Bebê


Como sabe a Zazou nunca para de pensar e inventar novidades para oferecer diferenciais as grávidas antenadas.

Desta vez temos uma nova promoção legal para as grávidas em setembro para comemorar o lançamento da nova coleção de primavera verão, e vamos promover um concurso cultural em parceria com a Sapo Music para premiar a vencedora com um conjunto de 6 CDs musicais bem legais para a gestante e seu bebê.

Promoção de Setembro do Lançamento da Nova Coleção = Ganhe 6 CDs de Músicas para Gestante e Bebês da Sapo Music

Vá pensando aí no que vai escrever para: sapomusic@zazou.com.br

Aguardem em breve mais informações e detalhes de como participar, ok?

Que os bebês escutam e reagem aos sons desde a fase em que estão na barriga da mãe já é de conhecimento comum. Mas uma pesquisa realizada no Canadá traz novidades sobre esse fato. Ouvir dois idiomas durante a gestação pode auxiliar o pequeno no aprendizado de diferentes idiomas.

De acordo com o estudo, publicado no jornal Psychological Science, os bebês nascidos de mães bilíngues apresentam diferentes preferências de idioma do que crianças nascidas de mães que falam uma única língua.

Dois grupos de recém-nascidos foram testados no experimento: aqueles cujas mães só falava inglês durante a gravidez e outro grupo cujas mães falavam tanto tagalog, língua falada nas Filipinas, quanto inglês regularmente.

Foi utilizado um método de sucção para analisar os estímulos de cada criança. O resultado mostrou que os filhos de mãe que só falavam inglês respondiam melhor quando ouviam o idioma do que o tagalog. Em contrapartida, os bebês acostumados a ouvir duas línguas durante a gestação respondiam de forma igual aos dois idiomas.

Segundo as pesquisadoras Krista Byers, Heinlein e Janet F. Werker da Universidade de British Columbia, a conclusão do estudo sugere que a exposição pré-natal pode afetar as preferências das crianças, preparando-as para ouvir e aprender mais de um idioma. A pesquisa também verificou que os bebês bilíngues são capazes de diferenciar os dois idiomas, garantindo que eles não confundam as línguas em um futuro próximo.

Segundo as pesquisadoras “o interesse do bebê bilíngue nos dois idiomas ajuda a garantir a atenção, e, consequentemente, o aprendizado, de cada uma das suas línguas”. Os resultados do estudo demonstra que as raízes do bilinguismo são mais profundas do que se imaginava, estendendo-se até o período pré-natal, garantem elas.

Você sabia de que as mamandeiras de plástico foram proibidas em sete estados dos Estados Unidos e no Canadá?

Estudos mostraram que o Bisfenol A, substância usada na fabricação das mamadeiras, pode fazer mal à saúde das crianças.

No Brasil ainda não há estudos científicos sobre o Bisfenol A. A maioria dos médicos desconhece os riscos dessa substância, que pode causar doenças como câncer, diabetes e infertilidade.

Veja mais detalhes no vídeo abaixo na matéria do Jornal da Record:

Mulheres grávidas devem começar a cuidar do peso durante a gestação para que não fiquem muito pesadas e corram o risco de ferir seus bebês, segundo estudo publicado na revista médica The Lancet.

Pesquisadores descobriram que as mães que ganham mais peso deram à luz bebês mais pesados, que por sua vez são mais propensos a se tornarem adultos obesos. Eles também podem ter mais chances de câncer, alergias e asma.

“O estudo sugere que o melhor momento para começar a prevenir a obesidade pode ser realmente antes do nascimento, concentrando-se no ganho de peso e na dieta da mãe durante a gravidez”, disse o Dr. David Ludwig, do Children’s Hospital em Boston, que trabalhou no estudo.

Ludwig e Janet Currie, uma economista da Columbia University, em Nova York, analisaram dados de todos os bebês nascidos em Michigan e New Jersey durante um período de 15 anos (entre 1989 e 2003). Ao todo, foram 513.500 mulheres e 1,1 milhão de bebês.

Os pesquisadores queriam eliminar as causas genéticas de nascimentos de crianças com peso elevado. Eles compararam os bebês com as mães e eliminaram os que nasceram de cesarianas e as gestações que duraram menos de 39 semanas e mais de 40.

“As mulheres que ganharam mais de 22,5 kg tinham duas vezes mais risco de ter um bebê com peso elevado em relação às mulheres que ganharam 9 kg”, disse Ludwig.

Os recém-nascidos de mulheres que ganharam mais de 22,5 kg durante a gravidez eram quase 150 gramas mais esados que bebês de mulheres que ganharam 9 kg ou menos.

Os médicos sabem que a alimentação restrita durante gravidez e o baixo peso do bebê no nascimento podem causar diabete e problemas no coração na vida adulta. Mas atualmente, com a obesidade tão comum em mulheres em idade fértil, os médicos estão preocupados com a consequências.

Na última terça-feira, os Centros para Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos relatou que mais de 26% dos americanos estão obesos, o que significa que eles estão 20% além do seu peso ideal. O órgão solicitou uma legislação e regulamentação para se tornar mais fácil comer melhor e se exercitar mais no país.

Em 2009, 8% das mulheres em idade reprodutiva nos Estados Unidos estavam severamente obesas, comparando-se com os 3% que apresentaram peso abaixo do recomendado, de acordo com o Instituto de Medicina.

As mulheres mais obesas são as mais suscetíveis a perder um bebê: são 7,5 mortes por 1.000 nascimentos, comparando-se com 5,3 óbitos por 1.000 em mulheres não obesas.

O Instituto de Medicina recomenda que mulheres saudáveis ganhem entre 11 kg e 15 kg durante a gravidez. Mães com sobrepeso não devem ultrapassar de 7 kg a 11 kg; e as obesas devem ficar apenas entre 5 kg e 9 kg mais pesadas.

“A gravidez é um período específico de tempo em que as mulheres são normalmente mais motivadas a levar estilo de vida saudável, porque percebem que não é apenas o bem-estar delas que está em jogo, mas também o de seus filhos”, afirmou Ludwig.

A composição do corpo de um bebê no nascimento pode afetar a saúde dele no futuro por meio de mudanças nos órgãos que regulam o metabolismo, como o hipotálamo e o pâncreas.

Bebês nascidos prematuros em 6 semanas possuem 40 vezes mais chances que os bebês que nasceram com 9 meses de sofrer de síndrome de dificuldade respiratória, de acordo com um novo estudo.

Dez por cento dos bebês prematuros apresentaram a síndrome, de acordo com o estudo, em comparação a menos de 1% dos bebês que nasceram com 9 meses.

Na síndrome da dificuldade respiratória, os alvéolos pulmonares dos pulmões do bebê não estão completamente abertos por falta de lubrificante de superfície, dificultando a respiração.

Trata-se de uma das complicações mais comuns dos partos prematuros avançados, definidos como aqueles que ocorrem após a 34ª semana e antes da 37ª semana de gestação.

O risco de problemas respiratórios diminuiu com cada semana adicional de gravidez, conforme descobriram os pesquisadores.

Bebês nascidos após 36 semanas tiveram apenas nove vezes mais probabilidade, em comparação aos bebês que nasceram com 9 meses, de desenvolver a síndrome, enquanto os que nasceram com 37 semanas tiveram 3 vezes mais risco.

O estudo, publicado no “The Journal of the American Medical Association” na semana passada, é um dos maiores e mais atuais a examinar problemas respiratórios associados a partos prematuros avançados.

“O sistema pulmonar é o último a se desenvolver no feto”, disse a Dra. Judith U. Hibbard, da Universidade de Illinois, e principal autora do estudo.

“Os obstetras precisam se esforçar para só realizar o parto de um bebê a partir da 39ª semana, a não ser por uma boa razão médica”.

Segue abaixo mais algumas informações sobre alguns dos testes, exames e vacinas que seu bebê vai ter que fazer e tomar até os 6 meses de vida:

1) Teste do pezinho

A primeira medida na prevenção do bebê é tomada já na maternidade, durante o “teste do pezinho”. Consiste na coleta de sangue do calcanhar do recém-nascido. Os serviços de saúde, públicos ou particulares, oferecem a triagem de três formas: básica, mais e super.

A triagem básica contém três diagnósticos: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito e anemia falciforme. A fenilcetonúria é uma doença associada a excesso de um aminoácido no organismo do bebê e pode levar à deficiência mental. O mesmo vale para o hipotireoidismo, déficit na produção de hormônios na glândula tireoide.

O teste do pezinho “mais” oferece outras sete informações sobre possíveis doenças como toxoplasmose congênita e deficiência de G6PD, enzima que protege os glóbulos vermelhos contra oxidação.

Triagens qualitativas como o teste do pezinho ajudam a detectar doenças cedo.

Com o teste “super”, o organismo do bebê é analisado na detecção de 46 patologias, entre doenças relacionadas ao nível de aminoácido no corpo, defeitos no metabolismo de ácidos graxos (gorduras) e excesso de ésteres nas mitocôndrias. Tanto o exame “mais” quanto o “super” costumam ser oferecidos por serviços mais especializados, entre eles o da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

“Este teste, obrigatório, precisa ser feito antes de três meses, para que as doenças que ele detecta sejam ainda reversíveis”

2) Teste do olhinho

O teste do olhinho também é feito na maternidade. Durante o exame, um feixe de luz é lançado nos olhos do recém-nascido de forma inofensiva. Caso o reflexo seja vermelho, como é comum em fotografias tiradas com flash, o olho é sadio.

Se o resultado for branco, o bebê pode ter catarata congênita, uma doença que afeta o cristalino do olho, estrutura vital para o foco e visualização correta das imagens lançadas na retina.

3) Teste da orelhinha

Um fone de ouvido é colocado nas orelhas do bebê durante 5 e 10 minutos, enquanto a criança dorme. Estímulos sonoros são emitidos e a captação de eco produz um gráfico em computador. O médico analisa esses dados e verifica se o recém-nascido apresenta problemas como surdez e otite secretora.

“Muitas crianças que são diagnosticadas com transtorno de distúrbio de atenção e hiperatividade podem, na verdade, apresentar um defeito de audição e, consequentemente, na fala”.

Segundo o médico, o ideal é que o exame seja feito, no máximo, até o terceiro dia de vida.

4) Vacinação

O diagnóstico possível por meio das triagens deve ser acompanhado pela vacinação do bebê, que é definida por calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria, sempre com a consulta do médico que cuida do recém-nascido.

Confira abaixo tabela de vacinação recomendada pelo Ministério da Saúde em 2004, com complementações da Sociedade Brasileira de Pediatria, em 2008. Os dados compreendem apenas os seis primeiros meses de vida.

A) Ao nascer

1) BCG-ID - Dose única - contra Tuberculose
2) Hepatite B - 1ª dose (de 3) - contra Hepatite B

B) 1º mês

3) Hepatite B - 2ª dose (de 3) - contra Hepatite B

C) 2º mês

4) Sabin - 1ª dose (de 3) - contra Paralisia infantil
5) Tríplice - 1ª dose (de 3) - contra Difteria, tétano e coqueluche
6) Haemophilus - 1ª dose (de 3) - contra Meningite e outras infecções provocadas pelo Haemophilus b
7) Pneumo conjugada - 1ª dose (de 3) - contra Meningite e outras infecções provocadas pelo Pneumococo
8) Rotavírus - 1ª dose (de 2) - contra Gastroenterocolite provocada pelo Rotavírus

D) 3 meses

9) Meningite C - 1ª dose (de 3) - contra Meningite provocada pelo Meningococo C

E) 4 meses

10) Sabin - 2ª dose (de 3) - contra Paralisia infantil
11) Tríplice - 2ª dose (de 3) - contra Difteria, tétano e coqueluche
12) Haemophilus - 2ª dose (de 3) - contra Meningite e outras infecções provocadas pelo Haemophilus b
13) Pneumo conjugada - 2ª dose (de 3) - contra Meningite e outras infecções provocadas pelo Pneumococo
14) Rotavírus - 2ª dose (de 2) - contra Gastroenterocolite provocada pelo Rotavírus

F) 5 meses

15) Meningite C - 2ª dose (de 3) - contra Meningite provocada pelo Meningococo C

G) 6 meses

16) Sabin - 3ª dose (de 3) - contra Paralisia infantil
17) Tríplice - 3ª dose (de 3) - contra Difteria, tétano e coqueluche
18) Haemophilus - 3ª dose (de 3) - contra Meningite e outras infecções provocadas pelo Haemophilus b
19) Hepatite B - 3ª dose (de 3) - contra Hepatite B
20) Pneumo conjugada - 3ª dose (de 3) - contra Meningite e outras infecções provocadas pelo Pneumococo
21) Influenza - 1ª dose (de 2) - contra Gripe provocada pelos vírus Influenza e Parainfluenza

Bastante não?

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei 202/2010, do vereador Carlos Apolinário, que obriga hospitais e maternidades públicas e privadas a colocar pulseiras eletrônicas em recém-nascidos. Combinadas com sensores e alarmes nas entradas e saídas das maternidades, as pulseiras podem evitar o furto ou sequestro de crianças.

Para virar lei, a proposta tem de ser sancionada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que pode vetá-la total ou parcialmente.

“Espero que o prefeito sancione porque estamos tratando de vidas humanas. Hoje temos sensores até em loja”, diz o vereador Apolinário.

“Essa pulseira impede o roubo e o furto de crianças.”

Segundo o vereador, a pulseira deve ser instalada no recém-nascido assim que terminado o parto e removida quando a mãe e a criança tiverem alta.

E você o que acha desta idéia? O que acha de seu bebe ter já que usar ao nascer este tipo de coisa? Deveria ser obrigatório ou de escolha dos pais?

Mandem seus comentários.

Você vão mimar muito seu bebê?

Pois saiba de que esta afeição maternal transbordante dada aos bebês de alguns meses torna-os mais bem preparados para enfrentar os problemas da vida na idade adulta, segundo um estudo publicado no “Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária”.

Na pesquisa realizada durante vários anos com 482 pessoas no Estado americano de Rhode Island, os cientistas compararam dados sobre a relação dos bebês de 8 meses com sua mãe e seu desempenho emocional, medido por testes, aos 34 anos de idade.

Eles queriam verificar a noção segundo a qual os vínculos afetivos fortes a partir da primeira infância fornecem uma base sólida para se sair bem ante os problemas da vida.

Até então, os estudos sobre o assunto eram baseados em relatos de lembranças da infância, sem um acompanhamento.

A qualidade da interação dos bebês com suas mães aos 8 meses foi avaliada por um psicólogo, que anotou as reações de afeto e atenção da mãe. A classificação datando dos anos 60 ia de “negativa” à “excessiva”, passando por “calorosas”.

Em cerca de um caso em dez, o psicólogo notou um baixo nível de afeto maternal em relação ao bebê. Em 85% dos casos, o nível de afeição era normal, e elevado em 6% dos casos.

Essas pessoas acompanhadas foram testadas, depois, aos 34 anos, sobre uma lista de sintomas reveladores de ansiedade e hostilidade e mal-estar em relação ao mundo.

Qualquer que fosse o meio social, ficou constatado que os que foram objeto de mais carinhos aos 8 meses tinham os níveis de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos. A diferença chegava a 7 pontos no item ansiedade em relação aos outros; de mais de 3 pontos para hostilidade e de 5 pontos para o mal-estar.

Curiosamente, não havia diferença entre os que receberam um nível de afeto baixo e o normal. Isso poderia ser explicado, principalmente, segundo os pesquisadores, pela falta de interações verdadeiramente negativas na mostra observada.

Segundo eles, isto confirma que as experiências, mesmo as mais precoces, podem influenciar na vida adulta. As memórias biológicas construídas cedo podem “produzir vulnerabilidades latentes”, dia o estudo.

Veja no vídeo abaixo o depoimento da atriz Lavinia Pannunzio, em que conta sua experiência de mãe de primeira viagem para TV Mulher e Mãe.

Veja no vídeo abaixo de uma matéria do Jornal Nacional com mais detalhes do projeto de lei tornou obrigatória a triagem auditiva, conhecida como teste da orelhinha, em todos os recém-nascidos. O exame detecta deficiências sutis que não são percebidas no dia a dia com isto este teste já pode detectar deficiência auditiva de bebês na maternidade o que ajuda no tratamento. Veja como é o teste abaixo.

No vídeo abaixo a apresentadora Laura Wie conta para a TV Mulher e Mãe o que aconteceu com ela nos primeiros dias com o bebê em casa.

Se você já passou pela experiência de ser mãe, deve se lembrar de como ficava, psicologicamente falando, durante o período da gravidez. É possível que se preocupasse em levar uma vida saudável para que o feto se desenvolvesse o melhor possível.

