Entrevista


Quanto tempo o casal deve esperar antes de procurar um Ginecologista ou Obstetra?

Pois esta é uma das perguntas que o Programa Expressão Feminina tenta responder com uma Entrevista com Ginecologista e Obstetra Guilherme Fernandes, que podem ver no vídeo abaixo.

Veja no vídeo abaixo uma conversa sobre uma fase especial da Mulher a Gravidez do Programa Expressão Feminina, que em Entrevista o Ginecologista e Obstetra Guilherme Fernandes, dando dicas úteis sobre o planejamento de uma Gravidez.

Uma das duvidas mais comuns das grávidas de primeira viagem esta relacionado ao parto.

Por isto mesmo veja no vídeo abaixo várias dicas sobre o Parto e seus riscos.

Veja no vídeo abaixo uma entrevista com um especialista que fala da pele durante a gravidez, dando dicas e recomendações úteis para as grávidas.

E você como tem tratado de sua pele durante a gravidez?

Vejam no vídeo abaixo com uma entrevista com a a escritora Patrícia Melo diz que os bebês deveriam ser gerados meio a meio, como os pinguins. Já a escritora Lionel Shriver conta que escreveu um livro para lidar com sua maternidade.

Na Semana Mundial da Amamentação, que aconteceu na semana passada, o doutor Luis Fernando deu uma entrevista para o RJ TV em que ressalta a importância do leite materno, melhor alimento para o bebê, até os seis meses de idade, respondendo dúvidas e perguntas comuns, e que você pode ver no vídeo abaixo:

Veja no vídeo abaixo sobre Falta de apetite sexual após a gravidez, abordado pelo programa Mais Você da Ana Maria Braga, que conversa ao vivo sobre o assunto com o ginecologista Eduardo Tomioka, que no final das contas é explicada em parte nos hormônios, mas que tem solução que ele comenta e dá dicas.

E com você?

Uma pesquisa na Espanha acompanhou 600 pacientes, 50% com óvulos frescos e os outros 50% com óvulos preservados. O resultado foi o mesmo para os dois casos: metade tiveram sucesso na fertilização.

Veja mais detalhes disto no vídeo abaixo do programa Estúdio I do GNT com uma entrevista com um especialista que passa mais informação.

Veja no video abaixo a primeira parte da entrevista com a Estilista da Zazou ao vivo no programa Sem Censura da jornalista Leda Nagle, dando dicas de moda gestante e contando um pouco da história da Zazou e nossa experiência prática e diferenciais, assim como conta como continuar a se vestir bem durante toda a gravidez, sem perder seu estilo antenado, com a participação da atriz Claudia Mauro grávida vestida de Zazou.

Veja a continuação deste e muitos outros mais sobre moda gestante e a Zazou na área de vídeos do site da Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=videos&codigo=7

A cada dia que passa sabemos que cada vez mais as grávidas tem resolvido guardar e eternizar este momento especial de suas vidas aonde estão tão bonitas e radiantes, fazendo books de gestante com fotografas especializadas.

Existem muitas no mercado, cada uma com seu olhar e estilo distintos, porém hoje gostaria de destacar uma delas, que é a Lidiane Lopez, que é uma parceria da Zazou, aonde já fez uma série de bons trabalhos, e que tem um estúdio novo bem legal pertinho da loja da Zazou na Vila Olímpia na Miguel Calfat, só para fotografar grávidas e depois seus bebês.

Para isto trago um vídeo de um entrevista dela ao programa Manhã da TV Gazeta, aonde ela conta um pouco mais de seu trabalho e dos segredos de fotografar grávidas e suas barriguinhas.

Detalhe: a grávida no final do vídeo que vai ser fotografada, esta usando roupas da Zazou da atual coleção de inverno.

Para conhecer um pouco mais do trabalho dela fica a dica de visitarem o site dela em:

www.fotografalidilopez.com.br

Veja no vídeo abaixo uma entrevistacom uma ginecologista falando um pouco mais sobre o início gravidez e sobre o pre-natal.

Veja no vídeo abaixo o Programa “Ser Mãe” da APC, com uma entrevista com o diretor de RH da APC, Carlos Echeverria, que foi tema recentementedo jornal Paraná no Ar.

O “Ser Mãe” acompanha as gestantes da empresa e aborda temas importantes para as profissionais durante sua gravidez.

Veja no vídeo abaixo a entrevista da Tânia Carvalho, no programa Falando da TVCOM, em que ela entrevista a ginecologista Mariângela Badalotti sobre a gravidez após a menopausa.

E você o que acha desta novidade?

Segue abaixo um vídeo com uma matéria sobre moda gestante com a reporter Mirella Cunha da TV Record tendo como destaque a Scheila Carvalho grávida de 6 meses desfilandos na tela vários looks da nova coleção de inverno da Zazou.

Scheila Carvalho Grávida Vestindo Zazou

Assim como também uma entrevista com a estilista da Zazou contando um pouco de como continuar a se vestir bem e algumas dicas sobre o que precisa saber sobre roupa para gestantes, e os diferenciais da Zazou.

Scheila Carvalho Grávida Vestindo Zazou

Veja então a matéria completa no vídeo abaixo:

Veja mais do que ela escolheu em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=SheilaCarvalho

Scheila Carvalho Grávida Vestindo Zazou

Veja no vídeo abaixo a entrevista com o Dr. José Bento, em que ele comenta mais sobre como a gestante deve se prevenir da gripe H1N1, que foi ao ar na Record News no programa Estilo e Saúde.

E você já tomou a vacina?

Hoje é comum ver mulheres adiarem a gravidez para conquistar uma vida profissional estável, e percebemos isto pelas nossas clientes nas lojas da Zazou, com a idade média subindo ao longo destes 8 anos de existência da Zazou, mas saiba de que isto reflete na fertilidade.

Este é o tema discutido com o médico especialista em reprodução humana Marcelo Cequinel no vídeo abaixo do programa Requint da Band.

Como havia comentado a reporter Cristiane Segatto da Revista Época fez uma matéria interessante sobre doação e bancos públicos de cordão umbilical que queria trazer mais informações para vocês sobre o assunto.

Nesta matéria ela entrevista e faz uma série de perguntar sobre este tema ao diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do InCa, Luis Fernando Bouzas, que também é o coordenador da rede BrasilCord, que reproduzo abaixo para sua informação:

1) A rede BrasilCord tem cerca de 8 mil unidades armazenadas. Quantas seriam necessárias para que o Brasil fosse autossuficente?

Nenhum país ou rede conseguiu se tornar autossuficiente. Talvez nunca consiga. Sempre existirão pacientes com características genéticas específicas e que terão necessidades específicas. Nesse aspecto, a diversidade étnica da nossa população é um complicador. Não é fácil encontrar material compatível com todos os pacientes. O banco público precisa crescer. Nos próximos cinco anos, pretendemos chegar a 60 mil unidades - sempre avaliando o conteúdo genético do que estamos coletando em relação à população necessitada.

2) Quando o paciente precisa de um transplante de medula, a busca é feita na BrasilCord ou no Redome?

É feita em ambas. O Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) tem 1,4 milhão de inscritos. É o terceiro maior registro do mundo. Com a expansão da BrasilCord e os voluntários do Redome teremos a chance de encontrar doadores para cerca de 85% dos pacientes que nos procuram. Os demais serão beneficiados por buscas nos registros internacionais. O pool internacional de solidariedade tem quase 14,5 milhões de doadores cadastrados.

3) Por que é tão difícil ampliar os bancos públicos brasileiros?

O banco depende de recursos de implantação (obras, equipamentos, treinamento, pessoal, informática etc) e manutenção. O custo de armazenamento é alto. As mães aceitam doar, mas manter a qualidade e a segurança do material é fundamental. Além disso, nem todo sangue coletado pode ser usado. Cerca de 50% do material coletado não pode ser usado por motivos diversos.

4) Quanto custa manter congelada uma bolsa de sangue de cordão? Fazer isso no Brasil não é mais barato do que importar?

As etapas de coleta, processamento e armazenamento custam cerca de R$ 3,5 mil. A manutenção custa mais R$ 300. O sistema da rede BrasilCord é o mais moderno do mundo. Inclui unidades totalmente automatizadas chamadas de BioArchives. Mesmo assim é muito mais barato que importar unidades. Essa é a justificativa para a existência do Redome e da BrasilCord.

5) Muitas mulheres que têm filhos em maternidades particulares não pretendem congelar o cordão em brancos privados e gostariam de doá-los. Hoje isso não é possível. Existe algum projeto para ampliar a rede capaz de aceitar essas doações?

Não há justificativa para que todos os nascimentos tenham o sangue de cordão armazenado pois o custo seria proibitivo e desnecessário. Afinal, as características da população se repetiriam. Mas existe sim um projeto para ampliar nossa capacidade de receber doações. Além da associação voluntária de hospitais privados ao sistema BrasilCord (Albert Einstein, Sírio-Libanês etc), estamos testando a coleta à distância. Uma equipe médica do próprio hospital se responsabiliza e nos envia o material. Essa é uma técnica mais complexa, que gera muita perda de material. Desenvolvemos um kit de coleta e uma forma de garantirmos o transporte com qualidade e estamos validando esse método. A coleta tem que ocorrer com agilidade, no momento do parto (impossível deslocar uma equipe para todos os hospitais) e o material tem que ser encaminhado em até 36 horas para o laboratório onde será processado. Com controle de temperatura e documentação adequada. Caso não sejam cumpridos esses passos, o material se deteriora. Os bancos de sangue de Nova York, Milão e Dusseldorf, os primeiros a existir nos anos 90, contam cada um com apenas duas ou três maternidades como os nossos e seguem as mesmas regras.

6) Não vale a pena congelar o cordão do filho em bancos privados?

Não recomendo que isso seja feito por várias razões. A probabilidade de uso desse material pela própria criança ou pelos familiares é infinitamente baixa. Depende de uma série de fatores combinados: a compatibilidade é necessária, a qualidade deve ser máxima para manter a viabilidade celular, a doença não pode estar relacionada a nenhum fator genético. Caso contrário ele também estará presente nas células-tronco armazenadas. É preciso lembrar que até o momento o único uso comprovado desse material é como fonte alternativa de células-tronco para o transplante de medula óssea. Ele pode ser indicado no caso de leucemia, linfoma, anemias graves, erros inatos do metabolismo, doenças de origem genética do sistema imune ou hematopoiético (responsável pelo desenvolvimento dos elementos do sangue).

7) Os bancos privados vendem falsas esperanças?

Existe uma grande propaganda enganosa. O uso das células-tronco de cordão umbilical para a medicina regenerativa não foi provado nem recomendado. As pessoas precisam entender que as células-tronco obtidas do sangue do cordão umbilical são células adultas diferentes, por conceito e definição, das células embrionárias. O sangue do cordão possui em geral uma quantidade limitada de células-tronco que dão origem às células do sangue e são suficientes para o transplante de um paciente de até 50 kg. Apenas numa quantidade ínfima, quase indetectável, apresenta também outros tipos de células-tronco (como as mesenquimais). Somente essas têm a propriedade de desenvolver outros tecidos.

8) A exploração comercial dos bancos de cordão vem sendo questionada?

As instituições sérias de todo o mundo condenam essa prática. Ela já foi proibida em alguns países, como França e Inglaterra. A maioria dos países passou a restringir a propaganda dessas empresas e a controlar a qualidade dos processos. É uma atividade comercial sem embasamento científico e sustentada pela desinformação. Num momento de fragilidade, as famílias apostam num futuro incerto. Já vimos isso antes. Quem não se lembra das empresas que, nos anos 80, ofereciam congelamento de órgãos e corpos de pessoas influentes e famosas com a promessa de ressuscitá-los num futuro qualquer?

Leiam a matéria completa em:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI125500-15230,00.html

Você sabia de que as mães de gêmeos têm mais chances de sofrer depressão pós-parto?

Pois saiba mais sobre os sintomas dessa doença com uma entrevista com o ginecologista Alberto D’Auria, no vídeo abaixo da TV Record que fala exatamente sobre o assunto.

A especialista em sexualidade e reprodução humana Cátia Carvalho fala no Programa do Jô sobre alguns dos mitos da maternidade, como descobrir o sexo do bebê, ou o que comer para ter leite, e por aí vai, contando várias histórias curiosas.

Vejam a entrevista no vídeo abaixo:

E você acredita nestes mitos?

Mande seus comentários.

Como havia comentado a jornalista Eliane Brum da Revista Época, fez uma excelente matéria sobre o mito da fertilidade, aonde entrevistou uma grávida, que contou toda a diiculdades e os medos de tentar engravidar e os tratamentos que fez para conseguir realizar seu sonhos.

Trago a abaixo a entrevista, pois tenho certeza de que muitas mulheres passam pela mesma situação e vão também supera-las:

1) Por que você quer ser mãe?

Não sei direito. Um pouco porque parece ser uma consequência natural da vida, um pouco pela vaidade da continuidade de mim mesma, da sensação ilusória, mas inevitável, de ter algo verdadeiramente “meu”. Ou que dependa, ao menos por um tempo, exclusivamente de mim. Soa horrível, mas é o que sinto. Às vezes por fatalismo, às vezes por puro egoísmo, não sei. Não é uma escolha racional. É um desejo, quase um capricho.

2) Em que medida ser mãe é desejo seu e em que medida é pressão familiar e social?

Não sei avaliar. Com certeza há uma pressão familiar tácita e social também. Mas é algo meio de bicho ou de obrigação social muito arraigada, a ponto de eu não conseguir identificar. Eu não paro para pensar. Está lá, simplesmente. E há muito tempo.

3) Quando você começou a sentir que queria ser mãe? E como este sentimento influenciou sua vida?

