Alimentação


Mulheres grávidas que comem muito podem estar comprometendo sua saúde por décadas.

Este alerta foi lançado pelos médicos durante o Congresso Internacional da Obesidade, que acontece em Estocolmo, na Bélgica. Segundo eles, as mulheres que engordam muito neste período têm quatro vezes mais chances de serem obesas 20 anos mais tarde.

Por isto cuidado!

Se tornar obeso pode levar nove anos da vida de uma pessoa e aumenta o risco de problemas de saúde, incluindo diabetes, doenças cardíacas, derrame, infertilidade, depressão e alguns tipos de câncer.

Philip James, conselheiro da Organização Mundial de Saúde disse:

“Precisamos parar com aquela coisa de comer muito só porque gostamos de comer. Precisamos ter médicos indicando como controlar este ganho de peso.”

Os pesquisadores australianos pesaram e mediram mais de 2 mil mulheres que estavam grávidas no início da década de 80 e as reavaliaram 21 anos depois. Cerca de 41% das mulheres que controlaram seu peso durante a gravidez, manteve a mesma forma. No entanto, o que chamou a atenção dos estudiosos foi o fato de 33% delas, que não seguiram uma dieta, terem engordado.

Para o Dr. Abdullah Al Mamun, da Universidade de Queensland, o estudo é o primeiro a mostrar que o ganho de peso excessivo entre as mulheres grávidas pode persistir por décadas. Já o presidente da Força Tarefa Internacional de Combate a Obesidade disse que durante os últimos 40 anos a questão do ganho de peso durante a gravidez tem sido baseada em preocupações sobre como o bebê nasceria”.

Segundo um novo estudo publicado em fevereiro, as mulheres não aumentar a ingestão de calorias até os últimos três meses de gravidez, pelo menos. Nesse período, 200 kcal por dia são o necessário - equivalente a um sanduíche.

Por trás do uso de chás durante a gravidez, existem duas questões: a preocupação a respeito dos seus efeitos sobre o bebê; e também a questão levantada pela crendice popular sobre o chá abortivo.

Existe uma concepção sobre o uso de chás para provocar o aborto, especificamente o chá de carqueja. Esta concepção não encontra nenhuma evidência científica, e nenhuma droga é derivada desta planta para fins abortivos, mesmo em situações médicas e terapêuticas.

Na verdade, o uso abusivo de chás, que por sua vez contém substâncias, tais como a cafeína, que podem atravessar a placenta, pode provocar efeitos negativos tanto na mãe, quanto no bebê, mas raramente provocam o aborto. Por isto, são um risco para a gestante.

O seu uso para estas finalidades tem grandes chances de provocar sintomas graves de intoxicação, podendo até mesmo levar a morte da mãe.

Quanto ao uso de chás rotineiros durante a gestação, é importante observar quais chás possuem efeitos benéficos e quais podem prejudicar a mãe e o bebê.

De acordo com nutricionistas, a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, sendo que a melhor opção de chá para a gestante é o de erva doce e erva cidreira porque tem efeito calmante.

1) Chás que podem ser utilizados na gravidez:

- Chá de erva doce;
- Chá de erva cidreira;
- Chá de alfazema.

2) Chás que não devem ser utilizados na gravidez:

- Chá mate;
- Chá de cravo-da-índia;
- Chá de canela;
- Chá preto;
- Chá branco;
- Chá verde.

Veja no vídeo abaixo uma entrevista feita pela Valéria Castor para a disciplina Oficina de Comunicação, da Universidade Veiga de Almeida, sobre a Saúde da Mulher, que trata da alimentação mais adequada no período de gestação da mulher, o que deve ser procurado e o que deve ser evitado, que são dúvidas recorrentes e muito importantes para esse público, por isto mesmo estou trazendo aqui para sua informação.

A atriz Mariah Rocha, que fez o maior sucesso na Malhação e depois na TV Globinho, e que durante sua gravidez se vestiu com roupas para gestante da Zazou no Rio, conta no vídeo abaixo gravado no stand VIP da Revista Estilo no Fashion Rio, como é que conseguiu voltar a forma rapidamente depois do parto, apenas amamentando e mudando a alimentação.

Vejam algumas fotos dela ainda grávida vestindo Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=MariahRocha

Mariah Rocha Gravida Vestindo Zazou no Rio

Uma dúvida muito comum entre as grávidas é em relação a sua alimentação e o que deve fazer e mudar?

Tanto que a Revista Marie Claire fez uma matéria exatamente sobre o assunto com dicas da nutricionista Manoela Figueiredo, que trago abaixo agora para sua informação.

A primeira coisa é que estar grávida não significa comer por dois!

Na verdade a gravidez é um momento em que você vai precisar sim é de mais nutrientes do que as outras pessoas, e por isso a primeira dica é que seus pratos devem ser coloridos e variados.

Frutas e vegetais verde escuros e amarelos precisam fazer parte do seu dia a dia, pois contêm ferro e vitamina A.

Outra dica é que faça três refeições principais, ou seja: café da manhã, almoço e jantar, e ainda pelo menos dois lanches intermediários.

A quantidade de calorias que você ingere só deve aumentar se o seu peso for saudável ou baixo - mulheres com sobrepeso ou obesas não devem comer mais. É normal que você precise de, em média 300 Kcal a mais por dia. Durante o primeiro trimestre, essa mudança pode ser de 0 e 150 Kcal diárias e, a partir do quarto mês, pode chegar até a 350 Kcal/dia além do que você comia antes da gestação.

Aprenda a balancear o nível de açúcar no sangue e emagreça!

1) O QUE DEVE AUMENTAR

Proteínas e cálcio devem ser consumidos em maior quantidade. A ingestão diária de proteínas recomendada é de 60g, e a de cálcio, 1.300mg (veja quadro de correspondências abaixo). O ácido fólico, presente em vegetais verde escuros, fígado, leguminosas e frutas cítricas, também é mais requerido na gestação. Os 600 microgramas diários indicados, no entanto, são difíceis de ser alcançados apenas com a dieta, e por isso a maioria dos médicos prevê uma suplementação. O ácido é crucial e sua deficiência pode prejudicar o bebê em diferentes períodos da gravidez - no início dela, há chance de defeitos no tubo neural e, no terceiro trimestre, o risco maior é de anemia megaloblástica.

2) FIBRAS MAIS DO QUE NUNCA

Elas são fundamentais para as gestantes que, por causa do aumento do útero, ficam com o intestino preguiçoso. Frutas, verduras e cereais integrais são seus aliados nessa hora.

3) O QUE DEVE CAIR FORA

Bebidas alcoólicas precisam ser evitadas e o consumo de café não deve exceder três xícaras por dia.

4) BALANÇA CALCULADA

Somente após o diagnóstico nutricional, feito no início da gravidez, é possível determinar o seu aumento de peso ideal. No primeiro trimestre, você pode ganhar, perder ou manter o seu peso, ficando atenta para alterações muito grandes, que vão exigir cuidados nos meses seguintes. De uma maneira geral, espera-se que mulheres muito magras aumentem cerca de 15 kg, enquanto mulheres com peso saudável ganhem de 9 a 11 kg. Aquelas com sobrepeso ou obesidade devem ter uma oscilação de 7 a 9 kg.

A modelo Gisele contou ao Fantástico de que, durante a gravidez dela, logicamente até pela profissão tomou muito cuidado com a alimentação. Para ter uma idéia ela come carne só uma vez por semana e ingere muitos vegetais e frutas. E como não poderia deixar de ser Gisele também malhou bastante.

Veja mais desta receita no vídeo abaixo.

Veja no vídeo abaixo uma entrevista com a nutricionista Alessandra Guerra no programa Ver Mais, da RIC Record, aonde aborda o tema dos cuidados que as mães devem ter com a alimentação durante a gestação dos bebês.

Tomar suplementos de vitamina D durante a gravidez pode impedir partos prematuros e infecções, pelo menos este foi o resultado de um recente estudo apresentado no encontro anual das Sociedades Acadêmicas de Pediatria, em Vancouver, no Canadá.

Infelizmente estes estudos recentes têm demonstrado que a deficiência de vitamina D durante a gravidez é um grave problema de saúde pública.

Segundo Carol L. Wagner, uma das autoras do estudo e pesquisadora da Universidade da Carolina do Sul (Estados Unidos), nas décadas de 50 e 60 as pessoas acreditavam que a vitamina D poderia causar defeitos no nascimento. Mas estudos provaram que a vitamina D é importante para a saúde da mãe e do bebê, contribuindo com a saúde óssea e com a imunidade.

A vitamina D não está muito presente na alimentação habitual: está contida no fígado dos peixes e no bacalhau. Mas a principal fonte é a exposição ao Sol, que permite a pele de produzi-la. Porém, isso não garante as quantidades necessárias da vitamina, por isso o estudo recomenda o uso dos suplementos vitamínicos para as gestantes.

A dieta não fornece a quantidade suficiente de vitamina D, além disso, nós não nos expomos ao sol tanto quanto precisamos.

Os pesquisadores também analisaram os efeitos da vitamina D em complicações durante a gravidez, diabetes gestacional, infecções, parto prematuro e nascimento.

O estudo mostrou que as mulheres que consumiram vitamina D tiveram menores taxas de parto prematuro e nascimento prematuro, além de taxas mais baixas de infecção.

Você já esta tomando algum tipo de suplemento?

Em nome do conforto, vale até comer enquanto o bebê não chega. Uma revisão recente de cinco estudos científicos concluiu não haver provas de que a alimentação durante o parto normal faz mal à mulher.

O trabalho avaliou dados de 3.130 mulheres e foi publicado pela Cochrane, rede internacional de revisão de pesquisas.

A crença de que a mulher deve ficar em jejum vem dos anos 1940, quando foi levantado o alerta de que, durante uma anestesia geral, haveria maior risco de vômito e de o alimento do estômago ser aspirado pelos pulmões, causando problemas à paciente.

Mas a anestesia aplicada na gestante só atinge o abdômen e os membros inferiores, tornando mínimo o risco de reaspiração dos alimentos. Muitos médicos têm receio de ser necessária uma anestesia geral, mas isso é raro e atípico.

Na verdade, a alimentação pode ajudar a mulher: como ela pode esperar até 16 horas para o bebê nascer, precisa de uma fonte de energia. Se sente fome, é sinal de que há algum nível de hipoglicemia. É mais saudável oferecer comida do que dar glicose na veia.

A exceção ocorre no caso de uma cesariana agendada. A cirurgia requer oito horas de jejum para alimentos sólidos e seis horas para líquidos.

“Se o parto for normal, mas houver suspeita de que a mulher não vai ter dilatação, também é melhor evitar a alimentação”, diz a ginecologista Márcia da Costa, coordenadora médica da maternidade do Hospital São Luiz - unidade Vila Olímpia.

Os alimentos devem ser leves como grelhados, purê, arroz e vegetais, para não piorar um eventual mal-estar causado pela dor, segundo a ginecologista Márcia da Costa. Se ela estiver indisposta, pode tomar sopa. Vai do desejo da paciente. Se ela estiver sem apetite, o médico pode manter os níveis de glicemia com soro.

É verdade que grávidas não podem tomar leite durante a gestação?

Você tem esta dúvida?

Pois saiba de que se trata de um mito!

Infelizmente muito comum de ouvirmos por aí…

Tanto que quando ouvi uma dizendo isto, achei importante fazer este alerta.

Cuidado, pois pelo contrário, a falta de consumo do leite e derivados durante a gestação coloca em risco o feto devido a uma série de deficiências nutricionais que pode causar.

Quem deve evitar são apenas as gestantes com intolerância à lactose ou alergia ao leite, ou outros problemas decorrentes desta ingestão, casos raros na vida prática.

Alimentação inadequada e falta de assistência pré-natal estão entre as principais causas da anemia gestacional.

A anemia em gestantes é uma condição frequente e perigosa. Em países desenvolvidos, estima-se que aproximadamente 18% das gestantes apresentem anemia durante a gravidez. Nos países em desenvolvimento, o índice aumenta de maneira significante, variando de 35% a 75%.

Segundo especialistas, casos severos de anemia estão associados a uma acentuada taxa de mortalidade entre as gestantes. Todavia, graus leves e moderados parecem não aumentar tal risco. Mas grande parte dos casos está relacionada a questões socioeconômicas, como falta de nutrição adequada e dificuldade de acesso aos serviços de assistência pré-natal.

Além de questões socioeconômicas, a anemia gestacional acontece por diversas causas. Entre os principais motivos está o aumento na demanda de ácido fólico pelo organismo, devido à produção dos tecidos e órgãos do feto. Baixos níveis de ácido fólico colocam a gestante em risco de desenvolver anemia megaloblástica. Isso pode acarretar problemas irreversíveis para o feto, como defeitos na formação do tubo neural (estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal).

Há ainda o aumento na demanda de ferro pelo organismo, que também ocorre por causa da produção de células e tecidos do feto. A ausência de ferro aumenta o risco de desenvolvimento de anemia ferropriva, que pode levar ao desenvolvimento inadequado da placenta, gerando problemas durante a gestação e na hora do parto.

Os sintomas da anemia durante a gravidez são idênticos aos apresentados por não grávidas. O acompanhamento médico é imprescindível, pois muitos desconfortos podem ser confundidos com a doença. Por exemplo: fraqueza, sensação de falta de ar, fadigabilidade e irritabilidade podem ser relatadas por gestantes sem que estejam com graus significativos de anemia. Tais sintomas podem ser causados pelo aumento de peso, aumento do volume uterino, instabilidade emocional, entre outras alterações.

O diagnóstico segue as mesmas linhas gerais da análise feita em não grávidas. É importante realizar avaliação da história clínica da gestante, assim como um exame físico completo. Além disso, exames laboratoriais para avaliar os estoques de ferro e ácido fólico do organismo podem ser necessários em vários momentos da gestação. Em casos mais severos, pode ser necessário lançar mão de exames de imagem e até mesmo procedimentos invasivos, como a amniocentese, que avalia a anemia diretamente no feto.

A prevenção da anemia na gestação pode ser feita com suplementação de ferro e ácido fólico, além de orientação nutricional. É importante lembrar que gestantes vegetarianas devem receber suplementação de outras vitaminas, como as do “complexo B”, que estão presentes principalmente em alimentos de origem animal. As futuras mamães que desenvolvem anemia moderada e severa podem necessitar de doses maiores de ferro. Em alguns casos, pode ser necessário usar reposição intravenosa de ferro ou mesmo hemotransfusões para o tratamento.

Como andam seus desejos durante a gravidez?

Pois vejam só o caso da Patrícia Ribeiro, que era daquelas chocólatras de carteirinha, que não deixava de comer ao menos um pedacinho de doce por dia, mas quando estava grávida de sua filha Alice, hoje com dois anos, ela enjoou de chocolate e passou a incluir jiló, mostarda e limão em sua lista de “necessidades” diárias.

Outra grávida Karen Santana, também sentiu muita vontade de comer tudo com mostarda durante a gravidez, mas garante que sempre odiou o condimento. Estranho não?

Segundo o conhecido ginecologista e obstetra José Bento de Souza, diz que alimentos ácidos e azedos são os preferidos das mamães, e que o grande campeão é a vontade de chupar limão.

“Os alimentos ácidos melhoram a sialorreia (aumento da secreção salivar) e diminuem a náusea”

Segundo o médico, possíveis edemas encontrados nas papilas gustativas, que são os responsáveis pela distinção do sabor dos alimentos, contribuem para estas vontades recorrentes. Enquanto uns acham que os desejos das grávidas são apenas “frescura”, outros acreditam que realmente há uma explicação científica.

O especialista conta que “a medicina não conhece todas as respostas hormonais do corpo humano”, mas que, “muito provavelmente, a gestação provoca mudanças nos hábitos alimentares, por conta da alta produção hormonal”. Até porque 100% de suas pacientes relatam essa alteração. Grávidas sentem desejo de comer limão, em razão dos hormônios do período gestacional.

Mas não é só de limão e mostarda que vivem as grávidas. Thaysa Araújo, por exemplo, ficou louca por Fanta, mas diz que antes também não gostava nada, nada. Já a Carolina Mendes odiava ovo, mas chegou a comer uma caixa inteira em uma semana. E Priscila Bastos não passava um dia sem se esbaldar com pratos fartos de escarolas e espinafres.

E você qual tem sido o seus desejos?

Mande nos comentários deste post.

Segue abaixo um vídeo do Portal Zero a Seis com dicas de uma nutricionista, que alerta sobre o cardápio indicado para a gestante para evitar a prisão de ventre, tão comum durante a gravidez.

Amamentação é algo importante e que deve ser tratado de forma séria.

Por isto queria dar a dica abaixo deste curso de preparo para a amamentação bem legal do Espaço ENE, que é especializado no assunto e parceiro da Zazou.

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É comum ouvir que as grávidas têm de comer por dois. Grande engano.

De acordo com uma pesquisa divulgada na publicação americana Proceedings of the National Academy of Sciences, uma dieta muito rica em calorias durante a gravidez, pode prejudicar a saúde do bebê, além de influenciar seu sexo.

O estudo foi realizado com fêmeas grávidas de camundongo, sendo que algumas receberam alimentação com alto teor de gordura e carboidrato e, outras, baseada em grão de soja. As refeições repletas de excessos tiveram efeito sobre quase 2 mil genes dos filhotes em desenvolvimento, incluindo os envolvidos na função do rim e do olfato.

As variações mais marcantes aconteceram nos fetos do sexo feminino, sugerindo que meninas podem ser mais suscetíveis do que meninos a mudanças genéticas desencadeadas pelos hábitos alimentares da mãe. Filhos e filhas apresentam riscos diferentes para desenvolver obesidade e diabetes ao longo da vida, o que aparentemente está relacionado com a dieta materna ou a condição corporal da mulher durante a gravidez. Por exemplo, garotos com mães obesas são mais propensos do que garotas a se tornarem obesos e terem diabetes à medida que envelhecem, embora não haja diferença evidente no peso ao nascer.

Cheryl Rosenfeld, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, e seus colegas observaram que o sexo dos filhotes nascidos em certas espécies de mamíferos, como ratos e humanos, pode ser influenciado pela dieta da gestante. Quem aposta em comidas altamente calóricas e café-da-manhã regular tende a aumentar as chances de dar à luz um bebê do sexo masculino, enquanto o menor consumo de energia aumenta a probabilidade de um do sexo feminino.

“Nos seres humanos e ratos, restrição alimentar e uma dieta de qualidade inferior durante o período em torno de concepção e início da gravidez levam a um excesso de filhas, muito provavelmente devido à perda seletiva de fetos do sexo masculino, o mais vulnerável no útero. há muitos fatores que determinam o sexo e a saúde do bebê.”

Este Bazar de Verão com Inverno esta sendo a maior loucura! Sucesso de público e de vendas!

Quer saber por que?

Simples! Basta olhar os preços das peças e do tamanho dos descontos que estamos praticando abaixo, afinal na Zazou você sabe exatamente o que vai encontrar nas lojas em São Paulo (Atílio Innocenti na Vila Olímpia) e no Rio de Janeiro (Galeria do Forum de Ipanema) com fotos e respectivos preços:

Bazar de Moda Gestante Fashion da Zazou - Grandes Descontos

Estamos felizes pois neste último sábado (13/03) batemos novamente o recorde de atendimentos em um só dia na loja em Sâo Paulo nestes quase 9 anos existência, que era de dois sábados atrás no dia 27/02, quando tivemos a promoção de fotos, e desta vez foi sem promoção alguma de fotos.

Para ter uma idéia saimos novamente uma hora depois do horário normal, quase 19hs da loja, todas cansadas mas satisfeitas pela maratona. E olha que começou cedo, pois antes mesmo de abrir a loja às 10hs, já tinha grávida esperando na porta a abertura, para aproveitar as melhores ofertas.

Desta vez, além da fila no provador esperando pela vez, e olha que são 6 provadores amplos, tivemos que até para organizar e atender melhor, que distribuir senha no caixa, diante da quantidade de gente e de peças que cada uma estava levando, até para aproveitar os descontos de até 70%.

Infelizmente nestes dias, a qualidade do atendimento não tem como se manter a mesma durante a semana, quando é um pouco mais calmo e dá para dar um atendimento mais personalizado a cada uma das grávidas, como gostamos de fazer.

Estamos entrando nos últimos dias do Bazar, com as últimas peças, por isto a dica é que venha logo aproveitar a oportunidade.

Mas por outro lado vejam por quando estamos vendendo vestidos de festa longo por apenas R$ 164 (sim diferente de outras lojas, aqui na Zazou os vestidos de festa também entram no Bazar com descontos):

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Outra coisa que você não vê em Bazar em outras lojas são as calças jeans para grávida, nas aqui na Zazou você as encontra jeans premium com lavagem moderna por R$ 98:

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E não é apenas jeans, tem calça de alfaiataria social bem chique para ir trabalhar por apenas R$ 78:

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Para quem gosta e procura novidade, em poucos dias teremos o pré-lançamento da nova coleção de outono inverno. Aguardem!

Um recente estudo coordenado pela endocrinologista Fernanda Magalhães, constatou ainda que a alimentação das grávidas de Uberaba (mas que podemos certamente levar para outras cidades do Brasil) ainda é muito pobre. Faltam verduras e frutas, e há um consumo excessivo de carnes.

“Mais de 50% da população come mais carne do que o recomendável. Além disso, 80% mantêm inatividade física. Existe um índice de atividade física maior no trabalho do que no lazer”, destaca Fernanda.

Entre as mulheres de classes menos favorecidas a obesidade é um problema ainda mais assustador. Segundo a especialista em diabetes, o problema está relacionado ao número de gestações, que interfere tanto na obesidade abdominal, a mais perigosa em termos de problemas cardiovasculares, como na presença de problema conhecido como Síndrome Metabólica.

“É a associação de obesidade, diabetes ou uma hiperglicemia, hipertensão ou alteração na pressão arterial e alteração dos lípedes. E as mulheres têm muito mais a presença dessa síndrome do que os homens. Quanto maior o número de gestações maior a incidência de obesidade abdominal e de Síndrome Metabólica, com todos os problemas decorrentes”, explica.

Já é jargão, mas quando se fala em saúde, a questão principal é a prevenção. Porém, quando a doença já está instalada a preocupação torna-se maior quanto ao controle.

A especialista acredita que os diabéticos possuem vários temores quanto às complicações provocadas pela doença. Apesar de ainda ser envolvido por preconceitos, o uso de insulina é um deles.

“Mas é um excelente medicamento para o tratamento do diabetes. A cegueira e ainda a insuficiência renal, que exige a realização de diálise, são outros fatores, mas a complicação mais frequente do diabético é a chamada neuropatia periférica, que acomete nervos, principalmente das pernas. O diabético tem a sensação de dor, formigamento e queimação, nos pés e nas pernas, podendo levar à amputação, à lesões graves e ao uso de próteses”, explica.

O problema é melhorado com uma alimentação correta, atividade física regular, e principalmente o controle glicêmico constante, sem que os sintomas sejam ignorados.

Recentemente o caderno Boa Saúde do UOL fez uma matéria que dizia que mulheres que comem muitas frutas, verduras e legumes durante a gravidez podem estar protegendo seu bebê contra o desenvolvimento de alergias.

Trata-se do resultado de um estudo japonês recentemente publicado na revista médica Allergy.

De acordo com os autores, o consumo, durante a gestação, de vegetais verdes e amarelos, frutas cítricas e alimentos ricos em beta caroteno podem reduzir os riscos de o bebê ter eczema - tipo de alergia de pele; e a ingestão de alimentos ricos em vitamina E, presente em alguns vegetais verdes, reduziriam as chances de o filho ter chieira - ou sibilância - na infância.

O estudo avaliou a alimentação de 763 mulheres na gestação e a presença de sintomas de eczema e sibilância alérgica em seus filhos, quando estes tinham 16 e 24 meses de idade. E revelou que 21% dos bebês haviam apresentado chiado no peito, e que menos de 19% tiveram eczema. As análises mostraram que os filhos das mulheres que haviam consumido mais frutas e verduras eram menos propensos a estarem entre aqueles que tiveram a alergia na pele; e aqueles cujas mães haviam ingerido mais vitamina E de fontes naturais na gestação tinham menor propensão à alergia respiratória.

Segundo os autores, o aumento da ingestão de vegetais verdes e amarelos, frutas cítricas e antioxidantes como beta caroteno e vitamina E entre as futuras mamães merece investigações mais aprofundadas, como uma medida que poderia ser eficaz na prevenção de transtornos alérgicos nos filhos.

Apesar de a fome aumentar nesse período, não é preciso dobrar a quantidade de comida, bastam algumas modificações no cardápio.

Você está grávida e ouviu dizer que precisa comer por dois? Pois esqueça essa história!

Apesar de a fome aumentar, sim, durante os nove meses, como qualquer coisa na vida, o exagero precisa ser evitado.

Há dois fatores principais que interferem na sensação de saciedade da grávida:

1) O corpo passa a produzir mais peptídeos (substâncias responsáveis por mediar a sensação de fome)

2) Há diminuição dos movimentos peristálticos, que movimentam o alimento através do trato digestório. É como se o próprio corpo dissesse que você precisa comer mais.

Mas essa quantidade adicional é pequena: cerca de apenas 300 calorias a mais do que as 2 mil geralmente indicadas para um adulto.

E tem mais, esse valor não precisa ser aumentado de uma só vez. Vá aos poucos. No primeiro trimestre, adicione 150 calorias; no segundo, 250; no terceiro, 450…mas a média será de 300 calorias.

