níveis hormonais, elas seriam mais vulneráveis ao estresse, causado pela múltipla jornada e a sobrecarga maior sobre elas.
Com a gravidez, muitas mulheres potencializam esse estresse e acabam tendo depressão durante os nove meses ou em até um ano depois do parto – a chamada depressão pós-parto.
Se levarmos em conta o fato de a mulher, ao dar à luz, enfrentar modificações na rotina, na vida conjugal e sexual, e na aparência, é possível entender essa dose extra de estresse. Em todos os casos, a ajuda médica é fundamental.
Foi o que aconteceu com a jornalista Carla Jimenez, 38 anos. Aos 30 anos ela engravidou de seu filho e após o seu nascimento, enfrentou um calvário.
Hoje, vejo que durante a gravidez eu já apresentava uns sintomas da depressão. Eu tinha um medo e uma ansiedade exagerados. Quando ele nasceu, tudo piorou. O bebê não dormia e eu fiquei exausta. Eu sentia raiva dele por isso. Mas não admitia que ali havia um problema.
Durante anos, Carla conviveu com sentimentos ruins. Mas com o tempo e com o apoio da mãe, ela hoje está bem.
“Eu me culpei muito por ter sentido aquilo pelo meu filho, que eu amo de paixão. Eu não me perdoo por ter sentido raiva dele. Mas estou conseguindo trabalhar isso na terapia”.
Carla faz parte das estatísticas. Segundo Rennó Jr., nas gestantes, o índice de depressão gira em torno de 10% a 20%.
É muito significativo, não podemos ignorar. Por isso, é importante tratar. Alguns estudos mostram que depressão não tratada durante a gravidez pode ocasionar parto prematuro, aborto espontâneo e bebê com baixo peso.
Já no pós-parto, cerca de 80% das mulheres apresentam sintomas de depressão, como ansiedade, choro e irritação, que acabam desaparecendo em até duas semanas. Apenas 15% terão depressão propriamente dita.
Mãe das gêmeas Beatriz e Sofia, de apenas oito meses, a atriz Bianca Rinaldi conta que já voltou ao seu manequim original e ensinou alguns truques para perder os quilinhos extras.
“Emagreci muito rápido. Engordei 14 kg na gravidez e já perdi tudinho. A dica que tenho para dar, é fazer muita ginástica, fazer acompanhamento com nutricionista durante a gravidez, comer alimentos saudáveis e amamentar bastante”
A atriz contou também que cuidar de dois bebês ao mesmo tempo é enlouquecedor.
“A tarefa mais difícil que já aprendi, foi cuidar das minhas filhas. Ter dois bebês de uma vez só dá muito trabalho, mas eu tenho uma babá excelente, que me ajuda muito. Lamento ter amamentado apenas até o quarto mês delas. Aconselho as mamães a darem o máximo de leite materno a seus filhos”.
A Zazou tem loja de ponta de estoque de moda gestante, que vende peças novas sem defeito de coleções passadas, ou mesmo últimas peças da atual coleção com 70% de desconto, e roupas a partir de R$ 39, mas com grade furada.
Uma boa oportunidade de comprar coisa boa de qualidade e estilo, sem pagar muito por isto.
Um destes outlets da Zazou é a Loja Mom & Petit, que atende muito bem as grávidas da Zona Norte de São Paulo.
Fica na rua Maria Amália Lopes de Azevedo, 89 na loja 09 dentro do Shopping Boulevard O Patio no bairro do Tremembé em SP.
Procurem pela simpática Fernanda, que foi cliente da Zazou é agora é uma parceira satifeita, e feliz dona deste outlet de roupa de grávida e bebê, pelo tel: (11) 2267-1057 ou pelo email: mompetit@terra.com.br.
Queria trazer para sua informação uma matéria que foi exibida recentemente no RJ Notícias, da RedeTV, sobre testes pré-natais com papel de filtro. Os exames fazem parte do Programa de Atenção à Gestante, do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Muito semelhante à tecnologia utilizada no teste do pezinho, feito em bebês recém-nascidos, com apenas algumas gotas de sangue da grávida, o exame identifica doenças como Aids, sífilis, toxoplasmose e hepatite B, além de distinguir a classificação sanguínea e os níveis de hemoglobina e glicose.
O teste deve ser feito no início da gravidez e no terceiro trimestre da gestação.
Tem medo de tirar sangue e de seringa?
A boa notícia é que esta nova tecnologia elimina a necessidade da utilização de seringa. O legal também é que esta nova técnica apresenta uma logística simples, que diminui os custos de todos os processos desde a coleta até o envio.
Começo este post perguntando para vocês Quanto Tempo Depois do Parto Você Pretende Voltar ao Trabalho?
Pois então queria lhe contar a história que li no Blog 7 x 7 da Revista Época que fala da Helen Wright, diretora de uma escola só para meninas na cidade de Calne, na Inglaterra, que entrou em trabalho de parto de manhã e, logo depois do almoço, estava de volta ao trabalho com seu bebê no colo.
Em entrevista ao tabloide britânico Daily Mail, Helen diz:
“No dia em que tive Jéssica, eu fui ao hospital em Bath às 5h45 da manhã. Eu a tive em menos de uma hora e recebi alta três horas depois. Me senti absolutamente bem e pensei: por que não dividir isso?”
A diretora afirma que uma de suas intenções era mostrar para as alunas que elas não precisam ter medo de ser mães e que é possível conciliar a maternidade com uma carreira bem-sucedida.
“A maioria das mães quer que suas filhas tenham uma carreira que amem e a alegria de uma família. Eu tenho isso e quero mostrar para as alunas da St Mary’s [nome da escola onde trabalha] que não é um sonho impossível.”
A diretora abdicou totalmente da licença e tem ido todo dia à escola, com o bebê, agora com 8 semanas, nos braços. Ela amamenta Jéssica no intervalo das reuniões e a deixa dormindo quando está muito ocupada – e admite que tudo fica mais fácil porque o bebê tem um ótimo temperamento.
E essa não é a primeira vez que Helen decide não ficar em casa depois do nascimento: fez o mesmo nos primeiros meses de vida de seus outros dois filhos, hoje com 6 e 3 anos de idade.
“A maioria das mulheres pode escolher tirar a licença-maternidade ou voltar a trabalhar deixando alguém para cuidar do bebê. Por que não pode haver um terceiro caminho: trazer o bebê junto com você para o trabalho?”
Diretora de uma escola para as meninas da elite britânica – uma das ex-alunas da St. Mary’s é a irmã de David Cameron, que desponta como próximo primeiro-ministro nas eleições de maio – Helen afirma que a cultura atual não encoraja as jovens a ver bebês, a segurá-los e, menos ainda, a ver alguém amamentando, e por isso decidiu dividir Jéssica com os outros.
E na sua opinião, em quanto tempo depois do trabalho as mulheres devem voltar ao trabalho?
Inclusive a Ana Maria conversou com eles no programa dela desta quinta-feira, quando com exclusividade, o casal mostrou o quartinho das duas e as roupinhas que compraram e ganharam de fãs.
“Acho que a Flávia começou a arrumar a malinha do hospital com três meses de gravidez”, brincou o cantor.
O procedimento é rápido e não é doloroso: um simples teste à saliva aos dois progenitores mostra se o casal possui alguma mutação genética que pode levar a uma fibrosa quistosa, a uma atrofia muscular espinal ou ainda a uma anemia.
Uma clínica de fertilidade em Londres disponibiliza o teste por cerca de 800 euros. A clínica defende que apenas vai utilizar o teste em conjunto com aconselhamento ao casal, mas a empresa que desenvolveu o teste pretende vendê-lo através da internet, sem aconselhamento médico.
O teste provocou algumas críticas junto dos médicos que alertam para a possibilidade de se estar a promover a eugenia e a aumentar o medo entre os pais.
Caso os testes demonstrem que os pais são portadores de genes passíveis de provocar uma doença. Os pais podem optar pela fertilização in vitro e em seguida garantir que os embriões saudáveis sejam implantados no útero da mulher.
As possibilidades são variadas, o casal pode optar por fazer o teste nas várias fases da gravidez.
O teste foi desenvolvido pela empresa Consyl que quer o teste disponível não só para os grupos de risco como para a população em geral. Balaji Srinivasan, da Consyl diz que:
“é algo que devia estar no conhecimento de todos os adultos antes de terem um filho.”
“os casais têm o direito para saber se são portadores e tomar decisões sobre a reprodução com base nesse conhecimento, sem qualquer interferência externa.”
Opinião partilhada por Alan Thornhill da clínica de fertilidade que disponibiliza o teste:
”isto é algo que um casal pode fazer para reduzir o risco a um preço razoável. Estas doenças são raras, mas horríveis.”
Quem disse que grávida não fica linda bem vestida e também sexy?
Logicamente isto faz parte do seu estilo, e não é só por que esta grávida precisa muda-lo. A Zazou pode ajuda-la a mante-la bem vestida e sensual, sem significar vulgar. Pelo contrário tem que ser chique…
Gostaria de mostrar isto na prática com duas grávidas conhecidas da TV, que ficaram lindas grávidas.
Começo com a atriz Miryan Martin da Zorra Total, grávida de 6 meses, com um vestido preto de festa com um belo decote para aproveitar os seios naturalmente maiores nesta fase e uma fenda generosa nas pernas:
Depois com a apresentadora Adriana Galisteu também grávida com um vestido preto bem curtinho com as pernas de fora neste verão tão quente:
Tenho certeza de que ambas vão fazer o maior sucesso com o barrigão de fora desfilando no carnaval carioca.
Depois da amamentação é essencial que o bebé arrote. Tal como os mais crescidos o bebé precisa de expelir o ar que foi acumulando no estômago enquanto mamava.
Deverá de colocar um pano sob o seu ombro, para não sujar a sua roupa, e seguidamente encoste a barriga do bebé ao seu peito e vá dando palmadinhas nas costas do bebé. As palmadinhas devem ser muito leves. O bebé poderá levar até vinte minutos para arrotar. Se não arrotar não se preocupe, há bebés que não arrotam. No entanto deve colocar o bebé numa posição em que a cabeça fique mais elevada.
Veja no vídeo abaixo algumas dicas úteis feito pela Revista Crescer:
Depois das recentes grávidas Mariana Kupfer, Miryan Martin, Adriane Galisteu e Sheila Carvalho, mais uma grávida famosa que se veste com roupas da Zazou, mostrando que é a grife preferida das grávidas antenadas na moda que precisam e querem continuar a se vestir bem durante toda gravidez e pós-parto.
Desta vez quem foi até a loja da Zazou no Rio (Forum de Ioanema) foi a atriz Vanessa Loes, grávida do seu segundo filho com o também ator Thiago Lacerda.