Desde a adolescência a maternidade está presente na minha vida, mesmo que como negação. Sempre levei esse desejo muito a sério. Era como se fosse um desdobramento natural da vida tornar-se mãe, uma questão de tempo para toda mulher, e uma questão com um algo da ordem do sagrado, algo de muito importante. Mas eu queria experimentar isso de uma maneira supostamente responsável, sem grandes atropelos – ao menos assim eu idealizava. Então adiei por muitos anos o plano e sempre me precavi neuroticamente para evitar ficar grávida fora de hora, ou do que eu considerava fora de hora, como vi acontecer com outras amigas e me assustou muito. Mesmo assim, desde os 20 e bem poucos anos tenho os exames pré-natais em dia, porque, por mais que a gente se previna, não temos o controle de tudo. Então ao menos eu estaria pronta fisicamente.

4) Isso determinou a escolha dos homens com quem namorou, casou?

Casei com um homem que tinha alguns impedimentos para ter filhos. Ele topou ter um filho comigo, mas minha impressão era de que era mais por amor a mim do que por um desejo dele. Com o tempo, essa diferença de vontade me pegou. Logo que começamos a namorar, consultamos um especialista e soubemos que teríamos de fazer tratamento. Mesmo eu não querendo engravidar naquela hora, fui ao médico porque queria me sentir segura de que estava preparando o terreno para o futuro da melhor forma possível. Me separei dele dez anos depois por iniciativa minha e por motivos que até hoje não são claros para mim. Na época, ele cogitou que uma das razões fosse a pouca vontade dele de ter um filho ou a dificuldade que teríamos. Não sei. Mas, curiosamente, na sequência me apaixonei por um homem, meu atual marido, muito fértil, que já tinha filhos e é um excelente pai, dedicadíssimo. Desde as primeiras saídas deixei claro que eu queria ser mãe um dia. Se isto não estivesse nos planos dele, então o relacionamento não iria muito longe. Ele topou. Às vezes me pergunto se minhas escolhas não foram influenciadas inconscientemente pelo instinto de ser mãe – se é que ele existe mesmo.

5) Quando você decidiu que era hora de engravidar, o que fez? Essa ideia de engravidar não atrapalha na hora de transar? Dá para gozar querendo tanto que um filho seja concebido?

Quando decidimos que era hora, falei com minha médica, fiz novos exames e tomei novas vacinas. Parei com a pílula. Não mudou exatamente o jeito de transar, de viver, mas, para nós, criou-se uma ansiedade crescente, uma expectativa que virava uma tristeza a cada menstruação. Meu marido era excessivamente otimista e achava que eu ia engravidar no primeiro ciclo. Eu sabia que já era um pouco velha biologicamente, que tinha adiado demais os planos de maternidade e que talvez a coisa demorasse. Os exames estavam todos muito bons, mas a gravidez não acontecia e isso trazia tensão. Por que não acontecia? Eu ficava com raiva dele quando a gente brigava perto dos períodos férteis, porque seria uma oportunidade a menos. Meu foco na transa mudou um pouco, sim. Pareciam aquelas transas sagradas, meio ritualísticas das tradições antigas, com uma finalidade por trás…

6) Vocês conversavam sobre isso?

Nunca falei isso pra ele, até para não comprometer o sexo, que sempre foi uma coisa muito boa nossa. Sinto que ele também ficava ansioso para a gravidez rolar toda vez que transávamos. Acho que eu fiquei menos preocupada em gozar nessa época. O foco era outro. Mas não atrapalhava, não impedia. Ao contrário, parecia que enobrecia. Eu queria muito que meu filho fosse concebido numa transa muito boa, com um belo orgasmo. Mas infelizmente a ansiedade começou a perturbar. Em alguns momentos, ficou um pouco mecânico pra mim.

7) Em que momento começou a dar medo de não conseguir? E o que este medo fez com você? E com a sua vida?

Como eu sou muito ansiosa, o medo veio logo. Meu marido era otimista demais. Isso acabava sendo uma pressão indireta. Ele teve filhos muito facilmente. Por isso, eu comecei a me sentir “defeituosa”, inferior a outras mulheres. Em alguns momentos, tive raiva e inveja de mulheres que engravidavam, mesmo de amigas muito queridas. Ficava puta quando alguém que eu julgava irresponsável, não merecedora daquela “graça”, engravidava. Como se fosse uma questão de mérito, sabe? Por que eu, que tinha feito tudo “direito”, planejado, escolhido um momento de relacionamento tranquilo, de segurança financeira, porque eu, que era uma ótima tia e madrasta, não conseguia, e tanta mulher sacana conseguia? Tive sentimentos muito ruins. Eles me puxavam mais pra baixo ainda. Me sentia muito injustiçada pela natureza. E diminuída, que é o pior dos sentimentos. É como se não ser fértil, ao menos naquele momento, me diminuísse. Mudei de emprego. Não exatamente por causa da gravidez, mas isso pesou. Decidi trabalhar em algo mais tranquilo, com menos horas, pensando no projeto de ser mãe. Mas o trabalho não me satisfazia e, ao mesmo tempo, eu não engravidava. Fiquei meio amarga, meio ranheta, ranzinza, pouco generosa. Estou grávida, mas ainda me sinto um pouco assim. Não sei se os outros se dão conta disso, mas eu me sinto assim.

8) A partir de um determinado momento, você teve de enfrentar a questão de que não seria fácil gerar um filho. Tive a impressão de que você ficou meio obsessiva… Como lidou com isso na família, na vida social?

Eu não falava para as pessoas que estava tentando porque tinha um pouco de vergonha e incômodo de elas saberem que eu não estava conseguindo. Então desconversava sobre esse assunto, fingia desinteresse. Comecei a ler mil sites e porcarias sobre gravidez. Descobri sites horrorosos, com fóruns deprimentes de mulheres inférteis. O que eu chamava de “gineco” ou de “minha médica”, para elas era GO. Estas mulheres tinham abreviações e códigos próprios. Muitas iam a dois médicos ao mesmo tempo, de tão neuróticas. O contato com esse universo me deprimiu, porque pelo menos em um ponto eu me identificava com elas: não conseguia engravidar. Ficava lendo estatísticas para me sentir mais confortada. Descobri, para meu alívio, que mulheres na minha idade tinham 12% de chance de engravidar naturalmente depois de um ano. Parece idiotice, mas este tipo de informação me consolava. Comecei a fazer continhas horríveis de período fértil para transar. Na neura de engravidar, meu marido e eu compramos um produto que mede o dia da ovulação pela quantidade de sal na saliva. Usei três meses esse medidor e me senti meio ridícula e enganada, até que joguei num canto do armário. Não teria coragem de contar a ninguém que fiz isso. E fiquei aliviada quando um amigo do meu marido disse a ele que estava usando um também com a mulher. Não éramos os únicos ETs.

9) Você se sentia um ET por não engravidar?

Me incomodava que meu marido dissesse não conhecer ninguém com dificuldade de engravidar. Eu me sentia pior. Até que fui mostrando a ele casos próximos. Eu precisava provar a ele que não era a única mulher que não engravidava fácil. Amigos passaram a desabafar com ele, e ele percebeu que isso acontecia, mas as pessoas não contavam. As pessoas não gostam de falar de fracassos. Quando viajávamos, meu marido queria comprar coisas para o bebê que não existia. No começo, eu topava, meio a contragosto. Mas isso começou a me incomodar. Era como montar um enxoval para um fantasma. Da última vez que viajamos, eu me neguei, categoricamente. Fui dura. Não queria aquele sofrimento. Quando estivesse grávida mesmo, compraria. Não queria me sentir mais iludida nem patética.

10) Em que momento você decidiu que era hora de tentar inseminação artificial?

Depois de quase um ano tentando, minha médica achou que, pela minha idade, era melhor tentar alguma coisa mais radical. Ela propôs inseminação artificial. Era feita no consultório mesmo. Era importante para mim saber que tudo era simples, que eu não era um alien num laboratório. Meu marido foi bem parceiro nessa hora, com muito bom humor, e isso me ajudou muito. Mas eu me sentia constrangida de estar fazendo um tratamento desses. Eu concordei, mas dentro de mim eu resisti e fiquei triste, tensa. Meu marido me encorajou, a médica falou que era normal, que a Medicina está a nosso serviço. Mas eu torcia para que rolasse naturalmente, nos intervalos do tratamento. Não deu certo e foi uma bomba. No mês seguinte a médica quis esperar, mas não aguentamos. Tentamos algo chamado “coito programado”, em que você é estimulada com hormônios e transa num dia e horário específicos. Péssimo. Foram dias HORRÍVEIS. Deu muito errado, produzi mil cistos, meus ovários ficaram gigantes. Foi o pior momento de todos. Nessa época, eu tinha comprado na rua, por pena da vendedora, três assinaturas de revista. Só queria ajudar a moça e acabei escolhendo uma revista de bebês. Meu marido ficou super entusiasmado. Veio o primeiro número e eu não tinha engravidado. Odiei tanto aquele exemplar… Me senti tão humilhada, com tanta raiva, que liguei suspendendo a assinatura por seis meses. O curioso é que a revista voltou a chegar no primeiro mês da minha gravidez. Foi uma gentileza do destino.

11) Nessa época, como era para você se encontrar com bebês e mulheres grávidas? Você chorava?

Chorar, não. Fiquei mais amarga, tentando me manter “realista”, prática. Houve um tempo em que eu fiquei com um pouco de raiva de bebês. Não fazia questão de pegar nem de chegar perto deles. Nunca fiz muita questão, mesmo, sempre fui arredia, porque eles pareciam e me parecem até hoje assustadores. Mas, nesta fase, eu queria menos ainda. Tinha ainda mais raiva das mães deles. Ainda tenho um resquício disso: inveja de barriga. Espero que passe, porque ainda me culpo por sentir coisas ruins pelas pessoas..

12) Você disse que as pessoas silenciam sobre a dificuldade de engravidar. Por isso, quem não consegue se sente um ET. Por que você acha que é tão difícil admitir e lidar com tranquilidade com a dificuldade de engravidar? Por que para você é tão difícil falar sobre isso, mesmo agora, que já engravidou?

Acho que sou como as outras pessoas. Eu tenho certo constrangimento de dizer que fiz tratamento. Só contei para pessoas muito, muito chegadas, umas cinco. Eu e meu marido pensamos em não falar para ninguém e mentir para quem perguntar. Me sinto mal por mentir. Mas me sinto mal também de achar que podem me olhar diferente, como se meu filho fosse menos, e minha gravidez, artificial. É estranho. Não foi numa transa natural, com orgasmo, secreções e suor. Foi num laboratório. É como se eu fosse menos que as outras, que conseguiram tão naturalmente. Conheço pessoas que engravidaram numa única transa. Meu marido é uma delas – o que já fez e às vezes ainda faz com que eu me sinta uma droga de mulher. Como engravidar era algo muito desejado por mim, essas pessoas me pareciam “superiores”, férteis, mais capazes que eu. Admitir a dificuldade de engravidar é admitir que eu sou “menor”. Sei que soa neurótico, mas não tenho controle sobre isso. Ao longo desse tempo descobri amigas próximas que também tinham feito tratamento, mas nunca me contaram. Falam só em conversas íntimas. Talvez seja uma neura minha. Todo mundo fala que, para ter filhos, basta relaxar e transar. Então, se a regra é essa, quem não consegue tem um problema. É um extraterrestre. Parece que vão te olhar com cara de piedade: “coitada, ela não consegue engravidar”. Foi muito importante pra mim, quando eu estava me sentindo muito mal e insegura, ter encontrado minha dermatologista. Na primeira consulta, eu falei que estava tentando engravidar, pra ela saber que remédios podia me dar. Ela então falou, com cara de felicidade e como se fosse a coisa mais normal do mundo, que tinha feito tratamento. Me desconcertou. Era uma mulher linda, de 32 anos, alegre, poderosa, bem vestida, bem sucedida, num consultório chiquérrimo, falando com a convicção daqueles depoimentos de propaganda na TV.

13) Foi nesse momento que você teve coragem de tentar outro tratamento?

Sim, ela tratava de um jeito natural. Era como eu queria ser e me sentir. Ao longo das consultas, ela intercalava as intervenções com papos de muita leveza sobre a dificuldade dela, a tristeza, as crises de choro a cada mês, durante o que ela batizou de “enterro do modess”, quando a menstruação vinha. Falou das tentativas frustradas e de como ela não quis esperar, apesar de ser nova. Pensou que estava no melhor momento da carreira, da vida pessoal, e que não ia seguir os conselhos dos antigos de esperar que a gravidez viesse na hora que tivesse de vir. Ela me pareceu livre, sabe? Livre para achar que aquela era a hora e dane-se se não fosse a forma ideal. Dane-se o tempo da natureza. Não quero mais sofrer. Ela fez fertilização in vitro e engravidou de gêmeos na primeira. Um casal lindo que eu via nas fotos do consultório. Foi ela quem me indicou a especialista que fez meu tratamento. Primeiro, eu guardei o nome e o telefone da médica e não usei. Dois meses depois, quando a inseminação feita pela minha médica de sempre deu errado, marquei uma consulta. Mas cancelei. Mais dois meses e voltei à dermato. Ela, muito delicadamente, perguntou se eu não tinha ido à especialista. Aquilo me pegou. Foi um incentivo. Marquei nova consulta, mas, dessa vez, fui. A médica era sóbria e delicada, bonita, na dela. Eu tinha horror das clínicas de fertilização dos medalhões, com médicos soberbos falando de bebês como quem fala de reprodução de vacas, de manadas inteiras produzidas no laboratório, que se envaidecem dos muitos bebês que já fizeram na “fábrica” particular deles, de como tudo é muito fácil. Então fui nessa médica que nem eu tinha ouvido falar. Só peguei referências na internet. Deu tudo certo na primeira vez. Sou muito grata à dermatologista linda e assumida que me indicou essa clínica. Grata pelo alto astral e, principalmente, pela naturalidade com o tema que eu não consigo ter, mas que me conforta.