Mas no caso de gravidez de gêmeos, basta dobrar esse número.

Então, se a fome aumenta, como controlar o ato de comer por impulso, que sabemos que geralmente leva ao exagero?

Uma sugestão ddos nutrólogos é comer de 6 a 8 vezes por dia, intercalando as refeições principais com lanches leves.

Coma por exemplo queijos, leite, gelatina ou alguma fruta, que estão liberados, mas evite alimentos gordurosos e com excesso de sal, como salgadinhos.

Lembre-se de que mães gordas tem mais chances de terem crianças obesas. Por isto ao controlar seu peso, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Um estudo divulgado recentemente apontou que a obesidade da mãe pode aumentar o risco de o filho ter doenças congênitas, enquanto uma outra pesquisa sugere que gestantes acima do peso têm mais probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média.

Mas quanto engordar então?

Não há consenso entre os obstetras. Enquanto alguns recomendam de 9 a 11 quilos, outros dizem que o ideal é de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que a gestante deve engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. Sempre bom consultars eu médico.

Mas para ajuda-la nesta tarefa nem sempre fácil, saiba que a Zazou tem uma calculadora que lhe diz seu peso ideal a cada semana de gravidez, de acordo com sua altura, baseado em recomendações do ministério da saúde e dos médicos, que pode acessar gratuitamente no link abaixo:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal

Calculadora do Peso Ideal durante a Gravidez Semana a Semana da Zazou

Os nutricionistas e gastroenterologistas não cansam de recomendar uma dieta rica em fibras (frutas, hortaliças e cereais) como importante segredo para “esquentar os tamborins” do intestino preguiçoso.

Isso porque, a conhecida prisão de ventre pode ser motivada pela ausência dos nutrientes trazidos por estes alimentos. No caso das mulheres, explica o presidente da Federação Brasileira de Gatroenteorologia, Aytan Sipahi, o problema é acentuado por causa dos hormônios. Na gravidez, a dificuldade de ir ao banheiro aumenta ainda mais.

A estimativa é de que o dobro de mulheres sofra com o problema em relação aos homens. Eles, segundo o fabricante de um iogurte que promete dar uma forcinha ao intestino, somam 5 milhões no Brasil. Elas, portanto, seriam 10 milhões em todo País.

Pois bem, nada adianta sair por aí comendo fibras se, em paralelo, a ingestão de líquidos não acompanhar o cardápio, advertem os especialistas. Além de não favorecer o trânsito intestinal, o efeito no auxílio para emagrecer – outro benefício creditado às fibras – tampouco é alcançado. E o pir o: de super-heroína a fibra pode se transformar em vilã do intestino. Como? Os nutricionistas explicam: sem receber um “balde de água” o excesso de fibra provoca até mesmo constipação intestinal.

“A fibra precisa de água para funcionar. Se for consumida em parceria com o líquido, forma uma espécie de gel no intestino”, esclarece a nutricionista clínica Flávia Morais, especializada em dietas e alimentos naturais. “É este gel que promove a sensação de saciedade e a consequente redução do apetite”. Mas sem a companhia da água, adverte ela, não há este efeito e nem a melhora do funcionamento do intestino

Para que tudo funcione direitinho, o ideal é comer frutas, (morango, ameixa, abacaxi, damasco são bons exemplos), dois pratos de verduras e legumes (espinafre, cenoura, couve e brócolis são ótimos), cereais (como milho), farelos de trigo e feijão, sendo o indicado são 20 gramas de fibras diariamente. Além disso, é importante beber dois litros de água ao longo do dia.

Mas atenção: não vale beber e comer tudo de uma vez. É preciso separar em doses para ter o efeito desejado.

A cada nova pesquisa se descobre mais evidências de que a ligação entre mães e seus bebês é ainda maior.

A última afirma que beber leite e ingerir vitamina D durante a gravidez pode ajudar a reduzir as chances de o filho desenvolver esclerose múltipla quando se tornar adulto.

Pelo menos esta é a conclusão de recente estudo (ainda preliminar) que será apresentado no 62° Encontro Anual da Academia Americana de Neurologia, marcado para abril deste ano em Toronto, Canadá.

Os pesquisadores analisaram os questionários sobre a dieta na gestação de 35.794 mães de enfermeiras. Ao longo dos 16 anos de avaliação, 199 enfermeiras desenvolveram esclerose múltipla.

As chances de ter a doença entre as filhas de mulheres que consumiram quatro copos de leite por dia foi 56% menor em comparação com as nascidas de quem apostou em menos de três copos do líquido por mês.

“Encontramos também que o risco de esclerose múltipla entre as filhas de mães que estavam no topo dos 20% de ingestão de vitamina D durante a gravidez foi 45% menor do que as filhas de mães com ingestão inferior a 20%”,disse Fariba Mirzaei, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, ao site Science Daily.

“Há evidências crescentes de que a vitamina D tem efeito sobre a esclerose múltipla. Os resultados desse estudo sugerem que o efeito pode começar no útero.”

Você sabe quais as principais fontes alimentares importantes no 1º trimestre gestacional?

Fomos então conversar sobre o assunto com uma especialista no assunto, que é a Débora Rosa de Oliveira, que é Nutricionista e responsável pelo Espaço ENE de Educação Nutricional Especializada de Nutrição Materno Infantil, Escolar e Familiar, que nos deu uma série de dicas que queria repassar abaixo.

As reservas de alguns micronutrientes (vitaminas e minerais) apresentam uma lenta e gradativa diminuição à medida que avança a gestação.

Algumas vitaminas do complexo B, como B6, B3 e B12 têm suas necessidades diárias aumentadas em aproximadamente 40% para as gestantes quando comparadas com mulheres não grávidas.

Apresentam-se a seguir, as listas de alimentos ricos em diferentes vitaminas e minerais específicos para o primeiro trimestre gestacional.

1) Vitamina A:

Importante para o crescimento adequado e desenvolvimento perfeito do bebê. Seu consumo adequado pode prevenir defeitos congênitos, desenvolvimento inadequado do bebê, baixo peso ao nascer e risco de parto prematuro.

1.A) Lista de alimentos que são fonte de vitamina A:

- Acelga cozida
- Alface romana
- Ameixa seca
- Batata doce assada
- Beterraba cozida
- Bife de fígado
- Brócolis
- Cenoura
- Couve
- Damasco
- Escarola crua
- Espinafre cozido
- Manga
- Molho de tomate
- Ovo
- Pimentão vermelho
- Salsa

2) Vitamina D:

A deficiência dessa vitamina é pouco comum pois ela pode ser produzida pelo organismo através da ação da luz solar, porém seu consumo deve ser adequado, sendo recomendado de 5 a 10 mg/dia.

2.A) Lista de alimentos que são fonte de vitamina D:

- Bacalhau
- Camarão
- Carne bovina
- Frango ou Peru
- Creme de leite
- Fígado bovino
- Leite
- Manteiga
- Ovo cozido
- Sardinha enlatada

3) Vitamina C:

Possui ação antioxidante, fundamental para a melhora da absorção do ferre da dieta. Estudos recentes associam o consumo adequado de vitamina C com a diminuição do risco de infecções, parto prematuro, eclampsia e outros benefícios. Recomendação diária: 85mg/dia.

3.A) Lista de alimentos que são fonte de vitamina C:

- Acerola
- Brócolis
- Caju
- Couve
- Couve flor
- Couve de bruxelas
- Fruta do conde
- Goiaba
- Kiwi
- Laranja
- Mamão
- Manga
- Morango
- Rabanete
- Salsa
- Suco de laranja
- Suco de limão
- Tomate
- Uva

4) Ácido fólico:

Responsável pela prevenção de doenças do tubo neural, malformação fetal e condições obstétricas desfavoráveis. Recomendação diária: 600Mcg/dia (sendo 400 Mcg suplementadas e 200 Mcg proveniente de
alimentação) até a 12ª semana gestacional.

4.A) Lista de alimentos que são fonte de ácido fólico:

- Abacate
- Aspargo cozido
- Banana
- Ervilha cozida
- Feijão branco
- Feijão fradinho
- Feijão preto
- Fígado de galinha
- Gérmen de trigo
- Grão de bico cozido
- Laranja
- Pão integral

Para mais informações sobre o tema, fica a dica do contato da simpática Debora pelo email: Email: deborarosa@espacoene.com.br ou no Site: www.espaceoene.com.br

Gostaria de trazer abaixo algumas dicas da especialista Suyan Santos Basler do ID Med a respeito de como evitar os sintomas chatos da gravidez apenas através dos alimentos, através de dietas com moderação, fracionada e variada.

Devido as transformações que ocorrem durante a gestação, é necessário que a gestante tenha uma dieta moderada, afim de, evitar o ganho excessivo de peso e aparecimento de doenças como diabete e hipertensão gestacional.

Também, é importante uma dieta fracionada, pois devido ao aumento da placenta, o estômago estará diminuído e não suportará receber grande quantidade de alimentos, evitando tonteiras e fraquezas.

E ainda uma dieta variada, só assim a gestante conseguirá a quantidade adequada de nutrientes.

O fracionamento das refeições deve ser feito a cada 3 em 3 horas. É importante ressaltar que nesse período não se deve fazer dieta para emagrecer, mesmo mulheres que estejam acima do peso. Contudo o ditado popular “comer por dois” está errado, pois o correto é a gestante ter uma alimentação saudável e equilibrada para suprir as suas energias e a do bebê.

Por dia, a gestante deve consumir 300 calorias a mais do que antes de engravidar.

Durante a gestação é freqüente náuseas, vômitos, azia, fraqueza, desmaios, constipação e flatulência, sendo que estes sinais e sintomas podem ser resolvidos com medidas dietéticas simples.

Orientação nutricional para sinais e sintomas digestivos que ocorrem com freqüência na gestação:

1) Náuseas e Vômitos:

- Fazer seis refeições por dia, com menor quantidade de alimentos;
- Evitar frituras, alimentos gordurosos e alimentos com cheiro forte ou que possam causar desconforto;
- Preferir temperos suaves;
- Evitar o uso de condimentos picantes;
- Preferir alimentos sólidos pela manhã e ricos em carboidratos (biscoitos, torradas, iogurtes, geléia de frutas);
- Ingerir no mínimo 1,5 litros de água por dia nos intervalos das refeições;
- Evitar deitar-se após as grandes refeições (almoço e jantar).

2) Azia:

- Fazer seis refeições por dia, com menor quantidade de alimentos;
- Evitar café; chá; mate; álcool; doces e frituras;
- Evitar deitar-se após as grandes refeições (almoço e janta).

3) Fraquezas e desmaios:

- Podem estar associados à hipotensão arterial (pressão baixa) ou hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue);
- Evitar o jejum prolongado e intervalos grandes entre as refeições, visando prevenir a hipoglicemia e a hipotensão;
- Fazer seis refeições por dia, com menor quantidade de alimentos;
- Utilização normal do sal na alimentação, exceto em casos de hipertensão arterial (pressão alta) ou prescrição médica.

4) Constipação e flatulência:

- Estão relacionados à redução dos movimentos gastrointestinais, retardando o transito intestinal. Também decorrente da alimentação inadequada, diminuição da ingestão de líquidos e sedentarismo;
- Aumentar a ingestão de líquidos e fibras: frutas de modo geral, frutas laxativas (mamão, ameixa), frutas com bagaços e vegetais.,
- Aumentar o consumo de produtos integrais (pães, cereais, biscoitos, farinhas);
- Lembre-se: o efeito da fibra, o uso de produtos integrais pode não ser imediato, pois não é medicamento, mas seu uso prolongado é eficaz;
- A gestante deve ficar atenta à tolerância de alimentos flatulentos, tais como: alho; batata – doce; brócolis; milho; cebola; couve; couve – flor; ervilha; feijão; ovo e rabanete;
- Não esquecer de comer devagar e mastigar bem os alimentos;
- Aumentar a atividade física e movimentos em geral para regularização do intestino, caso não seja contra–indicação médica e obstétrica.

E o mais importante, que é em caso persistir estes sintomas, não deixe de procurar o seu médico e/ou nutricionista, pois pode ser um sinal que há algo mais errado ou mesmo que ele possa indicar um tratamento específico para resolver o problema de uma vez.

É sabido que alimentação saudável durante o período gestacional é fundamental para uma gravidez bem sucedida e tranqüila.

Alimentando-se de forma correta, a futura mamãe terá ganho de peso adequado às recomendações obstétricas e prevenirá deficiências de vitaminas e nutrientes que potencialmente prejudicam o desenvolvimento do bebê, além de favorecer o retorno ao peso habitual no pós parto, por isto mesmo trago o tema para sua atenção em nosso blog da grávida antenada.

A alimentação da gestante deverá seguir as recomendações da pirâmide dos alimentos, salientando-se a importância do acréscimo de algumas porções para suprir as necessidades aumentadas de nutrientes importantes para a formação e desenvolvimento do bebê e, ainda, garantir o estado nutricional da gestante.

Por isto segue abaixo algumas dicas da especialista no assunto Débora Rosa (CRN3 15777), do Espaço ENE, especializado em Educação Nutricional Especializada em Nutrição Materno Infantil.

Segundoi ela as necessidades protéico-calóricas devem ser adaptadas após minuciosa avaliação nutricional da gestante, tendo em vista fatores como idade, peso pré gestacional, paridade, ganho de peso em outras gestações, atividade física praticada, atividade laboral, entre outros.

As recomendações de alguns nutrientes também aumentam durante a gravidez, pois fazem parte da formação e do crescimento do bebê principalmente cálcio, fósforo, vitamina D,vitaminas do complexo B, em especial B1 e B12, ácido fólico,zinco e ferro.

Alguns alimentos merecem atenção especial nesse período, entre estão as frutas frescas, leite, queijos, carnes, verduras, cereais integrais e oleaginosas. São alimentos absolutamente essenciais na dieta da gestante já que esses fornecem boas doses de vitaminas, minerais e fibras.

Alguns vegetais folhosos de coloração verde escura são excelentes fontes de ferro e ácido fólico, nutriente indispensável para a formação do sistema nervoso fetal. Frutas cítricas oferecem grandes quantidades de vitamina C, favorecendo o aumento da absorção de ferro.

É indispensável que se coma ao menos quatro porções diárias desse grupo de alimentos, de preferência crus e, sempre que possível, com casca.

Salmão, bacalhau, truta, camarão, mexilhões, ostras - conhecidos como pescados - são uma saborosa e saudável opção ao tradicional franguinho grelhado, especialmente no verão quando compõem pratos leves e saudáveis.

Vale lembrar que cada gestante possui uma necessidade nutricional e o estado nutricional pré-gestacional da mulher pode interferir no processo normal da gestação. Gestantes que apresentam uma reserva inadequada de nutrientes, aliada a uma ingestão dietética insuficiente, poderão ter comprometimento do crescimento fetal, e conseqüentemente, do peso ao nascer.

A alimentação equilibrada ainda é a melhor forma de preservar o estado nutricional da mãe e do bebê.

Além de prevenir carências e excessos nutricionais, garantem a manutenção das reservas maternas para boa recuperação no período após o parto e durante o aleitamento. Converse com seu obstetra ou consulte uma nutricionista para uma gravidez saudável e tranqüila.

Para maiores informações fica a dica de falarem com a própria Débora Rosa pelo emai: deborarosa@espacoene.com.br.

Para quem não sabe o Espaço ENE de Educação Nutricional Especializada em Nutrição Materno Infantil, fica na Av. Prof. Alfosno Bovero, 1057 sala 73 em São Paulo e Tel. é: (11) 3676-0416. Fica a dica de uma visita ao site bem completo em: www.espacoene.com.br.

Veja no vídeo abaixo uma matéria do progama PEGN em que conta o caso de uma empresária paulista que descobriu um novo nicho de mercado para alimentação infantil. Ela fabrica papinhas orgânicas para bebês. O produto é inovador e já conquistou os filhos e as mamães, inclusive também a Zazou…

Veja no vídeo abaixo do programa Bem Star do GNT em que a atriz Luiza Valdetaro fala sobre a volta à forma após a gravidez. Ela conta abaixo como cuidava da alimentação durante o período de gestação.

Durante a gestação, muitas são as causas do excesso de peso nas mulheres. Alterações no metabolismo energético, aumento do apetite devido a mudanças hormonais, razões psicológicas e mitos, como a falsa necessidade de elevar excessivamente a quantidade de alimentos, estão entre os motivos. É comum que ocorra um aumento da gordura corporal na gravidez. No entanto, isso ocorre com mais intensidade nas mulheres que já estão acima do peso no momento da concepção.

A mulher deve ganhar de 9 a 12 quilos ao longo de toda a gestação. É necessário que o ganho de peso seja gradual. É possível que o metabolismo fique mais lento durante a gravidez, mas este também pode aumentar devido à demanda energética do feto.

O acúmulo de gordura pode trazer complicações para a saúde da gestante e do bebê. Para a mãe, os principais riscos são hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias, trombose venosa profunda, riscos cardiovasculares e limitações respiratórias. No feto, o peso elevado pode alterar o seu desenvolvimento, causar macrossomia, hipoglicemia no momento do nascimento e obesidade na vida adulta.

Atividades físicas ajudam a manter o peso. Caminhadas e hidroginástica são indicadas, mas atividades de alto impacto e musculação com excesso de peso são prejudiciais. A alimentação deve ser balanceada e equilibrada, com carboidratos, lipídeos, proteínas, vitaminas e minerais. Frutas, legumes, verduras e cereais integrais são importantes. O sal, o açúcar e a gordura devem ser ingeridos em menor quantidade. Além disso, a grávida deve ingerir bastante água e as refeições devem ser fracionadas em uma média de seis vezes ao dia.

Quem esteve esta semana na loja da Zazou foi a Mariana Kepfer, que nos contou que é vegetariana, e conversamos um pouco sobre o assunto, até por que é comum de que muitas dúvidas surgiram a respeito da alimentação que deveria seguir no período de gestação. Dúvidas sobre a quantidade de cálcio, zinco, proteínas, ferro, ácido fólico e o que deveria fazer para que o feto se desenvolva de uma forma normal e saudável.

Para começar então saiba de que em termos calóricos, as grávidas necessitam apenas de mais 300 quilocalorias diárias em relação a dieta anterior à gravidez.

Logo alimentar-se bem durante sua não tem relação com simplesmente comer mais, mas sim com comer bem.

Por isto é fundamental a correta escolha dos alimentos com uma boa quantidade de fibras, de minerais, vitaminas e proteínas, cuidando sempre de evitar os excessos de açúcares e gorduras.

Já que as vegetarianas geralmente levam uma dieta relativamente saudável (levando em conta o dito acima), com escolhas mais saudáveis, não há motivos para preocupação mesmo na gravidez. As vegetarianas ganham peso normal como grávidas onívoras, e dificilmente engordam mais do que elas, devido a pouca ingestão de gordura e açúcares. Assim como seus bebês que nascem tão saudáveis quanto os de mães onívoras.

Porém não custa nada ficar atentas ao consumo de nutrientes importantes nessa fase e se preciso complementa-los de alguma forma, como:

1) Proteína

É extremamente importante, porém, não precisa ingerir muito mais do que já ingere quando não estava grávida. Basta continuar ingerindo produtos que forneçam a proteína como leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico), proteína e leite de soja, tempeh, seitan ou tofu.

2) Ferro

Aqui deve ter um maior cuidado. Durante a gravidez vai necessita de bastante ferro, assim deve aumentar o cosumo de lentilha, feijão, folhosos verdes (principalmente os escuros), tofu, de preferência sempre juntos com uma fonte de vitamina C (que auxilia a absorção de ferro), podendo ser um suco de laranja natural ou de outra fruta rica em vitamina C.

Geralmente, vegetarianas que alimentam-se bem e também as onívoras, não apresentam anemia. Porém ao descobrir a gravidez é bom investigar as quantidades de ferro que possui afim de evitar perdas nutricionais.

3) Cálcio

O cálcio é necessário para a formação dos dentes e do tecido ósseo no feto. Ao contrário do que se pensava antigamente acerca da possibilidade de ocorrer perda de tecido ósseo materno a favor da formação do feto, algumas pesquisas vieram a demonstrar que, durante a gravidez, a absorção do cálcio está aumentada, minimizando possíveis carências.

Sabe-se que, desde que a dose diária de cálcio antes da gravidez tenha sido ingerida de forma a contribuir para uma adequada densidade óssea, não haverá necessidade de aumentar as doses de cálcio durante a gravidez.

No entanto, grávidas cuja alimentação não forneça as quantidades mínimas de cálcio, vegetarianas ou não, devem aumentar o consumo de alimentos fontes de cálcio, tais como os produtos à base de soja, sucos de fruta enriquecidos, cereais, vegetais folhosos verdes e tofu.

4) Vitamina D

A vitamina D desempenha um papel importante na manutenção do cálcio absorvido pelo organismo materno. A quantidade de alimentos fontes de vitamina D que é necessário consumir depende da exposição à luz solar da mulher grávida, pois pode ser sintetizada através da exposição da pele ao sol. No entanto, a escolha de produtos alimentares como cereais e leite de soja enriquecido serão suficientes.

5) Ácido Fólico

Uma deficiência de ácido fólico pode impedir uma adequada formação do tubo neural, resultando em problemas no desenvolvimento do sistema nervoso ou do canal neural, sendo comum a existência de complicações como a spina bifida (espinha bífida).

Tendo em conta que o tubo neural apresenta um desenvolvimento completo muito antes da maioria das mulheres se aperceberem de que estão grávidas, o ideal será que todas as mulheres em idade fértil consumam boas quantidades de alimentos ricos nesta vitamina. Alimentos como vegetais folhosos verdes são boas fontes de ácido fólico. De forma geral, as dietas vegetarianas são muito mais ricas neste nutriente do que as dietas não-vegetarianas; logo, grávidas vegetarianas conseguem facilmente obter a dose mínima diária de ácido fólico.

6) Vitamina B12

A vitamina B12 é necessária durante a gravidez para controlar a divisão celular e para uma eficaz síntese proteica. Pensa-se que as reservas de vitamina B12 maternas não estão acessíveis ao feto.

Assim, a grávida terá que se assegurar de que as suas doses diárias desta vitamina estão a ser ingeridas. Para as mulheres vegetarianas, a escolha de alimentos enriquecidos com B12, como cereais e alguns produtos à base de soja, são uma boa opção.

7) Zinco

As necessidades diárias de zinco aumentam para o dobro durante a gravidez. A deficiência de zinco tem vindo a ser relacionada com problemas graves durante o parto. A maior parte das mulheres, vegetarianas ou não, não consome as quantidades mínimas recomendadas de zinco por dia. Vários estudos apontam para a semelhança entre a quantidade de zinco obtida através da alimentação vegetariana e a alimentação onívora, sendo ambas ineficientes em relação ao zinco.

Tendo em conta que o zinco é um nutriente importante para o crescimento e desenvolvimento, as mulheres grávidas devem incluir na sua alimentação diária uma maior quantidade e maior variedade de alimentos ricos neste nutriente. Legumes em geral, oleagenosas e leguminosas são excelentes fontes de zinco.

Você é vegetariana e esta grávida? Como tem sido sua alimentação?

Mande seus comentários.

A importância do pré-natal baseia-se na premissa que tudo o que a futura mamãe faz, ou deixa de fazer, durante os nove meses de gestação, tem um grande impacto na saúde do bebê. “É por essa razão que é tão importante seguir à risca as recomendações médicas e fazer todos os exames recomendados pelo obstetra nos meses que antecedem o nascimento do bebê”, diz o ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.

O pré-natal é o acompanhamento médico dedicado à gestante e ao bebê que tem como objetivo a prevenção, a orientação, o esclarecimento e o diagnóstico de qualquer alteração da saúde da gestante e/ou do bebê. “É durante o pré-natal que todas as dúvidas do casal serão esclarecidas, o que é muito importante, já que é possível descaracterizar alguns mitos que são muito frequentes neste período”, ressalta o médico.

Em média, uma gravidez dura quarenta semanas, por essa razão além da qualidade das consultas, a frequência é fundamental. “Durante o pré-natal, as consultas são mensais até a 32ª/33ª semana, quinzenais, até a 37ª semana e, semanais, a partir da 40ª semana. Após esse período, a gestante deve ser acompanhada pelo obstetra a cada dois ou três dias”, explica Aléssio Calil Mathias.

Garantir que a gestante e o nenê mantenham-se saudáveis durante os nove meses é a principal missão do pré-natal, mas o período também possui outros atributos. “Além de fazer o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e diagnosticar intercorrências clínicas e/ou obstétricas, os nove meses de gestação tem também a função de preparar o casal para o parto, assim como para a amamentação”, reforça o obstetra Aléssio Calil Mathias.

A gestação é um período marcado por transformações físicas e emocionais, por isto, tanto a gestante quanto o seu companheiro têm muitas dúvidas durante este período que antecede o nascimento. “Todo casal que espera um bebê deve ter respostas às suas indagações. Quanto mais seguros sobre todo o processo que está por vir, melhor e mais tranquilo será o parto. Todas as vantagens e desvantagens de cada escolha devem ser esclarecidas”, conta Mathias.