Ela já havia vestido de Zazou na sua primeira gravidez, mas tinha ido com ele na loja da Zazou em São Paulo (Atíliio na Vila Olímpia), pois ainda não tinhamos aberto a loja no Rio. Mas agora morando no Rio, a Vanessa Loes e todas as grávidas cariocas, já tem mais este conforto de uma loja da Zazou na cidade, o que ela adorou, assim como as roupas e a modelagem, que fez questão de elogiar bastante.
Por isto que o boca a boca tem começado a fazer mais efeito e a nova loja da Zazou no Rio começa a ser mais conhecida e se tornando também referência carioca.
A jornalista Malu Echeverria da Revista Crescer escreveu uma interessante matéria sobre os 13 principais medos muito comuns de acontecer na gravidez, como: Aborto, dor no parto, problemas com a saúde do bebê.
O hornônio e a falta de informação e de experiência prática da primeira gestação, faz com que a lista de coisas ruins que passa pela cabeça das grávidas seja extensa.
Mas saiba abaixo algumas dicas de que por que você não precisa se preocupar tanto assim, ok?
A gravidez, apesar de ser uma das coisas mais naturais da vida, é cheia de incertezas. E, como dez entre dez futuras mães querem que tudo seja perfeito, é normal surgirem inúmeros receios, do início ao fim. A favor das gestantes, porém, estão as pesquisas e estatísticas médicas. Veja, a seguir, dezenas de argumentos para você poder respirar mais aliviada.
1) E se eu sofrer um aborto espontâneo?
O risco de aborto é de cerca de 20%, sendo que a maior parte ocorre ainda no primeiro trimestre da gravidez. Em outras palavras, a imensa maioria das gestações prossegue sem maiores problemas até o fim. As causas continuam um mistério para a medicina. No entanto, por mais traumático que a experiência seja para os pais, é provável que o embrião que foi descartado naturalmente pelo organismo tivesse alguma malformação que o impediu de sobreviver. Além disso, os especialistas garantem que o evento não está relacionado ao comportamento da mãe. Por isso, não há motivo para culpa.
Outra boa notícia é que um pré-natal benfeito garante o controle de doenças como diabetes e pressão alta, o que também ajuda a diminuir o risco de aborto. Álcool, cigarro e outras drogas em geral, não custa lembrar, também podem interferir na evolução da gravidez.
2) Ando muito estressada: será que isso vai fazer mal para o bebê?
A montanha-russa de hormônios da gravidez altera o humor até das mais tranquilas. As novidades – e desafios – dessa fase também são motivo de ansiedade. O estresse, de fato, pode comprometer sua saúde, alterando o sono e o sistema imunológico, por exemplo. Mas os problemas do dia a dia, em geral, não vão afetar o bebê. Ele não sente tudo o que você sente – raiva, tristeza, dor – ao pé da letra. E mesmo que você enfrente situações difíceis ao longo da gestação, tudo depende da maneira que encara os problemas. Se for o caso, o obstetra vai recomendar alguns dias de licença ou até mesmo férias.
3) Os enjoos estão acabando comigo e por isto tenho medo que o bebê não receba alimento suficiente
Durante o período em que acontecem os enjoos, ou seja, no primeiro trimestre da gestação, a quantidade de nutrientes que o bebê precisa ainda é desprezível. A não ser em casos mais graves, quando a grávida sofre de desnutrição crônica, tem pouca gordura corporal ou vive em situação de pobreza extrema, por exemplo, os enjoos não vão afetar o bebê. Se forem muito intensos, a ponto da mãe emagrecer, o médico vai indicar medicamentos antieméticos (contra náusea) para garantir a saúde da criança.
4) Tomo remédio por indicação médica, mas morro de medo que isso prejudique o bebê
A automedicação é um perigo para qualquer pessoa, ainda mais se ela estiver grávida. No entanto, alguns medicamentos, se usados com orientação médica, trazem mais benefícios do que riscos. É o que acontece com gestantes que sofrem de depressão, diabetes gestacional ou pressão alta, por exemplo. Mas, quem vai avaliar a necessidade de iniciar ou interromper um tratamento durante a gestação é o obstetra.
5) E se ele nascer com algum problema?
É um medo comum das gestantes, apesar das estatísticas a favor: apenas 4% das crianças nascem com alguma malformação. Em geral, elas são detectadas ainda no primeiro trimestre. Mesmo que o ultrassom aponte algum problema não é certeza absoluta de que algo vai mal. O exame é apenas um rastreamento, e não um diagnóstico.
Entre os fatores que aumentam a incidência de malformações estão a idade da mãe e o histórico familiar. Por isso, converse com o obstetra sobre os verdadeiros riscos no seu caso e assim, quem sabe, você não precisa ficar tão nervosa a cada exame.
6) Tenho medo de machucar o bebê quando faço sexo
Desde que não exista restrição médica, sexo na gravidez faz bem e não representa nenhuma ameaça ao bebê. Os únicos casos em que o obstetra pode proibi-lo, mas não é regra, são quando a mãe apresenta dilatação antes do previsto, placenta prévia ou risco de parto prematuro.
7) O parto vai doer demais…
A maneira como o parto normal é mostrado na TV e no cinema só piora a expectativa das grávidas em relação ao parto normal. No entanto, hoje em dia, os anestésicos aplicados ao longo do trabalho de parto reduzem – embora não eliminem por completo – a dor a níveis suportáveis. Converse com o obstetra para tirar todas as suas dúvidas e ter confiança em si mesma. Além disso, técnicas de relaxamento e de respiração, que costumam ser ensinadas em cursos de gestantes ou de preparação para o parto, ajudam bastante.
8) Tenho pavor de agulhas, não gosto nem de pensar na anestesia
Vai doer? Pode atrapalhar a evolução do parto? E se eu sofrer alguma reação?
Todas essas dúvidas não têm razão de ser. Em primeiro lugar, fora a picada da agulha, não dói. Além disso, os analgésicos reduzem a dor, mas mantêm os reflexos e os movimentos da grávida. Quanto aos efeitos colaterais, podem causar dores de cabeça, vômitos e coceira. O risco de uma reação mais grave é de menos de 1% – e, ainda assim, pode ser revertido rapidamente no hospital.
9) Nunca mais vou perder os quilos que ganhei na gravidez
Quanto menos você engordar, mais fácil será recuperar o peso de volta. O ideal, para quem começou a gestação com o peso adequado, é ganhar entre nove e 12 quilos. Por isso, controle a dieta e faça exercícios físicos ao longo da gestação. Depois do parto, a amamentação também é uma ótima maneira de queimar calorias naturalmente (são 800 calorias por dia, em média!). E você pode retomar as atividades físicas – nem que seja passear com o bebê no carrinho – assim que o obstetra liberar.
10. Depois do parto, meu corpo nunca mais será o mesmo
O corpo muda mesmo depois da gravidez, mas não necessariamente para pior. Os seios, ao contrário do que se diz, podem até ficar mais bonitos, pois a amamentação completa o desenvolvimento das glândulas mamárias. Vale lembrar que flacidez não é “culpa” da gravidez (nem motivo para descartar a amamentação!), mas também consequência da idade. Algumas mulheres temem ainda que a região do períneo seja alterada, no entanto, os especialistas garantem que tudo volta ao normal meses depois do parto. Outra preocupação é a gordura acumulada no abdome. A dica, mais uma vez, é engordar apenas o necessário e praticar exercícios físicos. Mas não se sinta pressionada pelas celebridades que aparecem nas revistas sem barriga no pós-parto: voltar à forma de antes da gravidez pode levar de seis meses a um ano.
11) E se eu não conseguir amamentar?
Amamentar não é instintivo. Por isso, você já deve ter ouvido tantas histórias de mulheres que não conseguiram e ficou assustada. Mas raramente o motivo é fisiológico. Escolha um local tranquilo, cuide do bico dos seios e aprenda a pega correta (o bebê deve abocanhar o bico e parte da aréola, com o lábio inferior voltado para fora e o queixo encostado na pele da mãe). Peça ajuda em cursos de gestantes, ao obstetra, ao pediatra e às enfermeiras da maternidade. Como todo processo de aprendizagem, é preciso paciência.
12) Como vai ficar o casamento pós-gravidez?
Construir uma família é um exercício diário, que exige adaptação e flexibilidade. O casamento, obviamente, vai sofrer mudanças com a chegada do bebê. Afinal, a prioridade agora é outra. Tente encarar por esse ângulo: não está faltando amor, apenas tempo para colocá-lo em prática. À medida que seu filho crescer e ficar mais independente, porém, vocês podem encontrar, juntos, alternativas para retomar a vida a dois.
13) Será que vou dar conta de ser mãe?
Esse tipo de preocupação demonstra que você sabe o tamanho da responsabilidade que é ser mãe. Por isso, é um ótimo sinal. A origem está no medo do desconhecido. Lembre-se de que todos se sentem inseguros ao começar algo novo, como um emprego, por exemplo. Mas, com o tempo, o receio dá lugar à confiança.
O Carnaval esta chegando e sambar por horas a fio com um salto de 15 centímetros e um bebê na barriga não deve ser tarefa fácil.
Neste carnaval, pelo menos três mulheres resolveram encarar a missão no Rio: a apresentadora Adriane Galisteu, a atriz Myrian Martin. Em São Paulo, a odisseia ficou por conta de Scheila Carvalho. Todas por sinal se vestindo na Zazou (vide fotos abaixo na loja em SP e Rio). Fora as demais grávidas não tão conhecidas por todo o Brasil.
Mas fica o alerta para tomarem cuidados, pois cair no samba com a barriguinha de gravidez, nem sempre é divertido, até por que segundo os médicos, a prática de atividades físicas intensas pode trazer riscos à criança.
O ginecologista e professor da UFRJ Renato Ferrari faz um alerta às grávidas, principalmente para as que já tiveram problemas em outras gestações.
“O carnaval é uma atividade física intensa e esse tipo de atividade geralmente é contraindicada. Nos três primeiros meses, a atividade deve ser moderada e não deve exigir impacto. Caso a mãe sofra de hipertensão, sangramento, ou tenha perdido bebês anteriormente, sambar na avenida está vetado”.
Com o calor desta época do ano, a desidratação é um dos maiores riscos. É muito importante a ingestão constante de líquido. A água de coco é bastante indicada, pois, além de hidratar, contém potássio, que ajuda a manter a pressão regulada e evita câimbras.
A nutricionista da Via Verde de Laranjeiras, Sônia leal, também alerta para a importância de não ficar em jejum por muito tempo.
Para os bebês, é importante que a mãe coma proteína. O ideal é fazer refeições leves, já que grávidas têm dificuldades na digestão. Por isso, recomendo frango ou peixe grelhado.
Gravidez não é doença, só é preciso cuidado.
Se o pré-natal estiver normal, com os exames em dia, e a gravidez não apresentar nenhuma anormalidade, Vera Fonseca, presidente da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro, afirma que pular o carnaval está liberado. É bom lembrar que, mesmo com os exames controlados, é preciso moderação e ouvir os conselhos do obstetra.
