Aleitamento


Semana que vem é a Semana Mundial de Aleitamento Materno, e a Zazou esta participando ativamente de uma série de iniciativas para divulgar e melhor informar o tema entre as grávidas, entre os quais a caminhada neste domingo do Horto Floresta na Zona Norte de São Paulo.

Infelizmente por uma regra da prefeitura para o evento, não vamos poder realizar vendas e o Bazar que estava previsto inicialmente, que será transferido para o Dia da Gestante no dia 14/08.

Além disto queria avisa-las de que no dia 7/8 (Sábado da semana que vem) das 10hs às 12hs estaremos organizando outro evento próprio da Zazou com a parceria do Baby Moment e da Boa Hora Filmes, com o seguinte título:

“Amamentação sem Mistério: o que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno?”

Não dá para perder! Queremos tirar todas suas dúvidas sobre amamentação! Queremos dar dicas práticas e úteis!

O evento vai aconetecer no segundo andar da Livraria Francesa, que fica do lado da loja da Zazou em São Paulo, e cujo endereço é: Rua Prof. Atílio Innocenti, 920 - Vila Olímpia.

O estacionamento é gratuito, e será feito com o manobrista em frente a própria Zazou, pois a livraria fica quase do lado da loja da Zazou.

O evento será aberto com a exibição de dois capítulos do DVD “Amamentação sem Mistério”:

1) Porque Amamentar? (11 min)
2) Orientações para Mães (19 mim)

Evento da Zazou s/ a Amamentação sem Mistério = O que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno = Dia 7/8 (Sábado)Evento da Zazou s/ a Amamentação sem Mistério = O que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno = Dia 7/8 (Sábado)

Este vídeo foi feito pela Daniela Buono, que é jornalista, realizadora de vídeos sobre parto e maternidade na Boa Hora Filmes e mãe de duas meninas que tiveram muitas dificuldades com amamentação.

Tais dificuldades mobilizaram a jornalista a realizar o vídeo educativo Amamentação sem Mistério, em parceria com o GAMA - Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (www.maternidadeativa.com.br).

Durante um ano entrevistou um competente time de pediatras e especialistas em amamentação, que apresentam no vídeo, de forma simples e didática, as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno. Daniela ouviu também mais de 20 depoimentos emocionantes de mulheres brasileiras sobre as dores e as delícias da amamentação. E as colocou em um vídeo bem legal e instrutivo.

Para mais informações sobre o DVD: http://boahorafilmes.com.br/2010/03/23/amamentacao-sem-misterio/

Para trailer do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=dKRqQgV0d9U

Em seguida ao vídeo inicial, a especialista Daniela Andretto falará sobre “Orientações para mães com dificuldades”, durante 30 minutos.

Ela vai abordará as principais dificuldades enfrentadas pelas mães e mostrará algumas soluções simples para estas dificuldades (excesso ou falta de leite, pega incorreta, bebê muito nervoso, machucado nos seios, pouco ganho de peso e mastite).

Para ter uma idéia do alto padrão do evento, a palestrante Daniela Andretto é Psicóloga, Doula e Mestranda da Faculdade de Saúde Pública da USP - Departamento Materno Infantil, Especialista em Estudos e Intervenções com Famílias - Univ Lisboa/Portugal, Especialista em Psicologia Hospitalar - INCOR-USP, Conselheira em Aleitamento Materno - OMS/Unicef, Consultora Método Canguru - Min. da Saúde/BR, Membro da ONG IBFAN-Brasil (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar Brasil)

Em seguida, abrimos o evento para uma conversa de tema livre com participação do público, da palestrante, do pessoal da Zazou, da Baby Moment e da diretora do DVD Amamentação sem Mistério, Daniela Buono.

Vamos aproveitar o evento para lançar nossa nova linha de blusas e vestidos próprias para amamentação da Zazou, como podem ver pelas fotos abaixo.

Evento da Zazou s/ a Amamentação sem Mistério = O que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno = Dia 7/8 (Sábado)Evento da Zazou s/ a Amamentação sem Mistério = O que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno = Dia 7/8 (Sábado)

E depois da palestra e do video, ainda teremos uma sessão de fotos gratuitas de cada uma interessada na própria loja da Zazou aonde montaremos um estúdio com a fotografa Mirian Silva (www.miriansilva.com.br).

Evento da Zazou s/ a Amamentação sem Mistério = O que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno = Dia 7/8 (Sábado)

As incrições gratuitas porém obrigatórias por que as vagas são limitadas serão feitas pelo tel: (11) 3846-6511 com a Tatiana ou Jéssica. E como sempre não há qualquer custo. Não precisa pagar nada ou comprar nada para participar, seja das palestras, seja nas fotos.

E ainda teremos sorteios de blusas da nova linha de amamentação da Zazou, capas do Baby Moment e DVD deAmamentação da Boa Hora Filmes para quem estiver presente.

Evento da Zazou s/ a Amamentação sem Mistério = O que você realmente precisa saber sobre aleitamento materno = Dia 7/8 (Sábado)

Semana que vem é a Semana Mundial de Aleitamento Materno, e por isto mesmo trago o tema aqui através da matéria que mostra que os bebês cujas mães não conseguem amamentar as crianças dependem das doações de leite humano. Falta leite materno para alimentar bebês no Hospital Odilon Behrens, que é um dos principais hospitais de BH.

Gostaria de comentar um pouco mais sobre a programação e agenda da 1ª Caminhada da ONG Bemvindo de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno, que vamos estar participando e apoiando diretamente.

O evento acontece no dia 1º de agosto (doming) no Horto Florestal em São Paulo das 8:30 às 15:00hs.

A caminhada curta de 1,5kms será às 10hs, e deve demorarr uns 45 a 60 min, e será precedida de um aquecimento às 9:30 em frente ao palco principal, com uma abertura solene do evento

Aliás neste Palco principal haverá o tempo todo várias apresentações para gestantes e mães, como um Coral às 13hs.

Simultaneamente haverá uma série de tendas com espaços para todos.

A Zazou vai estar na Tenda do “Espaço Saúde”, com um grande Bazar de peças novas de coleções passadas com mais de 80% de desconto, que não vão custar mais de R$ 50, com parte da arrecadação destinada à ajudar a ONG BemVindo. Cada peça comprada, ganha um número para concorrer no final do dia aos sorteios abaixo.

Estaremos então sorteando para quem passar lá, cupons para concorrer gratuitamente ainda roupas de amamentação da nova linha da Zazou, assim como capas de amamentação do Baby Moment e o DVD Amamentação Sem Mistério da Boa Hora Filmes. Não precisa comprar, mas apenas preencher o formulário.

Vamos estar ainda arrecadando potes de vidro com tampa metálica para uma campanha de aleitamento da BemVindo. Cada pote você ganha mais um cupom para concorrer aos sorteios no final do dia.

No mesmo espaço teremos aonda atividades físicas com o Metodo Gestar e assessoria nutricional infantil do Nutri Materno, com distribuição de frutas para gestantes pela Cegonha Feliz.

Outra tenda que queria destacar é a “Espaço EDUCAÇÃO“, aonde vão acontecer uma série de palestras para profissionais (com certificado):

1) 11:00 = Nutrição complementar – Solange Guertzenstein - Nutricionista
2) 12:00 = Acolhimento na Gestação – Jaqueline Magalhães – BemVindo (para profissionais de saúde) - Psicóloga
3) 13:00 = A importância da atividade física para a gestante” - Dr. Pablius Staduto Braga Silva – Médico - Fleury Saúde
4) 13:30 = A importância do Teste do Pezinho – Karol Dantas - Enfermeira
5) 14:00 = Malefícios do uso do chá para o Aleitamento Materno Exclusivo: verdades e mitos - Patricia Crucello - Fonoaudióloga
6) 15:00 = Ibfan – Rede Internacional de Defesa do Direito de Amamentar

Já na tenda do “Espaço Oficinas” teremos desde às 8:30 até às 15hs as seguintes atividades o tempo todo:

1) Slingada
2) Doulada
3) Projeto acalanto
4) Contação de histórias
5) Mama Sutra
6) Shantala

Já na tenda do “Espaço HCG” teremos ao longo de todo o evento:

1) Testes de gravidez
2) Distribuição de material educativo sobre amamentação e Planejamento Familiar
3) Inscrição para participação do Programa
4) Ponto de coleta dos potes de vidro
5) Sorteios

Já na tenda do “Espaço Redes” teremos representantes das seguintes entidades e ONGs:

1) IBFAN
2) MATRICE/ MINA
3) ABLHB
4) ABENFO
5) BEMVINDO

Na tenda do “Espaço Bemvindo” teremos:

1) Apresentação Programa BemVindo
2) Distribuição de material didático
3) Sorteios
4) Apresentação Programa ADOLESCER
5) distribuição preservativos e material didático

O evento ainda contará com tendas e espaços para Assessoria de Imprensa e Recepção VIP, assim como para as voluntárias.

Podem baixar o programa completo e mais detalhes de quem esta apoiando em:

http://www.bemvindo.org.br/programacao_CAMINHADA.pdf

Como podem ver será um evento bem completo e legal. Gostaria de convida-la para participar conosco.

A Semana Mundial de Aleitamento Materno Será Comemorada em Evento no Horto com Apoio da Zazou, através de uma Caminhada de Incentivo ao Aleitamento, que acontecerá no dia 1º de agosto (domingo).

Mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morrem a cada ano no mundo por doenças que podem ser evitadas com medidas simples. O aleitamento materno é a principal delas.

Visando estimular o aleitamento materno imediato pós-parto e exclusivo, até no mínimo os seis meses de idade, como forma de prevenir males nas mães e nos bebês, ajudando em seu desenvolvimento físico e emocional, a Associação BemVindo realizará no dia 1º de agosto, às 10h, a 1ª Caminhada BemVindo de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno, no Horto Florestal, zona norte de São Paulo.

A Caminhada é o ponto central de um evento que oferecerá aos participantes palestras e oficinas de aconselhamento em aleitamento materno, shantala, ecofuturo (a importância da interação com o bebê desde a gestação), slingadas (método seguro para transportar o bebê), douladas (bate-papo e encontro de Doulas – acompanhantes de parto), projeto Acalanto (a música pela qualidade de vida), bancos de leite e a segurança das crianças no trânsito.

Além das oficinas para as gestantes, mães, pais e bebês, todos os participantes poderão realizar testes de glicemia, aferição da pressão arterial e reflexologia (massagem relaxante nos pés).

O evento terá início às 9h com a palestra Amamentação “BemVinda”, seguido da abertura oficial, caminhada às 10h e oficinas e exames das 11h às 15h.

O evento é aberto a toda comunidade. A participação é gratuita e não requer inscrição prévia.

A Caminhada Bem-Vindo também tem como propósito fazer parte da Semana Mundial de Aleitamento Materno, que é comemorada desde 1992 e reconhecida pelo Fundo das Nações Unidas (Unicef), pela Organização Mundial da Saúde - OMS e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO.

Semana Mundial de Aleitamento Materno Será Comemorada em Evento no Horto com Apoio da Zazou

Temos a maior preocupação de incentivar primeiro o aleitamento materno, depois as atividades físicas e bem estar durante a gravidez, assim como tentamos melhor informar e dar dicas úteis para as grávidas, além de organizar, participar e apoiar eventos legais relacionados a gestação e estes temas.

Gostaria de contar então de que a Zazou vai participar e apoiar a 1ª Caminhada de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno organizada pela ONG Bemvindo (www.bemvindo.org.br).

Zazou Participa e Apoia a 1ª Caminhada de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno da ONG Bemvindo

Aliás para quem ainda não conhece o programa BemVindo, ele tem como objetivo a melhor atenção ao pré-natal. Trata-se de um programa de orientação e informação.

O trabalho da ONG consiste em encontros e oficinas com as gestantes, onde são abordados temas como parto, o papel da dor neste processo, amamentação, direitos e deveres da gestante, mitos e crendices, volta para casa, pós-parto,rede de apoio, vínculos, entre outros.

Anotem aí na sua agenda da data deste evento bem bacana: 1º de Agosto de 2010 (primeiro domingo de agosto). Vai ser no parque do Horto Florestal em São Paulo.

O evento começa às 8:30 e acaba só às 15:00, com uma série de atividades ao longo de todo este dia.

Mas a principal parte será uma caminhada com saída do palco principal, que começará às 10:00, sem antes esquecer de um alongamento para todas.

Vejam só atividades programadas para uma série de tendas que serão montadas no local:

- Profissionais para aconselhamento em aleitamento
- Oficinas de Shantala e Sling
- Palestras sobre amamentação
- Apresentações para profissionais da Área de Saúde e Prevenção
- Testes e aconselhamentos diversos
- Conversas com adolescentes sobre sexualidade e prevenção
- Recreação Infantil
- Distribuição de material informativo, brindes e sorteios

Sim, a Zazou vai estar sorteando no dia entre as presentes uma série de presentes, que inclui blusas e camisas da nova linha de Aleitamento da Zazou, assim como peças da linha Fitness para Gestantes da Zazou, e tamém sutiãs de Amamentação da Liz, My Lady e da Love Secret, como capas de amamentação da Baby Moment e DVD Amamentação Sem Mistério da Boa Hora Filmes.

Zazou Participa e Apoia a 1ª Caminhada de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno da ONG Bemvindo

Não dá para perder não?

Avise a suas amigas grávidas.

Gostariamos de pedir que vocês que forem participe das campanhas de coleta de potes de vidro com tampa de plástico (para os Bancos de Leite Humano) e leve mamadeiras e chupetas para descarte/reciclagem.

Nos vemos todas por lá, ok?

A Zazou sabe da importância da amamentação para a vida de todos os bebês e das mães, tanto que apoiamos e divulgamos esta prática saúdável.

Para começar então fica a sugestão que vejam o vídeo abaixo mostrando exatamente a importância da amamentação.

Gostou?

Pois então saiba de que este vídeo completo, produzido pela Boa Hora Filmes, você encontra em um DVD à venda nas lojas da Zazou em São Paulo e no Rio, assim como todo o Brasil pela loja Virtual (www.lojazazou.com.br)

Nova Linha de Blusas para Amamentação da Zazou & Baby Moment Complementando |& DVD Amamentação sem Mistérios

Preocupados em atender nossas clientes não apenas durante os 9 meses de sua gravidez, mas também depois no período de pós-parto e amamentação, a Zazou esta lançando uma nova linha de blusas própria para facilitar a amamentação sem perder sua privacidade. Veja só na foto abaixo como ficou um destes novos modelos.

Nova Linha de Blusas para Amamentação da Zazou & Baby Moment Complementando

Queremos que as grávidas não precisem perder seu estilo nem neste momento de amamentar, tão pouco de peças de qualidade, mas que possa faze-lo de forma prática e simples, sem ter que tirar a blusa ou levanta-la lhe expondo em público.

Para isto as nossas blusas de amamentação tem todo uma modelagem especializada com um desenho com uma abertura para permitir que de forma simples possa amamentar seu bebê.