“Hoje, recomendamos que o pré-natal comece antes mesmo da concepção, preferencialmente, três meses antes. Pois, assim, a mulher poderá realizar uma consulta médica completa, bem como todos os exames prévios à gestação. Se houver qualquer alteração, tanto clínica como laboratorial, ela mulher poderá, em tempo hábil, realizar o tratamento mais apropriado. O uso de ácido fólico, três meses antes da concepção, com o objetivo de diminuir a incidência de malformações do sistema nervoso central faz parte desta fase anterior à concepção”, diz o médico. Além disso, se a mulher que deseja engravidar é obesa, diabética ou hipertensa, é muito importante realizar um tratamento prévio à gestação com a finalidade de alcançar o controle e o equilíbrio antes da concepção.

Para o obstetra, a primeira consulta do pré-natal é a mais importante. Afinal, é nessa consulta que se estabelecerá uma relação mútua de confiança entre a grávida e seu médico. “Geralmente, a primeira é a consulta mais demorada, pois será questionada toda história clínica da gestante, bem como todos os antecedentes pessoais e familiares, hábitos, vícios, cirurgias prévias e uso de medicamentos”, explica o diretor da Clínica Genesis.

Além disso, é nesta primeira consulta que serão solicitados vários exames como hemograma, glicemia de jejum, tipagem sanguínea + fator RH, sorologias para toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, sífilis, AIDS, hepatite B e C, urocultura + antibiograma, exame de fezes, prevenção do câncer do colo uterino (Papanicolau) e ultrassonografia obstétrica. “Muitos destes exames serão repetidos no decorrer do pré-natal, assim como a ultrassonografia, que será realizada conforme a idade gestacional”, esclarece o ginecologista.

Segundo Aléssio Calil Mathias, “durante o pré-natal podemos identificar mulheres com maior risco de complicações durante a gestação e o parto e podemos utilizar os recursos necessários para garantir uma gravidez e um parto saudáveis, diminuindo as chances da ocorrência de problemas para a mãe e o nenê”, diz.

De acordo com o especialista, a intercorrência clínica mais frequente durante a gravidez é a anemia. É por essa razão que os obstetras recomendam o uso de sulfato ferroso durante o pré-natal. “No parto normal, a grávida perde em média 500 ml de sangue e na cesárea, 800 ml. Imagine se por qualquer motivo a perda for maior? Não podemos nos esquecer de que após o parto é necessário disposição e saúde para os cuidados com o bebê e para a amamentação”, alerta o obstetra.

Outra intercorrência clínica comum durante a gestação é a infecção urinária. “É fato que de todas as gestantes, 6% apresentarão bacteriúria assintomática, que é uma infecção urinária que não apresenta sintomas; destas 30% evoluirão com um tipo de infecção urinária mais grave que necessitará de internação hospitalar”, informa o diretor da Clínica Genesis. Mas, se a gestante contar com o acompanhamento pré-natal, tratar esse problema será bem mais fácil e seguro. Outro problema comum e que pode ser tratado durante o pré-natal é a hipertensão arterial, presente em 10% das gestantes, sendo a maior causa de óbito materno, se não tratada previamente.

Em relação à saúde do bebê, Mathias conta que a incidência de nascimento de bebês prematuros no grupo de mães que fazem o pré-natal não chega a 10%, sendo que daquelas que não contam com o acompanhamento apropriado chega a 40%. “Quando falamos de bebês prematuros devemos pensar em maior mortalidade neonatal, maior tempo de internação com cuidados intensivos, ou seja, UTI Neonatal, maior chance de sequelas, além do desmame precoce”, diz o médico.

A atividade física deve ser estimulada previamente à gestação e poderá ser praticada inclusive nos primeiros meses. Entretanto, deve ser evitada a atividade física de impacto. As gestantes que não praticam uma atividade física regularmente podem iniciá-la, após o terceiro mês. “Recomendamos as atividades aeróbicas, bem como a musculação, a natação, a hidroginástica, dentre outras, mas sempre com o acompanhamento de um profissional de educação física habilitado”, conta Aléssio Calil Mathias.

“Deve-se evitar que a gestante ultrapasse o ganho de 12 kg. O ideal é em torno de 9 kg, ou seja, 1 kg por mês. O ganho de peso excessivo está relacionado a uma maior chance de hipertensão, diabetes e aumento de peso do bebê, podendo influir diretamente na duração do trabalho de parto e também no tipo de parto. O acompanhamento nutricional durante a gestação é fundamental”, defende o obstetra.

CONTATO:

www.clinicagenesis.com.br

http://twitter.com/dralessio

http://gestacaosaudavel.wordpress.com

Saiba no vídeo abaixo do programa WTN Absoluta com a Joana Prado um pouco mais sobre a importância da alimentação durante a gravidez para você e para o bebê.

Novas evidências estão mostrando o quanto é importante para a mulher grávida comer comidas saudáveis e nutritivas.

Por exemplo as futuras mamães que comem vegetais todos os dias têm crianças com menor propensão a desenvolver o diabetes tipo 1, segundo um estudo feito na Universidade de Gotemburgo (Suécia). Os resultados foram publicados recentemente no jornal Pediatric Diabetes.

Este é o primeiro estudo a mostrar uma conexão entre a ingestão de vegetais durante a gravidez e o risco da criança desenvolver diabetes tipo 1 mais tarde, mas outros estudos de vários tipos serão necessários antes que possamos dizer algo definitivo.

O estudo envolveu a análise de amostras de sangue de quase 6.000 crianças com até cinco anos de idade.

No diabetes do tipo 1, determinadas células no pâncreas gradualmente perdem a capacidade de produzir insulina, levando à deficiência do hormônio. Crianças com risco de desenvolver o diabetes tipo 1 têm anticorpos em seu sangue que atacam essas células produtoras de insulina.

Das 6.000 crianças acompanhadas, 3% apresentava níveis elevados desses anticorpos ou já haviam desenvolvido totalmente o diabetes tipo 1 aos cinco anos de idade.

Esses marcadores de risco eram duas vezes mais comuns em crianças cujas mães raramente comeram vegetais durante a gravidez. O risco foi o mais baixo entre as crianças cujas mães afirmaram ter comido vegetais todos os dias durante a gravidez.

Nós não podemos dizer com certeza, com base apenas neste estudo, que são os próprios vegetais os responsáveis por esse efeito protetor, mas outros fatores relacionados não parecem explicar essa conexão. E tampouco essa proteção pode ser explicada por outros fatores ligados à dieta ou a outros fatores de risco conhecidos para a doença.

O termo vegetais, nesta pesquisa, englobou todos os tipos de vegetais, exceto os tubérculos.

Engordar demais faz mal tanto para a mãe, quanto para o bebê. Por isto mesmo a escolha por alimentos saudáveis garante uma gravidez mais tranquila.

Veja no vídeo abaixo uma reportagem do SPTV da TV Globo, em que o obstetra Eduardo Zlotnic fala exatamente sobre a alimentação ideal para as grávidas.

Você sabe qual o peso ideal para cada semana da sua gravidez?

Pois saiba que no site da Zazou tem uma calculadora online gratuita do Peso Ideal a cada semana, que usa como base uma tabela do Ministério da Saúde. Pode acessa-la pelo seguinte link abaixo:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal

O consumo excessivo de vitamina E durante a gravidez pode aumentar o risco de o bebé nascer com um defeito congénito no coração, foi o que concluiu um estudo holandês publicado na revista BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology.

Para este trabalho, os cientistas analisaram 276 mães de crianças nascidas com estes problemas e 324 parturientes que deram à luz bebés saudáveis.

Os dados recolhidos permitiram concluir que a probabilidade de um recém-nascido nascer com defeito congénito no coração é 70% superior naqueles cujas mães consumiram as doses mais elevadas de vitamina E.

Os especialistas verificaram ainda que o consumo, na dieta diária, de grandes quantidade de vitamina E aliado à ingestão de suplementos que contêm esta substância aumentava entre cinco a nove vezes a probabilidade de defeitos congénitos no coração.

Os investigadores explicam que este tipo de regime pode desequilibrar o estado oxidante/antioxidante dos tecidos embrionários. Outros possíveis mecanismos para os efeitos adversos do elevada ingestão de vitamina E incluem a modificação de genes envolvidos no desenvolvimento embrionário do coração e a inibição das enzimas celulares relacionadas com a eliminação das toxinas naturais do corpo.

Dor, sensação de peso, cansaço,queimação, inchaço e formigamento nas pernas são alguns dos sintomas de varizes. Atento ao problema, que costuma afetar muitas gestantes, a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ) lançou uma cartilha para ajudar as futuras mamães a prevenir o problema e ter uma gravidez mais tranquila.

A partir de hoje, primeiro dia da 5ª Semana Estadual de Saúde Vascular, o material estará disponível em diversos hospitais públicos como o Pedro Ernesto, Souza Aguiar e Miguel Couto.

Durante a gravidez, há um aumento no volume de sangue circulante e consequentemente aumenta o trabalho venoso. Além disso, alterações hormonais, como o aumento da progesterona que é responsável pela dilatação das veias, também aumentam o risco da formação de varizes.

E não é só isso. O útero vai aumentando de tamanho e vai comprimindo as veias do abdômen e da região pélvica, o que coloca um obstáculo para a subida do sangue das pernas para o coração.

O importante é atentar para prevenção. Algumas medidas podem evitar ou minimizar o aparecimento das varizes na gestação. Atividades como hidroginástica e caminhadas podem ajudar porque a panturrilha fortalecida massageia as veias da perna. O uso diário de meia elástica é recomendável e saudável, mas deve ser prescrita por angiologista ou cirurgião vascular. Evitar permanecer longos períodos em pé também é importante. Além disso, descansar com as pernas elevadas, sempre que possível, facilita o retorno do sangue. Drenagem linfática, com profissionais qualificados e orientação médica também é indicado.

As varizes que aparecem durante a primeira gravidez frequentemente desaparecem após o parto.

Já as que surgem a partir da segunda gestação costumam permanecer depois do nascimento do bebê. Mulheres que têm pais com varizes devem ficar mais atentas porque correm maior risco de também apresentarem o problema.

Além da gravidez, a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo e a exposição ao calor por tempo prolongado podem facilitar a formação de varizes. Por isso, principalmente durante a gestação, deve-se evitar esses hábitos, segundo informações de especialistas.

Na página da sociedade (www.sbacvrj.com.br) podem ser postadas dúvidas para os angiologistas e cirurgiões vasculares. Basta clicar no ícone Pergunte ao Doutor e aguarda pela resposta.

E você como esta lidando com o assunto?

Como tudo na vida exige um equilíbrio, no caso da gestação não é diferente. Poucas mulheres sabem, mas peso demais ou de menos pode ser um obstáculo na vida de quem deseja engravidar.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infertilidade é um distúrbio mais comum do que parece e afeta entre 15% e 20% dos casais no mundo.

De acordo com o ginecologista e obstetra Newton Busso, fundador do Projeto Beta de Reprodução Assistida com Responsabilidade Social e Professor de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o excesso de peso implica na produção elevada de determinados hormônios que podem interromper a ovulação.

Sendo que estatísticas apontam que entre 8% e 10% das mulheres que desejam engravidar encontram-se acima do peso.

Com quilos extras, é comum a mulher ter ciclos irregulares, ovular com menor freqüência e assim ter as chances de gestação reduzidas. Isso acontece porque o aumento da gordura corporal eleva a produção de estrógeno que provoca um desequilíbrio que manda uma mensagem à hipófise de que não é mais necessário liberar mais hormônios aos ovários.

O ideal nesses casos é a mudança de hábito: a adoção de uma dieta equilibrada associada à prática regular de exercícios físicos.

E mais: a obesidade também altera os níveis de insulina liberados pelo pâncreas, desencadeando uma superprodução de hormônios masculinos e gerando uma interrupção na liberação dos óvulos.

Por outro lado, um índice de gordura corporal abaixo de 17% significa uma produção menor de determinados hormônios, como o estrógeno, por exemplo, e uma possibilidade de interrupção na ovulação. Muitas vezes, lembra o especialista, essa magreza excessiva está associada à prática desmedida e exagerada do esporte ou envolve casos mais graves de anorexia ou bulimia.

Quem se encaixa em um dos casos acima e está tentando engravidar, deve procurar a ajuda de um especialista para investigar o que está acontecendo com o organismo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, inférteis são aqueles casais que estejam tentando engravidar há mais de um ano, mantêm relações sexuais com freqüencia e não usam métodos contraceptivos.

Gostaria por fim de comentar um pouco sobre o Projeto Beta, que foi criado em 2005 por um grupo de médicos e professores universitários. o Beta oferece qualidade assistencial e tratamento humano na área da infertilidade, adequando o preço às condições financeiras do casal. Formado por uma equipe multidisciplinar composta por ginecologistas, urologistas, enfermeiros, biólogos e biomédicos, o projeto, localizado no bairro da Bela Vista, em São Paulo, oferece todo tipo de tratamento na área da reprodução assistida. Uma vez ao mês, sempre aos sábados, o Projeto Beta oferece palestras gratuitas para tirar dúvidas sobre o assunto. Mais informações no site: www.projetobeta.com.br

Apenas para sua informação apesar de que o Ministério da Saúde advertir de que a criança que mama no peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta, e ainda de que o uso de mamadeira, bico ou chupeta prejudica o aleitamento materno, e também que a maioria das mães querer amamentar o seu bebê, ainda em muitos casos infelizmente algumas mamães não conseguem amamentar o seu bebê, sendo necessário recorrer às mamadeiras.

Não custa lembrar ainda de que o leite materno contém todas as substâncias necessárias para satisfazer as necessidades nutricionais do bebê, além de satisfazer uma necessidade biológica primária do bebê.

Queria então passar a dica de que existem no mercado mamadeiras que atendem melhor a fisiologia do recém-nascido, são as chamadas mamadeiras antirefluxo, conhecidas também como mamadeiras anticólicas.

A diferença principal é que elas possuem um sistema de fluxo continuo que trabalha com o ritmo de amamentação natural do bebê, o que ajuda a reduzir a alimentação em excesso e o regorgitamento.

O segredo esta na estrutura de válvula que permite a entrada de ar na mamadeira evitando a formação de vácuo, assim as bolhas de ar ficam no fundo da mamadeira e não se mistura no líquido, reduzindo sensivelmente a incidência de cólicas e gases no bebê. Por assegurar um ritmo de sucção ideal, torna o aleitamento artificial um momento de tranquilidade e naturalidade.

Conheça abaixo quais são os fabricantes das melhores mamadeiras Anti-Cólica e seus respectivos modelos:

1) Chicco (Fisiológica Angular)

É prática e higiênica. O bico não é ortodôntico e sim fisiológico. Possui base removível, facilitando a limpeza. Possui um sistema que evita a formação de bolhas, reduzindo a possibilidade do bebê regurgitar. Inclinação de 30 graus, facilitando o aleitamento. O bico fica sempre cheio de leite, reduzindo a incidência de soluço e cólica. Disponível na versão de 250 ml.

2) Mam (Ultivent)

Muito prática na hora de lavar. O bico é de silicone e ortodôntico simétrico, funcionando por compressão labial. A sua vedação não permite o vazamento do leite. O bico e a válvula funcionam em harmonia, liberando o líquido continuamente, reduzindo a incidência de soluço e cólica. Disponíveis nas versões de 160 e 260 ml, nas cores rosa e azul.

Mam (Ultivent)

3) Philips Avent (Airflex)

O bico exclusivo controla o fluxo do líquido, reduzindo a superalimentação e golfadas. A válvula interna fica localizada no bico da mamadeira. O sistema de diafragma, é flexionado para permitir a entrada de ar na mamadeira, reduzindo a cólica do bebê. Disponíveis nas versões de 125 e 260 ml.

Philips Avent (Airflex)

4) Dr. Brown’s (Standard)

O bico não é ortodôntico e sim fisiológico. Possui um sistema de ventilação interno que elimina o vácuo e as bolhas de ar. O bebê mama sem aspirar o ar, reduzindo a cólica e gases. Este sistema de válvula é o menos prático na hora da limpeza. Disponíveis nas versões de 120 e 240ml.

Dr. Brown’s (Standard)

Para o maior conforto do bebê, vale a pena investir nas mamadeiras anti-refluxo, o preço delas variam de R$18 à R$40, e vale a pena com certeza!

Você já teve desejos estranos na sua gravidez?

Muitos maridos já devem ter se perguntado se é mesmo preciso atender a todas as vontades incontroláveis que elas têm nesses meses. Por isto este post é para abordar este tema aqui também…

Você está com medo que seu filho nasça com cara de lichia caso você não vá ao supermercado no meio da madrugada e encontre a tal da fruta?

Pois é, sua mulher nunca gostou dessa fruta e agora ela quer de qualquer jeito…

Mas calma, pode ficar pior. E se ela resolver querer comer outra coisa ainda mais complicada de achar…

E como então lidar com esta situação?

Claro que tudo isso é um exagero, mas saiba que atender os desejos de uma mulher grávida pode até não ser obrigatório, mas existe uma explicação para eles e é indicado que sejam satisfeitos. A mulher quer ser mimada durante a gravidez. Então eu sugiro que os maridos atendam, sim. Não precisa sair desesperado atrás do que ela tem vontade, mas agradar dentro do possível fará muito bem.

Mas saiba de que esse desejo não é manha. Ele tem fundamento

Os hormônios da mulher durante a gestação, principalmente a progesterona, podem causar mudanças de apetite, pois essas alterações hormonais influenciam no centro da fome, no cérebro. Porém, apesar dessa explicação, não é uma necessidade fisiológica e não há motivo para preocupação.

Este desejo é mais emocional. Podemos tranquiliza-lo de que não tem bases fisiológicas e é benigno.

Se o homem puder atender a esses pedidos, ótimo. O que ela quer agora que está esperando um filho é atenção.

Mas e a vontade de comer tijolo, terra ou barro, que muitas gestantes apresentam nessa fase?

Essa sensação esquisita pode ser a denúncia de carência de ferro no organismo, mas não é uma regra. Outra preferência das mulheres esperando bebê são as frutas cítricas. Quando elas sentem muito enjoo, a vontade de comer coisas ácidas aumenta, porque a acidez melhora esse mal estar.

Também por causa dos hormônios, a futura mãe, muitas vezes, desenvolva aversão a certos alimentos que sempre gostou. O olfato da mulher fica muito sensível durante a gravidez. O cheiro de uma comida lembra outra e ela acaba tendo vontades. Por outro lado, muitos odores passam a deixá-la enjoada, mesmo os de alimentos que ela adorava antes de estar esperando um filho. O importante, em suma, é que a mulher seja bem cuidada nessa fase, faça acompanhamento médico e seja paparicada.

As mulheres devem tomar cuidados especiais para manter uma rotina saudável durante a gestação.

Neste vídeo abaixo de um especial sobre gravidez da Revista Veja, em que a cantora Negra Li, grávida de 7 meses, que por sinal esta vestindo roupas da Zazou no vídeo, conta que é possível sim, praticar exercícios e se alimentar bem durante a gravidez.

E você o que tem feito de atividade física? Como tem sido sua alimentação?

Para ajuda-la a saber se esta no peso ideal de acordo com seu tamanho e semana de gestação, segue abaixo o link para uma calculadora online gratuita do site da Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=peso_ideal

Uma resolução em vigor desde 2004 obriga os fabricantes de farinha de trigo e milho a adicionar no produto uma quantidade extra de ácido fólico, pois a vitamina é benéfica principalmente para as grávidas, pois previne má formação do sistema nervoso do bebê.

Para especialistas envolvidos no Estudo Colaborativo Latino-Americano de Malformações Congênitas (Eclamc), no entanto, as 150 microgramas do ácido fólico presentes em cada 100 gramas de farinha não são suficientes para suprir o que o corpo precisa. Dados do Eclamc mostram que o ideal seria 400 microgramas, mais que o dobro da quantidade atual. Para resolver o problema, sugerem que o nutriente seja adicionado também ao açúcar.

O argumento dos especialistas é de que os brasileiros consomem menos farinha do que os americanos. Adicioná-lo também ao açúcar, informa o professor de neurocirurgia Hélio Rubens Machado, da faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), seria uma forma de suprir o déficit.

As vantagens do ácido fólico, no entanto, não são unânimes. Um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) sugere que os benefícios de mais ácido fólico são inócuos porque o organismo tem dificuldade em metabolizar o nutriente adicionado à alimentação, que é sintético. Os cientistas também argumentam que há poucos estudos sobre efeitos adversos de um excesso do nutriente no organismo e uma suspeita de ele possa contribuir para o surgimento de alguns tipos de câncer.

O professor Renato Santos Mello, do Departamento de Biologia da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), teme que o ácido fólico em excesso para todos os brasileiros possa causar ainda outros danos. Como o nutriente é uma vitamina do complexo B (B9), pode mascarar a falta de vitamina B12, útil para o diagnóstico de anemia em muitas pessoas.

– O ácido fólico também dificulta o tratamento da malária, doença endêmica em muitas regiões do Brasil. Sou a favor da adição do nutriente, mas acredito que a sociedade precisa debater mais se vale a pena expor toda a população a uma grande quantidade –recomenda Mello.

O neurologista Hélio Machado acredita que o aumento da adição de ácido fólico não é suficiente para causar danos à população em geral. As mais beneficiadas, no entanto, continuam sendo as gestantes. O déficit da vitamina, que pode ser encontrado principalmente em verduras verdes como o espinafre e o brócolis, pode aumentar o risco do feto desenvolver alterações no tubo neural, que dão forma ao cérebro e a medula do bebê. Como a alimentação pode não suprir o que o organismo necessita, é de praxe recomendar suplementação de ácido fólico a mulheres que pretendem engravidar ou que já estão grávidas. Isso porque o cozimento dos alimentos diminui a ação da vitamina.

– Nas mulheres que planejam a gravidez a suplementação começa antes para evitar os riscos. Nesse caso, a mulher deve começar a ingerir ácido fólico três meses antes da gravidez até a 14ª semana de gestação. O problema é que muitas não planejam e engravidam com déficit de ácido fólico – alerta a obstetra Mirela Foresti Jiménez, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

Para quem ainda não sabe o ácido fólico faz parte do complexo B, também pode ser chamado de vitamina B9. O nutriente é importante para a renovação dos glóbulos vermelhos, peças fundamentais na respiração.

Ácido fólico é fundamental durante a gestação. O déficit do nutriente no organismo pode causar problemas de má formação do sistema nervoso do feto. A mais dramática consequência é o fechamento do tubo neural, parte do embrião que dá origem ao cérebro e medula. Em consequência disso, o feto pode até mesmo nascer sem cérebro

O nutriente pode ser encontrado principalmente em verduras verdes e nas leguminosas, como o grão de bico, e no germe de trigo, fígado e gema de ovo. No Brasil, as farinhas também contêm o nutriente. Outra forma é pela suplementação. Costumam ser prescritos para gestantes (até 14ª semana) ou mulheres que pretendem engravidar.

O que seu médico fala sobre o assunto? Ele recomendou que tome este suplemento?

Mandem seus comentários…

Sabemos bem de que uma das principais preocupações femininas (para não dizer paranônia) ao engravidar é como será a recuperação depois do nascimento do bebê.

Como fazer para perder os quilos extras adquiridos durante a gravidez?

Veja abaixo algumas dicas práricas da bailarina do programa do Faustão Aline Barros, que engordou mais de 24 quilos, conseguiu perder mais de 21 quilos em menos de seis meses depois do nascimento.

“Engordei bastante durante a gravidez. Foram 24 quilos. Porém, a recuperação foi tranquila. No primeiro mês com uma dieta e amamentando perdi 15 quilos. No quarto mês voltei a malhar na academia e para os ensaios do programa”, revelou a bailarina.

Aline contou ainda que a cirurgia plástica seria a última hipótese para recuperar a forma física. Ela afirmou que não recrimina quem faz a operação para conseguir emagrecer, mas que não faria lipoaspiração por ter aversão a este tipo de cirurgia. No entanto, ela confessou que pensa em fazer uma plástica nos seios. Segundo a bailarina, eles teriam ficado um pouco flácidos.

O cirurgião plástico Cláudio Bicudo aprova a decisão da mãe de Davi. Para ele, a operação deve ser um complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada e exercícios físicos.

O grande erro é não adotar uma rotina saudável, com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas delas (mães de recém-nascidos) querem emagrecer drasticamente e ficam sem comer. Várias mulheres depositam na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que a cirurgia será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico”, explicou o médico.

Bicudo esclareceu também sobre quando a mulher pode realizar intervenções cirúrgicas após dar a luz. Segundo ele, o ideal é que se espere pelo menos seis meses depois de parar de amamentar para o corpo se equilibrar com as alterações hormonais. O médico fez novamente um alerta para necessidade de ser feito um “programa de bem-estar” antes da cirurgia plástica.

“Se após a amamentação, a mulher ainda estiver acima do peso, sugerimos que ela faça acompanhamentos nutricional, endocrinológico, além de assessoria esportiva. A cirurgia plástica entra como a parte final deste programa, pois os melhores resultados são obtidos quando a mulher está em boas condições físicas e com o peso mais próximo do ideal”, destacou o cirurgião.

O professor da academia A!Body Tech do Shopping da Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Rodrigo Bencardino, concorda com a opinião do médico. Ele destacou que a atividade física ajuda no condicionamento diário da mulher. “A atividade física é muito importante para recuperação, pois ela fortalece a musculatura feminina. Além disso, a parte aeróbica ajuda o coração, o que melhora o condicionamento para mulher realizar suas atividades de sua rotina.”