O estresse, que produz o hormônio cortisol e afeta de várias formas a sua própria saúde, é sim capaz de afetar também a saúde de seu futuro bebê, mas segundo pesquisas só se o bebê em questão for uma menina.

Há também outras maneiras pelas quais os níveis de cortisol no organismo aumentam. Uma delas é a asma, doença respiratória na qual os picos de incidência (os chamados “ataques de asma”) são acompanhados por um brusco aumento do hormônio do estresse.

Baseados nessa relação de causa e consequência, pesquisadores da Universidade de Adelaide (Austrália) reuniram 174 mulheres grávidas para um estudo, das quais 123 sofriam de asma, e observaram seus quadros médicos durante a evolução da gravidez, até fazer um exame conclusivo 45 minutos depois do nascimento da criança.

Os pesquisadores analisaram o sangue do cordão umbilical das mulheres. Quando o bebê era menina, a quantidade de cortisol encontrado no sangue do cordão era 20% maior do que se o feto era de um menino. Ou seja, os meninos recebem “menos estresse” de suas mães do que as meninas.

Além disso, meninas de mães asmáticas nasciam, em média, com 22,5% a menos de massa corporal do que meninas de mães saudáveis, e não houve nenhuma diferença no caso de bebês meninos. Em suma, fetos femininos são mais suscetíveis ao que acontece no organismo de suas mães.

Dica para as mães e seus lindos bebês!

O programa “Tudo é Possível”, da Record, acertou uma parceria com a empresa Johnson & Johnson para escolher o novo “bebê Johnson”.

Porém, não será escolhido só um bebê, mas 12, um por mês, para ilustrar um calendário da marca em 2011.

A informação é da coluna “Sem Intervalo”, do “O Estado de S. Paulo”.

A promoção do “bebê Johnson” começou no Brasil em 1957, quando um dos fotógrafos contratados pela Johnson & Johnson tirou a foto de um bebê de cabelos loiros cacheados em uma maternidade paulistana. A imagem estampou anúncios e produtos da empresa.

Você vai ter uma menina? Planeja colocar uma linda joia e brinco nela ao nascer?

Gostaria então de indicar o trabalho da Marcia Maria da Silveira, que trabalha nos Hospitais e Maternidades de São Paulo, colocando brinquinhos nos bebês há mais de 9 anos.

Furo de Orelhinha

Ela já é bem conhecida em São Paulo por Mães e Pediatras pelo serviço, que vocês podem conhecer melhor pelo site:

www.furodeorelhinha.com.br

Neste site você poderão ver deste fotos, como depoimentos, e até videos com os bebês e suas mamães satisfeitas com o serviço dela.

Veja no vídeo abaixo o depoimento da atriz Patricia Novaes que conta para TV Mulher e Mãe sua experiência nos primeiros dias como mãe, incluindo o primeiro banho e primeira troca de fraldas.

Li uma matéria a respeito no caderno Donna de quanto custa sustentar um bebê nos primeiros anos de vida, e achei que poderia ser do seu interesse, e tomei a liberdade de traze-lo.

O arqtigo começa com o caso da engenheira civil Raquel Melo Moreira, 31 anos, que está grávida de seis meses do primeiro filho. Ela e o marido, o técnico Marlon Rafael Moreira, 29, planejavam o bebê há quatros anos e agora aguardam ansiosos a chegada de Beijamim. O casal ainda não fez as contas de quanto vai gastar, mas nos últimos dois meses as compras para o quarto do herdeiro já superam os R$ 3 mil.

Compramos o berço, uma cômoda, a poltrona para amamentação e um guarda-roupas. Há apenas duas semanas começamos a comprar roupinhas, mas ainda nem fizemos as contas de tudo. Não tenho nem ideia de quanto vamos gastar.

A economista Anemarie Dalchau Müller dá uma pista aos papais e mamães de primeira viagem, de que um casal de classe média, com renda mensal média de R$ 3 mil, costuma gastar 15% do valor com a criança, o que equivale a R$ 450 ao mês. Já os casais com maior poder aquisitivo chegam a destinar 20% dos ganhos para as despesas relacionadas ao bebê.

Os gastos costumam ser mais altos nos primeiros 12 meses, pois é preciso comprar fraldas, e se o nenê não mama no peito, precisa de uma alimentação especial que pode custar caro.

A professora Jani Floriano, especialista em economia doméstica, também aconselha que o casal sente para analisar os gastos assim que a gravidez for confirmada.

O primeiro passo é fazer uma planilha dos custos que já existem, separando os obrigatórios e não obrigatórios. Desta forma, o casal vai perceber o que pode ser reduzido, cortado ou substituído por algo mais barato. Outra dica é que os futuros papais conversem com amigos e familiares que tiveram filhos há pouco para saber como é a rotina e quais os custos.

A ginástica financeira que os futuros papais vão precisar fazer deve também prever o futuro do bebê. Anemarie alerta que as despesas com os filhos são para sempre e, por isso, quanto melhor preparados estiverem os pais, mais tranquilo será o futuro da criança:

Os gastos mensais com um filho são iguais ao de uma prestação de um carro ou uma casa. São um compromisso. Os pais precisam definir o que esperam para o futuro do nenê, se querem colocar em uma escola particular, se sonham que ele faça uma faculdade, por isso é importante começar a economizar.

Faça as contas:

1) Peça dicas para os amigos e parentes que já foram pais. Eles vão indicar o que realmente será necessário comprar e o que pode ser apenas um capricho.

2) Faça uma lista com as quantidades de roupas e acessórios que devem ser usados em cada período. Desta forma, você evita exageros nas compras.

3) Preste atenção na época em que o bebê vai nascer para comprar as roupinhas de acordo com a estação do ano.

4) As roupinhas usadas diariamente podem ser mais simples, ou até mesmo reaproveitadas de um irmão mais velho, sobrinho ou conhecido.

5) Quando for comprar os móveis, opte pelos mais neutros. Deixe cores para os enfeites, assim os móveis serão aproveitados por mais tempo

6) Cuidado ao economizar na compra do carrinho ou do bebê-conforto, pois são itens de segurança. Se for comprar usado, dobre a atenção.

7) Lave as roupas à mão. Pode dar mais trabalho, mas, além de garantir mais durabilidade para as peças, você economiza sabão e energia elétrica.

8) Estabeleça um valor fixo para os gastos. Assim, você evita os exageros. Para controlar os impulsos, tente sempre dar uma volta antes de comprar. Você terá tempo para avaliar se é realmente necessário levar aquela peça.

9) Fique atento às promoções de fraldas e comece o estoque antes de o bebê nascer. Opte por comprar principalmente os tamanhos M e G, que normalmente são mais usados.

10) Quando você estiver planejando o bebê ou assim que souber da gravidez, comece uma poupança. Ela pode ser usada tanto para as emergências como para o futuro do pequeno.

Uma dica a quem está pensando nesses itens: a criança começa a brincar depois de um certo tempo e tende a se satisfazer com pouco, isto é, brinquedos simples e coloridos com barulhos atraentes. Itens mais caros nem sempre são os preferidos das crianças, e sim dos pais.

Compras do Enxoval básico do Bebê para uma família de classe média:

1) Berço: entre R$ 200 e R$ 800
2) Kit para berço, inclui cabeceiras, laterais, edredom e jogo de lençol: entre R$ 100 e R$ 300
3) Abajur: a partir de R$ 20
4) Cômoda: entre R$ 300 e R$ 400
5) Roupeiro: em média R$ 700
6) Colchão para berço: entre R$ 69 e R$ 300
7) Poltrona para amamentação: em média R$ 300
8) Trocador com banheira: a partir de R$ 150
9) Toalha de banho: entre R$ 14,90 e R$ 45
10) Bebê-conforto: entre R$ 69 e R$ 300
11) Carrinho: entre R$ 270 e R$ 2 mil
12) Travesseiro: entre R$ 6,90 até R$ 55
13) Mala maternidade: a partir de R$ 69,90
14) Babá eletrônica: a partir de R$ 129,90

Gostos depois que nasce:

1) Fraldas: em média, o bebê usa cinco por dia. O pacote com 36 chega a custar R$ 20. Por mês, o gasto médio seria de R$ 140.

2) Higiene: se os papais forem bons de pesquisa, podem encontrar preços bem baixos e gastar em média R$ 50 por toda a cesta, composta por creme para assaduras (cerca de R$ 11), cotonete (R$ 1,99), algodão (R$ 1,99), álcool 70% 50 ml (R$ 1,25), lenço umedecido com 60 unidades (R$ 3,65), sabonete líquido neutro 200 ml (R$ 6,50), xampu neutro 250 ml (R$ 7).

3) Creche: no berçário, o período integral com todas as refeições custa em média R$ 600, enquanto meio período fica entre R$ 290 e R$ 370

4) Plano de saúde: até três anos, o plano de saúde custa entre R$ 120 e R$ 140 por mês. Os planos incluem as vacinas, que custam entre R$ 140 e R$ 350 cada

5) Alimentação: enquanto a criança mama no peito, o gasto é mínimo, mas, caso seja necessário usar leite em pó, os custos podem variar muito, de acordo com a necessidade do bebê. A lata comum custa em média R$ 18, mas caso o bebê tenha intolerância a lactose, por exemplo, o custo pode subir para R$ 85. Ao seis meses, começa a fase da papinha. As prontas custam em média R$ 3,50, sendo que o bebê come três ou quatro ao dia.

O governo americano e a empresa Baby Matters anunciaram nesta segunda-feira que estão retirando do mercado um tipo de bebê conforto, chamado de Nap Nanny, por causa da morte de uma menina de quatro meses.

O Nap Nanny foi projetado para ajudar as crianças a dormirem melhor, posicionando-as ligeiramente reclinadas, a fim de reduzir os problemas de gases. O recall afeta 30 mil itens.

Nap Nanny

A empresa recomenda que o Nap Nanny seja colocado no chão e longe de qualquer objeto. No caso da menina que morreu, o bebê conforto havia sido colocado dentro do berço. Ela foi encontrada presa entre o Nap Nanny e o protetor das grades do berço, tendo morrido sufocada.

A Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos Estados Unidos (CPSC, na sigla em inglês) recebeu 22 queixas sobre o bebê conforto, mas só uma morte foi registrada. O modelo mais antigo não tem anéis adequados no cinto de segurança que prende a criança e será trocado por outro. No caso do modelo mais recente, a orientação da CPSC é contactar a empresa, que colocou em seu site um vídeo mostrando a forma correta de prender o cinto.

Um grupo de 30 crianças que nasceram como prematuros extremos, isto é, após menos de sete meses de gravidez, começaram recentemente a ter sua capacidade de aprendizado avaliada pelo Grupo de Pesquisa de Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo – FCMSCSP.

Para a pesquisa, que é patrocinada pela Fapesp, foram selecionadas crianças prematuras hoje com 8 anos de idade, todas com audição normal. O objetivo é verificar se elas têm dificuldade no processamento da informação que ouvem. A explicação é da professora do Curso de Fonoaudiologia da FCMSCSP, Alessandra Durante, segundo a qual existem crianças que ouvem normalmente, “mas apresentam certa dificuldade em entenderem o que foi dito, isto é, não conseguem interpretar corretamente os sons, processá-los e compreender seu significado”.

É essa capacidade de processamento que será avaliada no laboratório dirigido pelo professor Paulo Pachi, pediatra da Santa Casa especializado em retardo de crescimento intra-uterino, prematuridade e crescimento da recuperação. A pesquisa, da qual participam alunos da Faculdade da Santa Casa, tem grande importância, diz a professora Durante, porque muitas crianças que apresentam dificuldade escolar têm função auditiva normal, mas dificuldade de processamento, que é mais difícil de ser reconhecida pelos professores.

Para a avaliação, as crianças são colocadas em cabines fechadas, nas quais ouvem sons agudos, graves, sons agudos seguidos de graves e outros estímulos. Após cada som, são convidadas a descrever o que ouviram, o que permitirá aos pesquisadores avaliarem a capacidade de interpretação dos sons, comprovando-se então se a prematuridade teve ou não influência sobre o desenvolvimento da capacidade de processamento superior dos sons.

Vejam só mais este absurdo do caso de um bebê que divide a cela com a mãe e outras detentas há uma semana, em Tambaú, a 255 km de São Paulo.

A mulher esperava uma vaga em uma instituição própria para presas que tiveram filhos, mas o nome dela ainda seguia na fila de espera. Ao todo, 37 presas se dividem em cinco celas na Cadeia de Tambaú, sendo que o espaço tem capacidade para abrigar apenas 20.

A detenta que teve o bebê está na cadeia desde novembro de 2009.

“Agora eu tenho que pagar pelo que eu fiz e ele tão novinho tem que ficar aqui comigo”, disse a mulher que teve a criança há uma semana.

O recém-nascido já sofre com a precariedade do lugar. Os banhos são dados em um espaço improvisado. A cela de quase 15 metros quadrados é dividida com outras duas presas.

“Ele chora bastante, acaba incomodando o sono à noite. Aqui não é o lugar adequado para esta criança”, afirmou uma das presas.

O delegado João Guilherme Torrens de Camargo encaminhou um pedido de transferência para o Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário. No ofício que recebeu como resposta, o hospital alega que não tem vagas. São 100 leitos e a mulher estaria na fila de espera em 13º lugar.

“Com certeza, a cadeia não é o local adequado, mas, dentro da nossa possibilidade, estamos oferecendo o que é possível”, afirmou o delegado.

A assessoria da Santa Casa de São Paulo, onde funciona o centro hospitalar, informou que acolhe de forma provisória as presas e os bebês desde que foi fechado um centro especializado na capital.

Depois que conseguirem uma vaga no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, a presa de Tambaú e o bebê precisarão ser transferidos novamente para uma cadeia feminina que tenha condições de acolher mãe e filho durante o período determinado por lei, que é de seis meses.

Veja no vídeo abaixo uma matéria sobre Shantala, com orientação da fisioterapeuta Juliane Heineck do Vitta para o Programa Vida & Saúde da RBS TV, que mostra inclusive como fazer as manobras da massagem.

E você já faz ou esta pensando em fazer Shantala no seu bebê?

Mande seus comentários.

Esta é uma dica para as futuras mães em relação ao bebê dormir.

A primeira lição para o filho dormir a noite toda é evitar a manha. Segundo uma especialista em sono, os pais devem esperar e dar um tempo para eles voltarem a dormir sozinhos.

Vejam então mais dicas e detalhes no vídeo abaixo uma matéria do Globo Reporter que aborda exatamente este assunto.

Gostaria de dar a dica para as futuras mães da Promoção da Loja Puro Amor, que faz parte junto com a Zazou do grupo de lojas do Roteiro das Grávidas na Vila Olímpia.

Atenção pois vai apenas de hoje até o dia 10 de julho, quando vai estar dando 50% de Desconto nos itens de Puericultura das melhores marcas do mercado (Nuk, Chicco e MAM).

Dica da Promoção da Loja Puro Amor em Julho = 50% de Desconto em Puericultura das Melhores Marcas

Para quem ainda não foi na Puro Amor, fica bem pertinho da loja da Zazou na Rua Santa Justina, quase esquina da Atílio, na Vila Olímpia. Dá até para se desejar, parar o carro com o manobrista da Zazou, e ir a pé até lá.

Maiores informações pelo tel: (11) 3846-0717 ou no site:

www.puroamor.com.br

O barulhinho mais esperado durante toda a gravidez vira motivo de desespero para alguns pais nas primeiras noites com o bebê.

Muitas vezes, o choro que não para nunca desespera os pais, que não sabem entender o bebê está querendo.

Assista ao vídeo e saiba como lidar com o choro incessante.

As mulheres que consomem bebidas alcoólicas durante a gravidez podem estar a prejudicar a fertilidade dos filhos, informa o jornal inglês Guardian.

Um estudo dinamarquês revela que as futuras mães que bebam mais de quatro bebidas por semana têm mais probabilidades de ter filhos com menor quantidade de esperma.

Os homens, cujas mães beberam durante a gravidez, apresentam um nível de esperma mais baixo, em cerca de um terço, do que o considerado normal.

A descoberta pode trazer novas explicações para o fato da qualidade do esperma estar sendo reduzida nas últimas décadas, de acordo com os especialistas.

As mulheres grávidas são advertidas para não consumirem bebidas alcoólicas, pois o nível de álcool no sangue do bebe é mais elevado que no sangue da mãe, pois não o conseguem expulsar tão rapidamente.

Os bebes que sejam constantemente expostos a níveis elevados de álcool podem desenvolver distúrbios que causam dificuldades na aprendizagem e deficiências ao nível do crescimento.

Vejam no vídeo abaixo uma matéria do programa Fantástico do último domingo em ue a repórter Flávia Cintra mostra que as mamadeiras de plástico podem desprender o bisfenol A, que pode contaminar os alimentos. Ela dá dicas úteis às mães para evitar que seus filhos tenham problemas.