No que depender de Adriane Galisteu, o cargo de rainha da bateria da Unidos da Tijuca, terá a futura mamãe no comando. A apresentadora, grávida de três meses, contou que seu médico já a liberou para sambar.
“Meu médico já me liberou, mas até lá vou estar grávida de quatro meses, então vou fazer novas consultas até o carnaval. A princípio estou levando uma vida normal, correndo 6 km por dia e fazendo dieta. Já vi outras grávidas lindas como Fernanda Lima e Luiza Brunet na Sapucaí e deu tudo certo”.
Para ter uma diéia do cuidado, a Adriane vai levar para a Sapucaí uma dupla de médicos para se prevenir de qualquer perigo.
“Um casal de médicos vai comigo para a Sapucaí para medir os batimentos cardíacos, para que nada se exceda”.
A ex-dançarina do grupo É o Tchan, Scheila Carvalho, também vai monitorar seus batimentos cardíacos com o auxílio de um médico. Desde o início dos ensaios da Vila Maria, onde ela é madrinha da bateria, a morena tem o cuidado de verificar sua pulsação.
Para o médico Renato Ferrari, quanto mais próximo do parto, menos é adequado o desfile para as grávidas.
“É perigoso o desfile porque pode ocorrer deslocamento da placenta. Se a grávida quiser muito desfilar, é melhor buscar alternativas como os carros alegóricos, que costumam ser mais confortáveis”.
Já a atriz Myrian Martin, convidada para desfilar como uma das musas da Mocidade Independente de Padre Miguel, revelou que pensa em trocar o chão pelo carro, por conta da gravidez de quase seis meses.
“Não quero prejudicar a escola, sei que posso ficar cansada na avenida, então para não correr o risco da escola perder ponto em evolução, vou pensar se ainda saio no chão. Ainda não está decidido, mas talvez eu opte por um carro alegórico”
Assim como as outras grávidas, Myrian também teve a permissão de seu médico para encarar a maratona do samba. A atriz conta que abriu mão das feijoadas, e preparou um cardápio light para os dias de folia. O único acessório que a loura não troca é o tradicional salto 15 centímetros.
“Nos dias que antecedem o desfile, eu vou comer frutas, beber muito líquido e repousar bastante. Só não abro mão do meu salto 15, até porque usei salto alto a vida inteira e não tenho nenhum problema”.
O ginecologista Renato Ferrari afirma que o salto alto pode se tornar um grande vilão para as grávidas.
“Com a evolução da gravidez, a gestante modifica o seu senso de gravidade, e com o uso do salto alto, ela pode se desequilibrar com mais facilidade e até mesmo desenvolver uma lordose”
Você sabe quais as principais fontes alimentares importantes no 1º trimestre gestacional?
Fomos então conversar sobre o assunto com uma especialista no assunto, que é a Débora Rosa de Oliveira, que é Nutricionista e responsável pelo Espaço ENE de Educação Nutricional Especializada de Nutrição Materno Infantil, Escolar e Familiar, que nos deu uma série de dicas que queria repassar abaixo.
As reservas de alguns micronutrientes (vitaminas e minerais) apresentam uma lenta e gradativa diminuição à medida que avança a gestação.
Algumas vitaminas do complexo B, como B6, B3 e B12 têm suas necessidades diárias aumentadas em aproximadamente 40% para as gestantes quando comparadas com mulheres não grávidas.
Apresentam-se a seguir, as listas de alimentos ricos em diferentes vitaminas e minerais específicos para o primeiro trimestre gestacional.
1) Vitamina A:
Importante para o crescimento adequado e desenvolvimento perfeito do bebê. Seu consumo adequado pode prevenir defeitos congênitos, desenvolvimento inadequado do bebê, baixo peso ao nascer e risco de parto prematuro.
1.A) Lista de alimentos que são fonte de vitamina A:
- Acelga cozida
- Alface romana
- Ameixa seca
- Batata doce assada
- Beterraba cozida
- Bife de fígado
- Brócolis
- Cenoura
- Couve
- Damasco
- Escarola crua
- Espinafre cozido
- Manga
- Molho de tomate
- Ovo
- Pimentão vermelho
- Salsa
2) Vitamina D:
A deficiência dessa vitamina é pouco comum pois ela pode ser produzida pelo organismo através da ação da luz solar, porém seu consumo deve ser adequado, sendo recomendado de 5 a 10 mg/dia.
2.A) Lista de alimentos que são fonte de vitamina D:
- Bacalhau
- Camarão
- Carne bovina
- Frango ou Peru
- Creme de leite
- Fígado bovino
- Leite
- Manteiga
- Ovo cozido
- Sardinha enlatada
3) Vitamina C:
Possui ação antioxidante, fundamental para a melhora da absorção do ferre da dieta. Estudos recentes associam o consumo adequado de vitamina C com a diminuição do risco de infecções, parto prematuro, eclampsia e outros benefícios. Recomendação diária: 85mg/dia.
3.A) Lista de alimentos que são fonte de vitamina C:
- Acerola
- Brócolis
- Caju
- Couve
- Couve flor
- Couve de bruxelas
- Fruta do conde
- Goiaba
- Kiwi
- Laranja
- Mamão
- Manga
- Morango
- Rabanete
- Salsa
- Suco de laranja
- Suco de limão
- Tomate
- Uva
4) Ácido fólico:
Responsável pela prevenção de doenças do tubo neural, malformação fetal e condições obstétricas desfavoráveis. Recomendação diária: 600Mcg/dia (sendo 400 Mcg suplementadas e 200 Mcg proveniente de
alimentação) até a 12ª semana gestacional.
4.A) Lista de alimentos que são fonte de ácido fólico:
- Abacate
- Aspargo cozido
- Banana
- Ervilha cozida
- Feijão branco
- Feijão fradinho
- Feijão preto
- Fígado de galinha
- Gérmen de trigo
- Grão de bico cozido
- Laranja
- Pão integral
Para mais informações sobre o tema, fica a dica do contato da simpática Debora pelo email: Email: deborarosa@espacoene.com.br ou no Site: www.espaceoene.com.br
Pois queria trazer um vídeo em que uma mãe conta sua experiencia com a amamentacao, e dá algumas dicas úteis para quem enfrenta dificuldades para facilitar sua vida. Mas como sempre, persistencia é a palavra chave também na amamentação…
Mulheres acima de 40 anos são um grande desafio para os tratamentos de infertilidade, pois, após esta idade, os ovários envelhecem e produzem óvulos em menor quantidade e de pior qualidade. Com isso, as chances de gravidez diminuem e as possibilidades de abortos e doenças cromossômicas do bebê aumentam e os resultados dos tratamentos tendem a ser piores e a quantidade de medicação utilizada maior, implicando também num maior custo financeiro.
Segundo Arnaldo Cambiaghi, médico especialista em infertilidade do Centro de Reprodução Humana do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia), alguns exames de laboratório podem confirmar esta tendência, mas não definem o real quadro de dificuldades da paciente.
“Os exames mais importantes para a análise do potencial reprodutivo da mulher são as dosagens dos hormônios FSH, LH, estradiol, antimulleriano e Inibina-B, todos dosados no 3ºdia do ciclo menstrual. O exame de ultra-som é também bastante útil para esta avaliação, entretanto, na maioria das vezes, os óvulos são de qualidade indesejável”.
Cambiaghi explica que nos últimos meses, novos trabalhos científicos dão uma nova perspectiva para mulheres que querem ter um bebê, mas têm dificuldades.
São quatro novidades que podem ajudar a ampliar as possibilidades de sucesso: Coenzyma Q10, Vitamina D, DHEA e o Etinil Estradiol.
Estes medicamentos são simples, de baixo custo quando comparados aos utilizados nos tratamentos convencionais, e com efeitos colaterais indesejáveis praticamente inexistentes.
1) Coenzyma Q10 ou Quinona Q10:
Esta é uma substância natural do nosso organismo, presente em quase todas as células humanas. Ela desempenha um papel essencial na capacidade celular de produzir ATP (Adenosina trifosfato) que representa a unidade básica de energia utilizada pelo nosso corpo para manter as funções vitais. Está concentrada em organelas situadas no citoplasma das células (fora do núcleo), chamadas de mitocôndrias. Os óvulos das mulheres com mais idade têm uma quantidade menor de mitocôndrias e menos funcional, provocando diminuição do ATP e um provável envelhecimento dos óvulos. Esta diminuição leva a um prejuízo da divisão dos cromossomos e um aumento de malformações fetais (Síndrome de Down, Edwards e outras) comuns nas mulheres mais velhas. A concentração de ATP que as células carregam está diretamente relacionada com o potencial de implantação dos embriões.
O uso da Coenzyma Q10 pode substituir a transferência de citoplasma, um procedimento proibido por lei e pela ética médica. Uma recente publicação na edição de janeiro de 2010 da revista Fertility Sterility, da Sociedade Americana de Reprodução Humana (ASRM-American Society of Reproductive Medicine), demonstrou que suplementos dietéticos ricos em Coenzyma Q10 como as sardinha, cavalinha, óleo de soja, nozes, fígado de boi e amendoins, além da complementação em comprimidos, podem melhorar o funcionamento das mitocôndrias, a produção de energia, a maturação dos óvulos e a formação de embriões melhores e com maior chance de implantação. Fazendo o papel semelhante à transferência de citoplasma – um procedimento proibido por lei e pela ética médica, - e, portanto, aumenta as taxas de gravidez. Esta medicação além de melhorar a fertilidade, aumenta a capacidade imunológica, previne a pré-eclampsia nas pacientes com gravidez de risco e melhora a função do músculo cardíaco. Não é vendida em farmácias comuns, mas pode ser manipulada em farmácias especializadas.
2) Vitamina D ou 25OH vitamina D
Outras publicações estudadas por Cambiaghi demonstram que quando a vitamina D estiver abaixo dos níveis normais, existe influência negativa na capacidade reprodutiva das mulheres. A dosagem é feita por meio do exame de sangue, de forma simples e barata. A importância desta vitamina é conhecida principalmente no metabolismo ósseo e em outras reações metabólicas, mas, ultimamente, tem sido envolvida em outros processos biológicos do organismo inclusive no crescimento e desenvolvimento celular, na auto imunidade, resistência insulina (recentemente foi publicado que a sua influência era síndrome dos ovários policísticos), doenças cardiovasculares e mais recentemente na fertilidade. Publicações científicas analisaram grandes populações e observaram que 67% da população geral apresentam taxas inferiores à necessidade de Vitamina D e necessitam de tratamento, independente de desejarem ou não a gestação o tratamento deve iniciar com uma dose de ataque por 4 semanas e depois continuar com uma dose menor para a manutenção.