A musculação seria o exercício mais indicado, segundo Bercardino, pois é um trabalho feito de forma individualizada que pode atender as necessidades de cada mulher. O professor ressaltou que a prática de atividades físicas só deve ser feita depois da liberação médica, mas que geralmente depois de três do parto as mulheres podem retomar a atividade física. Ele destacou que com força de vontade, boa alimentação e atividade física, a mulher consegue perder os quilos extras.

“As plásticas geralmente são mais vistas em artistas. Toda mulher seguindo uma rotina saudável de alimentação e exercícios físicos consegue recuperar o corpo e perder os quilos. A genética individual influencia, pois algumas voltam mais rápido outras demoram, porém todas conseguem”, finalizou.

Um novo estudo, sugere que as crianças cujas mães que tinham o colesterol elevado durante a gravidez tem uma tendência a apresentar uma quantidade de gorduras aumentada em suas artérias.

Pacientes normais, com elevação do colesterol, podem ser tratadas com drogas que o reduzam; tais medicamentos, entretanto, não podem ser usados durante a gravidez.

O Dr. Claudio Napoli e seus colaboradores, da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos, e também da Itália, haviam demonstrado previamente que estrias gordurosas, que são pequenas manchas superficiais de colesterol depositadas no interior das artérias de fetos causadas pelo acúmulo de colesterol, podem se transformar em verdadeiras lesões ateroscleróticas nas crianças.

Neste trabalho atual, os autores demonstram a progressão destas lesões. O estudo denomina-se Fate of Early Lesions in Children (FELIC). Os autores estudaram 156 crianças com até 13 anos de idade, que haviam morrido de outras causas que não cardíacas. Cerca de um terço das mães destas crianças apresentavam elevação do colesterol durante a gravidez. Foram estudados cortes da aorta destas crianças, em sua porção torácica e abdominal. Para medir as estrias gordurosas, os autores usaram técnicas de digitalização de imagem.

As estrias gordurosas foram mais numerosas em crianças de menos de 3 anos de idade, e cujas mães apresentavam hipercolesterolemia durante a gestação. Estas lesões eram, entretanto, uma média de 64% menores do que aquelas encontradas previamente nas aortas de fetos correspondentes, o que sugere que estas lesões possam diminuir após o nascimento. A progressão das lesões foi mais rápida em crianças nascidas de mães com aumento do colesterol do que em crianças nascidas de mães com colesterol normal.

Estes achados sugerem que a “hipercolesterolemia materna durante a gravidez induz a alterações na aorta do feto, que por sua vez determinam a susceptibilidade a longo prazo das crianças às estrias gordurosas e aterosclerose subsequente”.

Nos dois grupos de crianças (mães com colesterol alto e com colesterol normal durante a gestação), o tamanho das lesões de colesterol aumentou com o passar dos anos, mas no grupo de crianças com mães com colesterol elevado a evolução deste aumento foi muito mais rápida. Os autores concluem que as intervenções para se reduzir os níveis de colesterol durante a gravidez podem diminuir a aterogênese (Nota - formação de placas de aterosclerose) nas crianças.

Segue abaixo alguns dos sintomas que pode acontecer com você nos três primeiros meses da sua gravidez e algumas dicas úteis de como fazer para melhorar:

1) Você pode sentir: Muito sono e tontura

Para tentar melhorar: Procure repousar mais.

2) Você pode sentir: Vontade de fazer xixi muitas vezes

Para tentar melhorar: Não prenda o xixi. Se junto com a vontade de fazer xixi você tiver dor ou ardor, procure a unidade de saúde, pois você pode estar com infecção urinária.

3) Você pode sentir: Muita saliva

Para tentar melhorar: Tente engolir a saliva ao invés de cuspi-la. Beba água nos intervalos das refeições, em pequenas quantidades, várias vezes ao dia.

4) Você pode sentir: Enjôo

Para tentar melhorar: Procure comer em pequenas quantidades e várias vezes ao dia. Mastigue bem os alimentos. No momento do enjôo, dê preferência a alimentos mais secos, como torradas, biscoitos de sal. Evite sentir cheiros e sabores muito fortes, além de alimentos muito quentes, pois podem provocar mais enjôo. Evite passar mais de três horas sem se alimentar.

Por incrível que pareça um estudo feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que na maior parte das famílias entrevistadas o que as crianças comem em casa pode fazer mal.

Para o Ministério da Saúde, não se deve comer produtos industrializados antes dos 2 anos.

Veja o vídeo abaixo uma recente matéria do Bom Dia Brasil da TV Globo que aborda o assunto:

A nutricionista Maysa Toloni entrevistou 270 famílias. Descobriu que 67% das crianças nessa idade já tomaram refrigerante e 70% comeram biscoito recheado. Já 80% tinham consumido balas e chocolates e 90% dos pais adicionam açúcar ao leite ou suco dos filhos.

Isso pode ajudar a desenvolver cáries, leva à obesidade infantil. Corantes e conservantes presentes nos alimentos podem desencadear processos alérgicos e prejudicar o desenvolvimento e crescimento das crianças.

A pesquisa concluiu que o problema é falta de informação e por isto estamos aqui para ajudar a reverter isto e divulgar esta mensagem.

A nutricionista Maysa Tolon corrige: o coração pode ser mole, mas em nome da saúde dos filhos, a atitude deve ser firme: “Deve dar preferência a alimentos naturais, frutas, sucos e para uma alimentação balanceada e equilibrada”, ressalta.

Outro problema na alimentação das crianças apontado pela pesquisa é o uso do mel. Muitos pais acham que é mais saudável. Mas especialistas alertam que o mel é totalmente contra-indicado até o primeiro ano de vida.

Que mãe nunca sofreu ao presenciar uma crise de cólicas de seu filho recém-nascido?

Pois este foi o tema de uma recente matéria da revista Crescer, que trago aqui para sua informação.

Por mais que se tenha cuidado com a alimentação da mãe e do bebê infelizmente sabemos que em algum momento o desconforto intestinal aparece.

Mas isto já sabemos. A novidade é uma descoberta feita por pesquisadores da University of Texas Health Science Center em Houston, que promete melhorar a situação daquelas crianças que sofrem frequentemente com este problema.

Depois de analisar o organismo de 36 bebês, o estudo descobriu na bactéria Klebsiella uma possível causa das cólicas intestinais no início da vida. Os recém-nascidos sem cólicas, apresentavam diversos tipos de “boas” bactérias, enquanto aqueles com incômodo intestinal expunham apenas uma grande quantidade da Klebsiella e inflamação intestinal. Com a pesquisa, a bactéria entra para a lista de possíveis causas de dor intestinal em crianças com menos de 1 ano. Mas, as causas anteriores ainda são levadas em consideração.

Alguns pediatras afirmam que o motivo das cólicas que atingem cerca de 15% dos recém-nascidos e costumam se manifestar no finalzinho da tarde ou no começo da noite, é a imaturidade do sistema digestivo. No recém-nascido, os movimentos peristálticos (contrações da musculatura do intestino) ainda não estão coordenados e são um dos fatores para as cólicas dos bebês.

Outra hipótese para o problema é o ar deglutido pelo bebê ao mamar no peito ou na mamadeira. Esse ar passa para o intestino, causando dor e fortes contrações. Por isso, os pediatras sempre recomendam que a mãe faça o bebê arrotar depois das mamadas.

E, ainda, a alimentação da mãe pode contribuir para o desconforto do bebê. Os médicos aconselham que sejam evitados alimentos que provocam gases, como chocolate, leite de vaca e seus derivados.

Segundo o estudo da University of Texas Health Science Center, cólicas podem preceder problemas de intestino mais graves, como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca. Por isso, é importante tomar medidas que amenizem este desconforto. Um paciente que tem muitas cólicas deve ser observados durante os dois primeiros anos de vida.

O leite materno possui lactobacillus bifidus que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança. Ele também é rico em imunoglobulina A, que protege a mucosa intestinal. Além disso, o leite estimula o funcionamento do intestino pois é rico em lactose, o que faz com que o bebê evacue várias vezes e elimine muitos gases.

Seguem algumas dicas para minimizar as cólicas e a hora que esta doendo e que podem ser úteis:

1) Nunca deixe seu bebê chorando sozinho no berço. Pegue-o no colo e acalente-o, cantando músicas de ninar e fazendo movimentos suaves e ritmados.

2) Ande pela casa, afague sua cabeça e faça massagens com uma leve pressão em sua barriguinha.

3) Coloque-o de bruços sobre um lugar quentinho, que pode ser sua barriga ou um saco de água morna envolto numa fraldinha.

4) Experimente dar um chá morno de erva-doce, sem açúcar. Ele quebra as moléculas dos gases e facilita a eliminação.

5) Não perca a calma. Tenha em mente que seu bebê não está doente e que esse desconforto passará em pouco tempo.

Trago para sua informação um vídeo abaixo de uma entrevista do Bom Dia Minas com a nutricionista Caroline Fernandes, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, que fala e dá dicas sobre a importância da alimentação correta das gestantes, falando do que pode e o que não pode (para evitar diabete e azias), assim como como minimizar os enjôos e da água.

E você já estava seguindo algumas das orientações que ela passou no vídeo acima?

Mandem seus comentários.

Trago abaixo para sua informação um interessante trabalho dos médicos Rosiane Mattar, Maria Regina Torloni; Ana Pilar Betrán e Mario Merialdi, que foi publicado na Revista Brasileira de Ginecologia que fala da obesidade durante a gravidez:

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sobrepeso e obesidade são definidos como acúmulo anormal ou excessivo de tecido adiposo que pode levar a prejuízos para a saúde. Sendo que a gestação pode atuar como desencadeante da obesidade, ou como agravante, quando aquela for pré-existente.

A obesidade é um grave problema de Saúde Pública. Sua prevalência vem aumentando sistematicamente ao longo das últimas décadas, tanto em países desenvolvidos como em boa parte dos países em desenvolvimento. A situação mundial atual é tão grave que, no século 21, se fala em um epidemia global de obesidade, a chamada “globesidade”, que afetaria cinco dos seis continentes, poupando apenas a África Subsaariana.

Segundo as últimas projeções da OMS, em 2005, existiriam pelo menos 400 milhões de adultos obesos em todo o mundo, um aumento de mais de 50% em relação aos números de 1995; mais de um terço dessas pessoas habitam países em desenvolvimento. Para facilitar a comparação da prevalência da obesidade entre diversos países, em 1996, a OMS criou uma base de dados sobre o índice de massa corpórea (IMC) de adultos de quase todos os países do mundo (por gênero e segundo faixa etária), que é atualizada periodicamente. Ainda segundo a OMS, a obesidade seria hoje um dos maiores e mais visíveis, porém mais negligenciados, problemas de Saúde Pública em todo o mundo.

A epidemia de obesidade deve o seu grande avanço a uma série de fatores. Apesar de a predisposição genética ter papel relevante na suscetibilidade individual para se ganhar peso, o equilíbrio energético é basicamente resultante da ingestão calórica e da atividade física. Aliado aos avanços dos meios de transporte e da disponibilidade de equipamentos que facilitam o desempenho de quase todas as atividades da vida diária, nunca o acesso à comida foi tão fácil, e os alimentos ricos em gordura e açúcar são geralmente os mais baratos. Portanto, os confortos da sociedade moderna criaram um ambiente “obesogênico”.

Em 1994, Popkin5 chamou a atenção para o problema da “transição nutricional” dos países em desenvolvimento. Segundo esse autor, a troca de hábitos nutricionais tradicionais (baseados em grãos, fibras e frutas) por uma dieta ocidentalizada (rica em gordura saturada, alimentos refinados e açúcar) e um estilo de vida sedentário, além do aumento dos níveis de stress comuns ao meio urbano, resultariam em aumento das taxas de obesidade e doenças crônicas/degenerativas.

Como parte natural da epidemia mundial de obesidade, o número de mulheres em idade reprodutiva com sobrepeso também vem aumentando em todo o mundo, e o Brasil não é exceção. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o excesso de peso e a obesidade entre as mulheres cresceram 50% nos últimos 30 anos, sendo que, atualmente, mais da metade (51,9%) das brasileiras entre 20 e 44 anos estão com um IMC acima de 258. Contrariamente ao que muitos acreditam, a prevalência de obesidade é maior entre as mulheres brasileiras de baixa renda do que nas classes sociais mais favorecidas. Esse fenômeno não é exclusividade do Brasil e repete-se em quase todos os países em desenvolvimento com renda média intermediária.

Diversos estudos indicam que as obesas têm maior prevalência de amenorréia e infertilidade, sendo que 35 a 40% das mulheres com síndrome dos ovários policísticos são obesas. A obesidade também reduziria as chances de sucesso dos tratamentos para esterilidade e aumentaria a probabilidade de abortamento espontâneo.

Não existe um consenso quanto à definição de obesidade na gestação. Enquanto muitos autores utilizam como parâmetro o IMC (kg/m2) pré-gravídico ou no primeiro trimestre >30, outros utilizam o peso corporal da gestante superior a 150% do peso ideal.

Independente da definição, muitos estudos têm apontado que mulheres que iniciam a gravidez com IMC acima do normal (20 a 24,9) têm riscos mais elevados para diversas complicações. Por exemplo, segundo uma revisão sistemática, o risco de pré-eclâmpsia dobra a cada aumento de 5 a 7 kg/m2, o que equivale a um aumento no risco de 0,54% (IC95%=0,27-0,80) para cada 1 kg/m2 de aumento do IMC. Essa relação se manteve mesmo nos estudos dos quais foram excluídas as mulheres com hipertensão crônica, diabetes ou gestação gemelar e após ajuste para possíveis fatores de confusão17; da mesma forma, quanto maior o IMC materno inicial, maior o risco de diabetes gestacional (DG).

Segundo uma recente revisão sistemática que incluiu 70 estudos publicados nos últimos 40 anos, aquelas com sobrepeso (IMC=25-29,9), quando comparadas às mulheres com IMC normal, teriam uma Odds Ratio (OR) para DG de 1,97 (IC95%=1,77-2,19). Já mulheres com obesidade moderada (IMC=30-34,9) ou mórbida (IMC>34,9) teriam OR de 3,10 (IC95%=2,34-3,87) e 5,55 (IC95%=4,27-7,21), respectivamente. Para cada aumento de 1 kg/m2, a prevalência de DG aumentaria 0,92% (IC95%=0,73-1,10). As gestantes obesas também apresentam maior probabilidade de terem infecções urinárias e do trato genital inferior. O sobrepeso materno aumenta ainda os riscos de parto induzido, cesarianas, hemorragia maciça pós-parto e infecção puerperal.

Comparadas às mulheres de peso normal, as obesas têm maior risco de morte não apenas na vida adulta, mas também no ciclo gravídico-puerperal, mesmo em países desenvolvidos. Segundo os dados mais recentes do relatório confidencial sobre saúde materna e infantil do Reino Unido, 35% de todos os casos de morte materna eram de mulheres obesas, comparado com 23% da população materna geral, um aumento dramático, se comparado aos 16% de obesidade no relatório de mortalidade de 199321.

Os fetos são vítimas inocentes de diversos fatores ambientais adversos, entre eles os hábitos insalubres de suas mães. Enquanto os possíveis efeitos adversos do uso do álcool, fumo e drogas na gravidez são amplamente divulgados e conhecidos pela maioria dos médicos e leigos em geral, os riscos fetais decorrentes da obesidade materna são praticamente desconhecidos do grande público e também de muitos tocoginecologistas.

O excesso de tecido adiposo materno afetaria o concepto desde sua fase embrionária até o parto. A taxa de malformações fetais é maior em mulheres obesas do que naquelas com peso normal. O excesso de tecido adiposo parece interferir no metabolismo dos folatos, o que explicaria a maior incidência de defeitos do tubo neural entre as obesas, mesmo naquelas que recebem suplementação de ácido fólico nas doses recomendadas. O risco de óbito fetal é também significativamente maior entre as mulheres com peso acima da média, por motivos ainda desconhecidos. A macrossomia fetal é mais frequente entre as obesas, independente da associação com diabetes.

As obesas têm maior probabilidade de terem filhos obesos, especialmente se elas tiverem também DG ou síndrome metabólica antes de iniciarem a gestação ou se houver ganho ponderal excessivo durante a gestação. O excesso de tecido adiposo materno parece ainda ser capaz de comprometer a programação metabólica fetal, predispondo os filhos de mulheres obesas a serem futuros obesos e diabéticos, perpetuando o ciclo da obesidade.

Ainda não conhecemos todos os mecanismos fisiopatológicos e quais são os mediadores envolvidos na associação entre obesidade materna e desfechos obstétricos adversos. Da mesma forma, ainda faltam estudos adequadamente desenhados e bem conduzidos (tipo coorte prospectivo multicêntrico) que avaliem a influência das características sociodemográficas sobre a associação obesidade/resultados obstétricos adversos. Por exemplo, será que a raça da paciente, seu país de origem ou sua paridade não modificariam a magnitude desse efeito? Talvez a pouca escolaridade, o baixo nível socioeconômico, a qualidade do pré-natal ou seu ganho ponderal durante a gestação também desempenhem um papel relevante na modulação dos riscos decorrentes da obesidade na gravidez. São também necessários estudos que investiguem o efeito de intervenções específicas durante o período pré-concepcional e no pré-natal para redução desses riscos. Por exemplo: qual é a efetividade de sessões educativas ou consultas periódicas com médicos, nutricionistas, enfermeiras ou fisioterapeutas para a redução do peso de mulheres obesas que planejam engravidar? Qual o seu impacto sobre o ganho ponderal de gestantes obesas?

A obesidade é uma doença altamente prevalente em nosso meio, que afeta todas as classes sociais, mas principalmente as mulheres de baixa renda. É uma doença preocupante, pois, além de expor suas portadoras a maiores riscos de doenças crônicas e degenerativas ao longo de suas vidas, também eleva os riscos de diversas complicações maternas e perinatais graves, inclusive de mortalidade.

É tempo de agir. O papel da OMS é oferecer diretrizes técnicas baseadas em evidências e disseminar exemplos de práticas eficazes, incentivando o envolvimento de todos os segmentos da sociedade na luta contra a obesidade. Em 2004, foi lançada uma estratégia mundial que oferece orientações práticas e claras sobre formas de agir, com sugestões de implementação, avaliação e monitoramento contínuos.

As organizações profissionais e de classe devem apoiar os esforços das autoridades governamentais na prevenção e no tratamento da obesidade e suas complicações. Os consumidores, os leigos e suas organizações podem colaborar divulgando informações e mantendo o público em geral ciente dos riscos decorrentes da obesidade. Os profissionais especializados na saúde da mulher devem se aliar às autoridades governamentais para estabelecer metas, planejar e implementar estratégias de prevenção primária, de tratamento e de controle da obesidade para suas pacientes em todas as fases de suas vidas. Durante a gestação, é preciso estar atento e conhecer os riscos específicos associados ao binômio obesidade/gravidez, e implementar as melhores intervenções existentes para tentar reduzir esses riscos, além de educar e encorajar as pacientes para que planejem engravidar com um peso corporal adequado na próxima gestação. Afinal, assim como avisamos com naturalidade nossas gestantes que fumar acarreta riscos para sua saúde e a do seu bebê, deveríamos também informá-las, de forma clara e objetiva, sobre os riscos decorrentes do excesso de peso.

Veja só o caso de uma mulher da cidade de Beechwood no interior da Grã-Bretanha, que foi aconselhada a emagrecer para poder adotar uma criança.

Melanie King, hoje com 39 anos e um filho de 4 anos, pesava 127 kg e sofria de problemas de saúde decorrentes da obesidade, como asma.

Depois de ser recusada na Grã-Bretanha para um tratamento de inseminação artificial por causa de seu peso, e de ter sofrido um aborto espontâneo ao fazer uma tentativa em outro país, ela e o marido decidiram optar pela adoção.

Mas o processo só foi concluído depois que ela perdeu cerca de 50 kg, o que levou aproximadamente oito meses.

Ela hoje trabalha como conselheira da empresa que licencia a dieta.

Um representante do Conselho de Middlesbrough, que cuidou do processo de adoção, explicou ao jornal local “Evening Gazette” que o bem-estar da criança é o principal critério na avaliação dos possíveis pais adotivos.

“Confiamos em informações transmitidas por profissionais de saúde para compreender o estilo de vida do casal. Algumas vezes, somos advertidos sobre as implicações na saúde de um candidato por causa de seu Índice de Massa Corpórea (IMC), mas não temos um peso específico que a pessoa tenha que atingir”, disse o representante

E você o que acha disto? Acha que deveriam ter feito isto?

Dieta saudável e aleitamento materno são fundamentais para a saúde dos bebês. No entanto, a maioria dos pais troca esses hábitos por alimentos ricos em gordura e açúcar, de acordo com uma pesquisa realizada pela disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O estudo indica que a introdução de produtos industrializados, como macarrão instantâneo, açúcar refinado, suco de frutas artificial, salgadinhos e embutidos, começa antes dos três meses de idade, e que 67% dos responsáveis oferecem tais guloseimas aos filhos. Boa parte desses pais é formada por jovens, com baixa escolaridade e menor poder aquisitivo.

A ingestão precoce, continuada e excessiva de opções altamente calóricas e de baixo valor nutricional está associada ao abandono da amamentação e ao baixo consumo de frutas, legumes, cereais e hortaliças. Além de esse comportamento comprometer o crescimento e desenvolvimento infantil, também é comum desencadear processos alérgicos, carências de vitaminas e minerais, obesidade infantil e o surgimento, cada vez mais precoce, das chamadas doenças crônicas não-transmissíveis, que incluem diabetes, hipertensão arterial, obesidade, dislipidemias, acidente vascular cerebral, diversos tipos de cânceres, artroses, enfisema pulmonar, entre outras.

Tem ainda a séria questão de ressaltar o problema da obesidade infantil. Para ter uma idéia cerca de 10% das crianças apresentam excesso de peso e aproximadamente 20% dos adolescentes estão acima do peso. Vale lembrar que 60% das crianças e adolescentes obesos já sofrem de hipertensão e dislipidemia, que é o aumento do nível de gordura no sangue e que está intimamente ligada às doenças coronarianas.

Apesar de os pequenos nascerem com preferência pelo sabor doce, o Ministério da Saúde recomenda que a adição de açúcar seja evitada nos dois primeiros anos, pois não contribui nutricionalmente e ainda aumenta a incidência de cáries e o valor calórico da dieta. Na prática, não é o que acontece.

A pesquisa aponta que, até os três meses, 31% dos pais afirmaram ter oferecido açúcar ao filho; 49%, chás; e, 18%, mel. Até os 12 meses, esse número é ainda maior. O açúcar atinge o índice de 87%; o chá, 88%; e, o mel, 73%.

Portanto, nada de tentar satisfazer o paladar da garotada apenas para atender às suas manhas e reclamações. O uso do mel, por exemplo, é totalmente contra-indicado no primeiro ano de vida devido à imaturidade da flora intestinal e ao risco de favorecer as intoxicações alimentares causadas pelo bacilo Clostridium botulinum, responsável pela transmissão do botulismo intestinal.

Em festas ou até mesmo em casa, não é difícil ver bebês saboreando refrigerantes em suas mamadeiras. A atitude está para lá de errada. Além de os refrigerantes possuírem açúcar, contêm corantes e aditivos químicos e, mesmo em ocasiões especiais, a criança deve receber alimentação especialmente preparada para ela de forma caseira e balanceada, evitando a integração precoce a uma dieta pobre em nutrientes e hipercalórica.

Mas, segundo os dados apurados, entre o primeiro e o sexto mês, 12% das crianças já experimentaram a bebida. Até os nove meses, esse índice sobe para quase 20%, enquanto até o primeiro ano, para mais da metade (56,5%).

Por conta disso, bom ressaltar a importância de se manter a amamentação exclusiva até os seis meses, sendo desnecessária a oferta de água, chás ou qualquer outro alimento sólido ou líquido. Somente depois dos seis meses é que a criança está apta a receber, de forma lenta e gradual, outros alimentos adequados à idade, mas sempre mantendo o leite materno até, no mínimo, os dois anos de idade.

Michelle Souza, 31 anos, se enquadra fora das estatísticas apresentadas pela pesquisa. Mãe de primeira viagem, não alimenta o filho Rafael Souza Callamari, de sete meses e meio, com os produtos citados na pesquisa. “Eu não como essas coisas e não quero que ele aprenda a consumi-las. Odeio suco artificial. É tão fácil pegar a fruta e comer”, afirma.

Apesar disso, conta já ter oferecido algumas papinhas industrializadas ao bebê. “No chá, colocava açúcar derivado do milho, mas nem isso a pediatra liberava. Mas é porque ele não gostava se não estivesse doce”, complementa. Rafael pesa 8,7 kg e mede 83 centímetros. “Ele é comprido e nunca foi gordo”, acrescenta a mãe.

Estudos sugerem que, tanto em países desenvolvidos como nos em desenvolvimento, o consumo de alimentos industrializados de baixo valor nutritivo está associado ao menor nível socioeconômico da população. A pesquisadora lembra que o menor poder aquisitivo também pode estar associado à baixa escolaridade materna e, consequentemente, a falta de acesso a informações em saúde e a influências exercidas pelo mercado publicitário. “Alguns estudos citam, inclusive, a influência da publicidade sobre a confiança que as mães depositam nos produtos apresentados nos comerciais.”

A mãe Michelle, por exemplo, lembra de uma ocasião em que a propaganda não condizia com a realidade. “Fui a um evento e havia degustação de papinhas para bebês. A promoter dizia que aquele produto era muito melhor do que fazer papinha em casa, pois não tinha agrotóxicos. Acho bem provável uma mãe acreditar nisso.”