Veja só na foto abaixo como é que funciona na prática esta abertura.

Nova Linha de Blusas para Amamentação da Zazou & Baby Moment Complementando

Você mesmo de forma fácil pode se preparar para amamentar e abrir seu sutiã de amamentação. Veja só como na foto abaixo.

Nova Linha de Blusas para Amamentação da Zazou & Baby Moment Complementando

Além das blusas de amamentar, encontram nas lojas da Zazou um acessório complementar bem útil para também lhedar mais privacidade na hora de amamentar, que são as capas de amamentação da Baby Moment, mais uma novidade que você encontra na Zazou.

Nova Linha de Blusas para Amamentação da Zazou & Baby Moment Complementando

Ou seja, temos um pacote completo de amamentação que inclui: Blusa de Amamentação da Zazou + Suitã de Amanetação da Liz ou Love Secret + Capa de Amamentação da Baby Moment + DVD Amamentação Sem Mistério da Boa Hora Filmes.

Venha até a loja da Zazou em São Paulo (na Atílio Innocenti na Vila Olímpia) ou no Rio de Janeiro (na Galeria do Forum de Ipanema) conhecer pessoalmente esta novidade da Zazou.

Para lembrar o 11º Encontro Nacional de Aleitamento Materno, cerca de 800 mães, segundo a organização, se reuniram na tarde desta quarta-feira passada na Praia do José Menino, em Santos, para uma amamentação coletiva. No Emissário Submarino, à beira-mar, mulheres de Santos e de outras cidades da região como São Vicente, Guarujá e Mongaguá se juntaram para chamar a atenção para a importância do ato.

Mesmo com o vento frio e a ameaça de chuva, a atriz Simone Feliciano Garcia, de 34 anos, não hesitou em trazer Rosa, de 3 meses, para a praia.

“Acho muito importante o aleitamento materno. Temos que vir e incentivar. Quero amamentar minha filha até os 2 anos”, afirmou ela, que não estava preocupada com a temperatura. “O leite protege, imuniza do frio”, brincou.

A médica Tereza Cristina Moreira Semer, coordenadora do Programa de Aleitamento Materno do Guarujá, comemorou a iniciativa.

“Amamentar direto até os 6 meses e até os 2 anos de idade, com outros alimentos complementares, não é uma tarefa fácil. Ela precisa ser conquistada. Ainda existem alguns entraves culturais, tabus, como a mãe que acha que vai ficar feia ou que seu leite não é suficiente”, explicou Tereza, que é consultora internacional de uma entidade que promove o aleitamento materno (Internacional Board Consultant Lactation Examiners - sigla em inglês).

Por isso, ela acredita que reunir centenas de mães para um ato coletivo é uma das melhores formas de chamar a atenção. Segundo ela, dar o peito é um benefício mútuo. “A mãe que amamenta lucra porque tem uma criança saudável, bem nutrida. E ela diminui a incidência de câncer de ovário e de mama, além de criar um vínculo maior com o bebê”, contou Tereza.

A babá Alcione Carvalho, de 22 anos, era uma das que rejeitavam a ideia de amamentar. “Era por causa da estética. Eu achava que o seio ia cair, mas depois que engravidei mudei”, admitiu a moça, que estava com as amigas no evento. Enquanto ela conversava, Arthur, de 7 meses, mamava. “Acho bom estarmos aqui para incentivar outras mães”. O encontro foi organizado pela Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (Ibfan), em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

A atriz Mariah Rocha, que fez o maior sucesso na Malhação e depois na TV Globinho, e que durante sua gravidez se vestiu com roupas para gestante da Zazou no Rio, conta no vídeo abaixo gravado no stand VIP da Revista Estilo no Fashion Rio, como é que conseguiu voltar a forma rapidamente depois do parto, apenas amamentando e mudando a alimentação.

Vejam algumas fotos dela ainda grávida vestindo Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=MariahRocha

Mariah Rocha Gravida Vestindo Zazou no Rio

Para aprender a amamentar, é preciso insistir. Além de melhorar a saúde, o contato do bebê com a mãe na hora da amamentação é muito importante. O leite materno tem todos os nutrientes necessários.

Veja mais a respeito no vídeo abaixo:

Além de uma nova linha de blusas para a amanentação, a Zazou também esta vendendo com grande sucesso uma capa de proteção e privacidade super chique e fashion para você usar durante a amamentação do seu bebê, chamada “Baby Moment“.
Baby Moment na Zazou = Capa de proteção e privacidade para usar durante a amamentação do seu bebê

Mostraremos abaixo o passo a passo de como utilizar o seu Baby Moment.

Sua utilização é tão simples como vestir qualquer roupa do seu vestuário, porém iremos ressaltar alguns detalhes importantes, confira:

Passo 01: Arrume a fivela

Baby Moment na Zazou

Passo 02: Vista como um avental

Baby Moment na Zazou

Passo 03: Posicione seu bebê

Baby Moment na Zazou

Passo 04: Mantenha o contato Visual

Baby Moment na Zazou

Vocês encontram o Baby Moment em várias cores, padronagens e estampas para combinar com sua roupa nas lojas da Zazou em São Paulo (Atílio na Vila Olímpia) e no Rio de Janeiro (Galeria do Forum de Ipanema) ou ainda pela loja virtual para todo Brasil (www.lojazazou.com.br).

Gostaria de lembrar as grávidas fumantes de que o consumo de cigarro durante a gravidez pode causar danos para o bebê.

No entanto, mesmo que não consiga parar de imediato, saiba de que durante o período de amamentação é que o esforço para deixar de fumar deve ser maior entre as mães fumantes. Isso porque, a nicotina contamina o leite que é absorvido pelo bebê, prejudicando o sono e aumentando a incidência de cólicas, náuseas, vômitos e agitação.

A nicotina tragada pela mãe atinge o sistema nervoso central, determinando alterações na circulação fetal, dificultando as troca gasosas e a passagem de nutriente para o feto.

A alteração do sono do bebê está ligada à quantidade de cigarros consumidos pela mãe. Pelo menos cinco cigarros por dia já são capazes de diminuir a quantidade e qualidade do sono da criança.

A orientação é para que aconteça a interrupção total do fumo durante a gestação e amamentação. O aleitamento materno deve ser mantido mesmo em casos de mães fumantes que não conseguem parar, pois a amamentação previne infecções em geral e inclusive problemas respiratórios.

Fica a dica…

Queria comentar sobre um projeto que reuniu um competente time de pediatras e especialistas em amamentação apresenta de forma simples e didática as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno e colocaram em um vídeo.

Enquanto explicam porque amamentar, mostram a importância do apoio, ensinam a pega correta do bebê e apresentam soluções para os problemas mais comuns.

Tendo como pano de fundo cenas casos reais e depoimentos emocionantes de mulheres brasileiras sobre as dores e as delícias da amamentação.

Dividido em sete capítulos temáticos, “Amamentação sem Mistério” ( com 97 min) é uma iniciativa do GAMA - Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (www.maternidadeativa.com.br) em parceria com a produtora Boa Hora Filmes (www.boahorafilmes.com.br), com o objetivo informar e ajudar profissionais de saúde, grupos de apoio e mães que amamentam.

Ficou interessada?

Para maiores informações e vendas direto no Grupo de Apoio à Maternidade Ativa pelo tel: (11) 2507-7090 de 2a a 6a, das 9h às 18h, ou pelo site: www.maternidadeativa.com.br/aleitamento

Os hospitais públicos precisam de doação de leite materno. As doações estão muito baixas.

Vejam matéria sobre o assunto no vídeo abaixo:

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno durante os seis primeiros meses de vida, pois, além de oferecer tudo o que o bebê necessita, é também a forma natural de propiciar a plenitude do vínculo afetivo original que, na espécie humana, faz-se de maneira insubstituível, nesse período.

Tanto que já começamos a ver no setor público uma série de projetos de lei que concedem às servidoras públicas civis e militares do Poder Executivo Estadual, das suas autarquias e das suas fundações, a prorrogação, por sessenta dias, da licença-maternidade.

A prorrogação de quatro para seis meses representa maior vínculo afetivo entre mãe e filho e saúde para o bebê nos primeiros seis meses de vida.

A amamentação exclusiva neste período de vida é fundamental para a saúde do bebê. O aleitamento materno exclusivo significa dar só o peito para a criança, sem uso de chás, água ou outro tipo de alimento.

Afinal até os seis meses de vida o bebê fisiologicamente está imaturo e precisa somente do leite materno. Neste período o órgão digestivo da criança ainda não está preparado para receber outro tipo de alimento. O leite materno é adequado à necessidade do bebê e contém todos os nutrientes produzidos de acordo com desenvolvimento e crescimento da criança. Após os seis meses é possível conciliar o leite materno com outros alimentos, como frutas e legumes.

O leite materno é rico em proteínas anti-infecciosas e estimula o sistema imunológico da criança. O leite materno protege o bebê com fatores de defesa mais rápidos. Representa menor risco de desnutrição e outros males em função da diarréia. A criança fica pouco doente e a recuperação é mais rápida

Um dado da OMS mostra de que em todo o mundo, um milhão e meio de mortes infantis poderiam ser evitadas através da prática do aleitamento materno. Crianças em amamentação exclusiva adoecem duas vezes e meia menos do que crianças que tomam leite artificial.

Um estudo de impacto do início da amamentação na mortalidade neonatal no ano de 2006 revela uma pesquisa com 10.947 crianças da República do Ghana. A tendência de diminuir o risco de mortalidade neonatal para crianças que foram amamentadas no primeiro dia de vida foi de 16%. Para as crianças amamentadas na primeira hora foi de 22%.

O leite materno produzido para a própria necessidade da criança traz ainda outros benefícios, mas para a mãe. A mãe que amamenta tem emagrecimento sadia. O aleitamento materno auxilia na perda de peso da mãe. Ela perde o excesso que ganhou durante a gestação.

Portanto a prorrogação da licença maternidade e em conseqüência, maior tempo de aleitamento materno reflete também no vínculo da mãe e filho. O vínculo afetivo é comprovado. A amamentação é importante para o desenvolvimento cerebral da criança e a mãe se sente gratificada em poder amamentar o bebê. Este vínculo auxilia no fortalecimento familiar e social.

Você sabia de que doações de leite materno podem ajudar outras mães?

Pois então vejam o vídeo abaixo do programa Bom Dia Rio com uma entrevista com a neonatologista Nicole Mota Gianini, em que ela fala da importância da doação de leite para bancos especializados, que podem ser feitos em vidros com tampa de plástico esterelizados e usados para guardar o produto.

Uma pesquisa feita pela Fiocruz mostra um perfil das mães que tendem a dar leite artificial antes dos 6 meses da criança.

Veja no vídeo abaixo com uma matéria ado Jornal Hoje com lgumas dicas para ajudar mulheres que têm dificuldade de amamentar.

Uma pesquisa feita pela Fiocruz mostra um perfil das mães que tendem a dar leite artificial antes dos 6 meses da criança.

Veja no vídeo abaixo em uma matéria do Jornal Hoje algumas dicas úteis para ajudar mulheres que têm dificuldade de amamentar.

Depois da amamentação é essencial que o bebé arrote. Tal como os mais crescidos o bebé precisa de expelir o ar que foi acumulando no estômago enquanto mamava.

Deverá de colocar um pano sob o seu ombro, para não sujar a sua roupa, e seguidamente encoste a barriga do bebé ao seu peito e vá dando palmadinhas nas costas do bebé. As palmadinhas devem ser muito leves. O bebé poderá levar até vinte minutos para arrotar. Se não arrotar não se preocupe, há bebés que não arrotam. No entanto deve colocar o bebé numa posição em que a cabeça fique mais elevada.

Veja no vídeo abaixo algumas dicas úteis feito pela Revista Crescer:

Você pretende amamentar seu bebê?

Pois queria trazer um vídeo em que uma mãe conta sua experiencia com a amamentacao, e dá algumas dicas úteis para quem enfrenta dificuldades para facilitar sua vida. Mas como sempre, persistencia é a palavra chave também na amamentação…

Vejam no vídeo abaixo da GloboNews, com uma entrevista com a Doutora Lucia Rolim, que é a presidente do Comitê de Aleitamento Materno, e que diz que o leite materno nos primeiros seis meses propicia uma melhor nutrição ao bebê.

Um recente estudo feito por pesquisadores australianos mostrou de que o leite materno protege as crianças de transtornos mentais, como: depressão, ansiedade, problemas de comportamento, etc.

Eles descobriram de que os bebês amamentados por mais de seis meses tem depois uma saúde mental melhor.

Uma hipótese é que o contato com a mãe tem um efeito positivo no desenvolvimento de aspectos neuroendócrinos necessários à resposta ao estresse (fator de risco para danos psiquiátricos). Outra explicação é que o leite materno tem ácidos graxos e componentes bioativos essenciais para o desenvolvimento.

A equipe de Wendy Oddy, do Instituto Telethon de Investigação da Saúde Infantil, iniciou a pesquisa em 1989, acompanhado 2.900 mulheres na metade da gestação. Os autores anotaram todos os dados da família e a forma de alimentação dos bebês (leite materno ou artificial) e período de amamentação. De 2.366, 11% não receberam leite do peito; 28% tomaram leite materno de seis meses a 12 meses, e 24% mais de um ano.

As mães mais jovens, com 12 anos ou menos de estudos, mais estressadas e que fumaram durante a gravidez estão no grupo que deram o peito por menos de seis meses. E, segundo os autores, um curto período de amamentação está relacioanado com aumento da incidência de doenças mentais.

O ato de amamentar é um dos mais importantes tanto para o bebê, quanto para a mãe. Este momento é único, pois, além de ser saudável, é a hora em que o contato torna-se mais forte.

Recentemente, uma pesquisa norueguesa mostrou que a capacidade de amamentar pode ser governada pelos níveis de testosterona durante a gravidez. Quando a mãe não produz uma quantidade de leite suficiente ou encontra alguma dificuldade na amamentação, os especialistas sugerem que não há problema em alimentar o bebê com outro tipo de leite.

A mulher que apresenta dificuldades na amamentação deve buscar orientação médica e de um fonoaudiólogo para diagnosticar a causa deste problema.

A Organização Mundial da Saúde alerta que os bebês devem receber apenas o leite materno até os seis meses de idade.

Para a realização da pesquisa, 180 mulheres grávidas, inclusive mulheres que apresentavam risco de dar à luz a bebês pequenos, foram analisadas e os especialistas constataram uma ocorrência que já se sabe ser influenciada por níveis mais altos de testosterona.

Fatores como idade, educação e vício de cigarro foram levados em conta pelos noruegueses, mas, mesmo assim eles encontraram uma relação clara entre as baixas taxas de amamentação entre os três e seis meses de vida do bebê e altos níveis de testosterona da mãe.

Consulte seu médico a respeito.A

Segue abaixo um caso até como alerta e cuidados a tomar com o seu bebê.

Um bebê de 18 dias foi socorrido pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar em Joinville (SC).