3) DHEA (Dehidroepiandrosterona):
Este é um hormônio fabricado normalmente no ovário e nas glândulas supra-renais que diminui progressivamente com a idade. É essencial para a fabricação do hormônio estrógeno da mulher e vendido como suplemento alimentar com o objetivo de combater o envelhecimento e melhorar a sensação de bem-estar. A falta reduz o desejo sexual, a massa muscular e as ações do sistema imunológico. Durante o período reprodutivo da mulher, sua concentração no organismo é mais alta e quando está abaixo do normal prejudica a reprodução.
Cambiaghi alerta que diversos trabalhos científicos têm demonstrado sua ação positiva em mulheres mais velhas com dificuldade em engravidar ou com falência ovariana precoce. A ingestão do hormônio DHEA por via oral em um período não inferior a dois meses tem demonstrado aumentar as chances de gravidez. Este hormônio foi amplamente vendido em todo o mundo durante a década de 90, como uma medicação milagrosa no combate ao envelhecimento, prevenção de doenças cardíacas, obesidade e até na prevenção à doença de Alzheimer. Entretanto, os seus efeitos benéficos não foram comprovados e por isso, em alguns países, como o Brasil, a venda foi proibida, embora a sua aquisição possa ser feita sem dificuldades pela Internet.
Devido à resolução - RDC número 47, de 2 de junho de 2000, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a comercialização desta substância no nosso país por não ter sua eficácia comprovada para o que se propunha na época. Nos EUA, porém, foi aprovado como suplemento alimentar e até hoje é comercializada sem restrição. A compra pode ser feita pela Internet com receita médica.
4) Etinil Estradiol:
O etinil estradiol é um hormônio natural que pode ajudar mulheres com mais idade, próximas a menopausa ou com falência ovariana precoce a ficarem grávidas. Aquelas que tem o hormônio FSH em níveis elevados (maior que 10) e não respondem à indução da ovulação, podem ser beneficiadas com este hormônio.
Cambiaghi explica que recentes publicações demonstraram que, as pacientes que receberam o medicamento etnil estradiol (diferente de estradiol) tiveram o FSH diminuído para níveis inferiores a 10 e com isso aumentaram a sua chance de gravidez em 25% com os próprios óvulos, em mulheres que anteriormente tinham indicações de tratamento com óvulos doados. Esta medicação não está disponível em farmácias comuns, mas pode ser adquirida com orientação médica em farmácias de manipulação.
Segue abaixo indicações de sites com mais informações a respeito: www.ipgo.com.br; www.trigemeos.com.br; www.bemestardamulher.com.br; www.fertilidadenatural.com.br; onde esclarece dúvidas e passa informações obre a saúde feminina, especialmente sobre infertilidade.
Queria contar aqui para vocês um pouco da história do Projeto “Vida em Foco” e sua “Fotografia Intimista” que surgiu no coração de uma futura mamãe apaixonada por fotografia e totalmente entregue aos encantos da gravidez.
Grávida de 6 meses de seu primeiro filho, Isabel Asckar trabalhava enlouquecidamente no mercado publicitário quando, numa madrugada, ao voltar de uma diária de filmagem às 3h da manhã, resolveu que sua vida deveria tomar outro rumo: seu foco seria viver para retratar o momento mais importante da vida de qualquer mulher: a gestação!
Formada em Cinema e com especialização em Fotografia em Florença na Itália, a virada na vida profissional foi rápida: no primeiro ano como Fotógrafa Profissional já conquistou o coração de muitas mamães que além de fazer o registro fotográfico da gestação, engataram na Sessão de Fotos Mamãe&Bebê, depois no registro Fotográfico Escolar e daí por diante.
Há um ano, ainda inspirada pelos encantos da gestação e pelas necessidades que ela mesma sentiu como mãe, Isabel Asckar criou e deu nome ao E-Mail Baby, produto cada vez mais conhecido seja pela rapidez do mundo virtual ou pelo desejo quase óbvio que muitas mamães têm de mostrar seus bebês aos familiares e amigos tão logo ele venha ao mundo!
No dia seguinte ao nascimento do bebê, Isabel vai à maternidade para, num momento intimista, fotografar os primeiros momentos da Mamãe e do Papai com seu Bebê recém-nascido.
Como o primeiro dia ainda é um período de adaptação (se o parto foi tranqüilo e mamãe e bebê passam bem, o que Graças à Deus acontece na grande maioria dos nascimentos) ele é o mais livre de preocupações como amamentação, icterícia, etc, e é também o mais indicado para essa “sessão de fotos” que na verdade dura alguns minutos, sempre sem usar o flash e respeitando o momento e a disposição da mamãe e do bebê.
A mamãe pode escolher suas fotos preferidas imediatamente após a sessão, e as mesmas são colocadas num lay-out pré-aprovado (feito exclusivamente para cada bebê) que algumas horas depois estará no e-mail do papai ou de alguém indicado pela família para anunciar o nascimento do bebê.
Para saber mais sobre o trabalho de Isabel Asckar no projeto Vida em Foco fica a dica que acesse o site:
O legal é que a Galisteu esta usando roupas para gestante da Zazou, mostrando de que as grávidas antenadas na moda, que não abrem mão da qualidade, se vestem mesmo é na Zazou durante a gravidez para não perder o estilo moderno seguindo tendências, e ter ao mesmo tempo muito conforto e segurança por causa da modelagem especializada, que ela percebeu na pele logo que começou a experimentar as roupas no provador.
Na Zazou como sempre gostamos de fazer com nossas clientes grávidas, ela também foi paparicada, e quando nos contou confirmando em primeira mão que será mesmo um menino, e se chamará Vitório, escolhido pelo pai Alexandre Iodice, em homenagem ao imperador italiano, recebeu de presente nosso a primeira roupinha de bebê da loja Bebê Básico, que ela adorou conforme a foto abaixo:
Veja abaixo o que diz a matéria escrita pelo Bruno Deminco com fotos da Lidiane Lopez:
Adriane Galisteu recheia seu guarda-roupa de gestante, na loja Zazou, com peças bem larguinhas e já escolhe algumas roupas para o bebê também
DURANTE A TARDE DA SEXTA-FEIRA 5, quando mais um temporal se anunciava na capital paulista, a apresentadora Adriane Galisteu, grávida de 13 semanas, bem que poderia aproveitar para tirar um cochilo. Mas deixou de lado o sono, sintoma tão comum às grávidas, para enfrentar chuva e trânsito e antecipar os preparativos para a chegada do primeiro filho.
“Já percebi mudanças bruscas, radicais com a gravidez. Sempre fui tão ativa, mas agora tenho sentido muita preguiça, por exemplo. Tenho me permitido curtir esses momentos de mais tranquilidade”, revela.
O tour das compras começou pela loja Zazou, no Itaim Bibi. Na butique especializada em roupas para gestantes, a apresentadora escolheu as peças mais larguinhas.
“Não sei se é porque estou grávida, mas estou detestando qualquer coisa que me aperte. Quero coisas que não me incomodem. Modelagem larga, vestidos soltos, coisas que eu já uso no dia a dia”, conta. Encantada com um dos vestidos da marca, Adriane trocou de roupa e já saiu da loja de roupa nova antes de seguir para o segundo destino.
Na loja Dip em Dap, a futura mamãe escolheu os móveis para o quarto do primogênito. Com quase quatro meses de gestação, ela jura que ainda não sabe o sexo do bebê.
“Queria ter o neném sem saber se é menino ou menina. Mas eu não vou aguentar, vou procurar saber”, revela. Entre as amigas, Adriane conta que acha que pode ser um menino. Caso isso se confirme nas próximas semanas, a criança vai se chamar Vitório. Como ainda não tem certeza, ela vai montar o quarto do bebê com cores neutras, como branco, verde e bege. “Minha casa é toda branca, então vou manter essa característica.”
Nos próximos dias, a preguiça que pegou de jeito a ativa Adriane Galisteu nesse começo de gravidez vai ter que dar espaço para a sua agenda de trabalho no Carnaval. A apresentadora volta ao posto de rainha de bateria da Unidos da Tijuca, além de fazer parte da equipe que vai transmitir ao vivo a folia carioca pela Band. “Estou comemorando 15 anos de avenida. Acho que no Glass (estúdio de vidro da emissora), eu terei uma visão bem privilegiada”, adianta.
Depois da folia, ela vai tirar uma semana de folga e viajará com o namorado, Alexandre Iodice, para Paris. “Folga para mim só. Ele vai a trabalho pesquisar para a próxima coleção.” Quando o assunto é casamento, ela conta que tem vontade de casar, mas que essa não é a prioridade para o momento. “Nesse caso, não tem união maior, não é. Não tem anel que supere”, destaca. Na volta do descanso, seu programa Toda Sexta vai mudar de dia e horário na grade de programação da Rede Bandeirantes e Adriane passará a comandar o Toda Terça ao vivo.
Veja abaixo mais algumas fotos da matéria.
Detalhe importante da Matéria: “Roupa Que Aperta” (como ela bem lembrou e chamou atenção) acontece em 3 situações:
1) Quando a grávida tenta continuar usando suas próprias roupas depois do terceiro mês.
2) Quando ela tenta comprar roupas normal de moda feminina durante a gravidez (mesmo de tamanhos maiores).
3) Quando ela compra em lojas de moda gestante que não tem uma boa modelagem especializada.
São 3 erros que acontece muito, em especial, na primeira gravidez, quando ainda não tem experiência e passou por isto, e também ainda tem preconceito de ir a uma loja especializada em moda gestante.
Por isto faça como ela, deixe de lado o preconceito e não cometa estes erros, trate de procurar uma boa loja especializada como a Zazou, aonde a modelagem é um dos diferenciais como o caso da Zazou, que faz sim a maior diferença, em especial quando a barriga começa a crescer, e você precisa usar a mesma roupa no seu dia a dia, que precisa então ir se ajustando ao longo destes meses confortavelmente no seu corpo para não ficar pequena e apertar, e com segurança para não ficar solta e caindo.
Um assunto que com certeza toda grávida pensa e discute bastante é o tipo de parto que vai ter. Se vai de parto normal ou de cesária?
Já escolheu o que quer?
Para ajuda-la nisto, queria trazer um pouco de informação, através do vídeo abaixo do programa Charme com a Adriane Galisteu, que por sinal esta grávida, onde são entrevistados alguns especialistas no assunto como o Dr. Adailton Salvatore Meira, e a Georgia Gazolla, que é uma doula que teve dois partos naturais, sendo o 2o na agua, e atriz Audine Muller que teve um parto normal. Cada um dá sua opiniao sobre as questões envolvendo o parto normal versus cesariana.
Tire muitas das suas dúvidas, por sinal comuns a todas as grávidas a respeito do Parto Prematuro, com o especialista no assunto, escrito por Dr. Tenilson Amaral Oliveira, em uma entrevista que ele deu para o Portal ID Med, em que responde a maioria delas, trazendo muita informação relevante sobre este tema, que infelizmente é mais comum que você pensa, e precisa estar preparada para tal.
1) O que é o parto prematuro?