No último domingo o programa Fantástico mostrou que são cada vez mais comuns sessões de fotos de mães e bebês. Luz, câmera e paciência, além de outros truques, são fundamentais para garantir as poses do seu filho no melhor estilo pop star. Veja o vídeo abaixo da Globo.com:

O primeiro passo, é para não perder o momento paparazzi, é importante ter a câmera em mãos e com a bateria carregada. Lençóis coloridos, ursinhos de pelúcia e outros brinquedos criam um ambiente diferente e favorecem a adaptação da criança à sessão de fotos. Com esses recursos você pode transformar a sua casa em um cenário parecido com o de um estúdio.

A luz é um dos elementos mais importantes da foto. A claridade natural ou de luminárias e até mesmo do abajur do quarto podem contribuir para o melhor resultado da imagem. No entanto, é preciso ter cuidado com o flash, que em muitas vezes torna-se inimigo do bebê.

Bebês sempre são fofinhos, mas se tiverem com uma touca de bolinhas, um chapéu do time de coração dos pais ou um laço cor de rosa ficam mais divertidos. Para fazer a sessão de fotos, não é preciso gastar fortunas com roupas novas, basta usar a criatividade.

Alguns nenéns, principalmente os de poucos meses de idade, choram, esperneiam e se sentem incomodados com a câmera. Nesses casos, para acalmar o bebê, a mamãe pode fazer massagens como a shantala ou colocar uma música que o filho goste.

E para finalizar, e deixar as suas fotos com qualidade de profissionais, é recomendável o uso de alguns programas que podem alterar a cor das imagens para tons como preto e branco, criar desenhos e outros artifícios. Na internet há alguns desses softwares gratuitos.

Veja o passo a passo as dicas do Fantástico para garantir as melhores poses do seu filho:

1) Conheça bem sua máquina fotográfica. Leia o manual e teste antes todas as funções da câmera.

2) Tenha a câmera em mãos e com a bateria sempre carregada.

3) Use lençóis coloridos, bichinhos de pelúcia e os brinquedos favoritos do seu filho para criar um cenário divertido para as fotos.

4) Observe sempre a luz. Luminárias e até a luz do abajur podem ajudar e melhorar a iluminação. Tenha cuidado com o flash. A luz do dispositivo pode incomodar os bebês.

5) Vista seu filho com acessórios engraçadinhos como fitas, chapéu de times de futebol e mantas de bolinhas, por exemplo.

6) Se a criança estiver inquieta ou chorando, faça massagens ou então coloque o desenho animado preferido dele.

7) Para criar efeitos e tons diferentes nas fotos use programas para alterar cor e corrigir imperfeições. Na internet, você encontra alguns softwares gratuitos.

Além de uma nova linha de blusas para a amanentação, a Zazou também esta vendendo com grande sucesso uma capa de proteção e privacidade super chique e fashion para você usar durante a amamentação do seu bebê, chamada “Baby Moment“.
Baby Moment na Zazou = Capa de proteção e privacidade para usar durante a amamentação do seu bebê

Mostraremos abaixo o passo a passo de como utilizar o seu Baby Moment.

Sua utilização é tão simples como vestir qualquer roupa do seu vestuário, porém iremos ressaltar alguns detalhes importantes, confira:

Passo 01: Arrume a fivela

Baby Moment na Zazou

Passo 02: Vista como um avental

Baby Moment na Zazou

Passo 03: Posicione seu bebê

Baby Moment na Zazou

Passo 04: Mantenha o contato Visual

Baby Moment na Zazou

Vocês encontram o Baby Moment em várias cores, padronagens e estampas para combinar com sua roupa nas lojas da Zazou em São Paulo (Atílio na Vila Olímpia) e no Rio de Janeiro (Galeria do Forum de Ipanema) ou ainda pela loja virtual para todo Brasil (www.lojazazou.com.br).

Veja no vídeo abaixo como aprender a fazer uma relaxante massagem em seu bebê:

Tenho certeza que ele vai adorar!

Vocês sabiam de que as grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação, podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos?

Pois este foi um dos resultados de um recente estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica “Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism“.

E também de que uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança, foi o que os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona concluiram ao analisar 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.

Roupas de Ginástica para Gestante da Zazou

Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.

Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do que as de mães que não se exercitaram.

Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.

A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.

“Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança”, disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.

O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criança no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.

Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.

E você esta seguindo esta recomendação e fazendo ginástica ou alguma atividade física durante sua gravidez?

Lembrando de que a Zazou tem uma linha especial de roupa de ginástica para gestantes. Veja mais na nossa área de coleções.

Roupas de Ginástica para Gestante da Zazou

Já sabe qual a marca de fraldas descartáveis que vai comprar para o seu bebê?

Saiba de que uma marca de fralda é melhor que as demais, mas são poucas as que não são, pelo menos, aceitáveis.

O instituto Pro Teste fez um interessante levantamento e teste com nove das principais marcas de fraldas descartáveis e descobriram, por exemplo que os produtos têm desempenho diferente para meninos ou meninas.

Outro problema que existe em quase todas (com exceção de duas) é que elas dificultam a respiração da pele do bebê.

Observaramos também que não há muita oferta de pacotes com poucas unidades no mercado. E a capacidade das embalagens varia muito de uma marca para outra, tanto na quantidade de unidades que elas contêm quanto no tamanho das fraldas.

Esse é um fator importante a ser observado, pois se uma marca tamanho M serve em um bebê, não quer dizer que esse mesmo tamanho vá servir se for de outra marca, ou seja, os tamanho das fraldas não é padronizado.

O que você faria se visse um bebê chorando sozinho em um carro?

Já vimos recentemente vários casos de bebês que são deixados sozinhos nos carros pelas mães, seja por esquecimento mesmo, seja propositalmente apenas para fazer algo sozinha, e muitas vezes isto pode acabar em uma tragédia.

Segue então abaixo um interessante vídeo de um programa de TV Americana (legendado em português) em que um boneco realista é deixado dentro de um carro ao sol, emitindo sons de choro de criança. O que vocês acham que os pedestres que passam vão fazer? Apenas olhar ou será que vão se mobilizar para ajudar o “bebê”?

Aguardo seus comentários.

Veja no vídeo abaixo uma matéria do Bom Dia Brasil que mostra os exames pelos quais os bebês passam para avaliar a saúde, como os testes do olhinho e do pezinho, e que podem revelar problemas de saúde, que por sua vez podem ser contornados por tratamentos e cirurgias.

Quanto mais cedo descobrir maior as chances de tratamento e solução.

Gostaria de dar a dica de uma loja parceira da Zazou, que vai fazer parte do Roteiro das Grávidas na Vila Olímpia que esta lançando como a Zazou sua nova coleção de inverno 2010 para bebês e mães antenadas na moda.

BB Moderno Lança Coleção de Inverno

Vejam só este absurdo caso que trago para sua informação (até por que precisamos mesmo tomar muito cuidado de quem esta cuidando de nossos bebês) de uma baby sitter da cidade americana de Jacksonville, no norte da Flórida, que é acusada de ter agredido um bebê de 11 meses.

Vejam só as chocantes agressões, que foram registradas por uma câmera escondida, colocadas pelos pais desconfiados, e as imagens foram reveladas pela polícia.

Os pais começaram a suspeitar de Jeannine Marie Campbell, de 53 anos, quando o bebê apareceu de olho roxo e ela não conseguiu explicar o motivo.

Então, os pais decidiram esconder uma câmera e acabaram flagrando as imagens da mulher batendo e chutando o bebê.

Eles então denunciaram a babá à polícia. Ela foi então presa no começo da semana, e continua lá na cadeia, sob fiança de US$ 75 mil. Pouco para o que ela fez!

Segundo a polícia, Jeannine disse que agrediu a criança porque tinha raiva dos pais dela e resolveu “descontar” na criança…

Brincadeira! O que acham que ela merecia de pena por isto?

Mandem seus comentários! Contem seus casos!

A segunda etapa de vacinação contra a gripe A começou nesta segunda-feira.

Atenção, durante as próximas duas semanas grávidas, assim como crianças entre seis meses e um ano e 11 meses de idade e pacientes com doenças crônicas que tenham menos de 60 anos de idade devem procurar um posto de saúde mais perto de casa para tomar sua dose.

Nesmo assim não precisa correr, pois as gestantes poderão ser vacinadas até o dia 21 de maio.

Já a vacinação para crianças e portadores de doenças crônicas terminará em 2 de abril. Para as crianças, a vacina foi dividida em duas doses, sendo que a segunda será aplicada 30 dias após a primeira.

No caso aonde a Zazou tem lojas, na cidade de São Paulo, a rede de Assistência Médica Ambulatorial (AMA) o atendimento vai de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, mas abrirá também aos sábados e feriados, das 7 às 19 horas. No Rio de Janeiro, a vacinação nos dias úteis será feita das 8 às 17 horas. Aos sábados, os postos ficarão abertos até as 13 horas.

Veja matéria a respeito do tema no vídeo abaixo:

E você vai se vacinar?

Mande seus comentários.

Como deve saver fazer a troca da fralda e a higienização de forma adequada ajuda a prevenir doenças causadas por fungos e bactérias que se proliferam na umidade e na presença de fezes e urina.

De acordo com recomendações de pediatras, o ideal é trocar a fralda cerca de oito vezes ao dia no começo com o bebê ainda pequeno, especialmente quando você notar que a criança fez xixi ou cocô.

Abaixo algumas dicas para manter seu bebê sempre limpo e seco:

1) Observe sempre se a fralda está seca, tanto de urina como de suor, e troque-a sempre que estiver suja.

2) Se for trocar uma fralda com fezes, lave o bumbum do bebê com água morna e sabão neutro. Se for urina, use lenços umedecidos ou algodões embebidos em loções próprias para higienizar o local.

3) A cada troca, limpe bem as dobrinhas, que acumulam sujeira.

4) Limpar bebês meninas requer um cuidado extra para não levar sujeira do ânus para a vagina.

5) Para evitar as assaduras, use pomadas especiais para bebês que servem de barreira entre a urina e/ou fezes e a pele.

6) Guarde as fraldas de pacotes abertos fora do saco, em local fresco, seco e limpo.

7) Na hora de escolher o tamanho da fralda, respeite o conforto de seu bebê. Marcas de aperto nas pernas e na cintura indicam que o seu bebê cresceu.

8) Descarte a fralda sempre no lixo, jamais no vaso sanitário.

9) Na hora da troca, deixe a nova fralda aberta por alguns segundos para ventilar.

Boa sorte!

Dar os primeiros banhos no bebê recém-nascido é uma tarefa que exige cuidado e dedicação. É necessário segurar a criança com uma mão, enquanto a banheira com a outra. Haja malabarismo…

Pois vejam só esta novidade chamada “Puj Tub“, que é uma minibanheira feita de PVC, torna este momento muito mais tranquilo graças ao seu formato anatômico, que se encaixa perfeitamente na pia do banheiro e permite que o bebê fique apoiado nela o tempo todo.

Puj Tub

Esta à venda no site da empresa canadense Puj por 39.99 dólares canadenses.

Gostaram da idéia?

Hoje em dia as mamães atualizadas desejam o que há de melhor em qualidade de produtos e praticidade, mas amor de mãe é único e para seus bebês querem o algo único, personalizado e muitas vezes exclusivo.

A loja Puro Amor - Baby Shop (www.puroamor.com.br), que faz parte junto com a Zazou do Roteiro das Grávidas na Vila Olímpia (www.roteirodasgravidas.com.br), tem o reconhecimento de todas as clientes que adiquiram seus produtos, mas hoje a idéia e contar sobre as bolsas e malas que estão fazendo o maior sucesso, elas são charmosas, práticas e modernas sem esquecer aquele toque de amor, imagine pensar os detalhes e personalizar uma mala novinha para passear com o seu bebê, chegar na maternidade com um conjunto coordenado e organizado escolhido por você, é muito charme e toda mamãe quer.

Bolsa de Bebê da loja Puro Amor do Roteiro das Grávidas

A Linha completa possui malas para o dia a dia, malas para maternidade, necessaires e malas para finais de semana, passeios rápidos, enfim tudo para organizar as coisas do bebê, por serem de tecido elas são leves, faceis de lavar e super estruturadas, permitindo diferencial para cada ocasião.

Bolsa de Bebê da loja Puro Amor do Roteiro das Grávidas

Para quem não sabe a Puro AMor - Baby shop fica bem perto da Zazou (dá para ir à pé) na rua Santa Justina, 541 na Vila Olímpia em São Paulo.

Olhem só que vem aí para salvar os nossos bebês dos perigos e desafios deste mundo globalizado:

A Sociedade Brasileira de Pediatria condena o uso do brinquedo. Uma pediatra explica que a criança não tem noção do risco e que o aparelho pode ganhar velocidade por causa das rodinhas.

Veja no vídeo abaixo uma matéria do jornal Hoje da TV Globo que fala um pouco mais sobre o assunto:

E você usou, usa ou pretende usar um destes com seu bebê?

Mande seus comentários.

Sei de que não é fácil ter um bebê prematuro, mas acontece bastante, e felizmente a medicina tem avançado bastante neste sentido, ajudando a que sobrevivam e sem sequelas.

Por isto mesmo gostaria de comentar aqui sobre o caso que deu no G1 da Globo.com de um bebê que nasceu prematuro em 25 de junho do ano passado na Alemanha com 275 gramas tornou-se o menor do sexo masculino a sobreviver.

Trata-se do quarto bebê do mundo a sobreviver ao parto com um peso tão baixo. Os outros três casos são de meninas. Aliás você sabia de que as chances de uma menina prematura sobreviver são 25% maiores?

Pelo menos é o que diz a Universidade de Medicina de Göttingen na Alemanha, especialista no assunto.

O menino ficou seis meses na unidade de terapia intensiva e teve alta em dezembro, com 3,7 kg.

“Por sorte, não ocorreram complicações severas como derrames cerebrais ou infecções letais”, comemorou o médico Stephan Seeliger, responsável pelo caso.

Trago abaixo para sua informação e nosso debate aqui neste blog da Zazou, um novo texto bem legal da Antoniele Fagundes, em que ela fala que o o perigo mora em todo lugar…

Desde a primeira entrevista para consultoria familiar, percebo uma grande preocupação dos pais a respeito da segurança dos filhos. Eles me relatam que escutam histórias, assistem ao noticiário e ficam alarmados com a violência
presente em nossa sociedade.

No entanto, acredito que muito do que hoje acontece se dá pela falta de cuidados, tão essenciais, à segurança dos filhos. Quando a criança ingressa na escola, ou quando a família contrata uma babá, certos cuidados podem contribuir para a segurança dos pimpolhos.

Ao escolher uma escola, sugiro que verifiquem os procedimentos para a entrada e saída das crianças. Caso a escola possua um recuo para os carros ou um porteiro/segurança presente nesses momentos, ótimo! Se não, verifique se existem horários determinados para entradas e saídas das crianças e se algum funcionário da escola recebe-as, para agilizar esses períodos.

Explique ao seu filho que esse momento deve ser o mais breve possível. Combine de conversar como foi o dia dele na escola, quando já estiverem dentro do carro, por exemplo. Nunca deixe o carro aberto e com chaves na
direção. Não converse no celular durante esses momentos, toda atenção é necessária.

Caso a escola não possua um cadastro de pessoas que estão autorizadas a buscar seu filho, proponha isso e combine que quando a titia for buscar o seu filhote, você ligará autorizando antes. Mesmo que a titia já esteja
nesse cadastro.

Converse com a direção da escola a respeito do grupo de funcionários que lá trabalham. Tire dúvidas sobre o processo de contratação e qualificação dos mesmos.

Ao contratar uma babá, os cuidados com a segurança devem seguir o mesmo rigor!

Certifique-se que os dados do currículo da babá correspondem à realidade. Peça referências de outros empregos e converse abertamente com os ex-patrões.

Combine com a babá o que ela deve e não deve fazer com seu filho. Faça uma rotina diária para ela e você se orientar. Forneça telefones de membros da família e números de emergência (pediatras, resgate, taxistas, polícia
etc.), para que ela saiba o que fazer quando necessário.

Caso a babá atenda telefones na residência, nunca deverá fornecer informações pessoais como nome de algum membro da família, celulares, horário que está em casa e endereço. Oriente que as crianças não podem
atender ao telefone. Uma criança pode fornecer ingenuamente, importantes informações a pessoas mal intencionadas.

Se a babá leva seu filho para passear ou para a escola, oriente para não conversar com estranhos na rua e nunca fornecer informações sobre qualquer coisa referente à criança e a família.