14) Como foi isso tudo para o seu marido?

Para ele, era uma incômoda novidade. Ele teve filhos muito facilmente com a primeira mulher, até quando não quis. Por isso tinha dificuldade de entender que podia demorar, que uma coisa era minha aparência jovem, outra a idade dos meus ovários. Parece que homens falam pouco sobre isso entre si, confundem fertilidade com potência, não têm paciência para assuntos biológicos. Então ele não tinha muito recurso pra lidar com isso. Dei a ele mil “palestras” de reprodução, falava da comprovada baixa competência da espécie humana para a procriação – estamos mais para os pandas do que para coelhos e insetos, na escala de eficiência reprodutiva… Mas ele só absorveu isso com o tempo e com as conversas com os médicos. O excesso de confiança e otimismo dele me incomodavam, mas eu não achava justo desanimá-lo. Alguém tinha de acreditar que daria certo e puxar a gente pra cima. Ele topava tudo, era participativo, ia onde precisasse ir, fazia piada dos detalhes insólitos do tratamento – como as diferentes comodidades de cada “sala de punheta” das diferentes clínicas, a necessidade de colocar um tubo de ensaio com esperma preso no sutiã para “que não esfriasse” (!!!) no caminho entre o laboratório e o médico que faria a inseminação… É todo um universo diferente, maluco. Felizmente, com atendentes e médicos bem-humorados para quebrar o gelo.

15) Você fez muitos testes de farmácia? Aquela sensação de querer muito estar grávida, mas no fundo saber que não está? De ficar com medo de ver?

Aconteceu muito isso e foi horrível. Eu fazia exercícios comigo mesma para não acreditar que eram sintomas de gravidez, para não sofrer. Me dizia: “Você não está grávida. Esta cólica parece de menstruação, este inchaço pode ser qualquer outra coisa”. Claro que não funciona tão bem. Fazer um teste de farmácia que dá errado é uma das coisas mais deprimentes e humilhantes que existem nessa fase.

16) Para mim, que acompanhava um pouco de longe, me parecia mesmo uma espécie de obsessão. É assim que você vê?

Não. Não chegou a parar minha vida no cotidiano. Mas ficava algo suspenso de fundo, uma vida expectante, sei lá. O dia a dia corre normal. Mas parece que o cenário está parado, esperando a grande cena. Meio confuso isso, mas é como eu sentia.

17) Você gastou muito dinheiro?

Sempre me preocupei em guardar grana pra isso, caso precisasse. Hoje, felizmente, há opções acessíveis de tratamento, até para quem não tem dinheiro. Quase fui fazer numa universidade que só cobra os remédios, para apoiar a iniciativa. Mas não tive paciência com os horários e restrições. Hoje há muitas clínicas boas e alternativas para quem não pode pagar. O difícil é a pessoa ter acesso à informação, não ao tratamento. Eu gastei uns 13 mil reais, fora as consultas. Esta área é muito profissionalizada. Se você acha uma clínica séria, como eu achei, eles otimizam seus gastos, ajudam você a planejar, a montar esquemas para gastar menos. É surpreendente como são organizados. Você é assessorado por uma enfermeira que ensina exatamente como aplicar os remédios, que fica disponível 24 horas. Tudo é superexplicado. Eles te dão a opção de comprar os remédios com eles ou indicam revendedores, porque tudo é importado. O tratamento mesmo custou 8 mil reais. O resto foi gasto em remédios e no congelamento dos embriões restantes, porque eu produzi muitos.

18) É uma enorme dose de hormônios e medicamentos, imagino… Não é meio assustador?

Você tem de tomar antibiótico antes de começar e pílula anticoncepcional por um mês. Quando você menstrua, injeção diária de hormônios nos horários exatos, que você aplica em casa. A partir do dia “x”, já é outra injeção. Você bota um adesivo de hormônios no quadril, também. Daí, no dia “y”, você toma uma terceira injeção. Nesse momento, vai lá aspirar os óvulos, sedada. Neste dia eu passei bem mal. Em seguida, você volta depois de três dias para injetar os embriões selecionados – durante três dias eles botam numa cultura para ver quantos e quais vingam, para escolher os melhores. Esta parte do processo foi boa porque eu estava bem orientada. Na inseminação e no tal coito, acho que faltou melhor acompanhamento. Na clínica boa que eu fui eles medem seu fluxo sanguíneo e calculam exatamente quanto de hormônio você vai precisar. Com isso, você sofre menos fisicamente. Eu não senti grandes coisas, só inchaço e cólica durante algumas semanas. Foi bem mais tranquilo do que eu pensava que fosse. Como me estimularam direito, eu produzi muitos óvulos bons. (E isso para mim é uma vitorinha, um alívio sentir que finalmente produzi muito e bem.) Como o sêmen do meu marido era excepcional, como tudo corria muito bem, esta fase foi mais animada. E deu certo. Da melhor maneira, que é um embrião só. Pensei que seria mais fácil não tocar no assunto do tratamento se fosse um só e não gêmeos, como é comum. Olha, quando me senti segura e bem orientada, numa clínica boa, fiquei mais tranquila, acolhida. Eles sorriem e te tratam bem. Foi bem mais fácil, leve e cômodo do que eu pensava. Depois, durante dois meses você tem de tomar progesterona e colocar o tal adesivo de estradiol para ajudar a prevenir abortos.

19) Fico observando as palavras que você usa e me vem um estranhamento. Esta história de “o esperma do meu marido era excepcional”, o embrião “ser dos bons”, não é esquisito tratar dessa maneira tão técnica? O que é um esperma “excepcional”? Não é por isso que, por conclusão lógica, você seria uma mãe “defeituosa”, como você diz? E não é meio maluco olhar por esse ângulo? Este não é um jeito de olhar tão mecânico e técnico, mas que, como vemos pelo seu relato, causa um sofrimento, digamos, tão carnal e intenso?

Eu uso estes termos porque são os que eu ouvi. Ou concluí depois de analisar resultados, comparando com as médias. Há parâmetros para ver a qualidade e é inevitável você xeretar essas coisas. Assim como é inevitável você ficar intrigado ou animado quando recebe seus exames. É como quem olha seu colesterol ou hemograma e fica feliz ou desanimado. Há espermogramas horríveis, existem óvulos ruins. E você vai descobrindo isso naturalmente ao longo do tratamento. Eu não vejo problema em encarar assim. Apesar do envolvimento emocional, sempre me detive nesses aspectos objetivos para pisar na realidade, saber exatamente o que tenho pela frente. Quando um familiar teve câncer, eu sabia tudo “tecnicamente”. Para quem perguntava especificamente, eu respondia assim também: o nome do tumor, o tamanho do risco, o número das vértebras atingidas etc. Para alguns parecia frio quando eu falava em prazos, perspectivas. E aquele era um caso bem pessimista. Minha família às vezes se chocava, mas era a minha maneira de lidar com a realidade, me preparar, saber que atitudes tomar, o que esperar, onde insistir, onde recuar. Eu falo assim das coisas de saúde, sempre. No meu caso, é a minha maneira de lidar com a realidade. Você tem de tomar decisões, avaliar se está tomando o caminho certo, então não adianta apenas ficar triste e emocional. É preciso saber exatamente quais são as suas chances, qual é o seu problema ou do seu parceiro. Se eu tivesse um prognóstico ruim, por exemplo, óvulos ruins, eu teria corrido para esse tratamento muito antes. Se o espermograma do meu marido tivesse acusado problemas, também teria corrido atrás antes, sem tentar outras coisas inócuas. Sinceramente, não faço tempestade com isso, não. Eu pergunto TUDO para saber onde estou pisando. Falar objetivamente não quer dizer que não há ansiedade ou tensão ou sentimento, mas que eu estou tentando me conscientizar dos meus limites e possibilidades, só isso. Eu falo das coisas boas, mas também falo das ruins. Para você pode soar como uma neura ir atrás das estatísticas – e talvez seja mesmo. Mas, para mim, é uma maneira de me situar para o próximo passo. É um pragmatismo necessário, para eu me organizar. Tipo… ponto ruim: sou velha; ponto ruim: não consigo engravidar facilmente; ponto bom: sou saudável; ponto bom: meu companheiro é saudável e fértil. Eu funciono assim com saúde e com grana. Você arranca os cabelos, mas depois senta e fala: “Bem, o que temos aqui? O que dá para fazer? O que é real e o que não vai acontecer mesmo?”. Pode parecer tecnicismo para quem está de fora. Para quem está dentro, é a medida da sua esperança.

20) Avaliando hoje, você acha que não conseguia engravidar porque tinha algum problema ou porque a tensão era tanta que se tornava impossível? Ou uma mistura dos dois?

Sinceramente, acho que não conseguia engravidar pela tensão e ansiedade de ter um filho logo. Se eu tivesse esperado o tal “tempo da natureza”, teria conseguido. Não me culpo por não ter esperado. É curioso que a especialista que me atendeu passou pela mesma coisa: engravidou com tratamento aos 36 anos. Menos de um ano depois, estava grávida naturalmente. Esperar dá medo. Prefiro me precipitar, mas agir.

21) Como foi saber que havia conseguido, que está grávida?

Foi estranho. Acho que eu estava tão prevenida e calejada, por esta frustração e outras tantas que se acumularam, por outras razões, que não fiquei feliz na hora. Não fiquei nada. Sentamos diante do computador, eu e o meu marido, e conferimos o resultado do exame de sangue. Olhamos várias vezes, para ter certeza. Meu marido ficou bem feliz. Eu fiquei estranha, quieta, desconfiada por vários dias, semanas. Sem acreditar que dava para ser feliz. Tinha medo de abortar, de ser um engano. Fiz o beta hcg (exame de sangue) duas vezes, para ter certeza. Só depois do terceiro ultrassom – quando “dois terços do risco do primeiro semestre” haviam passado, e não havia “sinais de descolamento”, e o batimento cardíaco do bebê era ótimo, e seu tamanho “de três dias além da idade gestacional, o que é um excelente sinal”… – consegui ficar feliz. Chorei no ultrassom. A médica disse: “este é dos bons”. Aí comecei a relaxar.

22) Como é estar grávida?

Começa a ser gostoso. Hoje me achei linda no espelho. Comecei a achar a barriga disforme, bonita. Mas a ficha ainda não caiu inteiramente. Ainda não “publiquei” para todo mundo. Estou sendo xiita e aguardando a 12ª semana, por precaução e pele calejada.

23) Você está com medo?

Sempre. Agora é medo do ultrassom morfológico. De meu filho ter síndrome de down, o maior de todos os medos. Também tenho medo de ele ser feio ou burro. Bem, no momento, acho que ele até pode ser horrível e fraco de ideias. Só penso em doenças que não quero que tenha. O conhecimento em excesso traz mais angústias.

24) O que você diria hoje para mulheres que querem engravidar e não conseguem?

Diria para procurarem uma boa clínica, discreta, não de medalhões. Estas pessoas estão acostumadas a lidar com isso e assim você se sente mais “normal”. Existem coisas muito simples que impedem as pessoas de engravidar, mas, em geral, só quando você busca um especialista é que descobre. Não foi meu caso, mas o de outras amigas. O meu era inexplicável. Ansiedade pura, talvez. O que eu NÃO diria é: “tenha paciência, sua hora vai chegar”, “confia na natureza ou em Deus”, “o que tem de ser, será”, “você precisa desencanar que vem”. É muito chato escutar isso quando a única coisa que você aceita esperar é um bebê.

Vejam a matéria completa em:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI122070-15230,00-O+MITO+DA+FERTILIDADE.html

Vejam no vídeo abaixo uma reportagem do Portal Zero a 6. mostrando como a gestante pode cuidar do corpo durante a gravidez, com depoimentos de grávidas e com a participação de um endocrinologista que dá dicas úteis, mostrando que gravidez não estraga o corpo da mulher, pelo contrário.

E você o que tem feito?

Um assunto que com certeza toda grávida pensa e discute bastante é o tipo de parto que vai ter. Se vai de parto normal ou de cesária?

Já escolheu o que quer?

Para ajuda-la nisto, queria trazer um pouco de informação, através do vídeo abaixo do programa Charme com a Adriane Galisteu, que por sinal esta grávida, onde são entrevistados alguns especialistas no assunto como o Dr. Adailton Salvatore Meira, e a Georgia Gazolla, que é uma doula que teve dois partos naturais, sendo o 2o na agua, e atriz Audine Muller que teve um parto normal. Cada um dá sua opiniao sobre as questões envolvendo o parto normal versus cesariana.

Tire muitas das suas dúvidas, por sinal comuns a todas as grávidas a respeito do Parto Prematuro, com o especialista no assunto, escrito por Dr. Tenilson Amaral Oliveira, em uma entrevista que ele deu para o Portal ID Med, em que responde a maioria delas, trazendo muita informação relevante sobre este tema, que infelizmente é mais comum que você pensa, e precisa estar preparada para tal.

1) O que é o parto prematuro?

É o nascimento antes dos 9 meses de gravidez. Como nós contamos a idade gestacional em semanas, seria antes de 37 semanas. O normal é o parto ocorrer entre 37 e 42 semanas de gravidez, contado a partir do primeiro dia da última menstruação.

2) Quais são as causas?