Para chegar às conclusões apresentadas, a pesquisa contou com informações coletadas em 2007, mas só agora compiladas e divulgada, de 270 pais de crianças frequentadoras de berçários de creches públicas e filantrópicas da capital paulista.

A gravidez é um momento único na vida da mulher. Mas, logo após receber a notícia de que está gerando uma criança, surgem algumas dúvidas sobre a rotina e os hábitos que podem ser mantidos ou devem ser alterados.

“Há risco de abortar se continuar a fazer exercícios físicos?”, “será que estou me alimentando corretamente?” ou “posso continuar a ter uma vida sexual ativa?”, dentre várias outras questões. Pois é sobre isto que vamos conversar agora aqui neste Blog, até por que sabemos que é comum a mulher ficar confusa como relação ao ritmo de vida nessa época. Afinal, ela deseja fazer o melhor para que ela e o bebê tenham qualidade de vida durante a gravidez.

Quem vai nos ajudar nisto é a Dra. Rosa Maria Neme (CRM SP-87844), que é graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1996) e doutorado em Medicina na área de Ginecologia pela Universidade de São Paulo (2004), que esclarece abaixo várias dúvidas e para que a mulher tenha uma gravidez tranqüila, sem ter de abrir mão de tudo o que está acostumada a fazer.

1) A mulher que tem um ritmo intenso nas atividades físicas precisa dar uma pausa nos três primeiros meses ou pode dar continuidade com exercícios leves?

A mulher grávida pode e deve manter os exercícios com uma intensidade menor no início da gravidez, a não ser que tenha alguma contra-indicação, como sangramentos, dores importantes, por exemplo.

2) É importante a gestante ter uma atividade física? Qual a mais indicada?

É muito importante. A atividade física mantém o condicionamento físico da gestante, ajuda no controle de peso e diminui a chance de desenvolvimento de doenças na gestação, como o diabetes gestacional. Indica-se sempre exercícios orientados por um profissional, sempre com uso de frequencímetro. Os exercícios mais indicados são a hidroginástica, yoga, pilates, exercícios aeróbicos leves e musculação com pequenas cargas.

3) Antes de engravidar, a mulher tem um corpo torneado e deseja mantê-lo durante a gravidez. Ela pode malhar até que fase?

Ela poderá malhar durante toda a gestação, mas os exercícios devem ser acompanhados por um profissional. Na musculação, devem ser diminuídos os pesos e restringidos alguns exercícios. Na parte aeróbica, deve-se ter um controle bastante rigoroso da frequência cardíaca.

4) No último trimestre, as pernas costumam ficar mais inchadas e pesadas. Por conta disso, há algum tipo de atividade física mais indicada para este período?

Idealmente nessa fase, recomenda-se exercícios aeróbicos leves e principalmente diminuição da quantidade de sal ingerido na dieta e realização de drenagem linfática pelo menos 2 a 3 vezes por semana.

5) Que tipo de alimentação a gestante deve manter para evitar o ganho excessivo de peso, inchar ou provocar algum distúrbio no bebê?

A gestante deve buscar de preferência sempre o auxílio de uma nutricionista, que indicará alimentos saudáveis, com pouca quantidade de sal e hipocalóricos.

6) Existe alguma dieta que ajuda a evitar o aparecimento de estrias?

Dieta, não. Idealmente a gestante deve procurar engordar no máximo 10 quilos durante a gravidez, o que já ajuda a evitar o aparecimento das estrias. Outro fator que pode ajudar bastante, é manter a hidratação pelo menos 2 vezes ao dia de áreas mais freqüente de aparecimento de estrias como mamas, barriga e bumbum. Fora isso, resta o fator genético, aonde algumas gestantes têm mais predisposição a terem estrias que outras mulheres.

7) Qual o principal mito em relação ao sexo durante a gravidez?

O principal mito é que a relação sexual é proibida na gestação, porque pode interferir na evolução do bebê, causar parto prematuro ou machucar o bebê.

8) Como fica o apetite sexual da mulher durante a gravidez?

O desejo sexual muda muito nas diferentes fases da gravidez. No primeiro e terceiro trimestres, há uma diminuição do desejo e atividade sexual. No segundo trimestre, nota-se um aumento do apetite sexual nas grávidas.

9) É mais comum mesmo elas verem o desejo sexual diminuir? Por que isso acontece?

Somente no primeiro e terceiro trimestres. No primeiro trimestre, esta diminuição está relacionada com sintomas desagradáveis, como o medo de abortamento, medo de machucar o bebê e as mudanças físicas e psíquicas às quais o casal deve se adaptar. No segundo trimestre, há um aumento do desejo sexual, às vezes sendo até maior que o desejo e resposta sexual da vida sexual anterior à gravidez.
No terceiro trimestre, a diminuição do desejo acontece pelo mal-estar físico, cansaço, o estresse, ansiedade, o incômodo no momento do coito e as mudanças no corpo que podem prejudicar o desejo sexual, já que a mulher pode se sentir menos desejada, por causa do medo de ser rejeitada.

10) Existem restrições para a atividade sexual no período de gestação?

Não. Inclusive, isto proporciona uma maior interação entre o casal durante esta fase.

11) Há algum tipo de influência para o feto quando o casal faz sexo durante a gravidez? Existe algum período em que o sexo seja contra-indicado?

Não. Há situações que ele é proscrito para estas mulheres, mas somente em situações que coloquem em risco o bem estar da gestação, como por exemplo, nas ameaças de abortamento ou de trabalho de parto prematuro.

12) E o sexo após a gravidez? É preciso um período de abstinência? Como retomar a vida sexual?

Em geral, solicitamos uma restrição de 40 dias para retorno às atividades sexuais, já que o útero está voltando a seu tamanho normal e o tecido de dentro do útero está cicatrizando.

13) Após o nascimento do bebê, muitas mulheres notam uma redução do desejo sexual. É normal? O que deve ser feito para melhorar?

Isto é normal acontecer, principalmente nas mulheres que amamentam. O hormônio que estimula a formação e ejeção do leite da mama diminui a produção de testosterona no corpo da mulher, diminuindo, consequentemente, a libido. Além disso, a mulher após o nascimento do bebê tende a ficar mais cansada pelo ritmo de vida diferente nesta fase.

14) Qual é a melhor maneira de conversar com o parceiro sobre esse assunto?

Idealmente isto deve ser abordado pelo médico obstetra na frente do marido, mostrando que não se trata apenas de uma “má vontade” da mulher em ter relações e que o problema é realmente fisiológico (por alteração do hormônio). Além disso, a mulher deve conversar com o parceiro sobre isto.

15) Durante quanto tempo essa situação tende a continuar (a falta de libido) e como melhorar essa situação?

A falta de libido pode persistir até a parada da amamentação. Eventualmente podem ser prescritos medicamentos naturais que aumentam um pouco a libido, permitindo que o casal tenha uma vida sexual relativamente freqüente. Praticar exercícios físicos que diminuem a sensação de cansaço e aumentam um pouco a produção da testosterona também é indicado.

Espero que tenha ajudado a melhor informar sobre estes assuntos e tirar suas dúvidas.

No video abaixo do programa Bem Estar da GNT a nutricionaista Malu Bastos ensina como montar um café da manhã saudável para evitar o peso excessivo durante a gestação.

Fica uma dica de um documentário bem legal no hoje (quarta 08 de julho) às 16hs no canal Discovery Home & Health (da Net/Sky) chamado:

Corpo em Evidência: Gravidez em Forma

Nele vai encontrar várias dicas úteis de como se manter em forma durante a gravidez.

Se perderem vai reprisar no dia 12/07 ás 05:00 também no Discovery Home & Health.

A Revista Boa Forma da Abril deste mês, traz uma entrevista com a modelo e apresentadora Ticiane Pinheiro, estrela do catalogo de alto inverno 2009 da Zazou, que esta prestes a dar à luz uma menina. Nela a apresentadora de 33 anos aposta na dobradinha dieta saudável e exercícios para controlar o ponteiro da balança.

Ticiane Pinheiro Grávida Vestindo Roupas para Gestante de Inverno da Zazou

Veja abaixo como ela mantém a forma aos oito meses de gravidez.

1) Como é a sua alimentação?

Desde que fiquei grávida, passei a seguir as orientações da nutricionista com mais disciplina. Todos os dias tomo um copo de suco de abacaxi com hortelã e couve ou uma vitamina de linhaça, banana e maçã pela manhã. Para não extrapolar nas refeições, como uma fruta ou um punhado de castanha-do-pará, nozes e ameixa seca a cada duas horas. Essas táticas me ajudam a controlar direitinho o peso.

2) Você está malhando?

Sim, com moderação. Caminho na esteira por 40 minutos diariamente e aposto em sessões de pilates duas vezes por semana, para melhorar o alongamento e diminuir as dores na lombar. Já estava acostumada com as aulas, apenas diminuí a intensidade dos exercícios. Ainda assim, continuo tendo ótimos resultados!

3) O que faz para driblar a ansiedade?

Quando chego em casa, depois do trabalho, reservo 15 minutos e deito com as pernas esticadas para cima. É nesse momento que converso com a minha filha. São instantes mágicos, que me tranquilizam bastante. Aí aproveito para me cuidar: passo um creme enriquecido com manteiga de cacau nos seios e nos quadris, para hidratar a pele e prevenir estrias.

4) Dica valiosa

Para combater o inchaço e aliviar a tensão, comuns na gravidez, Ticiane aposta no óleo de prímula: “Tomo duas cápsulas por dia. Ele ajuda a me acalmar e a combater a retenção de líquidos”.

Existem uma série de cuidados e precauções que uma mulher grávida de multiplos, junto ao seu médico, pode tomar para melhorar sua saúde e a dos seus bebês. Está claro que uma mulher grávida de dois ou mais bebês tem uma margem de risco maior de sofrer complicações durante a gravidez. O parto prematuro é uma das preocupações que passam pela cabeça dos pais, assim como a possibilidade de que os bebês nasçam com alguma deficiência ou outro problema.

A mulher que espera mais de um bebê, deverá visitar ao seu médico obstetra com mais regularidade. Pelo menos duas vezes ao mês nos primeiros 3 meses, e uma vez por semana durante o terceiro trimestre.

E à medida em que se aproxima do momento do parto, os exames e as análises serão mais intensos, principalmente para determinar se existe algum risco de parto prematuro. Em caso de que isso se confirme, é possível que o médico recomende repouso absoluto em casa ou no hospital, e em último caso, pode recomendar tratamento com medicamentos que ajudam a atrasar o trabalho de parto.

E ainda que não apresente nenhum sintoma de parto prematuro, normalmente o médico recomenda uma redução das atividades diárias entre a 20ª e a 30ª semana da gravidez da mulher.

O especialista também controlará a pressão arterial da mulher grávida para determinar a presença de pré-eclampsia, o ritmo de crescimento dos bebês através de exames de ultrassom, assim como o ritmo cardíaco do feto quando está em movimento.

Outra preocupação em questão, reside no peso que terão os bebês quando nascerem. Alguns estudos consideram que um aumento de peso adequado da mamãe na primeira etapa de sua gravidez, ajudará no desenvolvimento da placenta, aumentando sua capacidade para enviar os nutrientes aos bebês.

Para reduzir o risco de dar a luz a bebês com baixo peso, depende muito de como a mamãe come e aumenta de peso, durante a gravidez. O comer bem significa alimentar-se de proteínas, cálcio e carbohidratos. Um bom aumento de peso a princípio é positivo no caso de gestações múltiplas, porque essas gravidezes podem ser mais curtas do que um bebê somente.

A quantidade de quilos que normalmente devem ganhar uma mulher grávida que vai ter dois ou mais bebês, não tem nada a ver. Enquanto a que espera somente um bebê, ganha de 11 a 13 quilos, durante toda a gravidez, a que espera gêmeos é aconselhável que ganhe de 15 a 20 quilos, e a que espera trigêmeos, de 22 a 27 quilos.

Tudo dependerá, claro, do peso normal de cada mulher. Além disso, o ingerir líquido, principalmente água, quando se está grávida é crucial, especialmente quando a gravidez é múltipla; o risco de contrações prematuras, e de nascimento prematuro, aumentam quando a mulher está desidratada.

Alguns médicos recomendam que as mulheres com gravidez múltipla consumam por volta de 300 calorias a mais por dia, do que uma mulher que espera somente um bebê. Isso equivale a aproximadamente a 2700 a 2800 calorias/dia. Além de ingerir vitaminas (sempre recomendadas pelo médico), ferro, ácido fólico, muito aconselháveis nesse tipo de gravidez.

Quanto mais bebês, mais possibilidades terá a gravidez de ter complicações. Alguns estudos concluem que 60% dos gêmeos, mais de 90% dos trigêmeos, praticamente todos os quadrigêmeos nascem prematuros.

E afirmam que, em média, a maioria das gravidezes de um só bebê duram 39 semanas; os de gêmeos, 36 semanas; os de trigêmeos, 32 semanas; os quadrigêmeos, 30 semanas; e na ocorrência de 5 bebês, 29 semanas.

Os bebês com baixo peso, são mais propensos a apresentar transtornos de saúde depois do seu nascimento, como perda da visão e de audição, deficiências, atraso mental, etc. Os avanços no cuidado desses pequeninos cresceram bastante.

As mulheres com gravidezes múltiplas também podem apresentar problemas de pressão arterial alta, relacionada com a gravidez (pré-eclampsia) e de diabetes. Mas, em geral, são problemas que não representam riscos que não representam riscos para a saúde da mãe nem na dos bebês. Isso se houver tratamento adequado em seu devido tempo.

Estamos aqui torcendo para que dê tudo certo com sua gravidez de multiplos!

Gostaria de abordar agora neste nosso blog outro assunto importante tanto para a mãe para o seu bebê. Estou falando da Alimentação…

Nutrientes são fundamentais para a boa formação do bebê e também para manter uma gestação saudável além de preparar o corpo da mãe para a amamentação.

Durante a gravidez, as necessidades nutricionais da mulher ficam aumentadas para a formação dos componentes da gestação, para o crescimento do feto e para formar as reservas que serão utilizadas pela mãe e bebê, durante a lactação. Bons hormônios, funcionamento intestinal e um aumento de peso adequado, garantem o bem estar da mulher que se prepara para o parto. Excesso de peso não é igual a oferta de nutrientes, ao contrário pode significar excesso de gordura e carência nutricional, a mesma carência pode ocorrer com a mãe que se preocupa demais com a dieta, e pouco com a nutrição.

O ideal é que a gestante aumente o consumo de vitaminas e minerais por meio de uma alimentação balanceada, a orientação com profissional capacitado garante que não haja aumento de energia através do aumento no consumo de carboidratos, que normalmente são os mais procurados quando ocorre aumento da fome.

Lembrando de que um o nutricionista é o profissional indicado para orientar a alimentação de acordo com a necessidade de cada mulher, já que a gestação acarreta transformações constantes em um corpo que tem sua individualidade. Idade gestacional, rotina diária, hábito alimentar, prática ou não de exercícios, saúde e peso deverão ser analisados individualmente para compor uma orientação adequada. Ainda assim resta avaliar a necessidade de suplementação, exemplos importantes de nutrientes habitualmente suplementados são ferro e ácido fólico, vitamina B12 entre outras também devem manter uma taxa adequada.

Desta forma fica claro que mais do que “comer por 2”, é fundamental ter “saúde para 2”, neste caso dedique um tempo especial para a alimentação, e procure a orientação de um profissional caso haja alguma dificuldade.

Como por exemplo a Dra. Ana Claudia Montezino (CRN 5510) que é uma boa nutricionista formada pela PUCCAMP, e especialista em Nutrição Materno Infantil pela UNIFESP / EPM. Ela também é autora do Livro Forma Light pela Ed. Nobel de 2006. O consultório dela fica na R. Carlos Sampaio, 304 cj. 112 na Bela Vista (próximo ao Hospital Santa Catarina) em SP/SP e o Tel. é: (11) 3285-2685.

Gostaria de avisa-las de que o Empório da Papinha esta com novidades bem legais para vocês conferirem.

O Empório da Papinha ampliou seu cardápio!
 
São mais 18 opções de refeições exclusivas e orgânicas para os pequenos que vão desde papinhas salgadas a sobremesinhas!

Para fase 4, existem agora opções de 150ml com refeições completas para um passeio, uma viagem ou para a praticidade do dia a dia.

Vejam mais detalhes na imagem abaixo:

Novidades do Empório da Papinha

O juiz Patrício Jorge Lobo Vieira, da 1ª Vara de Família da Comarca de Mossoró (RN), concedeu pensão alimentícia a uma gestante. A decisão teve como base a confissão do provável pai. Ele afirmou que teve um relacionamento extraconjugal com a mulher durante quatro meses, período em que ela ficou grávida.

A Lei 11.804, publicada ano passado, instituiu os chamadas alimentos gravídicos que permitem o pagamento de pensão alimentícia já no período da gravidez. Os valores devem cobrir custos relacionados com alimentação especial da mãe e assistência psicológica e médica, que incluem exames, internações, parto, medicamentos e outros gastos que o juiz considerar necessário.

Ele destacou que a lei de alimentos gravídicos tem como intuito proteger a família e a dignidade da pessoa humana, mas deve ser aplicada com prudência e cautela.

Segundo o Vieira, o julgamento tem como base indícios da paternidade. A certeza surge após o nascimento da criança quando poderá ser ajuizada ação de investigação de paternidade ou negatória de paternidade. A lei estipula que, após o nascimento com vida, os alimentos gravídicos ficam convertidos em pensão alimentícia em favor do menor até que uma das partes solicite a sua revisão.

De acordo com o juiz, todos os meios de prova são importantes para análise de processos como esse. Neste caso, o período em que o pai admitiu manter relaciomento com a mulher coincidiu com a data da concepção e do exame clínico, que comprovou a gravidez.

Cerca de 50% das cirurgias para tratamento da obesidade são realizadas em mulheres em idade fértil, muitas delas, com grande dificuldade de engravidar devido aos vários problemas causados pela obesidade que afetam a ovulação. Com a perda de peso induzida pela cirurgia, geralmente ocorre a normalização dos ciclos menstruais, anteriormente irregulares, desaparecem os cistos ovarianos, estabelece-se a ciclicidade hormonal e a ovulação é a regra.

Nesse novo ambiente metabólico, muitas mulheres, anteriormente com quadros de infertilidade, vêem uma possibilidade real de engravidar. É muito importante que esta decisão seja compartilhada com a equipe médica. Esta gestação tem que ser programada e assistida, devido aos vários riscos impostos pelas mudanças anatômicas e funcionais produzidas pela cirurgia de redução do estômago.

Nas pacientes obesas, os problemas ginecológicos e obstétricos não são poucos. Quando conseguem engravidar, elas apresentam muito mais abortos e partos prematuros, diabetes gestacional, hipertensão arterial relacionada à gestação, pré-eclâmpsia, bebês demasiadamente grandes e com muito mais gordura corporal, hemorragias durante cesareanas, infecções de feridas cirúrgicas e complicações anestésicas. Nessas mulheres, a perda de peso, antes da gestação, pode propiciar as condições necessárias não somente à concepção e à gestação, mas também ao exercício da maternidade de forma mais saudável e feliz.

Quando a perda de peso envolvendo dieta, medicamentos e exercícios falha, as pacientes com obesidade grave podem ter acesso, através da cirurgia bariátrica, a um tratamento potencialmente efetivo, que pode resultar em perda de até 70% do excesso do peso corporal. Além disso, esse procedimento pode promover a normalização de várias complicações associadas à obesidade mórbida. São muitos os tipos de procedimentos cirúrgicos utilizados, mas a maioria deles associa a redução do volume do estômago com mudanças na conformação das alças intestinais de modo a reduzir a absorção de parte dos alimentos ingeridos.

De uma maneira geral, estas opções terapêuticas não se tratam de procedimentos simples. Mesmo quando realizados por via laparoscópica, sem a abertura da parede abdominal, a cirurgia bariátrica pode resultar em complicações e falhas, sobre as quais a paciente deve ser amplamente esclarecida, antes de se submeter ao tratamento.

A rápida perda de peso que se segue às cirurgias da obesidade alcança um platô por volta de 12 a 18 meses, após o procedimento. É recomendável o uso de anticoncepcional nessa fase, uma vez que a perda rápida de peso pode colocar em risco o desenvolvimento fetal e os benefícios da perda de peso para essa mulher.

As técnicas classificadas como by pass desviam o alimento de importantes rotas absortivas e podem levar à deficiência de vários micronutrientes importantes para a saúde materno fetal. As deficiências de ferro, cálcio, vitamina B12 e ácido fólico, comuns nas pacientes submetidas a essas cirurgias, são mais intensas nas mulheres que menstruam, uma vez que perdem mais ferro através do sangue menstrual.

As deficiências nutricionais idealmente deveriam ser identificadas e tratadas antes da concepção. Isso pode ser feito com a suplementação de ferro, através do fumarato de ferro, mais tolerável do que o sulfato ferroso, vitamina B12 via oral 500 a 1000mcg/dia ou por via intra-muscular 500 a 1000mcg uma vez ao mês.

O cálcio (cerca de 1200mg/dia) deve ser administrado sob a forma de citrato de cálcio, uma vez que os sais de carbonato de cálcio requerem a acidez gástrica, e devido à redução drástica da câmara do estômago e do suco gástrico, estes nutrientes são muito mal absorvidos. Finalmente, todas as mulheres em idade reprodutiva devem receber, pelo menos, 400mcg de ácido fólico diariamente, para a redução do risco das malformações neurológicas, os chamados defeitos do tubo neural.

Além da manutenção dos cuidados e suplementações já iniciados antes da concepção, geralmente, há a necessidade de se intensificar as doses das vitaminas e minerais. Nesse momento, a gestante deve ser advertida sobre os riscos da super dosagem de uma vitamina em especial: a vitamina A. A dose contida nas vitaminas pré-natais é de 5000UI de vitamina A, por comprimido, e, muitas vezes, a gestante, após a cirurgia bariátrica, é corretamente orientada a ingerir 2 comprimidos por dia, alcançando a dose máxima de 10000UI da referida vitamina. Além desses dois comprimidos, a gestante não deve ingerir nenhum outro remédio que contenha vitamina A, pois além da dosagem de 10000UI, a vitamina é teratogênica.

As complicações da cirurgia bariátrica durante a gestação incluem a obstrução intestinal materna, geralmente devido à hérnias do intestino delgado, mais comuns nos procedimentos com laparoscopia, em relação às mulheres operadas através de abertura da parede abdominal. Podem ocorrer ainda torções intestinais, que, às vezes, evoluem para lesões intestinais graves, quando não diagnosticadas em tempo hábil. Essas alterações intestinais podem ser induzidas pelo crescimento uterino, deslocando o intestino anatomicamente alterado pela cirurgia e predispondo a herniações e torções.

As queixas de desconforto abdominal nas gestantes devido a complicações da cirurgia bariátrica podem passar despercebidas ou podem ser confundidas com as alterações ligadas à própria gestação como os vômitos freqüentes, refluxo, contrações uterinas e mal estar matutino.

Os riscos das deficiências de micronutrientes aumentam com a progressão da gestação, levando à necessidade da suplementação desses através da via endovenosa ou intramuscular. É o caso das deficiências graves e resistentes de ferro e vitamina B12.

As baixas de glicose ou hipoglicemias, tão freqüentes nas gestantes de uma maneira geral, são geralmente mais freqüentes e mais graves nas gestantes após a cirurgia bariátrica. Além disso, a complicação mais sintomática e desconfortável dessas cirurgias, o chamadodumping, é também mais freqüente nas gestantes. Há que se reforçar a necessidade das refeições mais freqüentes, o cuidado com o jejum prolongado e o risco dos líquidos ou alimentos sólidos ricos em açúcar. As manifestações extremamente desconfortantes dodumping dão à paciente submetida à cirurgia bariátrica a noção clara da importância do controle alimentar, tanto em relação à freqüência, como em relação ao tipo de alimentos ingeridos.

A perda de peso das gestantes, após a gestação e o parto, segue a mesma intensidade da perda de peso após a cirurgia bariátrica. Há relatos de que a maior parte do peso ganho durante a gestação é perdida nas primeiras 5 semanas após o parto.

A amamentação não é contra-indicada para estas pacientes, entretanto, quadros de deficiências maternas de microcutrientes, como os descritos acima, podem levar às mesmas manifestações nos bebês que estão amamentando. Essas mães devem seguir suas suplementações rigorosamente para realizarem o sonho de amamentarem seus bebês.

Quando comparadas com as gestantes obesas que engravidam, aquelas que o fazem após a cirurgia bariátrica, têm menor incidência de hipertensão arterial, menor ganho de peso durante a gestação e bebês de peso semelhantes, embora os grandes fetos macrossômicos sejam menos comuns nas mulheres operadas.

A orientação nutricional e a adesão das pacientes ao novo programa alimentar favorece os resultados positivos das gestações de mulheres submetidas à cirurgia bariátrica. Por outro lado, a dificuldade que muitas dessas pacientes têm de seguir estas mesmas orientações pode tornar essas gestações complicadas, expondo os bebês aos riscos de graves malformações e desnutrição.

Por fim recomendamos que procure um endocrinologista especialista.

Grávidas que sentem alguns incômodos diários, como náuseas, podem comemorar a novidade. Uma mãe britânica inventou uma espécie de “gelinho” para amenizar esse mal-estar durante a gravidez, chamado de lillipop iced soothie.