Durante o trajeto, a babá deverá levar somente o necessário para não portar bolsas ou carteiras. A atenção da babá é toda da criança. Não é apropriado ficar conversando com outras babás, enquanto a criança brinca sozinha, por
exemplo.

Pequenos hábitos e cuidados podem propiciar uma vida mais segura, sem ter que abdicar do convívio das crianças na sociedade.

Para quem ainda não conheçe, a Antoniele Fagundes é Consultora familiar e criadora da empresa Babá Ideal.

Para mais dicas e informações deixo o telefone da Babá Ideal: (11) 6787-0537 e o site: www.babaideal.com.br

Duas irmãs fotógrafas americanas estão lançando um livro com imagens de bebês recém-nascidos fazendo poses.

O livro de Tracy Raver e Kelley Ryden, chamado Sleeping Beauties: Newborns in Dreamland, que podemos traduzir como Belezas Adormecidas: Recém-nascidos na Terra dos Sonhos apresenta uma série de fotos de bebês de 5 a 10 dias de vida, fase em que estão mais “flexíveis” para ficar em poses.

Fotos de Bebês Recém Nascidos

A fotógrafa canadense Stephanie Robin também participou do projeto. O fato de ela ser fisioterapeuta ajudou muito às irmãs na hora de posicionar os bebês. As irmãs explicam que sempre buscam colocá-los em posições naturais, encolhidos, como se ainda estivessem no útero de suas mães, e geralmente dormindo.

“Os recém-nascidos são naturalmente muito dorminhocos, e nós ainda pedimos às suas mães que encham as barrigas deles antes de os trazerem ao estúdio”

A dupla de fotógrafas trabalha em um estúdio em Nebraska, nos Estados Unidos. Os pais que quiserem que seus filhos sejam fotografados nos primeiros dias de vida pelas irmãs terão de desembolsar US$ 1,7 mil (cerca de R$ 3 mil)por um book exclusivo do seu.

Fotos de Bebês Recém Nascidos

Queria trazer mais alguns pensamentos da Antoniele Fagundes e compartilhar com vocês:

Muitos escritores já escreveram coisas bacanas sobre a importância das brincadeiras na infância e estou certa de que muitos pais já leram ou ouviram falar desse tema.

É brincando que as crianças vão dramatizando e entendendo o que é ser adulto. Aprendem como a sociedade funciona e espera que ela se comporte. Assim, testam regras, conceitos, leis etc. As crianças fazem da brincadeira o seu portal de aprendizado.

Os pais que não sabem como brincar com os filhos, ficam receosos de não estar realizando uma atividade pedagogicamente adequada ou por não conseguirem entrar no mundo do faz de conta. Ficam preocupados quando percebem nas brincadeiras dos filhos atitudes de ferir ou matar o outro. No entanto, as brincadeiras também desempenham papel importante no alívio da agressividade, presente em todos nós. Brinco muito com meus filhos de Tiranossauro Rex. Acho fantástico quando eles me transformam ou se transformam nesse dinossauro feroz. Saímos aos gritos pela casa e da mesma forma fantasiosa que eles me matam me beijam carinhosamente felizes com a brincadeira.

Os filhos adoram que seus pais brinquem com eles. Pode ser de qualquer brincadeira, desde que os pais estejam presentes neste universo e não a espera do noticiário, do e-mail ou de algum adulto que venha ecessitar deles.

Sabemos que nossa vida é cheia de eventos importantes que necessitam da nossa atenção. Por isso, os momentos junto aos filhos precisam ser desejados e não um compromisso com hora para começar e terminar!

Brincar também deve fazer parte da nossa vida. Quando passamos pela infância, sabíamos bem a delícia que era brincar. Depois da infância veio o quê? O fim da brincadeira. Que chato, hein?

Se você deixar a fantasia fazer parte da sua vida também poderá se beneficiar dela. Imagine fazer das pessoas e fatos que te incomodam uma caixa de marimbondos grudada na sua janela e bolar um plano infalível para retirá-la dali sem ser picado. Eu não consigo imaginar ninguém melhor do que seu filho para te ajudar nesse plano, concorda?

A necessidade de brincar é prerrogativa das crianças, mas não só delas. Podemos brincar à vontade, não é mesmo? Brincar enquanto estamos dirigindo, imaginando que somos um ser alienígena que não está entende porque os carros não acionam um botão e começam a voar. Brincar que somos o Tio Patinhas e que decidimos abrir o cofre e fazer um montão de coisas bacanas com aquele dinheiro.

Enfim, se deixarmos o “Pequeno Príncipe” que mora dentro de nós conversar conosco, estou certa que pelo menos nossa vida será recheada de maravilhosas gargalhadas. E os momentos de brincar com nossos filhos serão ansiosamente aguardados por papai, mamãe e filhinhos.

Desejo a todos vocês muitas brincadeiras e muitos sorrisos neste ano que se inicia.

Para quem não sabe ainda a Antoniele Fagundes é Consultora Familiar e criadora da empresa Babá Ideal. Aliás para maiores informações o telefone da Babá Ideal é: (11) 6787-0537 ou então visitem o site em: www.babaideal.com.br

Não deixe de assistir esta charge animada do bebê da Ivete cantando o hit Sorte Grande:

Depois da amamentação é essencial que o bebé arrote. Tal como os mais crescidos o bebé precisa de expelir o ar que foi acumulando no estômago enquanto mamava.

Deverá de colocar um pano sob o seu ombro, para não sujar a sua roupa, e seguidamente encoste a barriga do bebé ao seu peito e vá dando palmadinhas nas costas do bebé. As palmadinhas devem ser muito leves. O bebé poderá levar até vinte minutos para arrotar. Se não arrotar não se preocupe, há bebés que não arrotam. No entanto deve colocar o bebé numa posição em que a cabeça fique mais elevada.

Veja no vídeo abaixo algumas dicas úteis feito pela Revista Crescer:

Queria contar aqui para vocês um pouco da história do Projeto “Vida em Foco” e sua “Fotografia Intimista” que surgiu no coração de uma futura mamãe apaixonada por fotografia e totalmente entregue aos encantos da gravidez.

Grávida de 6 meses de seu primeiro filho, Isabel Asckar trabalhava enlouquecidamente no mercado publicitário quando, numa madrugada, ao voltar de uma diária de filmagem às 3h da manhã, resolveu que sua vida deveria tomar outro rumo: seu foco seria viver para retratar o momento mais importante da vida de qualquer mulher: a gestação!

Formada em Cinema e com especialização em Fotografia em Florença na Itália, a virada na vida profissional foi rápida: no primeiro ano como Fotógrafa Profissional já conquistou o coração de muitas mamães que além de fazer o registro fotográfico da gestação, engataram na Sessão de Fotos Mamãe&Bebê, depois no registro Fotográfico Escolar e daí por diante.

Há um ano, ainda inspirada pelos encantos da gestação e pelas necessidades que ela mesma sentiu como mãe, Isabel Asckar criou e deu nome ao E-Mail Baby, produto cada vez mais conhecido seja pela rapidez do mundo virtual ou pelo desejo quase óbvio que muitas mamães têm de mostrar seus bebês aos familiares e amigos tão logo ele venha ao mundo!

No dia seguinte ao nascimento do bebê, Isabel vai à maternidade para, num momento intimista, fotografar os primeiros momentos da Mamãe e do Papai com seu Bebê recém-nascido.

Como o primeiro dia ainda é um período de adaptação (se o parto foi tranqüilo e mamãe e bebê passam bem, o que Graças à Deus acontece na grande maioria dos nascimentos) ele é o mais livre de preocupações como amamentação, icterícia, etc, e é também o mais indicado para essa “sessão de fotos” que na verdade dura alguns minutos, sempre sem usar o flash e respeitando o momento e a disposição da mamãe e do bebê.

A mamãe pode escolher suas fotos preferidas imediatamente após a sessão, e as mesmas são colocadas num lay-out pré-aprovado (feito exclusivamente para cada bebê) que algumas horas depois estará no e-mail do papai ou de alguém indicado pela família para anunciar o nascimento do bebê.

Para saber mais sobre o trabalho de Isabel Asckar no projeto Vida em Foco fica a dica que acesse o site:

www.vidaemfoco.com.br

Email Baby por Isabel Asckar

O jornal Estado de SP fez uma materia semanas atras falando um pouco sobre o custo de ter um bebe, que trago para sua informacao.

Quando você é solteira, todos perguntam quando vai se casar. Depois de casada, sem ao menos ter curtido a lua de mel ou a fase de adaptação, já começa a cobrança pela chegada do rebento. Como se não bastasse um, logo lançam a campanha pelo irmãozinho. A

Quem ja nao passou por isto?

Antes de ser persuadida pelos outros, é preciso se organizar. E assim como ocorre antes de qualquer decisão, ainda mais tratando-se de uma “aquisição” eterna, o ideal é fazer um bom planejamento financeiro.

O economista Marcos Silvestre, que também é consultor, pesquisador, professor, palestrante, escritor e colunista da rádio Band News FM - além de pai de uma menina de 3 anos e meio e de um garotinho de apenas 6 meses -, calcula que, para cobrir os gastos de um filho, os pais têm de reservar cerca de 20% do orçamento. O ideal mesmo é começar a poupar com dois anos de antecedência.

Enxoval, fraldas, plano de saúde, alimentação, babá, pediatra, remédio, vacina, brinquedos, diversão, férias e, se possível, uma reserva financeira para imprevistos. Quando o filho vem, traz novos gastos. “O ideal é separar esses 20% por mês para aprender a conviver com a nova realidade”, sugere Silvestre.

Durante a gravidez, essas economias vão para a roupa da gestante, mais a montagem do quarto, enxoval, carrinho e outros acessórios para o bebê. Depois, vêm as despesas com o parto.

Gasta-se cerca de R$ 20 mil antes do nascimento. Se o casal fizer essa reserva antecipadamente, é possível bancar tudo à vista“, recomenda.

Para dar um exemplo prático, Silvestre considerou o seguinte cenário: uma família de classe média baixa, cuja renda total líquida mensal seja de R$ 5 mil. Nesse caso, o gasto com um filho é de R$ 1 mil por mês. Metade, segundo ele, vai para o item educação, que inclui escola, transporte e material. Mais R$ 150,00, ou seja, 15%, são destinados aos gastos com vestuário (roupa, calçado, acessórios). Aí vem a alimentação, que inclui as refeições feitas em casa e os lanches na escola - o equivalente a outros R$ 150,00. E ainda tem as despesas com saúde, cuja média é de R$ 100,00, lembrando que isso inclui remédios e possível consulta fora do plano de saúde. Para o lazer e outras despesas, calcule os R$ 100,00 restantes.

Passados oito anos dessa rotina, o casal deve começar a pensar nos futuros custos universitários do filho. Assim, o ideal é poupar mais R$ 500,00 mensais, para poder bancar o curso e os gastos a mais durante a fase da faculdade. Pois quando ele completar 18 anos, as despesas vão dobrar. Aí vem a vida social mais intensa, compras, celular, viagens e, às vezes, até um carro. “E os pais vão querer bancar isso tudo”, prevê Silvestre.

Nascida há apenas um mês, a pequena e doce Laura Vasconcelos Maymone ainda não assustou seus pais de primeira viagem. Pois eles estão curtindo a fase dos presentinhos que ganharam de amigos e familiares, que, aliás, estão babando. O gasto mais pesado que tiveram até agora foi com a montagem e decoração do quarto - pagos à vista, graças ao dinheiro que o pai recebeu de suas férias acumuladas - e com algumas roupinhas que não resistiram à tentação de comprar. “Sentimos diferença na conta de eletricidade, gás e com o plano de saúde, pois ela entrou como dependente”, explica o paizão Filippe Ventura Maymone, de 27 anos.

Quando se trata de uma família com dois filhos, pensando naquele mesmo casal cuja renda familiar soma R$ 5 mil mensais, o jeito é cortar o cineminha, as idas a restaurantes, bares e presentinhos que antes eram só para o casal. “Mas a natureza é tão sábia que o filho ocupa tanto o tempo que os pais acabam sendo obrigados a ficar mais em casa”, emenda o consultor Silvestre.

É bom lembrar que as dívidas fixas do casal continuam sendo pagas, inclusive responsabilidades como um financiamento de imóvel. Ou seja, não tem gasto que possa ser diminuído. A não ser os que podem ser classificados como luxo e conveniência. “Só se o casal tiver desperdício. Aí os gastos pessoais terão de ser redistribuídos”, explica o professor. Neste caso, ele sugere que, primeiro, se corte a gordura. Uma sugestão: pense em um desperdício que não lhe traz benefício. Aí, simplesmente, corte-o.

E quando o bebê chega de surpresa?

Com apenas oito meses para se organizar, é preciso ser firme. O primeiro mês já tem de render uma boa quantia, para que o casal entre na nova realidade, sem que precise passar por perto de nenhum crédito pessoal. Afinal, é preciso bancar o filho com a renda do mês. “Já vi muitos pais lamentando a existência do filho porque não fizeram um planejamento antes”, conta o consultor.

Grandes varejistas, baseados em uma pesquisa feita por fornecedores, como Johnson & Johnson, Procter & Gamble, Nestlé e Fisher Price, a qual apontou que a chegada de um bebê aumenta os gastos da família em 40%.

Tatiana Quadros de Oliveira, de 26 anos, mãe de Isabela, não trabalhava. Até que a filha completou 2 anos, aprendeu a pedir presentinhos e a mãe teve de voltar ao mercado de trabalho para ajudar o maridão, que manteve os gastos sozinho durante todo esse tempo. Coincidiu com a fase em que a pequena Isabela teve de ir para a escola. “Antes disso, eu não precisava trabalhar. Mas se não trabalhasse agora, não supriria as despesas dela”, diz Tatiana.

O economista Robson Gonçalves veio de uma geração em que os casais tinham muitos filhos: seus avós tiveram oito, e seu pai, quatro. Ele, por enquanto, tem apenas uma garotinha de 4 anos e meio. No entanto, tem uma visão mais otimista. Acha que, como hoje as pessoas não se casam jovens e, consequentemente, têm filhos mais tarde, a família pode ter um nível econômico melhor, já que o casal está mais estabilizado profissionalmente. Assim, pode gastar com pediatra, produtos importados, babá. “Mas não é a realidade da classe pobre”, ressalva. Para Gonçalves, as famílias acabam optando por ter um filho só porque, dessa forma, podem gastar mais e melhor com ele.

Já sabe trocar fraldas?

Se ainda não, melhor se preparar, pois serão centenas delas só no primeiro mês de nascimento…

Veja então no vídeo abaixo, feito pela Revista Crescer, várias dicas de como trocar fralda de um bebê passo a passo com uma forma bem didática.

Não deixe de mostrar este vídeo também para o seu marido, para ele não ter desculpa para não faze-lo e lhe ajudar…

O nascimento de um bebê de quase seis quilos surpreendeu funcionários do Hospital Municipal de São José dos Campos, a 94 quilômetros de São Paulo. O peso do recém-nascido é o equivalente ao de uma criança de quatro meses. Segundo os médicos, é o maior bebê já nascido na maternidade.

Todo mundo quer conhecer Arthur. Com 5,610 kg, é o bebê mais famoso da maternidade.

- Na hora do banho encheu a sala. Até brinquei com a mãe que hoje ele é o artista do meio-dia, quando crescer vai ser o galã da novela das oito - disse a enfermeira Katiucia Ramos.

Foi na hora do parto que a mãe se surpreendeu.

- De repente, o médico olhou pra mim e disse: você não vai acreditar no tamanho do seu filho. Pensei que seria do mesmo tamanho da minha outra filha - conta a mãe de Arthur, Erika Ribeiro Almeida

Mas por que alguns bebês nascem assim tão grandes?

Na maioria dos casos, esse sobrepeso acontece por causa de uma doença da mãe, o chamado diabetes gestacional. Há uma mudança hormonal e esse aumento da glicose da mãe é passado para o filho.

Diabetes gestacional é considerado de alto risco, porque aumenta muito o peso da criança e a quantidade de líquido amniótico. O diabetes retarda o amadurecimento dos órgãos do bebê, principalmente o pulmão.

Esse tipo de diagnóstico pode ser feito durante o pré-natal. Depois que o bebê nasce, a mãe volta às taxas normais de glicemia e o bebê também. Ele leva alguns dias a mais, por isso a glicemia de Arthur é monitorada de quatro em quatro horas. Se necessário até a criança tem que tomar glicose, isso até que se estabilize.

Felizes da vida com o super Arthur, os pais agora vão ter que rever o enxoval porque as roupinhas não servem mais.

- Já foram perdidas 50% das roupinhas, agora é correr atrás e ter muita disposição para cuidar do meninão - brinca o pai, Kleberson Almeida.