É o nascimento antes dos 9 meses de gravidez. Como nós contamos a idade gestacional em semanas, seria antes de 37 semanas. O normal é o parto ocorrer entre 37 e 42 semanas de gravidez, contado a partir do primeiro dia da última menstruação.
2) Quais são as causas?
As causas são desconhecidas. Existem muitos fatores de risco associados, mas não existem maneiras seguras de se identificar a causa do parto prematuro em pacientes sem fatores de risco, que são a maioria. Os principais fatores de risco são:
- Dois ou mais partos prematuros prévios;
- Gestação gemelar;
- Gestação tripla, quádrupla ;
- Mioma uterino, hidrâmnio;
- Malformação uterina ;
- Infecções do trato gênito-urinário;
- Incompetência da cérvix.
3) A gestante sente contrações como em uma gravidez normal ou há sangramento e outras complicações?
A paciente sente os mesmos sintomas que a paciente aos 9 meses. Pode ocorrer complicações como sangramento vaginal decorrente de patologias, como placenta prévia, que levam ao parto prematuro. Pode ocorrer também perda de líquido vaginal precocemente (rotura de membranas ou “bolsa das águas”) também como uma complicação.
4) Quais são os riscos para o bebê?
A) Curto prazo:
- Síndrome de Desconforto Respiratório;
- Displasia broncopulmonar;
- Enfisema pulmonar;
- Pneumotórax;
- Sepse (infecção generalizada);
- Enterocolite necrotizante;
- Hemorragia intracraniana;
- Anoxia;
- Traumatismo na hora do parto.
B) Médio e Longo prazo:
- Paralisia cerebral;
- Retardo mental;
- Distúrbio motor e somático;
- Surdez;
- Distúrbios da fala.
5) Quais são os riscos para a gestante?
Os riscos são mínimos quando o parto prematuro foi espontâneo, isto é, não motivado por indicação de interrupção prematura da gestação devido a risco materno, como hipertensão arterial ou hemorragia.
Aumento o risco de infecção materna quando o fator de risco foi a rotura de membranas ou infecções urinárias, como a pielonefrite. Ocorre também os riscos no tratamento para bloquear o trabalho de parto prematuro por causa dos medicamentos que apresentam muitos efeitos colaterais.
6) A partir de quantos meses um bebê pode sobreviver ou não ter seqüelas quando nasce prematuro?
Depende do peso, idade gestacional, condições de nascimento e das complicações neonatais. Quanto menor o peso e a idade gestacional maiores são os riscos de seqüelas no médio e longo prazo. Ele pode sobreviver a partir de 500 gramas de nascimento dependendo, também, da capacidade de atendimento da UTI neonatal.
7) Quais as conseqüências que um parto prematuro pode acarretar ao bebê futuramente?
As seqüelas mencionadas acima no médio e longo prazo.
8) Existem mulheres predispostas ao trabalho de parto prematuro?
Sim. Pacientes com partos prematuros prévios e gestações de gêmeos são os casos com maior predisposição.
9) Existe prevenção para o trabalho de parto prematuro?
Não tem muita eficácia, pois não atinge a maioria dos casos de partos prematuros.
A) Prevenção Primária:
- Limitação do número de embriões em reprodução humana (evitar gravidez múltipla).
B) Prevenção Secundária:
- Uso da progesterona;
- Medida do colo pelo ultra-som;
- Antibióticos nos casos de infecção do trato gênito-urinário;
- Cerclagem (cirurgia para o fechamento do colo uterino, nos casos de incompetência do colo, realizada a partir de 12 semanas).
A loja Brunnen Mamãe e Bebê, que é nossa representante da Zazou em Portol Alegre (RS), também esta dando descontos de atér 30% nas compras da atual coleção de verão e também na linha bebê.
Saiba mais como chegar na nossa área de Representantes pelo Brasil em:
A Revista Primeiros Passos da Editora Dican, especializada em gestante e bebê, publicou em sua edição 13 de janeiro de 2010 uma matéria sobre moda gestante e beleza no verão.
Com isto destacou as roupas de gestante da coleção de verão 2010 da Zazou, e também dando dicas úteis do Fábio Laginha, que é ginecologista do Hospital 9 de Julho, para enfrentar este calor todo das últimas semanas com charme e elegância sem sair da linha ou deixar de ser fashion durante a gravidez.
Veja mais abaixo:
O calor chegou e você com esse barrigão já está sofrendo só de pensar como vai sobreviver ao verão?
Não entre em pânico!
Vamos ajudá-la a passar por essa estação bem fresquinha e, claro, fashion.
Calor dá uma moleza…
Geralmente as mulheres costumam sofrer mais com os sintomas da gravidez no verão. De acordo com o ginecologista Fabio Laginha isso ocorre porque “a gestante tem mais massa corporal, portanto mais volume em relação à sua superfície, com quase a mesma área de transpiração. Dessa forma, ela retém mais calor“.
Além disso, o ginecologista explica que durante a gestação “ocorre um aumento da temperatura por causa da ação hormonal e do metabolismo, principalmente no fim da gestação, quando o organismo utiliza sua gordura para manter energia para o feto”. Não é à toa que toda gestante morre de calor… O que piora mais e mais no verão!
Além da moleza, também comum durante a gravidez, o calor é responsável pelos inchaços que realmente incomodam as futuras mamães. Fábio Laginha afirma que isso ocorre porque “há a compressão dos vasos, a dilatação, a diminuição da velocidade da circulação e a retenção de líquidos com formação de edema“.
De acordo com o especialista, em quase metade das gestantes, os inchaços são considerados um fenômenos normais, quando esses inchaços ocorrem em volumes pequenos.
A coleção de verão da Zazou está lindíssima.
Veja o figurino que mais se adequa ao seu perfil e fique ainda mais bela nesta estação. Fresquinha e Fashion.
A dica dele para evitar e/ou amenizar esses inchaços é simples. “Procure comer alimentos pouco calóricos e com baixa ingestão de sal. Além disso, tente ficar em locais arejados, realizar exercícios leves em locais ventilados e fazer repouso”
Linda… Apesar da temperatura
Para amenizar esses desconfortáveis sintomas é essencial que a gestante use roupas nas quais se sinta confortável. O ginecologista recomenda que as grávidas apostem em roupas leves e arejadas. E lembra: “se por conta do trabalho ela tiver que ficar muito tempo sentada ou em pé indicamos o uso de meias elásticas de média compressão“, que vão evitar inchaços e as temidas varizes.
Para manter-se linda também é importantíssimo cuidar da pele. “Protetor solar não deve faltar, uma vez que a pele da gestante fica mais sensível e com tendência à hiperpigmentação”, afirma Fábio Laginha.
Apesar dessas recomendações, o ginecologista faz a seguinte observação: “o aumento da vascularização na pele pode aumentar a absorção de produtos, portanto a mulher deve sempre utilizar produtos com orientação médica”. Afinal, a saúde do bebê também está em jogo!
Seguindo essas dicas, o verão será tranquilo e repleto deboas lembranças.
Vejam no vídeo abaixo da GloboNews, com uma entrevista com a Doutora Lucia Rolim, que é a presidente do Comitê de Aleitamento Materno, e que diz que o leite materno nos primeiros seis meses propicia uma melhor nutrição ao bebê.
Saiba de que muita gente acha que é bom que se faça acupuntura durante a gestação. Até por que há estudos que indicam que a acupuntura traz benefícios para a mãe equilibrando o metabolismo e regulando a circulação periférica.
No inicio da gravidez, as futuras mamães alteram sua fisiologia muito rápido o que acaba sobrecarregando o metabolismo, pois ese tem de nutrir o feto e eliminar toxinas produzidas por ele.
A MTC (Medicina Tradicional Chinesa) considera a existência da unidade mãe-filho. Por isso tratar a mãe é tratar diretamente a criança. Esse tratamento reduz uma série de desequilíbrios como o edema intersticial (inchaço), mal-estar (enjoo) e alterações da pressão arterial. Todos esses sinais aparecem em decorrência do desequilíbrio interno da mãe, causado pela presença do feto.
A MTC tem como conceito equilibrar a energia do rim, pois nessa fase há uma sobrecarga do funcionamento da energia renal da mãe, devido à gravidez. Assim, cuidar do rim significa diminuir o desgaste diário, pois o estresse consome a energia do rim.
Recomenda-se logicamente sempre uma alimentação saudável rica em frutas e verduras, pois harmoniza a energia renal. Por isso, evite o excesso de condimentos, frituras e gorduras. Isso ajuda a prevenir o enjoo que ocorre nessa fase.
A acupuntura regula e tonifica a energia do rim, fortalecendo e equilibrando a atividade fisiológica e metabólica da unidade mãe e filho.
E você já fez ou pretende fazer Acupuntura durante sua gravidez?
Parece que a Adriane Galisteu gostou mesmo do estilo e modelagem do vestido de grávida que comprou na Zazou, pois já esta usando no seu dia a dia.
Vejam só abaixo a foto dela, usando este vestido azul da coleção de verão da Zazou, chegando ao Rio acompanhada pela mãe, Dona Ema. As duas saíram do aeroporto direto para sua cobertura no Leblon, na zona sul do Rio.
Apesar de muitas grávidas procurarem nesta época do ano fantasias para gestantes, a Zazou oferece sim são roupas bem leves e confortáveis, adaptadas as mudanças do seu corpo, e você possa assim aproveitar seu carnaval, sem uma roupa apertada e incomodando, em especial quando senta, ou com mais segurança, de não ficar grande e caindo, e com isto ter que se ajeitar toda hora, em especial quando fica em pé, danda ou dança.
Mais uma vez a Zazou foi destaque na mídia especializada, como referência deste segmento de moda gestante, desta vez na Revista Primeiros Passos na sua edição atual de Janeiro de 2010.
Vejam a matéria abaixo, que destaca a nova loja da Zazou no Rio de Janeiro, para as grávidas cariosas que pretendem ficar bem vestidas durante os 9 meses de gravidez, seguindo o estilo carioca de vestir com uma nova linha especialmente criada para o Rio.
Fica o convite para que passem na loja para conferir isto tudo pessoalmente. Venham experimentar e sentir os diferenciais da Zazou: estilo, qualidade, modelagem, conforto e variedade de escolha.
Depois do corner na Fernanda Chies, a nova loja da Zazou no Rio bem maior, com toda coleção, fica agora na sobre-loja 202 da Galeria do Forum de Ipanema, com estacionamento gratuito com selo para a primeira hora no Valet do estacionamento do próprio prédio.
A loja funciona de Seg. à Sex. das 10 às 20hs e no Sábado das 10hs às 16hs, e não abre no domingo.
O telefone da loja no Rio é: (21) 2247-4645 com Ana ou Tânia, e o skype ID com vídeo é: zazou.rio.