Segundo informou ao Daily Mail, Denise Soden teve a idéia durante sua primeira gravidez. Ela sofria muito com náuseas e vômitos, desidratação, além da falta de apetite no início da gestação, um quadro comum entre as grávidas, que os médicos chamam com o bonito nome de “hiperemese gravídica”.

No meio do caminho, ela descobriu que, por alguma razão, o gelo a ajudava a se sentir melhor. Foi aí que decidiu criar seu próprios gelinhos com sabor. E, segundo ela, deu certo.

Picole Contra Enjoo na Gravidez

O produto está à venda pela internet (http://www.lillipops.com) e garante não conter corantes ou aromatizantes artificiais. Está disponível nos sabores limão & menta, grapefruit & tangerina, gengibre, lima & baunilha, e camomila & laranja. Uma caixa com 20 “gelinhos”, nos cinco sabores, custa $7,25 euros (cerca de R$20).

E você já experimentou o gelo? O que achou da idéia? Compraria? Faria sucesso aqui no Brasil?

Mandem seus comentários!

Uma pesquisa britânica sugere que homens ganham em média 6,3 kg quando suas parceiras ficam grávidas.

O estudo, realizado pela empresa de marketing britânica Onepoll, descobriu que os homens que ganharam peso durante a gravidez das parceiras geralmente tiveram um aumento de cerca de 5 centímetros em suas cinturas.

Cerca de 25% dos 5 mil entrevistados também afirmaram ter comprado novas roupas, devido ao ganho de peso causado pela paternidade.Um quinto dos pais pesquisados afirmou que só percebeu que tinha ganhado peso quando suas roupas não serviram mais.

Mas 19% deles afirmaram que seus amigos alertaram que eles estavam mais gordos que antes, geralmente com piadas.

De acordo com a pesquisa, o aumento de peso parece estar relacionado com o maior consumo de alimentos, principalmente lanches e petiscos gordurosos.

Um quinto dos entrevistados afirmou ter feito refeições maiores durante a gravidez da parceira, e 41% contaram que havia mais lanches e petiscos em casa.

Entre os lanches prediletos dos pesquisados durante a gestação das parceiras estavam pizza, chocolate, batata frita e cerveja. A pesquisa também concluiu que 25% dos homens consomem mais comida para fazer com que as parceiras grávidas se sintam melhores a respeito do próprio ganho de peso durante a gestação.

“A mulher normal ganha quase 13 kg durante a gravidez, e não é totalmente incomum para ela ter desejos por comidas mais gordurosas. Elas precisam de lanches mais regulares”, afirmou um porta-voz da Onepoll.

“As mulheres são estimuladas as consumir 300 calorias a mais por dia, comendo lanches saudáveis, para garantir que as necessidades nutricionais do bebê sejam atendidas.” “Então, se os armários da cozinha, de repente, estão cheios de lanches e comida, não é de se admirar que os homens fiquem tentados a comer também”, afirmou o porta-voz.

“O único problema parece ser que os homens estão escolhendo lanches como doces e bolos, e não acho que as mulheres possam ser responsabilizadas pelo fato de os maridos beberem mais cerveja.” Saúde A pesquisa também revelou que 42% dos casais entrevistados passaram a visitar mais restaurantes e bares, para tentar aproveitar o pouco tempo que teriam juntos antes do nascimento do bebê.

Apesar do ganho de peso, apenas um terço dos pesquisados acompanhou a parceira em uma dieta depois da gravidez.

“A pesquisa mostra que o comportamento dos pais durante a gravidez de suas parceiras é muito importante, não apenas para eles, mas devido ao impacto de seu comportamento no comportamento da mulher. Isto, claro, pode afetar a saúde do bebê”, afirmou um porta-voz da organização britânica Instituto Paternidade.

“Isto é relevante não apenas quando falamos de alimentação, mas também de fumo, consumo de bebidas e abuso de substâncias.”

E o seu marido? Também engordou?

Equilíbrio emocional, cuidados médicos e uma boa alimentação fazem a diferença durante a gravidez

Para não ter problemas durante a gestação, é preciso planejar direitinho a gravidez. Pensar em ter um filho não envolve apenas o momento em que se deseja ser mãe, já que muitos imprevistos podem acontecer no caminho.

Então, para garantir a saúde da gestante e do bebê, comece a fazer um acompanhamento médico pelo menos três meses antes de engravidar. Confira alguns cuidados essenciais que as futuras mamães devem tomar:

1) Vacinas

Ir ao ginecologista uma vez por ano e fazer o exame Papanicolau é um cuidado que grande parte das mulheres observa. Mas tomar vacinas (principalmente contra rubéola e hepatite B muito antes da gravidez é uma dica para evitar complicações durante a gestação.

2) Exames

O acompanhamento pré-natal é indispensável para evitar complicações com a mulher e o bebê. A probabilidade de uma criança nascer prematura sem o acompanhamento pré-natal é de 40% contra 5% quando as consultas são feitas. Há outros exames de rotina importantes que devem ser feitos a cada trimestre de gestação, como: ultrassom, análise de sangue e curva glicêmica.

3) Quilinhos a mais

Elas nunca devem desencanar da balança. Mesmo antes de engravidar, é bom ter um peso adequado para não gerar complicações pós-parto. As mulheres com excesso de gordura corporal devem ser encorajadas a emagrecer e as abaixo do peso também precisam aumentar sua massa seguindo uma dieta saudável e consciente.

Claro que a barriguinha vai crescendo e os ponteiros da balança avançando, mas fique atenta: o ideal é engordar de 9 a 15 kg, em média, durante toda a gravidez. Depois que o bebê nasce fica mais difícil perder os quilos extras e a mãe também pode correr riscos de desenvolver problemas como o aumento da pressão sanguínea e sofrer de infecção pós-parto.

4) Alimentação e suplementos alimentares

Não existem restrições alimentares para gestantes. Mas elas devem consumir mais proteínas, ferro e cálcio do que gordura, como em toda dieta balanceada. O ácido fólico (vitamina B9) também é indispensável, mesmo antes da gestação. Se a gestante já estiver consumindo meses antes de engravidar, diminuirá as chances de o feto ter problemas neurológicos.

Já os suplementos vitamínicos adotado por muitas grávidas não são tão essenciais. Quem tem uma dieta balanceada, dificilmente precisa deles. O ferro, o cálcio e o acido fólico são as substâncias que mais fazem falta para as grávidas, mas geralmente já estão presentes em alimentos como: verdura verde escura, cereais, leguminosas, ovo, carne vermelha, fígado e derivados do leite. Não faltando os nutrientes essenciais, a gestação com certeza será mais tranquila. Mas nunca deixe de se informar melhor com um médico.

5) Atividade física

Quem já pratica algum tipo de atividade física, não deve parar por conta da gravidez. A não ser, é claro, que se trate de alguma atividade de impacto ou de competição. Os esportes aquáticos geralmente são mais recomendados, assim como a ioga. Além de ajudar a circulação sanguínea e a respiração, esses exercícios fazem bem para o estado emocional.

6) Cigarro, álcool e cafeína

Cigarro, nem pensar! Já o álcool é uma questão controversa, mas quanto mais for evitado, melhor. Embora um cálice de vinho ou dois chopes ocasionais não sejam considerados um abuso, não existe uma quantidade considerada segura. É bom pegar leve também com o café (no máximo, duas xícaras por dia), pois o excesso pode interferir no crescimento do feto e aumentar a possibilidade de aborto.

7) Amamentação

Mesmo depois do parto, as mães ainda precisam manter alguns cuidados, já que tudo o que elas consomem passa para o bebê durante a amamentação. Tome bastante água, cuide da alimentação e lembre-se: É Ideal que a criança receba amamentação exclusiva até pelo menos o sexto mês de vida.

Um estudo mostra que mulheres que tomam suplemento vitamínico de folato um ano antes de engravidar ou mais reduzem a chance de ter o bebê antes da hora.

As mulheres que pretendem engravidar já sabem que é preciso tomar ácido fólico pelo menos três meses antes da concepção, e continuar durante o primeiro trimestre da gravidez. Um novo estudo revela que o suplemento pode reduzir o risco de parto prematuro se for usado um ano antes ou mais.

Pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, analisaram cerca de 35 mil grávidas matriculadas em um estudo para investigar síndrome de Down. E o resultado sugeriu que aquelas que tomaram o suplemento de ácido fólico por um tempo maior tinham 70% menos risco de terparto prematuro entre a 20a e 28a semana e 50% menos chance de o bebê nascer entre a 28a e a 32a. semana.

Segundo dados do estudo, uma possível explicação é que a duração da gravidez reflita condições dos primeiros estágios da gestação ou até mesmo antes da concepção.

Já está comprovado que o folato (ácido fólico), uma vitamina do complexo B, é fundamental para que a coluna do bebê se desenvolva corretamente, evitando defeitos do tubo neural, como falha no desenvolvimento do cérebro e medula espinhal.

Como essa etapa acontece durante as primeiras quatro semanas da gestação, os especialistas recomendam um suplemento de ácido fólico pelo menos três meses antes da concepção, e até a 12a. semana da gravidez. Isso porque, embora alguns alimentos, como vegetais de folhas verde-escuras, frutas e grãos (feijões),- tenham essa vitamina, a quantidade não é suficiente.

Outra sugestão dos médicos é que todas as mulheres em idade fértil tomem 400 mcg (microgramas) de ácido fólico todos os dias. Converse com seu médico sobre essa orientação.

E você esta tomando?

Imagine você grávida pela primeira vez. No minuto seguinte ao anúncio em família, chovem parentes com palpites e conselhos, além daqueles tradicionais mitos. Entre a enxurrada de dicas de avós e tias, sobra sempre para a máxima: a mulher tem de comer por dois (ou três, em casos de gêmeos), e muito. Sem passar vontades.

E lá vai você comprar um balde de suplementos alimentares, ricos em vitaminas e sais minerais. Dentro desse amonte de substâncias que seu médico pode vir a indicar, um vem se destacando e ganhando até audiência no Ministério Público Federal: o cálcio.

Apesar de não ser a prioridade no receituário (lugar ocupado pelo ferro), o cálcio é importante tanto para a formação do feto, como para a saúde da gestante.Pois o ambiente hormonal da gravidez aumenta a perda de cálcio pela urina.

É necessário, então, combinar uma alimentação rica em derivados do leite e até mesmo de vegetais com folhas verde escuras, como o brócolis e espinafre. Mas deixe sempre para ingerir iogurtes e queijos no café da manhã e no lanche da tarde, e não nas grandes refeições.

É que, ao contrário, o cálcio entra em combate com o ferro (provindo das carnes, principalmente) no funil de quem é absorvido e de quem será excretado pelo corpo. Vitorioso, ele manda pela urina uma quantidade enorme de ferro - um dos minerais mais importantes na gestação. Na gravidez, há o aumento do volume de sangue da mulher em 50%, a produção de sangue para o bebê e a medula óssea. Por isso, o ferro é extremamente importante e deve ser suplementado.

Segundo o médico, uma alimentação equilibrada, que contenha até três porções de derivados do leite por dia (ou 300mg/dia) podem suprir as necessidades de cálcio da gestante. Assim, para manter os níveis do mineral balanceados, basta que se tome três copos de leite ao dia, que podem ser substituidos por iogurtes, queijos e até mesmo por três colheres de sopa de requeijão. Os vegetais de folha verde escura também contêm cálcio, mas, por serem de origem vegetal, têm uma absorção diferente e mais demorada. O ideal é que se priorize mesmo os derivados do leite.

Vale ainda a dica: alguns alimentos ajudam na absorção do cálcio e, quando consumidos juntos, podem dar uma ajudinha ao seu organismo. A vitamina C e D ajudam na fixação do mineral, e elas podem ser encontradas em frutas como laranja, limão, acerola e jaca.

Uma vida sedentária e o estresse, associados ao abuso do fumo, do chocolate, do café e dos carboidratos podem ir de encontro a uma boa absorção do cálcio. O importante, portanto, é levar uma vida regrada e uma alimentação saudável.

Importante na transmissão dos impulsos nervosos, o cálcio é ainda fundamental na formação óssea e na contração muscular do feto. Portanto, a ausência do mineral, que se torna mais severa em casos de doenças na tireóide da mulher, deve ser suplementada para que não haja problemas na formação do embrião.

Mas não é somente no período da gravidez que a preocupação com o cálcio deve ser priorizada. Durante a amamentação, esse mineral entra na formação do leite materno, e é repassado como uma suplementação pós-nascimento ao bebê.

Já para a mulher, uma dieta pobre em cálcio pode trazer problemas posteriores ao nascimento do bebê, e a longo prazo. Sem a ingestão adequada de cálcio durante, e fora, da gravidez, a mulher abre as portas para ter problemas de osteoporose.

Casos de aumento da pressão arterial e de parto prematuro são normalmente associados à falta do mineral no organismo da futura mamãe. Mas, esses problemas acontecem apenas em casos de doenças que têm como pano de fundo problemas na tireóide. Nesses casos, a mulher pode sentir tontura, náusea, fraqueza muscular e cansaço.

Especialista em medicina reprodutiva revela abaixo os alimentos que devem ser banidos da dispensa…

Alvo de muitas críticas ultimamente, a gordura trans não está apenas associada a doenças do coração, como também pode aumentar o risco de infertilidade feminina.

Essa é a conclusão de um grupo de pesquisadores da Harvard School of Public Health (Boston, Estados Unidos) após constatar que pacientes com dificuldades para engravidar, relacionadas à ovulação, consomem mais gorduras trans do que as mulheres férteis.

Evitar alimentos que contêm gordura hidrogenada em sua composição é uma ótima idéia para todos, por conta dos efeitos nocivos sobre o coração e o metabolismo. Mas, é principalmente indicado a mulheres que estão tentando engravidar, já que podem duplicar os riscos de infertilidade.

Além da gordura trans, alimentos ricos em colesterol, amido e açúcar também podem comprometer a fertilidade. A adequação nutricional é fundamental para a fertilidade, já que o organismo entrará em equilíbrio, favorecendo a gravidez.

Por outro lado, via de regra, quando um casal está planejando ter filhos, alguns alimentos devem ser banidos de sua dieta, como café, mate e refrigerantes à base de cola. Produtos que contêm conservantes, como os enlatados, as gelatinas e os sorvetes também são altamente prejudiciais.

Alerta para os riscos oferecidos por frutas, legumes e vegetais contaminados com agrotóxicos, bem como as carnes com alta concentração de hormônios femininos.

Tanto os agrotóxicos utilizados para preservar a lavoura das pragas, quanto hormônios como o pseudoestrogênio, empregado nas criações com intenção de aumentar a maciez da carne, comprovadamente diminuem a produção de espermatozóides no homem, dificultando especialmente o sucesso dos tratamentos de fertilização.

Mais informacoes com a Dra. Silvana Chedid, diretora da clínica Chedid Grieco Medicina Reprodutiva e chefe do setor de Reprodução Humana do Hospital Beneficência Portuguesa.

Durante a gravidez, as futuras mães são “bombardeadas” por mitos e superstições, originárias de várias partes do mundo, sem nenhum fundamento científico e que na maioria dos casos não passam de tradição popular.

Para diminuir a preocupação das mulheres, a obstetra da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, Mery Lubna, desvendou seis mitos da gravidez:

1) Grávidas sentem mais calor.

VERDADE

As gestantes sentem mais calor por conta do aumento do metabolismo. Com a chegada dos dias quentes de verão, a grávida também transpira mais, facilitando a perda líquidos e sais minerais.

2) Comer chocolate durante a gestação provoca cólicas no feto.

MITO

O consumo de grandes quantidades de chocolate provoca cólicas em recém nascidos e não no feto. Portanto, as mulheres grávidas podem comer chocolate, desde que com moderação, devido ao grande valor calórico deste alimento.

3) As grávidas precisam comer por dois.

MITO

A alimentação da mulher durante a gravidez tem inúmeras finalidades, entre elas manter a gestante saudável, contribuir para a formação adequada do feto e armazenar nutrientes para a fase da amamentação. Sendo assim, a alimentação da gestante deverá ter mais qualidade do que quantidade: um pequeno aumento calórico e uma boa modificação nos nutrientes garantirão o equilíbrio nutricional ideal.

4) Ficar sem comer aumenta o enjôo.

VERDADE

As gestantes não devem ficar longos períodos sem comer, pois a liberação de ácidos no estômago vazio provoca o aumento dos enjoos. Além disso, o jejum aumenta os riscos de hipoglicemia², que pode ser prejudicial ao bebê, e as chances de um distúrbio do metabolismo.

5) A prática sexual pode prejudicar o bebê.

MITO

Após as primeiras consultas, o obstetra terá condições de liberar, ou não, a gestante para a prática de relações sexuais. De acordo com estudos, durante o ato sexual ocorre o aumento do fluxo sanguíneo na região da bacia e isso aumenta a oxigenação fetal. Já no momento do orgasmo, ocorre uma liberação de endorfinas³ que ultrapassam a barreira placentária, promovendo uma sensação de bem-estar no feto.

6) A gestante não deve praticar exercícios físicos.

MITO

Após a realização de uma avaliação médica completa e desde que a grávida esteja livre de fatores de risco, a atividade física é aconselhável durante a gestação. Os exercícios mais indicados são os de baixo impacto como caminhadas, yoga, natação e hidroginástica.

E voce quais outros mitos e verdades tem para nos contar na parte de comentarios deste post? Mande alguns mais!

Se você está grávida e abusa na hora de se alimentar, é melhor deixar de lado esse hábito para garantir a saúde do seu filho.

Um estudo apontou que dietas com alto índice glicêmico (IG) durante o terceiro trimestre da gestação podem fazer com que a criança nasça mais pesada e com maior risco de desenvolver obesidade infantil. A conclusão foi publicada no Jornal Britânico de Obstetrícia e Ginecologia.

De acordo com o site Science Daily, para chegar a esse resultado, cientistas do Instituto Conway de Pesquisa Biomolecular e Biomédica da Universidade de Dublin e do Hospital e Maternidade Nacional, ambos na Irlanda, analisaram algumas ovelhas. O animal é usado há cerca de 40 anos para obter informações sobre a relação entre mães e bebês humanos.

É que a ovelha apresenta elementos da gravidez parecidos, incluindo função metabólica e transporte de nutrientes, segundo o Science Daily. Além disso, pesa de 65 a 85 kg, tem média de 17 dias de ciclo reprodutivo e usualmente tem um ou dois filhotes por vez, com período de gestação relativamente longo, de 147 dias.

“Pela primeira vez, os resultados mostram que ovelhas alimentadas com comidas de alto índice glicêmico duas vezes ao dia além das refeições normais, durante o último trimestre da gravidez, deram à luz filhotes mais pesados e com crescimento mais rápido”, diz um dos autores do estudo, Alex Evans, professor associado de fisiologia animal da Universidade de Dublin.

O índice glicêmico mede como o alimento aumenta os níveis de glicose no sangue. “Representa a qualidade de uma quantidade fixa de carboidrato disponível de um determinado alimento, em comparação a um alimento-controle, que normalmente é o pão branco ou a glicose. Atualmente utiliza-se o pão branco por ter resposta fisiológica melhor que a da glicose”, afirma a Sociedade Brasileira de Diabetes.

Os alimentos com índices menores que 75 são considerados de baixo IG, enquanto os maiores de 95, de alto. Confira a tabela da Sociedade Brasileira de Diabetes no link acima.

Cerca de 80% das adolescentes grávidas se alimentam de maneira inadequada durante a gestação. É o que aponta um levantamento realizado pela Secretaria da Saúde de São Paulo no Ambulatório de Nutrição do Hospital e Maternidade Interlagos. A pesquisa revelou ainda que apenas 10% das futuras mães conseguem mudar os hábitos alimentares na gravidez.

Segundo a pasta, o principal problema apontado pelo estudo é a ingestão excessiva de alimentos altamente calóricos e com grande teor de sódio. Os que lideram a lista dos mais consumidos pelas jovens na gestação são os salgadinhos industrializados, bolachas doces recheadas, hambúrguer, macarrão instantâneo, chocolate, sucos de saquinho e batata-frita.

De acordo com Marta Del Porto Pereira, nutricionista do ambulatório, esses problemas alimentares são prejudiciais tanto para a mãe quanto para o bebê. “Consumir comidas assim durante a gestação provoca alterações sérias nos níveis de glicemia da mãe, além de causar pressão alta. E para o bebê, o sofrimento é inevitável, interferindo até mesmo na sua formação e no ganho de peso”, alerta.

A nutricionista recomenda que durante a gestação a mulher procure ter uma alimentação equilibrada e ingerir alimentos saudáveis, como frutas, verduras, legumes e fontes de ferro e ácido fólico, como o feijão. Beber bastante água também é fundamental nesse período.

O levantamento foi feio com 200 adolescentes gestantes, com até 17 anos, atendidas no ambulatório no primeiro trimestre deste ano.

Para garantir a saúde da mãe e o bom desenvolvimento do bebê, deve-se adotar uma alimentação balanceada, rica em fibras, frutas, legumes e com baixo teor de gorduras.

Saiba de que existe no mercado uma série de produtos à disposição das gestantes que auxiliam nessa fase, como é o caso dos suplementos alimentares.

Diferentes motivos podem levar a gestante a ter dificuldades em ingerir todos os nutrientes necessários. Sabemos de que não é raro que durante o período gestacional, algumas tenham intolerância a alimentos de prolongado tempo de digestão, sintam mudança no paladar e por isso rejeitem determinados itens. Também há casos de gestantes que, nos meses finais da gravidez, sintam desconforto gástrico devido ao aumento do volume intrabdominal e por isso deixam de se alimentar adequadamente.

Nesses cenários, a suplementação pode ser combinada com uma refeição leve. Ela é de rápida absorção no organismo e consegue driblar um paladar cansado ou intolerante. Outro benefício é utilizar formulações que diminuam a liberação de insulina controlando melhor a fome e a ansiedade.

Com facilidade, a gestante encontra produtos para complementar a dieta diária em farmácias e lojas especializadas. Entretanto, vale lembrar, que todo esse procedimento deve ser acompanhado por um médico ou nutricionista.

Afinal os suplementos podem ser uma terapia de resgate para uma dieta deficitária, mas não devem ser uma forma de corrigir excessos. Pensar que, por fazer uso da suplementação, a gestante pode abusar é colocar em risco a saúde, com maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, hipertensão arterial, fetos macrossomicos (excesso de peso no recém-nascido), entre outros.

Para maior bem estar de mãe e filho, o ideal durante a gravidez é a combinação de uma dieta equilibrada e exercícios físicos, que irão beneficiar desde o desenvolvimento do bebê até a recuperação da mãe após o parto, contribuindo para o restabelecimento, lactação e cicatrização.

O estado nutricional materno tem grande impacto sobre o crescimento e desenvolvimento fetal, pois o período gestacional é uma fase em que as necessidades nutricionais são elevadas, decorrentes dos ajustes fisiológicos da gestação.

No primeiro trimestre, a perda de até 3 Kg, a manutenção do peso pré gestacional ou o ganho ponderal de até 2 Kg são situações previstas e não compromentem o binômio mãe/filho.

O cálculo do ganho de peso ideal deve ser personalizado e individual, levando-se em conta o estado nutricional da gestante, avaliado pelo índice de massa corporal pré-gravídica. Em média, deve situar entre 8 a 12 kg, até por que o sobrepeso aumenta os riscos de doenças maternas e fetais.

Para que você consiga esta meta, uma avaliação nutricional especializada pode ser realizada, auxiliando a gestante na escolha dos alimentos apropriados para cada trimestre. Por outro lado, deficiências nutricionais podem levar a incidência de malformações fetais, parto prematuro, anemia, restrição do crescimento fetal.

O acompanhamento nutricional da gestante tem como objetivos: estabelecer o estado nutricional, atender às necessidades nutricionais da mãe, identificar fatores de risco, possibilitar interferências terapêuticas e profiláticas no sentido de corrigir distorções, planejar a educação nutricional, providenciando reservas calóricas para o aleitamento materno, atendendo as necessidades nutricionais para o crescimento fetal adequado.

É essencial que a gestante:

1) Faça refeições freqüentes (três principais com pequenos lanches intermediários) e em pequenas quantidades, ou seja, alimente-se a cada 3 horas.

Todos nós deveríamos nos alimentar pelo menos a cada 3 horas. Para a gestante, esse intervalo é fundamental. Ele garante que não faltem nutrientes para o feto, diminui a sensação de náusea de origem metabólica gerada pelo jejum e, por constantemente oferece energia ao organismo e favorece um metabolismo adequado, o que pode significar menor ganho de peso.

2) Não faça regimes durante a gestação.

3) Procure variar bastante o cardápio.

Quanto mais colorido seu prato, mais rico em nutrientes. Carnes vermelhas, peixes e frango devem, semanalmente, serem intercalados, para um consumo diário e adequado de proteínas e gorduras. Leite e derivados devem também ser ingeridos, para garantir bom aporte de cálcio a grávida e ao bebe. Não ha restrições quanto ao uso de leite desnatado e queijos brancos, devendo estes ser sempre preferidos em caso de ganho excessivo de peso ou dislipidemias (aumento das taxas de gordura no sangue).

4) Tenha uma dieta deverá ser rica em proteínas (carnes magras, frango, peixe, ovos, leite e derivados), vitaminas e sais minerais (verduras, frutas e sucos naturais, grãos integrais/fibras).

5) Beba água em abundância para que seu intestino funcione diariamente.

A grávida que se hidrata não tem infecções. Evite apenas consumi-la com as refeições, o que retarda o esvaziamento gástrico, prejudica o metabolismo e pode facilitar azia e queimações.

6) Modere a ingestão de pães (prefira os integrais), doces, refrigerantes, massas em geral, frituras e sal, que fazem aumentar seu peso sem contribuição efetiva no desenvolvimento de seu bebê.

Farinha branca deve ser sempre que possível substituída pela integral quer em pães, como em bolos e biscoitos.

Se tiver vontade de comer doce freqüentemente, reduza a pequenas porções e saboreie bem lentamente. Também prefira sempre a geléias e compotas aos bolos e tortas. Não ingerir doces a noite, pois o metabolismo nesse período economiza calorias ao invés de queimá-las, e isso facilita o ganho de peso.

7) Evite o álcool, sob todas as formas.

8) O fumo deve ser abolido, pois está associado a problemas como partos prematuros, bebês de baixo peso, doenças respiratórias entre outras.

9) Modere o consumo de cafés (máximo de 2 xícaras pequenas ao dia), chá preto, mate e refrigerantes a base de cola, alimentos que podem provocar insônia, irritabilidade, dor gástrica, além de comprometer o aproveitamento de ferro dos alimentos.

- Calorias e ganho de peso:

No primeiro trimestre gestacional as necessidades energéticas são as de uma mulher não gestante, isto é, aproximadamente de 1800 a 2200 Kcal/dia. O acréscimo de 300 Kcal no segundo trimestre é necessário para suprir as necessidades calóricas adicionais da gestação.

As necessidades calóricas variam de acordo com diversos fatores, tais como idade, peso pré gestacional, nível de atividade física, estatura, estado nutricional entre outros.

Abaixo do peso prévio a gestação: IMC<19,8: ganho ideal de peso total na gestação:12,5-18 kg assim distribuídos:

- até 16 semanas: 2,5kg
- até 24 semanas: 6,0kg(+3,5kg)
- até 40 semanas: 2kg ao mês (0,5 kg ao mês)
- média ao longo da gestação: 2,3kg ao mês.

A) Peso normal: (IMC=19,8-26) ganho ideal de peso normal na gestação 11,5-16Kg assim distribuídos

- até 16 semanas: 1,5kg
- até 24 semanas: 4,0kg (+1,5kg)
- até 40 semanas: 1,8kg ao mês: 450 g por semana
- média ao longo da gestação 1,8kg ao mês

B) Sobrepeso: (IMC=26-29) ganho ideal de peso normal na gestação 7-15,5 kg assim distribuídos

- até 16 semanas: 1kg de
- 18 a 24 semanas: 2kg
- até 40semanas: 1,2kg ao mês
- média ao longo da gestação:1,2kg ao mês

C) Obeso: (IMC >29) ganho ideal de peso normal na gestação até 7Kg

- média de 0,9 kg ao mês a partir de 16 semanas

- Adoçantes:

Sucralose, o Aspartame e o Acetossulfame K são aprovados como seguros para o consumo durante a gravidez.

Fenilalanina: Na forma de adoçantes do tipo Fynn ou Zero Cal são seguros na gestação.

Ciclamato ou Sacarina: Na forma de adoçantes também tem uso seguro na gestação. Portanto os refrigerantes light são permitidos. Apenas restringir o uso para uma ou duas vezes na semana pelo risco cancerígeno para a mãe com uso diário.

Hoje dia 24 de maio, comemora-se o Dia Nacional do Café.

Num país como o Brasil, que tem uma vinculação histórica com esta planta e que se situa entre os maiores produtores do mundo, é natural que o consumo esteja em alta.

Sabemos que a cafeína, substância presente não somente no café, mas em menor grau no chocolate, refrigerantes e chás, possibilita o aumento do metabolismo, porém, ao passar a placenta, o feto não a metaboliza. Desta forma, a recomendação médica tem sido de que as grávidas consumam no máximo 4-5 xícaras de café expresso por dia ou o equivalente a 300mg de cafeína/dia.

Recentemente, foi publicado em uma revista científica americana a possibilidade de que o uso excessivo de cafeína possa estar relacionado a abortamento. Um outro estudo, publicado também este ano, com número maior de pacientes, não comprovou esta associação, ficando as gestantes liberadas para o uso do café.

Como os resultados da relação entre consumo de café e risco de aborto espontâneo são controversos, a prudência sugere reduzir o consumo durante a gravidez. Para aquelas mulheres que tradicionalmente consomem muito mais de 4 xícaras de café expresso por dia e não conseguem reduzir durante a gestação, uma alternativa seria o uso do café descafeinado durante este período. Afinal, o equilíbrio e a moderação não devem jamais ser esquecidos durante a gestação.

E você é destas viciadas em café? O que esta fazendo com o café durante sua gravidez? Diminuiu o consumo?

Como sabem neste próximo sábado estaremos promovendo o Dia da Gestante da Zazou, que é um evento bem legal para as grávidas na academia 4Fit em Moema em SP, com uma série de palestras e aulas de ginástica, pilates e hidro para grávidas, e tudo isto de graça sem pagar nada, e ainda vai ganhar uma foto sua em um estúdio fotográfico que vamos montar lá no dia, sem falar que concorre a uma série de brindes e sorteios de prêmios como Vale Compras de R$ 500 na loja da Zazou entre tantos outros.

Inclusive teremos a presença de algumas grávidas famosas que não abrem mão de se cuidar e manter a forma mesmo durante a gravidez.

Linha Fitness e Yoga para Gestante da Zazou - Inverno 09

Aproveito a oportunidade para lembrar de que a Zazou tem uma linha especializada de Fitness, Yoga e maiô de hidro para grávidas, que atende as necessidades e mudanças do corpo de uma grávida com uma modelagem especial e tecidos próprios, que além de manter o conforto (não ficar apertando) e segurança (não ficar caindo), também vão lhe mander bem vestidas e com um visual e estilo bem atual.

Linha Fitness e Yoga para Gestante da Zazou - Inverno 09

Segue a Agenda do Dia da Gestante:

10hs - Palestra de Feng Shui - Aprenda a Criar um Ambiente Saudável e Feliz para o seu Filho
11hs - Aula especial de Pilates para Grávidas
12hs - Palestra com Ginecologista - Acabando com os Medos e Dúvidas do Último Trimestre da Gestação
13hs - Aula de Hidroginástica
14hs - Palestra de Nutrição - Alimentação da Mulher na Gestação

Durante todo o dia teremos exposição de produtos e serviços voltados para a gestante, com preços promocionais e descontos, entre os quais as roupas de grávida da Zazou desta linha de Fitness | Yoga | Hidro.

Linha Fitness e Yoga para Gestante da Zazou - Inverno 09

Lembrando de que apesar do evento ser gratuito, é obrigatória a inscrição prévia das interessadas em irem neste evento. Pois não se esqueçam de que as vagas são limitadas!

Podem faze-lo (logo) pelo tel: (11) 5093-4770, dizendo que foi indicada pela Zazou para participar.

Como havia comentado ontem, a Zazou (e algumas parceiras) estão organizando no próximo sábado 23/05: O Dia da Gestante!

Afinal vocês merecem!

Vai acontecer no próximo dia 23/05 (sábado da outra semana) na academa 4Fit de Moema em São Paulo.

Quando vão acontecer uma série de palestras, aulas de pilates, hidro, além de sorteios e brindes.

E tudo de graça para as grávidas!

Segue abaixo a programação:

Dia da Gestante na 4Fit

Agenda do Dia da Gestante:

10hs - Palestra de Feng Shui - Aprenda a Criar um Ambiente Saudável e Feliz para o seu Filho
11hs - Aula especial de Pilates para Grávidas
12hs - Palestra com Ginecologista - Acabando com os Medos e Dúvidas do Último Trimestre da Gestação
13hs - Aula de Hidroginástica
14hs - Palestra de Nutrição - Alimentação da Mulher na Gestação

Durante todo o dia teremos exposição de produtos e serviços voltados para a gestante, com preços promocionais e descontos, entre os quais as roupas de grávida da Zazou.

Haverá ainda uma fotografa especializada em grávidas de plantão para tirar fotos gratuitas do “barrigão” das interessadas.

Além disto, ao longo do dia, para as grávidas que estiverem presente ao evento, teremos ainda vários vparias surpresas, com a distribuição de brindes, e também sorteios de prêmios bem legais, entre os quais vale compras de R$ 500 na loja da Zazou. Mas sõ para quem estiver lá. E tudo isto sem pagar nada.

Lembrando de que apesar do evento ser gratuito, é obrigatória a inscrição prévia das interessadas em irem neste evento. Pois não se esqueçam de que as vagas são limitadas!

Podem faze-lo (logo) pelo tel: (11) 5093-4770, dizendo que foi indicada pela Zazou para participar.

Mais um diferencial que a Zazou oferece para as grávidas. Mais uma vez saindo na frente, lançando moda, criando novidades…

Antes de engravidar, a mulher deve pensar em tomar um suplemento de vitamina B12 junto com o ácido fólico para evitar a má formação do feto. A vitamina ajuda a reduzir o risco de problemas congênitos graves no cérebro e na medula espinhal, mostra um recente estudo publicado na revista Pediatrics.

A pesquisa, feita com mulheres irlandesas, mostrou que aquelas com carência de vitamina B12 no organismo tinham cinco vezes mais chances de ter um bebê com algum tipo de má formação, principalmente as ligadas ao tubo neural. Pois a vitamina B12 é essencial para a saúde das células nervosas e na manutenção da taxa adequada de glóbulos vermelhos.

Por sto tomar o suplemento antes da gravidez pode diminuir a incidência de problemas como a espinha bifida, no qual a medula e os ossos da coluna não se formam corretamente, e a anencefaliaanencefelia.

O médico James Mills, um dos coordenadores do estudo e membro do National Institutes of Health (NIH), nos Estados Unidos, mostrou que a suplementação de vitamina B12 deve ser levada tão a sério quanto a de ácido fólico. Para ele, se as mulheres tomarem o suplemento assim como tomam o ácido fólico, os riscos de defeitos congênitos na gestação podem diminuir consideravelmente.

A vitamina B12 é essencial para a saúde das células nervosas e na manutenção da taxa adequada de glóbulos vermelhos. Ela pode ser encontrada na carne, nos laticínios, nos ovos, em peixes, mariscos e cereais matinais fortificados. Também pode ser encontrada em multivitamínicos.

Um ponto crítico é que as mulheres tem que considerar esta suplementação antes de engravidarem, por que uma vez que elas descobrem a gestação, pode ser tarde demais, sendo que as má formações ligadas à carência de vitamina B12 costumam surgir nas primeiras quatro semanas de gestação.

Inclusive mulheres vegetarianas ou que não comem laticínios devem estar especialmente atentas à carência de vitamina B12. A recomendação também vale para mulheres com problemas intestinais como a síndrome do intestino irritável, que costumam absorver vitaminas com mais dificuldade.

O estudo foi feito com 1,2 mil mulheres irlandesas, que tiveram amostras de sangue avaliadas ao longo de toda a gravidez. Para prevenir a má formação do feto, os pesquisadores sugerem que o nível de B12 esteja em 300 nano gramas por litro de sangue antes da concepção.

Olhem só que história absurda!

A britânica Leanne Salt, 24, fez história como a mãe mais pesada de trigêmeos: foram 254 quilos no final da gravidez.

Agora a mulher voltou a causar polêmica ao admitir que alimenta seus filhos de oito meses com fast food, incluindo lanches do McDonald’s e as tradicionais batata e peixe fritos da Inglaterra.

Mãe Alimenta Bebês Trigêmeos com Fast Food

De acordo com o jornal “Daily Mail”, a mulher hoje com 190,5 quilos disse que seus filhos começaram a comer esse tipo de alimento aos seis meses, segundo o Ministério da Saúde, até essa idade a criança pode deixar de tomar somente leite materno, para consumir também alimentos complementares, como frutas, legumes, tubérculos e carne.

Eles tinham seis meses quando comeram no McDonald’s pela primeira vez. Eles comeram nuggets, batatas e adoraram”, contou a mulher. “Eles também gostam de batata e peixe fritos.” Os bebês consomem em média 1.250 calorias por dia, ou quase o dobro do recomendado para sua idade. Eles, que nasceram prematuros, estão dentro do peso considerado ideal para sua idade.

Por conta do peso da mãe, os médicos tiveram um grande desafio em agosto do ano passado, durante o nascimento de Deanna, Daisy e Finlee. Foi necessária uma equipe com 68 pessoas e despesas de 200 mil libras (cerca de R$ 650 mil) pagas pelo Serviço Nacional de Saúde para realizar o parto, o valor incluiu uma mesa especial para a mulher ficar durante a cesárea.

Atualmente ela mora em Coventry e recebe benefícios do governo (227 libras, ou cerca de R$ 740 por semana). A mulher afirma que está muito ocupada para preparar refeições adequadas para os filhos ou fazer o trabalho de casa. “As crianças estão sempre com fome. Às vezes é mais fácil dar comida pronta para eles. Mas não é sempre que comem junk food [comida rápida e gordurosa]: às vezes faço algo no microondas para eles. Meus bebês são saudáveis”.

Geralmente, os bebês tomam uma mamadeira de leite às 5h30 e outra às 8h, quando também comem um bolinho com manteiga de café da manhã. O cardápio do almoço é torrada com ovo, purê de batata pronto com espaguete ou papinha de bebê, seguido por um pacote de salgadinho de queijo no início da tarde. Por volta das 16h, as crianças comem lasanha ou torta de microondas e tomam uma mamadeira de leite antes de dormir.

Segue abaixo um video de uma matéria do programa Tudo a Ver com várias dicas úteis e práticas de nutrição para a gestante e o bebê, assim como evitar aquele chato enjôo do início da gravidez:

Dietas vegetarianas bem planejadas são escolhas saudáveis para as mulheres grávidas e seus bebês. As necessidades de vitaminas B12 podem ser facilmente supridas com alimentos fortificados ou com qualquer multivitamínico comum.

A afirmação é de um grupo de médicos e nutricionistas do Comitê de Médicos Para uma Medicina Responsável (PCRM), uma organização localizada nos Estados Unidos (http://www.pcrm.org).

Os especialistas concordam que as mulheres grávidas podem se basear sem medo nas dietas vegetarianas. Tais Dietas quando bem planejadas são adequadas para todos os estágios do ciclo de vida, incluindo durante a gravidez, lactação, infância e adolescência,” afirma um outro estudo da American Dietetic Association, a maior organização de profissionais de alimentação e nutrição dos Estados Unidos.

As dietas vegetarianas oferecem uma ampla gama de benefícios nutricionais, incluindo baixos níveis de gorduras saturadas e colesterol e altos níveis de fibras, folatos, antioxidantes e fitoquímicos.

“As mulheres que seguem dietas vegan não apenas têm gravidezes saudáveis, como elas frequentemente são mais saudáveis do que as mamães que comem carne,” diz a Dra. Susan Levin, da PCRM.

A escolha de uma dieta vegetariana ou vegan também pode ajudar as mulheres a evitar os hormônios não-saudáveis e as toxinas presentes nos produtos contendo leite, carne e peixe.

Análises do leite das mães vegetarianas, segundo a pesquisadora, demonstram que os níveis de contaminantes ambientes presentes no leite é muito menor do que no leite das mães não-vegetarianas.

“Comendo uma grande variedade de frutas, vegetais e outros alimentos de origem vegetal e incluindo no café-da-manhã cereais ou outros alimentos fortificados com vitamina B12, as mães e seus bebês podem obter todos os nutrientes que precisam para ficar bem,” diz ela.

Estudos mostram que baixos níveis de vitamina B12 elevam o risco de defeitos de fechamento do tubo neural nos recém-nascidos. É por isto que os médicos recomendam a suplementação dessa vitamina para mulheres grávidas que usam dietas vegetarianas.

Descubra abaixo alguma das formas de prevenção da doença que ataca especialmente as grávidas, elém de crianças e idosos.

Bateu um cansaço, uma sensação de fraqueza e um desânimo?

Cuidado!

Juntos, esses sintomas podem ser um sinal de anemia.

O problema é causado pela diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue. Essas células contêm ferro e são responsáveis por levar oxigênio para todo o organismo.

Há duas formas de anemia: aguda, em que há perda súbita de sangue, e crônica, quando o problema existe há tempos, com perdas aos poucos, e somente o hemograma poderá mostrar a situação dos glóbulos vermelhos.

Pessoas de todas as idades estão sujeitas à doença, mas na infância, durante a gravidez e nos mais velhos é preciso redobrar a atenção. Previna-se!

1) O cardápio

A melhor maneira de se prevenir da anemia é comer sempre carnes, ovos e derivados de leite, além de vegetais verde-escuros, que são ricos em ferro. É falsa a lenda de que a beterraba é um santo remédio para anemia.

2) Em jejum

O ferro é mais bem absorvido em jejum, seguido por alimentos com vitamina C - laranja, agrião, pimentão, vegetais verde-escuros etc.

3) Exame médico

Para dar fim à anemia, não basta alimentar-se bem. É preciso consultar um clínico. O médico poderá receitar remédios com ácido fólico e ferro, além da dieta. Com o exame de sangue, ele pode dizer qual suplemento de minerais e vitaminas corrigirá o problema.

Grávidas geralmente estão expostas a uma série de mitos e sensos comuns. Cada pessoa diz uma coisa diferente sobre determinada situação e a gestante nunca sabe ao certo o que fazer.

Isso resulta em uma série de erros comumente cometidos pelas grávidas, por isso resolvemos dar uma de caçadores de mitos e comentar os 10 erros mais cometidos por uma Gestante.

1) Eliminar o café da manhã

Deixar de tomar o café da manhã é um hábito péssimo e perigoso para tentar manter o peso. Ao fazê-lo, a gestante expõe o seu bebê, que necessita de um fornecimento continuo de energia, a um período de jejum extremamente prolongado de cerca de 16 a 18 horas.

O que não pode faltar no café da manhã de uma grávida:

- Água
- Leite e derivados: fornecem proteínas de elevada qualidade biológica (ricas em aminoácidos essenciais) minerais (Cálcio, Fósforo, Magnésio,etc.) e vitaminas
- Cereais: para que obtenha energia e fibras
- Frutas: que concede vitaminas

2) Fazer regime sem uma consultoria médica

A gravidez não é a ocasião adequada para fazer um regime restritivo, a não ser que seja por recomendação médica e com acompanhamento nutricional. Regimes e dietas poderão provocar insuficiências nas necessidades calóricas e em nutrientes específicos de que poderão resultar graves consequências para o seu bebê, como aborto espontâneo ou morte neonatal.

3) Não respeitar as recomendações do seu médico

Pequenas recomendações médicas que acreditamos ser “bobagens” ou “exageros do médico” podem ter consequências desastrosas se não seguidas, principalmente as alimentares.

As regras na alimentação estabelecidas na gravidez pretendem cumprir propósitos muito concretos no que diz respeito seja na satisfação das necessidades qualitativas e quantitativas da grávida, seja na manutenção do seu peso.

O não cumprimento daquelas poderá provocar consequências muito graves para a manutenção da saúde do bebê.

4) Comer por dois

A idéia é completamente compreendida fora do contexto, o objetivo não é este. Há 50 anos ainda se afirmava que a mãe deveria comer bastante, o que resultava no aumento do peso em cerca de 20-25 Kg, ocasionando importantes perturbações na saúde materna e infantil.

Comer por dois hoje se compreende em fornecer ao seu bebê alimentos variados em quantidades apropriadas. Quantitativamente, veja em Tabela de Evolução do Peso da Grávida o peso que poderá ganhar.

5) Consumir álcool

O álcool é uma substância calórica e sem interesse nutritivo que pode causar lesões graves ao feto. Ainda existe uma linha na medicina que estuda efeitos positivos do álcool na gravidez, mas nada ainda foi efetivamente comprovado e os malefícios são bem maiores do que os benefícios. Corte o álcool já!

6) Exagerar no sal

É necessária apenas uma pequena quantidade de sal, não mais que 5g no final da gravidez. Também não é necessário aumentar as doses de sal porque ele já está presente na alimentação. Evite alimentos extremamente salgados e seja suave no tempero. O excesso de sal pode ocasionar retenção de água e, por vezes, edemas além de favorecer a HTA (hipertensão arterial) se houver predisposição.

7) Consumir alimentos com açúcar simples

Açúcar refinado, mel, adoçantes artificiais, doces em geral (biscoitos, bolachas, gelados) e chocolates, fruta de conserva, condimentos que contenham açúcar (maionese, molhos, etc.) deverão ser eliminados porque aumentam a circulação de açúcar e de insulina o que provoca o seu armazenamento sob a forma de gordura. Não proporcionam fornecimento contínuo de energia.

8) Abusar de certos alimentos

Além do álcool, deve-se tomar cuidad com café e o chá (em grandes quantidades), enchidos, alimentos defumados, comidas muito condimentadas, frituras e guisados também não devem ser consumidos durante a gestação e amamentação. Evite também as gorduras de origem animal. Não cozinhe com óleos de tempero.

9) Descuidar

Preparar bem os alimentos – carne não cozidas pode ter toxoplasmose. Atenção à preparação de alimentos no forno microondas, pois não elimina os micróbios como faz a cozinha tradicional.

10) Descuidar o peso

Nunca descuide do peso. As alterações significativas do peso terão repercussões negativas e graves para a saúde do seu bebê.

Você esta tomando suplemento de cálcio durante sua gravidez?

Pois saiba de que Câmara esta analisando o Projeto de Lei 4693/09, do deputado Dr. Ubiali (PSB-SP), que obriga o Ministério da Saúde a fornecer cálcio para mulheres grávidas, durante todo o período de gestação.

A distribuição será feita pelas secretarias de saúde estaduais e municipais. Cada gestante receberá um kit com 250 gramas de carbonato de cálcio e uma colher medidora. O objetivo é garantir a ingestão diária de 1 grama de cálcio.

A proposta prevê que as secretarias que descumprirem a norma estarão sujeitas a multa, que será paga às mulheres que não receberem o suplemento.

Estudos citados por Dr. Ubiali mostram que o suplemento de cálcio na dieta de gestantes reduz pela metade o risco da pré-eclâmpsia (hipertensão gestacional) e diminui em 20% os partos prematuros, entre outros benefícios.

O parlamentar destaca ainda a medida vai gerar economia de recursos públicos. “A saúde pública arca hoje com despesas muito altas na compra de medicamentos paliativos para tratar a hipertensão gestacional. Já o custo do suplemento é muito baixo, uma vez que o cálcio é encontrado com muita facilidade na natureza”, explica.

E você o que acha desta proposta?

Ter desejos é uma das muitas alterações no comportamento da mulher quando está grávida.

Dessa forma, as futuras mamães são paparicadas e conseguem satisfazer suas vontades, mesmo que seja de madrugada. “Ainda não senti vontades assim, mas queria, às três da manhã, desejar comer uma rabada e fazer o Ike buscar (risos). Vou começar agora, só de birra”, brincou Luciana Mello, que está no sexto mês de gravidez de um menina, fruto do relacionamento com Ike Levy.

Luciana Mello Grávida na Zazou

A famosa mistura de alimentos é uma das coisas mais lembradas da gestação. “Acho bem engraçado quando olho para o que estou comendo (risos). Nunca vou me esquecer que voltei a tomar leite, sinto uma vontade enorme. Também misturo feijão com legumes e muito limão”, contou a chef Morena Leite, grávida de 7 meses de Manuela, do relacionamento com Caio Monteiro da Silva. ” Sempre gostei de frutos dos mar, mas mudei meu gosto de repente com a gravidez. Fico mal só de lembrar”, completou Morena.

Algumas gestantes, acostumadas a refeições balanceadas e leves, mudam completamente seus hábitos. “Sinto uma vontade enorme de comer arroz com feijão, só isso”, revelou a atriz e apresentadora Ticiane Pinheiro, casada com Roberto Justus, de quem está grávida de 6 meses de uma menina.

A vontade por alimentos ácidos é uma surpresa para Ingrid Guimarães, que espera uma menina do publicitário Renê Machado. “Estou louca por tudo o que é cítrico. O picolezinho de limão está entre minhas preferências”, resumiu a atriz. A humorista Mônica Martelli, grávida de 4 meses de uma menina, fruto do relacionamento com Jerry Marques, não consegue controlar o desejo. “À meia-noite vem aquele desejo e mando buscarem para mim picolé de limão, de cajá, de umbu e cupuaçu. É uma mistura de vontade de algo gelado e azedo ao mesmo tempo”, ponderou.

A jovem Viviane Victorette também sentiu a alteração no apetite. “Nunca gostei de refrigerante, mas estou com essa mania de tomar Sprite”, confidenciou a atriz, grávida de 7 meses de Júlia, a primeira filha com o fotógrafo Diego Suassuna.

Outras transformações também entram para a lista de esquisitices das futuras mamães. “Estou com muita sensibilidade a cheiros fortes, como perfumes, por exemplo. Já odiava cigarro, agora a aversão triplicou. Não consigo nem passar perto de alguém fumando”, explicou Samara Felippo, que espera Alícia, do relacionamento com o jogador de basquete Leandrinho.

A ex-atleta Fernanda Venturini, casada com Bernardinho, sente-se mais dorminhoca. “Tenho ficado com mais sono que o normal”, listou ela, no segundo mês de gestação. A sensação é a mesma da atriz Bianca Rinaldi, grávida das gêmeas Sofia e Beatriz, do casamento com Eduardo Menga. “Parece que o sono fica prejudicado porque tenho que ir oito vezes ao banheiro em uma única noite”.

Bianca Rinaldi Grávida na Zazou

Suzy Rêgo, que também espera gêmeos, Marco e Mássimo, fala que consegue tudo o que quer. “É claro que estou aproveitando esses desejos. Meus amigos me trazem chocolate o tempo todo e meu marido, Fernando Vieira, adora me trazer comidinhas e cozinhar para a gente. Quero mesmo ser mimada porque é a fase mais gostosa da minha vida. Aos 42 anos, penso que essa gravidez tem que ser paparicada todos os dias (risos)”.

Suzy rêgo Grávidana Zazou

E você o que sentiu? Quais seus desejos? E os maridos?

Mandem seus comentários!

Veja no video abaixo uma matéria da Revista Crescer com os cuidados que você precisa ter na hora de dar a primeira papinha para o seu filho com um pediatra especializado:

Gostaria de aproveitar esta matéria e dar uma dica útil para vocês de como resolver o problema de fazer a papinha através da empresa Empório da Papinha (www.emporiodapapinha.com.br).

Empório da Papinha & Zazou

E você como esta fazendo em relação a papinha do seu bebê?

Gostaria de falar aqui de uma doença que pode ser perigosa durante a gravidez que é a Toxoplasmose. Em especial para as grávidas que tem gatos em casa ou convivem com eles…

Para começar não preciso dizer de que é fundamental fazer todos os exames pertinentes durante a gestação. entre eles os de sangue, por exemplo, que dirão se você já teve toxoplasmose. Caso tenha tido, você está protegida, porque a doença não se repete. Mas caso contrário, se não tiver tido, então para proteger o bebê tome alguns cuidados depois de entrar em contato com felinos e ao preparar ou ingerir alimentos crus.

Esta doença é causada por um parasita que se aloja no intestino dos gatos e é eliminado pelas fezes deles. Tanto pessoas quanto animais podem ser contagiados por meio da ingestão do parasita.

Por isto segue abaixo algumas dicas práticas que podem ser úteis para evitar esta doença:

1) Mantenha as mãos sempre bem limpas, principalmente depois de manipular carne crua ou de ir a lugares onde há gatos, como praças, playgrounds com areia, praia, parques, etc. Use uma escovinha para limpar as unhas.

2) Os utensílios usados para preparar carne crua devem ser lavados cuidadosamente antes de entrarem em contato com outros alimentos.

3) Lave bem as verduras e os legumes antes de servir. Evite comer verduras cruas fora de casa se você não tem certeza da qualidade dos produtos ou da higiene do lugar. Cozinhe bem as carnes: cruas ou mal passadas elas podem ser uma fonte de contágio.

4) Não tome leite sem pasteurizar, nem coma ovos crus.

5) Se tiver um gato, utilize luvas descartáveis para limpar o lugar onde ele faz as necessidades, e lave o recipiente com água fervendo todos os dias.

6) Para mexer em um jardim, use luvas descartáveis.

Sempre importante recomendar que Vá regularmente ao seu obstetra para diagnosticar esta ou outras doenças durante sua gravidez.

De qualquer forma o que muita gente tem dúvidas, é que não é preciso fazer exames no seu gato para saber se ele tem o parasita da toxoplasmose. Se você mantiver essas medidas de higiene como prevenção, não precisará se afastar do seu gatinho…

Você já teve azia durante a sua gravidez?

Muitas mulheres tem. Por isto queria passar uma dica neste Blog pra você que está grávida e sofre com a azia ao decorrer da gestação!

Quer saber como resolver a Azia na Gravidez?

Você precisa apenas de uma simples pitada de café!

Ou seja, molhe o dedo indicador na lingua coloque no pó de café e em seguida coloque na lingua novamente.

Sim, é só isto…

Mas apesar de simples, essa é uma solução muito eficaz para mulheres gravidas. Em minutos a azia passa.

Tudo de bom e aproveite ao máximo esta fase especial, em ter azias…

Infelizmente em nosso país, ainda existem muitos casos de desnutrição materna, e por isto resolvi trazer este tema também para este Blog.

Um recente estudo da PUCPR, mostrou as relações entre a má alimentação de grávidas e problemas das crianças.

Esta pesquisa foi realizada por professores e acadêmicos de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) mostrou que a desnutrição materna durante a gestação pode gerar seqüelas graves na formação dos bebês.

Os principais danos são a má-formação de órgãos linfáticos, fígado, intestino e cérebro.

Conseguiram provar que quando a mãe não tem uma alimentação adequada o bebê também nasce desnutrido e isto acarreta uma série de problemas. Outra descoberta importante é que este processo é irreversível, ou seja, uma vez que o feto sofre com a desnutrição, mesmo que tenha uma amamentação adequada depois não poderá se desenvolver integralmente, ficando com seqüelas.

O estudo utilizou ratos como cobaias. Os pesquisadores compararam dois grupos: com mães bem nutridas e outras carentes de nutrientes.

Os filhos do primeiro grupo nasceram normais e sobreviveram. Os do segundo nasceram com peso abaixo da média e com um número inferior de linfócitos, ocasionando graves problemas imunológicos, além de debilidades no fígado, intestino e cérebro.

Uma coisa é uma criança ser desnutrida com 12 anos. O perigo é grande, mas é menor. Outra é uma criança ser desnutrida ainda na barriga da mãe. Isso atrapalha seu desenvolvimento, impedindo a boa formação de grande parte de seus órgãos vitais.

Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, afirma que a nutrição da mãe deve ser uma prioridade, já que esta é a fase mais importante do desenvolvimento da criança. Precisamos de mais políticas públicas nesta área. A criança e a mãe têm direito de ter uma alimentação adequada. E quando não há possibilidade, é dever do governo proporcionar.

A fundadora da Pastoral alerta que há casos em que, mesmo a mãe tendo condições, acaba se alimentando de forma inadequada.

Ela afirma que a cultura alimentar mudou nas últimas décadas e a Pastoral também acaba fazendo um trabalho de redirecionamento na dieta alimentar das famílias. Por esses fatores é muito importante que as mulheres façam pré-natal. Nos exames pode se detectar como está a saúde da mãe e corrigir anemias e problemas de nutrição.

Uma prova de que a boa alimentação durante a gestação ajuda o desenvolvimento dos bebês é Marcela, filha da professora Diovana Goetzki dos Santos. Durante a gestação, a professora teve uma dieta balanceada por orientação do médico.

Faziam parte de seu cardápio frutas, verduras e legumes. Ela diz que o médico proibiu massas e frituras, a fim de evitar o excesso de peso. Também estavam proibidos café e coca-cola. Fez um acompanhamento constante durante toda a gravidez. Todo mês ela se pesava e engordou 16 quilos.

Renata Vidal, farmacêutica, mãe de Manuela, não seguiu tão a risca a orientação dos médicos e só não conseguiu deixar os doces de fora. Não deixou de comer o que eu gostava, mas equilibrou comendo frutas e verduras.

O obstetra passou uma lista com os itens permitidos e proibidos. Teve sorte porque muito do que não poderia comer ela já não comia. Somente o chocolate não conseguiu deixar de fora. As filhas de ambas têm menos de 15 dias e estão com peso normal, desenvolvendo-se bem.

Os médicos são unânimes em algumas recomendações para as gestantes. Veja o que é saudável e o que deve ser evitado.

1) O que é saudável:

- Frutas
- Verduras
- Legumes
- Leite
- Ovos
- Carnes magras.

2) O que se deve evitar:

- Frituras
- Carnes gordas
- Massas
- Doces
- Chocolates.

As refeições das gestantes devem ser equilibradas da seguinte forma: metade do prato com fibras e a outra metade dividida entre proteínas e carboidratos.

Segue abaixo algumas dicas de especialistas de como reconquistar a sya silhueta perdida durante a gestação.

Para começar a primeira dica, é que especialistas garantem que o ideal é que a grávida faça um controle do peso ainda durante a gravidez. Por isto começe já!

A gestação é um tempo de mudanças físicas e emocionais no corpo e na mente femininos. Mesmo assim, estrias, flacidez e seios caídos não são sinônimos de pós-parto. O corpo sofre, sim, por mudanças e pode ganhar estas características. Mas existem exercícios e tratamentos que ajudam a recuperar a autoestima e fazem as mulheres ficarem de bem com a balança de novo.

Prova disso são as mamães que não denunciam a maternidade pelo corpo, como a modelo Alessandra Ambrósio, a atriz Carolina Dieckmann e a apresentadora de TV Angélica. As três mamães exibiam formas perfeitas pouco tempo após o parto. O segredo é cuidar da alimentação, da mente, praticar esportes e conhecer formas de evitar que o corpo fique diferente para sempre.

Ocorrem várias alterações físicas e hormonais complexas no corpo, que vão desde o aparelho circulatório até os sistemas digestivo e urinário. O aumento das mamas e do abdome são perceptíveis logo após o terceiro mês, além de alterações na pele e nos cabelos.

A pele e o cabelo tendem a ficar oleosos, geralmente, no rosto. Distúrbios na pigmentação da pele, o chamado Cloasma, também pode ser característico da gravidez. A flacidez ainda pode permanecer incomodando por um tempo após o nascimento do bebê.

O ideal é que se faça um controle de peso durante a gestação para que não haja um aumento excessivo. Os exercícios físicos durante e depois da gravidez também ajudam.

Mas o esforço físico com alto impacto no primeiro trimestre de gestação deve ser evitado. As melhores atividades são aquelas sem impacto, em piscinas ou caminhadas, sempre com orientação profissional.

Cuidar da alimentação também é uma garantia de saúde para a mulher e o filho. Uma dieta balanceada, rica em frutas, verduras, líquidos, leite e derivados deve ser seguida.

Mas para as mulheres que não conseguem se controlar e encontram na cirurgia plástica a única solução. Mas cuidado, pois o tipo de cirurgia e o melhor momento para que o procedimento seja realizado, devem ser avaliados com cuidado pelo cirurgião especializado. Seguindo as dicas e mantendo alguns cuidados, é possível garantir beleza e tranquilidade.

Os que as mamães precisam lembrar é que é esse é um período passageiro, mas muito importante, que fazer exercícios e cuidar da alimentação é fundamental.

Segue abaixo para sua informação os 10 mandamentos alimentares de uma grávida que quer ficar em boa forma e com saúde.

São dicas úteis e práticas de um obstetra, duas nutricionistas e uma nutróloga, que revelam o que não pode faltar no seu prato para garantir nove meses de bem estar:

1) Proteínas já!

Assim que a gravidez é confirmada, prescrevo uma dieta à base de leite, ovos quentes, coalhadas, queijo fresco, carnes magras, peixe, frango, fígado, verdura e legumes, afinal a carne, os músculos e ossos do bebê necessitam de proteína para se formarem. Bpom ressaltar que o nutriente também é muito importante no terceiro trimestre de gestação, a fase de ganho de peso do seu filho. Vale lembrar que o queijo de leite fresco não pasteurizado é a melhor opção por afastar o risco de brucelose, doença crônica causada por laticínios contaminados por bactérias.

2) Coma para dois e não por dois

Bom advertir de que não se deve dobrar a quantidade de alimento, mas sim garantir o aporte de nutrientes necessários para o desenvolvimento do feto. A gestante precisa de 1/6 a mais de calorias do que antes da gravidez. Se ela ingerir o dobro, vai ganhar peso demais. Portanto capriche nos legumes, verduras, cereais, carnes magras e faça refeições bem variadas, para garantir tudo o que vocês dois necessitam.

3) Esqueça o cafezinho

Café, chá preto, refrigerante de cola e alguns achocolatados (todos ricos em cafeína) dificultam a absorção do cálcio pelo organismo, além de estimularem o sistema nervoso central. Embora a toxicidade da cafeína não tenha ainda sido estabelecida para o feto, sabe-se que ela atravessa a placenta e por isso pode ser prejudicial.

4) Consuma (mais) cálcio

O mineral também é necessário para a formação de ossos e dentes do bebê, além de indispensável para o bom funcionamento do organismo materno. A cota diária recomendada durante a gravidez é 1200 mg por dia, o que equivale a três ou quatro porções. As fontes? Leite e derivados, sardinhas com osso, suco de laranja e vegetais verde escuros, que são os que contêm cálcio na melhor forma de aproveitamento pelo organismo. A gestante também pode reforçar a ingestão aproveitando as cascas dos ovos. Basta lavá-las em água corrente, assá-las no forno, triturá-las e polvilhar este pó na comida.

5) Peça peixe no terceiro mês

Principalmente salmão! Rico em ômega-3, o peixe vai deixar o bebê mais inteligente. É nesta fase que o sistema neurológico do pequeno está sendo formado e estudos recentes apontaram a ligação entre o nutriente e o cérebro infantil.

6) Não pule refeições

As calorias devem ser divididas por cinco ou seis refeições diárias, pois a digestão será facilitada, o intestino funcionará regularmente e os nutrientes serão bem aproveitados. Dessa forma, o metabolismo também é estimulado e a sobrecarga de energia com maior depósito de gordura é evitada. Caso você sinta enjoos matinais e pretenda pular o café da manhã, não faça isso! Ao acordar, é normal haver queda de pressão, já que a grávida passou a noite sem comer. Então, ela precisa se alimentar para equilibrar este quadro. Caso ela sinta enjoos, deve tomar um remédio indicado pelo seu médico, mastigar algumas bolachas salgadas (tipo água e sal) e permanecer deitada por cerca de 20 minutos. Logo ela poderá levantar e fazer o desjejum normalmente.

7) Prepare alimentos grelhados e assados

Afinal, as frituras devem ficar longe do cardápio para evitar o ganho exagerado de peso e as carnes cruas estão fora de questão. Os especialistas concordam que carpaccio, quibe cru, sushi, sashimi e similares proporcionam risco de intoxicação, amebíase, verminoses, salmonela… Risque do cardápio.

8) Deixe o saleiro longe

O sal provoca retenção de líquidos, o que a deixará inchada. No terceiro trimestre, o controle deve ser mais rigoroso para afastar o perigo da pré-eclâmpsia, a temida hipertensão na gravidez.

9) Fique de olho no açúcar também

O segredo para manter uma gravidez saudável é manter o equilíbrio, logo, controle o impulso de ter desejos por sorvete, bolos, chocolates e doces a toda hora. As guloseimas são ricas em gordura, que são difíceis de digerir e fermentam. E se você utiliza adoçantes, prefira os naturais, à base de estévia e sucralose. Os artificiais, como aspartame, ciclamato e sacarina podem causar má formação fetal.

10) Beba pelo menos dois litros de água por dia e nem uma gota de álcool

A água coloca o intestino para funcionar, melhora a circulação e contribui na produção de leitet. Mas bom lembrar de que não é aconselhável a ingestão de líquido durante as refeições e você não pode esperar sentir sede, pois se beber muita água de uma só vez, sobrecarregará os seus rins. Quanto aos drinques, os especialistas são unânimes: o álcool pode afetar o desenvolvimento do bebê, então brinde a alegria de ser mãe com suco de frutas sem açúcar!

E tenha uma gravidez saudável e feliz de bem com a vida e seu corpo!

Gostaria de passar uma dica de um video com vários depoimentos de grávidas sobre a alimentação durante a sua gestação, que foi exibido no programa Mulheres da Gazeta:

Em tempo de grandes investimentos na imagem pessoal, a gestação pode gerar ansiedade em algumas mulheres, especialmente naquelas que rotineiramente travam uma batalha com a balança. Com o nascimento do bebê, são deixados de 5 a 6 quilos para trás, mas os demais vão demandar alguns cuidados para desaparecer. Nesse aspecto, sempre largam na frente aquelas que mantiveram uma rotina de atividade física durante a gravidez.

Importante sempre lembrar de que a gestante deve consultar o seu médico para verificar se pode realizar exercícios e que modalidades são indicadas para o seu caso. Mesmo aquelas que já mantêm a prática regular devem ouvir seu obstetra. Uma vez liberados, os exercícios devem ser monitorados por um profissional de educação física, especialmente no primeiro trimestre da gravidez.

Usualmente são indicados 30 minutos de atividades, 5 vezes por semana. Os benefícios ultrapassam a manutenção do peso saudável: Pois mulheres que se exercitam tendem a ter um melhor trabalho de parto. Além disso, o exercício melhora a circulação; reduz os riscos de diabetes gestacional, complicações obstétricas e trabalho de parto prematuro; e diminui a sensação de fadiga. Completam o rol de vantagens a melhora na auto-estima e redução da ansiedade – típica dessa fase feminina.

É importante que a cliente informe à academia e ao instrutor que está grávida. Normalmente nas academias as grávidas participam do circuito, que engloba atividades aeróbica e de musculação. Contudo, importante que os exercícios sejam adaptados, e cada uma seja acompanhada de perto. Importante ainda que as grávidas busquem orientação nutricional. Pois essa dobradinha de ginástica e alimentação é imbatível para quem quer viver a gravidez de maneira saudável.

Após o nascimento do bebê, o retorno à academia é muito importante para a correção da flacidez abdominal e do contorno do corpo, mas requer liberação médica. Normalmente ocorre em duas semanas após o parto normal e em seis semanas quando a paciente é submetida à cesariana. Seja qual for o procedimento, quanto antes a atividade física for retomada, mais rápida será a resposta. Mas vá com calma. Sem stress.

A Zazou tem uma linha Fitness de roupas de grávidas próprias para que elas façam ginástica com estilo, conforto e segurança durante sua gravidez. Vejam fotos de alguns modelos no link:

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Linha Fitness e Yoga para Gestantes da Zazou

Segue abaixo algumas dicas úteis sobre alimentação durante sua gravidez:

1) Sempre que possível, fracione as refeições em 6 ao dia, assim você estará prevenindo dificuldades na digestão e náuseas, sintomas comuns no primeiro e último trimestres da gravidez.

2) Aumente o consumo de fibras, ingerindo maior quantidade de frutas, verduras e legumes, evitando assim a obstipação intestinal.

3) Evite o consumo exagerado de doces, chocolates, tortas e folhados, pois o valor calórico destes alimentos é elevado, contribuindo com o ganho de peso.

4) Substitua frituras e preparações à milanesa por assados, grelhados e ensopados.

5) Procure consumir pelo menos uma fonte de cálcio por dia. O cálcio pode ser encontrado principalmente no leite e em seus derivados como: coalhada, iogurtes e queijo fresco, por exemplo.

6) Evite o excesso de carboidratos, não ingerindo em uma mesma refeição: arroz, pão, macarrão, farofa, batata, manioca e mandioquinha.

7) Consuma pelo menos duas fontes de vitamina C por dia. As mais recomendadas são: laranja, limão, kiwi, acerola, goiaba e carambola.

8) As carnes devem ser consumidas sempre nas principais refeições, pois elas são as melhores fontes de ferro, prevenindo anemia e hemorragias.

9) Beba, pelo menos, 6 a 8 copos de água por dia. Esta quantidade de água ingerida é muito importante para prevenir o aparecimento de edemas.

10) Controle o consumo de sal no preparo das refeições, bem como para temperar, uma vez que em excesso, o sal pode elevar os níveis da pressão arterial.

Atendemos na Zazou muitas mulheres grávidas que stão bem acima do seu peso, e isto já antes da gravidez. Aliás para els temos tamanhos maiores. E é sobre elas que queria falar.

Até por que um recente estudo aponta que a obesidade feminina diminui as chances de gestação, que pode declinar ainda mais com o avanço da idade.

A obesidade tem efeito prejudicial na qualidade dos óvulos, reduz as taxas de fertilização e implantação e aumenta as chances de aborto, adverte estudo realizado pelo Fertility, qe é um Centro de Fertilização Assistida.

Especialistas investigaram a influência de hábitos alimentares nos resultados clínicos de ciclos de reprodução humana assistida. Foram avaliadas a influência do índice de massa corpórea (IMC), a alimentação e a prática de atividade física nas taxas de fertilização, a implantação e gestação em 489 pacientes que realizaram ciclos de injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI). As mulheres foram submetidas a um bloqueio hipofisário, seguido de estímulo ovariano controlado e de punção folicular.

No grupo com IMC acima de 30 kg/m2, a taxa de fertilização caiu e as chances de aborto aumentaram em quase duas vezes. Quando as pacientes foram avaliadas conforme a idade, detectou-se uma queda significativa tanto na taxa de fertilização quanto nos resultados de implantação do embrião no útero das mulheres com mais de 35 anos. O estudo também apontou que as pacientes consumidoras de refrigerante à base de cola, mesmo com idade até 35 anos, têm duas vezes menos chance de engravidar.

Já com relação à atividade física, o médico Assumpto Iaconelli Júnior, diretor da clínica e um dos coordenadores do estudo, destaca a influência positiva dos exercícios para o tratamento de infertilidade. “Registramos um crescimento nas taxas de implantação dos embriões e nas chances de gestação, além de redução do risco de aborto nas pacientes que praticavam alguma atividade física”, pontua o especialista.

Mas se você tem o sonho de ficar grávida, continue tentando. Mas recomendamos que vá se consultar com um especialista para ajuda-la a ficar grávida!

Como é que você esta fazendo ou pretende fazer para voltar a antiga forma depois da gravidez?

O conhecido nutricionista das estrelas mexicanas, Dr. Rafael Bolio, revelou, em entrevista a revista mexicana Tvnotas, o segredo da cantora Thalía para recuperar o corpo, depois da gravidez de Sabrina Sakaë.

Segundo Bolio, a mexicana consome 2.500 calorias por dia, com uma dieta à base de chocolates amargos, feijões, tortilha de milho, leite desnatado e frutas.

De acordo com o médico, depois da gravidez, Thalía ficou com uma cintura de 63 cm e telefonou para ele desesperada, pedindo ajuda. Mas agora, conseguiu reduzir a 60 cm.

Bolio ainda contou que pai do bebê Tommy Mottola também engordou durante a doce espera de Sabrina. Porém, com sua ajuda, o marido de Thalía também conseguiu emagrecer aproximadamente 10 kg.

E você tem tido juda de algum profissional para voltar a antiga forma? Qual a sua dieta?

Os pais, especialmente os chamados de “primeira viagem”, costumam ter dúvidas (naturais pois não tem ainda experoência prática) sobre os cuidados que devem ser tomados com a higiene dos utensílios usados na alimentação do bebê.

Uma delas diz respeito à necessidade de reservar uma panela só para a papinha, mas saiba de que esse procedimento não é necessário. No entanto, panelas antiaderentes devem ser evitadas até os dois anos porque, ao serem aquecidas, podem liberar substâncias tóxicas para o bebê. Aconselhamos o uso de panelas de alumínio, aço inox ou ferro, que devem ser lavadas sempre a cada uso com água limpa e detergente.

Já as chupetas e mamadeiras também precisam ser muito bem lavadas com água quente e detergente. O bico da mamadeira deve ser limpo também e com o uso de uma escovinha apropriada só para isto e limpa. Infelizmente ainda é comum de muitas mães usam uma escova para limpar a mamadeira, mas se esquecem do bico. Aí não adianta, porque os restos de comida não saem perfeitamente…

Esses objetos precisam ser esterilizados após cada uso até o bebê ter seis meses, e mesmo sem uso de pelo menos uma vez ao dia até completar nove meses.

Para faze-lo e simples. Deve-se colocá-los em uma panela com água fervente por dois minutos, desligar o fogo após esse tempo e deixá-los mais cinco a dez minutos na panela tampada. Após esse tempo, devem ser retirados com uma pinça e deixados para secar naturalmente. Não é recomendável usar panos porque pode haver contaminação.

Você sabe quais ervas tomar na gestação?

Pois no video abaixo a Angélica Banhara, autora do livro Grávida em Boa Forma, conta para você quais os chás e ervas que pode tomar na sua gravidez:

Segue abaixo um video em que a Angélica Banhara, autora do livro Grávida em boa forma, ensina o que você pode comer durante a gestação:

Por trás do uso de chás durante a gravidez, existem duas questões: a preocupação a respeito dos seus efeitos sobre o bebê; e também a questão levantada pela crendice popular sobre o chá abortivo.

Existe uma concepção sobre o uso de chás para provocar o aborto, especificamente o chá de carqueja. Esta concepção não encontra nenhuma evidência científica, e nenhuma droga é derivada desta planta para fins abortivos, mesmo em situações médicas e terapêuticas.

Na verdade, o uso abusivo de chás, que por sua vez contém substâncias, tais como a cafeína, que podem atravessar a placenta, pode provocar efeitos negativos tanto na mãe, quanto no bebê, mas raramente provocam o aborto. Por isto, são um risco para a gestante.

O seu uso para estas finalidades tem grandes chances de provocar sintomas graves de intoxicação, podendo até mesmo levar a morte da mãe.

Quanto ao uso de chás rotineiros durante a gestação, é importante observar quais chás possuem efeitos benéficos e quais podem prejudicar a mãe e o bebê.

De acordo com nutricionistas, a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, sendo que a melhor opção de chá para a gestante é o de erva doce e erva cidreira porque tem efeito calmante.

1) Chás que podem ser utilizados na gravidez:

- Chá de erva doce;
- Chá de erva cidreira;
- Chá de alfazema.

2) Chás que não devem ser utilizados na gravidez:

- Chá mate;
- Chá de cravo-da-índia;
- Chá de canela;
- Chá preto;
- Chá branco;
- Chá verde.