A Revista Única do Expresso publicou recentemente uma mteia que fala de que para um bebé que nasça hoje, todos os dias do próximo ano serão fundamentais. Precisará dos 12 meses até dar o primeiro passo.

Quando se aguentar em pé e conseguir mexer em tudo o que o rodeia, passará à fase de fazer de conta que um lápis é um avião. Até lá, o seu cérebro e as suas capacidades motoras estarão num complexo processo de desenvolvimento.

Esse processo foi alvo de estudo por uma equipe de investigadores da Universidade de Lund, na Suécia. Analisaram 24 espécies de mamíferos, incluindo o humano, tentando perceber os seus diferentes desenvolvimentos até começarem a andar. Os resultados foram conhecidos em Dezembro na publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, “Proceedings of the National Academy of Sciences“.

Horas, semanas, meses ou um ano. O tempo até começar a andar varia entre os mamíferos. Animais com cascos andam horas depois do nascimento, os roedores e os carnívoros mais pequenos precisam de dias ou semanas, os primatas não-humanos levam meses e o homem precisa de cerca de um ano para dar o primeiro passo. E a explicação para isto está no sistema nervoso.

Por que razão a espécie humana leva tanto tempo até começar a andar?

O primeiro passo depende essencialmente da maturação do sistema nervoso central. Essa maturação varia consoante o tempo de gestação. Nos recém-nascidos não-prematuros ou de termo (40 semanas de gestação, em média), os primeiros passos são dados por volta dos 12 ou 13 meses. Os prematuros, nascidos antes das 37 semanas de gravidez, precisarão do tempo de prematuridade até começar a andar. Se um bebê tiver nascido seis semanas antes do tempo, aos 12 ou 13 meses precisará ainda dessas seis semanas para completar o seu desenvolvimento.

Nos primeiros tempos após o nascimento, o bebê não segura a cabeça e o tronco, tem os braços e as pernas em tensão e os seus movimentos são involuntários ou reflexos. Só serão capazes de andar quando conseguirem segurar a cabeça e se mantiverem sentados. Simultaneamente perdem a tensão dos membros, já podendo assim estender os braços para pegar em objectos e manter as pernas em extensão até se colocarem de pé.

Quando forem capazes de se deslocar de um modo autónomo, os braços e as mãos ficarão livres para pegar em tudo. Será o início de uma das principais fases de exploração do mundo.

Começam por levar tudo à boca. Meses depois percebem o valor funcional das coisas. Mais tarde será a exploração simbólica, ou seja, fazer de conta, por exemplo, que um lápis é um avião.

A complexidade do cérebro humano é uma das justificações para que seja necessário um ano até começar a andar.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas estudaram o tempo entre a concepção e o primeiro passo em 24 espécies de mamíferos, entre os quais ovelhas, chimpanzés porquinhos-da-índia ou camelos. De seguida, analisaram os resultados com base em variáveis como o tempo de gestação, o tamanho do corpo adulto e o tamanho do cérebro adulto.

Em 94% dos casos estudados, o tamanho do cérebro refletiu-se no tempo necessário para o seu desenvolvimento e, consequentemente, para o primeiro passo. Outra explicação foi a anatomia da espécie, ainda que identificada apenas em 3,8% dos casos. Concluiu-se que conseguir andar com os calcanhares no chão requer mais tempo, por ser um movimento complexo e exigir mais do cérebro.

Poderia então pensar-se que um bebé que dê o seu primeiro passo antes dos 12 meses é mais avançado ou mais inteligente. A pediatra explica, no entanto, que começar a andar mais cedo não tem grande significado no neurodesenvolvimento geral.

Mas se um bebé não andar até aos 18 meses é possível que exista algum problema. Pode ser um dos primeiros sinais de disfunção ou atraso de maturação do sistema nervoso central. Outros problemas podem revelar-se depois, como dificuldades na coordenação motora, na aprendizagem escolar, problemas de socialização ou atrasos de linguagem.

E essa poderá ser uma distinção entre a importância que o primeiro passo tem para o homem e para os restantes mamíferos. Começar a andar e começar a falar são os marcos importantes no neurodesenvolvimento, como é a idade de sentar, de pegar em objectos, de imitar, apontar ou partilhar a atenção do adulto.

Ao passar todas essas fases, resultando do complexo desenvolvimento do cérebro durante um ano, o bebé irá dar o seu primeiro passo. Iniciada a exploração do mundo, precisará só de mais uns meses para dizer a primeira palavra.

Veja no vídeo abaixo do programa da Ana Maria Braga que mostra uma matéria sobre o banho de balde ajuda a relaxar as crianças.

E você pretender usar o balde também?

Você sabe dar banho em um bebê? Tem medo de como faze-lo?

Pois vejam abaixo um vídeo com orientação sobre o primeiro banho do bebê feitas por uma enfermeira da Maternidade Santa Joana:

Eles são lindos e fofinhos, mas dão uma canseira danada. Domingo passado no quadro 4 por 4 do programa Fantástico da TV Globo, você começou a acompanhar a história de Ana Carolina, mãe de quadrigêmeos em São Paulo. Depois de um mês no hospital, a família, bem maior, volta pra casa. E Ana Carolina, que nunca tinha sequer trocado uma fralda na vida, agora se vê às voltas com um pequeno exército que chora, pede atenção e tira o sono.

Domingo passado, no primeiro episódio de Quatro por quatro, você foi testemunha de um acontecimento raro. Apenas uma em cada 700 mil mães engravida de quadrigêmeos de forma natural. Gestações múltiplas, como essa, são mais comuns quando a mulher faz tratamento de fertilização. Ana Carolina Lima, a Caú, jornalista de 30 anos, tirou a sorte grande.

Depois de um mês no hospital ganhando peso, Sophia, Laura, Beatriz e João Pedro já estão prontos para ir pra casa.

Veja no vídeo abaixo o episódio desta semana, como a nova mamãe se saiu nos primeiros dias em casa. E acompanhe também as histórias de outros quadrigêmeos de Minas que tiveram problemas de saúde (Pneumonia) e tiveram que voltar ao hospital.

Segue abaixo um caso até como alerta e cuidados a tomar com o seu bebê.

Um bebê de 18 dias foi socorrido pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar em Joinville (SC).

Segundo a polícia, a criança se afogou com o leite materno e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória

O pai da criança foi de bicicleta até uma base da Polícia Militar e pediu ajuda a dois soldados, que acionaram a aeronave.

O menino foi levado de helicóptero até um hospital. Dentro da aeronave, os tripulantes reanimaram o bebê, que retomou os sinais vitais e chorou. O voo durou cinco minutos.

Bebe Engasgado Salvo pela PM

Dados do Ministério da Saúde revelam que, entre os anos de 1997 e 2006, a proporção de bebês prematuros passou de 5,3% do total de nascimentos no país para 6,7%. Os números absolutos chamam ainda mais atenção: em 1997 nasceram no Brasil 21.560 bebês nesta situação. Em 2006, foram 194.783.

Bebes Prematuros

Mas isso não acontece apenas por disfunções nas gestações ou das gestantes. Esse acréscimo de crianças prematuras acontece devido ao avanço da medicina, que possibilita que bebês nestas condições possam ter uma recuperação em ótimas condições.

A melhora dos equipamentos médicos permite que as crianças, que antes estariam condenadas, tenham uma vida forte. A medicina possibilitou a vida a essas crianças e aumentou como consequência o número nas estatísticas.

Outro fator apontado pela pediatra é o crescimento das gestações assistidas, aquelas nas quais mães mais velhas e com alguns problemas de saúde podem ter seus filhos. Elas apresentam mais riscos durante a gravidez e por essa razão os bebês podem nascer prematuros. Nas últimas décadas, com o avanço da mulher no mercado de trabalho, muitas optam por retardar a gravidez. Como consequencia, muitas são mães pela primeira vez perto dos 40 anos. Nesta faixa etária, toda gravidez é considerada de risco.

Os prematuros exigem uma série de cuidados que somente atendimento especializado pode garantir, como aparelhos e exames que controlam todas as funções do corpo até que ele possa ir para casa. Geralmente essas crianças nascem com imaturidade pulmonar e problemas de nutrição, que podem ser combatidos com um composto conhecido como surfactante, que acelera o processo de melhora no sistema respiratório dos bebês.

Com os avanços da medicina, consegue-se dar aporte para as crianças de até mil gramas. O tempo gestacional também é determinante para garantir a sobrevida. Uma gestação normal dura de 38 a 40 semanas, mas até as 25 semanas consegue-se um bom resultado.

O menor bebê prematuro atendido por ela pesava apenas 430 gramas, menos do que um pote grande de margarina. Com muito esforço e depois de mais de três meses de recuperação, ele sobreviveu, se fosse há algumas décadas, seria muito difícil ele ter sobrevivido.

O atendimento adequado ao prematuro extremo, que nasce antes de completar 28 semanas, é muito complexo e envolve muitos fatores. Os bebês nessas condições são expostos a estímulos externos totalmente diferentes dos conhecidos por eles dentro do útero, como ruídos, luz, manipulação e procedimentos dolorosos, que podem influenciar a maturação e organização neurológica.

O que você ganhou de presente de Natal? Foi uma roupa da Zazou?

Mas saiba de que existe algo ainda melhor do que isto!

Eles não estão nas vitrines, podem vir de surpresa e vêm sem embrulho. Conheça no vídeo abaixo em uma matéria do Bom Dia Brasil as mães que já ganharam o melhor presente de Natal.

Afinal os bebês alegram a vida das mamães, e são presentes para mais de um Natal…

Estamos torcendo que vocês possam ganhar um lindo presente como este!

Como sabem sempre tentamos selecionar um vídeo interessante sobre gravidez e bebê, para postar diariamente neste Blog da Zazou.

Pois nesta véspera de Natal gostaria deixar um video bem legal de um lindo bebê feliz da vida, que é o que esperamos que você ganhe de Natal de Papai Noel em breve.

Que você e seu bebê sejam muito felizes em 2010!

Mais um bebê engasgado nos braços da mãe foi salvo graças a orientações por telefone de um policial que você pode ouvir no vídeo abaixo. O capitão Humberto Leão, chefe da sessão de resgate dos Bombeiros, fala sobre o procedimento dando dicas úteis.

Mais um alerta e dicas sobre um problema que tem acontecido cada vez mais nesta corrida e estressante vida moderna, em que uma mãe mudou a rotina e acabou indo para o trabalho direto, sem antes levar a criança para a creche. Ela acabou assim esquecendo o seu bebê dentro do veículo fechado, neste calor de verão, e entrou em desespero quando descobriu que a criança morreu por causa das queimaduras e desidratação.

Trago no vídeo abaixo uma matéria sobre o caso no Bom Dia Brasil:

Veja no vídeo abaixo uma matéria do progama PEGN em que conta o caso de uma empresária paulista que descobriu um novo nicho de mercado para alimentação infantil. Ela fabrica papinhas orgânicas para bebês. O produto é inovador e já conquistou os filhos e as mamães, inclusive também a Zazou…

Um novo aplicativo para o iPhone promete interpretar o choro de um bebê em apenas dez segundos.

O Cry Translator (”Tradutor de choro”) foi criado pela empresa de tecnologia espanhola Biloop, e segundo seus inventores, é capaz de dizer aos pais se o bebê está com fome, com sono, chateado, estressado ou incomodado.

Dá para acreditar?

Segundo eles estes cinco tipos de choro são universais, independentemente da cultura ou da língua do bebê.

Eles afirmam ainda que testes clínicos realizados por uma organização independente comprovaram que o programa acerta 96% das vezes.

O Cry Translator utiliza uma tecnologia que não se baseia apenas no tom do choro, mas que também o compara com um padrão estabelecido para conseguir traduzi-lo.

E tem mais, após identificar os motivos do choro, o aplicativo também dá uma série de dicas de como responder às necessidades da criança. Quer mais?

Mas a brincadeira não é barata. Para ter uma idéia oO software está sendo vendido por US$ 29,99 (aproximadamente R$ 52), com preço promocional de US$ 9,99 (cerca de R$ 17).

Vai testar?

Tire suas dúvidas no vídeo abaixo a terapeuta de bebês Dra. Regiane Glashan comenta sobre a saída do bebê da maternidade e sua chegada em casa. O que fazer e o que não fazer?

A fabricante britânica de carrinhos de bebê Maclaren anunciou um recall de 1 milhão de carrinhos nos Estados Unidos após uma dezena de casos de bebês que tiveram dedos amputados pela dobradiça do carrinho.

Lembrando de que vários modelos desses carrinhos são vendidos no Brasil.

Segundo a Brasbaby, responsável pela importação do produto, no entanto, não há registro de problemas com os carrinhos no país. De acordo com o gerente da empresa, Gilberto Oliveira, os produtos vendidos no Brasil são diferentes dos vendidos nos EUA.

Os modelos afetados, fabricados na China, são: Volo, Triumph, Quest Sport, Quest Mod, Techno XT, Techno XLR, Twin Triumph, Twin Techno e Easy Traveller.

Oliveira informou que a empresa aguarda uma orientação específica da fabricante para, se necessário, tomar alguma ação. “Nos EUA é um recall voluntário mesmo. O que eles estão informando é que realmente foi erro no manuseio do produto e de deixar as crianças sozinhas no carrinho. As orientações são sempre a de não deixar o bebê, a criança, sem acompanhamento”.

As amputações ocorreram quando os bebês colocaram os dedos na dobradiça enquanto o carrinho era dobrado. “A dobradiça do carrinho oferece um risco de amputação ou laceração dos dedos da criança quando o consumidor está fechando ou abrindo o carrinho”, diz o comunicado.

Em um comunicado conjunto com a Comissão de Segurança de Produtos para o Consumidor dos Estados Unidos (CPSC, na sigla em inglês), a Maclaren pediu que os consumidores parem de usar seus modelos imediatamente e que só voltem a usá-lo após o reparo.

Segundo uma porta-voz da CPSC, o órgão recebeu um total de 15 reclamações sobre ferimentos em crianças provocados pelo mecanismo do carrinho, sendo que 12 deles resultaram em amputações.

Para reparar o problema, a empresa vai instalar peças para cobrir as dobradiças e evitar que as crianças tenham acesso à peça.

Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus paisidioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.

A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação, e ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.

A equipe de pesquisadores gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.

No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que os fetos humanos são capazes de memorizar sons do mundo externo nos últimos três meses de gestação.

Mas embora se sabia que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos, se pensava que seus efeitos sobre a emissão de sons se davam de forma muito mais tardia.

Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.

Por isto fale bastante com ele, enquanto esta na sua barriga!

Nos primeiros dias de vida do bebê, os novos pais e mães precisam ter cuidados especiais com banho, umbigo e amamentação. Saiba quais neste vídeo abaixo feito pela Revista Veja cheio de dicas:

Conheça no vídeo abaixo um pouco mais sobre as técnicas da shantala e o ofurô, que são técnicas orientais que, nos bebês, acalma, ajuda na redução de cólicas, melhora a digestão e desenvolve a inteligência. É rápido e simples de fazer.

Segue abaixo um vídeo do pagode do bebê:

Muitas mulheres tem duas dúvidas e receios comuns como primeiro se vão continuar lindas e sexy depois da gravidez e como vão poder conciliar a profissião com seu bebê.

Pois trago no vídeo abaixo uma entrevista do GNT Fashion feita pela Lilian Pacce com a top model brasileira Alessandra Ambrósio que fala exatamente como conseguiu continuar mesmo um ano depois do parto como uma das 5 mais sexy e bem pagas do mundo e ao mesmo tempo curtir sua filhota.

E você como pretende fazer isto?

Veja no vídeo abaixo uma matéria do Globo Reporter que mostra como é importante que os bebês não tenham o sono picado. Criar uma rotina na hora de ir para cama é muito importante para o desenvolvimento e educação das crianças.

Vocês já viram aquele vídeo da Beyoncé chamado Single Ladies que esta fazendo o maior sucesso?

Vejam então abaixo dois outros vídeos alternativos com bebês dançando a coreografia:

A maioria dos pediatras não orienta corretamente os pais sobre a posição correta para os bebês dormirem, que é por sinal de barriga para cima , foi o que afirmou a coordenadora do Núcleo de Estudos Sobre Sono da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Magda Lahorgue Nunes.

Nesta semana, a entidade divulgou nota de apoio à campanha lançada em junho pela Pastoral da Criança, que orienta sobre a posição correta para o sono.

A orientação para dormir de barriga para cima será tema de conferência no Congresso Brasileiro de Pediatria, que será realizado em Brasília no dia 12 de outubro.

A pediatra Magda Lahorgue Nunes, da SBP, diz que estudos comprovam que bebês que dormem de barriga para cima têm 70% menos chance de morte súbita, uma das principais causas de mortes de crianças menores de um ano.

A maioria dos pediatras, em torno de 90%, orienta os pais a colocarem o bebê para dormir de lado. Mas o problema é que a posição lateral não protege da morte súbita. Não é que os pediatras estejam orientando errado, mas é que a sociedade (de pediatria) só resolveu tomar uma posição em relação ao tema agora. Mas dar essa orientação na Europa, nos Estados Unidos (países que já se posicionaram sobre o tema), é errado. E se, a partir de agora, os pediatras continuarem dando a orientação para posição lateral estarão errados.

De acordo com a pediatra, dormir de barriga para cima pode evitar casos de morte súbita porque favorece a criança a despertar. “As crianças que dormem de costas têm linear de despertar mais lento. (…) Não dá para dizer que a morte súbita tem uma causa específica, são vários fatores, mas elas sofrem uma alteração durante o sono e as que despertam não morrem”, explica.

A morte súbita é quando a criança morre durante o sono de forma inesperada, sem que tivesse algum sinal indicativo de problema de saúde. O diagnóstico de morte súbita só pode ser dado, disse a pediatra, após uma necropsia.

A pediatra afirmou ainda que não há informações precisas sobre o que causa a morte súbita, mas que há comprovação de que alguns fatores favorecem a mortalidade de bebês, como o tabagismo durante a gestação e bebês que convivem com fumantes.

Magda comandou dois estudos sobre a morte súbita, com crianças de até um ano, no Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, os dados mostram que 0,4 em cada mil crianças morrem por morte súbita por ano. Em Passo Fundo, o índice aumenta para 1,5 a cada mil.

Em vários lugares do mundo a orientação sobre dormir de barriga para cima já existe há 20 anos. Aqui no Brasil existe uma dúvida imensa do pediatra porque é uma conduta enraizada na cultura, que é de colocar de lado. Mas culturalmente no Brasil não se coloca de barriga para baixo, que é pior.

- Recomendações sobre o sono dos bebês

1) Posição

Bebês devem dormir de barriga para cima porque podem se sufocar se estiver de bruços ou de lado. Mesmo bebês que têm refluxo devem dormir nessa posição.

2) Vômito

Se o bebê vomitar e estiver de barriga para cima, a tendência é tossir e chamar a atenção dos pais. Se estiver de bruços ou de lado, pode aspirar o vômito.

3) Local

O ideal é que o bebê durma em seu berço próximo à cama dos pais nos primeiros meses de vida. Não há, no entanto, nenhum estudo que mostre que dormir na cama dos pais aumenta o risco de morte súbita.

4) Adereços

Bichos de pelúcia e paninhos na cama podem, além de provocar alergia, sufocar a criança.

- O que pode acarretar a morte súbita:

- Posição de dormir
- Exposição ao fumo durante a gravidez e após o nascimento
- Consumo de álcool e drogas durante e após a gestação
- Falta de aleitamento materno
- Uso de colchões e travesseiros muito moles ou fofos
- Prematuridade ou baixo peso ao nascer

Fonte: SBP

Apenas para sua informação apesar de que o Ministério da Saúde advertir de que a criança que mama no peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta, e ainda de que o uso de mamadeira, bico ou chupeta prejudica o aleitamento materno, e também que a maioria das mães querer amamentar o seu bebê, ainda em muitos casos infelizmente algumas mamães não conseguem amamentar o seu bebê, sendo necessário recorrer às mamadeiras.

Não custa lembrar ainda de que o leite materno contém todas as substâncias necessárias para satisfazer as necessidades nutricionais do bebê, além de satisfazer uma necessidade biológica primária do bebê.

Queria então passar a dica de que existem no mercado mamadeiras que atendem melhor a fisiologia do recém-nascido, são as chamadas mamadeiras antirefluxo, conhecidas também como mamadeiras anticólicas.

A diferença principal é que elas possuem um sistema de fluxo continuo que trabalha com o ritmo de amamentação natural do bebê, o que ajuda a reduzir a alimentação em excesso e o regorgitamento.

O segredo esta na estrutura de válvula que permite a entrada de ar na mamadeira evitando a formação de vácuo, assim as bolhas de ar ficam no fundo da mamadeira e não se mistura no líquido, reduzindo sensivelmente a incidência de cólicas e gases no bebê. Por assegurar um ritmo de sucção ideal, torna o aleitamento artificial um momento de tranquilidade e naturalidade.

Conheça abaixo quais são os fabricantes das melhores mamadeiras Anti-Cólica e seus respectivos modelos:

1) Chicco (Fisiológica Angular)

É prática e higiênica. O bico não é ortodôntico e sim fisiológico. Possui base removível, facilitando a limpeza. Possui um sistema que evita a formação de bolhas, reduzindo a possibilidade do bebê regurgitar. Inclinação de 30 graus, facilitando o aleitamento. O bico fica sempre cheio de leite, reduzindo a incidência de soluço e cólica. Disponível na versão de 250 ml.

2) Mam (Ultivent)

Muito prática na hora de lavar. O bico é de silicone e ortodôntico simétrico, funcionando por compressão labial. A sua vedação não permite o vazamento do leite. O bico e a válvula funcionam em harmonia, liberando o líquido continuamente, reduzindo a incidência de soluço e cólica. Disponíveis nas versões de 160 e 260 ml, nas cores rosa e azul.

Mam (Ultivent)

3) Philips Avent (Airflex)

O bico exclusivo controla o fluxo do líquido, reduzindo a superalimentação e golfadas. A válvula interna fica localizada no bico da mamadeira. O sistema de diafragma, é flexionado para permitir a entrada de ar na mamadeira, reduzindo a cólica do bebê. Disponíveis nas versões de 125 e 260 ml.

Philips Avent (Airflex)

4) Dr. Brown’s (Standard)

O bico não é ortodôntico e sim fisiológico. Possui um sistema de ventilação interno que elimina o vácuo e as bolhas de ar. O bebê mama sem aspirar o ar, reduzindo a cólica e gases. Este sistema de válvula é o menos prático na hora da limpeza. Disponíveis nas versões de 120 e 240ml.

Dr. Brown’s (Standard)

Para o maior conforto do bebê, vale a pena investir nas mamadeiras anti-refluxo, o preço delas variam de R$18 à R$40, e vale a pena com certeza!

Vejam só no vídeo abaixo uma matéria do Bom Dia Brasil da TV Globo, que mostra como os bebês ficam mais tranquilos com a aplicação da shantala, uma massagem indiana, e com o ofurô para bebês, uma invenção japonesa. A ideia é tornar o começo da vida mais agradável.

Foi lançada recentemente em SP uma campanha cujo objetivo da campanha é reduzir o percentual de bebês que não são registrados até o primeiro ano de vida.

Por incrível que pareça hoje o número é maior que 12% e a meta é a redução para menos que 5%, em 2010.

Vejam abaixo uma matéria sobre o assunto no Programa Em Cima da Hora da Globo News:

O estreptococo do grupo B é a causa mais freqüente de infeção neonatal precoce (até o sétimo dia de vida). Pode-se manifestar por septicemia (infecção generalizada), que se desenvolve mais freqüentemente até 72 horas após o parto, ou por infecções tardias representados por pneumonias ou meningites nas primeiras quatro semanas de vida.

O estreptococo do grupo B coloniza a vagina e o intestino de gestantes assintomáticas em 15% a 25%. Sendo que a infecção do recém-nascido ocorre durante o trabalho de parto.

Em razão da elevada incidência de portadoras assintomáticas e da alta mortalidade neonatal é recomendado que todas as gestantes sejam submetidas ao rastreamento do estreptococo do grupo B por meio da coleta do conteúdo vaginal e retal entre 34 e 37 semanas de gestação.

E o seu médico já lhe explicou e recomendou que faça isto?

Confirmada a presença do estreptococo do grupo B é realizado tratamento da gestante com antibiótico endovenoso no dia do parto. O tratamento anterior ao parto não é realizado, pois pode haver recolonização do estreptococo até o parto.

Mais informações sobre o assunto podem conseguir na Clinica da Dr. Tânia Schupp, que fica na Rua Dona Adma Jafet, 74 cj. 102 na Bela Vista em São Paulo, ou pelo tel: (11) 3257-1209 ou email: tania@schupp.com.br.

Assim como a Zazou, o mundo da gestante e do bebê nunca para de inventar novidades

Vejam só esta que surgiu recentemete com o “Zaky Infant Pillow“, uma espécie de ’sossega nenê’. São dois acolchoados em forma de mãos humanas que se encaixam na cabeça e no tronco de recém-nascidos, simulando o carinho materno. Muitos bebês só pegam no sono se sentirem que a mãe está por perto, e essa invenção promete resolver esse problema..

Zaky Infant Pillow

E você o que acha?

Mais detalhes em:

www.pregnancystore.com

Vejam só que interessante esta nova técnica desenvolvida em parceria entre brasileiros e ingleses permite fazer reproduções em 3D dos bebês que ainda estão na barriga da mãe, mas esta tarefa exige o trabalho artesanal em cada imagem.

Veja abaixo um vídeo com uma reportagem sobre o assunto do Bom Dia Brasil da TV Globo:

Os pais devem tomar muito cuidado na hora de escolher a pessoa que vai tomar conta dos seus filhos. Quem cuida dos seus filhos?

Saiba uma reportagem do programa Bom Dia Rio da TV Globo, que mostra o que precisa ser observado e o que exigir de quem se cadidata à babá.

Vejam só abaixo este curioso caso de uma mulher perdeu a guarda do filho, que ainda esta na sua barriga e não nasceu, em numa decisão polêmica da Justiça em Nova Friburgo na Região Serrana do Rio.

Trata-se de uma jovem de 24 anos, e é considerado um caso raro na Justiça, pois ela conseguiu perder a guarda de seu próprio filho antes mesmo de dar à luz!

Os problemas começaram no ano passado, quando o juiz da Infância e Juventude de Nova Friburgo determinou que uma outra filha dela fosse recolhida a um abrigo. O Conselho Tutelar diz que a moça, que já foi moradora de rua, bebia demais e vendia balas nos sinais de trânsito com a menina de 2 anos no colo.

Logo depois, assistentes sociais descobriram que a jovem estava grávida. A promotora decidiu pedir também a suspensão da guarda do bebê que ainda estava no ventre da mãe.

“O Ministério Público requer que a suspensão seja no sentido de que a criança não receba alta médica até que venham estudos indicando se haveria a possibilidade de entrega do bebê à própria mãe ou a sua família extensa. Não havendo essas possibilidades, a colocação em família substituta através de adoção”, declarou Simone Gomes de Souza, promotora de Justiça.

Pior foi que assim que a criança nasceu, a mãe foi proibida de ver o bebê!

E a ordem judicial ainda previa também o envio da criança a uma nova família para ser adotada…

Triste não? O que acha desta decisão?

Mandem seus comentários.

Logicamente com razão a mãe buscou ajuda na Defensoria Pública, que apelou ao Tribunal de Justiça. Depois de 15 dias de separação, a mãe pôde reencontrar a filha. Ela teve autorização para visitar o abrigo da prefeitura onde está o bebê para amamentar a criança. A defensoria quer provar agora que a jovem já tem condições de criar a criança.

Veja no vídeo abaixo uma matéria sobre o caso que foi parar no Jornal Nacional da TV Globo:

Em apenas dois meses, quatro mães que tiveram seus filhos no Hospital Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, denunciaram o hospital pelo mesmo problema: afetados por um nervo, um dos braços dos bebês não tem movimento.

O detalhe é que os quatro bebês nasceram com mais de 52 cm, de parto normal, e o problema, em nenhum dos casos, segundo elas, foi informado pelos médicos.

É a mesma história: crianças grandes, um pouco acima do tamanho, elas tentam o parto normal, a criança começa a nascer, não sai, a equipe força e dá esse problema.

Segundo ele, se ficar comprovado que as lesões foram causadas por imperícia, os médicos podem ser indiciados por lesão corporal culposa, com pena que varia de seis meses a um ano de prisão. As crianças passaram por exames de corpo e de delito.

A dona de casa Elisângela de Holanda, de 28 anos, só percebeu que o braço de seu filho não mexia no dia seguinte ao parto. A criança nasceu no dia 15 de junho, com 58 cm e 4,650 kg.

“Conversei com a enfermeira, que marcou o pediatra. De lá, ele me encaminhou para um ortopedista. Ele falou que era problema no nervo, por causa do parto difícil, que tinha magoado o nervo”, lembra ela, que foi informada que só após seis meses saberá se a deficiência é permanente.

Apesar do diagnóstico parecido, Késia Aparecida de Oliveira, de 20 anos, ouviu um parecer mais pessimista dos médicos.

“Os ortopedistas dizem que vai ser muito difícil ele mexer o braço”, conta ela, que reclama do atendimento no hospital. “Nenhum médico avisou o que tinha acontecido. Já tinha feito quatro ultras e ele estava perfeito”, diz a dona de casa sobre o filho, que nasceu com 53 cm.

Foi num hospital infantil que Késia conheceu Clemilda Clemente, de 42 anos, que levava a filha com problema similar, depois de nascer no mesmo hospital.

“Resolvemos nos unir e ir juntas à delegacia”, conta Clemilda, que escutou ainda na sala de parto a médica comentando do ombro da criança. “Perguntei o que era e ela não me respondeu, só me mandou fazer força. O braço ficou bem torto mesmo”, diz.

O filho de Roberta da Silva Martins, que registrou queixa na última segunda-feira (3), nasceu com 53 cm. “Foi um parto complicado. Tava tudo perfeitinho e aconteceu o que aconteceu. Se fosse de Deus, eu até aceitaria, mas não foi”, desabafa a mãe de primeira viagem.

Vejam só abaaixo esta história meio maluca, mas verdadeira, em que centenas de bebês foram jogados do telhado de uma mesquita no oeste da índia, em um ritual de prosperidade para o início do outono. A queda das crianças foi amortecida por lençóis. Mesmo assim…

O ritual, no santuário muçulmano de Baba Umer Durga, é uma tradição de 700 anos seguida tanto por muçulmanos como por hinduístas, mas vem recebendo com razão críticas, ainda que segundo a imprensa local, não houve feridos. Mas e risco?

As crianças, a maioria com dois anos ou menos, foram jogadas de cerca de 15 metros de altura!

As imagens da TV, que podem ver abaixo, mostraram alguns bebês sendo chacoalhados e chorando antes de serem lançados. Ativistas pró-direitos das crianças protestaram contra a atitude, e uma comissão do governo prometeu investigar o caso.

Vejam só o vídeo abaixo com uma matéria a respeito:

O programa Tamanho Único do GNT, que aborda temas de moda fashion, fez recentemente uma série de programas dedicado as grávidas, entre os quais fez uma entrevista com a Negra Li e como ela conseguia se manter uma grávida cheia de estilo, bem atual e antenada nas tendências, aonde ela controu que o segredo era que se vestia de Zazou.

Além de moda gestante, o programa também falou de Slings, desta nova mania que esta conquistando cada vez mais grávidas e mães.

E como não poderia deixar de ser, pelo estilo, qualidade e modelagem, mais uma vez os Slings da Zazou foram selecionados e mostrados no programa. Veja uma imagem abaixo:

Slings da Zazou no programa Tamanho Único do GNT

Venha até a Zazou e conheçam pessoalmente a variedade de modelos, cores, estampas e tamanhos que temos a sua disposição.

Um dos diferenciais dos Slings da Zazou esta no tecido, normalmente tricoline, sempre 100% algodão de primeira dos melhores fabricantes, aliás como todas as roupas da Zazou, pois não abrimos mão deste ponto da qualidade. Desta forma os slings oferecem boa transpiração e tem maior durabilidade. Se o sling for utilizado e lavado corretamente terá um tempo de vida útil aos 3 anos para o tanto que se destina. pois depois disto o bebê fica grande e pesado demais para carrega-lo.

Por incrível que pareça um estudo feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que na maior parte das famílias entrevistadas o que as crianças comem em casa pode fazer mal.

Para o Ministério da Saúde, não se deve comer produtos industrializados antes dos 2 anos.

Veja o vídeo abaixo uma recente matéria do Bom Dia Brasil da TV Globo que aborda o assunto:

A nutricionista Maysa Toloni entrevistou 270 famílias. Descobriu que 67% das crianças nessa idade já tomaram refrigerante e 70% comeram biscoito recheado. Já 80% tinham consumido balas e chocolates e 90% dos pais adicionam açúcar ao leite ou suco dos filhos.

Isso pode ajudar a desenvolver cáries, leva à obesidade infantil. Corantes e conservantes presentes nos alimentos podem desencadear processos alérgicos e prejudicar o desenvolvimento e crescimento das crianças.

A pesquisa concluiu que o problema é falta de informação e por isto estamos aqui para ajudar a reverter isto e divulgar esta mensagem.

A nutricionista Maysa Tolon corrige: o coração pode ser mole, mas em nome da saúde dos filhos, a atitude deve ser firme: “Deve dar preferência a alimentos naturais, frutas, sucos e para uma alimentação balanceada e equilibrada”, ressalta.

Outro problema na alimentação das crianças apontado pela pesquisa é o uso do mel. Muitos pais acham que é mais saudável. Mas especialistas alertam que o mel é totalmente contra-indicado até o primeiro ano de vida.

Veja o vídeo abaixo que explica um pouco mais sobre as células estaminais e o congelamento do cordão umbilical:

Que mãe nunca sofreu ao presenciar uma crise de cólicas de seu filho recém-nascido?

Pois este foi o tema de uma recente matéria da revista Crescer, que trago aqui para sua informação.

Por mais que se tenha cuidado com a alimentação da mãe e do bebê infelizmente sabemos que em algum momento o desconforto intestinal aparece.

Mas isto já sabemos. A novidade é uma descoberta feita por pesquisadores da University of Texas Health Science Center em Houston, que promete melhorar a situação daquelas crianças que sofrem frequentemente com este problema.

Depois de analisar o organismo de 36 bebês, o estudo descobriu na bactéria Klebsiella uma possível causa das cólicas intestinais no início da vida. Os recém-nascidos sem cólicas, apresentavam diversos tipos de “boas” bactérias, enquanto aqueles com incômodo intestinal expunham apenas uma grande quantidade da Klebsiella e inflamação intestinal. Com a pesquisa, a bactéria entra para a lista de possíveis causas de dor intestinal em crianças com menos de 1 ano. Mas, as causas anteriores ainda são levadas em consideração.

Alguns pediatras afirmam que o motivo das cólicas que atingem cerca de 15% dos recém-nascidos e costumam se manifestar no finalzinho da tarde ou no começo da noite, é a imaturidade do sistema digestivo. No recém-nascido, os movimentos peristálticos (contrações da musculatura do intestino) ainda não estão coordenados e são um dos fatores para as cólicas dos bebês.

Outra hipótese para o problema é o ar deglutido pelo bebê ao mamar no peito ou na mamadeira. Esse ar passa para o intestino, causando dor e fortes contrações. Por isso, os pediatras sempre recomendam que a mãe faça o bebê arrotar depois das mamadas.

E, ainda, a alimentação da mãe pode contribuir para o desconforto do bebê. Os médicos aconselham que sejam evitados alimentos que provocam gases, como chocolate, leite de vaca e seus derivados.

Segundo o estudo da University of Texas Health Science Center, cólicas podem preceder problemas de intestino mais graves, como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca. Por isso, é importante tomar medidas que amenizem este desconforto. Um paciente que tem muitas cólicas deve ser observados durante os dois primeiros anos de vida.

O leite materno possui lactobacillus bifidus que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança. Ele também é rico em imunoglobulina A, que protege a mucosa intestinal. Além disso, o leite estimula o funcionamento do intestino pois é rico em lactose, o que faz com que o bebê evacue várias vezes e elimine muitos gases.

Seguem algumas dicas para minimizar as cólicas e a hora que esta doendo e que podem ser úteis:

1) Nunca deixe seu bebê chorando sozinho no berço. Pegue-o no colo e acalente-o, cantando músicas de ninar e fazendo movimentos suaves e ritmados.

2) Ande pela casa, afague sua cabeça e faça massagens com uma leve pressão em sua barriguinha.

3) Coloque-o de bruços sobre um lugar quentinho, que pode ser sua barriga ou um saco de água morna envolto numa fraldinha.

4) Experimente dar um chá morno de erva-doce, sem açúcar. Ele quebra as moléculas dos gases e facilita a eliminação.

5) Não perca a calma. Tenha em mente que seu bebê não está doente e que esse desconforto passará em pouco tempo.

Cientistas da Alemanha e do Reino Unido, trabalhando conjuntamente, descobriram bases fisiológicas para um talento que muitas mães afirmam ter: o de ser capaz de sentir se o bebê em seu útero está passando bem ou não.

Os pesquisadores demonstraram que o ritmo respiratório da grávida afeta a sincronização do seu ritmo cardíaco com o ritmo dos batimentos cardíacos do bebê em seu útero.

A descoberta, publicada no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences, ajudará os cientistas a entenderem melhor o desenvolvimento dos sistema cardiovascular e do sistema nervoso do feto, detectando mais precocemente complicações durante a gravidez ao desenvolverem técnicas que venham substituir a sensibilidade da mãe.

Um dos objetivos deste novo estudo era confirmar se a percepção da mãe sobre a saúde do feto tem alguma base fisiológica. Para fazer isto, os pesquisadores avaliaram se os episódios de sincronização entre os ritmos cardíacos da mãe e do bebê poderiam ser influenciados pelo ritmo respiratório da mãe.

O ritmo cardíaco do feto, que é relativamente fácil de medir, é frequentemente usado como indicador da atividade motora durante o segundo e o terceiro trimestres da gravidez. Estudos anteriores demonstraram que é possível detectar um relacionamento entre as saúde da mãe e do feto com base na observação do ritmo cardíaco do feto.

“Aquilo que é relatado frequentemente, de que a mãe sente o bem-estar de seu bebê, pode em parte ser atribuído à sincronização dos seus ritmos cardíacos,” diz o Dr. Jürgen Kurths, do Instituto Potsdam, na Alemanha.

A sincronização a que os cientistas se referem não é uma equivalência de um para um entre o batimento cardíaco da mãe e do bebê, mas uma relação consistente entre os batimentos cardíacos dos dois. Por exemplo, um episódio de sincronia cardíaca entre mãe e filho pode ser caracterizado pela repetição de três batimentos cardíacos do bebê para dois batimentos cardíacos da mãe ao longo de vários minutos.

“Nós conseguimos comprovar que os sistemas cardíacos da mãe e de seu bebê em gestação interagem,” diz o Dr. Kurths.

A principal descoberta do estudo foi que o sistema cardíaco fetal é capaz de ajustar seu ritmo em resposta a um estímulo externo, no caso, à respiração e ao ritmo cardíaco da mãe.

“Um melhor entendimento de como esses sistemas cardíacos independentes interagem sob várias condições fisiológicas permitirão um melhor acompanhamento do pré-natal e lançarão novas luzes sobre a percepção recíproca entre a mãe e sua criança,” conclui o estudo. “Isto poderá ser benéfico para a sobrevivência fetal e para a detecção de condições patológicas durante a gravidez.”

Gostariamos de parabenizar pelo nascimento de seus bees uma simpáica cliente fiel da Zazou, que nos visitou muitas vezes durante sua gravidez.

A atriz Suzy Rêgo de 42 anos, e seu marido o ator e diretor Fernando Vieira de 47, demoraram para ter filhos, mas quando decidiram tê-los, foram agraciados logo com dois.

Suzy Rego Gravida Vestindo Roupas de Gestante da Zazou

A família aumento (e muito!) ontem quando a atriz deu à luz aos gêmeos Mássimo, que nasceu às 13h46, e o Marco que veio logo depois às 13h48. Eles vieram ao mundo através de uma cesariana pesando 2,5kg e medindo 45cm. O parto foi feito pelo ginecologista e obstetra Malcom Montgomery, no Hospital Santa Catarina, em São Paulo, e foi acompanhado pelo pai dos bebês o ator Fernando Vieira.

“Acho que é a coisa mais impressionante, a sensação mais maravilhosa que um ser humano pode ter. Assisti ao parto, curti cada momento. Foi um momento de comunhão entre a gente”, falou o paizão por ele e pela mamãe de primeira viagem que ainda não pode falar.

O mais importante e’que a Suzy e os bebês passam bem e devem ter alta na segunda-feira.

Suzy Rego Gravida Vestindo Roupas de Gestante da Zazou

Vejam mais fotos da Suzy ainda grávida na Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=SuzyRego

Um dos primeiros exames que seu filho vai fazer logo depois de nascer é o teste do pezinho, uma triagem do neonatal. Mas você sabe por que ele é indispensável?

A revista Crescer da Globo, fez uma interessante matéria e um vídeo sobre o assunto, que tomo a liberdade de trazer para sua informação:

A Crescer acompanhou um teste em uma maternidade e como é feita a análise do exame na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), que avalia metade dos testes realizados no estado de São Paulo.

O teste básico é obrigatório e gratuito no Brasil.

Ele engloba quatro doenças: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias e fibrose cística.

Na rede privada, a maioria das maternidades oferece o teste do pezinho ampliado, (chamado de master ou plus), que pode contemplar mais de 30 doenças, como galactosemia e toxoplasmose congênita. Em algumas delas o exame é gratuito, nas em outras pode chega a custar mais de R$ 470.

Ele deve ser feito até 48 horas depois do nascimento, desde que o bebê tenha mamado.

Pois é o tempo necessário para ativar o metabolismo. Alguns diagnósticos dependem da ingestão do leite. E o resultado é entregue em até 20 dias. Se algum problema é detectado, repete-se o teste. Essa convocação não significa necessariamente que a criança tenha alguma doença. De qualquer maneira, quando o problema é descoberto precocemente, são maiores as chances de evitar complicações e sequelas.

Esse teste á uma coleta de sangue, por isso pode ser feita em outras partes do corpo, como no braço. O exame ganhou este nome porque, nos primeiros programas de triagem neonatal, a coleta era feita na parte lateral do pé do bebê, que é mais irrigada e dói menos.

Bebês amamentados durante o teste do pezinho sentem menos dor. A constatação é da enfermeira Adriana Moraes Leite, do Hospital das Clínicas, que comparou o comportamento de 60 recém-nascidos. Durante a fase da coleta, apenas 45,2% dos bebês amamentados choraram, contra 100%. Além disso, a amamentação ajudou a normalizar a frequência cardíaca dos pequenos.

Em alguns países, a incidência de determinadas doenças é maior que em outras. Por isso, os testes de rotina variam. Na França, por exemplo, há muitos casos de toxoplasmose. Em Israel, analiza-se a atividade de fosfato 6 desidrogenase, uma enzima que protege as hemácias de se desmancharem mais cedo do que deveriam. No Brasil, não há estudos sobre a incidência.

Vejam mais no vídeo abaixo da Crescer:

Demorou, mas chegou! Nasceu na noite desta terça-feira, 21, às 20h14, aproximadamente, Rafaella Pinheiro Justus, filha do casal de apresentadores Ticiane Pinheiro e Roberto Justus. Rafaella nasceu com 3,5kg e 48,5cm. O bebê veio ao mundo através de uma cesariana no hospital Albert Einstein em São Paulo.

Ficamos muitos felizes pelos três, pois tivemos a oportunidade de participar um pouco desta fase tão bonita da gravidez da Ticiane, que ela curtiu e aproveitou bastante, sendo que inclusive nos deu o prazer de se vestir neste período com as nossas roupas. Além do que, tambpem fez questão de ser a estrela do nosso catalogo de alto inverno 2009 de roupas de grávida da Zazou Gestante.

Ticiane Pinheiro Grávida como Modelo do Catalogo de Alto Inverno da Zazou Gestante

“O cordão umbilical e a posição do bebê, que estava alto, impossibilitaram o parto normal.”, contou a avó materna Helô Pinheiro. Segundo Helô, Rafaella puxou a família do pai. “Ela parece com o Justus. Ele assistiu ao parto, deu o primeiro banho, se emocionou e chorou muito. São nessas horas que as pessoas podem ver esse outro lado dele, afetivo, humano. Ele sempre foi um paizão.”

A previsão inicial era a de que Rafaella nascesse na sexta-feira, 17. No sábado, 18, Ticiane até sentiu algumas contrações, mas não teve dilatação e, depois de ser examinada por um médico, voltou para a casa.

Ticiane Pinheiro está no quarto e já amamentou Rafaella pela primeira vez. “Minha filha ainda não pode falar, mas isso é normal por causa da cesárea. Para se comunicar, ela está escrevendo”, explicou Helô – que vai passar a noite com a filha. Ticiane e Rafaella passam bem e ainda não têm previsão de alta.

Desejamos que ela cresça com muita saúde e beleza. Que faça o mesmo sucesso que os pais.

O Jornal da TV Gazeta apresentou recentemente uma interessante matéria que mostra a importância dos exames pre-natal para a saúde não apenas da mulher grávida, mas também para de seu bebê, pois a mediciana avançou bastante neste aspecto, e já consegue detectar doenças ainda no feto dentro da barriga, e assim tomar providências para resolver logo.

Para ter uma idéia cerca de 1% dos bebês já nascem com doenças cardiacas, mas que pode ser tratadas a tempo.

Veja tudo isto no vídeo abaixo:

Quem já deve o seu bebê recém nascido ter que ir para uma UTI Neo-Natal?

Com certeza quem tem gêmeos e tantas outras (aonde me incluo). Sabemos que não é fácil. Ainda mais com a falta de informação e o preconceito que ainda existem a este respeito

Por isto mesmo o Instituto Abrace lançou uma cartilha para auxiliar mães que acompanham o desenvolvimento dos filhos na UTI neonatal, com depoimentos reais e explicações sobre direitos e procedimentos necessários neste período.

A primeira edição da Cartilha das Mães de UTI deve chegar aos hospitais até o final deste mês, mas você já pode baixa-la em um PDF no link abaixo:

http://www.institutoabrace.com.br/cartilha_maes_de_uti_abrace.pdf

Nem sempre é possível evitar a passagem pela UTI neonatal. Bebês prematuros geralmente precisam de atenção especial para se adaptar, conseguir respirar e se alimentar sozinhos. Os recém-nascidos prematuros precisam de três a quatro meses, pelo menos, para se adaptar a estas ações e também ganhar peso.

Por exemplo só na UTI neonatal do Hospital das Clínicas, 101 bebês precisaram ficar internados o ano passado. Para a vice-presidente do Instituto Abrace, Denise Crispim, as famílias nessa situação precisam de apoio e contato com pessoas que passaram pela mesma experiência. A UTI é normalmente um lugar árido e solitário, onde a mãe os familiares são de certa forma intrusos num universo cheio de nomes, procedimentos e profissionais desconhecidos.

Esta cartilha foi então desenvolvida exatamente para orientar essas pessoas. Pensaram num documento que reunisse desde informações sobre o pré-natal, como enfrentar exames e prognósticos ruins, da primeira visita na UTI até a alta ou home care. Tudo escrito com linguagem bem simples, para que a mãe entenda os detalhes e se sinta parte do universo no qual seu filho está inserido. Legal não?

Além da necessidade de informação, muitas dessas famílias se desestruturam no período que os filhos ficam na UTI. As mães e até mesmo os pais perdem o emprego para se dedicar aos filhos, por isto mesmo a cartilha vem como mais uma forma de contribuir com a reorganização dessas pessoas. Ela orienta, tira dúvidas frequentes e diz como são os procedimentos de rotina em uma UTI. Além disso, a cartilha oferece uma orientação no que diz respeito às questões legais, o que a família, e as crianças têm direito.

Esta bela iniciativa, além de auxiliar mães e familiares, também oferece parâmetros importantes aos médicos e outros profissionais envolvidos com essas pessoas. É um material que ajuda os profissionais a entender o que a mãe sente nesse momento. Com isso, é possível oferecer um atendimento mais humanizado. A cartilha ajuda também a capacitar os profissionais para lhe dar melhor com as questões da UTI neonatal.

A cartilha demorou um ano para ser produzida. Foram 3,5 mil cópias impressas na primeira edição, que deve chegar a hospitais de todo o País até o final deste mês. Existe uma previsão é que a segunda edição seja distribuída ainda este ano.

O medo e a sensação de impotência são alguns dos sentimentos que atingem as mães quando a notícia da necessidade da internação na UTI chega. “Fiquei assustada quando chegou a notícia que ela tinha sido levada para a UTI. Não imaginava isso, não tinha noção do que isso significava e fiquei com muito medo”, disse a dona-de-casa Fabiana Pizani Vicente, 26 anos. Ela ficou com a filha na UTI por dez dias. “Foi um momento de dificuldade”, contou. Segundo ela, o único auxílio na época foram as informações dos médicos e algumas pesquisas na internet.

Mas para algumas mães apenas as informações médicas deixam a sensação de desamparo e nervosismo. “Toda vez que tenho que conversar com a médica fico nervosa. Eles são mais frios”, contou a dona-de-casa Nayara Stefani Teixeira, 19, que está com a filha na UTI neonatal há dois meses. Ela disse que depois que recebeu a cartilha, se sentiu mais amparada e se informou mais. “Fico preocupada também com os cuidados em casa, por causa da fragilidade do bebê. Mas o conteúdo da cartilha e do site, que sempre visito, estão me ajudando a me preparar para quando este momento chegar”, afirmou.

Espero que isto possa ajudar um pouco quem passa por esta difícil situação na vida, mas que é passageiro e que vai superar com certeza!

Sono do bebê é um tema que merece atenção de muitas grávidas e principalmente das recentes mães, por isto trago abaixo mais informações sobre um interessante estudo sobre o assunto.

Mães preferem colocar seus bebês para dormir um pouco antes de acabar a novela das oito. É o que comprova uma pesquisa sobre o padrão de sono dos bebês, realizada em 19 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Austrália e Brasil.

De acordo com o estudo realizado pela National Sleep Foundation (EUA) sob a coordenação da especialista Jodi Mindell, em parceria com a Johnson & Johnson, 21h40 é o horário médio em que as crianças do Brasil vão dormir.

O ritual do sono do bebê brasileiro, ou seja, do momento em que os pais ou responsável começam a colocar seus bebês para dormir, até que eles adormeçam, dura, em média, 50 minutos.

Entre os principais hábitos da rotina de sono utilizada pelas mães brasileiras, a televisão aparece em destaque, com 28%. Porém, de acordo com especialistas de sono, este é um hábito desaconselhável.

Os bebês, quando dormem no mesmo quarto dos pais, acordam em média 42% de vezes a mais do que quando dormem em seu próprio quarto. No Brasil, quase 42% dos bebês dormem no quarto dos pais, 22% deles, inclusive, na mesma cama.

A rotina de sono do bebê brasileiro é composta por três atividades básicas. A amamentação é escolhida pela maioria das mães (61,3%), depois do carinho (40,3%) e do banho (32,6%). Um hábito diferente deve ser ressaltado no Nordeste. As mães de lá preferem as famosas cantigas de ninar para embalar o sono antes de dormir.

Os bebês das regiões Sul e Sudeste vão para a cama mais tarde que seus coleguinhas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Por outro lado, os bebês da região Norte são os que mais acordam durante a noite, 17% a mais que os do Sudeste, a região que apresenta menos despertares.

Em comparação a média latina, o bebê rasileiro adormece na mesma hora que os seus colegas latinos, mas vão para a cama, em média, 1h20min mais tarde que os americanos e europeus, os quais chegam a dormir 1h36min mais que as crianças no Brasil. Já em relação aos países europeus e americanos, os nosso bebês chegam a acordar 24% mais vezes.

O Programa Globo Comunidade fez recentemente uma interessante matéria em que mostra que a convivência entre mãe e bebê é fundamental logo depois do parto. O objetivo da maternidade é humanizar cada vez mais o contato entre os pais e o recém nascido. No colo da mãe, o bebê se sente seguro, protegido e amado.

Veja o vídeo abaixo:

Dieta saudável e aleitamento materno são fundamentais para a saúde dos bebês. No entanto, a maioria dos pais troca esses hábitos por alimentos ricos em gordura e açúcar, de acordo com uma pesquisa realizada pela disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O estudo indica que a introdução de produtos industrializados, como macarrão instantâneo, açúcar refinado, suco de frutas artificial, salgadinhos e embutidos, começa antes dos três meses de idade, e que 67% dos responsáveis oferecem tais guloseimas aos filhos. Boa parte desses pais é formada por jovens, com baixa escolaridade e menor poder aquisitivo.

A ingestão precoce, continuada e excessiva de opções altamente calóricas e de baixo valor nutricional está associada ao abandono da amamentação e ao baixo consumo de frutas, legumes, cereais e hortaliças. Além de esse comportamento comprometer o crescimento e desenvolvimento infantil, também é comum desencadear processos alérgicos, carências de vitaminas e minerais, obesidade infantil e o surgimento, cada vez mais precoce, das chamadas doenças crônicas não-transmissíveis, que incluem diabetes, hipertensão arterial, obesidade, dislipidemias, acidente vascular cerebral, diversos tipos de cânceres, artroses, enfisema pulmonar, entre outras.

Tem ainda a séria questão de ressaltar o problema da obesidade infantil. Para ter uma idéia cerca de 10% das crianças apresentam excesso de peso e aproximadamente 20% dos adolescentes estão acima do peso. Vale lembrar que 60% das crianças e adolescentes obesos já sofrem de hipertensão e dislipidemia, que é o aumento do nível de gordura no sangue e que está intimamente ligada às doenças coronarianas.

Apesar de os pequenos nascerem com preferência pelo sabor doce, o Ministério da Saúde recomenda que a adição de açúcar seja evitada nos dois primeiros anos, pois não contribui nutricionalmente e ainda aumenta a incidência de cáries e o valor calórico da dieta. Na prática, não é o que acontece.

A pesquisa aponta que, até os três meses, 31% dos pais afirmaram ter oferecido açúcar ao filho; 49%, chás; e, 18%, mel. Até os 12 meses, esse número é ainda maior. O açúcar atinge o índice de 87%; o chá, 88%; e, o mel, 73%.

Portanto, nada de tentar satisfazer o paladar da garotada apenas para atender às suas manhas e reclamações. O uso do mel, por exemplo, é totalmente contra-indicado no primeiro ano de vida devido à imaturidade da flora intestinal e ao risco de favorecer as intoxicações alimentares causadas pelo bacilo Clostridium botulinum, responsável pela transmissão do botulismo intestinal.

Em festas ou até mesmo em casa, não é difícil ver bebês saboreando refrigerantes em suas mamadeiras. A atitude está para lá de errada. Além de os refrigerantes possuírem açúcar, contêm corantes e aditivos químicos e, mesmo em ocasiões especiais, a criança deve receber alimentação especialmente preparada para ela de forma caseira e balanceada, evitando a integração precoce a uma dieta pobre em nutrientes e hipercalórica.

Mas, segundo os dados apurados, entre o primeiro e o sexto mês, 12% das crianças já experimentaram a bebida. Até os nove meses, esse índice sobe para quase 20%, enquanto até o primeiro ano, para mais da metade (56,5%).

Por conta disso, bom ressaltar a importância de se manter a amamentação exclusiva até os seis meses, sendo desnecessária a oferta de água, chás ou qualquer outro alimento sólido ou líquido. Somente depois dos seis meses é que a criança está apta a receber, de forma lenta e gradual, outros alimentos adequados à idade, mas sempre mantendo o leite materno até, no mínimo, os dois anos de idade.

Michelle Souza, 31 anos, se enquadra fora das estatísticas apresentadas pela pesquisa. Mãe de primeira viagem, não alimenta o filho Rafael Souza Callamari, de sete meses e meio, com os produtos citados na pesquisa. “Eu não como essas coisas e não quero que ele aprenda a consumi-las. Odeio suco artificial. É tão fácil pegar a fruta e comer”, afirma.

Apesar disso, conta já ter oferecido algumas papinhas industrializadas ao bebê. “No chá, colocava açúcar derivado do milho, mas nem isso a pediatra liberava. Mas é porque ele não gostava se não estivesse doce”, complementa. Rafael pesa 8,7 kg e mede 83 centímetros. “Ele é comprido e nunca foi gordo”, acrescenta a mãe.

Estudos sugerem que, tanto em países desenvolvidos como nos em desenvolvimento, o consumo de alimentos industrializados de baixo valor nutritivo está associado ao menor nível socioeconômico da população. A pesquisadora lembra que o menor poder aquisitivo também pode estar associado à baixa escolaridade materna e, consequentemente, a falta de acesso a informações em saúde e a influências exercidas pelo mercado publicitário. “Alguns estudos citam, inclusive, a influência da publicidade sobre a confiança que as mães depositam nos produtos apresentados nos comerciais.”

A mãe Michelle, por exemplo, lembra de uma ocasião em que a propaganda não condizia com a realidade. “Fui a um evento e havia degustação de papinhas para bebês. A promoter dizia que aquele produto era muito melhor do que fazer papinha em casa, pois não tinha agrotóxicos. Acho bem provável uma mãe acreditar nisso.”

Para chegar às conclusões apresentadas, a pesquisa contou com informações coletadas em 2007, mas só agora compiladas e divulgada, de 270 pais de crianças frequentadoras de berçários de creches públicas e filantrópicas da capital paulista.

No vídeo abaixo do programa MGTV fala de uma a atitude é comum no dia a dia, mas exige cuidados, que é colocar bebês para dormir. veja a orientação dos especialistas em que as crianças sejam colocada de barriga para cima. Mas é preciso ficar atento sobre o lugar onde o berço deve ficar.

Queria trazer um assunto que imaginava que era algo básico e óbvio, mas que tenho visto que não é tanto, que é o uso correto da cadeira de segurança para bebês e crianças no carro.

Trago aqui um caso real e recente de um bebê de 1 ano e 8 meses, que ficou gravemente ferido após a colisão do veículo em que estava com um carro de polícia em Campo Grande (MS).

Segundo a polícia, ele estava com os pais e não estaria preso com o cinto de segurança da cadeira para transportar crianças.

Vejam só a foto de como ficou o carro e da cadeira que ele estava (sem o cinto)…

Imagem de Batida de Carro com bebê Ferido por Não Usar Cinto da Cadeirinha

De acordo com a polícia, o bebê passou por várias cirurgias. Segundo informações da Companhia de Policiamento de Trânsito (Ciptran), o bebê foi projetado para fora do veículo, a uma distância de três metros do local da colisão.

Além de um corte profundo no rosto, a criança teve traumatismo craniano e algumas fraturas no corpo. Socorrido pelos próprios pais após o acidente, ele foi levado inicialmente para um hospital da cidade e transferido para outra unidades da capital.

O carro de polícia estava com dois agentes e transportava três presos, que fariam exames no Instituto Médico-Odontológico Legal (Imol) e transferidos para o Centro de Polícia Especializada (Cepol).

Testemunhas informaram à polícia, que o carro policial estaria em alta velocidade, com o giroflex desligado, e não teria respeitando o semáforo fechado. Ou seja, mesmo que você esteja devagar e dirigindo com segurança, tem sempre o risco dos outros não estarem…

Veja abaixo o vídeo de um teste de batida de carro com criança:

Esta na dúvida de qual nome escolher para seu bebê?

Trata-se de algo comum, e difícil mesmo de definir.

Mas queremos ajuda-la um pouco, para isto primeiro queria lhe dizer que na área de calculadoras do site institucional da Zazou, tem uma com a Numerologia do Nome do Bebê, que baseado no nome que digitar, vai lhe dar a caracteristicas de três elementos fundamentais:

1) Alma
2) Aparência
3) Destino

Sendo que a “Alma” representa o “eu verdadeiro”, a “essência”, aquilo que impulsiona, o motivo pelo qual se está neste mundo, os seus objetivos e anseios. A “Aparência” representa o modo de se relacionar com o mundo. Indica como os outros te enxergam. É o seu cartão de visita. Já o “Destino” indica o caminho a seguir, a sua missão na vida, aquilo que você veio expressar.

Podem acessa-la gratuitamente pelo link abaixo:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=numerologia

Vejam o resultado para o nome: Zazou

ALMA:
Lado Positivo = Liderança, Pioneirismo, Iniciativa, Coragem, Independência
Lado Negativo = Agressividade, Egoísmo, Egocentrismo, Inflexibilidade, Individualismo

APARÊNCIA:
Lado Positivo = Espiritualidade, Introspecção, Profundidade, Perfeccionismo, Controle da Mente
Lado Negativo = Solidão, Pobreza, Exigência excessiva, Auto-Crítica, Reclusão

DESTINO:
Lado Positivo = Liderança, Poder, Organização, Perseverança, Auto-confiança
Lado Negativo = Ganância, Autoritarismo, Teimosia, Impaciência, Intolerância

Mas não vamos ficar apenas nisto. Outra ajuda que podemos lhe dar é a lista dos nomes mais usados no mundo, de acordo com uma pesquisada publicada na revista Superinteressante.

Para começar no Brasil, curiosamente, nos registros do ano passado, o famoso e clássico José perdeu para Kauã (19º) e Yasmin (25º). Mas na liderança, para os meninos estão João e Gabriel, e para as meninas, Maria e Ana. Seria um dos que estava pensando?

Vejam em outras países:

- Canadá:

William, Samuel, Alexis, Lea, Jade e Rosalie estão entre os 10 primeiros.

- EUA:

Para os meninos, depois de Michael, em 1999 o nome mais registrado lá foi Joshua. E para as meninas, desde 1997, Emily.

- América Latina:

No Chile e na Argentina, lideram Santiago e Sofia.

- Portugal:

Nada de Manuel e Joaquim. Novos tempos! Catarina e Maria para as meninas, e Miguel e João para os meninos.

- Reino Unido e Irlanda:

Para as meninas, os nomes comuns na Inglaterra e no País de Gales é Grace, Sophie na Escócia e Sarah na Irlanda. E para os meninos, Jack está em primeiro na Inglaterra e no País de Gales, mas perde para Lewis na Escócia e em Sean na Irlanda.

- Europa Ocidental:

Na Espanha, lideram Lucia e Alejandro, na França Lucas e Léa, na Alemanha Hannah e Leon. Já na Itália, Maria e Giuseppe.

- Europa Oriental:

Para as garotas, Jana, Anna e Nika, no Leste Europeu. E para os garotos, Petr, Bence, Jan e Luka.

- China:

O nome da liderança é Xing, que pode ser usado para meninas e meninos. Em seguida vem Jia-Li, Da-Xia e Chan, que são só para meninas.

- Japão:

Aoi ara meninas e Hiroto e Haruto para meninos.

- Rússia e Ex-Repúblicas Soviéticas:

Na Lituânia Lukas e Kamile, na Armênia Narek e Milena e na Rússia Dasha e Alesksei.

- Índia:

Os mais freqüentes para as meninas são Anjali e Naima. Já entre os meninos, Nikhil e Talan são bem populares.

- Ásia Insular:

Os dados são curiosamente só das meninas: Arti e Kade na Indonésia, com maior população na região.

- Oceania:

Para os garotos, Jack, e para as garotas, Chloe.

Espero que tenha ajudado. Depois nos conte nos comentários deste post quais esta pensando e se já escolheu qual seria o nome do seu bebê?

Tanto os pais quanto os médicos necessitam saber as medidas fetais. Os pais com objetivo mais de matar a curiosidade e saber como está a evolução do seu bebê, já os médicos com um motivo mais científico para verificar e acompanhar o desenvolvimento do bebê.

Segue abaixo então para sua informação as medidas fetais padrão como comprimento e peso em cada mês da gestação:

1 mês = mede 5 mm e o seu peso é de aproximadamente um grão de arroz
2 meses = mede 3 cm e pesa cerca de 10 gramas
3 meses = mede de 6,25 a 7,5 cm e pesa cerca de 14 a 18 gramas
4 meses = mede de 10 a 12 cm e pesa cerca de 200 a 220 gramas
5 meses = mede 25 cm e pesa cerca de 340 a 500 gramas
6 meses = mede 33 cm e pesa cerca de 700 gramas
7 meses = mede de 37 a 40 cm e pesa cerca de 1,0 a 1,3 Kg
8 meses = mede de 45 a 47 cm e pesa cerca de 2,2 a 2,4 Kg
9 meses = mede de 48 a 52 cm (depende do sexo) e pesa cerca de 3,3 Kg

Medidas Fetais

Logicamente trata-se de uma média, afinal sabemos bem que existem algumas diferenças, primeiro entre o bebê de sexo masculino e do feminino desde as primeiras semanas de vida.

Aliás o bebê masculino e o feminino a partir da 8ª semana liberam na corrente sanguínea da mamãe o seu DNA, facilitando a descoberta do sexo graças ao exame chamado de Sexagem Fetal. Se for um menino o exame apresenta esse DNA masculino e se for menina nada se altera.

Outra diferença são os batimentos cardíacos. Os bebês masculinos apresentam batimentos cardíacos de até 140bpm excedendo raramente esse número enquanto os bebês femininos geralmente ficam acima de 140bpm.
Com o passar do meses essas diferenças aumentam ficando mais fácil ver o sexo pela US.

Cada bebê seja ele ou ela tem suas características físicas, intelectuais e emocionais conforme sua personalidade e hereditariedade dos pais. Não compare o seu bebê com outros bebês. Tem um “modelo padrão” de bebê, mas é somente uma base.

Muitas mamães se preocupam porque seu bebê tem tamanhos e medidas diferentes de outros bebês. O importante é prestar atenção na genética. O seu bebê é único tendo características individuais conforme herdou da família.

Saúde e bem estar do bebê acima de tudo. Tire todas as suas dúvidas com o seu ginecologista em cada consulta de pré-natal. Não esqueça de ficar atenta. O seu médico em cada consulta deverá medir sua pressão arterial, pesar a mamãe, escutar os batimentos cardíacos fetais e solicitar algumas vezes ecografias e exames de sangue.

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