Agora além dos diferenciais de um estilo mais moderno, seguindo sempre tendências da estação, e da maior qualidade das peças no tecido e acabamentos, da modelagem especializada para o corpo das gestante com conforto e segurança, as grávidas cariocas vão poder conferir pessoalmente também a maior variedade de escolha com centenas de modelos diferentes para todos os estilos e ocasiões nas arraras da loja da Zazou no Rio. E fazemos questão de mostrar isto, até para que possa comparar…
Queria trazer uma entrevista com o Dr. Alessandro Loiola para o Portal do ID Med aonde ele fala um pouco mais sobre a Polidramnia, trazendo unformações e dicas úteis, tirando assim as principais dúvidas comuns das grávidas sobre o tema, com objetivo de esclarecer alguns aspectos relevantes deste distúrbio, orientando a paciente e permitindo um maior proveito no momento da consulta médica. Estar devidamente informada e apta para discutir as melhores alternativas com seu médico é um passo importante para diminuir a ansiedade e obter sucesso na gestação.
1) O que é Polidramnia?
Polidramnia é a presença de volume de líquido amniótico acima de 1.700 – 2.000 mL em uma gestação com 30 semanas ou mais e representa uma alteração que deve ser minunciosamente investigada durante a gravidez.
2) Quais as suas causas?
A Polidramnia possui várias causas. Má-formação congênita (ex.: anencefalia, agenesia ou atresia esofageana, espinha bífida, etc), produção excessiva de Hormônio Antidiurético pelo bebê, presença de gêmeos, doença placentária, diabetes e doenças hepáticas são as principais.
3) Como esse distúrbio se manifesta?
As formas de apresentação variam. A forma Aguda é rara e de surgimento precoce (por volta do primeiro trimestre de gestação). O útero encontra-se excessivamente aumentado, ocorrem edema e dor nos membros inferiores, estrias, falta de ar e pulso acelerado. A forma Crônica é mais comum, ocorrendo no terceiro trimestre, e oferece menor risco para o feto. As manifestações são semelhantes àquelas da forma aguda, porém com menor intensidade.
4) Que outras condições podem ser confundidas com a Polidramnia?
O estado de Polidramnia deve ser diferenciado de gravidez gemelar (gêmeos), ascite (acúmulo de líquido dentro da cavidade abdominal), processos inflamatórios, mioma, cistos ovarianos volumosos, megacólon (dilatação anormal do intestino grosso) e mola hidatiforme.
5) Que complicações a Polidramina pode trazer para a gravidez?
As principais complicações na gravidez são parto prematuro, toxemia gravídica, desequilíbrio do diabete melito, insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal. A Polidramina torna o parto mais trabalhoso e pode trazer complicações para o bebê tais como prematuridade, traumatismos durante o trabalho de parto (tocotraumatismos), infecções em mal-formações congênitas.
6) Como a Polidramnia é tratada?
O primeiro passo é realizar um exame ultrassonográfico detalhado. Caso exista mal-formação fetal, indica-se interrupção da gravidez. Nos casos em que o bebê está bem, o objetivo é prolongar ao máximo a gravidez. Em algumas gestantes, pode ser necessário puncionar o abdome para retirar líquido. Esta intervenção se chama Amniocentese e tem por objetivo diminuir o desconforto, melhorar a evolução da gestação, e acelerar a contratilidade uterina no pré-parto.
No vídeo abaixo o juiz Francisco Oliveira Neto, vice-presidente de Assuntos da Infância e Juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), esclarece nesta entrevista o que muda com a nova lei da adoção, que entrou em vigor em agosto do ano passado (Lei n° 12.010/2009).
Saiba então quais são as principais regras para adotar, quais os benefícios que a nova lei estabelece para as gestantes que desejam dar seus filhos para adoção, o que a legislação prevê nos casos de adoção internacional, se ainda é possível a prática chamada de “adoção à brasileira” e se pessoas solteiras e casais homossexuais podem adotar.
Esta dica é para as grávidas gauchas de Caxias do Sul e região. Pois nossa loja representante em Caxias, a loja Mamis & Mimos também esta dando 40% de desconto na atual coleção de verão.
Imperdível!
Para quem não sabe a Mamis & Mimos fica na Rua Os Dezoito do Forte, 1256, no Centro de Caxias do Sul (RS).
O telefone de lá é: (54) 3021-3686
E o horário de funcionamento é de Segunda a sexta das 9h30 às 19h sem fechar ao meio-dia, e aos Sábado das 9h às 13h30 sem fechar ao meio-dia. Não abre aos Domingos.
Com um estilo bem antenado, ligada nas tendências, a apresentadora Adriane Galisteu, grávida de seu primeiro filho, que por sinal nos contou em primeira mão que será um menino, foi pesquisar com as amigas e sua consultora de moda, e buscar quem era a principal grife de moda gestante do mercado, e descobriu que é a Zazou.
Por isto mesmo não querendo abrir mão deste estilo próprio, e continuar a se vestir bem, ela vai usar durante sua gravidez as roupas para gestante da Zazou.
Tanto que esteve em nossa loja da Zazou na Vila Olímpia em São Paulo, para nos conhecer pessoalmente e experimentar, e assim acabou fazendo suas as primeiras compras do seu novo enxoval de grávida.
Ela adorou o que viu, se surpreendeu com a grande variedade de opções de escolha, e principalmente com a qualidade e a modelagem especializada, depois que experimentou no corpo vários looks, desde vestidos longos, até alguns bem curtinhos dentro do seu estilo de vestir. Afinal não é por que você esta grávida que precisar mudar seu estilo…
Gostou bastante também dos shorts e bermudas, para o calor deste verão, e ainda das conhecidas calças jeans da linha Maternity da Zazou, levando tanto uma jeans para gestante de malha alta, que é bem confortável, como outra mais moderna de cós baixo e malha apenas nos bolsos.
Aproveitou para conhecer e dar uma olhada nas dicas do melhor para a Gestante e o Bebê em São Paulo no disputado Baby Guide, já na sua terceira edição atualizada de 2010, que acaba de ser publicada, e que como não poderia deixar de ser destacou a Zazou entre as grifes de moda gestante.
Tudo isto comprova mais uma vez de que a Zazou é mesmo a grife preferida das grávidas antenadas, que valorizam se vestir bem, com estilo e qualidade. Vejam fotos de outras grávidas famosas que se vestiram de Zazou na sua gravidez no link abaixo:
Aguardem em breve mais fotos da Adriane Galisteu vestindo outros looks na loja da Zazou.
Se você também é assim, uma grávida antenada na moda, fica a dica e convite de para conhecer um pouco mais do que a Zazou oferece, visitando o nosso Catalogo Virtual de Moda Gestante da atual e das últimas coleções da Zazou em:
Sabemos bem de que toda mulher tem o sonho de ser mãe um dia, mas para algumas delas este sonho só se realiza depois dos 40 anos. Temos notado este claro movimento nas lojas da Zazou da gravidez tardia.
Por isto mesmo vejam o vídeo abaixo para saber mais sobre os cuidados que as mamães nesta faixa etária devem ter durante a gestação.
Gostaria de trazer abaixo algumas dicas da especialista Suyan Santos Basler do ID Med a respeito de como evitar os sintomas chatos da gravidez apenas através dos alimentos, através de dietas com moderação, fracionada e variada.
Devido as transformações que ocorrem durante a gestação, é necessário que a gestante tenha uma dieta moderada, afim de, evitar o ganho excessivo de peso e aparecimento de doenças como diabete e hipertensão gestacional.
Também, é importante uma dieta fracionada, pois devido ao aumento da placenta, o estômago estará diminuído e não suportará receber grande quantidade de alimentos, evitando tonteiras e fraquezas.
E ainda uma dieta variada, só assim a gestante conseguirá a quantidade adequada de nutrientes.
O fracionamento das refeições deve ser feito a cada 3 em 3 horas. É importante ressaltar que nesse período não se deve fazer dieta para emagrecer, mesmo mulheres que estejam acima do peso. Contudo o ditado popular “comer por dois” está errado, pois o correto é a gestante ter uma alimentação saudável e equilibrada para suprir as suas energias e a do bebê.
Por dia, a gestante deve consumir 300 calorias a mais do que antes de engravidar.
Durante a gestação é freqüente náuseas, vômitos, azia, fraqueza, desmaios, constipação e flatulência, sendo que estes sinais e sintomas podem ser resolvidos com medidas dietéticas simples.
Orientação nutricional para sinais e sintomas digestivos que ocorrem com freqüência na gestação:
1) Náuseas e Vômitos:
- Fazer seis refeições por dia, com menor quantidade de alimentos;
- Evitar frituras, alimentos gordurosos e alimentos com cheiro forte ou que possam causar desconforto;
- Preferir temperos suaves;
- Evitar o uso de condimentos picantes;
- Preferir alimentos sólidos pela manhã e ricos em carboidratos (biscoitos, torradas, iogurtes, geléia de frutas);
- Ingerir no mínimo 1,5 litros de água por dia nos intervalos das refeições;
- Evitar deitar-se após as grandes refeições (almoço e jantar).
2) Azia:
- Fazer seis refeições por dia, com menor quantidade de alimentos;
- Evitar café; chá; mate; álcool; doces e frituras;
- Evitar deitar-se após as grandes refeições (almoço e janta).
3) Fraquezas e desmaios:
- Podem estar associados à hipotensão arterial (pressão baixa) ou hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue);
- Evitar o jejum prolongado e intervalos grandes entre as refeições, visando prevenir a hipoglicemia e a hipotensão;
- Fazer seis refeições por dia, com menor quantidade de alimentos;
- Utilização normal do sal na alimentação, exceto em casos de hipertensão arterial (pressão alta) ou prescrição médica.
4) Constipação e flatulência:
- Estão relacionados à redução dos movimentos gastrointestinais, retardando o transito intestinal. Também decorrente da alimentação inadequada, diminuição da ingestão de líquidos e sedentarismo;
- Aumentar a ingestão de líquidos e fibras: frutas de modo geral, frutas laxativas (mamão, ameixa), frutas com bagaços e vegetais.,
- Aumentar o consumo de produtos integrais (pães, cereais, biscoitos, farinhas);
- Lembre-se: o efeito da fibra, o uso de produtos integrais pode não ser imediato, pois não é medicamento, mas seu uso prolongado é eficaz;
- A gestante deve ficar atenta à tolerância de alimentos flatulentos, tais como: alho; batata – doce; brócolis; milho; cebola; couve; couve – flor; ervilha; feijão; ovo e rabanete;
- Não esquecer de comer devagar e mastigar bem os alimentos;
- Aumentar a atividade física e movimentos em geral para regularização do intestino, caso não seja contra–indicação médica e obstétrica.
E o mais importante, que é em caso persistir estes sintomas, não deixe de procurar o seu médico e/ou nutricionista, pois pode ser um sinal que há algo mais errado ou mesmo que ele possa indicar um tratamento específico para resolver o problema de uma vez.
Esta dica é para as grávidas de Floripa e região. Pois nossa loja representante em Florianópolis há mais de 6 anos, a loja Mammy Fashion também esta dando 40% de desconto na atual coleção de verão.