Segundo a polícia, a criança se afogou com o leite materno e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória

O pai da criança foi de bicicleta até uma base da Polícia Militar e pediu ajuda a dois soldados, que acionaram a aeronave.

O menino foi levado de helicóptero até um hospital. Dentro da aeronave, os tripulantes reanimaram o bebê, que retomou os sinais vitais e chorou. O voo durou cinco minutos.

Bebe Engasgado Salvo pela PM

Outro dia comentei aqui sobre a importância da doação de leite materno, e o papel que os bancos de leite tem neste sentido.

Por isto mesmo, queria dar continuidade ao tema, trazendo para isto abaixo um vídeo de uma interessante matéria do programa WTN Absoluta com a Joana Prado já na sua segunda temporada:

Queria comentar aqui em nosso blog sobre um novo produto que a Zazou passa a vender em primeira mão no mercado, que encontram em nossas lojas no Rio de Janeiro (Galeria do Forum de Ipanema) e em São Paulo (na Atílio na Vila Olímpia).

Baby Moment na Zazou = Acessório de Amamentação da Mãe Moderna

Como sabem amamentar é o momento mais íntimo e exclusivo para a mãe e o bebê, onde a mãe oferece o melhor de si e a grande recompensa é ver a carinha de satisfação e tranquilidade do nenêm após a mamada. Aproveitar esse momento com conforto e prazer será a garantia de um desenvolvimento saudável para a criança e um vínculo eterno entre mãe e filho.

O aleitamento materno é acima de tudo um ato de amor que exige paciência e muita persistência. No ritmo acelerado do mundo moderno, muitas mamães acabam deixando de lado esse precioso momento. O desconforto que algumas mulheres sentem ao ter que amamentar em público se tornava mais um dificultador no ambiente estressante e inadaptado à amamentação.

Mas como então amamentação com discrição?

Para a resolver esta situação foi criado o “Baby Moment“, que é um acessório inovador que nasceu para facilitar a vida das mães que querem amamentar os seus bebês quando e onde desejarem, sem se preocupar com nada mais além de curtir o momento.

Baby Moment na Zazou = Acessório de Amamentação da Mãe Moderna

Sua gola rígida permite o contato visual entre a mãe e o bebê e proporciona um ambiente calmo e ventilado para que ele possa mamar sem distrações. A alça é ajustável para adaptar-se à todas as mães.

Trata-se então de um acessório super prático e charmoso.

Funciona como uma capa para amamentar, substituindo as fraldinhas usadas no passado que exigiam malabarismos pra tentar mantê-las no lugar, além da gola especial que permite manter o contato visual da mamãe e do bebê e garante um ambiente ventilado e tranquilo para mamar.

Da para usar em diversas situações: no avião, no restaurante, em visita à casa de amigos, passeio no shopping, no clube, na praia, e sempre que precisar amamentar em público.

Baby Moment na Zazou = Acessório de Amamentação da Mãe Moderna

Venham conhecer e experimentar pessoalmente esta novidade na Zazou. Tenho certeza que vai virar a maior moda como aconteceu com os Slings…

Gostaria de abordar aqui este assunto da doação de leite.

E começo explicando quem pode ser doadora de leite humano?

Para começar aquelas mulheres quando estão amamentando produzem um volume de leite além da necessidade do bebê, o que possibilita que sejam doadoras de um Banco de Leite Humano.

De acordo com a legislação que regulamenta o funcionamento dos Bancos de Leite no Brasil (RDC Nº 171) a doadora, além de apresentar excesso de leite, deve ser saudável, não usar medicamentos que impeçam a doação e se dispor a ordenhar e a doar o excedente.

Mas a segunda dúvida é então como doar na prática?

Se você quer doar seu leite entre em contato com um Banco de Leite Humano. Clique aqui e veja o mais próximo de você.

Mas como então preparar o frasco para coletar o leite humano?

Simples, segue dicas básicas:

1) Escolha um frasco de vidro com tampa plástica, pode ser de café solúvel ou maionese;
2) Retire o rótulo e o papelão que fica sob a tampa e lave com água e sabão, enxaguando bem;
3) Em seguida coloque em uma panela o vidro e a tampa e cubra com água, deixando ferver por 15 minutos (conte o tempo a partir do início da fervura);
4) Escorra a água da panela e coloque o frasco e a tampa para secar de boca para baixo em um pano limpo;
5) Deixe escorrer a água do frasco e da tampa. Não enxugue;
6) Você poderá usar quando estiver seco.

Mas como se preparar para retirar o leite humano?

O leite deve ser retirado depois que o bebê mamar ou quando as mamas estiverem muito cheias.

Ao retirar o leite é importante que você siga algumas recomendações que fazem parte da garantia de qualidade do leite humano distribuído aos bebês hospitalizados:

1) Escolha um lugar limpo, tranquilo e longe de animais;
2) Prenda e cubra os cabelos com uma touca ou lenço;
3) Evite conversar durante a retirada do leite ou utilize uma máscara ou fralda cobrindo o nariz e a boca;
4) Lave as mãos e antebraços com água e sabão e seque em uma toalha limpa.

Para retirrar o leite comece fazendo massagem suave e circular nas mamas.

Massageie as mamas com as polpas dos dedos começando na aréola (parte escura da mama) e, de forma circular, abrangendo toda mama.

É ideal que o leite seja retirado de forma manual:

1) Primeiro coloque os dedos polegar e indicador no local onde começa a aréola (parte escura da mama);
2) Firme os dedos e empurre para trás em direção ao corpo;
3) Comprima suavemente um dedo contra o outro, repetindo esse movimento várias vezes até o leite começar a sair;
4) Despreze os primeiros jatos ou gotas e inicie a coleta no frasco.

Se você estiver com dificuldade de retirar seu leite, procure apoio no Banco de Leite Humano mais próximo de você.

E como depois guardar o leite retirado para doação?

O frasco com o leite retirado deve ser armazenado no congelador ou freezer. Na próxima vez que for retirar o leite, utilize outro recipiente esterilizado e ao terminar acrescente este leite no frasco que está no freezer ou congelador. O leite pode ficar armazenado congelado por até 15 dias.

O leite humano doado, após passar por processo que envolve seleção, classificação e pasteurização, é distribuído com qualidade certificada aos bebês internados em unidades neonatais.

Se puder faça sua parte e ajude quem esta precisando!

Os pais de primeira viagem nem sempre estão preparados para lidar com todas as dúvidas do período da gravidez.

Por isso trago o vídeo abaixo de uma entrevista no Bom Dia Minas da TV Globo com o pediatra Leonardo Falci Mourão, que exatamente fala dos principais cuidados no pré-natal e tira as principais dúvidas comuns da grávida sobre o assunto.

No vídeo abaixo a terapeuta de bebês Dra. Regiane Glashan comenta sobre amamentação, dando dicas úteis sobre a primeira mamada, ou ainda se deve dar o seio ou mamadeira, além das dificuldades e acertos que são normalmente dúvida de qualquer grávida.

Esta dica é para as grpavidas gauchas, pois a Loja Brunnen Mamãe e Bebê, uma das melhores lojas de moda gestante, e que nos representa em Porto Alegre, esta organizando uma interessante palestra gratuita no dia 14/11 (Sáb) às 16hs para falar de temas como: parto, amamentação e coleta de células tronco.

Segue o convite:

Evento da Brunnen

Bancos de leite materno desenvolveram uma técnica onde as doações sào analisadas para determinar suas diferenças. Os resultados podem ser usados para recuperar bebês prematuros.

Vejam no vídeo abaixo esta matéria sobre o assunto do Jornal Nacional da TV Globo:

O número de mulheres que doam leite cresceu. Só no Rio, o banco de leite recolhe 1500 litros. Mas ainda não é o bastante. Em cada 100 crianças que precisam do Sudeste, 63 ainda ficam sem o alimento. Por isto foi lançada uma campanha para socorrer os bancos de leite materno e a Zazou esta apoiando.

Veja no vídeo abaixo uma matéria do Bom Dia Brasil da TV Globo que aborda o assunto.

E você por que não ajudar e doar um pouco do seu leite para um banco de leite materno?

Gostaria de lhe convidar para que neste próximo sábado (dia 03/10) venha participar do nosso desafio internacional de amamentação!

Será no Parque Ibirapuera np Portão 7 no Espaço da Antiga Serraria.

A concentração acontece às 10:30 e o “Mamaço” propriamente dito acontece às 11:00.

E às 11:30 teremos uma apresentação do Coral das Maternas!

Sendo que as presentes participarão de sorteio de um sling da Lilith e de uma camiseta de amamentação da Matrice!

E sorteio também de um sutien de amamentação da loja Zazou!
Sutien de Amamnentação na Zazou
Sendo que este desafio é uma idealização da Fundação Quintessence, que promove todo ano o Desfio Internacional de Amamentação. E tem apoio da Zazou!

Duvidas, sugestões, críticas e tudo mais vocês podem entrar em contato com a Fabíola Cassab (uma das organizadoras) via email: fcassab@gmail.com ou pelo telefone: (11) 9622-3737

Espero todas lá!

Vamos mostrar que em Sampa, nós maternas temos muito peito!

Por fim lembrando de que encontram nas lojas da Zazou em São Paulo e no Rio de Janeiro toda uma linha de sutiens de amamentação das melhores marcas e grifes do mercado.
Sutien de Amamnentação na Zazou

Vejam no vídeo abaixo do programa Happy Hour do GNT, com uma entrevista com a Mel Lisboa que ressalta a importância da amamentação, e por telefone, a Ingrid Guimarães revela os problemas que enfrenta para amamentar.

Apenas para sua informação apesar de que o Ministério da Saúde advertir de que a criança que mama no peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta, e ainda de que o uso de mamadeira, bico ou chupeta prejudica o aleitamento materno, e também que a maioria das mães querer amamentar o seu bebê, ainda em muitos casos infelizmente algumas mamães não conseguem amamentar o seu bebê, sendo necessário recorrer às mamadeiras.

Não custa lembrar ainda de que o leite materno contém todas as substâncias necessárias para satisfazer as necessidades nutricionais do bebê, além de satisfazer uma necessidade biológica primária do bebê.

Queria então passar a dica de que existem no mercado mamadeiras que atendem melhor a fisiologia do recém-nascido, são as chamadas mamadeiras antirefluxo, conhecidas também como mamadeiras anticólicas.

A diferença principal é que elas possuem um sistema de fluxo continuo que trabalha com o ritmo de amamentação natural do bebê, o que ajuda a reduzir a alimentação em excesso e o regorgitamento.

O segredo esta na estrutura de válvula que permite a entrada de ar na mamadeira evitando a formação de vácuo, assim as bolhas de ar ficam no fundo da mamadeira e não se mistura no líquido, reduzindo sensivelmente a incidência de cólicas e gases no bebê. Por assegurar um ritmo de sucção ideal, torna o aleitamento artificial um momento de tranquilidade e naturalidade.

Conheça abaixo quais são os fabricantes das melhores mamadeiras Anti-Cólica e seus respectivos modelos:

1) Chicco (Fisiológica Angular)

É prática e higiênica. O bico não é ortodôntico e sim fisiológico. Possui base removível, facilitando a limpeza. Possui um sistema que evita a formação de bolhas, reduzindo a possibilidade do bebê regurgitar. Inclinação de 30 graus, facilitando o aleitamento. O bico fica sempre cheio de leite, reduzindo a incidência de soluço e cólica. Disponível na versão de 250 ml.

2) Mam (Ultivent)

Muito prática na hora de lavar. O bico é de silicone e ortodôntico simétrico, funcionando por compressão labial. A sua vedação não permite o vazamento do leite. O bico e a válvula funcionam em harmonia, liberando o líquido continuamente, reduzindo a incidência de soluço e cólica. Disponíveis nas versões de 160 e 260 ml, nas cores rosa e azul.

Mam (Ultivent)

3) Philips Avent (Airflex)

O bico exclusivo controla o fluxo do líquido, reduzindo a superalimentação e golfadas. A válvula interna fica localizada no bico da mamadeira. O sistema de diafragma, é flexionado para permitir a entrada de ar na mamadeira, reduzindo a cólica do bebê. Disponíveis nas versões de 125 e 260 ml.

Philips Avent (Airflex)

4) Dr. Brown’s (Standard)

O bico não é ortodôntico e sim fisiológico. Possui um sistema de ventilação interno que elimina o vácuo e as bolhas de ar. O bebê mama sem aspirar o ar, reduzindo a cólica e gases. Este sistema de válvula é o menos prático na hora da limpeza. Disponíveis nas versões de 120 e 240ml.

Dr. Brown’s (Standard)

Para o maior conforto do bebê, vale a pena investir nas mamadeiras anti-refluxo, o preço delas variam de R$18 à R$40, e vale a pena com certeza!

Você sabia que ao evitar e tratar fissuras mamárias melhora a amamentação?

Pois saibam por exemplo de que as fissuras mamárias são uma das principais causas de interrupção da amamentação, mas podem ser evitadas e tratadas sem prejuízo para mãe e bebê. Cuidar para que o bebê pegue corretamente a mama durante a amamentação é a principal forma de evitar dores e rachaduras na região dos mamilos.

“Se apresentar dor durante a mamada, coloque um dos dedos na lateral da boca do bebê para permitir a entrada de ar e afaste-o do seio. Variar a posição do bebê para mamar é a principal forma de evitar dores e rachaduras na região dos mamilos”, afirma Eneida Bittar, que é uma enfermeira consultora em aleitamento pela UCLA-CA (University of Califórnia, Los Angeles), que acaba de abrir um espaço dedicado as gestantes e as mães recentes que demanda uma série de apoio e informações, chamado Núcleo | Suporte Aleitamento Materno Eneida Bittar.

Segue abaixo na imagem mais informações do que ela oferece para vocês:

Núcleo de Aleitamento Maternal Eneida Bittar

Além disto logicamente manter esta parte do corpo limpa e protegida também é fundamental.

“Caso apareçam as fissuras, tratá-las sem interromper a amamentação é possível. O uso de pomadas para proteger o contato da saliva do bebê direto com a fissura, é umas das alternativas para que diminua a sensibilidade e possibilite a continuidade da amamentação”, afirma Eneida Bittar. Pomadas à base de dexpantenol (vitamina B5) podem ajudar a acelerar o processo de cicatrização e regeneração da pele sensível dos mamilos.

A especialista lembra que tratar as rachaduras o quanto antes garante que o momento da amamentação continue a ser prazeroso para a mãe, o que estimula a continuidade do aleitamento materno. “Caso não apresente melhora, é necessário avaliação de um especialista para a prevenção de complicações”, orienta a enfermeira Eneida.

Estamos fazendo uma promoção conjunta com a Zazou que vai oferecer gratuitamente para uma grávida de São Paulo um Curso Personalizado de Preparo para a Amamentação do núcleo.

Veja abaixo como participar e ganhar este “Vale-Convite”:

Promoção Conjunta com o Núcleo de Aleitamento Maternal Eneida Bittar e a Zazou

Para ganhar é fácil, como sempre são promoções democráticas, até para prestigia-las, por isto não precisa comprar nada nas lojas da Zazou em SP ou Rio, também não precisa pagar nada por isto, basta apenas mandar um depoimento neste post, dizendo por que a amamentação é importante, e o motivo pelo qual gostaria de ser a escolhida para ganhar este curso personalizado da Eneida?

Estamos esperando pelos seus comentários e depois divulgo aqui a vencedora que mandou o melhor comentário e motivo…

Mais uma vez a Zazou oferecendo um diferencial a mais para as grávidas.

Afinal, saiba de que nos preocupamos não apenas em apenas vesti-las com que há de melhor no mercado de moda gestante, mas também em estar do seu lado durante todas sua gravidez, informando e dando benefícios extras como este curso.

Aonde mais você poderia ganhar algo como isto?

Gostaria de avisa-las da inauguração do espaço Núcleo | Suporte Aleitamento Materno da Eneida Bittar, que acontece amanhã. Segue abaixo o convite com nosso apoio:

Convite do Evento da Eneida Bittar com Apoio da Zazou

Nos vemos por lá!

Vejam só esta história de maluco de um estudante de economia sueco, chamado de Ragnar Bengtsson de 26 anos, que começou a estimular seus mamilos com uma bombinha de tirar leite, na tentativa de produzir leite

Segundo ele, qualquer coisa que não faça mal, vale a pena tentar. E se funcionar, seria muito importante para a habilidade do homem de ficar mais próximo de seus filhos desde os primeiros momentos. Cada maluco por aí, não?

E pior ainda é que o seu “esforço heroico” será documentado por um canal de TV sueco, o TV8, aonde Bengtsson ainda mantém também um blog no site da emissora: “The Milkman - One Drop at a Time”.

Lactação Masculina

No ano passado circulou pela internet a curiosa história de B. Wijeratne, do Sri Lanka, que passou a amamentar a filha após a morte da esposa. À época, um médico atestou que “os homens com hormônio prolactina hiperativo podem produzir leite no peito”. A lactação masculina pode de fato ocorrer como resultado de tratamentos hormonais que estimulam as glândulas mamárias do homem. Bengtsson ou não sabe disso ou, mesmo sabendo, quer provar que só a estimulação mecânica vai resolver.

O jornal sueco “The Local” ouviu uma professora de endocrinologia do Instituto Karolinska, centro mundial de excelência em ensino e pesquisa médica. Na opinião da doutora Sigbritt Werner, pode ser que Bengtsson produza uma gota ou duas de leite após três ou quatro meses de “experimento”.

E você o que acha disto? Será que seu marido faria a mesma coisa?

Mande seus comentários

Temos muitas clientes grávidas de gêmeos, por isto esta dica abaixo é para elas…

Amamentar mais de um bebê é, sem dúvida, difícil, tanto se você alimentar um seguido do outro, como se os alimentar ao mesmo tempo.

No começo, a maioria das mães prefere alimentar os dois separadamente, acordando um para alimentá-lo logo depois do outro. A amamentação simultânea, no entanto, economiza tempo.

Sendo que em alguns casos, o gêmeo mais forte pode estimular a diminuição do leite do peito para o gêmeo mais fraco. Algumas mulheres que geraram trigêmeos alimentam os bebês rotativamente, introduzindo mamadeiras na amamentação.

As mães podem manter um peito para cada bebê ou fazer a troca. No entanto, à medida que os gêmeos crescem, costumam buscar o peito que preferem. Alimentar cada bebê em um peito garantirá que ambos recebam a quantidade suficiente de leite materno. No momento de amamentar, a comodidade é necessária. Para isso você pode utilizar uma almofada em forma de V que ajude a sustentar os bebês enquanto mamam.

Segue abaixo algumas dicas de posições para amamentar que podem lhe ajudar:

- Posição em que a mãe segura os bebês como se fossem bolas de futebol americano. Um bebê debaixo de cada braço com as pernas para trás. É a mais comum.

- Posição em que um bebê fica debaixo do braço da mãe e o outro fica no colo, sustentado por um travesseiro.

- Posição em que os bebês ficam em direções opostas, na altura do estômago na mãe, com as pernas entrecruzadas.

Uma boa idéia é tirar leite materno para que seu parceiro possa alimentar os bebês durante a noite. O leite pode ser guardado resfriado por até 24 horas, e congelado por até seis meses, dependendo do tipo de congelador. Mantenha seu parceiro envolvido. Além de diminuir a pressão sobre você, isso contribuirá para que ele estabeleça um vínculo forte com as crianças.

O leite materno é completo.

Isso significa que até os 6 meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite).

Depois dos 6 meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos.

A mãe pode continuar amamentando até 2 anos ou mais.

O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças. Além disso, a amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o filho.

A amamentação também traz muitos benefícios para a mãe como reduzir o peso mais rapidamente após o parto, ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto, reduz o risco de diabetes e câncer de mama e se, a amamentação for exclusiva, pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.

E você pretende amamentar?

Nos seis primeiros meses, o aleitamento deve ser exclusivo, só com o leite da mãe. Mas ainda muitas dúvidas em especial de grávidas e mães de primeira viagem.

Por isto mesmo segue abaixo então um vídeo com uma matéria do programa Bom Dia Rio em que uma pediatra tira todas as dúvidas e responde o que é mito e o que é verdade quando o assunto é amamentação.

Sabemos bem de que uma das principais preocupações femininas (para não dizer paranônia) ao engravidar é como será a recuperação depois do nascimento do bebê.

Como fazer para perder os quilos extras adquiridos durante a gravidez?

Veja abaixo algumas dicas práricas da bailarina do programa do Faustão Aline Barros, que engordou mais de 24 quilos, conseguiu perder mais de 21 quilos em menos de seis meses depois do nascimento.

“Engordei bastante durante a gravidez. Foram 24 quilos. Porém, a recuperação foi tranquila. No primeiro mês com uma dieta e amamentando perdi 15 quilos. No quarto mês voltei a malhar na academia e para os ensaios do programa”, revelou a bailarina.

Aline contou ainda que a cirurgia plástica seria a última hipótese para recuperar a forma física. Ela afirmou que não recrimina quem faz a operação para conseguir emagrecer, mas que não faria lipoaspiração por ter aversão a este tipo de cirurgia. No entanto, ela confessou que pensa em fazer uma plástica nos seios. Segundo a bailarina, eles teriam ficado um pouco flácidos.

O cirurgião plástico Cláudio Bicudo aprova a decisão da mãe de Davi. Para ele, a operação deve ser um complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada e exercícios físicos.

O grande erro é não adotar uma rotina saudável, com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas delas (mães de recém-nascidos) querem emagrecer drasticamente e ficam sem comer. Várias mulheres depositam na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que a cirurgia será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico”, explicou o médico.

Bicudo esclareceu também sobre quando a mulher pode realizar intervenções cirúrgicas após dar a luz. Segundo ele, o ideal é que se espere pelo menos seis meses depois de parar de amamentar para o corpo se equilibrar com as alterações hormonais. O médico fez novamente um alerta para necessidade de ser feito um “programa de bem-estar” antes da cirurgia plástica.

“Se após a amamentação, a mulher ainda estiver acima do peso, sugerimos que ela faça acompanhamentos nutricional, endocrinológico, além de assessoria esportiva. A cirurgia plástica entra como a parte final deste programa, pois os melhores resultados são obtidos quando a mulher está em boas condições físicas e com o peso mais próximo do ideal”, destacou o cirurgião.

O professor da academia A!Body Tech do Shopping da Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Rodrigo Bencardino, concorda com a opinião do médico. Ele destacou que a atividade física ajuda no condicionamento diário da mulher. “A atividade física é muito importante para recuperação, pois ela fortalece a musculatura feminina. Além disso, a parte aeróbica ajuda o coração, o que melhora o condicionamento para mulher realizar suas atividades de sua rotina.”

A musculação seria o exercício mais indicado, segundo Bercardino, pois é um trabalho feito de forma individualizada que pode atender as necessidades de cada mulher. O professor ressaltou que a prática de atividades físicas só deve ser feita depois da liberação médica, mas que geralmente depois de três do parto as mulheres podem retomar a atividade física. Ele destacou que com força de vontade, boa alimentação e atividade física, a mulher consegue perder os quilos extras.

“As plásticas geralmente são mais vistas em artistas. Toda mulher seguindo uma rotina saudável de alimentação e exercícios físicos consegue recuperar o corpo e perder os quilos. A genética individual influencia, pois algumas voltam mais rápido outras demoram, porém todas conseguem”, finalizou.

A semana de apoio a amamentação passou, mas não aqui em nosso Blog, afinal amamentar é tudo de bom para mãe e para o bebê!

Para muitas mães, o ato de amamentar acontece com naturalidade, mas, para um grande grupo de mulheres amamentar não é nada fácil.

Por isto trago uma matéria da coluna Bem Estar do RJTV da TV Globo que dá as dicas para as recém-mamães:

E você pretender amamentar?

Vejam só no vídeo abaixo do Jornal Hoje da TV Globo, que mostra uma idéia simples, mas bem bolado.

Antes do parto, as mães vestem uma faixa de malha de algodão. Dentro dela que os bebês ficam bem colados na mãe e se sentem mais protegidos e facilita a amamentação.

Legal não?

E você pretende fazer o mesmo com seu bebê assim que ele nascer?

Acaba de acontecer a semana mundial de amamentação e a campanha de aleitamento materno do Ministério da Saúde (com a Claudia Leitte - Sem trocadilho por favor, foi pura concidência mesmo com o sobrenome) , mas não aqui, pois este é um assunto que abordamos e tratamos o ano todo.

Desta vez trago a informação a respeito de uma recente pesquisa que mostrou que as mães brasileiras estão no caminho certo, ou seja, o tempo médio de aleitamento materno no Brasil aumentou em um mês e meio. Ou seja, passou de 296 dias para 342 dias (ou seja, quase um ano).

Sendo que nas regiões Norte e Nordeste, os bebês mamam por mais tempo. Em Macapá, a média é de 601 dias. Nas regiões Sul e Sudeste, a amamentação é mais curta. Em São Paulo, dura em média 292 dias.

“Eu acredito que as regiões mais industrializadas, em que a mulher está mais inserida no mercado de trabalho, também trazem essa dificuldade para mulher”, disse Lilian do Espírito Santo, do Ministério da Saúde.

Também está crescendo o número de crianças que mamam no peito na primeira hora de vida, o que contribui para reduzir a mortalidade infantil. São Luís, no Maranhão, é a capital com o maior número de bebês que mamaram logo ao nascer.

O desafio hoje começa depois que as mães saem do hospital. A recomendação dos médicos é que o leite materno continue sendo o único alimento do bebe até ele completar seis meses. Nesse período nada de suco, água ou chá. Mas hoje no Brasil o leite materno ainda é usado como alimento exclusivo por apenas 54 dias, em média, menos de dois meses.

“O aleitamento exclusivo nos seis primeiros meses de vida é decisivo para a vida inteira do ser humano. É neste período que o cérebro cresce com a maior rapidez e que se forma a estrutura do desenvolvimento mental, do aprendizado e do comportamento”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Junior.

Veja no vídeo abaixo uma matéria sobre o assunto no Jornal Nacional da TV Globo:

Legal, não? E você como pretende? Como foi com seus outros filhos?

Mande seus comentários.

Antes de mais nada sempre bom dizer que de amamentar é uma tarefa prazerosa, mas também exige cuidados com os seios.

Segue abaixo então algumas dicas úteis dos cuidados que deve ter com os seios para a amamentação:

1) O bebê tem de pegar bem o peito, não só o bico, mas também a aréola.

2) Se o bico do peito for pouco saliente ou invertido não há problema para a amamentação, apenas deve-se ficar mais atenta à posição do bebê mamar.

3) A higiene das mamas deve ser feita só com água.

4) É desnecessário o uso de sabonete especial ou de pomadas nas mamas.

5) Em caso de rachaduras pode passar o próprio leite materno, porque ele tem ação cicatrizante. Também é bom expor as mamas ao sol, de 10 a 15 minutos por dia.

6) O uso do sutiã especial durante toda a fase de amamentação evita o desconforto das mamas muito cheias e dolorosas que dificultam e podem propiciar inflamação.

7) Em caso de mamas muito duras, procure fazer ordenha do leite que promoverá alívio.

8) Evite ficar com o sutiã molhado.

9) Em caso de problemas procure orientação junto aos profissionais do banco de leite ou posto de coleta mais próximo.

Que mãe nunca sofreu ao presenciar uma crise de cólicas de seu filho recém-nascido?

Pois este foi o tema de uma recente matéria da revista Crescer, que trago aqui para sua informação.

Por mais que se tenha cuidado com a alimentação da mãe e do bebê infelizmente sabemos que em algum momento o desconforto intestinal aparece.

Mas isto já sabemos. A novidade é uma descoberta feita por pesquisadores da University of Texas Health Science Center em Houston, que promete melhorar a situação daquelas crianças que sofrem frequentemente com este problema.

Depois de analisar o organismo de 36 bebês, o estudo descobriu na bactéria Klebsiella uma possível causa das cólicas intestinais no início da vida. Os recém-nascidos sem cólicas, apresentavam diversos tipos de “boas” bactérias, enquanto aqueles com incômodo intestinal expunham apenas uma grande quantidade da Klebsiella e inflamação intestinal. Com a pesquisa, a bactéria entra para a lista de possíveis causas de dor intestinal em crianças com menos de 1 ano. Mas, as causas anteriores ainda são levadas em consideração.

Alguns pediatras afirmam que o motivo das cólicas que atingem cerca de 15% dos recém-nascidos e costumam se manifestar no finalzinho da tarde ou no começo da noite, é a imaturidade do sistema digestivo. No recém-nascido, os movimentos peristálticos (contrações da musculatura do intestino) ainda não estão coordenados e são um dos fatores para as cólicas dos bebês.

Outra hipótese para o problema é o ar deglutido pelo bebê ao mamar no peito ou na mamadeira. Esse ar passa para o intestino, causando dor e fortes contrações. Por isso, os pediatras sempre recomendam que a mãe faça o bebê arrotar depois das mamadas.

E, ainda, a alimentação da mãe pode contribuir para o desconforto do bebê. Os médicos aconselham que sejam evitados alimentos que provocam gases, como chocolate, leite de vaca e seus derivados.

Segundo o estudo da University of Texas Health Science Center, cólicas podem preceder problemas de intestino mais graves, como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca. Por isso, é importante tomar medidas que amenizem este desconforto. Um paciente que tem muitas cólicas deve ser observados durante os dois primeiros anos de vida.

O leite materno possui lactobacillus bifidus que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança. Ele também é rico em imunoglobulina A, que protege a mucosa intestinal. Além disso, o leite estimula o funcionamento do intestino pois é rico em lactose, o que faz com que o bebê evacue várias vezes e elimine muitos gases.

Seguem algumas dicas para minimizar as cólicas e a hora que esta doendo e que podem ser úteis:

1) Nunca deixe seu bebê chorando sozinho no berço. Pegue-o no colo e acalente-o, cantando músicas de ninar e fazendo movimentos suaves e ritmados.

2) Ande pela casa, afague sua cabeça e faça massagens com uma leve pressão em sua barriguinha.

3) Coloque-o de bruços sobre um lugar quentinho, que pode ser sua barriga ou um saco de água morna envolto numa fraldinha.

4) Experimente dar um chá morno de erva-doce, sem açúcar. Ele quebra as moléculas dos gases e facilita a eliminação.

5) Não perca a calma. Tenha em mente que seu bebê não está doente e que esse desconforto passará em pouco tempo.

O Brasil tem a maior rede de coleta de leite materno no mundo.

Mas infelizmente nos últimos tempos os estoques estão baixos em muitos hospitais. Um dos motivos é o frio, que torna as doações mais difíceis nesta época do ano.

Vejam no vídeo abaixo a matéria a respeito no Jornal Nacional da TV Globo:

Dieta saudável e aleitamento materno são fundamentais para a saúde dos bebês. No entanto, a maioria dos pais troca esses hábitos por alimentos ricos em gordura e açúcar, de acordo com uma pesquisa realizada pela disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O estudo indica que a introdução de produtos industrializados, como macarrão instantâneo, açúcar refinado, suco de frutas artificial, salgadinhos e embutidos, começa antes dos três meses de idade, e que 67% dos responsáveis oferecem tais guloseimas aos filhos. Boa parte desses pais é formada por jovens, com baixa escolaridade e menor poder aquisitivo.

A ingestão precoce, continuada e excessiva de opções altamente calóricas e de baixo valor nutricional está associada ao abandono da amamentação e ao baixo consumo de frutas, legumes, cereais e hortaliças. Além de esse comportamento comprometer o crescimento e desenvolvimento infantil, também é comum desencadear processos alérgicos, carências de vitaminas e minerais, obesidade infantil e o surgimento, cada vez mais precoce, das chamadas doenças crônicas não-transmissíveis, que incluem diabetes, hipertensão arterial, obesidade, dislipidemias, acidente vascular cerebral, diversos tipos de cânceres, artroses, enfisema pulmonar, entre outras.

Tem ainda a séria questão de ressaltar o problema da obesidade infantil. Para ter uma idéia cerca de 10% das crianças apresentam excesso de peso e aproximadamente 20% dos adolescentes estão acima do peso. Vale lembrar que 60% das crianças e adolescentes obesos já sofrem de hipertensão e dislipidemia, que é o aumento do nível de gordura no sangue e que está intimamente ligada às doenças coronarianas.

Apesar de os pequenos nascerem com preferência pelo sabor doce, o Ministério da Saúde recomenda que a adição de açúcar seja evitada nos dois primeiros anos, pois não contribui nutricionalmente e ainda aumenta a incidência de cáries e o valor calórico da dieta. Na prática, não é o que acontece.

A pesquisa aponta que, até os três meses, 31% dos pais afirmaram ter oferecido açúcar ao filho; 49%, chás; e, 18%, mel. Até os 12 meses, esse número é ainda maior. O açúcar atinge o índice de 87%; o chá, 88%; e, o mel, 73%.

Portanto, nada de tentar satisfazer o paladar da garotada apenas para atender às suas manhas e reclamações. O uso do mel, por exemplo, é totalmente contra-indicado no primeiro ano de vida devido à imaturidade da flora intestinal e ao risco de favorecer as intoxicações alimentares causadas pelo bacilo Clostridium botulinum, responsável pela transmissão do botulismo intestinal.

Em festas ou até mesmo em casa, não é difícil ver bebês saboreando refrigerantes em suas mamadeiras. A atitude está para lá de errada. Além de os refrigerantes possuírem açúcar, contêm corantes e aditivos químicos e, mesmo em ocasiões especiais, a criança deve receber alimentação especialmente preparada para ela de forma caseira e balanceada, evitando a integração precoce a uma dieta pobre em nutrientes e hipercalórica.

Mas, segundo os dados apurados, entre o primeiro e o sexto mês, 12% das crianças já experimentaram a bebida. Até os nove meses, esse índice sobe para quase 20%, enquanto até o primeiro ano, para mais da metade (56,5%).

Por conta disso, bom ressaltar a importância de se manter a amamentação exclusiva até os seis meses, sendo desnecessária a oferta de água, chás ou qualquer outro alimento sólido ou líquido. Somente depois dos seis meses é que a criança está apta a receber, de forma lenta e gradual, outros alimentos adequados à idade, mas sempre mantendo o leite materno até, no mínimo, os dois anos de idade.

Michelle Souza, 31 anos, se enquadra fora das estatísticas apresentadas pela pesquisa. Mãe de primeira viagem, não alimenta o filho Rafael Souza Callamari, de sete meses e meio, com os produtos citados na pesquisa. “Eu não como essas coisas e não quero que ele aprenda a consumi-las. Odeio suco artificial. É tão fácil pegar a fruta e comer”, afirma.

Apesar disso, conta já ter oferecido algumas papinhas industrializadas ao bebê. “No chá, colocava açúcar derivado do milho, mas nem isso a pediatra liberava. Mas é porque ele não gostava se não estivesse doce”, complementa. Rafael pesa 8,7 kg e mede 83 centímetros. “Ele é comprido e nunca foi gordo”, acrescenta a mãe.

Estudos sugerem que, tanto em países desenvolvidos como nos em desenvolvimento, o consumo de alimentos industrializados de baixo valor nutritivo está associado ao menor nível socioeconômico da população. A pesquisadora lembra que o menor poder aquisitivo também pode estar associado à baixa escolaridade materna e, consequentemente, a falta de acesso a informações em saúde e a influências exercidas pelo mercado publicitário. “Alguns estudos citam, inclusive, a influência da publicidade sobre a confiança que as mães depositam nos produtos apresentados nos comerciais.”

A mãe Michelle, por exemplo, lembra de uma ocasião em que a propaganda não condizia com a realidade. “Fui a um evento e havia degustação de papinhas para bebês. A promoter dizia que aquele produto era muito melhor do que fazer papinha em casa, pois não tinha agrotóxicos. Acho bem provável uma mãe acreditar nisso.”

Para chegar às conclusões apresentadas, a pesquisa contou com informações coletadas em 2007, mas só agora compiladas e divulgada, de 270 pais de crianças frequentadoras de berçários de creches públicas e filantrópicas da capital paulista.

No vídeo abaixo do Bom Dia Minas da TV Globo, a enfermeira Iêda Ribeiro Passos tira as principais dúvidas das telespectadoras sobre amamentação. Ela conta que não existe leite materno fraco.

Cientistas da Universidade de Londres no Inglaterra, descobriram que um ingrediente no leite materno protege e conserva o intestino de recém-nascidos. O ingrediente, chamado de inibidor da secreção da tripsina pancreática, é encontrado em níveis altos no colostro, o leite materno produzido nos primeiros dias após o nascimento do bebê. Este inibidor é uma molécula normalmente encontrada no pâncreas, onde protege o órgão de sofrer danos pelas enzimas digestivas que ele produz.

As paredes do intestino de um recém-nascido são muito vulneráveis a danos, já que nunca foram expostas a comida ou bebidas. O novo estudo reitera a importância da amamentação nos primeiros dias de vida do bebê. A substância é encontrada em pequenas quantidades no leite materno depois dos primeiros dias, mas no colostro ele é sete vezes mais concentrado. O ingrediente não existe no leite em pó industrializado.

Os pesquisadores examinaram os efeitos do inibidor em células intestinais humanas em laboratório. Quando as células sofriam danos, a substância as estimula a formar uma película protetora natural. O estudo também mostrou que o ingrediente pode prevenir danos futuros por impedir as células intestinais de se auto-destruírem.

Ray Playford, da Universidade de Londres coordenou o estudo. “Sabemos que o leite materno é feito a partir de vários ingredientes e que há vários benefícios para a saúde de bebês que são amamentados com o leite materno”, diz Playford. “Este estudo é importante pois mostra que um componente do leite materno protege e repara o intestino dos bebês para a comida e bebida que estão para receber”, completa.

Por incrível que pareça o aleitamento materno ainda suscita muitas dúvidas.

Trago então abaixo algumas informações e respostas e dicas às questões mais frequentes.

Vamos começar por

1) Porquê amamentar?

- O leite humano fornece todos os nutrientes que a criança precisa;
- O leite humano é a primeira vacina do bebé;
- O leite humano fornece anticorpos, protege contra muitas doenças e problemas alérgicos;
- O aleitamento materno fortalece os laços afetivos entre a mãe e o filho.

2) Quais as vantagens para a mãe?

- Ajuda a voltar ao peso anterior à gravidez;
- Diminui o tempo de sangramento após o parto e faz o útero voltar mais rapidamente ao tamanho normal;
- É um método natural para evitar outra gravidez (mas só é eficaz quando a mulher ainda não menstruou e durante os primeiros 6 meses após o parto);
- Diminui o risco de cancro da mama e do ovário;
- Já vem preparado e está sempre pronto a servir;
- Está sempre à temperatura certa;
- Não se estraga;
- É de graça;
- É prático.

3) O que acontece nas primeiras 72 horas após o parto?

As mamas produzem o chamado colostro, amarelo e grosso. Sai em pequenas quantidades, mas contém anticorpos maternos, ajuda a eliminar o mecônio e estimula o desenvolvimento do intestino.

4) E depois o que acontece a partir de uma a duas semanas (cerca do 10.º dia após parto)?

As mamas já produzem o leite maduro que é:

- Mais claro e mais aguado e que o leite de vaca (pode levar a pensar que o leite é fraco);
- Maior em quantidade que o colostro;
- Varia ao longo da mamada: no início da mamada é acinzentado e aguado (contém proteínas, vitaminas e minerais) e no final da mamada parece mais branco (contém mais gordura).

5) Mas quando então iniciar a amamentação?

Logo após o parto.

6) Quando dar de mamar?

Sempre que o bebê quiser. Não imponha horários para as mamadas. Nos primeiros dias de vida podem mamar 8 a 12 vezes por dia. No final do primeiro mês cada bebé tem o seu horário.

7) Como dar de mamar?

Em cada mamada deve oferecer um seio e depois, se o bebê quiser, o outro. Na mamada seguinte dar o seio em que o bebê terminou na mamada anterior. Não se esqueça de lavar sempre as mãos antes de pegar no bebê.

8) Quanto tempo demora a mamada?

O tempo que ele quiser, mas geralmente 10 a 15 minutos em cada seio. À medida que o bebê cresce consegue retirar 90% do leite nos primeiros 5 minutos de mamada.

9) Como é que sei que mama o suficiente?

Sim, existem alguns indicativos indiretos, como a mudança de 6 a 8 fraldas molhadas por dia, fezes moles e aumento do peso. Mas atenção! Todos os bebês perdem peso nos primeiros dias de vida (até 10% do peso ao nascer).

10) Quais as melhores posições para amamentar?

Deitada

- Mãe deitada de lado, com a cabeça e as costas apoiadas.
- Com um dos braços apoiar os ombros do bebê.
- Com a outra mão, aproximar o mamilo da boca do bebê.
- Deixar que o bebê pegue no peito.

Sentada

- Cruzar as pernas ou usar travesseiros sobre as coxas ou colocar os pés sobre um banco.
- Bebê deve ficar apoiado para a mãe não cansar os braços a segurar no bebê.

11) Como terminar a mamada?

- Deixe que o bebê solte o peito sozinho (é um sinal de que está satisfeito).
- Para fazer o bebê soltar o peito, deve colocar o ponta do dedo mindinho no canto da boca do bebê, deste modo, consegue remover o efeito da sucção e soltar o mamilo sem provocar gretas.
- Deixar secar a mama, não lavar, nem limpar.
- Não feche imediatamente o soutien.

12) Como colocar o bebé para arrotar?

- Colocar o bebê na posição de pé e com a cabeça apoiada no seu ombro.
- Dar leves palmadas nas costas até ele arrotar.
- Deitar o bebê de lado.

E para terminar saiba de que o sucesso da amamentação depende de:

- Motivação da mãe: “quero amamentar”.
- Autoconfiança: “vou conseguir amamentar”.
- Tranquilidade: “tempo e espaço para amamentar”.

Já o fracasso da amamentação depende de:

- Dor e desconforto: subida do leite, gretas…
- Stresse ansiedade: pressão dos familiares, sugestões de todos os lados.
- Medo: não ter leite suficiente.
- Falta de confiança: medo de não conseguir.

Espero ter ajudado.

Claudia Leitte e o filho Davi, de cinco meses, vão aparecer em breve nas telinhas de todo o Brasil. Mas não, eles não vão abrir as portas de sua casa, na Bahia, para nenhum veículo.

O motivo é muito mais nobre: a cantora e o pequeno encabeçam a Campanha de Aleitamento Materno, promovida pelo Ministério da Saúde. O comercial, que já foi gravado, não tem previsão de ir ao ar até o momento.

Claudia Leitte e Davi na Campanha da Amamentação

Segundo o jornal Extra, a cantora já tinha o desejo de participar de uma campanha do tipo antes de ser convidada. Já pelo seu sobrenome não poderia deixar de ser uma boa escolha para a campanha…

- Eu me preparei para amamentar. Li sobre o assunto. Tinha desejo de participar de uma campanha com este tema.

Legal, não? E você já leu sobre o assunto? Esta bem informada?

Equilíbrio emocional, cuidados médicos e uma boa alimentação fazem a diferença durante a gravidez

Para não ter problemas durante a gestação, é preciso planejar direitinho a gravidez. Pensar em ter um filho não envolve apenas o momento em que se deseja ser mãe, já que muitos imprevistos podem acontecer no caminho.

Então, para garantir a saúde da gestante e do bebê, comece a fazer um acompanhamento médico pelo menos três meses antes de engravidar. Confira alguns cuidados essenciais que as futuras mamães devem tomar:

1) Vacinas

Ir ao ginecologista uma vez por ano e fazer o exame Papanicolau é um cuidado que grande parte das mulheres observa. Mas tomar vacinas (principalmente contra rubéola e hepatite B muito antes da gravidez é uma dica para evitar complicações durante a gestação.

2) Exames

O acompanhamento pré-natal é indispensável para evitar complicações com a mulher e o bebê. A probabilidade de uma criança nascer prematura sem o acompanhamento pré-natal é de 40% contra 5% quando as consultas são feitas. Há outros exames de rotina importantes que devem ser feitos a cada trimestre de gestação, como: ultrassom, análise de sangue e curva glicêmica.

3) Quilinhos a mais

Elas nunca devem desencanar da balança. Mesmo antes de engravidar, é bom ter um peso adequado para não gerar complicações pós-parto. As mulheres com excesso de gordura corporal devem ser encorajadas a emagrecer e as abaixo do peso também precisam aumentar sua massa seguindo uma dieta saudável e consciente.