As causas são desconhecidas. Existem muitos fatores de risco associados, mas não existem maneiras seguras de se identificar a causa do parto prematuro em pacientes sem fatores de risco, que são a maioria. Os principais fatores de risco são:

- Dois ou mais partos prematuros prévios;
- Gestação gemelar;
- Gestação tripla, quádrupla ;
- Mioma uterino, hidrâmnio;
- Malformação uterina ;
- Infecções do trato gênito-urinário;
- Incompetência da cérvix.

3) A gestante sente contrações como em uma gravidez normal ou há sangramento e outras complicações?

A paciente sente os mesmos sintomas que a paciente aos 9 meses. Pode ocorrer complicações como sangramento vaginal decorrente de patologias, como placenta prévia, que levam ao parto prematuro. Pode ocorrer também perda de líquido vaginal precocemente (rotura de membranas ou “bolsa das águas”) também como uma complicação.

4) Quais são os riscos para o bebê?

A) Curto prazo:

- Síndrome de Desconforto Respiratório;
- Displasia broncopulmonar;
- Enfisema pulmonar;
- Pneumotórax;
- Sepse (infecção generalizada);
- Enterocolite necrotizante;
- Hemorragia intracraniana;
- Anoxia;
- Traumatismo na hora do parto.

B) Médio e Longo prazo:

- Paralisia cerebral;
- Retardo mental;
- Distúrbio motor e somático;
- Surdez;
- Distúrbios da fala.

5) Quais são os riscos para a gestante?

Os riscos são mínimos quando o parto prematuro foi espontâneo, isto é, não motivado por indicação de interrupção prematura da gestação devido a risco materno, como hipertensão arterial ou hemorragia.

Aumento o risco de infecção materna quando o fator de risco foi a rotura de membranas ou infecções urinárias, como a pielonefrite. Ocorre também os riscos no tratamento para bloquear o trabalho de parto prematuro por causa dos medicamentos que apresentam muitos efeitos colaterais.

6) A partir de quantos meses um bebê pode sobreviver ou não ter seqüelas quando nasce prematuro?

Depende do peso, idade gestacional, condições de nascimento e das complicações neonatais. Quanto menor o peso e a idade gestacional maiores são os riscos de seqüelas no médio e longo prazo. Ele pode sobreviver a partir de 500 gramas de nascimento dependendo, também, da capacidade de atendimento da UTI neonatal.

7) Quais as conseqüências que um parto prematuro pode acarretar ao bebê futuramente?

As seqüelas mencionadas acima no médio e longo prazo.

8) Existem mulheres predispostas ao trabalho de parto prematuro?

Sim. Pacientes com partos prematuros prévios e gestações de gêmeos são os casos com maior predisposição.

9) Existe prevenção para o trabalho de parto prematuro?

Não tem muita eficácia, pois não atinge a maioria dos casos de partos prematuros.

A) Prevenção Primária:

- Limitação do número de embriões em reprodução humana (evitar gravidez múltipla).

B) Prevenção Secundária:

- Uso da progesterona;
- Medida do colo pelo ultra-som;
- Antibióticos nos casos de infecção do trato gênito-urinário;
- Cerclagem (cirurgia para o fechamento do colo uterino, nos casos de incompetência do colo, realizada a partir de 12 semanas).

Queria trazer uma entrevista com o Dr. Alessandro Loiola para o Portal do ID Med aonde ele fala um pouco mais sobre a Polidramnia, trazendo unformações e dicas úteis, tirando assim as principais dúvidas comuns das grávidas sobre o tema, com objetivo de esclarecer alguns aspectos relevantes deste distúrbio, orientando a paciente e permitindo um maior proveito no momento da consulta médica. Estar devidamente informada e apta para discutir as melhores alternativas com seu médico é um passo importante para diminuir a ansiedade e obter sucesso na gestação.

1) O que é Polidramnia?

Polidramnia é a presença de volume de líquido amniótico acima de 1.700 – 2.000 mL em uma gestação com 30 semanas ou mais e representa uma alteração que deve ser minunciosamente investigada durante a gravidez.

2) Quais as suas causas?

A Polidramnia possui várias causas. Má-formação congênita (ex.: anencefalia, agenesia ou atresia esofageana, espinha bífida, etc), produção excessiva de Hormônio Antidiurético pelo bebê, presença de gêmeos, doença placentária, diabetes e doenças hepáticas são as principais.

3) Como esse distúrbio se manifesta?

As formas de apresentação variam. A forma Aguda é rara e de surgimento precoce (por volta do primeiro trimestre de gestação). O útero encontra-se excessivamente aumentado, ocorrem edema e dor nos membros inferiores, estrias, falta de ar e pulso acelerado. A forma Crônica é mais comum, ocorrendo no terceiro trimestre, e oferece menor risco para o feto. As manifestações são semelhantes àquelas da forma aguda, porém com menor intensidade.

4) Que outras condições podem ser confundidas com a Polidramnia?

O estado de Polidramnia deve ser diferenciado de gravidez gemelar (gêmeos), ascite (acúmulo de líquido dentro da cavidade abdominal), processos inflamatórios, mioma, cistos ovarianos volumosos, megacólon (dilatação anormal do intestino grosso) e mola hidatiforme.

5) Que complicações a Polidramina pode trazer para a gravidez?

As principais complicações na gravidez são parto prematuro, toxemia gravídica, desequilíbrio do diabete melito, insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal. A Polidramina torna o parto mais trabalhoso e pode trazer complicações para o bebê tais como prematuridade, traumatismos durante o trabalho de parto (tocotraumatismos), infecções em mal-formações congênitas.

6) Como a Polidramnia é tratada?

O primeiro passo é realizar um exame ultrassonográfico detalhado. Caso exista mal-formação fetal, indica-se interrupção da gravidez. Nos casos em que o bebê está bem, o objetivo é prolongar ao máximo a gravidez. Em algumas gestantes, pode ser necessário puncionar o abdome para retirar líquido. Esta intervenção se chama Amniocentese e tem por objetivo diminuir o desconforto, melhorar a evolução da gestação, e acelerar a contratilidade uterina no pré-parto.

No vídeo abaixo o juiz Francisco Oliveira Neto, vice-presidente de Assuntos da Infância e Juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), esclarece nesta entrevista o que muda com a nova lei da adoção, que entrou em vigor em agosto do ano passado (Lei n° 12.010/2009).

Saiba então quais são as principais regras para adotar, quais os benefícios que a nova lei estabelece para as gestantes que desejam dar seus filhos para adoção, o que a legislação prevê nos casos de adoção internacional, se ainda é possível a prática chamada de “adoção à brasileira” e se pessoas solteiras e casais homossexuais podem adotar.

Veja no vídeo abaixo uma entrevista concedida pela Nutróloga Dra Sandra Gordilho para Rede Bandeirantes, abordando o tema da prevenção da obesidade na gestação.

Perdeu o Fantástico deste último domingo?

Pois vejam então o vídeo abaixo com uma entrevista com a modelo Gisele Bündchen, contou que teve parto normal em casa e sem anestesia na banheira.

Gisele disse que durante a gravidez um médico chegou a sugerir que ela fizesse uma cesariana, mas ela estava determinada. Ela conta ainda um pouco mais sobre sua gravidez e a emoção de ter o primeiro filho e o amor que se sente. Fala da amamentação, que não tem babá, a escolha do nome, e um pouco mais.

Apesar de famosa, vemos pelo que mãe é tudo igual!

A modelo Gisele Bündchen falou pela primeira vez após dar à luz o filho Benjamin, de um mês. Ela deu uma entrevista exclusiva para o Fantástico de hoje, aonde conversou com a a repórter Giuliana Morrone sobre a sua gravidez, contando inclusive que seu parto foi na água na banheira de sua casa e sem anestesia.

Por isto mesmo, queria já adiantar o tema do parto na água, que certamente vai gerar interesse e curiosidade, e para sua informação trago um vídeo abaixo que mostra uma entrevista com um especialista comentando imagens de um parto na água.

E aí gostou da idéia? Será que vai virar moda?

Queria dar a dica de uma nova série de TV com a Jenna Elfman (Protagonizou Dharma & Greg de 1997 a 2002) que trata de gravidez após os 30 (e poucos) anos, chamada “Accidentally on Purpose”, que aborda ainda a diferença de idade entre um casal.

No Brasil a série estreia no Sony Entertainment Television no dia 4 de fevereiro (Próxima quinta-feira) às 21h.

Agora a atriz interpreta uma crítica de cinema de “trinta e muitos” anos que passa uma noite de paixão com um jovem na série da CBS Accidentally on Purpose (na tradução, “Acidentalmente de Propósito“).

Ela fica grávida e os dois decidem criar juntos o bebê. Jenna, 38 anos e grávida de seu segundo filho na vida real, conversou com a Associated Press sobre o programa em conversa telefônica desde Los Angeles.

Pergunta – Você gosta do par formado por você e pelo pai de seu filho na série, Zach?

Jenna – Gosto muito de ambos como um casal porque são muitíssimos diferentes e têm uma amizade maravilhosa. Está sendo divertido interpretar a Billie.

Pergunta – Será abordado na série a diferença de idade entre Zach (vinte e poucos anos de idade) e Billie (mais de 30)?

Jenna – Isso sempre traz dificuldades, há referências bem distintas. Minha personagem é uma pessoa com muita experiência de vida e com pouquíssima prática no que se refere a crianças. Eles vão ter que descobrir juntos a como fazer isso sozinhos.

Pergunta – É mais fácil interpretar uma mulher grávida na TV já que você está grávida na vida real?

Jenna – A gravidez é uma sensação muito específica e particular para cada mulher. Sim, acho lindo estar interpretando uma mulher grávida na ficção.

Em uma entrevista para o Fantástico que vai ao ar neste domingo a top-model Gisele Büdchen diz que teve o filho dentro da banheira de sua casa, por isto mesmo trago mais algumas informações a respeito do Parto na Água, através das respostas que o especialista no assunto Dr. Lucas Barbosa da Silva, deu para o Portal ID Med, em que responde as principais dúvida mais comuns da maioria das grávidas.

1) O que é o parto na água?

O parto na água consiste no nascimento do bebê com a mãe imersa em água, numa banheira ou piscina. É uma forma de nascer muito antiga. Hieróglifos revelam que os bebês que se tornariam príncipes ou princesas nasciam nas banheiras na Grécia Antiga. Existem também relatos de aborígenes australianos e ilhas do sul do Japão em que se praticava o parto na água.

O primeiro parto na água relatado na literatura médica foi realizado num vilarejo na França em 1805 e foi publicado no periódico Annales de la Societé de Medécine Pratique de Montepellie. Uma jovem parturiente permaneceu exaustivamente em trabalho de parto por mais de 48 horas. Após esse período, o seu médico, já não sabendo mais o que fazer, pediu um auxílio de uma parteira local que o orientou a colocá-la numa banheira. Imersa na água, a paciente revigorou suas forças e em pouco tempo deu a luz a um bebê saudável.

2) Como é realizado?

A gestante é colocada numa banheira repleta de água morna (a temperatura deve ser mantida entre 36 e 38°C para manter o conforto materno e evitar desidratação ou superaquecimento) durante o trabalho de parto. Geralmente, ela entra na banheira quando o trabalho de parto progride e a dor aumenta. Se ela entrar no início do processo, o trabalho de parto poderá demorar mais ou até ser inibido.

Orientamos, assim, que ela entre após uma dilatação do colo uterino maior que 5 cm e sentindo contrações uterinas freqüentes e intensas (mais de duas a cada 10 minutos). Recomendamos também oferecer livremente água, sucos ou chás para a gestante dentro da água.

3) Quais as vantagens para mãe e para o bebê?

A grande vantagem do parto na água não é o nascimento em si do bebê. Mas sim o relaxamento muscular profundo e o alívio da dor que a gestante em trabalho de parto sente ao ficar imersa em água morna. Ele acaba sendo um método natural, não farmacológico, de analgesia (controle da dor) durante o trabalho de parto. O Prof. Michel Odent, médico francês pioneiro e uma das maiores experiências em assistir ao parto na água no Ocidente, chama esse alívio da dor de “aquadural” (substituiria a tradicional anestesia peridural no trabalho de parto).

Ocorre uma sensação de bem estar, relaxamento mental e diminuição da ansiedade, com participação ativa da gestante no processo do nascimento. As parturientes relatam uma experiência muito prazerosa após o nascimento dos bebês na água. Além disso, quando a gestante está imersa na água, ela fica num estado agravitacional relativo (gravidade específica da água=1,0; do corpo humano=0,974) e consequentemente não ocorre alterações na circulação do sangue para a placenta e na oxigenação do bebê com as mudanças de posição materna. Isso proporciona uma grande liberdade de movimentação e de posturas que ela pode adotar dentro da banheira. Fora da água, deve-se evitar a posição deitada de costas por diminuir a pressão arterial da mãe e a oxigenação do bebê no momento do nascimento.

Para o bebê, alguns autores relacionam ao parto na água como uma experiência menos traumática para o recém-nascido, proporcionando menor choque térmico, contato pele a pele imediato com a mãe e uma adaptação mais fácil à vida extra-uterina. Esses fatos são baseados mais em teorias e experiências de profissionais que assistem ao parto na água, devido à escassez de trabalhos científicos nessa área.

4) Quais os riscos para a mãe e para o bebê?

Os principais riscos atribuídos ao parto na água incluem o risco de infecção para mãe e para o recém-nascido, o risco de hemorragia materna pós-parto, o risco de asfixia neonatal e o risco neonatal de aspiração de água (afogamento). Existem poucos casos descritos na literatura médica dessas complicações.