Imperdível!
Para quem não sabe a Mammy Fashion fica na avenida Rio Branco, 380 - Loja 09, bem no Edifício Barra Sul no Centro de Florianópolis (SC). Como feferência fica próximo ao Angeloni, e no Prédio da Clínica Materno Fetal.
O telefone de lá é: (48) 3322 4393
E o horário de funcionamento é de Segunda à Sexta das 9h às 19h e aos Sábados das 9h às 12h. Não abre aos Domingos.
O que mais uma vez mostra que a Zazou é uma das principais referências deste segmento de moda gestante.
Procurada não apenas pelas grávidas famosas, mas todas aquelas gestantes antenadas na moda, que querem como a Miryan continuar a se vestir bem e não abrem mão do seu estilo fashion, se vestindo neste período com roupas da Zazou.
Desenvolvido pelos pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Japão, o gorducho Yotaro foi “concebido” para ensinar jovens casais e crianças a lidar, respectivamente, com seus recém-nascidos e novos irmãos.
O bebê-droid é capaz de verter lágrimas em forma de água morna que saem de pequenos orifícios localizados no seu “rosto”, na verdade uma tela interativa e sensível ao toque. Yotaro muda de expressão quando é “acariciado”e balança suas pernas quando “sente cócegas’.
Vejam só como ele funciona no vídeo abaixo.
Queria ter um? Gostou da idéia?
Saiba que ainda é por enquanto apenas um conceito, e não há informações se haverá comercialização da ideia.
A Profa. Clarissa Mendes Nogueira escreveu no site do ID Med um interessante e didático texto sobre como funciona o ciclo menstrual, algo importante de que toda mulher que quer engravidar precisa saber.
Existe para a reprodução da espécie, que para a mulher vai dos 12 aos 49 anos, em média. O processo se inicia no hipotálamo, um setor cerebral que regula as glândulas e as emoções. Ele libera hormônios que fazem com que a hipófise produza hormônios estimuladores glandulares, um deles para o ovário, onde milhões de óvulos estão armazenados em formas imaturas nos folículos. Com esse estímulo, vários desses folículos começam um processo de amadurecimento que produz os hormônios chamados estrogênios, que têm várias ações no corpo feminino.
Eles promovem o crescimento das mamas, depósitos de gorduras e crescimento de pelos em lugares específicos, e especialmente o crescimento de camadas no endométrio, a membrana que recobre a cavidade uterina.
Então 14 dias depois, o hipotálamo reconhece o trabalho do ovário e libera outro hormônio, que faz com que o folículo mais amadurecido se rompa e libere o óvulo, pronto para se encontrar com um espermatozoide e gerar uma nova vida, que vai se aninhar e nutrir-se das camadas do endométrio. Nessa fase o ovário produz o hormônio progesterona. Se a fecundação não acontece, 14 dias depois esse endométrio é expelido, para ser novamente reconstituído no ciclo seguinte.
A fase fértil da mulher se calcula através do dia da ovulação, que em mulheres com ciclos regulares de 28 dias se dá no 14º dia do ciclo, contado do primeiro dia da menstruação. Calculado esse dia, dá-se uma margem de segurança, podendo ser contado do dia 9 ao dia 18 do ciclo.
A TPM acontece no período após a ovulação até o começo da menstruação, mas geralmente é mais forte na véspera do início do fluxo. Pode ser diferente em algumas mulheres, mas é sempre na segunda fase do ciclo, a partir do 14º dia. Algumas vezes dá só sintomas físicos, como inchaço e dor de cabeça, mas geralmente dá também sintomas psíquicos, com queda da autoestima e dificuldade de aceitar frustrações.
A pílula anticoncepcional fornece os hormônios que o ovário faz, quando estimulado pela hipófise. Como já estão prontos, o ovário não amadurece óvulos, dos quais um seria lançado na trompa no 14º dia do ciclo, apto a ser fecundado por um espermatozoide que ali se encontrasse.
Para as grávidas de primeira gestação, a Zazou criou uma cartilha e guia para ajuda-las a saber o o que a futura mamãe deve ter para a chegada do bebê, desde a higiene e acessórios para o bebê, passando pelo enxoval dela e dele, e o não pode esquecer quando for para o hospital, com dicas úteis.
Quem esteve na loja da Zazou no Rio (Forum de Ipanema) esta semana foi a atriz Miryan Martin, que esta grávida de 6 meses de sua segunda gravidez, mas como a primeira tinha sido há um bom tempo, ela foi conferir e adorou as dicas e informações deste guia da Zazou, como podem ver na foto abaixo.
Sabe o que tem que levar na mala da Maternidade?
Se você também quer ter acesso a estas informações, pode faze-lo online pelo link abaixo:
Trago no vídeo abaixo um depoimento da Valéria Gregory, que conta que perdeu dois bebês no oitavo mês de gestação. Ficando traumatizada, e não querendo nunca mais ter filhos. Mas voltou a engravidar e tudo mudou.
Deixo isto como uma mensagem de esperança para quem passa por situações parecidas e que podem sim ter seu sonho realizado.
E você conte também sua história aqui na nossa área de comentários deste post…
O jornal Estado de SP fez uma materia semanas atras falando um pouco sobre o custo de ter um bebe, que trago para sua informacao.
Quando você é solteira, todos perguntam quando vai se casar. Depois de casada, sem ao menos ter curtido a lua de mel ou a fase de adaptação, já começa a cobrança pela chegada do rebento. Como se não bastasse um, logo lançam a campanha pelo irmãozinho. A
Quem ja nao passou por isto?
Antes de ser persuadida pelos outros, é preciso se organizar. E assim como ocorre antes de qualquer decisão, ainda mais tratando-se de uma “aquisição” eterna, o ideal é fazer um bom planejamento financeiro.
O economista Marcos Silvestre, que também é consultor, pesquisador, professor, palestrante, escritor e colunista da rádio Band News FM - além de pai de uma menina de 3 anos e meio e de um garotinho de apenas 6 meses -, calcula que, para cobrir os gastos de um filho, os pais têm de reservar cerca de 20% do orçamento. O ideal mesmo é começar a poupar com dois anos de antecedência.
Enxoval, fraldas, plano de saúde, alimentação, babá, pediatra, remédio, vacina, brinquedos, diversão, férias e, se possível, uma reserva financeira para imprevistos. Quando o filho vem, traz novos gastos. “O ideal é separar esses 20% por mês para aprender a conviver com a nova realidade”, sugere Silvestre.
Durante a gravidez, essas economias vão para a roupa da gestante, mais a montagem do quarto, enxoval, carrinho e outros acessórios para o bebê. Depois, vêm as despesas com o parto.
“Gasta-se cerca de R$ 20 mil antes do nascimento. Se o casal fizer essa reserva antecipadamente, é possível bancar tudo à vista“, recomenda.
Para dar um exemplo prático, Silvestre considerou o seguinte cenário: uma família de classe média baixa, cuja renda total líquida mensal seja de R$ 5 mil. Nesse caso, o gasto com um filho é de R$ 1 mil por mês. Metade, segundo ele, vai para o item educação, que inclui escola, transporte e material. Mais R$ 150,00, ou seja, 15%, são destinados aos gastos com vestuário (roupa, calçado, acessórios). Aí vem a alimentação, que inclui as refeições feitas em casa e os lanches na escola - o equivalente a outros R$ 150,00. E ainda tem as despesas com saúde, cuja média é de R$ 100,00, lembrando que isso inclui remédios e possível consulta fora do plano de saúde. Para o lazer e outras despesas, calcule os R$ 100,00 restantes.
Passados oito anos dessa rotina, o casal deve começar a pensar nos futuros custos universitários do filho. Assim, o ideal é poupar mais R$ 500,00 mensais, para poder bancar o curso e os gastos a mais durante a fase da faculdade. Pois quando ele completar 18 anos, as despesas vão dobrar. Aí vem a vida social mais intensa, compras, celular, viagens e, às vezes, até um carro. “E os pais vão querer bancar isso tudo”, prevê Silvestre.
Nascida há apenas um mês, a pequena e doce Laura Vasconcelos Maymone ainda não assustou seus pais de primeira viagem. Pois eles estão curtindo a fase dos presentinhos que ganharam de amigos e familiares, que, aliás, estão babando. O gasto mais pesado que tiveram até agora foi com a montagem e decoração do quarto - pagos à vista, graças ao dinheiro que o pai recebeu de suas férias acumuladas - e com algumas roupinhas que não resistiram à tentação de comprar. “Sentimos diferença na conta de eletricidade, gás e com o plano de saúde, pois ela entrou como dependente”, explica o paizão Filippe Ventura Maymone, de 27 anos.
Quando se trata de uma família com dois filhos, pensando naquele mesmo casal cuja renda familiar soma R$ 5 mil mensais, o jeito é cortar o cineminha, as idas a restaurantes, bares e presentinhos que antes eram só para o casal. “Mas a natureza é tão sábia que o filho ocupa tanto o tempo que os pais acabam sendo obrigados a ficar mais em casa”, emenda o consultor Silvestre.
É bom lembrar que as dívidas fixas do casal continuam sendo pagas, inclusive responsabilidades como um financiamento de imóvel. Ou seja, não tem gasto que possa ser diminuído. A não ser os que podem ser classificados como luxo e conveniência. “Só se o casal tiver desperdício. Aí os gastos pessoais terão de ser redistribuídos”, explica o professor. Neste caso, ele sugere que, primeiro, se corte a gordura. Uma sugestão: pense em um desperdício que não lhe traz benefício. Aí, simplesmente, corte-o.
E quando o bebê chega de surpresa?
Com apenas oito meses para se organizar, é preciso ser firme. O primeiro mês já tem de render uma boa quantia, para que o casal entre na nova realidade, sem que precise passar por perto de nenhum crédito pessoal. Afinal, é preciso bancar o filho com a renda do mês. “Já vi muitos pais lamentando a existência do filho porque não fizeram um planejamento antes”, conta o consultor.
Grandes varejistas, baseados em uma pesquisa feita por fornecedores, como Johnson & Johnson, Procter & Gamble, Nestlé e Fisher Price, a qual apontou que a chegada de um bebê aumenta os gastos da família em 40%.
Tatiana Quadros de Oliveira, de 26 anos, mãe de Isabela, não trabalhava. Até que a filha completou 2 anos, aprendeu a pedir presentinhos e a mãe teve de voltar ao mercado de trabalho para ajudar o maridão, que manteve os gastos sozinho durante todo esse tempo. Coincidiu com a fase em que a pequena Isabela teve de ir para a escola. “Antes disso, eu não precisava trabalhar. Mas se não trabalhasse agora, não supriria as despesas dela”, diz Tatiana.