Claro que a barriguinha vai crescendo e os ponteiros da balança avançando, mas fique atenta: o ideal é engordar de 9 a 15 kg, em média, durante toda a gravidez. Depois que o bebê nasce fica mais difícil perder os quilos extras e a mãe também pode correr riscos de desenvolver problemas como o aumento da pressão sanguínea e sofrer de infecção pós-parto.

4) Alimentação e suplementos alimentares

Não existem restrições alimentares para gestantes. Mas elas devem consumir mais proteínas, ferro e cálcio do que gordura, como em toda dieta balanceada. O ácido fólico (vitamina B9) também é indispensável, mesmo antes da gestação. Se a gestante já estiver consumindo meses antes de engravidar, diminuirá as chances de o feto ter problemas neurológicos.

Já os suplementos vitamínicos adotado por muitas grávidas não são tão essenciais. Quem tem uma dieta balanceada, dificilmente precisa deles. O ferro, o cálcio e o acido fólico são as substâncias que mais fazem falta para as grávidas, mas geralmente já estão presentes em alimentos como: verdura verde escura, cereais, leguminosas, ovo, carne vermelha, fígado e derivados do leite. Não faltando os nutrientes essenciais, a gestação com certeza será mais tranquila. Mas nunca deixe de se informar melhor com um médico.

5) Atividade física

Quem já pratica algum tipo de atividade física, não deve parar por conta da gravidez. A não ser, é claro, que se trate de alguma atividade de impacto ou de competição. Os esportes aquáticos geralmente são mais recomendados, assim como a ioga. Além de ajudar a circulação sanguínea e a respiração, esses exercícios fazem bem para o estado emocional.

6) Cigarro, álcool e cafeína

Cigarro, nem pensar! Já o álcool é uma questão controversa, mas quanto mais for evitado, melhor. Embora um cálice de vinho ou dois chopes ocasionais não sejam considerados um abuso, não existe uma quantidade considerada segura. É bom pegar leve também com o café (no máximo, duas xícaras por dia), pois o excesso pode interferir no crescimento do feto e aumentar a possibilidade de aborto.

7) Amamentação

Mesmo depois do parto, as mães ainda precisam manter alguns cuidados, já que tudo o que elas consomem passa para o bebê durante a amamentação. Tome bastante água, cuide da alimentação e lembre-se: É Ideal que a criança receba amamentação exclusiva até pelo menos o sexto mês de vida.

A Zazou esta apoiando o evento abaixo dentro da semana mundial do aleitamento materno:

Palestras da Semana Mundial do Aleitamento Materno

Fica a dica…

Durante a gravidez, as futuras mães são “bombardeadas” por mitos e superstições, originárias de várias partes do mundo, sem nenhum fundamento científico e que na maioria dos casos não passam de tradição popular.

Para diminuir a preocupação das mulheres, a obstetra da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, Mery Lubna, desvendou seis mitos da gravidez:

1) Grávidas sentem mais calor.

VERDADE

As gestantes sentem mais calor por conta do aumento do metabolismo. Com a chegada dos dias quentes de verão, a grávida também transpira mais, facilitando a perda líquidos e sais minerais.

2) Comer chocolate durante a gestação provoca cólicas no feto.

MITO

O consumo de grandes quantidades de chocolate provoca cólicas em recém nascidos e não no feto. Portanto, as mulheres grávidas podem comer chocolate, desde que com moderação, devido ao grande valor calórico deste alimento.

3) As grávidas precisam comer por dois.

MITO

A alimentação da mulher durante a gravidez tem inúmeras finalidades, entre elas manter a gestante saudável, contribuir para a formação adequada do feto e armazenar nutrientes para a fase da amamentação. Sendo assim, a alimentação da gestante deverá ter mais qualidade do que quantidade: um pequeno aumento calórico e uma boa modificação nos nutrientes garantirão o equilíbrio nutricional ideal.

4) Ficar sem comer aumenta o enjôo.

VERDADE

As gestantes não devem ficar longos períodos sem comer, pois a liberação de ácidos no estômago vazio provoca o aumento dos enjoos. Além disso, o jejum aumenta os riscos de hipoglicemia², que pode ser prejudicial ao bebê, e as chances de um distúrbio do metabolismo.

5) A prática sexual pode prejudicar o bebê.

MITO

Após as primeiras consultas, o obstetra terá condições de liberar, ou não, a gestante para a prática de relações sexuais. De acordo com estudos, durante o ato sexual ocorre o aumento do fluxo sanguíneo na região da bacia e isso aumenta a oxigenação fetal. Já no momento do orgasmo, ocorre uma liberação de endorfinas³ que ultrapassam a barreira placentária, promovendo uma sensação de bem-estar no feto.

6) A gestante não deve praticar exercícios físicos.

MITO

Após a realização de uma avaliação médica completa e desde que a grávida esteja livre de fatores de risco, a atividade física é aconselhável durante a gestação. Os exercícios mais indicados são os de baixo impacto como caminhadas, yoga, natação e hidroginástica.

E voce quais outros mitos e verdades tem para nos contar na parte de comentarios deste post? Mande alguns mais!

Já sabem das vantagens de amamentar?

Pois tenho mais uma para contar!

Em uma recente matéria da BBC mostra que as mulheres que amamentam seus filhos podem estar reduzindo seu próprio risco de sofrer doenças cardíacas ou derrames. Foi o que indicou uma recente pesquisa da Universidade de Pittsburgh nos Estados Unidos.

Os pesquisadores americanos dizem ter verificado que mulheres que amamentam por mais de um ano estão 10% menos propensas a sofrer desses problemas de saúde do que aquelas que nunca amamentaram.

O estudo americano envolveu 140 mil mulheres já no período pós-menopausa. Em média, essas mulheres haviam amamentado seus bebês há mais de 35 anos.

Acredita-se que a redução do risco de sofrer de doenças cardiovasculares ocorre porque, ao amamentar, as mulheres diminuem os depósitos de gordura no corpo.

No entanto, os pesquisadores afirmam que o efeito é mais complexo e que a liberação de hormônios estimulada pela amamentação também tem um papel importante.

Segundo os pesquisadores, amamentar por mais de um ano pode ainda reduzir em cerca de 20% os riscos de as mães sofrerem de diabetes e colesterol alto, e em 12% o risco de pressão alta.

O estudo afirma que mesmo as mães que amamentam por pelo menos um mês já têm o risco de diabetes, colesterol e pressão alta reduzidos em relação àquelas que nunca amamentaram.

A pesquisa também verificou que amamentar reduz os riscos de a mulher sofrer de câncer de mama e ovário e de osteoporose.

Esse estudo, divulgado na publicação especializada Obstetrics and Gynaecology, vem se somar às crescentes evidências de que amamentar traz benefícios não somente para a saúde dos bebês, mas também das mães, dizem especialistas.

Para os bebês, a lista de benefícios é extensa, afirmam especialistas. O leite materno pode proteger contra obesidade, diabetes, asma e infecções no ouvido, estômago e peito.

“Há anos nós sabemos que amamentar é bom para a saúde dos bebês”, disse a pesquisadora Eleanor Bimla Schwarz. “Agora sabemos que também é importante para a saúde das mães.”

Segundo Schwarz, a amamentação é “uma parte importante da maneira como o corpo das mulheres se recupera da gravidez”.

“Quando esse processo é interrompido, as mulheres ficam mais propensas a sofrer diversos problemas de saúde, como ataques cardíacos e derrames”, disse a pesquisadora.

O Departamento de Saúde britânico recomenda amamentação por pelo menos seis meses.

Segundo a especialista em doenças cardíacas June Davison, da British Heart Foundation, a pesquisa revela uma associação entre amamentação e redução de riscos de problemas cardíacos, mas ainda são necessárias “mais pesquisas para compreender porque isso ocorre”.

O objetivo da maternidade é humanizar cada vez mais o contato entre os pais e o recém nascido. No colo da mãe, o bebê se sente seguro, protegido e amado. Por isto que a convivência entre mãe e bebê é fundamental logo depois do parto.

Veja mais detalhes no vídeo abaixo que traz uma matéria interessante sobre o assunto com mais informações úteis:

Uma boa notícia para os pais que precisam dar leite aos filhos enquanto estão fora de casa. A empresa dinamarquesa Iiamo lançou uma mamadeira que esquenta o leite sozinha.

O produto é capaz de elevar a temperatura do líquido para 37 graus (temperatura corporal) em quatro minutos.

A geração da energia se dá de forma orgânica, sem o uso de baterias ou eletricidade. O aquecimento acontece a partir de uma reação produzida com sal e água dentro de um cartucho, que é descartável. A mamadeira tem capacidade para armazenar 180 ml e vem com um cartucho de aquecimento e um bico.

Segundo os fabricantes, o produto não contém BPA (Bisfenol A), PVC (cloreto de polivinila), chumbo nem ftalano (composto químico derivado do ácido ftálico). O visual modernoso da mamadeira foi criado pelo designer egípcio Karim Rashid.

O produto está à venda no site Dansk Design. O kit com a mamadeira, um cartucho e um bico custa 299 coroas suecas (cerca de 80 reais).

Legal não?

Cada mulher reage de uma forma distinta a sua gravidez e ao desejo de amamentar, mas um caso recente esta gerando polêmica na Ingraterra e que trago para este Blog.

A modelo britânica Nicola McLean disse que não amamentou seu filho Rocky, de três anos, porque seus peitos são apenas para sexo com seu marido, segundo reportagem do tabloide inglês “The Sun“.

“Eles são uma coisa sexual para mim, e não quero Rocky mamando neles”, afirmou ela.

Ela destacou que, se amamentasse Rocky, não seria capaz de fazer sexo com seu marido, o jogador de futebol Tom Williams, e de se sentir sexy. Nicola McLean afirmou ainda que não gostava da ideia de ver seu filho se alimentando em seus seios.

E você o que acha disto?

Mande seus comentários!

O Hospital Nossa Senhora da Conceição permite que as mães que não podem amamentar e os bebês prematuros não fiquem sem o leite materno. Alimento essencial nos primeiros meses de vida.

Este projeto realizado em Tubarão você conhece em dtalhes no video abaixo na reportagem produzida pelos estudantes de Jornalismo da Unisul:

Vejam abaixo um vídeo do Grupo Origem, com depoimentos bem legais de mulheres sobre o aleitamento materno:

Segue abaixo um video de uma matéria do programa Tudo a Ver com várias dicas úteis e práticas de nutrição para a gestante e o bebê, assim como evitar aquele chato enjôo do início da gravidez:

Não sei se vocês sabem, mas o Brasil tem a maior rede de bancos de leite do mundo.

Um trabalho de voluntários que ajuda mulheres sem leite materno a alimentar seus bebês. Os bancos especializados substituem as amas de leite. No Brasil elas deixaram de atuar por conta do risco de transmissão de doenças. Mas em alguns países, como nos Estados Unidos, as amas cobram até mil dólares por semana pelos serviços.

Vejam no video abaixo uma matéria sobre o assunto do Jornal da Gazeta:

Um sargento do Corpo de Bombeiros de Pederneiras, a 320 km de São Paulo, ajudou neste domingo a salvar a vida de um bebê de apenas 12 dias pelo telefone. A criança engasgou com o leite materno e não conseguiu respirar. A mãe da menina ligou para os bombeiros e conseguiu ajuda.

Foi um sargento quem passou as instruções à mulher. Da base da corporação, ele deu as orientações que salvaram a menina. O atendimento foi feito na tarde deste domingo e, à noite, o homem foi até a casa da mãe da criança para ver como o bebê estava.

E você sabe o que fazer se seu bebê engasgar?

Pois um caso semelhante não teve o mesmo final feliz. Um outro bebê morreu de parada cardiorrespiratória, em Bauru, a 329km da capital paulista. A criança também teria se engasgado com o leite. Ela foi levada ao pronto-socorro, onde os médicos constataram que estava morta. A menina tinha dois meses. A família da vítima não foi encontrada para comentar o caso, tido pelos bombeiros como uma fatalidade.

Ninguém questiona mais a importância do aleitamento materno. O que muitas mulheres não sabem é que amamentar requer um mínimo de preparo para evitar os terríveis traumas nos seios: fissuras, dores e sangramento.

Uma pesquisa nacional realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Unicef revelou que 97% das mães iniciam a amamentação, mas 43% a interrompem antes de a criança completar 3 meses.

Uma das causas dessa parada está associada aos machucados nos seios. O estudo mostrou ainda que 58% das mulheres em fase de amamentação apresentam algum tipo de trauma mamilar, entre estas, 71% sofrem com fissuras. O motivo desses problemas é um só: falta de informação.

Muitas mulheres imaginam que amamentar é algo instintivo, basta colocar a criança no peito para tudo funcionar perfeitamente. Errado. “Apesar de ser um ato natural, faz parte do aleitamento materno uma dose de aprendizado”, avisa Rose Teykal, de 55 anos, uma das coordenadoras do grupo Amigas do Peito. “A sabedoria feminina era passada entre gerações, de mãe para filha, ou por outras mulheres da família. Mas hoje muito desse ensinamento se perdeu. Eu mesma sofri muito para amamentar e minha mãe já não soube explicar como fazer.”

Com o lema “somos mães que ajudam outras mães a amamentar”, a ONG carioca Amigas do Peito existe desde 1980 e oferece assistência gratuita para mulheres que se deparam com esse tipo de dificuldade. As cerca de 20 voluntárias promovem palestras, reuniões e até plantão de atendimento por telefone, recebendo pedidos de socorro de mulheres de todos os cantos do País.

A boa notícia é que São Paulo já conta com esse tipo de apoio gratuito, por meio da ONG Matrice, fundada em 2006, com o respaldo da pioneira Amigas do Peito. Já passaram pelas reuniões semanais cerca de 300 mulheres e o site tem, em média, 150 acessos diários.

Uma das fundadoras e coordenadora é a Fabíola Cassab, de 31 anos, mãe de Paola, de 4. Ela sentiu na pele a dificuldade de querer amamentar, mas não conseguir. Inconformada, iniciou uma peregrinação por consultórios médicos. Em todos, ouviu a mesma resposta: “você tem pouco leite e precisa complementar a alimentação do bebê com mamadeira.” Mas não desistiu e saiu em busca de informação.

Por meio de um grupo de discussão na internet, teve a indicação de uma pediatra, a quem recorreu. Foi com ela que descobriu o motivo de tamanha dificuldade: a “pega” (termo usado para designar a pegada da criança no peito) estava errada. Leite, aliás, era o que não faltava em seu seio.”Depois disso tudo, decidi ajudar outras mães”, diz Fabíola. “Nosso objetivo é tornar real o sonho de toda mãe de amamentar seu filho.”

Segundo a médica Graciete Vieira, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, a “pega” errada da criança no peito da mãe é a grande responsável pelos traumas nos mamilos. “As mães devem saber como dar o peito para evitar machucados”, diz a especialista. “Porém, antes mesmo do nascimento, há uma série de recomendações para preparar essa região sensível.”

A médica desconsidera dicas populares, como passar limão no mamilo e aréola para “engrossar a pele”. Segundo alerta, em contato com o sol, a região pode sofrer queimadura feia, comprometendo ainda mais a amamentação. Outra recomendação comum é o uso da popular bucha. Aí surge uma polêmica. Para Graciete, a bucha deixou de ser indicada porque muitas gestantes acabavam se machucando.

No entanto, a ginecologista e mastologista do Centro de Referência da Mulher do Hospital Pérola Byington, Angela Trinconi, não deixa de recomendar a buchinha para suas pacientes. “Sempre explico que não é para esfregar, e que devem fazer uso daquelas sintéticas, que parecem espuma, fazendo movimentos circulares na região apenas uma vez ao dia durante o banho, e só após o sétimo mês de gravidez”, ressalta Angela. “Só então se faz uma leve esfoliação da pele, para deixá-la mais espessa, preparando-a para a amamentação.”

Orientações como essa, além de outras que envolvem a “pega” correta, deveriam fazer parte das consultas médicas e do atendimento nas maternidades. Mas a realidade é outra, como fala a advogada Analucia Zuliani, de 35 anos. “Eu que toquei no assunto com meu ginecologista, que me deu algumas dicas, mas sem detalhes. Quando minha filha nasceu, a enfermeira da maternidade que orientava a amamentação mostrava irritação diante da minha dificuldade. Fui fazendo do meu jeito. O bico começou a rachar, sangrava e doía muito. Aguentei firme, mas não foi fácil”.

Para casos de rachaduras, médicos costumam recomendar uma pomada à base de lanolina em “grau médico”, ou seja, alto grau de pureza, para ajudar na cicatrização - com a vantagem de que o bebê pode ingerir durante a mamada, sem riscos para a sua saúde. “Antigamente os cremes prescritos continham antibiótico e, por mais que a mulher tirasse antes da amamentação, sempre ficava um resíduo”, explica Simone Mayor, dermatologista da Biolab, que esteve à frente do desenvolvimento de uma pomada nacional para esse fim, com aval da Anvisa.

Apesar de haver produtos que ajudam a cicatrizar a mama, Simone lembra que o primordial é não deixar que esses problemas apareçam. “Pomadas são coadjuvantes nesse processo, pois evitam que a mãe não desista da empreitada”, avisa. “Melhor do que usar remédio é saber a ‘pega’ correta.” E quando se trata de amamentação, surgem muitas outras dúvidas. Engana-se, por exemplo, quem imagina que implante de silicone no peito e cirurgia de redução mamária sejam motivos para dar mamadeira.

A mastologista Angela explica que casos de deslocamento de prótese por causa da amamentação são raros: o importante é que o silicone seja implantado abaixo das glândulas mamárias, e a cirurgia não seja feita pela aréola, pois um corte nessa região pode danificar os canais por onde passam o leite. Deve-se também respeitar o tempo de fixação da prótese, que é de cerca de um ano. Nas reduções mamárias, deve-se certificar de que apenas o tecido adiposo seja retirado, não as glândulas ou os canais.

DICAS PRECIOSAS

1) Após o banho, enxugar bem os mamilos e auréolas com toalha macia. Umidade deixa a pele mais sensível, e menos resistente à sucção do bebê.

2) Tome banho de sol todos os dias, por 20 a 30 minutos, deixando que os raios incidam diretamente nos seios nus. Lembre-se de fazer isso nos horários em que o sol não causa danos: até as 10 horas ou no final da tarde.

3) Na falta de local para tomar sol, substitua pela exposição diante de uma lâmpada incandescente de 40 watts, ficando a uma distância de 30 a 40 centímetros. Tempo: de 20 a 30 minutos, de uma a duas vezes ao dia.

4) Evite o uso de cremes e pomadas no bico do seio, e também de absorventes ou lencinhos, utilizados para evitar vazamento de colostro ou leite na roupa. Isso só agrava a sensibilidade, por deixar a região úmida. Prefira trocar o sutiã.

5) Deixe a região bem arejada. A dica é pegar um sutiã velho, cortar dois círculos que correspondam às aréolas, para que fiquem ventiladas, secas e para que o atrito com a roupa engrosse a área aos poucos.

6) Atenção à “pega”: como o depósito de leite fica armazenado sob a aréola, é importante que o bebê abocanhe toda a região, não apenas o bico.

7) A posição correta: o queixo do bebê deve ficar bem encostado à mama da mãe, e ambos precisam estar juntos, “barriga com barriga”.

8) Evite puxar o bebê do peito, pois a tendência é que ele abocanhe com mais força. Para que ele solte o seio sem machucar, introduza o dedo mínimo no cantinho de sua boca.

Para maiores informações recomendamos visitar dois sites especializados:

A) Amigas do Peito:

http://www.amigasdopeito.org.br
Tel.: (21) 2285-7779.

Para participar do grupo de discussão, entre no blog: http://amigasdopeito.wordpress.com

B) Matrice:

http://matrice.wordpress.com

Reuniões todas as sextas, das 13h30 às 15h30, no GAMA (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa), R.: Natingui, 380, sala B, Vila Madalena, zona oeste de São Paulo. Plantão de atendimento com Fabíola no tel.: 9622-3737.

O Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica não têm nenhum protocolo estabelecendo prazos. A única restrição é que a paciente não deve estar amamentando. Quanto ao tempo de espera, não há consenso.

Para o cirurgião plástico Sérgio Feijó, a mulher precisa esperar quatro meses depois do fim da amamentação, para fazer uma lipo ou um implante de silicone. Já Fausto Bermeo, também cirurgião plástico, acredita que seis meses depois do parto é um período razoável.

Os dois médicos explicam que, tanto na fase pós-gestação quanto na amamentação, o corpo feminino passa por adaptações orgânicas.

Além dos quilos extras adquiridos durante a gravidez, a paciente apresenta um inchaço fisiológico nos seios, na barriga e em outras partes do corpo. O inchaço só desaparece com o fim da amamentação. Esse também é o prazo para a mulher emagrecer.

O melhor é não ter pressa!

O bebê humano talvez seja o único da espécie animal que, após o nascimento, é completamente dependente da mãe, ou daquele que desempenha essa função. O bebê e a mãe formam uma unidade dual, caracterizado por um estado de indiferenciação, fusão com a mãe, onde um não existe sem o outro.

Com o passar do tempo, ele vai adquirindo novas habilidades e um aumento constante da consciência do desligamento entre o “eu” e o “outro”, podendo então ver-se separado da mãe. Agora, a mãe vai e vem independentemente dele. E ele, com sua maior autonomia, inclusive psicomotora, exercita um distanciamento gradativo, movimentando-se para a sua individualização.

Por volta da metade do primeiro ano de vida, a criança se torna cada vez mais consciente em relação ao desligamento físico com a mãe. Entretanto, lado a lado com o crescimento de suas habilidades cognitivas e a diferenciação crescente de sua vida emocional, ocorre uma diminuição sensível de sua tolerância à frustração. Aparece, então, uma preocupação aparentemente constante com o paradeiro da mãe. Ao mesmo tempo, aparece também – e cada vez mais – um desejo de que a mãe compartilhe com ele suas novas conquistas, assim com uma grande necessidade de ter o amor dela. Por isso, chamamos essa fase de “fase de reaproximação”, caracterizada por muita ambivalência.

É importante que a mãe tenha disponibilidade emocional contínua e capacidade de tolerar essa ambivalência, respeitando o tempo do filho.

Veja no video abaixo uma matéria da Revista Crescer com os cuidados que você precisa ter na hora de dar a primeira papinha para o seu filho com um pediatra especializado:

Gostaria de aproveitar esta matéria e dar uma dica útil para vocês de como resolver o problema de fazer a papinha através da empresa Empório da Papinha (www.emporiodapapinha.com.br).

Empório da Papinha & Zazou

E você como esta fazendo em relação a papinha do seu bebê?

O aleitamento materno requer um mínimo de preparo para evitar os terríveis traumas nos seios: fissuras, dores e sangramento.

Uma pesquisa nacional realizada pela Organização Mundial da Saúde OMS) e Unicef revelou que 97% das mães iniciam a amamentação, mas 43% a interrompem antes de a criança completar 3 meses. Uma das causas dessa parada está associada aos machucados nos seios. O estudo mostrou ainda que 58% das mulheres em fase de amamentação apresentam algum tipo de trauma mamilar, entre estas, 71% sofrem com fissuras.

Muitas mulheres imaginam que amamentar é algo instintivo, basta colocar a criança no peito para tudo funcionar perfeitamente. Errado. Apesar de ser um ato natural, faz parte do aleitamento materno uma dose de aprendizado. A sabedoria feminina era passada entre gerações, de mãe para filha, ou por outras mulheres da família. Mas hoje muito desse ensinamento se perdeu.

Amamentação

A ONG carioca Amigas do Peito (http://www.amigasdopeito.org.br/) existe desde 1980 e oferece assistência gratuita para mulheres que se deparam com esse tipo de dificuldade.

As cerca de 20 voluntárias promovem palestras, reuniões e até plantão de atendimento por telefone, recebendo pedidos de socorro de mulheres de todos os cantos do País. São Paulo já conta com esse tipo de apoio gratuito, por meio da ONG Matrice (http://matrice.wordpress.com/), fundada em 2006, com o respaldo da pioneira Amigas do Peito. Já passaram pelas reuniões semanais cerca de 300 mulheres e o site tem, em média, 150 acessos diários.

ONG Matrice

Segundo a médica Graciete Vieira, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, a “pega” errada da criança no peito da mãe é a grande responsável pelos traumas nos mamilos. “As mães devem saber como dar o peito para evitar machucados”, diz a especialista. “Porém, antes mesmo do nascimento, há uma série de recomendações para preparar essa região sensível.”

A médica alerta sobre dicas populares, como passar limão no mamilo e aréola para “engrossar a pele”. Segundo ela, em contato com o sol, a região pode sofrer queimadura feia. Já sobre o uso da popular bucha, surge uma polêmica. Para Graciete, a bucha deixou de ser indicada porque muitas gestantes se machucavam. Mas, a ginecologista e mastologista do Hospital Pérola Byington, Angela Trinconi, recomenda. “Sempre explico que não é para esfregar, e que devem fazer uso daquelas sintéticas, que parecem espuma, fazendo movimentos circulares na região apenas uma vez ao dia durante o banho, e só após o sétimo mês de gravidez”, ressalta. “Só então se faz uma leve esfoliação da pele, para deixá-la mais espessa, preparando-a para a amamentação.”

Para casos de rachaduras, médicos costumam recomendar uma pomada à base de lanolina em “grau médico”, ou seja, alto grau de pureza, para ajudar na cicatrização, com a vantagem de que o bebê pode ingerir durante a mamada, sem riscos para a sua saúde. “Antigamente os cremes prescritos continham antibiótico e, por mais que a mulher tirasse antes da amamentação, sempre ficava um resíduo”, explica Simone Mayor, dermatologista da Biolab, que esteve à frente do desenvolvimento de uma pomada nacional para esse fim, com aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

Segue abaixo para sua informação um vídeo da Semana Mundial de Aleitamento Materno, em que a atriz Dira Paes posou com o filho, Inácio e a mãe, Dona Flor falando das vantagens do leite materno. A campanha, em sua 17a edição é realizada pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pelo Ministério da Saúde.

Vejam só o caso de um policial militar de Bauru, a 329 quilômetros de São Paulo, que salvou a vida de um bebê de um mês que se engasgou logo depois de ser amamentado pela mãe.

De acordo com a PM, os policiais estavam fazendo patrulha no Parque Jaraguá quando viram uma mulher de camisola que, aos gritos, dizia que seu filho estava morrendo engasgado.

Os policiais observaram que o bebê estava roxo e adotaram procedimentos de primeiros socorros para que a criança voltasse a respirar. A mãe e a criança foram levadas a uma unidade de saúde e passam bem.

Por isto todo cuidado é pouco neste momento…

Os pais, especialmente os chamados de “primeira viagem”, costumam ter dúvidas (naturais pois não tem ainda experoência prática) sobre os cuidados que devem ser tomados com a higiene dos utensílios usados na alimentação do bebê.

Uma delas diz respeito à necessidade de reservar uma panela só para a papinha, mas saiba de que esse procedimento não é necessário. No entanto, panelas antiaderentes devem ser evitadas até os dois anos porque, ao serem aquecidas, podem liberar substâncias tóxicas para o bebê. Aconselhamos o uso de panelas de alumínio, aço inox ou ferro, que devem ser lavadas sempre a cada uso com água limpa e detergente.

Já as chupetas e mamadeiras também precisam ser muito bem lavadas com água quente e detergente. O bico da mamadeira deve ser limpo também e com o uso de uma escovinha apropriada só para isto e limpa. Infelizmente ainda é comum de muitas mães usam uma escova para limpar a mamadeira, mas se esquecem do bico. Aí não adianta, porque os restos de comida não saem perfeitamente…

Esses objetos precisam ser esterilizados após cada uso até o bebê ter seis meses, e mesmo sem uso de pelo menos uma vez ao dia até completar nove meses.

Para faze-lo e simples. Deve-se colocá-los em uma panela com água fervente por dois minutos, desligar o fogo após esse tempo e deixá-los mais cinco a dez minutos na panela tampada. Após esse tempo, devem ser retirados com uma pinça e deixados para secar naturalmente. Não é recomendável usar panos porque pode haver contaminação.

São imensuráveis as vantagens do Aleitamento Materno para a mulher:

1) Aumenta o intervalo entre as gestações,
2) Previne a anemia,
3) Emagrece,
4) Protege contra o câncer de mama, útero e ovário,
5) Quando praticado com o devido apoio é um ato extremamente prazeroso…

Abaixo as vantagens para o bebê:

1) Imuniza,
2) Previne contra doenças infecciosas e crônico - degenerativas (Diabetes, Doença Celíaca, Enfermidade de Crohn, Linfomas…),
3) Provê uma nutrição perfeita,
4) Aumenta o QI,
5) Impede distúrbios oro - faciais,
6) Diminui a incidência de cáries,
7) Faz com que o lactente cresça e se desenvolva seguro, mais tranqüilo e feliz…

Apesar de todos estes efeitos benéficos, o desmame ainda é precoce e o leite materno não está sendo ofertado exclusivamente nos primeiros 4 à 6 meses, ainda que nas últimas duas décadas há uma recuperação da duração do aleitamento.

As causas do desmame inoportuno são múltiplas e complexas:

1) O marketing inteligente (e muitas vezes não ético) das indústrias de alimentos infantis, mamadeiras e de chupetas…;
2) O despreparo dos profissionais e maternidades;
3) A falta de reconhecimento pela sociedade do valor da alimentação ao seio;
4) O não cumprimento da legislação trabalhista de proteção à mulher…

Além de todos estes a desinformação, que leva ao preconceito, por isto ter trazido este tema aqui para este nosso Blog.

Há um desconhecimento: da psico - fisiologia (o leite de peito é produzido nos seios e na “cabeça”) da lactação; das técnicas de como amamentar (importância do colostro, posicionamento ao seio, pega correta, alternância dos seios, livre demanda…) por parte dos pais e também de profissionais de saúde.

O Aleitamento Materno é natural, mas não é instintivo ou inato, e sim uma habilidade que precisa ser aprendida, uma cultura humana que necessita ser recuperada.

Várias iniciativas tem sido tomadas em todo o mundo por organismos internacionais (OMS e UNICEF), por governos, por ONGs como a IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar) e a WABA - World Alliance for Breastfeeding Action (Aliança Mundial pró Aleitamento).

Veja o video abaixo de uma destas campanhas:

Por todo o mundo existem ideias, concepções ou certezas acerca da fase da amamentação. Umas apoiam as mães, dignificam-nas na sua ocupação, outras dificultam o desenvolvimento da amamentação ou interrompem precocemente e no final afetam a saúde e o desenvolvimento sadio dos bebés, uma vez que enchem de incertezas as mães. Escolhemos alguns mitos para comentar, de forma a tranquilizar as famílias.

Mito 1: Amamentar frequentemente reduz a produção de leite, produz um reflexo de ejecção débil e o fracasso da amamentação.

Realidade: Ainda que muitos bebés maiores possam receber a maior parte do leite nos primeiros cinco a dez minutos da mamada, isto não é regra geral a todas as crianças. Os recém-nascidos, que apenas estão a aprender a mamar, nem sempre são eficientes ao peito e geralmente necessitam de muito mais tempo para mamar. Poder mamar também depende do reflexo de descida do leite materno. Ainda que para muitas mães a descida do leite é quase imediata, para outras não. Em algumas mulheres, a descida de leite é escalonada, ocorre várias vezes durante uma só mamada. Em lugar de adivinhar, é melhor permitir que a criança mame até que mostre sinais de satisfação, tais como soltar o mamilo ou ter os braços e as mãos relaxadas.

Mito 2: Uma mãe necessita amamentar somente de quatro a seis vezes em cada 24 horas para manter uma boa quantidade de leite.

Realidade: Estudos científicos mostram que quando uma mãe amamenta frequentemente desde que a criança nasce, com uma média de 9,9 vezes em cada 24 horas durante os primeiros quinze dias, a sua produção de leite é maior, a criança ganha mais peso e a mãe amamentará por um período mais longo. A produção de leite tem sido demonstrada estar relacionada com a frequência das mamadas. A quantidade de leite começa a diminuir quando as mamadas são pouco frequentes ou restringidas. Não se deve esquecer que muitos bebés recém-nascidos mamam cada hora e meia ou cada duas horas, o que é normal e frequente.

Mito 3: As crianças obtêm todo o leite que necessitam durante os primeiros cinco a dez minutos de mamada.

Realidade: Os bebés amamentados esvaziam o estômago mais rapidamente que os alimentados com biberão: aproximadamente uma hora e meia em vez de até quatro horas. Isto se deve ao tamanho muito menor das moléculas de proteínas que formam parte do leite materno, que são digeridas com maior rapidez. Ainda que a quantidade de leite consumido seja um dos factores que determina a frequência das mamadas, o tipo de leite é de igual importância. Estudos antropológicos dos leites produzidos pelos diversos tipos de mamíferos confirmam que os bebés humanos estão preparados para receber alimento com frequência e que assim tem sido feito através da história. Mito 4: As mães que amamentam devem espaçar as mamadas para que possam encher as mamas.

Realidade: Cada par mãe/filho é único e diferente. O corpo de uma mãe que amamenta está sempre a produzir leite. As suas mamas funcionam em parte como “depósitos de reserva”, alguns com maior capacidade que outros. Quanto mais vazia está a mama, mais rápido o corpo trabalhará para reabastecê-la. Quanto mais cheia está a mama, mais lenta será a produção de leite. Se uma mãe espera sistematicamente que suas mamas encham antes de amamentar, seu corpo pode receber a mensagem de que está a produzir leite em demasia e, por isso reduz a sua produção.

Mito 5: Na oitava semana a criança necessita apenas de seis a oito mamadas; aos três meses requer apenas de cinco a seis mamadas; e aos seis meses, não mais do que quatro a cinco mamadas ao dia.

Realidade: A frequência das mamadas varia de acordo com vários factores: a produção de leite da mãe e sua capacidade de armazenamento (as mães com mamas maiores em geral têm maior capacidade de armazenamento), assim como as necessidades de crescimento da criança. Os dias em que se produzem picos de crescimento (dias de maior frequência) ou a criança está doente, os padrões de mamada dos bebés podem mudar temporariamente. É importante ter em conta que o consumo calórico da criança aumenta ao final da mamada, assim impor limites arbitrários sobre a frequência ou duração das mamadas podem levar a um consumo muito baixo de calorias por parte da criança.

Mito 6: É a quantidade de leite que o bebé consome, que determina quanto tempo uma criança aguenta entre as mamadas, independentemente se é leite materno ou de fórmula.

Realidade: A quantidade de leite que uma mãe produz chega a seu ponto óptimo quando é permitido à criança sadia mamar tantas vezes quanto necessite. O reflexo de ejecção de leite opera mais fortemente em presença de um bom fornecimento de leite que normalmente ocorre quando se pratica uma amamentação a pedido, isto é, sem impor horários.

Mito 7: Nunca desperte o bebé que dorme.

Realidade: Ainda que seja verdade que a maioria dos bebés mostram quando tem fome, é possível que os recém-nascidos não acordem tão frequentemente quanto necessitem, por isso é necessário despertá-los para que mamem pelo menos oito vezes em cada 24 horas. Talvez não acordem por causa dos medicamentos que a mãe recebeu durante o parto, por icterícia, trauma, uso de chupeta, medicamentos maternos ou comportamento introvertido por parte dos bebés quando têm que esperar quando dão sinais de fome. Além do mais, as mães que querem aproveitar a infertilidade natural que produz a amenorreia durante a amamentação comprovam que o regresso da menstruação demora mais quando a criança continua a mamar de noite.

Mito 8: O metabolismo do bebé está desorganizado ao nascer e requer que se imponha uma rotina ou horário para ajudar a resolver esta desorganização.

Realidade: Os bebés nascem programados para mamar, dormir e ter períodos de vigília. Não é um comportamento desorganizado, mas um reflexo das necessidades únicas de cada recém-nascido. Com o decorrer do tempo os bebés adaptam-se gradualmente ao ritmo de vida do seu novo ambiente sem precisar de treino nem ajuda.

Mito 9: As mães que amamentam devem oferecer sempre ambas as mamas em cada mamada.

Realidade: É muito mais importante deixar que o bebé termine de mamar no primeiro lado antes de oferecer o segundo, ainda que isto signifique que recuse o segundo lado durante essa mamada. O último leite (que contém mais calorias) obtém-se gradualmente conforme a mama vai esvaziando. Ocorre que ao trocar-se de lado prematuramente, o bebé mamará apenas o primeiro leite, mais baixo em calorias, em vez de obter o equilíbrio natural entre o primeiro e segundo leite. Como resultado, o bebé não se satisfará e perderá peso, e provavelmente terá cólicas. Apenas durante as primeiras semanas, muitas mães oferecem ambas as mamas em cada mamada para ajudar a estabelecer o fornecimento de leite.

Mito 10: Se um bebé não aumenta bem de peso, é porque o leite de sua mãe é de baixa qualidade.

Realidade: Os estudos mostram que mesmo as mulheres desnutridas são capazes de produzir leite de suficiente qualidade e quantidade para suprir as necessidades de crescimento do bebé. Na maioria dos casos, o pouco peso deve-se ao consumo insuficiente de leite materno devido a horários restritos, a uma inadequada sucção ou a um problema orgânico do bebé.

Mito 11: Quando uma mulher tem pouco leite, geralmente é devido ao stress, a fadiga ou ao baixo consumo de alimentos e de líquidos.

Realidade: As causas mais comuns de pouco leite são: mamadas pouco frequentes e/ou problemas com a pega e postura do bebé ao mamar. Ambos os problemas são devido em geral à informação incorreta que recebe a mãe que amamenta. Os problemas de sucção do bebé também podem afectar de forma negativa a quantidade de leite que a mãe produz. O stress, a fadiga ou a má nutrição raramente são causas de baixa produção de leite, já que o corpo humano desenvolveu mecanismos de sobrevivência para proteger o lactente em tempos de fome extrema.

Mito 12: Uma mãe deve tomar leite para produzir leite.

Realidade: Uma dieta saudável e balanceada que contenha verduras, frutas, cereais e proteínas é tudo o que uma mãe necessita para nutrir-se adequadamente e produzir leite. O cálcio pode ser obtido de uma grande variedade de fontes não relacionadas com lácteos, como os legumes, sementes, frutas secas e pescados como sardinha e salmão com espinha. Nenhum outro mamífero toma leite para produzir leite.

Mito 13: Sugar sem o propósito de alimentar-se (sucção não nutritiva) não tem objetivo.

Realidade: As mães com experiência em amamentação aprendem que os padrões de sucção e as necessidades de cada bebé variam. Ainda que as necessidades de sucção de alguns bebés sejam satisfeitas primordialmente quando mamam, outros bebés requerem mais sucção ao peito, mesmo quando tenham acabado de mamar a alguns minutos. Muitos bebés também mamam quando têm medo, quando se sentem sós ou quando sentem alguma dor.

Mito 14: As mães não devem ser a “chupeta” do filho.

Realidade: Consolar e suprir as necessidades de sucção ao peito é o que preparou a natureza para mães e filhos. As chupetas são um substituto da mãe quando ela não está. Outras razões para oferecer a mama para acalmar o bebé incluem um melhor desenvolvimento oral e facial, o prolongamento da amenorreia, evitar a confusão de sucção e estimular uma produção adequada de leite que assegure um índice mais elevado de êxito da amamentação. Além disso, um bebé tranquilo que encontra consolo em sua mãe, terá um desenvolvimento emocional fortalecido.

Mito 15: A confusão bico artificial-mamilo não existe.

Realidade: A alimentação ao peito e a alimentação por biberão requerem diferentes técnicas orais e motrizes. Como resultado, alguns bebés desenvolvem a confusão de sucção e usam técnicas não adequadas para mamar na mama quando lhe são oferecidos biberão e mama. Isto faz com que não sejam eficientes a mamar e por vezes causam fissuras nos mamilos.

Mito 16: A amamentação frequente pode dar lugar à depressão pós-parto.

Realidade: Acredita-se que a causa da depressão pós-parto sejam as alterações hormonais que se surgem depois do nascimento do bebé e que podem acentuar-se pela fadiga e pela falta de apoio. Entretanto, ocorre em mulheres que tenham apresentado problemas anteriores a gravidez. Por outro lado, sabe-se que as mulheres que amamentam apresentam com menos frequência depressão pós-parto.

Mito 17: Amamentar o bebé a livre pedido não facilita o vínculo materno.

Realidade: Responder de forma sensível e rápida aos sinais do bebé une a mãe ao seu filho, de tal maneira que eles se sincronizam, criando assim um vínculo maior. Paralelamente, um bebé que não chora porque é atendido prontamente, não gera situações de stress familiar devido ao seu pranto.

Mito 18: As mães que mimam muito os seus filhos e os levam muito nos braços, os deixam mal acostumados.

Realidade: Os bebés que são levados nos braços frequentemente choram menos horas ao dia e mostram maiores traços de segurança ao crescer. Os bebés necessitam da segurança dos braços de sua mãe mais do que imaginamos.

Mito 19: É importante que os demais membros da família alimentem o bebé para que também eles desenvolvam um vínculo.

Realidade: Alimentar o bebé não é a única forma com que os demais membros da família podem aproximar-se do bebé. Pegar, acariciar, dar banho e brincar com o bebé são muito importantes para o seu crescimento e desenvolvimento, assim como para o vínculo com os demais.

Mito 20: O fato de que seja o bebé quem dirige a sua alimentação (com a amamentação a livre pedido) tem um efeito negativo sobre a relação do casal.

Realidade: Os pais maturos dão-se conta de que as necessidades do recém-nascido são muito intensas, mas também, que diminuem com o tempo. De facto, o trabalho em equipe que se realiza ao cuidar de um recém-nascido pode unir o casal quando ambos aprendem a ser pais juntos.

Mito 21: Alguns bebés são alérgicos ao leite materno.

Realidade: O leite materno é a substância mais natural e fisiológica que o bebé pode ingerir. Se o bebé mostra sinais de sensibilidade relacionados com a alimentação, em geral deve-se a alguma proteína alheia (dieta da mãe) que conseguiu entrar no leite materno, e não ao leite materno em si. Isto soluciona-se facilmente eliminando o alimento ofensivo da dieta materna durante um tempo.

Mito 22: A amamentação muito frequente causa obesidade no bebé quando ele cresce.

Realidade: Estudos científicos mostram que os bebés amamentados autocontrolam os seus padrões alimentares e a quantidade que ingerem, já que tendem a consumir a quantidade de leite adequada para seu próprio organismo. É a alimentação com leite artifical e a introdução precoce de alimentos complementares a causa dos que se vêem afectados de obesidade ao crescer, não o aleitamento natural.

Mito 23: Dar de mamar quando o bebé está deitado causa infecções de ouvido.

Realidade: Por ser o leite materno um fluido vivo e cheio de anticorpos e imunoglobulinas, o bebé que mama tem menor probabilidade de desenvolver infecções de ouvido, independentemente da postura que utilize. Quando a mãe amamenta sentada, o bebé também está na posição horizontal em seus braços. Além do mais, a disposição dos músculos no momento de sugar fecha a comunicação com o ouvido.

Mito 24: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.

Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajudar o sistema imunetário enquanto o bebé mamar.

Investigações recentes mostram que o leite materno é mais rico em gordura e energia depois de um ano de amamentação: contém quase 12% mais calorias que o leite de uma mãe de um recém-nascido. Ocorre da mesma maneira com os fatores protectores.

O jornal O Globo do Rio fez uma animação bem interessante e didática sobre amamentação, que gostaria de indicar para vocês darem uma olhada no link abaixo:

http://www.oglobo.com.br/servicos/pop_infografico.asp?p=/saude/vivermelhor/info/amamentacao/amamentacao.swf&l=620&a=500

Os médicos recomendam que o aleitamento materno seja feito pelo maior período possível. O elo afetivo criado entre mãe e filho neste primeiro momento é essencial para uma infância saudável.

Segue abaixo um video de uma matéria legal que fala dos benefícios da amamentação para o relacionamento entre mãe e filho:

Já em meio ao clima de carnaval (daqui a duas semanas), a foliã e cantora Claudia Leitte, que é sempre animada, ao menos por enquanto está bastante ocupada com seu bebê recem nascido.

Em sua casa, ela mostrou em entrevista ao Zeca Camargo do Fantásico desde domingo como é a sua nova vida de mãe com o filho recém-nascido.