Nenhum estudo científico conseguiu demonstrar aumento significativo de algum desses riscos com a imersão na água. Em relação à assistência ao parto, as manobras obstétricas extrativas na presença de urgências no momento do nascimento do bebê são dificultadas ou impossibilitadas. Por isso, deve-se evitar assistir ao parto na água de gestantes diabéticas ou com bebês muito grandes (mais de 4 Kg pelo peso fetal estimado ao Ultra-som durante o pré-natal) Além disso, o sangramento uterino durante a saída da placenta é difícil de ser quantificado na água e por isso a dequitação placentária (retirada da placenta) deve ser realizada fora da água.

5) A criança pode se afogar?

Em relação à aspiração de água pelo bebê, alguns casos têm sido relatados na literatura. Em ovelhas, estudos experimentais revelaram que os mecanismos inibitórios que evitam a respiração até o contato com o ar externo podem ser suprimidos com a diminuição sustentada da oxigenação (hipóxia).

Na teoria, portanto, alguns recém-nascidos com hipóxia crônica não diagnosticada poderiam aspirar debaixo d’água. Por isso, a presença de líquido amniótico meconial (o conteúdo intestinal do bebê é eliminado no líquido amniótico e ele é tingido de uma cor esverdeada) e /ou alterações no ritmo de batidas do coração do bebê são uma contra-indicação ao parto na água. Esses estudos têm revelado também que a temperatura ambiente e não o contato com o ar externo seria o principal estímulo para o início espontâneo da respiração do recém-nascido.

A temperatura fetal é em média 0,5 a 1,0 º C maior que a temperatura materna e do líquido amniótico e com o nascimento e a queda de 1 a 2 ° C na temperatura corporal fetal ao entrar em contato com o ar ambiente, haveria estímulo para o início dos movimentos respiratórios. Por isso, no parto na água, é muito importante criarmos um ambiente térmico neutro através da monitorização constante da temperatura da água entre 36 e 38 ° C. Devemos, portanto, averiguar periodicamente o bem estar do feto durante o trabalho de parto para se evitar essa complicação. Qualquer alteração, a gestante deverá ser retirada da banheira.

6) Nesse tipo de parto o pai da criança pode participar?

Sim. Ele também pode entrar na banheira, se desejar; ou participar, junto do profissional que assiste ao parto, do nascimento de seu bebê. Temos auxiliado o pai na retirada do bebê de dentro da água após o nascimento. Assim, ele tem o prazer de ser a primeira pessoa a ter contato com o bebê após a saída do ventre materno.

7) Toda mulher está apta a ter seus filhos através do parto na água?

Não. Nas seguintes situações, não é aconselhável o parto na água:

- Gravidez de alto risco;
- Parto prematuro (menos que 37 semanas de gestação);
- Evidência de febre materna e/ou infecção não tratada (Herpes, HIV+ ou Hepatite C);
- Sinais de comprometimento do bem estar do bebê dentro do ventre materno;
- Sangramento vaginal excessivo;
- Gestante com cesárea prévia;
- Rotura da bolsa dágua com liquído meconial ou sanguinolento;
- Bebê em posições anômalas dentro do ventre (pélvica, por exemplo);
- História prévia de partos muito difíceis devido bebês muito grandes ou bacia materna estreita.

8) Existe uma preparação para o parto?

A preparação é a mesma para o parto fora da água. Recomendo a leitura de alguns livros sobre o tema:

- O Parto na Água: Um guia para pais e parteiros, Cornelia Enning Ed. Manole;
- Gravidez e Parto, Sheila Kitzinger.

9) Existe algum tipo de anestesia?

A grande vantagem de parir dentro da água é dispensar, na grande maioria das gestantes, a utilização dos métodos farmacológicos de alívio da dor como a analgesia peridural ou drogas opiáceas. Esses métodos podem dificultar o nascimento por interferir na intensidade das contrações uterinas ou promover depressão respiratória no recém-nascido, respectivamente. Entretanto, nada impede que a gestante receba anestesia peridural se as dores não forem aliviadas dentro da água.

10) Como é a reabilitação da mãe?

Alguns autores acreditam que, devido ao menor consumo de energia pelo organismo materno na água, a gestante experimenta partos menos laboriosos e têm uma recuperação mais rápida. Além disso, o relaxamento mental e muscular levam à uma aceleração na dilatação do colo uterino e uma progressão mais rápida do parto. Em relação ao períneo, devido ao efeito hidrostático e ao relaxamento da musculatura perineal, ocorre menor incidência de lacerações e/ou edemas.

Veja no vídeo abaixo um Slide Show que apresenta o trabalho de parto e parto domiciliar na água do casal Sylvana e Wellington. Uma belíssima história de sucesso, que contou com a ajuda e apoio do grupo de casais grávidos boa hora, em Recife, Pernambuco, Brasil. Acompanhado pela Doula Daniela e pelas obstetras Melania e Leila. O nascimento de Ernesto, o primeiro filho do casal, ocorreu dia 04 de janeiro de 2007, com um trabalho de parto de 22 horas extremamentes tranquilas e seguras. Emocionante!

Este final de semana saiu uma materia no Jornal Estado de SP com uma entrevista com a Maria Manuela Pontes, autora do livro ” Maternidade Interrompida”, que inclusive tinha comentado no passado sobre. Ela depois de sofrer dois abortos espontâneos e não encontrar ajuda, decidiu fundar uma associação chamada Projeto Artémis, que trago para sua informacao abaixo.

Depois que seu livro Maternidade Interrompida foi publicado no Brasil, a portuguesa Maria Manuela Pontes - fundadora de uma associação de apoio a mulheres que sofreram aborto espontâneo e não encontraram ajuda - conta que seu site passou a ser muito procurado por brasileiras. Em março, ela vem ao País para tentar encontrar colaboradores e um espaço físico para criar aqui um núcleo de seu Projeto Artémis.

Como surgiu o Projeto Artémis?

Quando perdi meu primeiro bebê, procurei apoio, mas não queria falar com um psicólogo e sim com pessoas que tinham passado pelo que eu estava vivendo. Não encontrei. Tentei, de alguma forma, superar a perda e voltei a engravidar seis meses depois, com a esperança de tentar acalmar o sofrimento. Quando perdi o segundo bebê, entrei em um desespero realmente preocupante e voltei a procurar ajuda. Não encontrei e, como forma de também me ajudar, iniciei uma associação em 2001. Nasceu como um grupo de apoio na internet e, em questão de dias, uma enorme quantidade de mulheres entrou em contato comigo. A partir disso, o Projeto Artémis começou a ganhar alma. Em 2005, a associação ganhou estatuto social. Existe uma sede física em Braga e núcleos espalhados em Portugal onde é oferecida terapia de grupo. Desde que saiu o livro no Brasil, o fórum na internet tem tido registro de muitas brasileiras. Elas dizem que no Brasil também não há instituições voltadas ao tema. É uma dor muito solitária.

Você diz no livro que há um pacto de silêncio. Por quê?

Quando perdem um filho que ainda não nasceu, as mulheres normalmente se calam, pois a sociedade não dignifica esse luto. As pessoas que as rodeiam dizem: “Não chore, você é nova, pode tentar de novo.” Como se o filho que nós perdemos pudesse ser substituído por outro. Ao ouvir esse tipo de reação, elas silenciam.

Como é a reação dos maridos?

Também se sentem desamparados. Eles se sentem responsáveis por tentar minimizar a dor que a mulher enfrenta. Parecem que não sofrem, mas a dor deles é dobrada. Sofrem e ainda tentam fazer com que a mulher não sofra.

Como se supera a perda?

O primeiro passo é aceitar que não temos culpa. Depois, começar a conviver com essa perda. Eu hoje consigo recordar meus filhos sem sofrer, até com alguma alegria, pois foi por meio deles que eu cresci e comecei este trabalho. Quando alcançamos esse patamar, estamos prontas para receber um novo filho. Porque uma gestação atingida sobre a não-aceitação é uma gravidez muito complicada. A mulher vive em estado de ansiedade permanente, pensando que vai perder o outro filho também. E esse processo de superação não se faz sozinho. É preciso partilha e compreensão.

A melhor forma de ajuda é a troca de experiências com pessoas que passaram pela mesma situação?

Sim, pois quando falamos a mesma língua, o mundo se torna mais fácil. Quando alguém diz “eu compreendo o que você está passando, pois já vivi”, começa a botar para fora aquilo que a consome. Quando se sentem livres para chorar, começam o processo de luto. Começam a aceitar e a parar de sofrer.

O livro é um compilado de depoimentos. O que é mais frequente? Qual é o padrão?

O padrão é o vazio. Elas dizem que estão sozinhas na dor. Depois tem a culpa e a ansiedade de ser mãe, que muitas vezes as massacram. Todos os dias vem a dúvida se conseguirão realizar o desejo que as martiriza. A sociedade precisa se preparar para lidar com o assunto. Você conhece alguma instituição no Brasil que trate da perda gestacional? Não há. Se há instituições de apoio a todo tipo de distúrbio e problema, por que a perda gestacional, que é uma realidade tão dura, não tem? Arrisco a dizer que o assunto só passou a ser discutido em Portugal quando a Artémis começou a atuar. Quatro ou cinco anos antes disso havia um tabu.

Por que tabu?

As mulheres evitavam falar por vergonha, porque ninguém as entendia. Tem gente que acha besteira sofrer por um bebê que se perde com menos de dois meses de gestação. Acham que é mais grave perder um filho com oito meses, mas para as mulheres a dor é a mesma. Não se quantifica maternidade interrompida. Em Portugal, quando se perde um filho em casa, os hospitais querem que a mulher leve o bebê para ser analisado. Já ouvi relato de mulheres que tiveram de levar seu bebê enrolado em um papel higiênico. Conheço mulheres que tiveram o parto com oito meses, pegaram o filho sem vida e não tiveram um psicólogo. Não houve nenhum apoio àquela mulher que saiu do hospital com a imagem daquele filho morto. O sistema todo não dignifica essa dor.

Qual o motivo de sua visita ao Brasil em março?

Como nem todas as mulheres tem a acesso à internet e a possibilidade de falar conosco online, queremos puxar a Artémis até o Brasil. Para isso, precisamos de colaboradores no País e também encontrar um espaço. Os voluntários ideais seriam mulheres que já passaram por esse processo de perda, mas qualquer pessoa que se interesse pelo assunto é bem-vinda.

Vejam no vídeo abaixo uma entrevista com a Scheila Carvalho no programa Hoje em Dia em que ela, que esta grávida de 3 meses, conta que será mãe de uma menina:

Abaixo um vídeo explicando como funciona o tratamento de infertilidade com citrato de clomifeno, também conhecido como Clomid, Indux ou Serophene.

Explica como tomar tanto para homens quanto para mulheres e as chances de gravidez com o tratamento.

ATENÇÃO: É um medicamento forte e perigoso se tomado sem acompanhamento médico.

No video abaixo a atriz Amy Adams conversa com David Letterman sobre desejos e outros sintomas que as mulheres passam durante a gravidez, ela inclusive comenta que sente aversão a alguns tipos de comidas. E você?

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.

No Brasil, as condições sócio-ambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram o avanço da doença desde sua reintrodução, em 1976. Em 2007, foram notificados 481.316 casos de dengue clássica, 1.076 casos de dengue hemorrágica e 121 óbitos, dados da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Em 2008, a epidemia explodiu e os casos pipocaram deixando as autoridades de saúde em estado de alerta.

Existe pouca informação publicada a respeito dos riscos da dengue para mulheres grávidas. Apesar de muitas epidemias, nenhuma má formação congênita foi verificada depois de surtos da doença. Alguns casos reportados recentemente sugerem que, se a mãe estiver infectada com o vírus da dengue perto do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada também ou adquirir a doença no momento do parto.

Por isto mesmo trago para sua informação parte da entrevista que o Portal Sempre Materna do UOL fez com Rosana Richtmann, médica infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que esclarece algumas dúvidas sobre a dengue e suas conseqüências durante a gravidez.

1) O que é dengue?

Dengue é uma doença aguda, ou seja, de início abrupto, causada por um vírus da família flaviviridae. Existem pelo menos 68 vírus desta família, sendo que 29 deles podem causar doenças no homem. Entre estes vírus estão o da dengue e o causador da febre amarela. Existem 4 sorotipos do vírus da dengue (DEN 1, DEN 2, DEN 3 e DEN4).

2) Como a dengue é transmitida?

O vírus da dengue é transmitido por um vetor, um inseto chamado Aedes aegypti. Este mosquito é um tipo de pernilongo com características diferentes do pernilongo comum (Culex). O Aedes tem hábitos diurnos, não consegue voar mais que 200 metros de distância e vive por volta de 45 dias. Neste período de vida pode picar até 300 pessoas. Os ovos do Aedes são muito resistentes e podem persistir no ambiente seco até 400 dias. Se estes ovos tiverem contato com água limpa, poderão se transformar em larvas e em novos mosquitos. Daí a enorme importância de se eliminar os criadouros (água limpa parada). Já o pernilongo comum tem hábitos noturnos e consegue procriar em água suja e poluída. É importante esclarecer que o Aedes só consegue transmitir o vírus da dengue se ele próprio estiver infectado. Ele se torna infectado se picar uma pessoa infectada com o vírus. Entre a picada e o Aedes estar apto a transmitir o vírus decorrem de 7 a 10 dias.

3) Quais são os sintomas da dengue?

A dengue tem um período de incubação (entre a picada do Aedes e a pessoa adoecer) de 3 a 14 dias, mas geralmente de 4 a 7 dias os sintomas já aparecem. A dengue pode se apresentar de 3 formas diferentes: dengue clássica, dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue. A forma clássica provoca febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, vermelhidão dos olhos, dor muscular, enjôo, podendo também ter “rash cutâneo”, como se fosse uma reação alérgica na pele. A grande preocupação é quando ocorre a dengue hemorrágica, que pode levar a morte. Além dos sintomas já citados, quando a doença está evoluindo para a versão hemorrágica aparecem ainda: sangramento pelo nariz, boca e gengivas, vômitos persistentes, dificuldade respiratória, pulso rápido e fraco, pele pálida, fria e úmida, sonolência, agitação e perda da consciência. A grande maioria dos casos de dengue hemorrágica ocorre nas crianças e pacientes menores de 15 anos de idade.

4) Como é feito o tratamento da dengue?

Não existe medicamento contra o vírus da dengue. O que fazemos é manter o paciente bem hidratado, em repouso e prescrevemos medicações para diminuir os sintomas da doença.

5) Quais os riscos de se contrair dengue durante a gravidez?

Os riscos são os mesmos de uma pessoa não-gestante. O Aedes não tem nenhuma “atração” especial pelas grávidas. O problema é que, se uma gestante contrair a dengue, isso poderá implicar em algumas complicações indesejáveis na gestação como entrar em trabalho de parto prematuro, problemas de hemorragia no parto e até óbito fetal. Felizmente não parece existir má formação do feto nas pacientes que adquiriram dengue no início da gestação, apesar de haver estudos que indiquem um risco maior de aborto. As complicações aparecem mais no final de gestação.

6) Existe uma fase da gravidez em que seja mais perigoso contrair a doença?

Sim, é pior principalmente no final da gestação pois há risco de trabalho de parto prematuro e hemorragia no parto e no recém-nascido. Além da possibilidade da transmissão vertical da doença (da mãe para o recém-nascido).

7) O tratamento da doença é o mesmo para as gestantes?

Sim. Valem os mesmos cuidados: hidratação intensa, muito repouso e o uso de medicamentos para aliviar os sintomas. É importante lembrar que as gestantes não devem tomar nenhum remédio que não tenha sido prescrito pelo seu médico.

8) Como a gestante pode se proteger contra a dengue?

Evitando viajar para áreas onde estejam ocorrendo casos ou epidemia de dengue, usando calça comprida, meia e repelentes, não usando perfume (o mosquito é atraído por perfumes) e principalmente eliminando os possíveis criadouros do mosquito próximos à sua casa, local de trabalho etc. Nunca é demais lembrar: não deixe água parada em garrafas, pneus e bacias; limpe os pratos das plantas com escova e sabão e coloque areia; tampe caixas d´água, vasos sanitários, poços e latas de lixo; lave bebedouros de animais com escova e bucha e troque a água mais vezes na semana.

9) Se a lactante pegar dengue durante a amamentação há riscos para o bebê?

Não existe nenhum risco de contrair dengue através da amamentação. O recém-nascido deverá ser amamentado, pois receberá da mãe anticorpos para sua proteção.

10) O recém-nascido pode contrair dengue ou há algum tipo de imunização vinda da mãe?

Sim, o RN recebe anticorpos maternos. Mas ele pode adquirir dengue através da doença aguda da mãe em final de gestação. No entanto, os recém-nascidos que contraem dengue no nascimento e têm acompanhamento médico apropriado não apresentam nenhum tipo de seqüela.

Veja a matéria completa no link abaixo com resposta para outras perguntas e dúvidas comuns em:

http://semprematerna.uol.com.br/entrevistas/dengue-gravidez

Segue abaixo um vídeo com uma entrevista com uma médica especialista que fala um poucos dos fantasmas da gravidez, comentando um pouco dos principais medos e problemas comuns na gravidez, com informações úteis para as grávidas:

Sabemos de que depressão durante a gravidez, assim como no pós-parto, é mais ocmum do que todos imaginamos, por isto trago para sua informação neste nosso blog um interessante vídeo abaixo com uma entrevista com um especialista no assunto, que explica um pouco mais sobre o assunto e como trata-lo:

E você já passou por isto? Esta passando?

Mandem seus depoimentos.

Tire suas dúvidas no vídeo abaixo a terapeuta de bebês Dra. Regiane Glashan comenta sobre a saída do bebê da maternidade e sua chegada em casa. O que fazer e o que não fazer?

Segue abaixo um vídeo de uma entrevista para o Video Show da TV Globo da jovem atriz e apresentadora Mariah Rocha, que fez Malhação e TV Globinho, que fala um pouco da sua gravidez.

Detalhe importante é que a Mariah, percebeu a diferença que faz usar uma roupa com uma modelagem especializada, mas ao mesmo tempo sem perder seu estilo jovem e antenado na moda descontraida como o Rio, por isto mesmo se vestiu durante sua gravidez toda na loja da Zazou no Rio.

Mariah Rocha Grávida Vestindo Zazou no Rio - Coleção Verão 09

Vejam no link abaixo ela vestindo alguns outros looks desta nova coleção de verão da Zazou na área de grávidas famosas do site da Zazou em:

http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=album&pg=MariahRocha

Veja no vídeo abaixo do Programa Bom Dia Minas uma entrevista com a Drª. Rivia Lamaita, Membro do Corpo Clinico da Pró-Criar Programa, em que ela aborda o assunto de qual o melhor momento para um casal ter filhos?

E na sua opinião? Quando decidiu ter filhos?

Mande seus comentários.

Muitas mulheres tem duas dúvidas e receios comuns como primeiro se vão continuar lindas e sexy depois da gravidez e como vão poder conciliar a profissião com seu bebê.

Pois trago no vídeo abaixo uma entrevista do GNT Fashion feita pela Lilian Pacce com a top model brasileira Alessandra Ambrósio que fala exatamente como conseguiu continuar mesmo um ano depois do parto como uma das 5 mais sexy e bem pagas do mundo e ao mesmo tempo curtir sua filhota.

E você como pretende fazer isto?

Ivete Sangalo quebrou o silêncio após o nascimento de Marcelo, seu primeiro filho. A cantora, que usou o Twitter durante toda a gravidez para se comunicar, deu sua primeira declaração pós-parto para a revista ‘Contigo’.

Ivete deixa o hospital com o filho Marcelo no colo

O que achei interessante foi que ela disse que nasceu para ser mãe, e que foi a maior felicidade da vida dela. Nem dormiu na primeira noite de tão ansiosa.

Mostrando um pouco do sentimento comum do nascimento de um filho, que é sem dúvida uma das maiores sensações de felicidade que temos na vida, algo dificil de explicar e que infelizmente acontecem poucas vezes conosco e temos mais que aproveitar ao máximo.

E como foi o nascimento do seu filho?

Mande seus comentários…

Gostaria de dar a dica de que hoje, terça-feira dia 06/10/09, às 11 horas, a Psicóloga Ana Cristina Alves será entrevistada no programa de web tevê Celtic em Foco, cujo tema será “A Gestante no Trabalho” e outros projetos que ela desenvolve para empresas.

Para assistir é simples, basta acessar o seguinte link abaixo:

www.tvabcd.com.br

Sendo que o o programa é ao vivo, e ainda dá para mandar perguntas direto pelo site da TVABCD.

Mais informações sobre o trabalho dela em: www.sergestante.com.br

Na gravidez, a mulher fica mais sensível às doenças. Por isso, o acompanhamento médico pré-natal, aliado a outros cuidados, é fundamental.

Veja então abaixo uma entrevista com o obstreta Henrique Leite para o Programa Bom Dia Minas da Rede Globo que dá boas dicas de como se previnir de doenças:

A síndrome de ovários policísticos (SOP) é caracterizada por menstruações esparsas ou sangramento uterino anormal, anovulação, infertilidade, aumento do volume ovariano e ovários policísticos; aumento dos pêlos corporais, acne, aumento da oleosidade da pele e queda de cabelo (alopecia) de padrão masculino; obesidade com predomínio abdominal.

O diagnóstico da SOP é feito com a presença de duas condições clínicas: manifestações clínicas causadas pelo aumento dos hormônios masculinos e função ovariana alterado. Somente o achado de ovários com múltiplos cistos no exame de ultra-sonografia não faz o diagnóstico de síndrome de ovário policísticos.

O tratamento da SOP requer mudanças comportamentais. Atividade física regular (cinco vezes por semana), perda de peso, dieta balanceada. Às vezes é necessário a introdução de medicação de ação hipoglicemiante (diminuição do açúcar no sangue), pois esta síndrome esta associada à resistência a insulina. Dependendo do desejo da paciente em engravidar, o tratamento pode ser feito com anticoncepcionais oral, em pacientes que não querem gestação ou com reguladores da menstruação em pacientes com desejo de gravidez.

Vejam no vídeo abaixo uma entrevista sobre síndrome dos ovários policíticos, que fala das suas causas, do tratamento e sua relação com infertilidade, concedida pelo Dr. Leopoldo Tso da Clínica Mater ao programa “Falando Nisso“:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

E você já passou por isto?

Conte seu caso aqui nos comentários deste post…

Veja no vídeo abaixo do programa Bom Dia Minas da TV Globo uma entrevista com o médico João Pedro Junqueira, que é um ginecologista e especialista em reprodução assistida, em que tira as dúvidas dos espectadores que têm planos de ter filhos em um futuro próximo.

Temos sempre tentado trazer informações sobre inseminação artificial, e então trago no vídeo abaixo uma entrevista com o Dr. Raul Nakano, que é um especialista em reprodução humana, que esteve recentemente no estúdio do portal iG, e respondeu as perguntas do internautas sobre o assunto, e que agora você também vai ficar sabendo.

Trago para sua informação um vídeo abaixo de uma entrevista do Bom Dia Minas com a nutricionista Caroline Fernandes, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, que fala e dá dicas sobre a importância da alimentação correta das gestantes, falando do que pode e o que não pode (para evitar diabete e azias), assim como como minimizar os enjôos e da água.

E você já estava seguindo algumas das orientações que ela passou no vídeo acima?

Mandem seus comentários.

A obstinação de algumas mulheres é admirável.

Queria contar um caso que tem sido muito comentado no Rio, e é da paulistana Lílian Braga, com 53 anos, é uma mulher que não desiste nunca. Ela sempre quis ser mãe, não conseguiu com o primeiro marido, não conseguiu com o segundo, porque eles não queriam. Cada um por suas razões.

O segundo ex é um chef famoso e festejado, Danio Braga, italiano de 55 anos, há 30 no Brasil. O casal criou em 1992 a Locanda della Mimosa, hotel-restaurante de charme em Itaipava, num terreno de 10 mil metros quadrados, na serra do Rio de Janeiro, com adega, horta e cozinha requintada. Veio a separação por desgaste natural da relação, há seis anos.

Lílian continuava querendo ser mãe. E pediu a Danio seu sêmen. Se era para fazer inseminação, que fosse com o grande amor de sua vida. Danio disse não, ele nunca foi pai. Lílian decidiu ir a um banco de esperma, escolheu o pai desconhecido pela ficha, e hoje, grávida de seis meses, comemora sua produção independente com alegria e sem ressentimento. É um caso incomum, uma gravidez de risco, mas Lílian tem saúde e pensamento positivo.

Segue abaixo uma entrevista bem legal que ela deu para a Revista Época:

1) Lílian, por que esse bebê demorou tanto?

Tive um primeiro marido quando tinha 20 anos. E ele já tinha dois filhos do primeiro casamento. Eu adorava a vida com ele e achava que ainda tinha muito tempo. Nos separamos quando eu estava com 28 anos.

2) E o segundo, Danio Braga?

O Danio também não queria ter filhos e nós embarcamos num projeto lindo, nosso filho era a Locanda della Mimosa, tínhamos cinco cachorros. Era um projeto de amor, dedicação integral. Abri mão da maternidade novamente, e acabamos nos separando por outros motivos, como tantos casais. Achava que a gente ia voltar, mas sabia que filhos não cabiam na relação, eram as regras do Danio.

3) Quando você decidiu fazer inseminação, procurou seu ex?

Nós continuamos amigos e sócios, porque ainda não vendemos a Locanda. Para mim, era o mais natural. Pedi algumas vezes que ele fosse o pai, mas a resposta foi não. Não conheço os motivos dele. Fiquei triste mas não se pode obrigar ninguém a querer ser pai ou mãe. Aí, no ano passado, conheci um médico fabuloso, Marcio Coslovsky, especialista em reprodução. Perguntei a ele se daria para engravidar na minha idade, já que não entrei na menopausa. Ele disse “sim, mas não garanto”.

4) Em que hospital você buscou o sêmen?

No Albert Einstein, em São Paulo. Sei que eles são rigorosos, examinam os antecedentes médicos do doador. Fui lá em novembro e engravidei de primeira, acho que se foi tão fácil é porque era para ser. Tenho consciência de que não é comum. Algumas mulheres tentam de tudo e passam por processos dolorosos. Cada caso é um caso.

5) Que tipo de “pai” você escolheu?

Era um banco grande de dados. Escolhi um engenheiro de 37 anos, claro, de olhos claros, cabelos castanhos, alto. Queria alguém que não fosse gordo porque os genes a gente herda. O Einstein tem o histórico de doenças da família do doador. Ele se submete a mil exames para ser aprovado e poder vender seu sêmen. Nós sabemos apenas as características não sabemos quem é.

6) Você chegou a pensar em pedir a algum amigo?

Não. Imagina se vou sair como aquela da novela, entrevistando pais em potencial. Se a mulher quer saber quem é o pai acaba arrumando um vínculo. Eu não chegaria para um conhecido e perguntaria: quer me arrumar um esperma? Não rola. A gente nunca sabe o futuro, não é? Esse filho é meu. Eu decidi ter. Sabe-se lá se depois o doador resolve pedir o filho, dividir…Se não deu para ser com Danio, meu companheiro por 12 anos, então teria que ser um desconhecido.

7) Foi com seu óvulo mesmo?

Exatamente. Meu óvulo foi retirado, fecundado, e depois recolocado.

8) Não é uma gravidez de muito risco?

Pela idade, seria sim. Por isso escolhi um obstetra especializado em gravidez de risco. Mas estou muito bem, felizmente, segundo meu médico tenho uma gestação como a de uma jovem de 20 anos. Fiz os exames todos, incluindo o de líquido amniótico, e não precisei tomar nenhum remédio nem vitamina. Minha alimentação sempre foi balanceada, faço ioga, hidroginástica e dança de salão. Engordei cinco quilos em seis meses.

9) Você sabe se é menino ou menina?

O médico sabe. Mas eu quero que seja surpresa. Torço um pouco para ser mulher porque nem sei o que é uma trave de futebol. Claro que vou aprender se for homem. Mas para mim parece mais fácil colocar lacinho na cabeça e brinco na orelha. O único drama para o menino é que aqui em casa todo mundo é mulher. Tem a minha mãe de 88 anos, que sofre de Alzheimer, tem duas enfermeiras, a empregada, e até o cachorro é fêmea, a Pri, de “princesa”.

10) O que você vai dizer a seu filho?

A verdade, antes mesmo que ele possa entender o sentido da frase. Vou dizer que ele não tem pai, pelo menos não como outras crianças. Quem adota nunca deveria esconder, deveria dizer “você é filho do amor e não da barriga”. Claro que vou me aconselhar com um profissional, saber qual a melhor maneira de dizer para que meu filho não fique muito triste.

O que fica dessa conversa com Lílian?

Matemática formada pela PUC, fluente em cinco idiomas, trocou as ciências exatas pelo trabalho diário na delicatessen dos pais em Copacabana. Solteira, Lílian poderia ter desistido de ser mãe, poderia ter caído em depressão após a separação, poderia ter envelhecido de tristeza, poderia ter substituído o desejo pela frustração e mágoa, poderia ter visto na perda de memória da mãe um futuro sombrio…..

Mas há pessoas que insistem em criar um final feliz para suas vidas e para quem as rodeia. Elas reescrevem seus roteiros. E por isso agora Lilian procura um apartamento maior, que dê para todo mundo. Não procura um amor, pois é tempo de amar o bebê.

“Neste momento, não preciso conhecer ninguém nem paquerar ninguém. Não cabe agora. Converso com o bebê, boto música clássica para ele ouvir. Cada coisa em seu momento, e tudo passa rápido. Vou me apaixonar de novo, não nasci pra viver sozinha. Meu filho um dia vai ter pai”.

Queria trazer para sua informação, um depoimento interessante dado em uma entrevista ao portal Bebe.com.br da Abril, feito pela editora de moda da revista Elle Susana Barbosa, em que conta as adaptações que fez no guarda-roupa para se manter elegante e bem vestida em todos os meses de sua primeira gravidez.

Portal Bebe.com.br da Abril

Em especial uma resposta a uma pergunta me chamou atenção, pois foi quando ela comentou que recorreu sim a lojas especializadas em moda gestante, e o motivo foi exatamente a modelagem especializada, que faz toda a diferença, pois é a única forma de ter conforto (não apertar por ser pequena) e segurança (não fica caindo por ser grande demais), em especial quando a barriga crescer. Afinal elas foram desenhadas e pensadas para a necessidade e mudanças que o corpo da grávida vai passar.

A moda para grávida está mais moderna?

Susana: Recorri às lojas especializadas quando precisei de um jeans mais confortável porque amo jeans. Depois que a barriga cresce muito, lá pelo quinto mês, fica incômodo sentar, o botão machuca a barriga.

As calças de gestante têm regulagem lateral do cós e isso ajuda muito. Encontrei lavagens bacanas e mais modernas. Quanto às outras roupas, acho que essa moda melhorou muito, mas ainda tem espaço para mais.

Veja na foto abaixo do que ela estava falando…

Detalhe do Ajuste Lateral e da Modelagem Exclusiva dos Jeans para Gestante da Zazou

Para conhecer e ver muitas fotos e mais detalhes (inclusive dos ajustes) dos diversas opções de modelos e lavagens diferentes de jeans para gestante da linha Maternity Jeans da Zazou, que estão a sua disposição e escolha em nossas lojas em São Paulo e no Rio, basta ir até o seguinte link:

www.zazou.com.br/JEANS/

Complementando algumas informações extras de outra importante vantagem de se ir logo que a barriga crescer, por volta do terceiro mês, é que dificilmente vai conseguir deixar de usar uma calça para grávida, portanto quanto antes for mais vai usar e aproveitar a calça que comprar, até por que como ela mesmo disse acima, uma das diferenças na modelagem e principal vantagem, é que elas tem um ajuste interno, que permite que use a mesma calça do início ao final da gravidez, e mesmo depois no período inicial do pós-parto.

Faça como ela, siga a dica dela e venha até uma loja da Zazou experimentar no seu corpo e sentir na pele exatamente estes nossos diferenciais de uma moda gestante com estilo mais atual, seguindo as mesmas tendências da estação, sem abrirl mão da maior qualidade e da melhor modelagem especializada do mercado.

Pergunte a suas amigas que estiveram grávidas aonde elas encontraram as melhores roupas própria para grávidas?

Detalhe do Ajuste Lateral e da Modelagem Exclusiva dos Jeans para Gestante da Zazou

Deixe o preconceito de lado em relação a moda gestante!

Felizmente para as grávidas de hoje este mercado mudou. Não é mais careta. Nada de jardineira jeans ou peças de baixa qualidade sem estilo…

Venha até uma loja da Zazou, e tenho certeza que vai sair bem vestida e principalmente feliz e satisfeita, ao estar se sentindo elegante e bonita. Vai ver que todos vão dizer como você esta uma grávida bonita e chique.

Veja só abaixo outra pergunta em que ela exatamente comenta na resposta dos elogios que recebeu, e como se sentia feliz nesta fase especial da vida de qualquer mulher, sem ter que abrir mão de se vestir bem, com o mesmo estilo que estava acostumada a fazer antes da gravidez:

A moda perdeu um pouco de importância para você neste momento? Ou, ao contrário, você, durante a gravidez, se sentia mais bonita com tudo que colocava?

Susana: Ouvi elogios de todos os lados e isso foi muito bom para a autoestima. As pessoas me paravam na rua, diziam que eu estava uma grávida linda. Meu marido também repetia todos os dias que nunca tinha me visto mais linda na vida.

Tive a sorte de não ficar com o rosto e o nariz inchados. Meu cabelo e minha pele também ficaram melhores do que nunca. Mas, no fundo, no fundo, foi difícil me acostumar com a falta de cintura e a barriga gigante. A moda não perdeu a importância na minha vida, mas tive que me conformar em não poder usar tudo o que tinha vontade.

Zazou = Fashion Maternity Style

Na semana passada tivemos o coquetel de lançamento das Jóias da Gravidez Absoluta na loja da Zazou em SP, quando tivemos a presença de várias grávidas famosas que se vestem de Zazou, como a Suzy Rêgo, já com o maior barrigão lindo do final da gravidez, que foi acompanhada do simpático marido Fernando Vieira, que deram uma entrevista exclusiva para a Priscila da Gravidez Absoluta, falando de como é gestação de gêmeos:

Segue abaixo para sua informação um video com uma entrevista com um ginecologista João Dutra no programa Conexão Saúde de Manaus, que explica um pouco mais sobre como deve ser o acompanhamento e os exames de pre-natal:

Na segunda parte ele fala um pouco sobre outros mitos e tira dúvidas comuns como: ginástica e cigarro na gravidez entre outros, além de dicas sobre o parto:

Na terceira parte fala um pouco mais sobre os tipos de partos e como funciona na prática, além de um pouco das possiveis complicações na gravidez:

Na quarta e última parte doenças sexualmente transmissíveis:

Espero que seja útil…

Caso não saiba, esta situação é bem mais comum que imagina. Para ter uma idéia 15% das mulheres sofrem de depressão pós parto e por isto mesmo queria trazer este assunto para destaque neste blog.

E para ajuda-las trazendo um pouco mais de informação sobre o assunto com um audio de uma entrevista da psicóloga Maria Helena Budal da Silva para a CBN Curitiba que fala um pouco mais dando dicas da prevenção contra a depressão pós-parto, que por sinal deve começar ainda durante a gravidez.

Para acessar o audio da entrevista basta clicar no link abaixo:

http://www.cbncuritiba.com.br/arquivo/download/010607MariaHelenaBudaldaSilva.wma?PHPSESSID=9f6c4974778cf265dacd4de2453dec25

Espero que isto ajude de alguma forma.

Segue abaixo para sua informação um video com uma entrevista com um ginecologista João Dutra que explica um pouco mais sobre como deve ser o acompanhamento e os exames de pre-natal:

Espero que seja útil…

Vejam o vídeo abaixo em que a bela e simpática atriz Ingrid Guimarães fala sobre a sua gravidez durante as gravações da novela e comenta o tema no programa Mulheres Possíveis do canal GNT:

Segue abaixo para sua informação um vídeo com uma entrevista exclusiva no Programa Closet com a Estilista da Zazou, aonde é apresentado uma visão atual e várias dicas sobre a Moda Gestante.

Ela foi entrevistada pela jornalista Carla Palmiere, com direção de Cecilia Lima, e edição de George Coelho (flash), apresentando vários looks legais com dicas de como a grávida deve se vestir.

Para mais informações com fotos e detalhes sobre o assunto em:

http://www.closetonline.com.br/MaisAnuncio.asp?CodProduto=1024

Segue abaixo um vídeo com uma entrevista com a Ticiane Pinheiro sobre sua gravidez, aonde ela fala se teve os famosas desejos de grávida, assim como o que esta fazendo para manter a forma neste período:

Ticiane é mais uma grávida que se veste durante sua gravidez com roupas da Zazou…

Na semana passada havia dado a dica do livro Gerar e Nascer, e complementando a dica trago abaixo desta vez um video com uma entrevista com o autor Moises Chencinski ao programa De Bem com a Vida, sobre os cuidados desde a gestação a 1ª infancia e a apresentação do livro .

Neste vídeo dividido em 3 partes, o Doutor Moises Chencinski vai abordar assuntos desde a gestação até a infância das crianças, dando dicas bem legais e úteis para as máes de primeira viagem, e ainda fala mais do livro Gerar e Nascer - um canto de amor e aconchego:

- Parte 1 de 3:

- Parte 2 de 3:

- Parte 3 de 3:

Para conheçer mais do trabalho do Doutor Moises Chencinski sobre Pediatra e Homeopata, fica a dica do site:

http://www.doutormoises.com.br

Que criar um filho custa caro, ninguém duvida. Mas quem arrisca um palpite de quanto é o dispêndio total? Uma equipe do Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), sob a coordenação do diretor Adriano Amui, colocou na ponta do lápis cada gasto de 320 famílias brasileiras com os herdeiros, da infância até os 23 anos.

Resultado: os filhos dos ricos custam em média R$ 1,6 milhão, ou seja, 23 vezes mais que os R$ 68 mil gastos pelos mais pobres.

As classes intermediárias, chamadas genericamente de B e C, não deixam por menos e gastam R$ 883 mil e R$ 407 mil até os filhos terminarem os estudos. Nesse momento de projeção do País, mesmo com um real incremento de renda, a discrepância social ainda é muito grande.

O traço comum entre todos os grupos, à exceção da classe D, é o pesado investimento na educação das crianças. Isso demonstra uma crença de que a educação significa a melhor semente que se poderia plantar para um filho.

Segue abaixo uma entrevista que especialista Adriano Amui deu a Agência Estado sobre este assunto, que trago para sua informação:

1) Os gastos para criar um filho até os 23 anos diferem muito entre os grupos estudados. Você concorda que isso mostra em números o tamanho da desigualdade social brasileira?

Exatamente. Nesse momento de projeção do País, mesmo com um real incremento de renda, a discrepância social ainda é muito grande, característica dos países em desenvolvimento. A classe A gasta R$ 325 mil em lazer e entretenimento com o filho, o que praticamente coincide com o gasto total da classe C, que atinge R$ 407 mil. Por outro lado, a mesma família da classe A investe R$ 600 mil em educação, o que é fundamental. As classes B e C também têm gastos importantes, de R$ 365 mil e R$ 185 mil. É um salto em relação ao zero da classe D. Isso é um sintoma muito positivo do novo Brasil que se cria, é uma das nossas principais conclusões. As famílias brasileiras podem ter o deslumbre do consumo, mas começam gradativamente a registrar valores, como é a educação.

2) A que faixas de renda correspondem as classes A, B, C e D apontadas no estudo?

Prefiro explicar de outra maneira, pois faixas de renda são complexas para entender regionalidades. Classe A é a que não apresenta qualquer dificuldade financeira. Tem capacidade de consumir tudo quanto deseja e, portanto, seu nível de consumo é estabelecido pelo desejo próprio. Classe B é a que chamamos de média-alta. Seu consumo não é completamente regido por um orçamento pré-estabelecido, mas faz gastos com rédea mais curta. Classe C é a nova classe emergente brasileira. São pessoas empregadas beneficiadas nos últimos cinco a dez anos de um incremento relativo de renda. São ávidas por consumo, oriundas da classe D e altamente impactadas pelo aumento da disponibilidade de crédito. É gente que se endivida para realizar os sonhos. Na classe D estamos falando do brasileiro típico. Ele está nos bairros fora da grande cidade, nos redutos de baixa renda. Aqui está o Brasil.

3) No dia-a-dia, percebe-se que a maior parcela de gastos das famílias com os filhos se concentra na educação, o que é mostrado de fato no levantamento. Isso demonstra que educação é a principal preocupação com os pais?

Isso demonstra uma crença de que a educação significa a melhor semente que se poderia plantar para um filho. Também demonstra a absoluta descrença do brasileiro com relação à educação pública. Será que isso é cem por cento legítimo? Quanto desse esforço se volta efetivamente em favor da criança? Quem está nas classes A ou B tem muito pouca chance de errar. Tendo condição financeira para escolher uma escola com histórico de sucesso absoluto, tenho certeza de que vai ter bom resultado. Mas a família da classe C fica no limite. Apesar de não conseguir acessar as escolas melhor ranqueadas, faz um investimento pesado [R$ 96 mil]. Esse dinheiro não seria melhor aplicado se fosse para outra atividade complementar à educação pública?

4) O porcentual de comprometimento do gasto total com educação aumenta conforme cai a classe. O grupo A gasta 37% da renda inteira com a escola. No grupo B, são 41% e no C, 45%. O que isso demonstra?

Esse é o tamanho do esforço que a família faz. Surpreende também o grupo “tendências” [que inclui os gastos com brinquedos, informática, telefonia e novas tecnologias]. Nas classes A e B, todos os quartos das crianças têm notebook e TV de plasma. Então, quais são os valores firmados pela família? Por traz de um orçamento deve haver um fio condutor, regido por valores familiares. Não consigo conceber a necessidade de um notebook para uma criança de cinco anos. Além disso, criam-se nichos dentro das famílias. O jantar fica muito rápido porque cada um vai assistir TV no seu quarto. As famílias perdem o tempo de ficar junto para discutir tais valores. Muitas despesas são usadas pelas famílias que têm pouco tempo como uma maneira de se auto-punir pela sua ausência.

5) Os gastos com atividades extra-curriculares também é grande, passando de R$ 49 mil na classe mais alta e chegando a quase R$ 17 mil no grupo C. Tanto dispêndio é de fato necessário?

Na classe mais simples, essas atividades não são mais do que um complemento à escola. Não passa do inglês, judô ou balé. No nosso entender, isso é saudável e minimamente necessário. Nas classes mais abastadas, há o fenômeno da transferência dos hobbies da família para a criança, que também faz o futebol de que gosta, a natação indicada pelo médico, a oficina de teatro para superar a timidez. Essa história cria uma redoma. A criança tem uma agenda repleta, mas não tem tempo de viver. Isso parece preocupante e leva a pensar sobre o quanto é benéfica essa sobrecarga.

6) Percebe-se que as famílias têm feito um esforço também para formar o que o estudo chama de reserva financeira, que já é possível nas classes A, B e C. A classe D não consegue poupar para os filhos, de acordo com o estudo.

A reserva financeira é outro valor importante. Mais e mais as famílias acreditam que se querem dar um futuro positivo ao filho ou subsidiar uma necessidade, o melhor é poupar agora. Isso surpreende, pois não existia. No grupo D, infelizmente toda a despesa é praticamente para a subsistência. Ele come e coloca alguma roupa nas crianças. Um fenômeno interessante a registrar na classe D é que se percebe um incremento na despesa com vestuário quando a criança completa cinco anos. Isso é típico do momento em que os filhos começam a perceber o peso das marcas e os valores dos grupos a que pertencem. Até o quarto ano, período em que tipicamente mais se compra roupa, eles vestem o que mamãe manda. Depois, a quantidade de roupa diminui e fica mais seleta. É quando escolhem que tribos que seguirão.

7) Qual a principal dica financeira para famílias que pensam em ter filhos?

A grande dica é fazer um planejamento, que significa apontar quanto você pode gastar – ou seja, não assuma responsabilidades maiores do que pode arcar só porque tem acesso a crédito fácil – e escolher precisamente os aspectos que quer privilegiar para a criança.

Segue abaixo para sua informação uma tabela com os resultados quantitativos da pesquisa por classe social e por tipo de gastos com os filhos:

Classe - Educação - Alimentação - Reserva financeira - Outros - Gasto total

A - R$ 601.400 - R$ 96.000 - R$ 86.400 - R$ 825.200 - R$ 1.609.000
B - R$ 365.900 - R$ 96.000 - R$ 28.800 - R$ 392.600 - R$ 883.300
C - R$ 185.100 - R$ 45.800 - R$ 4.800 - R$ 171.440 - R$ 407.140
D - X - R$ 23.040 - X - R$ 45.060 - R$ 68.100

Fonte: Invent

Segue abaixo as resposta para várias perguntas que foram feitas para a equipe de estilo da Zazou pelo pessoal do site Bolsa de Mulher, especializado em atender o público feminino, que esta fazendo uma matéria exclusiva sobre moda gestante, e escolheu a Zazou, como a principal referência do mercado para comentar o assunto.

1) Em relação a estação que estamos entrando (outono-inverno)?

A Zazou já há algum tempo esta com as peças de outono nas lojas (São Paulo, Rio e nas representantes pelo Brasil), seguindo as tendências da nova estação, que vamos detalhar um pouco mais a baixo.

1.a) Quais as cores desta nova estação?

Naturalmente no inverno sempre prevalecem os tons escuros, desde o preto clássico, o marinho e o noturno. O cinza continua super forte neste inverno, acompanhado dos tons de vinhos e pastéis. Assim como vem bem forte o xadrez e o poá, que vão ver bastante por aí.

1.b) Quais as peças que estarão em alta nessa estação para as futuras mamães? As peças estarão mais simples ou cheias de detalhes? Quais detalhes estarão em alta?

As peças desta estação são as calças de boca reta tanto na alfaiataria quanto no jeans, que é uma das especialidades da Zazou. Além disto este inverno traz muitos vestidos medianos de tecidos planos, batas e camisas. O tricot volta forte nesta nova estação e consequntemente na coleção de inverno da Zazou.

Não esquecendo das peça básicas que sempre são clássicas, e uma escolha natural das grávidas, até por terem menos peças no armário, fic mais fácil de combinar.

Além disto algumas peças vem com um pouco mais de detalhe como os babados, jabours e martingales.

1.c) Quais os acessórios que ajudam a completar o look das gestantes nessa estação?

Lenços, echarpes e cachecóis. Não vamos esquecer os óculos e bolsas que nenhuma ulher pode viver sem ou sair na rua sem usa-los como complemento as roupas da Zazou.

1.d) Quais os sapatos que a gestante pode usar para ficar na tendência da estação?

Geralmente é recomendado para as gestantes sapatos baixos ou de saltos largos para não cansar muito, e por que os pés incham um pouco. Salto alto apenas em festas e assim mesmo com muito cuidado, para não desequilibrar com a barriga, e não se machucar ou dar um vexame que vai sair no vídeo do casamento por exemplo…

2) Quais as dicas na hora de escolher roupas esportivas? Quais melhores tecidos, peças e sapatos?

Como sempre para as grávidas é interessante escolher peças com tecidos confortáveis, como por exemplo o supplex, malhas de algodão e moletinhos, sempre de qalidade. As peças podem ser leggings e camisetas básicas com modelagem própria para grávidas, para não apertar e ficar caindo e possa usa-las por toda gravidez. O sapato é sempre o tênis.

3) Para as festas à noite, qual os looks mais indicados? Por quê?

Caso o evento exija black-tie, ela pode usar vestidos longos e de tecidos nobres, e cores mais sóbrias. E em demais ocasiões, não tão formais indicamos longuetes e ternos com cortes clássicos, que vai ficar muito bem e fazer sucesso junto com sua barriga. Garantimos que todo mundo vai lhe elogiar e dizer como esta bem e elegante (de Zazou).

4) A grávida está proibida de usar roupas claras? Por quê?

Não. Ela pode continuar usando as cores que gosta e se sente bem. Ainda que o preto, ainda seja a cor preferida da maioria, por ser um coringa e ter o mito de não engordar. Comum ver as grávidas entrarem nas lojas da Zazou e pedir uma calça preta e uma jeans. Depois é que percebem que ficam bem também com cores claras, e acabam também levando.

Na Zazou existe uma boa variedade de escolha não apenas de modelos, mas também de cores de cada um deles.

5) Quais as melhores estampas para as gestantes? Por quê?

É importante a gestante não mudar seu estilo, por isto se gosta de usar estampas podem continuar a usá-las tranquilamente, até para sair da mesmice, porém sempre tomando um certo cuidado para não exagerar no tamanho e localização da estampa, para não ficar “over”.

6) Para a grávida só é permitido usar roupas largas? Por quê? Peças acinturadas, como blazers, vestidos com cinto podem ser usadas?

Não, as peças podem ser sim largas, mas isso não é uma regra. Se ela já usava e gostava, que continue.

Mas podem sim serem usadas peças acinturadas valorizam mais o corpo, porém estas peças tem que ter modelagem própria para gestantes, com ajustes internos para que possam ser usadas até o final da gravidez sem apertar ou cair.

7) O barrigão é pra ser escondido ou ele pode ser exposto? Em que ocasiões?

Deve-se tentar evitar usar barriga de fora ate por que é também uma questão de preservar e proteger a sua intimidade e do bebe, senão todos acham que a sua barriga e publica e que pode ficar passando a mão.

Mas se a gravida esta se sentindo bem, com o corpo em cima, no peso e quiser usar, não somos nós que vamos dizer o contrario. Aonde fica bem or exemplo é em uma foto de seu book da sua gravidez para guardar de recordação. Aliás este mês estamos sorteando um entre nossas clientes, que forem até nossas lojas (não é preciso comprar nada para participar desta promoção e sorteio).

Acho que este tipo de atitude da barriga de fora, combina mais com algumas situações, em especial na sua intimidade em casa com a família, ou até no final de semana descontraído na praia ou campo por exemplo. Mas no ambiente de trabalho de jeito nenhum, até por que sem estar grávida a mulher não o faz, ficar com a barriga de fora, gravida nem pensar. Tem que manter um pouco de formalidade neste caso.

8) Em ocasiões mais formais, como o ambiente de trabalho, quais as dicas na hora de se vestir?

Elas pode usar um terno caso sejam executivas e nas demais profissões uma calça preta de alfaiataria, uma camisa branca que é sempre um ótimo curinga, ou um vestido básico em cor única que dependendo dos acessórios vai da manhã até a noite.

9) Qual a principal diferença de uma roupa normal (de tamanho maior) e uma roupa de grávida?

A resposta é simples: modelagem própria para a necessidade e mudnças no corpo da mulher grávida. Pois é isto, através de ajustes com botões e elásticos, além de tecidos flexíveis e corte próprio, que se obter o conforto (não aperta, nem quando senta), e a segurança (não fica caindo, nem quando fica em pé e anda). Só vestindo parta sentir a diferença.

Um erro comum é comprar um (ou mais) tamanhos maiores um loja normal de moda feminina, mas esta peça maior foi feita para quem tem um corpo maior e é mais gorda, que não é bem o caso da grávida, que tem mudanças apenas em pontos específicos (Barriga, Seios, etc). Assim se comprar um número maior, mas algo não tão largo, vai durar pouco, pois em algumas semanas sua barriga vai crescer enão vai entrar mais nem neste número maior, se comprar algo maior ainda, até sua barriga crescer vai ficar caindo toda hora.

Por isto o certo é comprar apenas uma única peça que lhe acompanhe todo o período da gravidez.

Para ilustrar e mostrar de forma prática um pouco do que foi colocado acima, separamos alguns modelos abaixo com fotos, mostrando um pouco das linhas de tipo de roupa de gestante que a Zazou oferece para as grávidas antenadas que não querem mudar seu estilo e valorizam se vestir bem.

Seguem abaixo comentários das peças e linhas, da esquerda para direita, com os respectivos preços:

Roupas de Gestante da Zazou

1º look = Linha Fitness

Opção recomendada para a prática de esportes, yoga e caminhadas.

Bata = R$ 118,00
Legging = R$ 78,00

2º look = Linha Lazer

Ideal para ser usado em finais de semana e em momentos informais.

Tomara que caia = R$ 148,00
Short = R$ 178,00

3º look = Linha Social e Trabalho

Conjunto coringa para várias ocasiões formais.

Blazer = R$ 488,00
Camisa = R$ 238,00
Calça = R$ 228,00

4º look = Linha Casual e Lazer

Vestido básico que pode ser usado tanto para uma profissional liberal quanto para um almoço.

Vestido = R$ 228,00

5º look = Linha Festa e Black-Tie

Indicado para festas e jantares por ser uma peça mais elaborada.

Vestido = R$ 418,00

6º look = Linha Festa

Indicado para as festas durante o dia, exemplo um casamento no campo.

Vestido = R$ 498,00

Pode acessar a coleção completa com fotos e respectivos preços de todos os modelos através da Loja Virtual da Zazou, que é a primeira (e atualmente única) loja virtual de moda gestante do mercado que atende o Brasil todo este segmento de moda gestante, com envio por Sedex, basta clicar no link abaixo:

http://www.zazou.com.br/LOJA/

Gostaria de dar a dica de que hoje, terça-feira dia 06/10/09, às 11 horas, a Psicóloga Ana Cristina Alves será entrevistada no programa de web tevê Celtic em Foco, cujo tema será “A Gestante no Trabalho” e outros projetos que ela desenvolve para empresas.

Para assistir é simples, basta acessar o seguinte link abaixo:

www.tvabcd.com.br

Sendo que o o programa é ao vivo, e ainda dá para mandar perguntas direto pelo site da TVABCD.

Mais informações sobre o trabalho dela em: www.sergestante.com.br