O economista Robson Gonçalves veio de uma geração em que os casais tinham muitos filhos: seus avós tiveram oito, e seu pai, quatro. Ele, por enquanto, tem apenas uma garotinha de 4 anos e meio. No entanto, tem uma visão mais otimista. Acha que, como hoje as pessoas não se casam jovens e, consequentemente, têm filhos mais tarde, a família pode ter um nível econômico melhor, já que o casal está mais estabilizado profissionalmente. Assim, pode gastar com pediatra, produtos importados, babá. “Mas não é a realidade da classe pobre”, ressalva. Para Gonçalves, as famílias acabam optando por ter um filho só porque, dessa forma, podem gastar mais e melhor com ele.
Em especial aquelas antenadas que querem eternizar este momento especial em uma bela foto profissional.
Gostaria de convida-las para participar de mais uma promoção exclusiva de fotos de grávidas gratuitas na Zazou em São Paulo com a fotografa especializada Lidiane Lopez.
Segue abaixo o convite:
Lembrando de que apesar de gratuito é preciso agendar seu horário antecipadamente para garantir sua vaga pelo tel: (11) 3846-6511 com a Tatiana ou a Jéssica.
Dando continuidade à bem-sucedida aposta de ampliar a sua área de atuação, a MyLady, uma das grife pioneira no mercado de lingeries modeladoras para gestantes e pós-parto, que você encontram a venda nas lojas da Zazou em São Paulo (Atilio na Vila Olímpia) e no Rio de Janeiro (Galeria do Forum de Ipanema), e para todo o Brasil pela Loja Virtual (www.lojazazou.com.br) lança novas coleções para o Outono-Inverno 2010.
Buscando inspiração nas vitrines de Paris, a marca apresenta peças que podem ser coordenadas entre si, em tule bordado, abusando da transparência e sensualidade, ou um básico mais chique, para serem usadas no dia-a-dia, mas, sempre, sem abrir mão do conforto.
Seguindo a nova modelagem, a linha Gestante, que compreende o momento da amamentação e pós-parto e também é um dos fortes da MyLady, também foi totalmente reformulada a partir de pesquisa entre as consumidoras e ganhou numeração ainda maior, chegando ao EXGG e 56.
Finalmente, para atender de maneira especial a futura mamãe, a MyLady inova mais uma vez com o lançamento do Kit Gestante Estampado, composto por quatro calcinhas, nas cores branco, preto, poá vermelho e poá preto, com detalhes em tule bordado, acabando de vez com o preconceito de que mulher grávida não usa cor preta nem pode ser sensual.
Na hora do parto do filho Benjamim, a top model brasileira Gisele Bündchen preferiu estar em casa, com o marido e usando apenas um banho quente para aliviar a dor, mas ela não foi a única que fez isto.
Como imaginava o assunto do parto em casa e na água ganhou destaque na mídia e nas conversas esta semana. Ficou curiosa? Ficou interessada em fazer o mesmo em casa? E na água também?
O Portal G1 da Globo.com fez uma matéria sobre o assunto falando com mulheres que passaram pela mesma experiência recentemente aqui no Brasil, que trago um pouco abaixo para sua informação.
Para começar o parto em casa é bastante controverso.
Por exemplo o ginecologista Adailton Salvatore Meira (Unicamp) incentiva o parto na água, mas recomenda que ele ocorra em um hospital.
“Eu aconselho que seja feito em ambiente hospitalar. Tem mães que aguentam, mas a maioria tem um limite de dor que pode ficar muito difícil. Tem de continuar controlando batimentos cardíacos da criança. Deve haver suporte de medicação para a mãe e para o bebê; oxigênio para a mãe e para o bebê, se necessário; material de ventilação para a mãe e para o bebê.”
O ginecologista e obstetra Júlio Élito (Unifesp) também prefere que as mães adeptas dos partos humanizados utilizem as salas especiais dos hospitais.
“É possível ter um parto natural, sem intervenção médica, sem remédios e sem anestesia, no hospital, onde os recursos estão à mão”
A advogada Kátia Raele, de 34 anos, utilizou uma dessas salas especiais quando teve sua primeira filha, Gabriela, há três anos. Mas a segunda, Mariana, veio ao mundo há 19 dias em uma piscina inflável dentro da casa de Kátia, com a ajuda de seu marido, de uma doula(uma espécie de “assistente de parto”, que tem a missão de ajudar e confortar a mãe na hora do nascimento da criança) e de sua obstetra, que apenas supervisionou e monitorou os sinais vitais de mãe e bebê. A experiência do primeiro parto foi o que fez a mãe dispensar o ambiente hospitalar no segundo.
“Percebi que eu não precisava estar no hospital. Fui até lá, mas poderia ter feito tudo aquilo em casa. Quando passa, você nem lembra que doeu”
Mesmo no hospital, a anestesia foi dispensada. “A dor vem em ondas, então você tem tempo de se recuperar. É suportável. Quando passa, você nem lembra que doeu”, diz Kátia.
O marido Júlio César ficou preocupado com a ideia de a mulher dar à luz em casa, mas acabou convencido com as consultas do pré-natal.
No caso da arquiteta Letícia Lemos, no entanto, o caminho foi inverso: foi o marido Tomaz quem convenceu a esposa a ter a filha Dora em casa.
“Meu marido foi quem se encantou com o parto em casa primeiro. Ele trouxe o assunto e eu fui pensando, avaliando, vendo os relatos de quem já passou por isso. No fim, senti que era o certo. Nunca gostei de hospital. Parto não é doença. Achei que minha casa teria um clima mais adequado para o nascimento da minha filha”
O trabalho de parto de Letícia durou mais de 24 horas e, segundo ela, tudo correu tranquilamente.
“Eu dormi muito entre as contrações. Os hormônios que são liberados deixam uma sensação leve, um relaxamento profundo. A dor não é nada que nenhuma mulher não tenha sentido antes. Sempre vi com muita suspeita essa história de a dor do parto ser insuportável, uma dor de morte. Não acredito que a natureza fosse ser tão burra para fazer algo assim. E foi isso mesmo. A dor foi a de uma cólica menstrual muito forte, mas uma cólica menstrual que dura um minuto e daí tem uma pausa. Quando você está menstruada não tem pausa para se recuperar. Não lembro de sentir dor, lembro de uma sensação de poder, de força. ”
“Na hora do último estágio, é como se fosse um alongamento intenso no quadril, sobre o qual você não tem controle. Mas eu não lembro de sentir dor, lembro de uma sensação de poder, de força. No fim, achei que durou até muito pouco para uma sensação tão boa”.
Ao contrário das várias horas de parto de Letícia, o da videomaker Chica SanMartin, de 30 anos, foi bastante rápido. Entre o momento em que ela percebeu que estava em trabalho de parto e o nascimento da criança foram apenas 30 minutos.
“Ainda bem que eu decidi ter em casa, porque meu filho não ia nascer no hospital de jeito nenhum. Ele ia nascer no carro, na calçada, no caminho, mas no hospital não ia dar tempo de chegar. “Fiquei meio ‘em alfa’. Dói para caramba, mas a recuperação do intervalo entre as contrações é total. A água quente ajuda muito”
Ela reclama que a prática do parto domiciliar sofre “muito preconceito” e conta que teve dificuldades para tomar uma vacina dada às mães após o parto ainda na internação.
“É difícil explicar, as pessoas não entendem. É complicado, mas eu não me arrependo de nada”
E você também tem alguma experiência ou depoimento como esta para nos contar?
Veja no vídeo abaixo uma entrevista concedida pela Nutróloga Dra Sandra Gordilho para Rede Bandeirantes, abordando o tema da prevenção da obesidade na gestação.
Vejam só esta notícia de que um aplicativo do iPhone foi o “responsável” pela gravidez de Lena Bryce.
Após quatro anos tentando engravidar, a escocesa baixou o “Free Menstrual Calendar”, um software que utiliza os dados do ciclo menstrual da usuária para indicar os dias férteis.
“Considerávamos a inseminação artificial ou adoção quando meu marido me deu um iPhone de presente. Digitei ‘engravidar’ e baixei cinco aplicativos”, contou Lena ao jornal britânico “The Sun”. Após dois meses seguindo as instruções do aplicativo, a escocesa finalmente engravidou. O aplicativo, inclusive, indicou o dia do nascimento de sua filha, Lola.
Como bem sabem a Zazou, é uma das principais referências da moda gestante, e por isto mesmo uma série de grávidas famosas acabam indo a loja especializa da Zazou para continuar a se vestir bem sem perder seu estilo durante toda a gravidez.
Gostaria então de contar para vocês em primeira mão de quem foi desta vez na loja da Zazou no Rio de Janeiro, foi a bela atriz Miryan Martin(miryanmartin.zip.net), que trabalha no programa da Zorra Total da TV Globo, e que também foi há pouco capa da Playboy, e que agora esta grávida de 6 meses de seu segundo filho do empresário Jorge Bugarin.
Muito bonita e simpática, experimentou diversos modelos de roupas, desde vestidos longos de festa, passando pelo conhecidos jeans da nossa linha Maternity, e por vários vestidos, além de bermudas e shorts para o quente verão carioca.
Ficou surpresa em relação a variedade de opções de escolha de tantos modelos diferentes nas arraras da loja, principalmente em relação a outras lojas que tinha ido antes. Adorou tudo, e achou que os preços da liquidação estão muito bons, e por isto mesmo acabou levando mais de 20 peças para seu enxoval de futura mamãe.
Fez questão de nos dizer, de que além do estilo bem atual e antenado nas tendências, outros claros diferenciais da Zazou em relação a outras grifes são mesmo a qualidade das peças, e principalmente a nossa modelagem, que a deixou super satisfeita, pelo conforto de não ficar apertando quando senta, e pela segurança de não ficar caindo quando anda, até por que já tinha usado outras marcas cariocas, e logo que vestiu sentiu na própria pele a diferença da modelagem especializada da Zazou.
Vamos ver como é que esta notícia vai repercutir agora na mídia nestes próximos dias…
Aliás a Miryan Martin será mais uma das grávidas que se vestem de Zazou que vão se destacar no Carnaval carioca. Pois ela promete abalar em sua passagem pela avenida no carnaval 2010, como destaque com o maior barrigão de fora no desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel.
Vai depois ainda para o concorrido camarote da Brahma. Aliás inclusive ela veio atrás exatamente de um short branco e outro jeans da Zazou para usar com a disputada camiseta customizada da cervejaria.
Em breve estas e muitas outras fotos dela vestindo Zazou estarão na nossa área de grávidas famosas do site da Zazou em:
Sendo que para o maior conforto e facilitar a vida de nossas clientes para não precisar ficar procurando vaga, podem pedir no caixa para a vendedora um selo de 1 hora gratuita no estacionamento do prédio com manobrista. A loja funciona de segunda a sexta das 10hs às 20hs e no sábado das 10hs às 16hs. O telefone de lá para maiores informações e atendimento fora da hora normal ou em casa é: (21) 2247-4645 com a Tânia ou Ana, e o skype com vídeo é: zazou.rio. Mais info como mapa de como chegar no link abaixo: